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Guto Miguel faz história e conquista título juvenil de Roland Garros

O goiano Guto Miguel, de 17 anos, venceu o americano Michael Antonius por 2 sets a 0 (6/3 e 6/4) na manhã deste sábado (6) e conquistou o título do juvenil em Roland Garros.

Esse é o primeiro título do Brasil na chave simples masculina da categoria. Edison Mandarino (1959), Thomaz Koch (1962 e 1963) e Luís Felipe Tavares (1967) tinham as melhores campanhas do país na competição, todos com vice-campeonatos. Gustavo Kuerten, o Guga, foi campeão em 1994, mas na chave de duplas.

Liderança do ranking mundial juvenil

A campanha histórica em Paris também rende a Guto a liderança do ranking mundial juvenil. Com a classificação para a final e a derrota do norte-americano Keaton Hance nas semifinais, o brasileiro garantiu matematicamente o posto de número 1 do mundo.

Com pelo menos 700 pontos somados em Roland Garros, Guto alcançará 2.927 pontos no ranking da ITF, superando seus principais concorrentes. O atual líder, o búlgaro Ivan Ivanov, não disputou o torneio e perderá pontos referentes à campanha do ano passado.

Guto passa a integrar uma lista extremamente restrita de brasileiros que chegaram ao topo do ranking juvenil mundial, ao lado de Tiago Fernandes (2010), Orlando Luz (2015) e João Fonseca (2023).

Como foi o jogo

Guto e Antonius fizeram um início de primeiro set muito forte, com ambos confirmando seus saques com facilidade. No entanto, no terceiro saque de Antonius, Miguel conseguiu dois slices sem resposta e conseguiu a quebra.

No nono game do primeiro set, Guto Miguel vencia por 5 a 3 e Antonius sacava para se manter vivo no jogo. O americano salvou quatro set points, mas na quinta chance que teve Guto não perdoou e venceu o primeiro set por 6 a 3.

O tenista brasileiro começou sacando no primeiro game do segundo set e teve que salvar um break point logo no início. Guto imprimiu seu ritmo e conseguiu uma nova quebra em Antonius e teve a possibilidade de sacar para confirmar a vitória, mas foi quebrado.

O set ficou 5 a 4 para o brasileiro, com Antonius no saque. O americano cometeu uma dupla falta, um erro não forçado e deixou Guto com a chance de título. Antonius evitou a primeira chance de título brasileiro, mas na segunda vantagem para Guto acabou jogando a bola na rede. 6 a 4 para o brasileiro.

A partida teve 1h15 de duração, e Guto teve muitos lances de destaque. O único erro foi ser quebrado quando teve a oportunidade de sacar para o título, mas a resposta foi muito rápida e ele conquistou o título inédito. (UOL/FOLHAPRESS)

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União Europeia veta importação de carne do Brasil

A decisão da União Europeia de excluir o Brasil da lista de países autorizados a exportar determinados produtos de origem animal para o bloco europeu a partir de setembro de 2026 provocou reações no setor agropecuário e no governo brasileiro. Oficialmente, a medida está relacionada às exigências europeias sobre o controle e o uso de antimicrobianos na produção animal. Nos bastidores, porém, o episódio também alimenta discussões sobre possíveis barreiras comerciais e proteção ao mercado agrícola europeu.

O veto atinge uma série de produtos de origem animal, incluindo carnes, aves, ovos, mel, pescado e derivados destinados aos países da União Europeia. A restrição não entra em vigor imediatamente, permitindo que exportadores e autoridades brasileiras tenham alguns meses para buscar uma solução diplomática e técnica.

Representantes do governo brasileiro afirmam que o país já possui mecanismos de controle sanitário reconhecidos internacionalmente e trabalham para apresentar informações complementares às autoridades europeias. A expectativa é demonstrar conformidade com as exigências regulatórias do bloco e evitar prejuízos às exportações.

Para especialistas em comércio internacional, a decisão ocorre em um momento sensível das relações entre Mercosul e União Europeia. O acordo comercial negociado há décadas enfrenta resistência de setores agrícolas europeus, especialmente em países onde produtores temem a concorrência de alimentos sul-americanos com custos mais competitivos.

