Canadian court orders Iran to pay $200 million to B.C. man tortured for being ‘infidel’




A observação foi feita nesta terça-feira (9) à Agência Brasil pela infectologista Natalie Del Vecchio, do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira, da Fundação Oswaldo Cruz (IFF/Fiocruz).
No ano passado, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou para a expansão dos casos, quando o Canadá registrou 5.062 ocorrências, o que levou à perda da certificação de país livre da doença. Em 2026, foram confirmados 124 casos no território canadense.
O México elevou o número de sete casos, notificados em 2024, para 6.152 registros em 2025. Somente em janeiro deste ano, foram 1.190 casos, de acordo com informações preliminares. Nos Estados Unidos, por sua vez, ocorreram 2.144 casos em 2025 e 721 em janeiro de 2026.
Segundo a infectologista do IFF/Fiocruz, o perigo é maior para os brasileiros que viajam para esses países sem estarem com o esquema vacinal contra sarampo completo. A vacinação pode evitar a eventual reintrodução do vírus no Brasil.
Natalie lembrou que, em novembro de 2024, o Brasil recebeu da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) a recertificação de país livre do sarampo. O documento foi entregue ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e à então ministra da Saúde, Nísia Trindade. Em 2016, o Brasil já havia alcançado essa posição de nação livre da circulação endêmica do sarampo mas, em 2018, as baixas coberturas vacinais permitiram a reintrodução do vírus no país.
“A baixa cobertura vacinal é um risco para o nosso país de reintrodução do vírus no Brasil”, afirmou a infectologista. Em 2025, foram notificados 38 casos no país, todos importados de nações vizinhas. Em janeiro de 2026, foram registrados dois casos de sarampo, de uma mulher de 22 anos. no Rio de Janeiro, e de um bebê de 6 meses, em São Paulo. Os dois não tinham registro de vacinação.
Natalie Del Vecchio recomenda que mesmo as pessoas que não vão viajar para os países-sede da Copa do Mundo devem procurar completar o calendário vacinal. Para aquelas acima de 1 ano de idade até 30 anos, são necessárias duas doses da vacina contra sarampo e, de 30 a 60 anos, uma dose.
“Se a pessoa já tem o calendário dela completo, não precisa tomar uma dose extra da vacina. Se o calendário não estiver completo, os viajantes que se destinam aos países-sede da Copa devem completar o esquema vacinal. Essas pessoas viajarão com tranquilidade, exatamente para não estarem adquirindo o vírus do sarampo, nem trazendo para o nosso país. Para, exatamente, evitar um novo surto e novos casos do sarampo no Brasil”, afirmou a infectologista.
O Ministério da Saúde lançou campanha nacional orientando brasileiros que viajarão aos Estados Unidos, México e Canadá para a Copa do Mundo a reforçar a vacinação contra o sarampo. Para crianças de 6 a 11 meses, a recomendação é que tomem a dose zero pelo menos 15 dias antes da viagem. Na faixa de 12 meses a 29 anos, é necessário ter duas doses.
Os adultos de 30 a 59 anos devem ter recebido pelo menos uma dose ao longo da vida. Outra recomendação é que a aplicação da vacina Tríplice Viral (que também protege contra caxumba e rubéola) deve ocorrer pelo menos 15 dias antes da viagem. As doses estão disponíveis gratuitamente nas unidades de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS).
O sarampo é uma doença grave que pode deixar sequelas por toda a vida e até causar a morte. As principais complicações variam de acordo com as fases da vida do paciente. Para crianças, pode causar pneumonia, infecções de ouvido, encefalite aguda (inflamação no encéfalo – parte do sistema nervoso dentro do crânio) e morte. Em adultos, causa pneumonia. E, em gestantes, pode resultar em parto prematuro e bebê com baixo peso.
Altamente contagiosa, a doença se espalha pela tosse, fala ou respiração. Uma pessoa infectada pode contaminar outras antes mesmo de saber que está doente. Os sintomas mais comuns são febre alta, tosse persistente, coriza, irritação nos olhos, e manchas vermelhas que começam no rosto e depois no corpo. Os sintomas costumam aparecer entre sete e 14 dias após o contato com o vírus.


