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Portugal de Lés-a-Lés com ‘Colheita Vintage’ em 2026 chega ao seu destino

Encerrou em grande a edição de todas as lendas

Super divertida, tórrida, inovadora, nutrida, exigente, casamenteira, descobridora, desafiante, gulosa e atrevida. Assim foi a 28.ª edição do Portugal de Lés-a-Lés, essa aventura que, todos os anos, leva centenas a descobrir um País fabuloso para o mototurismo. Claro que muitos mais adjetivos poderiam ser utlizados, mas esses guardam-nos, na alma e no coração, todos e cada um dos participantes que percorram mais de 1100 quilómetros entre Faro e Vizela, parando em 18 Oásis e noutros tantos locais em busca de um alicate que assinalasse na tarjeta o cumprimento integral de um percurso soberbamente apresentado nas 67 páginas de um ‘road-book’ que é uma obra de arte.

Números que, no entanto, são insuficientes para espelhar a real dimensão da maior aventura mototurística da Europa, colocada na estrada por uma grande equipa, e que, nesta ‘colheita vintage’ de 2026 garantiu enorme animação do primeiro quilómetro ao último metro. Sempre com muito calor, que nem a ameaça de chuva e algumas pingas na última etapa amenizaram, ajudando a tornar cada paragem parte integrante (ainda mais!) de uma descoberta que deixou portugueses e estrangeiros de sorriso rasgado na chegada ao palanque final. Uma festa enorme para encerrar um festival de curvas e gargalhadas, de surpresas gastronómicas e até inusitadas cerimónias que não estavam no programa do evento organizado pela Federação de Motociclismo de Portugal.

No festival mototuristico entre as cidades termais de São Pedro do Sul e Vizela, foram 320 quilómetros de um trajeto abrangente, através das Terras do Demo de Aquilino Ribeiro, das paisagens únicas do Douro Vinhateiro, das explorações auríferas nas minas de Jales e da agreste ruralidade de Terras de Basto.
Segundo o horário ideal previsto, eram 11 horas e 20 minutos de absoluto envolvimento turístico num dia excelente para a prática da modalidade, que começou mais fresco do que os anteriores, para uma primeira paragem em Castro Daire que tão bem recebe os motociclistas. Não apenas no Lés-a-Lés mas ao longo de todo o ano, tornando-se uma das paragens icónicas da N2.

Enquanto muitos reforçavam o pequeno-almoço madrugador com uma fatia do famoso Bolo Podre, outros conseguiram apreciar um dos primeiros Austin Ten, modelo de 1933, que o senhor Evaristo utiliza de forma regular para mostrar aos estrangeiros toda a potencialidade turística da região, em animados passeios que se estendem para lá do Douro.

Aquilino Ribeiro e o ‘camião’ do francês

Que era exatamente o destino da caravana que, ainda algo ensonada, passou pela labiríntica aldeia de Pendilhe, onde Dominique Gaignet disse mal da sua vida para manobrar a gigantesca Harley-Davidson Electa Glide, comprida de dois metros e meio e com mais de meia tonelada sobre duas rodas. O francês do Moto-Club Luçonnais (organizador do FIM Motocamp em 2025) reconheceu “a elevada qualidade e originalidade do evento, impecável em todos os aspetos, apesar de estar longe de ter um percurso ideal para esta moto”. Um lamento que não roubou o sorriso a quem fez mais de 3600 quilómetros só para chegar a Faro, passeando com sete amigos pelo sul de Espanha. Isto porque foi incapaz de dizer que não ao desafio lançado por Eric Sperner, presidente do clube que é geminado com o Grupo Motard de Fafe, e que é casado com Rosa Armanda Silva, uma portuguesa… de Fafe. Está explicado!

Ficou triste o ‘monsieur’ Gaignet porque, preocupado que estava com a condução do ‘camião’, não reparou na dezena de espigueiros que dão um toque único a Pendilhe, mas fez questão de passar com toda a serenidade numa Vila Nova de Paiva que ainda se espreguiçava. E com calma passou também no desvio pelas ruelas de Soutosa, terra onde nasceu aquele que muitos apontam como o maior prosador português do século XX, Aquilino Ribeiro. A Fundação que protege o espólio e as memórias do autor de Terras do Demo ou Volfrâmio ainda estava fechada, mas, pouco depois, mesmo em frente à Câmara Municipal de Moimenta da Beira, era possível perceber a ligação do escritor e empenhado ativista anti ditadura às origens. Afinal, a homenagem materializada na estátua ‘Quando os Lobos Uivam’, não deixa margem para dúvidas.

Levando muito a sério os avisos do ‘road-book’ e de toda a organização quanto à exigência da terceira etapa deste Lés-a-Lés, andaram lestos os participantes que passaram em São João da Pesqueira bem dentro do horário previsto, havendo quem, com medo de atrasos, até se tenha antecipado. A entrada no concelho, atravessando o Rio Távora na robusta ponte de arco único de Riodades, fez recordar outra relevância motociclística, com as marcas deixadas pelos fogos a sublinhar a importância da campanha Reflorestar Portugal de Lés-a-Lés que, ano após ano, tenta mudar mentalidades e a constituição da floresta nacional, apelando ao uso das árvores autóctones.