Embora a justificativa oficial seja sanitária, entidades ligadas ao agronegócio brasileiro avaliam que o endurecimento das regras pode refletir também interesses econômicos internos da Europa. O argumento é que exigências regulatórias cada vez mais rigorosas acabam funcionando, na prática, como instrumentos de proteção de mercado.

Apesar da repercussão, o impacto econômico imediato tende a ser limitado. A União Europeia representa uma parcela importante, mas não majoritária, das exportações brasileiras de proteína animal. O Brasil mantém mercados relevantes na Ásia, Oriente Médio e América Latina, o que reduz o risco de desorganização do setor no curto prazo.

Nos próximos meses, as negociações entre Brasília e Bruxelas devem se intensificar. O desfecho do caso será acompanhado de perto por produtores, exportadores e investidores, já que poderá influenciar não apenas o fluxo de comércio de produtos agropecuários, mas também o futuro das relações comerciais entre Mercosul e União Europeia.

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Faltam 5 dias: Brasil encara Egito em último teste antes da Copa do Mundo 2026

A Seleção Brasileira entra em campo neste sábado (6), às 19h (horário de Brasília), para seu último compromisso antes da Copa do Mundo de 2026. O adversário será o Egito, em amistoso disputado no Cleveland Browns Stadium, em Cleveland, nos Estados Unidos. A partida representa a última oportunidade para o técnico Carlo Ancelotti realizar ajustes e observar alternativas antes da estreia no Mundial, marcada para o próximo dia 13 contra o Marrocos.

O Brasil chega embalado após a goleada por 6 a 2 sobre o Panamá, resultado que ampliou as opções analisadas pela comissão técnica para a formação ideal da equipe. A expectativa é de que Ancelotti utilize o amistoso para testar novas combinações e dar minutos a jogadores que disputam espaço entre os titulares.

Entre as mudanças previstas, Lucas Paquetá e Igor Thiago devem iniciar a partida, enquanto Douglas Santos também aparece como opção para começar jogando. O treinador italiano indicou que pretende observar diferentes características dentro do mesmo modelo tático antes da definição da equipe para a Copa.

Uma das ausências confirmadas é Neymar. O camisa 10 permaneceu em Nova Jersey para seguir o tratamento de uma lesão na panturrilha direita e não viajou com a delegação para Cleveland. A expectativa da comissão médica é contar com o atacante durante a competição, mas sua participação na estreia ainda depende da evolução física nos próximos dias.

Do outro lado, o Egito também utiliza o confronto como preparação final para o Mundial. Liderada por Mohamed Salah, a seleção africana chega motivada após resultados positivos em amistosos recentes e promete impor dificuldades ao Brasil.

O retrospecto favorece amplamente os brasileiros. Em seis confrontos anteriores entre as seleções, o Brasil venceu todos, incluindo amistosos e um duelo pela Copa das Confederações de 2009.

Após o amistoso, a delegação brasileira voltará suas atenções para a estreia na Copa do Mundo. Integrante do Grupo C, a Seleção enfrentará Marrocos, Haiti e Escócia na fase inicial do torneio.

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US ally answers Trump's call on Strait of Hormuz: 'Part of a diplomatic effort'

UNITED NATIONS: Romania’s foreign minister told Fox News Digital that Bucharest answered the Trump administration’s call for allied support in the Middle East by allowing the use of Romanian military bases for "defensive activities" related to tensions with Iran and efforts to reopen the Strait of Hormuz.

"We have allowed for access to defensive activities, such as air refueling, for example, because we do believe allies need to rely on each other," Romania’s interim Foreign Affairs Minister Oana-Silvia Ţoiu said in an exclusive interview at the United Nations.

"We’re not part of the war, nor do we intend to become part of war, but we are part of an effort to ensure common defense, and we are a part of a diplomatic effort to ensure the reopening of the Strait of Hormuz," she said.

Ţoiu’s comments come as President Donald Trump has repeatedly pressed European allies to increase defense spending and take a larger role in global security efforts, including maritime security in the Middle East.

