A Seleção Brasileira já está concentrada em Nova Jersey, nos Estados Unidos, onde realiza a reta final de preparação para a Copa do Mundo. Antes da estreia no torneio, a equipe ainda disputa um amistoso contra o Egito, marcado para o próximo sábado (6), às 19h.
Nesta quarta-feira (3), os jogadores cumprem atividades internas pela manhã. Já no período da tarde, o técnico Carlo Ancelotti comandará mais uma sessão de treinamento com presença liberada para a imprensa. Também estão previstas entrevistas coletivas com Marquinhos e Igor Thiago.
O Brasil ficará hospedado em Basking Ridge, região próxima ao centro de treinamento que será utilizado durante a competição. O local escolhido pela delegação está a poucos minutos do Columbia Park Training Facility e relativamente próximo ao MetLife Stadium, palco da estreia brasileira no Mundial.
Ancelotti contará com os 26 convocados para os trabalhos. Marquinhos, Gabriel Magalhães e Gabriel Martinelli, que se apresentaram após compromissos na final da Liga dos Campeões da Europa, já estão integrados ao grupo.
Seleção brasileira desembarca nos EUA | Foto: Rafael Ribeiro/CBF
Confira os compromissos da Seleção na fase inicial da Copa do Mundo:
• 13 de junho, às 19h — Brasil x Marrocos, no MetLife Stadium, em Nova Iorque. • 19 de junho, às 22h — Brasil x Haiti, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia. • 24 de junho, às 19h — Escócia x Brasil, no Hard Rock Stadium, em Miami.
Foi a “voz do poupar” da Mariana, a “voz do cuidar dos outros” do Ivan, a “voz radical e criativa” do Lourenço ou a “voz do cuidar dos animais” da Eva, entre outras vozes, que se ouviram na manhã desta terça-feira, na sala da Assembleia Municipal de Loulé.
Depois do secundário e dos 2º e 3º ciclos de ensino, foi a vez dos alunos do 1º ciclo de várias escolas do concelho de Loulé participaram numa Assembleia Municipal especial, desta vez dedicada às crianças.
A iniciativa, dinamizada pela MyPolis, envolveu meninas e meninos de turmas do 3º ano de cinco escolas. No papel de “deputados”, mas numa sessão menos formal do que as anteriores, este foi um espaço de encontro e diálogo, no qual as crianças tiveram a oportunidade de partilhar as suas ideias, preocupações e desejos para o seu concelho, bem como questionar os governantes sobre temas do seu interesse.
O plenário começou com o momento “Conhecer quem nos representa”, em que cada turma se dirigiu aos representantes políticos, colocando questões mais pessoais sobre a sua infância, os seus gostos e também o exercício das suas funções. 0
O presidente da Assembleia, Silvério Guerreiro, contou que, durante a sua infância, brincava na rua, ao berlinde e à carica, numa época muito diferente dos dias de hoje. Nos seus tempos livres, tanto se sente bem a nadar na Praia de Quarteira, como a percorrer os serros à volta de Loulé ou, mais no interior, na Rocha da Pena, em Salir.
Em menino, Telmo Pinto, presidente da Câmara de Loulé, sonhava ser jogador de futebol, foi um aluno que “marrou muito” para se licenciar em Engenharia Civil, e que hoje considera que o super-herói que mais se identifica com a sua personalidade é o “Flash”, pela rapidez com que deseja trabalhar para responder às necessidades dos louletanos.
Na escola, numa aldeia minhota, a vereadora da Educação, Maria Esteves, era uma criança que, de um modo geral, se portava bem mas, como consequência de uma ou outra peripécia, não se livrou de umas reguadas na mão. Queria ser professora primária, mas foi no ensino da Filosofia que viria a desenvolver a sua atividade profissional.
Já o sonho de menino do vice-presidente do Município, David Pimentel, era ser cientista e inventar coisas novas. Hoje, revela que os interesse são outros e, como responsável pela área financeira, assume o sentimento de proteção em relação ao “cofre da câmara” e ao rigor das contas.
Quando questionado sobre como chegou a vereador, Paulo Trindade respondeu às crianças: «Têm que perguntar isso ao presidente Telmo Pinto». Para este responsável por áreas como as obras municipais, urbanismo, salubridade ou espaços verdes, a calma e a paciência são essenciais para que as coisas sejam bem feitas, em prol da melhoria do concelho.
Seguiu-se o momento “A Voz das Crianças”, em que os alunos tiveram a oportunidade de expor as suas ideias e propostas para o concelho.
