Fogo em Terras de Bouro combatido por 200 operacionais

© PAULO NOVAIS/LUSA

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O incêndio que deflagrou na noite de quarta-feira no concelho de Terras de Bouro, estava hoje, pelas 19:00, a ser combatido por cerca de 200 operacionais, 58 veículos terrestres e sete meios aéreos.
Fonte do Comando Sub-regional do Cávado adiantou à agência Lusa que o incêndio, com origem na freguesia de Valdosende, continua a lavrar com duas frentes ativas, numa encosta e a consumir mato, sublinhando não haver casas ou bens em risco.
Este incêndio foi tendo ao longo do dia de hoje vários momentos de reforço de meios terrestres e aéreos.
Às 06:30, o combate às chamas mobilizava 75 operacionais de várias corporações de bombeiros, apoiados por 18 veículos, estando “a consumir uma área de mato numa encosta de difícil acesso”, indicou na ocasião o Comando Sub-regional do Cávado.
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34 equipas operacionais de 1ª intervenção em fogos rurais de Loulé reuniram-se em Vale Maria Dias, na freguesia de Salir, na terça-feira, para «um momento de formação e sensibilização», onde também foram esclarecidas «dúvidas sobre procedimentos que devem ser acautelados por estas equipas em contexto real».
O 9º Encontro Municipal de Equipas de 1ª Intervenção em Fogos Rurais teve lugar na Unidade Avançada de Proteção Civil e teve o objetivo geral de «otimizar a resposta a incêndios florestais, numa altura em que estamos a entrar na fase crítica do ano», segundo a Câmara de Loulé.
Esta foi «uma ação eminentemente prática, fomentando as dinâmicas de grupo. O Serviço Municipal de Proteção Civil de Loulé abordou as temáticas das regras de segurança, comunicações rádio (noções básicas) e equipamentos de proteção individual. Coube ao ICNF – Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas esclarecer dúvidas sobre o fogo controlado e a prevenção estrutural».
O representante do Exército, uma das entidades parceiras da Câmara Municipal de Loulé, «fez o enquadramento da sua presença neste dispositivo, abordando ainda a questão da vigilância armada das Forças Armadas».
«Já os Bombeiros Sapadores de Loulé, elementos que estão na linha da frente do combate a incêndios, esclareceram os participantes no Encontro sobre o protocolo de segurança e a importância da segurança nos teatros de operação. Finalmente, a GNR – Guarda Nacional Republicana explicou como decorrem os processos de investigação das causas de incêndio e a importância da preservação de vestígios», descreveu a autarquia.
O dispositivo do concelho de Loulé conta com equipas de diversas entidades locais, nomeadamente de associações e clubes de caça (22 equipas), dos Sapadores Florestais de Loulé (uma equipa), dos Sapadores Florestais da Serra do Caldeirão (uma), da Quinta da Ombria (uma), Vigiquinta (Quinta do Lago, uma) , de Juntas de Freguesia (seis – Ameixial, Salir, Alte, Querença, Tôr e Benafim) e duas equipas municipais de Intervenção Florestal .
«Todas as equipas estão dotadas de kits de primeira intervenção cedidos pelo Município, equipados com depósitos de água, motobombas, abafadores e equipamentos de proteção individual», salientou a Câmara de Loulé.
A autarquia lembra que, na semana em que se celebrou o dia do município reforçou este apoio «com a entrega de reboques com kits adicionais para pré-posicionamento nas Juntas de Freguesia».
«Estas forças desempenham um papel crucial ao garantir o ataque inicial rápido, extinguindo a maioria dos focos de incêndio à nascença. Atuam ainda no rescaldo e na vigilância diurna e noturna. Os caçadores assumem relevância especial pelo conhecimento profundo do território, guiando os bombeiros no terreno», resumiu.
Face às previsões de um ano particularmente difícil, a Câmara Municipal de Loulé «vai intensificar as campanhas de sensibilização pública. O plano de segurança para os meses de maior risco inclui o patrulhamento a cavalo da GNR e a vigilância ativa das equipas do Exército no interior do concelho. O Município irá também acelerar as medidas de proteção da floresta, como a criação de mais Condomínios de Aldeia e o programa “Aldeias Seguras”».
«Este ano será particularmente difícil, por isso temos que estar todos muito vigilantes. O Município vai reforçar as medidas de sensibilização e comunicação para o risco de incêndio e para a necessidade de todos adotarmos medidas preventivas que permitam reduzir o risco de incêndio. Só assim poderemos evitar uma eventual calamidade que coloque em risco a população, os seus bens e também o nosso património natural», assegurou Telmo Pinto, presidente da Câmara Municipal de Loulé.
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O Município de Loulé reuniu o seu dispositivo local no 9º Encontro Municipal de Equipas de 1ª Intervenção em Fogos Rurais, evento que decorreu na passada terça-feira, na Unidade Avançada de Proteção Civil, em Vale Maria Dias, freguesia de Salir. Esta iniciativa juntou 34 equipas operacionais, com vista a otimizar a resposta a incêndios florestais, […]