Reflexão que terá passado para segundo plano ao atravessar o histórico centro de São João da Pesqueira e a sua barroca Praça da República, que já serviu de restaurante num almoço de uma das primeiras edições do Lés-a-Lés. É que a aventura não para e é necessária muita atenção para guardar tantos detalhes deliciosos que o evento vai desvendando.

Histórias de naufrágios e traições no Douro

Tão deliciosos quanto as paragens, indispensáveis para hidratar e alimentar os participantes, em tempo aproveitado também para ir colocando a conversa em dia e falar sobre as maravilhas acabadas de ver. Assim foi também no Oásis montado em parceria pelos elementos dos moto clubes do Porto, um dos criadores do Lés-a-Lés no longínquo ano de 1999 que recriou importante episódio histórico, e de São João da Pesqueira, que, com o apoio da autarquia, proporcionou a tradicional bola de carne e dois porcos no espeto. Havia que comer para manter as energias que era ainda longo o caminho até Vizela, continuando pelo coração do Douro Vinhateiro, entre estradas encantadas, com passagem pela barragem da Valeira. Construção de 1975, um pouco a jusante do famoso cachão, o desfiladeiro granítico que estrangulava de tal forma o Douro que, enfurecido se lançava de uma altura de vários metros.

Local que foi palco de lendário naufrágio recriado no Oásis anterior, com ajuda dos Bombeiros Voluntários que deram maior realismo com um bem-agradecido banho de mangueira a recordar águas tempestuosas. Como aquelas que, a 12 de maio de 1861, levaram ao naufrágio do luxuoso rabelo do segundo marido de Dona Antónia Adelaide Ferreira. Diz a lenda que a ‘Ferreirinha’ se salvou graças ao balão criado pelas longas saias, enquanto o próspero empresário britânico, Joseph James Forrester, tornado Barão pelo Rei Fernando II, falecia devido à sua avareza. Conta-se que os sacos de moedas presos ao cinto e colocados nas botas o terão levado rapidamente ao fundo, mas Camilo Castelo Branco, contemporâneo do acontecimento e sempre muito bem informado das vidas mais mundanas onde ia buscar inspiração para as suas novelas, narra a verdade com outras letras.

No livro O Vinho do Porto, o escritor que viveu durante vários anos por aquelas bandas, conta que o Barão de Forrester terá sido atingido pelo mastro da embarcação, caindo atordoado às águas revoltas e esbracejado durante alguns minutos em busca da salvação. Algo que José da Silva Torres, administrador de longa data dos negócios e segundo marido da ‘Ferreirinha’, não terá tentado evitar, ficando quedo e mudo perante os pedidos de socorro do inglês. Talvez, conta Camilo, por saber do envolvimento romântico entre ele e a agora esposa ‘Ferreirinha’…

Curvas a subir e curvas a descer

Diz a experiência motociclística que depois de cada descida vem uma subida e vice-versa. Se a isso juntarmos um festival de curvas é possível fazer uma pequena ideia da diversão na descida ao Douro, na subida até Linhares e Parambos, em nova descida através de Ribalonga, a aldeia dos construtores de socalcos, com direito a passagem pela Barragem do Tua e na magnífica ascensão a São Mamede de Ribatua, com desvio ao Miradouro do Ujo para apreciar o Reino Maravilhoso exaltado pelo grande Miguel Torga. E mais uma estrada empinada até Alijó onde, claro está, houve novo Oásis, mostrando as doces laranjas do quente vale de S. Mamede de Ribatua como um dos vários produtos de excelência da região.

Que bem souberam a Matilde Jacinto, a mais jovem condutora do evento que, aos 15 anos, sofreu a bom sofrer para ultrapassar as longas e exigentes subidas durienses. “É que não bastava ter um moto de apenas 50 cc, como não estava habituada à Sherco SM que chegou poucos dias antes do Lés-a-Lés. Além de que nunca tinha feito tantos quilómetros nem conduzido durante tanto tempo”. Ainda assim, a jovem de Estremoz estava radiante porque, “apesar da dureza, vive-se um ambiente espetacular, com visita a locais que não conhecia e descobrindo coisas que nem fazia ideia que existiam”. Ao lado, de olhar enternecido e orgulhoso, os pais Andreia e Bruno assumiam a ‘culpa’ de ter estimulado a filha a participar (bem como o sobrinho Tomás Cheira numa AJP 125) e depois de sete presenças, sempre em motos mais aptas às exigências de grandes viagens, optaram por viver uma aventura diferente. A mãe Andreia trocou a enorme BMW GS pela pequeníssima Honda Monkey 125 e o pai participou com uma Suzuki TU 250 carregada de história. “Foi a primeira moto e comprada com o empréstimo de metade do dinheiro pela namorada e agora esposa. O dinheiro foi devolvido”, garante o marido Bruno recordando uma paixão comum que ajuda a reforçar a relação a cada quilómetro que passa, “até que há pouco tempo o amigo a quem a vendi aceitou voltar a vendê-la!”

Escândalo em Vila Pouca de Aguiar

E assim, com cilindradas e andamentos mais próximos, esta verdadeira aventura em família seguiu através de Favaios, capital do moscatel, apreciando os últimos vinhedos até Vilar de Maçada, e daí, atravessando as serras de Vilarelho e da Falperra, chegar ao planalto de Jales. Zona de terras auríferas exploradas desde há mais de 2000 anos, numa epopeia que começou no tempo dos romanos e se prolongou até outubro de 1992, criando numa estrutura que chegou aos 650 metros de profundidade no último dos 16 andares subterrâneos.