NATO LEADERS PREDICT ERA OF 2% DEFENSE SPENDING 'PROBABLY HISTORY' AS TRUMP REPORTEDLY FLOATS HIGHER TARGET

Ţoiu acknowledged growing tensions between Washington and some European allies over support related to the conflict with Iran, but said both sides recognize the need for closer coordination.

"I’m pretty sure that both on the U.S. side and the European side, we do understand that we need to enhance our dialog in order to prevent moments when we create tension in the transatlantic partnership," she told Fox News Digital. "And I do believe a better dialog ahead of time on all sides leads to better results, specifically on the request of help in terms of the conflict in the Middle East."

The Romanian foreign minister said Bucharest approved the use of its military bases and infrastructure for defensive operations linked to regional security efforts.

"Romania has approved through Parliament the proposal of the President, the ministry of foreign affairs and the ministry for defense and the prime minister, the use of our military bases and infrastructure for defensive activities, for activities such as air-fuelling, for example, because we are aware of the fact that it is needed that we trust each other," she said.

"I think we share clear objectives here in Europe, between the U.S. and countries around the world, such as lowering energy prices, such as allowing for fertilizers not to be blocked anymore there."

MIKE WALTZ PUSHES UN RESOLUTION TO STOP IRAN MINING KEY GLOBAL SHIPPING ROUTE

Romania, a NATO member bordering Ukraine, has emerged as one of the alliance’s key eastern flank states amid growing concerns over both Russia’s war in Ukraine and instability in the Middle East.

"We do agree with President Trump on the need to increase budgets," Ţoiu said.

She noted that Romania raised defense spending to 2% of GDP during Trump’s previous term and plans to allocate an average of 3.4% next year through a combination of military procurement and strategic infrastructure investments.

Her remarks came just hours after Romania requested an emergency meeting of the United Nations Security Council on Tuesday following a Russian drone strike that hit a residential building in the Romanian city of Galați on May 29.

The emergency briefing marked the first time in Romania’s roughly 70-year history at the United Nations that it requested a Security Council session over a direct threat to its national security, according to Romanian officials.

MULTIPLE ALLIES DECLINE US CALLS FOR STRAIT OF HORMUZ SUPPORT AMID RISING MIDDLE EAST TENSIONS

Speaking at the Security Council, Ţoiu said a drone carrying explosives violated Romanian airspace for approximately four minutes before crashing into the 10th floor of a residential building, injuring a mother and child.

"We do have the military analysis that shows clearly that it is a Russian-made drone in type of design, type of pieces of equipment, and also the chemical analysis that they have done," she told Fox News Digital.

Ţoiu said the drone was believed to be part of a larger Russian attack targeting Ukrainian civilian infrastructure near the Danube River.

"We wanted to call on the international community to make sure we collectively state that this is a blatant violation of international law," she said.

"And irrespective of whether that was the intention or not, the responsibility is very clear. And these reckless escalations need to stop."

BALTIC LEADERS RIP UN SECURITY COUNCIL AS POWERLESS WHILE RUSSIA HOLDS VETO SEAT

Russia’s U.N. Ambassador Vasily Nebenzya rejected the accusations during the session, calling them "unfounded and biased."

Nebenzya argued that if a Geran-2 drone had directly hit the building, the damage would have been far more severe, claiming Romanian media footage showed only fire damage rather than complete destruction.

He also called for a "thorough, objective, and depoliticized investigation" involving Russia and suggested the incident could have been a Ukrainian provocation intended to drag NATO deeper into the war.

Ţoiu pushed back against Moscow’s position and questioned how a permanent member of the Security Council can simultaneously act as an aggressor state.

"We do now have a question that's not just a question on Romania's side, but the question of the international community of how can a member of the Security Council contribute to its mission there, which is peace and security, while also being an aggressor state," she said.

"And of course, its veto [ is not currently] used towards peace and security."

The United States joined more than 50 countries backing Romania in a joint statement condemning the strike.

U.S. Ambassador to the United Nations Mike Waltz later wrote on X that he met with Ţoiu following "the reckless Russian drone strike on a Romanian apartment building.