La ”spiaggina” del 1969 brilla immacolata alla luce del sole di Sitges, Costa Brava, mezz’ora d’auto da Barcellona. Senza tetto e senza portiere, la vecchia Renault 4 Plein Air sprigiona il suo fascino antico e rivoluzionario accanto alla nuovissima Renault 4 E-Tech Plein Sud, festosa, colorata e ricca di verve, con una tavola da surf che fa capolino dal tetto apribile. E’ cosi che Renault, ancora una volta, ripesca suggestioni del passato per farle rivivere in questa era supertecnologica.
La nuova R4 cabrio si affianca alla versione classica, strizzando l’occhio ai clienti che sposano i valori dell’ambiente con la scelta dell’elettrico e la vita all’aria aperta. Così in 4,21 metri di lunghezza ecco una vettura compatta, eclettica e polivalente, capace di trainare fino a 750 kg, con un bagagliaio da 1400 litri e una guida elettrica davvero facile da gestire.
Il carattere di Plein Sud è espresso soprattutto dal tettuccio di tela premium monoblocco, che si aziona in pochi secondi con un comando elettrico posto sotto lo specchietto retrovisore fino alla velocità di 90 km orari. L’area di apertura misura 92 centimetri. Una volta aperto, il tettuccio resta corrugato nella parte posteriore, limitando i flussi d’aria e la rumorosità. Nella silenzio degli interni gioca un ruolo determinante anche il deflettore in tela posto sopra il parabrezza. Grazie a questi sistemi protettivi i rumori percepiti in abitacolo sono superiori solo del 4 per cento rispetto al normale crossover. La presenza del tetto in tela impone una struttura rinforzata che comporta un aumento di peso di appena 19 kg. Ma la versatilità dell’auto aumenta, perchè lo slittamento dei sedili posteriori e l’ampiezza del tettuccio permettono di trasportare oggetti lunghi oltre due metri, come una tavola da surf.
Alla guida Renault 4 E-Tech Plein Sud conferma tutte le doti e le qualità della sorella. Scatto rapido, grande silenziosità e ottima risposta delle sospensioni su qualunque fondo. Anche nei tratti in sterrato mostra grande aderenza, utilizzando la modalità All Terrain. Sicura ed equilibrata in curva, Plein Sud è sempre sollecita nella riprese che sfruttano la coppia pronta dell’elettrico. La batteria da 52 kWh sviluppa una potenza di 150 cavalli con autonomia di 392 km. Lo scatto da 0 a 100 si attua in 6,2 secondi e la velocità massima è di 150 km/h. Migliorati anche i tempi di ricarica: con un nuovo sistema di gestione termica della batteria si può passare dal 15 all’80 per cento in meno di un’ora.
Tutta la gamma Renault 4 E-Tech Electric introduce nuovi sistemi di assistenza alla guida. Tra questi, un avanzato controllo del conducente che rileva stanchezza e distrazione, integrato nel sistema di valutazione della sicurezza. Debutta anche un assistente di emergenza in grado di fermare l’auto in caso di inattività del guidatore, mentre la funzione di guida ecologica diventa predittiva, suggerendo quando rallentare per ottimizzare i consumi.
Tutte caratteristiche che configurano un crossover per giovani o famiglie con un piglio allegro e disinvolto, che richiama il carattere delle progenitrici degli anni Sessanta. Due le versioni di R4 E-Tech Plein Sud per il mercato, Techno e Icon. La prima ha un listino che parte da 36.790 euro, la seconda, più ricca e accessoriata da 38.790 euro.
L'articolo Renault 4 E-Tech Plein Sud, la prova de Il Fatto.it – L’elettrica dall’anima vacanziera – FOTO proviene da Il Fatto Quotidiano.

