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Praia na Europa cobra 10€ à entrada e os banhistas entre 10 e 65 anos não podem levar chapéu-de-sol

Uma praia na Sardenha, em Itália, está no centro da polémica depois de ter introduzido uma taxa de entrada de 10 euros e regras invulgares que limitam o uso de chapéus-de-sol no areal. A situação ocorre em Punta Molentis, onde as autoridades locais justificam as medidas com a proteção ambiental, mas a decisão está a gerar contestação pública.

De acordo com o jornal The Guardian, o acesso à praia passou a estar condicionado ao pagamento de uma taxa de 10 euros por visitante, numa medida enquadrada na reabertura do espaço após um incêndio florestal ocorrido no ano anterior. A mesma publicação refere que foram ainda impostas restrições ao uso de sombra no areal.

Apenas crianças com menos de 10 anos podem utilizar chapéus-de-sol, e apenas um por grupo familiar, ficando a maioria dos banhistas entre os 10 e os 65 anos impedida de recorrer a este tipo de proteção individual. A proibição inclui ainda estruturas, como tendas e pérgolas.

Justificação ambiental e contestação

A Câmara Municipal de Villasimìus justifica as medidas com a necessidade de proteger uma área de conservação afetada por incêndios e fenómenos meteorológicos extremos. Num comunicado citado pelo The Guardian, a autarquia refere que “é necessário limitar o impacto [humano] e assegurar a proteção desta herança para as gerações futuras”.

Conforme a mesma fonte, as regras estarão em vigor até ao final de outubro e pretendem reduzir a pressão sobre o ecossistema local. No entanto, a decisão tem gerado críticas nas redes sociais, com vários utilizadores a questionarem a lógica das restrições e a apontarem riscos associados à exposição solar.

Outras medidas em praias italianas

Outras praias em Itália têm vindo a adotar limitações semelhantes para controlar a afluência turística. Em Jesolo, na região de Veneza, foram impostas restrições ao número de chapéus de praia, numa tentativa de aumentar o espaço disponível no areal.

Estas medidas surgem num contexto em que várias praias públicas italianas enfrentam forte procura durante o verão, em parte devido ao custo elevado dos clubes privados e do aluguer de equipamentos balneares.

Procura por destinos alternativos

A crescente pressão turística tem levado também à divulgação de destinos menos congestionados. A revista Condé Nast Traveler destacou recentemente várias localidades italianas fora dos grandes centros urbanos, como Maratea, Portofino, Carloforte e Taormina, sugerindo alternativas mais tranquilas para visitantes.

O caso de Punta Molentis mantém-se, entretanto, no centro do debate sobre o equilíbrio entre preservação ambiental e acesso livre a espaços naturais.

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Cidade no Algarve junto à praia tem um hotel de luxo com um spa onde qualquer um pode entrar por 10,50€

No Algarve, um circuito de spa num hotel de quatro estrelas em Portimão está a ser vendido em promoção por 10,50 euros por pessoa, numa experiência de bem-estar que inclui várias instalações de relaxamento e regras específicas de utilização. A oferta integra o Soul Spa, no Jupiter Marina Hotel, e está disponível através de uma plataforma de reservas online.

De acordo com a Odisseias, a experiência inclui acesso ao Circuito de Relaxamento Aqua Soul, válido para duas pessoas, com piscina dinâmica, jatos de água, duches sensoriais, camas aquáticas, sauna, banho turco e zona de relaxamento durante uma hora. O preço promocional pode descer até cerca de 10,50 euros por pessoa mediante utilização de código de um código de desconto válido até ao final desta quinta-feira, 11 de junho.

A mesma fonte indica que o voucher tem validade prolongada e pode ser utilizado até três anos e três meses após a compra, embora com regras como a proibição de entrada a menores de 16 anos e a obrigatoriedade de uso de touca e fato de banho, que podem ser adquiridos no local.

Condições de acesso e funcionamento

Segundo a Odisseias, o acesso inclui ainda 10% de desconto noutros serviços do spa, desde que contratados diretamente no espaço, sendo obrigatória reserva por email e sujeição a horários definidos pelo hotel. O cancelamento gratuito só é permitido até 48 horas antes da utilização.

A plataforma acrescenta que o preço base da experiência é de 29,99 euros para duas pessoas, sendo reduzido através de campanhas promocionais, o que tem aumentado a procura por este tipo de ofertas no setor do turismo de bem-estar no Algarve.

Hotel e o conceito de experiência

O Jupiter Marina Hotel, onde se integra o spa, apresenta-se como um projeto de reabilitação da antiga Fábrica de Conservas Facho, transformada num hotel de quatro estrelas em Portimão com foco em experiências para casais.

De acordo com o site do próprio hotel, o conceito “Couples & Spa” assenta numa ligação ao Rio Arade e numa estética boho-chic, combinando tons pastel, referências ao Algarve e elementos de design inspirados na região.

A mesma fonte descreve o espaço como pensado para proporcionar uma experiência imersiva de relaxamento e romance, com serviços orientados para estadias a dois e atividades de bem-estar integradas no hotel.

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A estabilidade cromática na produção gráfica distribuída

A gestão manual da cor na impressão profissional enfrenta dificuldades crescentes devido à dispersão geográfica dos equipamentos e à personalização dos pedidos. A atualização de uma plataforma de controlo centralizado visa automatizar a deteção de desvios e uniformizar os padrões de produção em tempo real.

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A estabilidade cromática na produção gráfica distribuída

A gestão manual da cor na impressão profissional enfrenta dificuldades crescentes devido à dispersão geográfica dos equipamentos e à personalização dos pedidos. A atualização de uma plataforma de controlo centralizado visa automatizar a deteção de desvios e uniformizar os padrões de produção em tempo real.

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Las delirantes explicaciones del jefe de Gabinete de Milei sobre los 500.000 dólares que tenía sin declarar

Las delirantes explicaciones del jefe de Gabinete de Milei sobre los 500.000 dólares que tenía sin declarar

Manuel Adorni, imputado por enriquecimiento ilícito, asegura que ganó medio milón de dólares invirtiendo en criptomonedas y que los tenía "en un pendrive" entre sus ordenadores antiguos, además de reconocer que evadió al fisco y que no los incluyó en su declaración patrimonial al llegar al Gobierno

Avión presidencial y un vuelo privado de lujo: Milei, arrinconado por la presunta malversación de su jefe de gabinete

El jefe de Gabinete de Javier Milei, Manuel Adorni, imputado por enriquecimiento ilícito, finalmente presentó su declaración jurada de bienes ante la Oficina Anticorrupción. Lo anunció el miércoles por la noche durante una entrevista televisiva en la que justificó su crecimiento patrimonial mediante una supuesta operación con criptomonedas que mantuvo oculta hasta ahora. Según explicó, entre 2013 y 2018 invirtió unos 200.000 dólares en bitcoins, lo que le reportó una ganancia de 300.000 dólares. Testigos que declararon ante la Fiscalía señalaron que Adorni gastó cerca de 400.000 dólares en los últimos años y adquirió otros 335.000 en nuevas deudas, cifras que contrastan drásticamente con los 73.901 dólares de patrimonio total que había consignado cuando llegó al Gobierno en diciembre de 2023.