"The violence must end before more innocent people suffer," Waltz wrote.

Ţoiu told Fox News Digital she also held meetings with the U.S. delegation at the United Nations following the emergency session.

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"The United States has joined our common statement alongside more than 50 countries in making a clear public message on the attack," she said.

"We are working with the United States not just through our partnership in NATO, but also strategic partners."

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Fogo em Baleizão consome zona de mato

Um incêndio na zona de Baleizão, conchelho de Beja, está a consumir uma área de mato, de acordo com a Proteção Civil.

O alerta, para o foco de incêndio em Horta da Fonte Santa, Baleizão, foi dado às 11h21, e lavra numa área de mato.

No local estão 25 elementos dos bombeiros apoiados por 5 viaturas e 1 meio aéreo.

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Justiça condena integrantes do PCC que comandavam pontos de venda de drogas

A Justiça de Roraima condenou integrantes apontados como líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC) e responsáveis pela administração de pontos de venda de drogas no estado. A decisão atinge acusados de atuar na estrutura da facção criminosa, incluindo pessoas que exerciam funções de comando e gerenciamento das chamadas “lojas” do tráfico.

Segundo as investigações, os condenados participavam de uma organização estruturada para comercialização de entorpecentes, com divisão de funções e controle de áreas de atuação. As chamadas “lojas” eram utilizadas como pontos de distribuição de drogas e faziam parte da engrenagem financeira da facção em Roraima.

O processo teve origem em uma operação que reuniu informações de órgãos de segurança e do Ministério Público, identificando lideranças responsáveis por coordenar a venda de drogas e a movimentação de recursos obtidos com a atividade criminosa. As investigações também apontaram a ligação dos envolvidos com a estrutura nacional da facção.

Com a sentença, os réus foram condenados por crimes relacionados à participação em organização criminosa e ao tráfico de drogas. As penas variam de acordo com o grau de envolvimento de cada acusado e sua função dentro do esquema investigado.

A decisão representa mais um desdobramento das ações de combate ao crime organizado em Roraima, estado que tem sido alvo de operações voltadas ao enfraquecimento da atuação de facções criminosas e de redes ligadas ao tráfico de entorpecentes.

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In Italia il debito delle famiglie in rapporto al Pil è molto più basso che in Paesi più solidi: un patrimonio strategico

Quando si parla di solidità finanziaria di un Paese, il riflesso condizionato è sempre lo stesso: guardare il debito pubblico. È una specie di rito civile, come lamentarsi del traffico o del commercialista. L’Italia, in questa narrazione, parte quasi sempre con il cartellino giallo: Stato indebitato, crescita debole, produttività bassa, conti pubblici sotto osservazione. Tutto vero. Ma non tutta la verità.

Esiste un altro indicatore, molto meno popolare nel dibattito pubblico, che racconta una storia diversa: il debito delle famiglie in rapporto al Pil. Secondo il Global Debt Database del Fondo Monetario Internazionale, il debito delle famiglie pesa per il 125,4% del Pil in Svizzera, il 112,1% in Australia, il 100,1% in Canada, il 93,6% nei Paesi Bassi, il 90,1% in Corea del Sud, il 76,2% nel Regno Unito, il 69,4% negli Stati Uniti. In Italia il dato è pari al 36,1%.

Il paradosso è evidente: molti Paesi percepiti come più solidi, ordinati, efficienti e finanziariamente maturi hanno famiglie molto più indebitate di quelle italiane. Noi abbiamo uno Stato pesante e famiglie relativamente leggere. Altri hanno Stati più credibili e famiglie più cariche di mutui, prestiti e obbligazioni domestiche. La finanza, ancora una volta, dimostra di amare le contraddizioni.

La prima spiegazione è operativa: casa, credito e costo della vita. Nei Paesi in cima alla classifica, l’indebitamento privato è spesso una condizione normale di accesso alla vita adulta. Comprare una casa a Zurigo, Sydney, Vancouver, Amsterdam o Seul significa entrare in mercati immobiliari molto costosi, dove il mutuo non è un incidente di percorso, ma una struttura portante dell’esistenza familiare. Il debito non serve solo a consumare: serve a stare dentro il mercato.

