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Russia recycles its Moldova script to brand Armenia’s election illegitimate, ISW says

Armenian Prime Minister Nikol Pashinyan shakes hands with Russian President Vladimir Putin in front of Armenian and Russian flags during a bilateral meeting.

Russia began delegitimizing Armenia's election within hours of Nikol Pashinyan's 8 June 2026 victory. The Institute for the Study of War said so in its 9 June assessment. ISW identified three coordinated false narratives advanced by Russian government officials and pro-Kremlin commentators since the result.

One narrative claims Pashinyan "lost" because Civil Contract took less than 50% of the vote. A second says the election unfolded under Western pressure and domestic opposition suppression. A third alleges mass electoral fraud. ISW wrote that Moscow "continues spreading false narratives of stolen elections in post-Soviet states when those results do not favor Russian interests."

The narratives ISW found in Armenia's election

Foreign Ministry spokeswoman Maria Zakharova led Moscow's reaction to Armenia's election on 8 June. She alleged the vote unfolded under "unprecedented pressure on the opposition and interference from the West, primarily the EU." Zakharova said Civil Contract "did not receive a monopoly on power." The campaign featured "harsh repression" of opposition activists and attacks on the Armenian Apostolic Church, The Armenian Mirror-Spectator reported.

Kremlin spokesman Dmitry Peskov declined to congratulate Pashinyan. He told reporters Moscow is "waiting for the final results" and "recording numerous irregularities." The Central Election Commission's final tally put Civil Contract at 49.81%—727,160 votes. That left Samvel Karapetyan's pro-Russian "Strong Armenia" a distant second at 23.29%, Al Jazeera reported. Turnout topped 58%.

The Moldova precedent ISW cites

ISW pointed to Maia Sandu's 2024 Moldovan presidential victory as the direct precedent. The think tank wrote that Moscow had alleged "election fraud, suppression of opposition, and 'illegitimate' results." The Kremlin suggested "Sandu's victory materialized only after counting Western diaspora ballots," ISW added.

Sandu's Party of Action and Solidarity went on to win 50.14% in the September 2025 parliamentary vote anyway. Moldovan Prime Minister Dorin Recean said the Kremlin spent approximately €200 million on the 2024 cycle. That equals nearly 1% of Moldova's GDP, Reuters reported.

Economic coercion runs alongside the narrative

ISW also flagged a parallel economic threat. On 8 June, the head of the Federal Agency for Fisheries, Ilya Shestakov, warned at the St Petersburg International Economic Forum. He vowed "further steps will certainly follow" against Armenian exports if "veterinary risks" arise, Kyiv Post reported.

The warning compounded restrictions imposed since May on Armenian mineral water, alcohol, flowers, fruits, vegetables, and fish. ISW described the move as economic punishment for Armenia "distancing itself from Russia." That distancing is precisely what Armenia's election ratified — Pashinyan's government has reduced participation in the Russia-led CSTO and reoriented Civil Contract's policies toward the EU.

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Conservatório da Madeira e NOVA FCSH estabelecem protocolo de cooperação

O Conservatório – Escola das Artes da Madeira, Eng.º Luiz Peter Clode e a Universidade NOVA de Lisboa, através da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas e do Centro de Estudos em Música — CESEM, assinaram um protocolo de colaboração que representa um passo estratégico para o desenvolvimento da investigação artística e musicológica na Região […]
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Dl accise, non passano lo stop al pignoramento dei conti correnti e l’emendamento Lotito per riaprire la sanatoria fiscale per le partite Iva

Débâcle per la maggioranza in commissione Finanze del Senato: per problemi di copertura mercoledì sono stati ritirati sia l’emendamento Lotito che puntava a riaprire la sanatoria riservata alle partite Iva che aderiscono al nuovo biennio del concordato preventivo biennale con le Entrate sia quello della Lega che bloccava il pignoramento dei conti correnti per i contribuenti in regola con rottamazioni o rateizzazioni fiscali. Il giorno prima il partito di Matteo Salvini aveva dovuto dire addio anche alla riapertura della rottamazione quater per chi era decaduto e all’allargamento della quinquies anche ai debiti nati da accertamento, esclusi dalle norme inserite nell’ultima legge di Bilancio.