Según el relato del alto cargo argentino, el capital conseguido en sus inversiones estuvo almacenado de forma física en un pendrive, por fuera del sistema financiero, como una especie de “trofeo de las operaciones”: “Soy coleccionista de computadoras y cosas viejas”, justificó durante la entrevista televisiva en LaNacion+. De esta manera también reconocía haber evadido al fisco: “Ahorrar en negro era la manera de escaparle a la vieja política”, aseguró.

El ex portavoz presidencial quedó envuelto en un escándalo en marzo pasado, cuando se reveló que su esposa Bettina Angeletti —quien no ocupa ningún cargo público— había viajado a Estados Unidos en el avión presidencial junto a la delegación oficial. Poco después, una investigación de elDiarioAR sumó otro dato: la pareja y sus hijos habían viajado en un avión privado a Uruguay. Este hecho se convirtió en la punta del iceberg de las incongruencias entre un estilo de vida de lujos que no se correspondían con su salario público. A ello se sumaron los llamativos préstamos que le concedieron dos jubiladas para comprar su vivienda.

“No soy chorro”

Además del documento correspondiente al periodo 2025, Adorni entregó las rectificaciones de 2023 y 2024, que incluyen los bienes de su esposa. El jefe de Gabinete asumió que “arrastró un error” al haber evadido al fisco. “Hago un mea culpa, de hecho voy a pagar todo lo que devenga de este error”, dijo.

Con esta nueva presentación, el jefe de Gabinete intenta justificar gastos en inmuebles, viajes y refacciones suntuosas por un total de un millón de dólares. Su defensa se basa en esos “ahorros en negro” acumulados a lo largo de 25 años de trabajo en el sector privado, potenciados por las mencionadas inversiones en bitcoins, una jugada financiera que nadie conocía hasta ahora. “Tenía que demostrar que no era chorro [ladrón], así me lo dijo el abogado, y la única forma era presentando la declaración jurada”, explicó.

Ante la consulta sobre el origen de su patrimonio no declarado, Adorni aseguró que el primer dinero que tuvo fue una cantidad en efectivo que apareció en la casa de su padre Jorge, que murió en 2002 –“una plata que encontramos con mi hermano en el departamento”– y que, según su explicación, sumó a los ahorros de su esposa.

Muchas preguntas sin respuesta

Adorni acotó las explicaciones sobre su patrimonio a su trayectoria privada y las ganancias del mercado cripto. Sin embargo, hasta el momento no se conocen detalles de dichas operaciones ni se han divulgado los nombres de las billeteras virtuales con las que supuestamente operó. Esa información será presumiblemente requerida en el marco de la investigación por enriquecimiento ilícito en la que avanza el fiscal federal Gerardo Pollicita.

Sin embargo, la entrevista deja muchas preguntas sin responder: Adorni dijo haber obtenido 500 mil dólares hace 12 años; pero, ¿por qué solo al asumir como cargo del Gobierno decidió gastar en forma frenética? ¿Por qué no usó ese dinero para adquirir el piso en el que vive en Buenos Aires y la casa en el barrio privado a las afueras de la capital, que se compraron con préstamos?

Según las revelaciones periodísticas que complican su situación en los tribunales señalan que, tras asumir como portavoz de Milei, Adorni adquirió un apartamento en el barrio porteño de Caballito —sin vender la vivienda donde ya residía con su familia— y una casa en country Indio Cuá, en Exaltación de la Cruz. En esta última propiedad, los Adorni iniciaron reformas que, según el propio contratista de la obra, duplicaron el valor de compra del inmueble. Mientras que la vivienda se adquirió por 120.000 dólares —de acuerdo al testimonio del vendedor—, Adorni desembolsó 245.000 dólares en efectivo para las refacciones, incluyendo una cascada en la piscina.

La Justicia también lo investiga por tráfico de influencias debido a contratos celebrados entre la Televisión Pública —organismo bajo la órbita de la Jefatura de Gabinete— y la productora de su amigo Marcelo Grandio, así como por la contratación de empresas estatales a la consultora +Be, propiedad de su esposa.

Javier Milei apoyó públicamente a su jefe de Gabinete asegurando que le había dado todas las explicaciones del caso: “Lo que me presentó estaba todo en orden”, afirmó en su momento. Adorni, que en la entrevista descartó su dimisión, explicó que “no hizo falta” entregar ninguna prueba al mandatario: “El presidente confió en mí”.

Amnistía fiscal

Su nueva versión desmiente lo que había dicho ante el Congreso en abril, cuando Adorni aseguró textualmente: “Todo lo que tiene que estar declarado está declarado” y “No hubo ocultación alguna”. En la rectificación presentada ahora, el jefe de Gabinete libertario admite explícitamente que tenía medio millón de dólares sin declarar. La estrategia parece clara: prefiere que lo acusen de evasión fiscal antes que de enriquecimiento ilícito o corrupción, bajo el argumento de que tener ahorros en negro es una práctica común entre muchos argentinos.

Incluso es probable que logre regularizar su situación ante el fisco sin mayores consecuencias, ya que los 500.000 dólares no alcanzan los umbrales de evasión punibles por la Ley Penal Tributaria. En diciembre pasado, la aprobación de la Ley de Inocencia Fiscal elevó los montos mínimos requeridos para enfrentar una responsabilidad penal por evasión.

El matrimonio Adorni ya solicitó ingresar al régimen de amnistía fiscal impulsado por el Gobierno de Milei. Esta normativa de “inocencia fiscal”, sancionada por el Congreso a comienzos de año, funciona en la práctica como un blanqueo de capitales que exime a los contribuyentes de detallar el origen de los fondos o sufrir revisiones previas sobre su patrimonio en ese período.