In Italia, invece, il rapporto con la casa è stato storicamente diverso. La proprietà immobiliare è stata spesso costruita per accumulazione familiare, eredità, risparmio paziente, aiuti intergenerazionali. Non sempre per virtù: anche perché il credito è stato meno profondo, il mercato del lavoro più fragile, il reddito dei giovani più incerto. Ma il risultato resta: le famiglie italiane, nel confronto internazionale, sono meno esposte alla leva finanziaria.

La seconda spiegazione è culturale e fiscale. In molti Paesi avanzati il debito privato non è considerato una colpa, ma uno strumento. Il mutuo è pianificazione finanziaria. La leva è gestione patrimoniale. Il debito è una tecnologia sociale. Alcuni sistemi hanno anche incentivato fiscalmente l’indebitamento, per esempio attraverso trattamenti favorevoli sugli interessi passivi dei mutui. Il cittadino razionale, in quei contesti, non è quello che evita il debito, ma quello che lo usa bene.

In Italia resiste invece una cultura del risparmio difensivo. La famiglia italiana accumula perché non si fida: dello Stato, del mercato del lavoro, della pensione futura, della banca, del vicino di casa e, spesso con buone ragioni, anche del cugino che propone investimenti “sicuri”. Il risparmio privato diventa così una forma di welfare domestico: paga l’università dei figli, aiuta l’acquisto della casa, copre le malattie, sostiene l’impresa familiare, assorbe le crisi.

Non è romanticismo. È una supplenza. Dove il welfare pubblico è lento o incompleto, interviene il patrimonio privato. Dove il reddito non basta, interviene la famiglia. Dove il mercato non finanzia, interviene il conto corrente dei genitori. Siamo un Paese con uno Stato indebitato e una società che ha imparato a fare da ammortizzatore di se stessa.

La terza spiegazione è sistemica. Non bisogna leggere l’alto debito delle famiglie come sinonimo automatico di povertà. Sarebbe un errore grossolano, quindi perfettamente compatibile con molto dibattito pubblico. Un alto debito privato può indicare mercati finanziari sviluppati, accesso al credito, fiducia nel futuro, patrimonio immobiliare diffuso, capacità delle banche di finanziare famiglie ritenute solvibili. Il problema nasce quando questa architettura viene colpita da tassi alti, redditi stagnanti o prezzi immobiliari in calo. A quel punto il debito privato cambia natura: da strumento di crescita diventa vincolo. La rata del mutuo smette di essere il prezzo della stabilità e diventa il rubinetto che prosciuga reddito disponibile. Nei Paesi dove le famiglie sono esposte per quote molto elevate del Pil, un rialzo dei tassi può trasmettersi rapidamente ai consumi, al mercato immobiliare e alla stabilità bancaria.

L’Italia, al contrario, presenta una vulnerabilità opposta. Il punto debole resta il debito pubblico. Il punto di forza resta il bilancio delle famiglie. Banca d’Italia segnala che alla fine del 2024 la ricchezza netta delle famiglie italiane era pari a 11.732 miliardi di euro; nello stesso tempo, nei rapporti sulla stabilità finanziaria, evidenzia rischi limitati per le famiglie anche per effetto del basso debito privato e della ricchezza finanziaria accumulata.

Questo non significa che gli italiani siano ricchi nel senso quotidiano del termine. Molte famiglie hanno redditi bassi, salari compressi, figli precari, pensioni che reggono interi nuclei familiari. La ricchezza privata italiana è anche diseguale, immobilizzata, spesso poco produttiva. Molta è mattone, non liquidità. Molta è nelle mani delle generazioni anziane.

Quindi attenzione a trasformare il dato in autocelebrazione nazionale, sarebbe il solito patriottismo da bar. Però il dato resta politicamente ed economicamente rilevante. Se giudichiamo un Paese solo dal debito dello Stato, vediamo metà bilancio. Se ignoriamo il debito delle famiglie, non capiamo dove si trovi davvero il rischio. Nei Paesi nordici o anglosassoni il rischio è spesso distribuito nei bilanci privati. In Italia è concentrato maggiormente nel bilancio pubblico. Sono due modelli diversi di fragilità.