Mas o ‘grande escândalo’ surgiu durante visita ao Centro de Interpretação Mineiro de Jales, ao descobrir que ‘Donald Trump’ decidiu dar nova vida ao complexo anunciando a compra com o dinheiro ostentado, ali mesmo, por ‘J.D. Vance’. Um ‘good deal’ de quem garante possuir todas as cartas para jogar onde e quando lhe apetecer, acompanhado da promessa de ‘Make Vila Pouca de Aguiar Great Again’ que deixou os próprios ‘americanos’ espantados.

Um grupo de 10 emigrantes lusitanos, literalmente de todos os cantos de Portugal, de Chaves a Lisboa, de Alenquer a Faro, que se conheceram em New Jersey e ficaram unidos pela paixão motociclística. A ideia começou com Paulo ‘Montanellas’ Sousa que descobriu o Lés-a-Lés em 2022 e regressou em 2024. Para a 28.ª edição desafiou mais amigos e todos alugaram motos para a aventura da Federação de Motociclismo de Portugal. Todos não, “que há quem tenha poder financeiro para mandar vir a Gold Wing desde os Estados Unidos apesar de sair bem mais em conta alugar uma moto”.

Espantados com o nível da organização, elogiaram o controverso ‘Trump’ de Jales como um dos momentos altos deste Portugal de Lés-a-Lés, enaltecendo “a capacidade de brincar com temas bem atuais ao mesmo tempo que mostram a História de Portugal de uma forma espetacular”. E depois de uma visita à réplica dos tuneis das minas e de conhecer as ferramentas originais das muitas profissões indispensáveis numa exploração mineira, seguiram para Vila Pouca de Aguiar descobrindo pelo caminho alguns pinheiros-do-Oregon, conífera de grande porte originária da América do Norte. E descobriram também, juntamente com todos os outros participantes, uma nova forma de chegar à cidade transmontana, trocando o bom asfalto da convencional pela N212 por uma abordagem diferente através de inclinados quelhos mesmo até ao centro.

Onde, fazendo jus à fama das suas qualidades, não podia faltar a conhecida Água das Pedras, extraída ali bem perto, no Parque das Pedras Salgadas, e onde até havia a possibilidade de assistir ao Concurso de Saltos Internacional, no Centro Hípico das Romanas. Curiosamente, os equídeos voltaram a ser tema de conversa em Cabeceiras de Basto onde a caravana chegou depois de mais uma boa dose de curvas com passagem por Ribeira de Pena, subindo ao Alvão, descendo ao Tâmega, visitando Arco de Baúlhe.

A lenda d’O Basto em palco de corridas… de burros

Tudo isto antes da paragem junto ao imponente Mosteiro de São Miguel de Refojos, fundado no tempo de D. Afonso Henriques e com a particularidade de ser o único dos 29 mosteiros beneditinos que tem um zimbório. Ali mesmo ao lado, num ‘asnódromo’ onde são feitas corridas de burros e que daria uma bela pista oval para corridas de ‘speedway’, os Motogalos de Barcelos animavam as hostes recriando a Segunda Invasão Francesa de 1809, lideradas pelo Marechal Soult, e picavam as tarjetas, enquanto os Bombeiros Voluntários Cabeceirenses voltavam, tal como há dois anos, em Cavez, a proporcionar excelentes bifanas.

Recordou-se a passagem das tropas napoleónicas que, vindas de Chaves e em direção ao Porto, percorreram e saquearam vários pontos da região do Minho e de Trás-os-Montes, causando grande destruição no vale do Tâmega, nomeadamente da histórica Ponte de Basto, cuja estrutura medieval foi parcialmente destruída. Falou-se de franceses, mas também da lenda d’O Basto, o poderoso monge guerreiro lusitano, tão grande em estatura como na coragem, que defendeu o Mosteiro de São Miguel da feroz investida dos Mouros durante o período do Império Visigótico. Depois de mandar os companheiros para acudirem a outros lugares, Hermígio Romarigues fez frente às tropas de Tarik, gritando junto à ponte que dava acesso ao Mosteiro: “até ali, por São Miguel, até ali basto eu!”.

E tanto bastou que, com bravura, repeliu as três investidas, cobrindo a ponte de corpos inimigos e obrigando os Mouros invasores e com maior poder bélico, a negociar de igual para igual com o Abade D. Gelmiro. Esse ‘basto’ acabou por dar nome a toda a região e foi imortalizado através da famosa estátua erigida em sua homenagem, como reconhecimento pelos serviços prestados a El-Rei Pelágio integrado no reduto das Astúrias durante a Reconquista Cristã.

Quatro casamentos e um Mundial

Momento histórico que quase distraía os mais atrasados (ou seriam as bifanas?…) que estava na hora de debandar em direção a Vizela. Antes, porém, a passagem pelo Confurco, meca do Rali de Portugal, mesmo às portas de Fafe, com o local onde foi dada a partida para o 15.º Lés-a-Lé a servir agora de palco à cerimónia do pódio do primeiro dos dois dias da primeira jornada portuguesa que marca exatamente o meio do Campeonato Mundial de Enduro. Quem ficou com pena de não poder ver em ação os melhores enduristas do planeta, tem nova possibilidade no fim-de-semana de 20 e 21 de junho, em nova ronda pelas serras de Fafe, na única localidade que acolhe duas jornadas mundialistas em 2026.