Solo la proposta a prima firma del senatore di Forza Italia e presidente della Lazio è stata ripescata trasformandola in un ordine del giorno: per le coperture “il governo si è impegnato a trovare una soluzione”, ha fatto sapere il presidente della Commissione, Massimo Garavaglia. Il fatto è che il nuovo regalo alle partite Iva a cui si applicano gli Indici sintetici di affidabilità fiscale (Isa), il 53% delle quali stando a quelle “pagelle” è inaffidabile, costerebbe caro. L’emendamento ritirato prevedeva infatti per i soggetti Isa che aderiscono al concordato per il biennio 2026-2027 potessero adottare il regime di ravvedimento speciale versando l’imposta sostitutiva delle imposte sui redditi e delle relative addizionali, nonché dell’imposta regionale sulle attività produttive.

Il ravvedimento, val la pena di ricordare, è di fatto un condono forfettario: ha permesso a chi ha accettato la proposta di reddito dell’Agenzia delle Entrate per il biennio 2024-2025 di mettersi in regola per eventuali redditi evasi tra 2018 e 2023 pagando un’imposta sostitutiva dell’Irpef del 10, 12 o 15% – crescente al diminuire dell’indice di affidabilità fiscale – sul reddito già dichiarato incrementato di una quota fissa legata sempre al punteggio Isa: dal 5 (per chi ha Isa pari a 10) al 50% (in caso di Isa sotto il 3). Quei contribuenti dunque hanno sanato il nero pregresso sborsando una minuscola percentuale delle imposte evase, peraltro con la comoda opzione delle 24 rate mensili. Predita prevista per le casse pubbliche: quasi 1 miliardo. Riproponendo il regalo, il conto salirebbe.

In attesa di capire come si muoverà il governo, le uniche modifiche sostanziali incassate dalla maggioranza sono l’allungamento dei tempi per versare il dovuto in caso di adesione alla rottamazione quinquies e di quello per le definizioni agevolate decise dagli enti locali: i debitori avranno tempo per aderire fino al 15 dicembre (prima la scadenza era il 31 ottobre).

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Estudo de investigadores do ABC sobre ratinho espinhoso africano abre pistas na investigação do cancro

Um estudo de uma equipa de investigadores do Algarve Biomedical Center Research Institute (ABC- Ri) sobre o ratinho espinhoso africano lança novas pistas sobre a investigação do cancro, revelou a Universidade do Algarve (UAlg).

Os resultados do estudo, realizado em parceria com o Instituto de Investigação Biomédica Sols-Morreale (IIBM-CSIC-UAM), «abrem novas perspetivas de investigação sobre os mecanismos biológicos que podem contribuir para a prevenção do cancro e para avanços na medicina regenerativa», lê-se, em comunicado.

O ratinho espinhoso africano (Acomys) alvo do estudo publicado na revista Scientific Reports é uma espécie conhecida «pela sua elevada capacidade de regeneração tecidular e resistência ao desenvolvimento de tumores».

Ao contrário da maioria dos mamíferos, que cicatrizam quando sofrem uma lesão, este roedor consegue regenerar pele, músculo e até recuperar ligações funcionais na medula espinhal.

«Esta capacidade tornou-o um modelo de grande interesse para o estudo da regeneração dos tecidos», explica a academia.

Durante décadas, o cancro foi descrito como “uma ferida que nunca cicatriza”, porque tanto a reparação dos tecidos como o desenvolvimento tumoral envolvem uma intensa multiplicação de células.

Esta semelhança levou os investigadores a considerar que «os organismos com maior capacidade de regeneração poderiam também ter uma maior propensão para desenvolver cancro».