© PEDRO SARMENTO COSTA/LUSA


© FOTOILUSTRAÇÃO INÊS CORREIA / OBSERVADOR

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Loulé reuniu 34 equipas para reforçar a preparação do dispositivo local para o período crítico de incêndios rurais.
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O combate ao incêndio florestal que lavra já desde o início da noite de quarta-feira, em Valdosende, no concelho de Terras de Bouro, foi reforçado ao início da manhã desta quinta-feira, com três meios aéreos, estando na zona 90 bombeiros e 25 veículos.
As chamas deflagraram por volta das 20 horas de quarta-feira, nas imediações do lugar do Assento, no centro da freguesia de Valdosende, por razões ainda a determinar, tendo sido combatidas toda a madrugada por mais de meia centena de bombeiros.
Face à escuridão e aos múltiplos fios elétricos de alta tensão, não houve qualquer possibilidade de destacar quaisquer meios aéreos para o teatro de operações, mas logo ao início da manhã, já foram mobilizados três meios aéreos para a zona do incêndio.
Além dos Bombeiros Voluntários de Terras de Bouro, várias corporações da área de jurisdição da Subregião do Cávado da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) e ainda militares da GNR estão a combater o incêndio florestal.
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© MIGUEL PEREIRA DA SILVA/LUSA


O incêndio que deflagrou esta quarta-feira, dia 10 de Junho, numa zona de mato do concelho de Odemira foi dado como dominado ao final da noite, de acordo com o site da Proteção Civil.
O fogo que lavrou mais de 11 horas na freguesia de São Luís está em fase de resolução desde as 23h45, depois de uma segunda frente, que estava em direção a sul, também ter sido debelada.
Durante a tarde, os bombeiros tiveram de defender das chamas, que lavravam desde as 11h49, um monte onde residem dois homens.
«Não ofereceu qualquer perigo, nem para os habitantes nem para os animais», porque, graças à intervenção dos bombeiros, «o incêndio contornou o monte», adiantou à Lusa o comandante Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alentejo Litoral, Tiago Bugio.
Cerca das 00h30, continuavam no terreno 138 operacionais, com o apoio de 54 meios terrestres.
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Um incêndio florestal de grandes proporções está a consumir uma zona alargada da freguesia de Valdosende, em Terras de Bouro.
O incêndio começou poucos minutos antes das 20:00 desta quarta-feira, na localidade de Assento.

Às 22:30, estavam no teatro de operações 64 operacionais e 16 veículos de diversas corporações do distrito de Braga, além da Guarda Nacional Republicana.
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© Luís Forra/LUSA
O incêndio numa zona de mato que deflagrou esta quarta-feira no concelho de Odemira continuava, às 20h00, a lavrar com uma frente ativa, mobilizando 143 operacionais e quatro meios aéreos, revelou a Proteção Civil.
Em declarações à agência Lusa, o comandante Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alentejo Litoral, Tiago Bugio, indicou que «uma das duas frentes foi debelada», estando a outra, em direção a sul e junto a uma linha de água, a oferecer mais resistência ao combate.
Durante esta tarde, referiu o responsável, os bombeiros tiveram que defender das chamas um monte onde residem dois homens.
«Não ofereceu qualquer perigo, nem para os habitantes nem para os animais», porque, graças à intervenção dos bombeiros, «o incêndio contornou o monte», adiantou.
Tiago Bugio previu que o incêndio seja controlado nas próximas horas, antevendo «muito trabalho» durante a noite.
«O objetivo é evitar que esta frente em direção a sul progrida, seguidamente é consolidar todo o perímetro com máquina de rasto e também fazer um rescaldo de forma a evitar reativações», acrescentou.
O fogo, para o qual foi dado alerta às 11h49, consome uma área de mato na freguesia de São Luís.
Às 20h00, as chamas eram combatidas por 143 operacionais, apoiados por 52 veículos, dois aviões e dois helicópteros.
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Um incêndio florestal que deflagrou, na terça-feira da semana passada, danificou parte do passadiço junto ao marco de fronteira n.º 1, em Cevide, Melgaço.
As chamas terão tido origem num terreno agrícola situado nas imediações e que acabaram por se alastrar até aos passadiços em madeira que ligam a aldeia ao emblemático marco de fronteira, que é o ponto mais a norte de Portugal.
Desde o dia do incêndio, os Bombeiros Voluntários de Melgaço têm sido chamados com regularidade para consolidar o rescaldo, devido ao risco de reacendimento no local, apurou O MINHO junto de fonte da corporação.
Esta quinta-feira, os bombeiros acionados às 17:00 e deslocaram-se ao local.
Mário Monteiro, um conhecido impulsionador da aldeia de Cevide, confirma a destruição parcial dos passadiços, uma situação “muito triste”.
Em declarações a O MINHO, apela à autarquia de Melgaço para que proceda à limpeza do mato na zona para evitar que o fogo atinja aquela zona emblemática.
A Junta de Freguesia de Cristóval interditou entretanto os passadiços por “questões de segurança”.
“Tentaremos ser breves na reparação desta nossa pérola”, refere a Junta, numa publicação nas redes sociais.



A aldeia de Cevide é onde começa Portugal, isto é, onde se situa o primeiro marco de fronteira.
O acesso ao marco de fronteira é feito através de um pequeno passadiço com cerca de um quilómetro.
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