Sem tempo a perder que os implacáveis ponteiros do relógio não param, a passagem à porta da singela e robusta Igreja Românica de Arões e a subida à Penha para tentar fugir às zonas industrializadas, fez com que começassem a aparecer com frequência crescente placas a indicar Vizela. “Está quase” pensavam todos os aventureiros a pensar com o momento de glória de subida ao palanque final.

Porém nada no Portugal de Lés-a-Lés é tão linear como parece à primeira vista, isto é, ao olhar para o ‘road-book’, e para acabar em GRANDE, nada como uma visita à Igreja de São Cristóvão, em Abação. Uma surpresa que deixou muitos embasbacados com o grande aparato, com detetores de metais e muitos seguranças de óculos escuros e auriculares, que exigiam o convite entregue no Controlo 1, na Culatra, para a entrada numa festa de casamento. Ou melhor na celebração (real) de umas Bodas de Ouro e de quatro casamentos (‘fake’) que a rapaziada dos Conquistadores não faz por menos. Uma festa gigantesca no último controlo, o 18, em que as noivas chegaram em viaturas clássicas perante os aplausos dos quase 100 convidados vestidos a rigor.

Um equívoco, terão pensado alguns face ao realismo do evento. Nada disso: apenas o Motoclube de Guimarães a ser ele próprio tal como havia sido na ilha da Culatra, onde deu imprescindível contributo para o sucesso do inovador Passeio de Abertura. Uma deslumbrante festa de casamento com que os divertidos motociclistas vimaranenses marcaram o encerramento de um dos mais animados Portugal de Lés-a-Lés de sempre, que, porém, só terminaria uns quilómetros adiante.

Foi em Vizela, perante milhares de habitantes e com grande animação num palanque que contou com engraçados Centuriões Romanos, uma bela personificação da Vizela Romana e personagens em andas a juntarem-se às já imprescindíveis dançarinas numa festa onde nem faltou o fogo de artificio. Nem faltaram as mãos dos osteopatas da Osteomotus ou o apoio dos estreantes mecânicos Filipe, David e Diniz que se juntaram à equipa da Motoval. Nem faltou, claro está, um saboroso jantar, rematado com o famoso bolinhol, criado em 1884 e aclamado como uma das Sete Maravilhas Doces de Portugal em 2019. Repasto servido no Jardim Manuel Faria, mesmo ao lado da Praça da República, de onde partirá a edição de 2027 deste feita rumo a terras algarvias. Que, sublinhe-se, terá enormes exigências de qualidade depois do sucesso de 2026, fortemente aplaudido por todos os envolvidos no 28.º Portugal de Lés-a-Lés. Uma edição lendária, para ficar na história do motociclismo nacional.

Colaboração do Gabinete de Imprensa Portugal de Lés-a-Lés

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F1: Lewis Hamilton vence GP de Barcelona pela primeira vez na Ferrari

Lewis Hamilton vence um GP de Fórmula 1 pela 106ª vez na sua carreira, agora pela Ferrari em Barcelona

O piloto britânico Lewis Hamilton usando as cores e a tecnologia da Ferrari na Fórmula 1 conseguiu vencer o GP de Barcelona deste domingo (14), superando a Mercedes e cortando a linha de chegada na frente (ainda sob safety car virtual). Antes, porém, ocorria a desistência de Kimi Antonelli pouco depois de chegar à segunda posição, após ultrapassar George Russell. Lando Norris, Max Verstappen e Oscar Piastri fecharam o top-five da classificação.

O cenário parecia improvável para Hamilton depois do primeiro ano tão complicado com a escuderia de Maranello. Ao longo da temporada 2025, não conseguiu acertar po seu compromisso com o carro e não conseguiu sequer um pódio com a equipa italiana.

Entretanto, este ano, o jogo começou a virar a favor do sete vezes campeão mundial de F1. Em sete etapas disputadas até ao momento, Lewis Hamilton conseguiu ir ao pódio em três oportunidades – uma terceira posição, dois segundos lugares e agora a vitória.

Foram quase dois anos de espera até Hamilton voltar ao degrau mais alto do pódio, afinal, o seu último triunfo ocorreu no GP da Bélgica de 2024, quando ainda estava na Mercedes.

Com a Ferrari foram 30 GPs até conseguir o seu primeiro triunfo vestido de vermelho. Após largar da segunda posição, o britânico conseguiu acertar na estratégia de paragens, superou a dupla da Mercedes e cortou a linha de chegada com mais de 13s de vantagem para o resto do pelotão.

Resumo evolutivo da corrida

Na largada, George Russell manteve a liderança da pole-position, enquanto Lewis Hamilton segurou a segunda posição e Kimi Antonelli permaneceu em terceiro.
Bortoleto, que largava em 12º, teve um início complicado e caiu para 17º ainda na primeira volta. Outro que perdeu terreno foi Hadjar, que caiu para o 15º lugar antes de iniciar uma forte recuperação.