La domanda allora è semplice: ha senso continuare a valutare la solidità di un Paese guardando solo al debito pubblico e ignorando quello dei cittadini?

Nel caso italiano, il risparmio privato è ancora uno degli ultimi scudi sistemici. Non può diventare un alibi per non ridurre il debito pubblico, non può sostituire la crescita, non può compensare per sempre salari bassi e produttività stagnante. Ma è un patrimonio strategico. E come tutti i patrimoni strategici andrebbe protetto, non spremuto o usato come bancomat silenzioso per coprire l’inefficienza pubblica.
Il vero paradosso è questo: l’Italia è spesso descritta come un Paese finanziariamente fragile perché ha uno Stato indebitato. Ma una parte importante della sua tenuta deriva proprio da cittadini che, per prudenza, sfiducia e memoria storica, si sono indebitati meno degli altri.

Non sarà moderno. Non farà curriculum nei convegni sulla finanza sofisticata. Ma quando i tassi salgono e le rate mordono, anche la vecchia prudenza familiare italiana smette di sembrare arretratezza e torna a chiamarsi con il suo nome: difesa.

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Ponte interditada desaba e deixa vítimas no interior do Acre

Uma ponte localizada em Sena Madureira, no interior do Acre, desabou na noite desta sexta-feira (5), provocando momentos de tensão e deixando pessoas feridas. Entre as vítimas está o juiz aposentado Edinaldo Muniz, que fazia uma transmissão ao vivo nas redes sociais no momento em que a estrutura cedeu.

Segundo informações divulgadas por veículos locais, o magistrado aposentado registrava a situação da ponte, que já apresentava sinais de comprometimento estrutural, quando ocorreu o colapso. Imagens compartilhadas nas redes sociais mostram o instante de desespero após a queda da estrutura.

Equipes do Corpo de Bombeiros e do serviço de resgate foram mobilizadas para atender as vítimas e realizar buscas no local. Edinaldo Muniz foi retirado dos escombros e encaminhado para atendimento médico. Informações preliminares apontam que o estado de saúde dele inspira cuidados.

A ponte havia sido alvo de preocupação de moradores da região nos últimos dias devido às condições estruturais consideradas precárias. Autoridades locais devem abrir investigação para apurar as causas do desabamento e avaliar possíveis responsabilidades.

O acidente gerou forte repercussão no Acre e mobilizou moradores de Sena Madureira, que acompanharam o trabalho das equipes de resgate durante toda a noite.

A Defesa Civil e órgãos estaduais seguem monitorando a área para evitar novos riscos.

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Ator é encontrado morto em motel após entrar no local com outras duas pessoas

O ator José Patrik Machado, de 32 anos, encontrado morto na madrugada desta sexta-feira (5) em um motel de Campo Grande (MS), teve trajetória marcada pela atuação artística e pela participação ativa na cena cultural da capital sul-mato-grossense.

Patrik fez parte da companhia de teatro Adote entre 2015 e 2020, período em que participou de montagens, apresentações e projetos culturais desenvolvidos pelo grupo. Após a confirmação da morte, integrantes da companhia manifestaram pesar e destacaram a dedicação, o talento e o carisma do artista.

Além da carreira nos palcos, ele também atuava profissionalmente como escrevente em um cartório da cidade, função que exercia há mais de uma década.

De acordo com informações apuradas pelas autoridades, o corpo foi encontrado em um quarto de motel localizado na região do Jardim Paulista. A Polícia Civil investiga as circunstâncias da morte e aguarda os resultados dos exames periciais para esclarecer a causa do óbito.

As primeiras informações indicam que o ator havia chegado ao local acompanhado de outras pessoas, que deixaram o estabelecimento antes da descoberta do corpo. Os investigadores trabalham para reconstruir os últimos momentos de Patrik e identificar eventuais testemunhas que possam contribuir com o caso.

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