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Una enmienda sorpresa del PP amplía el número de mutualistas que podrán pasarse a cotizar en la Seguridad Social

El Congreso ha vivido este jueves un giro inesperado en la tramitación del proyecto de ley que permitirá a los mutualistas —principalmente abogados, procuradores, arquitectos e ingenieros— trasladar las cotizaciones acumuladas en sus respectivas mutualidades al Régimen de Autónomos (RETA) de la Seguridad Social. Esta pasarela, que es como se ha denominado a la fórmula de conversión de los periodos cotizados, les daría acceso a una pensión pública, previsiblemente más alta que la que obtendrían en sus mutualidades (que ronda los 400 euros en muchos casos).

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© Alejandro Martínez Vélez - Eur (Europa Press)

Numerosas personas afectadas por las bajas pensiones de las mutualidades marchan durante una manifestación para exigir su traslado al sistema público
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Pais têm de pagar 9,27€ para se sentarem ao lado dos filhos nos voos da Ryanair? Companhia aérea está a ser investigada e tem uma resposta

A cobrança de cerca de 9,27 euros por viagem para garantir que pais e filhos viajam juntos nos voos da Ryanair está a ser analisada pelas autoridades britânicas, num processo que levanta dúvidas sobre práticas comerciais no transporte aéreo lowcost. A investigação incide sobre a forma como a taxa é aplicada e comunicada aos consumidores durante a reserva.

De acordo com o portal de notícias Dinheiro Vivo, a Autoridade da Concorrência e Mercados do Reino Unido (CMA) abriu uma investigação à Ryanair para avaliar se a taxa associada ao chamado “assento familiar obrigatório” pode estar a obrigar os pais a pagar por um serviço que, na prática, seria necessário para cumprir regras de segurança e de proteção de menores.

A entidade reguladora está a analisar se esta cobrança pode ser considerada uma cláusula abusiva à luz da legislação de defesa do consumidor, bem como se o custo é apresentado de forma transparente no momento da compra. A CMA sublinha ainda que pretende perceber se o valor é “adicionado” apenas no final do processo de reserva, em vez de surgir de forma clara desde o início.

Posição da companhia aérea

A Ryanair rejeita qualquer irregularidade e defende que o modelo cumpre a legislação em vigor. Em comunicado citado pela agência noticiosa Reuters, a companhia afirma que “a política de assentos familiares da Ryanair está em total conformidade com todas as leis e regulamentos relevantes”.

A empresa acrescenta ainda que não cobra qualquer taxa para que crianças viajem ao lado dos pais ou acompanhantes adultos, sublinhando que os passageiros que escolhem lugares marcados seguem a mesma lógica tarifária aplicada a todos os adultos.

Num esclarecimento adicional, a transportadora refere: “Tal como todos os adultos que selecionam um lugar reservado, os adultos que viajam com crianças pagam uma taxa de lugar reservado, mas podem selecionar lugares reservados ao lado deles para até quatro crianças na mesma reserva, GRATUITAMENTE”.

O que está em causa na prática

A CMA contrapõe que outras companhias aéreas garantem o lugar de crianças ao lado dos pais sem custos adicionais, seja através da atribuição automática de lugares durante o check-in, seja por políticas internas que evitam cobranças adicionais neste tipo de situação.

Segundo a mesma autoridade, a investigação integra um conjunto mais amplo de ações destinadas a avaliar práticas que possam agravar o custo de vida dos consumidores, com especial atenção aos passageiros mais vulneráveis. Para já, não há qualquer conclusão sobre eventual violação da lei por parte da Ryanair, sendo o processo ainda preliminar.

A companhia, por seu lado, afirma que espera “desmentir” as acusações e manter o atual modelo de atribuição de lugares, enquanto o processo regulatório segue em análise.

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Algarve regista temperaturas mais moderadas numa altura em que o calor intenso atinge o país

Portugal continental vai atravessar uma subida significativa das temperaturas nos próximos dias, com valores que podem chegar aos 40 graus no interior. O episódio de calor deverá prolongar-se até 13 de junho e já motivou a emissão de avisos amarelos pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

A situação meteorológica resulta da combinação entre um anticiclone a nordeste dos Açores e um vale depressionário que se estende desde o norte de África até à Península Ibérica. Esta configuração está a facilitar a entrada de uma massa de ar quente e seco sobre o território continental, com impacto direto nas temperaturas.

Interior sob maior pressão térmica

A subida das temperaturas será progressiva nos dias 11 e 12 de junho, com maior intensidade no litoral oeste e nas zonas do interior. Segundo a mesma fonte, a maioria do território deverá registar máximas entre os 30 e os 37 graus, num quadro de calor generalizado.

No interior, sobretudo no dia 12, os valores poderão atingir entre 38 e 40 graus. As temperaturas mínimas também deverão aumentar, com várias regiões a registarem noites tropicais, com valores iguais ou superiores a 20 graus.

Algarve com valores abaixo do resto do país

Num contexto de calor extremo em várias regiões, o Algarve destaca-se como exceção. Conforme a mesma fonte, a faixa costeira da região sul deverá manter máximas inferiores a 30 graus, contrastando com o cenário mais intenso previsto para o interior do país. Esta diferença está associada à influência marítima, que tende a suavizar os extremos térmicos no litoral algarvio. Ainda assim, o restante território continental deverá sentir de forma mais evidente a massa de ar quente que se aproxima.

O estado do tempo deverá manter-se estável na maior parte do país, com céu pouco nublado ou limpo durante os próximos dias. No entanto, a partir da tarde de 12 de junho, poderá registar-se um aumento temporário de nebulosidade no interior. A aproximação de um vale em altitude poderá criar condições para aguaceiros, trovoadas e queda de granizo em zonas montanhosas, sobretudo durante a tarde de 13 de junho. Estes fenómenos deverão ter carácter localizado.

Vento mais fraco agrava sensação de calor

O IPMA indica ainda que a diminuição da intensidade do vento deverá contribuir para uma sensação térmica mais elevada, tornando o calor mais intenso do que os valores registados nos termómetros. Perante este cenário, o instituto recomenda o acompanhamento regular das previsões e dos avisos meteorológicos, numa fase em que várias regiões do país permanecem sob aviso amarelo.

Apesar do aumento das temperaturas no início da semana, está prevista uma descida acentuada dos valores máximos a partir de 14 e 15 de junho, sobretudo no litoral oeste. Esta mudança estará associada à rotação do vento para o quadrante oeste. Esta alteração deverá marcar o fim do episódio mais intenso de calor, devolvendo valores mais próximos da média para a época do ano.