O início da corrida foi marcado pelo elevado desgaste dos pneus, algo previsto pelas equipes ao longo do fim de semana. Lando Norris reclamava da falta de aderência já nas primeiras voltas, enquanto Charles Leclerc protagonizou uma das primeiras ultrapassagens importantes ao superar Oscar Piastri pela quarta posição.

A estratégia começou a ganhar protagonismo com a primeira rodada de pit-stops. Hamilton foi um dos primeiros a parar e a Ferrari apostou numa abordagem mais agressiva, planeando três visitas às boxes. Enquanto isso, Mercedes e McLaren procuravam administrar os pneus para completar a corrida com duas paragens.

Hadjar foi um dos destaques do pelotão intermediário. Após cair para o fundo da zona de pontuação no início da corrida, o francês realizou diversas ultrapassagens na pista e consolidou a sua posição entre os dez primeiros.

Gabriel Bortoleto conseguiu recuperar algumas posições ao longo da prova, ultrapassando Esteban Ocon e travando disputas com Carlos Sainz e Oliver Bearman.
Bortoleto alcançou a velocidade de 360 km/hora, a mais alta no circuito da Catalunha – Barcelona e terminou a corrida em 11º (quase nos pontos), apesar dos problemas que teve no seu Audi.

Refira-se que a Audi perdeu Nico Hulkenberg na volta 32. O alemão reclamava de problemas enquanto lutava por posições próximas ao top-ten e acabou por abandonar na presença de uma falha mecânica.

O momento decisivo da corrida aconteceu na volta 40. Fernando Alonso parou na pista com problemas e provocou um Safety Car Virtual. A Ferrari reagiu imediatamente e chamou Hamilton para sua última paragem. O britânico regressou à pista na liderança líquida da corrida, beneficiado pelo tempo reduzido perdido nas boxes durante a neutralização.

Classificação do GP de Barcelona da Fórmula 1:

1) Lewis Hamilton (Ferrari)
2) George Russell (Mercedes)
3) Lando Norris (McLaren/Mercedes)
4) Max Verstappen (Red Bull/Red Bull Ford)
5) Oscar Piastri (McLaren/Mercedes)
6) Isack Hadjar (Red Bull/Red Bull Ford)
7) Pierre Gasly (Alpine/Mercedes)
8) Franco Colapinto (Alpine/Mercedes)
9) Liam Lawson (Racing Bulls/Red Bull Ford)
10) Arvid Lindblad (Racing Bulls/Red Bull Ford)
11) Gabriel Bortoleto (Audi)
12) Carlos Sainz (Williams/Mercedes)
13) Esteban Ocon (Haas/Ferrari)
14) Sergio Pérez (Cadillac/Ferrari)
15) Charles Leclerc (Ferrari)
16) Kimi Antonelli (Mercedes)
17) Oliver Bearman (Haas/Ferrari)
DNF) Alexander Albon (Williams/Mercedes)
DNF) Fernando Alonso (Aston Martin/Honda)
DNF) Nico Hülkenberg (Audi)
DNF) Valtteri Bottas (Cadillac/Ferrari)
DNF) Lance Stroll (Aston Martin/Honda)

(Colaboração F1Mania)

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IL elege novo Grupo de Coordenação Local em Portimão pelos desígnios da transparência

A Iniciativa Liberal (IL) realizou este sábado, dia 13 de Junho, no Museu de Portimão, o Plenário Eleitoral do Núcleo Territorial de Portimão, que culminou com a eleição dos novos órgãos locais para o próximo mandato.

De acordo coma nota de imprensa chegada ao nosso jornal, no decurso dos trabalhos foi apresentado e aprovado, sem votos contra nem abstenções, o Relatório de Contas do mandato cessante.

Maria Merino Baptista, enquanto Coordenadora cessante, apresentou um balanço da actividade desenvolvida pelo Núcleo Territorial ao longo do mandato, recordando o crescimento da estrutura local, o reforço da presença da Iniciativa Liberal no concelho e o trabalho político desenvolvido pelos seus membros.

Por seu turno, a deputada municipal Sofia de Landerset apresentou igualmente um resumo da actividade do Grupo Municipal da Iniciativa Liberal na Assembleia Municipal de Portimão, destacando o trabalho desenvolvido nas áreas da transparência, fiscalização da actividade municipal, modernização administrativa e participação cívica, bem como as iniciativas já aprovadas pela Assembleia Municipal sob proposta da Iniciativa Liberal.

Submetida a sufrágio, a Lista C foi eleita sem votos contra nem abstenções para o Grupo de Coordenação Local, com a seguinte composição: Artur Fonseca – Coordenador, Maria Merino – Vice-Coordenadora, Sofia de Landerset – Tesoureira, Hugo Carrajola – Secretário, Duarte Silva – Vogal, Manuel Alveirinho – Vogal, Vasco Rodrigues – Vogal, Ramiro Figueiredo – Suplente e Miguel Jesus – Suplente.

Foi igualmente eleita sem votos contra nem abstenções a Mesa do Plenário, que ficou composta pelos seguintes membros: Joaquim Baptista – Presidente, Vítor Cardoso – Primeiro Secretário e João Pedro Gomes – Segundo Secretário.

Artur Fonseca quer em Portimão mais transparência na gestão dos recursos públicos

O Coordenador eleito, do Grupo Territorial de Portimão, Artur Fonseca, apresentou as principais linhas orientadoras para o novo mandato.