A Escola Básica de Quarteira trouxe propostas nas áreas da educação, como o maior apoio em termos de transportes para visitas de estudo; na saúde, como a realização de sessões para as escolas com médicos, enfermeiros, psicólogos ou dentistas; mas também uma maior participação das crianças na tomada de decisões.
A EB Nº4 de Loulé, apresentou algumas ideias nas áreas do recreio, desporto e movimento, como a realização de aulas de trampolim incluídas no programa escolar, inspirados pelo talento do ginasta Gabriel Albuquerque.
Promover a segurança rodoviária, criar espaços para os idosos, apoiar os animais de rua, ou criar equipamentos em Almancil, como uma Escola Secundária ou Piscinas Municipais, em Almancil foram as ideias dos alunos da EB Cónego Dr. Clementino Brito.
A Escola das Benfarras apontou alguma carência de equipamentos pedagógicos e recursos digitais, mas também a necessidade de mais espaços verdes com sombras, e bebedouros, no recinto escolar.
Finalmente, a EB Dnª Francisca de Aragão de Quarteira apelou à realização de ações para limpeza nas praias, mas também à importância de torná-las acessíveis para todos, apostando em equipamentos que permitam que pessoas com mobilidade reduzida possam usufruir plenamente dos espaços balneares.
Como explicou o presidente da Assembleia, esta iniciativa encerra uma «trilogia de sessões jovens», realizada em 2026.
«No próximo ano, tentaremos ir mais longe, quiçá passar para uma tetralogia e chegar a uma Assembleia dedicada ao pré-escolar», adiantou Silvério Guerreiro.
Integrada na comemoração do Dia Internacional da Criança, a sessão reiterou, de acordo com a autarquia louletana, «a aposta clara da construção de uma sociedade que inclui os jovens e as crianças nos processos de decisão, colocando-os em contacto com a democracia local».
«Podem sonhar com aquilo que quiserem! E é aqui, nesta casa, que podem concretizar muitos dos vossos sonhos, pois é aqui que estão as pessoas que podem resolver muitos dos problemas que encontram na rua», disse Telmo Pinto.
«Hoje estou eu aqui, amanhã qualquer um de vocês pode ser presidente da Câmara, mas o futuro exige dedicação e esforço», acrescentou o autarca.
No encerramento da sessão, também Silvério Guerreiro deixou palavras de incentivo a estes alunos: «Sonhem, com a confiança e sem receio de errar. Os adultos assumem também aqui o compromisso de estarem cá para os suportar, pois é pelo sonho que a humanidade chegou até aqui e todos serão os beneficiários dos vossos sonhos».
Promovida nas escolas por Rita Santos Fernandes, da Mypolis, esta Assembleia marca o início de um projeto que inclui sessões em todos os municípios algarvios e que culminará, em Julho de 2027, com uma grande Assembleia com representantes dos 16 municípios.
A MyPolis é uma organização de impacto social que promove a participação, envolvimento e colaboração de crianças e jovens. Atualmente, está presente em 30 localidades portuguesas, sete países da União Europeia e em Moçambique e Cabo Verde.
O centro comercial Albufeira Terrace, que se situa perto da Câmara Municipal, vai ter uma fanzone para o Mundial de Futebol, de 11 de Junho a 19 de Julho… mas com alguns jogos em diferido.
Os jogos que tenham início até às 21h00 serão transmitidos em direto no terraço do centro comercial, já os restantes serão exibidos em diferido no dia seguinte.
Além das transmissões, o “Mundial 2026 no Terraço” contará com uma zona de gaming com matraquilhos e PlayStation, um selfie point temático, insufláveis para os mais novos e ainda uma área pensada para troca de cromos do Mundial.
Entre os momentos mais aguardados da programação estão os jogos da Seleção Nacional, com transmissão em direto do Portugal x Congo, a 17 de Junho, e frente ao Uzbequistão, a 23 de Junho, ambos às 18h00.
Um homem foi detido pela GNR, no passado dia 31 de Maio, por furto num apartamento turístico de uma unidade hoteleira, no concelho de Albufeira.
Após a denúncia, a GNR conseguiu localizar o suspeito nas imediações do local do crime e apurou que o homem terá acedido ao interior da habitação através do arrombamento de uma janela, tendo subtraído artigos pessoais, documentação, relógios e material informático, no valor aproximado de 4 mil euros.
Da ação resultou ainda a apreensão dos bens furtados, que foram recuperados e entregues aos legítimos proprietários.