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Vox pone precio a su apoyo a Moreno: "Primero las medidas", luego "ya se verán" los cargos

Vox se ha quedado sin hueco en la Mesa del Parlamento de Andalucía... de momento. El portavoz del partido de Abascal en la Cámara andaluza, Manuel Gavira, se mostró abierto a "un cambio" en la composición del órgano que reparte juego legislativo, "como ha pasado" en otras comunidades en las que Vox alcanzó influencia política, siempre supeditado a "las medidas".

"Primero, las medidas", insistió Gavira tras la celebración del Pleno de conformación de la Mesa, en el que Jesús Aguirre repite como presidente de la Cámara. Gavira apeló a "la humildad" pero también " la firmeza y la convicción" para hacer valer el peso de Vox, cuyos votos son imprescindibles para la investidura de Juanma Moreno al quedar a dos escaños de la mayoría absoluta.

"PP y PSOE copan la mesa", señaló Gavira, contraponiendo la postura de su formación: "Lo importante es acordar las políticas". Gavira señaló que en el primer encuentro con Juanma Moreno predominó "la buena voluntad". También se cerró en banda a ceder carteras como Agricultura, a pesar de que desde las organizaciones del sector se pide continuidad. "Nos llaman agricultores y pescadores y están de acuerdo con nuestras políticas", dijo Gavira. Medidas primero, ya se verá lo demás. Como en el resto de comunidades. Sólo hay un Vox en España", dijo Gavira, indicando que en los próximos días "se cruzarán medidas" para tratar de llegar a un acuerdo y "ya se verá" quién las ejecuta.

Vox definió su posición en el primer Pleno como "un acto de congruencia". El portavoz del PP en el Parlamento, Toni Martín, confirmó que los populares ofrecieron algún puesto en la Mesa a Vox, que fue rechazado. De ahí que la composición final haya sido de cinco cargos para el PP y dos para PSOE. Los populares instaron a todos los grupos "a dialogar" y defendieron la apuesta de Moreno "por la continuidad". Sobre un cambio en la mesa, indicó que "podría ser una posibilidad" pero de momento "no se ha planteado". "Paso a paso". Martín insistió en "la aspiración del PP de gobernar solos".

Por su parte, la oposición apeló al "teatro" de la primera sesión plenaria. La socialista María Márquez habló de "un espectáculo impresentable", criticando que "otra vez sea presidente Jesús Aguirre, el consejero de los cribados y de la privatización de la sanidad". Para el PSOE es "una falta de respeto" que muestra "la soberbia" de Moreno. Como "puro teatro", definió María Márquez la composición de la Mesa del Parlamento, señalando que el Grupo Socialista ya ha registrado la petición de comparecencias, para empezar sobre los incendios en Huelva.

Desde Adelante Andalucía, José Ignacio García insistió en la idea de que las derechas "se entenderán". Para José Ignacio García, "hemos asistido a un psicodrama de las derechas", "un teatrillo". "Veréis cómo se ponen de acuerdo".

Por Andalucía criticó, en palabras de Antonio Maíllo, que la legislatura arranque "como si hubiera mayoría absoluta", con cinco de siete miembros de la Mesa para el PP, lo que consideró "desproporcionado". "Vox es el único interlocutor para Moreno", señaló Antonio Maíllo.

© EUROPAPRESS

El portavoz del grupo parlamentario Vox en Andalucía, Manuel Gavira
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El proyecto que transformará el Ejército de Tierra vuelve a sufrir retrasos y no cumplirá con el calendario

Un nuevo retraso y quebradero de cabeza para el Ministerio de Defensa. Los ejemplares del Dragón 8x8, el proyecto que transformará la capacidad del Ejército de Tierra, no contará con los efectivos prometidos en las fechas previstas. Indra ha prometido que antes de finalizar el año se entregarán 100 ejemplares para estabilizar el programa. Según el presidente de la compañía se han entregado 70 unidades.

Lo cierto es que el calendario marca que antes de finalizar el año se deberían entregar un total de 138 ejemplares. Aunque pueda parecer una novedad, todavía se notan los retrasos derivados de la Covid-19, cuando se adjudicaron 348 blindados a cambio de 2.500 millones de euros antes de 2028.

Viendo las fechas no se descartaría que el calendario se cerrará con más de un año de retraso. Como medida de contención Defensa ha promulgado sanciones superiores a los 100 millones. Este es el tercer incumplimiento que se produce desde la licitación. Aproximadamente se cuenta con una deficiencia que ronda las treinta unidades.

Además del impacto de la Pandemia, uno de los principales problemas ha sido la falta de comunicación entre Tess, rama que tiene consorcio con Indra, y sus socios. Tampoco las conversaciones con Defensa son muy llamativas. Entre acusaciones ninguno quiere tener la pelota en su tejado. En este sentido, habrá que aguardar unos meses para valorar el desarrollo tras la salida de Ángel Escribano.

"Estamos hablando con toda la industria y Santa Bárbara no es una excepción para cooperar (...) con Sapa, uno de nuestros accionistas, tenemos una relación excelente, como no puede ser de otra manera" afirmó el relevo en la presidencia de al compañía Ángel Simón. "Hay que valorar que el programa del Dragón, que ha sufrido mucho estos años, ha alcanzado ahora un buen ritmo de trabajo y regularidad", ha señalado en varias ocasciones.

Así es la bestia blindada de 8x8 que rugió ante los reyes por primera vez

El Dragón 8x8 destaca por su diseño modular, que permite múltiples configuraciones según la misión. Estas versiones permiten validar nuevas actualizaciones de software y sistemas de comunicaciones cifradas desarrolladas específicamente para el programa.

Estas nuevas versiones que han sufrido retrasos incorporan además un sistema de protección balística de última generación, sensores de alerta temprana, arquitectura electrónica abierta y un motor de alta potencia suministrado por Sapa, lo que le permite operar en entornos de combate híbrido y responder a amenazas convencionales y asimétricas.

Uno de los hitos más relevantes de las últimas semanas ha sido la difusión de imágenes de las pruebas de tiro con la estación de armas remota Guardian 30, fabricada por la empresa española EM&E.

© MDE

El 8x8 Dragón del Ejército
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Fazer férias em Portugal pode ficar mais difícil: mais de 10.000 alojamentos locais foram encerrados

O mercado do alojamento local em Portugal está a passar por uma das maiores operações de regularização dos últimos anos, com mais de 10.000 registos já cancelados e dezenas de milhares de unidades ainda sob avaliação. De acordo com o portal Dinheiro Vivo, as autarquias de vários pontos do país estão a eliminar os chamados registos “fantasma”, correspondentes a estabelecimentos que possuem licença, mas que não comprovaram estar em atividade através da entrega da documentação obrigatória.