A sua intervenção baseou-se no trabalho desenvolvido e, destacou o crescimento da influência política da Iniciativa Liberal no concelho ao longo dos últimos anos – um trabalho desenvolvido pelos eleitos e militantes locais e a afirmação da IL como uma força política activa e interveniente em Portimão.

Salientou igualmente o contributo dos membros que integraram os órgãos cessantes e o papel desempenhado pelos eleitos liberais na defesa de uma gestão pública mais transparente, mais responsável e mais próxima dos cidadãos.

O novo Coordenador defendeu ainda que o próximo mandato deverá assentar em dois eixos prioritários: o reforço do trabalho autárquico, com especial enfoque na exigência, na transparência e na boa utilização dos recursos públicos, e o crescimento do Núcleo Territorial através da captação e envolvimento de novos membros, promovendo uma participação mais activa na vida política local.

No encerramento do Plenário, Fonseca emitiu uma mensagem de agradecimento aos titulares cessantes e com a reafirmação do compromisso da Iniciativa Liberal de continuar a trabalhar por um concelho mais transparente, mais exigente na gestão dos recursos públicos e mais aberto à participação dos cidadãos.

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Las cinco pinturas de David Hockney que cambiaron el termómetro del arte contemporáneo en subastas

La muerte de David Hockney reactiva el interés por su legado y su impacto en el mercado internacional del arte contemporáneo (Crédito: Europa Press)

El mundo del arte lamenta la muerte de David Hockney, una de las figuras más influyentes del arte contemporáneo, fallecido el 11 de junio de 2026 a los 88 años en Londres.

Reconocido por su innovación técnica y su papel pionero en la representación de la diversidad sexual y el paisaje, su legado artístico recobra gran fuerza tras su partida, con el mercado internacional revalorizando sus obras más codiciadas, tal como informa ARTnews.

Las subastas de Sotheby’s, Phillips y Christie’s marcan la escala de precios de las obras más codiciadas de David Hockney (Photo by Don EMMERT / AFP)

Las obras más caras de David Hockney vendidas en subasta figuran entre las piezas más valoradas del arte contemporáneo, según el medio citado.

Estas pinturas, adjudicadas en casas internacionales como Sotheby’s, Phillips y Christie’s, han alcanzado desde decenas hasta más de USD 90 millones y reflejan tanto la importancia histórica como el atractivo sostenido del artista para coleccionistas y museos en todo el mundo.

1. “The Splash” de David Hockney, una de las obras más buscadas en subasta

“The Splash” se consolida como una pieza clave de la serie de piscinas y eleva su cotización con un remate histórico. REUTERS/Toby Melville NO RESALES. NO ARCHIVES

The Splash (1966) fue vendida en 2020 en Sotheby’s Londres por £23,2 millones (USD 29,9 millones), según el medio. La obra, de 1,8 x 1,8 metros, es considerada una compañera de la célebre A Bigger Splash (1967), conservada en la Tate Britain.

Esta venta superó con creces el anterior récord de £2,9 millones (USD 5,4 millones) logrado en 2006, también en Sotheby’s Londres. Solo existe otra pintura de la serie, A Little Splash (1966), que sigue en una colección privada y no ha sido subastada públicamente.

2. “Nichols Canyon”, el paisaje que elevó el valor de Hockney


“Nichols Canyon” destaca como el paisaje de mayor valor en las ventas más altas del artista en subasta. REUTERS/Simon Dawson

En diciembre de 2020, Nichols Canyon (1980) fue adjudicada en Phillips Nueva York por USD 41 millones, superando la estimación previa de $35 millones. De acuerdo con ARTnews, esta obra monumental de 2,13 x 1,52 metros es una de las dos grandes composiciones que Hockney realizó ese año.

Destaca por ser el único paisaje auténtico entre las ventas más altas del artista en subasta. Nichols Canyon integró la retrospectiva de Hockney en el LACMA en 1988 y la muestra internacional 2017-2018 en la Tate Britain, el Centre Pompidou y el Metropolitan Museum of Art, lo que refuerza su papel central en el catálogo del pintor británico.

3. “Christopher Isherwood y Don Bachardy”, el doble retrato icónico

“Christopher Isherwood and Don Bachardy” entra en la élite del mercado con una adjudicación de 44,4 millones de dólares.

Christopher Isherwood and Don Bachardy (1968) es uno de los dobles retratos más célebres de Hockney y alcanzó USD 44,4 millones en Christie’s Nueva York en noviembre de 2023.

Se trata de la primera obra doble de este tipo en su carrera, y ha estado presente en exposiciones recientes, entre ellas David Hockney 25 en la Fondation Louis Vuitton y la muestra itinerante de 2017-2018.

El crítico Michael Cirigliano II, citado por el medio, subrayó la “perspectiva seminal” y la representación “sin concesiones” de la diversidad sexual en este retrato, que establece una interacción entre los dos protagonistas y quien lo observa. La propiedad permaneció sin cambios desde 1985 hasta su venta.

4. “Henry Geldzahler y Christopher Scott”, récord europeo para Hockney

“Henry Geldzahler and Christopher Scott” fija un récord europeo para David Hockney en Christie’s Londres.