O detido foi presente a primeiro interrogatório judicial no Tribunal Judicial de Portimão e ficou sujeito à medida de coação de apresentações bissemanais na área de residência.
Siamo smontando pezzo per pezzo l’enciclica di Papa Leone, una sbalorditiva collazione di prosperi e fallacie che la metà basta.
9) L’enciclica afferma che il pluralismo culturale è una ricchezza, ma che nessuno, a parte la Chiesa, possiede totalmente la verità. Il papa vuole tenere insieme l’apertura dialogica e l’esclusività dottrinale. Tutta l’argomentazione ne viene indebolito.
10) L’enciclica presenta la Chiesa come promotrice di dignità, pace, dialogo e fraternità, chiedendo perdono per qualche errore del passato (la tolleranza dello schiavismo). Così facendo minimizza le alleanze con poteri autoritari, il colonialismo missionario, le sue discriminazioni strutturali (a quando un papa donna?). E’ cherry picking storico.
11) L’enciclica esalta la sofferenza, la fragilità e il limite attribuendogli un valore spirituale. E’ una fallacia di idealizzazione: alcune sofferenze distruggono persone; molte malattie non “umanizzano”; la medicina moderna ha ridotto enormi quantità di dolore inutile. Che dal dolore possa derivare una crescita personale non implica che il dolore sia di per sé positivo, una fissa di chi ha per modello Cristo in croce.
12) L’enciclica attribuisce molti problemi alla tecnocrazia, alla sete di profitto, all’individualismo, al relativismo. Ma guerre, sfruttamento e controllo sociale esistevano prima del capitalismo digitale. Il papa moralizza fenomeni storici complessi invece di analizzarne le cause materiali, geopolitiche e istituzionali. Le guerre, per dire, possono nascere anche da scarsità di risorse, deterrenza, sicurezza strategica, equilibrio di potenza, interessi materiali.
13) L’enciclica disegna scenari inquietanti: IA che domina; sorveglianza totale; perdita dell’umano; manipolazione; nuove schiavitù; guerra automatizzata; disgregazione sociale. Questi rischi esistono, ma il papa li accumula creando una pressione emotiva. “Se non adottiamo questa visione etica/spirituale, andremo verso la disumanizzazione.” E’ un classico sofisma ad baculum (impaurire per convincere).
14) L’enciclica sostituisce all’analisi empirica una narrazione salvifica: dalla Babele tecnologica si esce con una conversione morale che porta all’armonia, alla civiltà dell’amore, alla fraternità universale, all’umanità riconciliata. Ma alcune visioni del mondo sono incompatibili fra loro, per esempio il liberalismo, la teocrazia, il relativismo, la legge naturale cattolica. Il papa minimizza conflitti irriducibili.
15) L’enciclica usa concetti vaghi (es.: il bene comune) senza darne una definizione operativa, per cui le affermazioni diventano tautologiche. “La tecnologia deve servire il bene comune”: ma chi definisce il bene comune? Con quali criteri? E in caso di conflitto tra beni?
16) L’enciclica implica che l’umano autentico è aperto a Dio, rifiuta il dominio, è relazionale e vive la fragilità. Chi non è d’accordo è meno umano?
17) L’enciclica equivoca spesso tra descrizione e prescrizione. Per esempio passa da “la società è interdipendente” a “quindi dobbiamo essere solidali”. Ma l’interdipendenza non implica solidarietà. Anche i mercati sono interdipendenti.
18) L’enciclica scredita idee in base alla loro presunta origine spirituale: la tecnologia nasce dall’orgoglio prometeico; l’individualismo dall’egoismo; il transumanesimo dal rifiuto del limite. Il giudizio negativo non viene fondato sugli effetti concreti.
19) L’enciclica idealizza la comunità come intrinsecamente buona. Ma le comunità possono essere oppressive, conformiste, violente. Il papa sottovaluta il ruolo positivo del conflitto e del dissenso radicale.
20) L’enciclica rappresenta la Chiesa come orientata al servizio, all’ascolto, al bene comune. Ma le istituzioni religiose hanno anche interessi, potere, strategie; conflitti interni. Le intenzioni dichiarate non coincidono con la realtà storica.
21) L’enciclica assume che autorità morali, educatori, istituzioni, Chiesa e Stato debbano guidare le persone verso il “vero bene”. Ma questo presuppone che alcuni sappiano meglio di altri cosa sia il “vero bene”. Ed ecco che il riconoscimento del pluralismo e dell’autonomia individuale va a farsi friggere. (2. Continua)