O processo está relacionado com a obrigação de apresentação anual do seguro de responsabilidade civil, uma exigência que passou a ser fiscalizada de forma mais apertada pelos municípios e que tem servido para identificar alojamentos locais inativos.

Mais de 10.000 registos já foram anulados

Os números já conhecidos apontam para o cancelamento de 10.324 estabelecimentos de alojamento local em todo o país. Lisboa foi o município onde a limpeza teve maior impacto, com a anulação de 6.765 licenças, o equivalente a cerca de 40% dos registos existentes na capital.

No Porto, a situação foi diferente. A autarquia cancelou 1.413 registos, mantendo ativos 10.821 alojamentos locais. Citado pela mesma fonte, o presidente da Associação do Alojamento Local em Portugal (ALEP), Eduardo Miranda, explicou que a cidade já tinha um controlo mais próximo sobre o setor. “O Porto é um dos municípios que mais acompanha, monitoriza e faz vistorias aos AL”, afirmou.

Algarve também avança com cancelamentos

No Algarve, duas autarquias já concluíram esta fase do processo. Lagoa cancelou 598 estabelecimentos que não apresentaram o seguro obrigatório dentro dos prazos definidos, enquanto Lagos anulou 1.548 registos, o equivalente a 26% das unidades existentes no concelho.

A região concentra cerca de 40% do alojamento local nacional, o que faz prever que uma parte significativa dos cancelamentos ainda esteja por concretizar. Refere a mesma fonte que muitos municípios algarvios ainda não concluíram sequer a fase de notificações aos proprietários.

Em Lagoa, a autarquia explicou que cada seguro é analisado individualmente para confirmar a validade dos dados apresentados e o cumprimento dos requisitos legais.

Ainda há milhares de unidades em risco

Os dados do Registo Nacional do Alojamento Local apontam atualmente para 119.147 estabelecimentos ativos. Contudo, mais de 37.000 ainda não terão submetido o seguro obrigatório e podem vir a perder o registo caso a situação não seja regularizada.

A expectativa da ALEP é que a operação elimine cerca de 40.000 licenças no total. Se esse cenário se confirmar, o número final de alojamentos locais ativos poderá ficar entre 88.000 e 93.000 unidades.

Segundo Eduardo Miranda, o objetivo passa por obter uma imagem mais fiel da realidade do setor. “É do interesse de todos concluir esse processo para podermos ter dados reais e uma base de dados limpa”, afirmou.

O que mudou na legislação

A obrigação de possuir seguro de responsabilidade civil já existia, mas ganhou uma nova dimensão com a entrada em vigor do Decreto-Lei n.º 76/2024. Desde março de 2025, os titulares de alojamento local passaram a ser obrigados a submeter anualmente os dados do seguro através da plataforma gov.pt.

Caso o documento não seja apresentado, o município pode notificar o proprietário, que dispõe de três dias úteis para regularizar a situação. Se isso não acontecer, o cancelamento do registo pode avançar de imediato.

Processo deverá continuar nos próximos meses

Apesar dos milhares de cancelamentos já realizados, a operação está longe de terminar. Existem ainda 139 municípios que não iniciaram formalmente os procedimentos de verificação e dezenas de milhares de processos continuam pendentes.

A associação do setor considera que a conclusão desta limpeza é essencial para que futuras decisões sobre o alojamento local sejam tomadas com base em números reais. Acrescenta a publicação que muitos dos municípios que já notificaram os proprietários se encontram agora na fase final dos procedimentos administrativos, pelo que novos cancelamentos deverão surgir nos próximos meses.

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Christian Stein, nuevo CEO del Grupo Renault en España

A partir del próximo 1 de julio, Christian Stein será el nuevo CEO del Grupo Renault en España, reemplazando en el puesto a Josep María Recasens, quien ha sido recientemente nombrado CEO. Stein, un profundo conocedor del mercado del automóvil de nuestro país, compatibilizará esta nueva posición con su actual responsabilidad como jefe de Comunicación de todo el Grupo Renault en París, dependiendo directamente de François Provost, CEO de Renault a nivel mundial.

Christian Stein es máster en Administración de Empresas por la Emlyon Business School y cuenta con más de 35 años de experiencia en el sector del automóvil. Se inició en el mundo del motor en 1991 con la marca Peugeot, donde desarrolló labores profesionales en países como Francia, Bélgica y Reino Unido, ocupando diferentes posiciones en las áreas de retail, finanzas, ventas y marketing. En 2011 se incorporó a Seat, donde desempeñó las responsabilidades de director global de Marketing y director global de Comunicación y Asuntos Públicos. En 2020 llegó a Renault acompañando al anterior CEO, Luca de Meo, y es actualmente el responsable de Comunicación de todo el grupo a nivel mundial.

El CEO mundial de Renault, François Provost, ha destacado de él su experiencia, asociada a su profundo conocimiento del mercado español y de su cultura. «Será determinante, ha señalado, para acompañar la nueva fase que se abre en el país. Mercado estratégico y polo industrial importante del Grupo, España acaba de dar un paso decisivo con la asignación de cinco nuevos modelos y una nueva plataforma eléctrica a sus fábricas en el marco del plan futuREady. También quiero agradecer a Josep María Recasens su compromiso dentro del Grupo en estos últimos años y le deseo mucho éxito en sus futuros proyectos».

Este nombramiento se produce en el marco del lanzamiento del plan estratégico global de Renault Group, futuREady, y tras la reciente firma del nuevo convenio colectivo de Renault España, que garantiza el futuro de las fábricas españolas mediante la asignación de cinco nuevos modelos, consolidando su continuidad, así como el despliegue de la nueva plataforma eléctrica innovadora del Grupo.

Renault Group, que celebra en 2026 sus 75 años de historia en España, tiene una amplia implantación industrial, comercial y de I+D+i, con centros en Madrid, Valladolid, Palencia y Sevilla, así como una red de 482 puntos de venta y posventa que comercializan las marcas Renault, Dacia y Alpine, con el respaldo de Mobilize Financial Services.

© Newspress

Christian Stein, nuevo CEO del Grupo Renault en España
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Três cidades no Alentejo integram pela primeira vez a rede da FlixBus

A FlixBus anunciou uma nova linha rodoviária entre Lisboa e Badajoz que vai reforçar as ligações entre Portugal e Espanha e levar a operadora, pela primeira vez, a três cidades do Alentejo. De acordo com o portal O Digital, Estremoz, Borba e Elvas passam agora a integrar a rede da empresa, num movimento que marca também a entrada da FlixBus no Alto Alentejo.