En marzo de 2019, Henry Geldzahler and Christopher Scott (1969) estableció un récord europeo al ser adjudicada en Christie’s Londres por £37,7 millones (USD 49,5 millones). El vendedor fue Barney A. Ebsworth, ejecutivo del sector turístico fallecido en 2018.

El retrato atrajo la atención de cuatro pujadores, y la obra fue considerada “más importante” que los retratos de piscinas de Hockney, según expertos citados por ARTnews.

El cuadro representa a Geldzahler, curador de arte del siglo XX en el Metropolitan Museum of Art, junto a Scott, también pintor y pareja de Geldzahler en ese momento.

5. “Portrait of an Artist”, la obra que rompió el récord mundial en subasta

“Portrait of an Artist (Pool with Two Figures)” alcanza 90,3 millones de dólares y define un hito para el arte contemporáneo. (Photo by TIMOTHY A. CLARY / AFP)

Portrait of an Artist (Pool with Two Figures) (1972) se adjudicó en 2018 en Christie’s Nueva York por USD 90,3 millones. Esta cifra estableció un récord en su momento para un artista vivo en una subasta internacional, según el meido citado.

La pintura, de 2,13 x 3,05 metros, muestra a una figura de pie junto a una piscina mirando a otra persona nadando bajo el agua. Formó parte de una gira de retrospectivas en museos emblemáticos como la Tate Britain, el Centre Pompidou y el Metropolitan Museum of Art antes de la venta.

El vendedor fue el millonario británico Joe Lewis, y el comprador, posteriormente identificado, fue el empresario tecnológico taiwanés Pierre Chen.

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Sen. Mitch McConnell hospitalized, his office says

Sen. Mitch McConnell, R-Ky, was hospitalized on Sunday, according to his spokesperson, who provided no details on the former Senate majority leader’s condition. 

“Senator McConnell was admitted to the hospital this morning. He is receiving excellent care,” the senator’s spokesman David Popp wrote in a statement. He did not say why his boss was taken to the hospital.

McConnell, 84, has suffered a series of health problems and falls in recent years, including a series of episodes in 2023 in which he appeared to freeze on camera while speaking to reporters. 

He suffered a concussion and was hospitalized after falling at a Washington hotel in 2023, and fell in the Capitol multiple times after that. In February of this year, the former majority leader was hospitalized with flu-like symptoms.

First elected to the Senate in 1984, McConnell stepped aside in January as majority leader after serving 18 years as his party’s leader in the upper chamber.

McConnell, who is retiring when his term ends in January, has become a more vocal critic of President Donald Trump, whom he famously said was “practically and morally responsible for provoking the events” at the Capitol on Jan. 6, 2021. 

More recently, the Kentucky Republican has criticized a number of Trump plans, including the president’s proposed $1.8 billion “anti-weaponization” fund, which the administration had to abandon in the face of fierce bipartisan opposition. Calling it a “slush fund,” McConnell ripped the payout fund as “utterly stupid, morally wrong.”

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Suiza rechaza limitar su población a 10 millones y mantiene su política migratoria

El Gobierno federal informó que cerca del 53% votó en contra de la reforma constitucional promovida por el SVP, con una participación superior al 57%

Los ciudadanos de Suiza acudieron a votar este domingo para decidir sobre una propuesta que buscaba fijar un tope poblacional de diez millones de habitantes. De acuerdo con los primeros datos del Gobierno federal, aproximadamente el 53% de los votantes rechazó la medida, mientras la participación superó el 57%.

La iniciativa, impulsada por el Partido Popular Suizo (SVP), partido de extrema derecha con mayor presencia en el Parlamento, proponía una reforma constitucional para que la población del país no superara los diez millones antes de 2050.

Según reportó la agencia internacional Associated Press, una aprobación habría obligado al Ejecutivo a endurecer las condiciones de asilo, reagrupación familiar y permisos de residencia, además de poner en riesgo los acuerdos existentes con la Unión Europea (UE) sobre libre circulación de personas.

Las encuestas previas, realizadas por el Instituto gfs.bern, anticipaban una votación muy reñida. El rechazo a la propuesta se manifestó sobre todo en los cantones francófonos, donde la alineación entre posturas progresistas y el sector empresarial se hizo patente, como explicó AP.

Temor a un impacto en la relación con la Unión Europea y la economía

La iniciativa de la formación derechista buscaba introducir en la Constitución un máximo antes de 2050 (AP)

Varios sectores sociales y económicos expresaron preocupación ante la propuesta. Los detractores advirtieron que aprobar la iniciativa podía poner en riesgo los vínculos de Suiza con la UE, de la que no es miembro pero con la que mantiene acuerdos estratégicos que facilitan el comercio, los intercambios culturales y los desplazamientos transfronterizos.

Una parte significativa de la clase empresarial, representada por EconomieSuisse, manifestó su oposición, señalando que restringir la inmigración afectaría la disponibilidad de mano de obra y competencias en sectores clave como la sanidad, las finanzas, la industria farmacéutica y la tecnología.

El portal de noticias AP detalló que los extranjeros constituyen casi un tercio de los 9,1 millones de habitantes del país, y que la población suiza creció cerca de un 25% en una generación.

En la región de Ginebra, sede de organismos internacionales y organizaciones humanitarias, cerca de dos tercios de los votantes se pronunciaron en contra de la propuesta. Esta tendencia se repitió en otras zonas urbanas y económicamente dinámicas.

