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Hormuz: The Slow-Motion Crash

The economic shock of the closure of the Strait of Hormuz has sparked calls to abandon fossil fuels faster. But that's the wrong lesson, says Richard Lyon – and Net Zero obsessed Britain will learn this the hard way.

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The Backlash Against Net Zero is Gathering Steam Across Europe

Labour’s goal of 'dynamic alignment' with the EU is bad news for the party's beloved Net Zero, says Ben Pile. Even more than in Britain, the backlash in Europe against ruinous climate policies is gathering steam.

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Zero é o único número aceitável na Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária – “Visão Zero 2030”

Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) congratula-se com a aprovação do CM

Pelo Conselho de Ministros de 3 de junho de 2026, foi aprovada a Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária Visão Zero 2030, um marco histórico para a segurança rodoviária em Portugal e a concretização de um objetivo estratégico há muito perseguido, com o qual a ANSR se congratula.

Em nota distribuída à imprensa, a ANSR sublinha que a Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária – Visão Zero 2030 é “um instrumento estruturante para a política pública de segurança rodoviária em Portugal, alinhado com as orientações da União Europeia, com a Declaração de Estocolmo e com os compromissos internacionais assumidos pelo País no âmbito da segurança rodoviária.”

A Visão Zero 2030 estabelece uma nova ambição nacional para a segurança rodoviária, assumindo que nenhuma morte ou ferimento grave na estrada pode ser considerado aceitável.
Baseada na abordagem do Sistema Seguro, a Estratégia define como meta reduzir em 50% o número de vítimas mortais e de feridos graves até 2030 e prosseguir o caminho para alcançar Zero Mortos e Zero Feridos Graves até 2050.

Contudo, apesar dos progressos alcançados nas últimas décadas, a sinistralidade rodoviária continua a representar um elevado custo humano, social e económico. Dados provisórios da ANSR indicam que, desde o início de 2026, ocorreram mais de 63 mil acidentes rodoviários, dos quais resultaram 210 vítimas mortais, 1.037 feridos graves e mais de 16 mil feridos ligeiros.

Para o presidente da ANSR, Pedro Clemente, “esta aprovação constitui um momento de particular significado. A Visão Zero 2030 corresponde à materialização de uma visão de futuro para a segurança rodoviária em Portugal, alinhada com as melhores práticas internacionais e com os compromissos assumidos a nível europeu e global“.

Mais do que um documento estratégico, a ANSR acentua que a Visão Zero 2030 representa um compromisso nacional com a proteção da vida humana. Um compromisso que reconhece que o erro humano é inevitável, mas que entende que o sistema rodoviário deve ser concebido e gerido de forma a evitar que esses erros tenham consequências fatais ou provoquem lesões graves.

Pedro Clemente agradeceu e reafirmou “o contributo de todas as entidades e cidadãos que participaram na construção desta Estratégia e reafirmou o compromisso da ANSR de continuar a liderar, coordenar e promover a sua implementação, através de planos de ação concretos, monitorização rigorosa e mobilização permanente de todos os intervenientes“.

É inevitável receonhecer-se que a segurança rodoviária é uma responsabilidade de todos. Sublinhe-se de cada um de nós, sem qualquer exceção.
Só através do compromisso conjunto das instituições e dos cidadãos será possível alcançar uma redução sustentada da sinistralidade rodoviária e concretizar a ambição que dá nome à Estratégia: que nenhuma morte ou ferimento grave na estrada seja considerado aceitável.

Resta salientar ainda, que a aprovação da Visão Zero 2030, pretende demonstrar que Portugal está preparado para enfrentar este desafio com ambição, determinação e sentido de missão. Hoje é um dia importante para a segurança rodoviária portuguesa. Zero é o único número aceitável.

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