A nova rota liga Lisboa e Badajoz com paragens em Setúbal, Montemor-o-Novo, Évora, Estremoz, Borba e Elvas. Segundo a mesma fonte, a ligação permitirá criar percursos diretos entre Badajoz e várias localidades alentejanas, além de reforçar a mobilidade transfronteiriça na região.

Entrada no Alto Alentejo

Com esta expansão, a operadora passa a ter presença em cidades onde ainda não operava. Estremoz, Borba e Elvas entram pela primeira vez na rede da FlixBus, ganhando acesso direto a Lisboa e à cidade espanhola de Badajoz.

A empresa considera que esta ligação pode beneficiar tanto residentes como visitantes, ao aumentar as opções de transporte rodoviário numa zona do país com menor oferta de ligações internacionais.

Percursos e tempos de viagem

Segundo a informação divulgada, a viagem entre Lisboa e Badajoz terá uma duração inferior a quatro horas. Já o percurso entre Setúbal e Badajoz poderá ser feito em pouco mais de três horas.

Entre as novas ligações disponíveis estão Lisboa-Estremoz, Lisboa-Borba, Lisboa-Elvas, Setúbal-Estremoz, Setúbal-Borba, Setúbal-Elvas, Badajoz-Setúbal e Badajoz-Montemor-o-Novo.

Horários e preços

Numa fase inicial, a linha contará com duas circulações diárias, uma em cada sentido. As partidas de Lisboa, a partir da Gare do Oriente, estão previstas para as 9:45 h, enquanto as viagens com origem em Badajoz arrancam às 16:25 h.

Os bilhetes já estão disponíveis na aplicação móvel, no site da operadora, nos pontos de venda Pagaqui e em agências de viagens parceiras. Os preços começam nos 8,49 euros para Lisboa-Estremoz e nos 9,49 euros para Lisboa-Elvas.

Onde ficam as novas paragens

A FlixBus revelou também os locais das novas paragens no Alentejo. Em Estremoz, os autocarros vão operar a partir do Terminal Rodoviário da cidade. Em Borba, a paragem ficará na Praça da República, enquanto em Elvas será junto ao viaduto de ligação ao centro histórico.

No comunicado citado pelo portal O Digital, o diretor das operações da FlixBus em Portugal, Tiago Cavaco Alves, afirmou que a chegada da empresa a estas cidades “reforça o compromisso de tornar a mobilidade mais acessível e sustentável a todo o território nacional”.

Acrescentou ainda que a expansão poderá contribuir para “a coesão territorial e para o reforço das ligações transfronteiriças entre Portugal e Espanha”.

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Valeria, la mejor nota de la PAU en Madrid: "Estudiaré Medicina; si no, hubiera hecho Aeroespacial"

Este curso escolar se da por finalizado este jueves para los alumnos que se presentaron la semana pasada a la PAU en la Comunidad de Madrid. La mejor nota ha sido la de Valeria Fragola, quien ha rozado el 10 en la fase general de la selectividad y el 14 en el conjunto de su expediente, a falta de una centésima de punto. Sobre las 12.00 horas, unos 38.864 alumnos han acudido a sus institutos para consultar las calificaciones y poder planificar la carrera que cursarán el próximo año. Ahora, tras meses de preparación, será el momento de sacar medias, plantear qué carrera o estudios superiores cursar y disfrutar del verano. En el caso de Valeria, tiene ambas cosas ya decididas: "Estudiaré Medicina y en unas semanas haré un interrail".

"Quedé con mis amigas en un parque para ver las notas todas juntas por la mañana", ha comentado Valeria Fragola sobre cómo ha conocido el resultado. Su nota es la más alta de toda la región en la fase general, con un 9,99 de media, que, sumado a su puntuación en Bachillerato y las asignaturas específicas, la sitúan con un 13,99 de media, con la que podrá acceder a Medicina. "Estoy muy contenta. Salí con ilusión de los exámenes", ha confesado sobre sus primeras reacciones al conocer el resultado. Fragola cursó sus estudios en el colegio Mirabal, en el municipio de Boadilla del Monte.

"Estábamos grabando el típico vídeo de TikTok reaccionando a las notas de la PAU, donde dices la nota que crees que has sacado antes de saber la de verdad. Yo antes de empezar he dicho que si no me daba la nota no iba a grabar. Luego cuando he calculado la nota he flipado", ha explicado sobre su reacción. Al terminar los exámenes, Valeria salió de las aulas con la sensación de haber hecho un buen trabajo. "No estaba muy nerviosa, al final son como los exámenes de Bachillerato, pero con más tiempo para estudiar", explica. A pesar de eso, se planteó un 'plan b' por si no conseguía la nota para acceder a Medicina: "Pensé en Ingeniería Aeroespacial o Física".

"Estoy pensando en estudiar en la Universidad Autónoma, pero aún tengo que decidir", ha añadidos sobre sus planes académicos. Tras superar el curso y conseguir la nota deseada, Valeria tiene ya planificado su verano antes de comenzar la vida universitaria. "Me iré en unas semanas de interrail con mis amigas", ha señalado. Entre las calificaciones de este año, la segunda posición de resultados se ha repartido entre tres alumnos del instituto Ramiro de Maeztu, el instituto Laguna Joatzel y el colegio Amanecer, con un 9,98 en la fase general. Por detrás, con un 9,97 se sitúa un estudiante del colegio Miramadrid.

Este jueves los estudiantes de la Comunidad de Madrid se han despertado a la espera de la publicación de los resultados de la selectividad. Hasta las 12.00 no se han dado a conocer las notas. En la convocatoria del curso 2025-2026 la mayoría de los alumnos que realizaron los exámenes han aprobado, una constante de los últimos años. En total, de los alumnos presentados 34.921 figuran como aptos, lo que supone el 95,1% de los estudiantes que pasaron por las aulas. En comparación con el año pasado, la media del examen de Matemáticas ha mejorado. Así, esta cifra ha pasado del 5,6 al 6,7, en una de las pruebas que suele generar más problemas y quejas tanto del alumnado como de los profesores.

Este año, debido a la irrupción de las nuevas tecnologías y la inteligencia artificial, los controles en las aulas se intensificaron. De forma aleatoria se realizaron inspecciones para detectar el uso de pinganillos y otros aparatos. Aunque no se ha concretado el número de casos detectados, el vicerrector de Estudios Oficiales de la Universidad de Alcalá de Henares ha expresado la buena acogida de esta medida. "Hay que dar un mensaje de que no se tolera el fraude. Caló muy bien entre los estudiantes, muchos se recordaban unos a otros que tenían que apagar el teléfono antes de entrar al aula", ha comentado.

