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Imigração: Espanha “enviou mau sinal”. Teme-se impacto noutros países europeus

Governo espanhol aprovou decreto que permite iniciar o processo de regularização extraordinária de meio milhão de imigrantes. Espanha é um caso “diferente”, mas “o sinal não é bom”, diz comissário europeu. O comissário europeu para a Administração Interna e Migração, Magnus Brunner, considera que a Espanha enviou um “mau sinal” ao regularizar 500 mil imigrantes, afirmando esperar que não tenha impacto noutros Estados-membros. Numa entrevista conjunta à agência Lusa e a outros órgãos de comunicação social europeus, Magnus Brunner afirmou que não ficou “muito satisfeito” com a decisão da Espanha de regularizar 500 mil imigrantes devido ao impacto que essa

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O crime no espaço público

VTM

Isto surge da ideia de que os ambientes onde os indivíduos se inserem afetam os seus comportamentos, o que faz com que alguns ambientes sejam mais criminógenos que outros. Ou seja, existem espaços que, devido às suas características, podem potenciar a ocorrência do crime.

Estas características são, muitas vezes, o que se chama de incivilidades que, no fundo, são manifestações de desordem, transmitindo a perceção a quem ali vive ou passa de que aquela zona é caracterizada pela falta de ordem e de cuidado. Essas desordens podem ir desde edifícios em ruínas, lixo no chão e pouca iluminação a problemas sociais visíveis na rua (mendicidade, violência, álcool, drogas).

Estes contextos podem potenciar o medo do crime, porque o facto de estas incivilidades não serem reparadas durante longos períodos de tempo sugere que aquele espaço não é cuidado, nem vigiado, o que faz com que as pessoas fiquem mais receosas em utilizá-lo, abrem-se as portas aos ofensores motivados e surgem cada vez mais oportunidades para a prática do crime nesses locais .

De facto, tem-se verificado que para nos sentirmos seguros é fundamental termos a perceção de que dominamos o ambiente, por esse motivo, tendemos a encarar espaços bem iluminados, limpos, com edifícios cuidados e onde temos uma visão ampla do espaço, como mais seguros. Em contrapartida, espaços mal iluminados, estreitos, com um número elevado de possíveis refúgios para o ofensor (arbustos, muros, etc), reduzidas possibilidades de fuga (barreiras físicas ou incapacidade de pedir ajuda) e sinais de abandono (graffiti, vidros partidos, etc) tendem a transmitir uma perceção de insegurança.

Neste sentido, surge a Prevenção Situacional do crime, que visa reduzir as oportunidades para a prática do crime, através da modificação das condições ambientais, nomeadamente, a introdução de barreiras físicas ou obstáculos, aumentar o risco de deteção do crime – melhor iluminação, instalação de sistemas de videovigilância – e reduzir as recompensas ou benefícios associados ao crime. Isto significa que estas estratégias de prevenção vão procurar aumentar os custos e riscos percebidos associados ao cometimento do crime, aumentando o esforço e a dificuldade da prática criminal. O objetivo é tornar a prática do crime tão difícil e com uma probabilidade tão elevada de ser apanhado, que o ofensor desista de passar ao ato.

Desta forma, cuidar do espaço urbano além de assegurar a harmonia estética e visual, pode ainda potenciar o sentimento de segurança dos cidadãos.

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Red Seagull assegura segurança aquática no Algarve 7’s em Monte Gordo

A equipa da Red Seagull integrou, juntamente com os nadadores-salvadores locais, o dispositivo de segurança aquática do Algarve 7’s – Prova de Águas Abertas, realizado no passado dia 7 de junho, na Praia de Monte Gordo.

A segurança aquática foi assegurada por uma equipa SIB (Sistema Integrado de Binómio), composta por um nadador-salvador e um socorrista, um modelo que permite uma resposta mais eficaz e coordenada em situações de emergência, tanto no meio aquático como em terra.

Esta equipa da Red Seagull resulta da cooperação entre duas empresas de nadadores-salvadores com atividade no Algarve — Algarve Ocean e Seagull Sentinel — que uniram recursos, experiência e competências para reforçar a segurança em eventos e atividades aquáticas.

O dispositivo contou com dois operacionais com formação de nadador-salvador, e Técnico de Ambulância de Transporte (TAT), dispondo ainda de um SUP Rescue equipado para resgate aquático.

A prova decorreu sem qualquer ocorrência registada, refletindo o bom comportamento dos participantes, a coordenação entre as equipas envolvidas e a eficácia do dispositivo de segurança implementado.

A Red Seagull felicita a organização pela realização do evento e espera que este tipo de provas continue a crescer e a afirmar-se na região. O litoral algarvio reúne condições excecionais para a prática de águas abertas, oferecendo um cenário privilegiado para o desenvolvimento de competições desta natureza.

A participação da Red Seagull neste evento reforça o compromisso das entidades parceiras com a promoção da segurança aquática, a prevenção do afogamento e o apoio a iniciativas desportivas que valorizam a prática segura das atividades no meio aquático.

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