Albufeira voltou a estar em destaque no panorama regional ao acolher, esta manhã, o hastear da primeira Bandeira Azul do Algarve de 2026. A cerimónia realizada na Praia da Rocha Baixinha Nascente, assinalou o reconhecimento da qualidade das praias e do trabalho desenvolvido pela Câmara Municipal de Albufeira na gestão do litoral. A Praia da […]
A Seleção do Irã enfrentará uma logística incomum durante a disputa da Copa do Mundo de 2026. De acordo com informações divulgadas pelo embaixador iraniano no México, Abolfazl Pasandideh, os integrantes da equipe terão autorização para entrar nos Estados Unidos apenas nos dias das partidas, sendo obrigados a retornar ao México logo após os compromissos válidos pelo torneio.
A delegação ficará concentrada em Tijuana, cidade mexicana localizada próxima à fronteira com os Estados Unidos. A mudança ocorreu após dificuldades relacionadas à emissão de vistos para membros da equipe em meio às tensões diplomáticas e militares entre os dois países.
Segundo Pasandideh, os jogadores poderão cruzar a fronteira na manhã dos jogos e deverão deixar o território norte-americano no mesmo dia. A medida afeta diretamente a preparação da seleção iraniana, que disputará todas as partidas da fase de grupos em cidades dos Estados Unidos.
O Irã integra o Grupo G da Copa do Mundo ao lado de Bélgica, Egito e Nova Zelândia. Durante a primeira fase, a equipe terá dois compromissos em Los Angeles e outro em Seattle.
Vistos geram impasse para delegação iraniana
Além das restrições de deslocamento, a seleção ainda enfrenta dificuldades relacionadas à documentação de parte da delegação. Segundo autoridades iranianas, 15 integrantes do grupo continuam sem visto para entrar nos Estados Unidos. Entre eles estão dirigentes e membros da comissão técnica.
A situação já havia sido alvo de manifestações da embaixada iraniana na Turquia, que criticou a decisão das autoridades norte-americanas de liberar a entrada dos atletas e da comissão técnica considerada essencial, mas negar a autorização para outros representantes da delegação.
A polêmica ganhou força após declarações do embaixador dos Estados Unidos na Turquia, Tom Barrack, que confirmou a emissão dos vistos destinados aos jogadores e profissionais necessários para a participação da equipe no Mundial. Posteriormente, a Casa Branca também confirmou que os atletas receberam autorização para viajar ao país.
Ainda assim, representantes iranianos classificaram a negativa de vistos para parte da delegação como um ato de discriminação contra o país. De acordo com a agência de notícias Fars, mais de uma dezena de integrantes das equipes médica e esportiva tiveram os pedidos recusados, além do presidente da Federação Iraniana de Futebol, Mehdi Taj.
As restrições estariam relacionadas, em parte, a possíveis vínculos com a Guarda Revolucionária Islâmica. Em ocasiões anteriores, o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou que pessoas ligadas à organização não teriam permissão para ingressar no país. Mehdi Taj, que já integrou a corporação, havia sido impedido de participar do sorteio da Copa do Mundo realizado em dezembro.
Diante das incertezas envolvendo a concessão de vistos, a federação iraniana decidiu transferir sua base de preparação de Tucson, no estado do Arizona, para Tijuana, no México. A delegação tem chegada prevista ao território mexicano após um período de treinamentos na Espanha.
Para o governo iraniano, a presença da seleção na competição, mesmo diante das restrições impostas e do atual cenário de conflito, representa uma oportunidade de demonstrar disposição para o diálogo e a convivência pacífica por meio do esporte.
Tensão entre Irã e Estados Unidos impacta preparação para a Copa
A edição de 2026 também marca um fato inédito na história da Copa do Mundo. Será a primeira vez, desde a criação do torneio em 1930, que uma das nações participantes disputará partidas em um país com o qual mantém um conflito militar em andamento.
Enquanto a competição se aproxima, o cenário geopolítico segue tenso. Poucas horas após confirmar a entrada dos jogadores iranianos, os Estados Unidos anunciaram novos ataques aéreos contra instalações ligadas ao Irã, alegando riscos à segurança da navegação no Estreito de Ormuz. Paralelamente, negociações diplomáticas continuam em busca de um possível acordo para reduzir as hostilidades entre os dois países.
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