Los resultados de la selectividad se han publicado este jueves en la Comunidad de Madrid. Ahora, tras saber la nota, los estudiantes podrán calcular su media con la evaluación de Bachillerato para calcular su nota de corte y acceder a la universidad. Entre el 5 y el 26 de junio se realizará la preinscripción para Grado, y el 10 de julio se publicarán los listados de admitidos. Tras la primera ronda de exámenes de junio, entre el 30 de junio y el 3 de julio se celebrará la convocatoria extraordinaria de la PAU. En esta ronda se seguirá el mismo esquema: los primeros días se reservarán para las materias de la fase general y con posterioridad se realizarán las pruebas específicas. Los estudiantes conocerán su calificación el 9 de julio a partir de las 12.00 horas. En este caso, la preinscripción universitaria será entre el 20 y el 24 de julio, y los listados se conocerán el 3 de septiembre.

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Novas regras aprovadas para o Mundial de futebol: este gesto ‘comum’ em campo já pode dar cartão vermelho

A FIFA confirmou uma das alterações mais discutidas para o Mundial de 2026 e o foco está num gesto comum entre jogadores durante os jogos. De acordo com o jornal desportivo A Bola, tapar a boca com a mão durante uma discussão ou confronto poderá passar a ser motivo para cartão vermelho, uma mudança que entra em vigor já na competição que arranca nos próximos dias.

A nova regra surge na sequência de debates que marcaram os últimos meses e que ficaram associados ao chamado caso “Prestianni”. Segundo a mesma fonte, os árbitros passam a poder expulsar jogadores que cubram a boca enquanto falam em situações de confronto com adversários ou elementos de outras equipas.

A FIFA esclarece, porém, que a medida não se aplica a todas as situações. Um jogador poderá continuar a falar com colegas de equipa com a boca tapada durante momentos estratégicos do jogo, como acontece frequentemente antes da marcação de bolas paradas ou em conversas táticas.

O que diz a FIFA

A organização faz questão de limitar a aplicação da regra a contextos específicos. Conforme a mesma fonte, o castigo está previsto apenas quando o gesto acontece em contexto de confronto, discussão ou incidente disciplinar.

Na prática, um comportamento que durante anos passou despercebido poderá agora ser analisado pelos árbitros como uma infração grave, dependendo das circunstâncias em que ocorre.

Mudança entra já em vigor

A nova orientação fará parte das regras seguidas pelos árbitros destacados para o Mundial de 2026. A publicação refere que cerca de 170 elementos, entre árbitros, assistentes e membros do VAR, receberão instruções para aplicar as novas normas da competição.

Embora a FIFA tenha anunciado várias alterações às leis do jogo, incluindo mudanças relacionadas com o VAR, perdas de tempo e substituições, a possibilidade de expulsão por tapar a boca durante uma discussão tornou-se uma das medidas que mais atenção tem gerado entre adeptos e comentadores.

Uma regra que promete gerar debate

A decisão poderá obrigar jogadores e equipas técnicas a alterarem hábitos que se tornaram frequentes no futebol moderno. Durante anos, muitos atletas recorreram ao gesto de tapar a boca para evitar que conversas fossem captadas pelas câmaras de televisão.

Agora, em determinadas circunstâncias, esse comportamento poderá ter consequências disciplinares imediatas. Como explica a FIFA, a punição aplica-se quando o ato acontece em “situação de confronto”, abrindo uma nova frente de interpretação para os árbitros durante os jogos.

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Qué supone y como afecta a los funcionarios de prisiones convertirse en agentes de autoridad

Una "demanda histórica" saciada que no ha sido sencilla. El Congreso de los Diputados ha dado luz verde al reconocimiento a efectos legales como agentes de autoridad de los funcionarios de prisiones. Con un pacto de Estado a regañadientes al que se ha sumado el PNV, se ha certificado la modificación aprobada hace varias semanas en la Comisión de Interior.

Lo cierto es que el acuerdo no ha sido sencillo debido a la situación de la cartera que lidera Grande-Marlaska. Desde las filas populares, se ha apuntado que la "corrupción hasta las cejas" del estamento ha sido un gran escollo para aprobar la medida y que pese a la "utilización" de la medida han mostrado su felicidad con el desarrollo de la sesión.

"No es la victoria de un partido político, esta es la victoria del colectivo profesional que nunca dejó de defender una reivindicación legítima", han remarcado los socialistas pese al desmantelamiento de la Guardia Civil y la Policía Nacional. Tanto Junts como Vox han respaldado la reforma, pero han anunciado que mantienen vivas sus enmiendas presentadas. ERC ha sido uno de los pocos partidos que se han opuesto al considerar que ya se encontraba regulada.

Así afecta a los funcionarios de prisiones convertirse en agentes de autoridad

Lo cierto es que el proceso no ha sido sencillo. La normativa que ha sido aprobada nace de una proposición del grupo socialista del año 2024. No tuvo éxito. Hace menos de diez días se aprobó en la Comisión de Interior la nueva medida.

El documento registrado por los socialistas al que ha tenido acceso este diario, certifica la inclusión como profesión de riesgo no solo de los funcionarios penitenciarios si no de todas las personas que se encuentren en la prisión. Al pasar a la Administración estatal es un requisito fundamental.

Con la reforma que será registrada en el BOE en los próximos días, la palabra de los funcionarios testigos de una agresión o un pleito será "suficiente para adoptar la resolución que proceda". Existe una excepción. Si se producen pruebas que contradigan el testimonio del funcionario, el testigo deberá aportar pruebas. En caso de una resolución contraria, no tendrá perjuicios.

Indeminizaciones económicas y régimen diferencial

Uno de los puntos fundamentales de la reforma es la obligación de resarcir económicamente a los funcionarios que sufran daños materiales o personales en acto de servicio. La cantidad dependerá de cada suceso y de las heridas que se produzcan. No se ha estimado un barómetro debido a los múltiples incidentes.

En el caso de que el agente se viera afectado por una riña se garantizará su separación del resto "así como la separación de otros reclusos en el supuesto de ser ingresados en prisión".

Las agresiones contra los funcionarios aumentan en las prisiones

Tal y como desveló LA RAZÓN a finales de febrero la tónica de agresiones no ha dejado de aumentar contra los funcionarios de prisiones en los últimos años. En 2023, según los datos oficiales, se produjeron 508 ataques en las cárceles de la Administración General del Estado, diez de ellas de carácter grave. Peor fue el último registro. El año pasado se produjo un nuevo récord con 529 ataques y 119 de "violencia sexual".