Opiniones divididas y argumentos a favor de la propuesta

Entre quienes apoyaron la medida se encuentra Maria Lalu, ciudadana de origen filipino y exempleada de una misión diplomática. “No tengo nada contra la inmigración. Yo también soy extranjera, pero me gustaría que fuera más ordenada”, expresó en declaraciones a AP. Su opinión refleja la preocupación de una parte del electorado ante la presión sobre infraestructuras, vivienda, recursos naturales y servicios sociales.

El SVP defendió la llamada “iniciativa por la sostenibilidad” con el argumento de que el crecimiento demográfico presiona el sistema suizo y afecta la calidad de vida. De acuerdo con el partido, establecer un límite poblacional permitiría una planificación más eficiente y la preservación de los recursos nacionales.

Las zonas francófonas y ciudades con mayor actividad económica concentraron el rechazo, mientras el debate sobre el crecimiento demográfico dividió al electorado (AP)

En contraste, otras voces como la de la profesora Natascha Robert, entrevistada por AP, destacaron el valor de la diversidad y la contribución de los inmigrantes. “Creo que la gente siempre tiene algo que aportarnos”, afirmó la docente, quien votó en contra de la propuesta por temor a que afectara la relación de Suiza con la Unión Europea (UE). “¿Que haya más extranjeros significa que me siento menos suiza? En absoluto”, agregó.

De haberse aprobado la iniciativa, el Gobierno habría tenido que actuar para restringir el asilo, la reagrupación familiar y los permisos de residencia, e incluso denunciar el acuerdo de libre circulación de personas con la UE si la población alcanzaba los 9,5 millones antes de 2050.

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Mitch McConnell Is Hospitalized, His Spokesman Says (Catie Edmondson/New York Times)

Catie Edmondson / New York Times:
Mitch McConnell Is Hospitalized, His Spokesman Says  —  No details were given about the 84-year-old former majority leader's condition, but he has had a string of health issues in recent years.  —  Senator Mitch McConnell, Republican of Kentucky and the former majority leader, was admitted to the hospital on Sunday, a spokesman said.

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Goiânia recebe etapa do Brasileiro e GP Latino-Americano de Motocross com expectativa de grande público

Goiânia foi escolhida para sediar uma das principais programações do motocross em 2026. Entre os dias 19 e 21 de junho, a capital recebeu a sexta etapa do Campeonato Brasileiro de Motocross, o GP Latino-Americano da modalidade e a segunda etapa do Campeonato Goiano, o que consolida o município no calendário de grandes eventos do esporte a motor.

A competição reuniu mais de 500 pilotos e representantes de 22 nações. A estrutura contou com milhares de profissionais envolvidos na organização, suporte técnico e logística, o que transformou Goiânia em um dos principais centros esportivos do continente durante o fim de semana.

A administração municipal assumiu a construção da pista e toda a estrutura operacional necessária para a realização das provas. O anúncio oficial da escolha de Goiânia ocorreu por meio do prefeito Sandro Mabel, que destacou a importância do evento para o fortalecimento do esporte e para a projeção da cidade em nível internacional.

A expectativa da organização aponta público entre 30 mil e 40 mil pessoas ao longo dos três dias. Com entrada gratuita mediante doação de um quilo de alimento não perecível, o evento impulsiona setores como hotelaria, alimentação, transporte e turismo, ao gerar impacto positivo na economia local.

Após voltar ao cenário mundial do motociclismo com a realização do MotoGP no Autódromo Internacional Ayrton Senna, Goiânia ampliou sua presença entre os grandes palcos do esporte a motor. O Estado também mantém articulações para receber futuras competições internacionais, junto de uma etapa da Fórmula Indy.

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In Israel, Broad Discontent Even Before Deal’s Details Are Known

Israelis across the political spectrum have said the agreement appears to leave fundamental security threats posed by Iran unaddressed.

© Pool photo by Ronen Zvulun

Prime Minister Benjamin Netanyahu in March. At the start of the recent war, he had said that its objective was “to remove the existential threats” to Israel.
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Israeli Attacks Kill at Least Six Palestinians in Gaza as IDF Continues Constant Ceasefire Violations

The Israeli military launched heavy attacks across Gaza on Sunday, killing at least six Palestinians, as it continues its constant violations of the US-backed ceasefire deal. Medics told Reuters that at least four people were killed and several others were wounded by an Israeli airstrike near a hospital in northern Gaza’s Jabalia refugee camp. Israeli […]
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How to watch Belgium vs. Egypt online for free

Belgium's Jeremy Doku pictured

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The first round of 2026 FIFA World Cup group stage fixtures has thrown together some really interesting matchups, but Belgium vs. Egypt stands out in the schedule.

These sides are probably favorites to progress from Group G into the knockout rounds, but only one team can finish top. This will be a fascinating battle between two teams stacked with talent, with all eyes on the likes of Mohamed Salah and Jérémy Doku. We've already seen some really intense contests from this competition, and this looks like one of the most difficult games to predict ahead of kick off.

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When is Belgium vs. Egypt?

Belgium vs. Egypt in the 2026 FIFA World Cup kicks off at 3 p.m. ET on June 15. This fixture takes place at Lumen Field.

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