No entanto, os resultados deste estudo apontam noutra direção: os investigadores compararam a resposta do ratinho espinhoso com a de ratinhos de laboratório convencionais (Mus musculus), após ambos serem submetidos a um modelo experimental de indução de tumores na pele.

«Enquanto os ratinhos convencionais desenvolveram vários tumores, os ratinhos espinhosos não desenvolveram nenhum», concluíram.

Para perceber as razões desta diferença, a equipa analisou, ao longo de 28 dias, a atividade dos genes das duas espécies.

Os resultados mostram que o ratinho espinhoso «desencadeia uma resposta biológica diferente» quando exposto a fatores que podem provocar cancro.

Em concreto, este animal «ativa mais rapidamente genes que ajudam a impedir o desenvolvimento do processo cancerígeno e apresenta também uma resposta imunitária mais eficaz, envolvendo células capazes de eliminar células potencialmente cancerígenas».

Além disso, quando o dano é controlado, «a atividade destes genes regressa rapidamente aos níveis normais».

Outro aspeto importante observado foi o aumento da morte celular programada nas zonas lesionadas. Este mecanismo permite eliminar células com alterações genéticas antes que estas se transformem em células cancerígenas.

«Estes resultados indicam que a capacidade regenerativa e a resistência ao cancro não são incompatíveis, podendo antes estar relacionadas», explica Wolfgang Link, investigador do CSIC e autor correspondente do estudo.

«O ratinho espinhoso desenvolveu mecanismos altamente eficazes para controlar a proliferação celular, ativando tanto o sistema imunitário como vias supressoras de tumores», esclarece.

Este trabalho posiciona os mecanismos de regeneração tecidular «como uma possível chave para a prevenção do cancro».

Compreender como o ratinho espinhoso consegue controlar a multiplicação celular «poderá ajudar a identificar novos alvos terapêuticos e contribuir para o desenvolvimento de estratégias inovadoras para a prevenção e tratamento do cancro humano, bem como para avanços na medicina regenerativa.

A equipa responsável pelo estudo e pela publicação do artigo é composta por Marta Vitorino, Gonçalo G. Pinheiro, Inês Grenho, Inês M. Araújo, Bibiana Ferreira, Wolfgang Link e Gustavo Tiscornia, investigadores da Universidade do Algarve.

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ACREMS Celebra 23 Anos ao Serviço da Música e da Cultura

A Associação Cultural e Recreativa Escola de Música Sambrazense (ACREMS) assinala, hoje, dia 10 de junho, o seu 23.º aniversário, numa celebração que pretende partilhar com toda a comunidade de São Brás de Alportel.

As comemorações decorrem após a cerimónia evocativa do Dia de Portugal e o hastear da bandeira nos Paços do Concelho, momento em que será executado o Hino da ACREMS. Pelas 10h15, a Banda Filarmónica de São Brás de Alportel sairá à rua para um desfile pelas principais artérias da vila, levando a música e o espírito festivo a todos os que se quiserem associar a esta data especial.

Fundada há 23 anos, a ACREMS tem desenvolvido um trabalho contínuo na formação musical, dedicando-se ao ensino de instrumentos de sopro e percussão, à promoção da cultura musical e à dinamização de iniciativas ligadas ao movimento filarmónico. A Banda Filarmónica de São Brás de Alportel constitui um dos mais importantes resultados deste percurso, sendo hoje uma referência cultural no concelho.

Ao longo da sua história, a associação tem contado com o apoio dos órgãos autárquicos e de diversas entidades locais, regionais e nacionais, parcerias fundamentais para o desenvolvimento dos seus projetos e para a concretização da sua missão.

A ACREMS convida toda a população a participar nesta celebração e a acompanhar o desfile, assinalando em conjunto mais um ano de dedicação à música, à cultura e à formação das novas gerações.


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