"Estas cifras suponen un nuevo y triste récord que evidencia una realidad de violencia estructural que se cronifica año tras año. No hablamos de hechos aislados, sino de una conflictividad generalizada que afecta a la práctica totalidad de los centros penitenciarios", apuntaron desde ACAIP.

Ahora el siguiente paso, siguiendo las demandas de la Guardia Civil, será obtener el estatus de profesión de riesgo. Pero eso ya es otra guerra.

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Qué supone y como afecta a los funcionarios de prisiones convertirse en agentes de autoridad

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El Congreso aprueba la ponencia para reconocer como agentes de autoridad a los funcionarios de prisiones
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Vox queda fuera de la Mesa del Parlamento de Andalucía

La legislatura empieza fuerte. Con la negociación entre PP y Vox para lograr la investidura de Juanma Moreno abierta, los de Abascal no obtienen representación en la Mesa del Parlamento, el órgano que reparte el juego en la Cámara. Repite Jesús Aguirre como presidente de la institución, el segundo cargo más importante de la comunidad tras el del presidente de la Junta. El PP obtiene dos vicepresidencias y el PSOE, una. Las secretarías se reparten entre Jota Carmona, del PP; Olga Manzano, del PSOE ; y Julia Ibáñez Martínez, del PP.

Pasadas las 12:10 arrancó el Pleno de constiución del Parlamento de Andalucía, con gran expectación y, en principio, con dudas sobre el acuerdo del grupo mayoritario del PP con Vox para la composición de la Mesa. El Pleno, trasladado de la antigua capilla del Hospital de las Cinco LLagas por obras, obligó a celebrar la jornada con el gran parte del público y toda la prensa fuera de la sala. El Pleno de una legislatura que depende en gran medida del apoyo de Vox al PP para conseguir la mayoría, comenzó con un minuto de silencio por las últimas víctimas de violencia de género y por el fallecimiento del que fuera consejero de Universidad José Carlos Gómez Villamandos. Una rosa blanca, como ocurrió en el último Consejo de Gobierno, ocupó el escaño de Villamandos. Sonaba con fuerza el nombre de Patricia del Pozo pero repite como presidente del Parlamento de Andalucía Jesús Aguirre.

La sesión constitutiva del Parlamento de la XIII legislatura arrancó con la constitución de la Mesa de Edad, presidida por el propio Aguirre, como el de mayor edad (70 años) y por los parlamentarios de Adelante Andalucía Javier Montes (número dos por Sevilla, de 26 años) y Luis Rodrigo (número uno por Málaga, de 27 años).

Por Andalucía no presentó candidato a la Presidencia del Parlamento, al igual que Vox y PSOE. Adelante Andalucía sí presentó a Begoña Iza. El PP presentó como candidato a Jesús Aguirre. La primera votación se saldó con un total de 53 votos para Aguirre, que son los escaños que consiguió el Partido Popular en las pasadas elecciones del 17 de mayo. Begoña Iza obtuvo 8 votos y se registraron 48 abstenciones. Al no tener mayoría absoluta, se repitió la votación. El segundo recuento se saldó con el mismo resultado y Aguirre quedó proclamado presidente del Parlamento por mayoría simple.

Patricia del Pozo fue clave en la primera legislatura en las negociaciones para conformar Gobierno con Cs con el apoyo extraparlamentario de Vox y sonó con fuerza, otra vez, como presidenta de la Cámara andaluza. Aguirre es el candidato de mayor edad del Parlamento. Juanma Moreno vuelve a apostar por la seguridad. En la anterior legislatura, Aguirre recibió críticas de la oposición principalmente por no permitir un debate general sobre la sanidad, principalmente tras la crisis de los cribados de cáncer.

Jesús Aguirre pasó a presidir el Parlamento de Andalucía después de ser consejero de Salud en la primera legislatura con Juanma Moreno. Ha sido diputado por Córdoba en la candidatura del Partido Popular; Médico titular A.P.D. (Asistencia Pública Domiciliaria) por oposición desde 1982. Ha trabajado en Peñarroya-Pueblonuevo, Carcabuey, Fuente Palmera y Córdoba. También ha sido delegado de la Junta de Personal del Área Centro de Córdoba del SAS (1996-2003); Vicepresidente del sindicato Médico de Córdoba (1998-2001); Presidente del Iltre. Colegio Oficial de Médicos de Córdoba (febrero 2001-2006); y Vicepresidente del Consejo General de Colegios Oficiales de Médicos de España (2006-2008). En el Partido Popular ha sido Senador electo por Córdoba en las Legislaturas IX, X y XII. Es miembro de la Junta Directiva Regional y Local del Partido Popular y miembro del Comité ejecutivo Local del PP.

El Parlamento andaluz, según recogió Ep, ha contado con once presidentes distintos desde su primera legislatura, constituida en 1982, de los que ocho han sido hombres -Antonio Ojeda, Ángel López, José Antonio Marín Rite, Diego Valderas, Francisco Javier Torres Vela, Manuel Gracia, Juan Pablo Durán y Jesús Aguirre-, y tres mujeres; en concreto, María del Mar Moreno, Fuensanta Coves y Marta Bosquet.

Vicepresidencias

Ana Mestre obtuvo 33 votos para la vicepresidencia; Fernando López Gil fue el segundo más votado; vicepresidente tercero fue elegido Manuel Andrés González. Vox se queda sin representación en la Mesa del Parlamento. En Andalucía, a diferencia de otras regiones, es la primera vez que ocurre desde que tienen representación parlamentaria, esto es, desde enero de 2019. Los candidatos de Vox -Beatriz Sánchez-, Adelante Andalucía -Begoña Iza- y Por Andalucía -Esperanza Gómez- se han quedado sin ser elegidas al obtener 15, ocho y cinco votos, respectivamente.

Aguirre, tras la jura o promesa del cargo de los 109 diputados, agradeció la confianza depositada en él. "Comenzamos la XIII Legislatura con una amplio sentido de responsabillidad", señaló, invitando a "dialogar desde el respeto y la cortesía parlamentaria". Aguirre apeló a las palabras del Papa León XIV en el Congreso, sobre el diálogo y "la grandeza del servicio".

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El presidente del Parlamento andaluz, Jesús Aguirre

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El Parlamento de Andalucía celebra la sesión constitutiva de la XIII legislatura
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