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Praia na Europa cobra 10€ à entrada e os banhistas entre 10 e 65 anos não podem levar chapéu-de-sol

Uma praia na Sardenha, em Itália, está no centro da polémica depois de ter introduzido uma taxa de entrada de 10 euros e regras invulgares que limitam o uso de chapéus-de-sol no areal. A situação ocorre em Punta Molentis, onde as autoridades locais justificam as medidas com a proteção ambiental, mas a decisão está a gerar contestação pública.

De acordo com o jornal The Guardian, o acesso à praia passou a estar condicionado ao pagamento de uma taxa de 10 euros por visitante, numa medida enquadrada na reabertura do espaço após um incêndio florestal ocorrido no ano anterior. A mesma publicação refere que foram ainda impostas restrições ao uso de sombra no areal.

Apenas crianças com menos de 10 anos podem utilizar chapéus-de-sol, e apenas um por grupo familiar, ficando a maioria dos banhistas entre os 10 e os 65 anos impedida de recorrer a este tipo de proteção individual. A proibição inclui ainda estruturas, como tendas e pérgolas.

Justificação ambiental e contestação

A Câmara Municipal de Villasimìus justifica as medidas com a necessidade de proteger uma área de conservação afetada por incêndios e fenómenos meteorológicos extremos. Num comunicado citado pelo The Guardian, a autarquia refere que “é necessário limitar o impacto [humano] e assegurar a proteção desta herança para as gerações futuras”.

Conforme a mesma fonte, as regras estarão em vigor até ao final de outubro e pretendem reduzir a pressão sobre o ecossistema local. No entanto, a decisão tem gerado críticas nas redes sociais, com vários utilizadores a questionarem a lógica das restrições e a apontarem riscos associados à exposição solar.

Outras medidas em praias italianas

Outras praias em Itália têm vindo a adotar limitações semelhantes para controlar a afluência turística. Em Jesolo, na região de Veneza, foram impostas restrições ao número de chapéus de praia, numa tentativa de aumentar o espaço disponível no areal.

Estas medidas surgem num contexto em que várias praias públicas italianas enfrentam forte procura durante o verão, em parte devido ao custo elevado dos clubes privados e do aluguer de equipamentos balneares.

Procura por destinos alternativos

A crescente pressão turística tem levado também à divulgação de destinos menos congestionados. A revista Condé Nast Traveler destacou recentemente várias localidades italianas fora dos grandes centros urbanos, como Maratea, Portofino, Carloforte e Taormina, sugerindo alternativas mais tranquilas para visitantes.

O caso de Punta Molentis mantém-se, entretanto, no centro do debate sobre o equilíbrio entre preservação ambiental e acesso livre a espaços naturais.

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Adeus A2? Há uma maneira de chegar ao Algarve em 35 minutos (e começa perto de Lisboa)

Uma ligação aérea promete encurtar significativamente a distância entre Lisboa e o Algarve, oferecendo uma alternativa mais rápida e prática às tradicionais viagens por estrada ou através de aeroportos congestionados. Operada pela Sevenair, esta rota parte de Cascais e liga diretamente a Portimão, permitindo completar o trajeto em cerca de 35 minutos.

Este tipo de voo regional tem relevância sobretudo para quem precisa de deslocações rápidas, seja por motivos profissionais, familiares ou turísticos. Em épocas de maior procura, a ligação pode ser vista como mais do que uma curiosidade, embora os 35 minutos digam respeito apenas ao tempo de voo e não incluam deslocações até ao aeródromo, check-in ou saída no destino.

Ligação regional

De acordo com a plataforma Flight Connections, a Sevenair é a operadora que assegura voos diretos entre Cascais e Portimão. A própria Sevenair apresenta esta ligação como parte da sua linha aérea regional, que liga Bragança, Vila Real, Viseu, Cascais e Portimão, funcionando como uma rede interna de mobilidade nacional.

Para além disso, a operação decorre no âmbito de uma concessão pública de serviços aéreos regulares entre Bragança e Portimão. O objetivo é facilitar o transporte regional entre cidades e aeródromos fora da rede principal de aeroportos comerciais, permitindo deslocações rápidas dentro do país.

A rota evita a viagem pela A2 e dispensa a passagem pelos aeroportos comerciais de Lisboa ou Faro. Ainda assim, continua a ser uma viagem aérea: o passageiro deve cumprir horários, confirmar a reserva e fazer check-in nos termos definidos pela companhia.

Aviões pequenos, trajeto rápido

As aeronaves utilizadas são aviões Dornier 228, com capacidade até 19 passageiros. Segundo a Sevenair, trata-se de um modelo preparado para operações de curta e média distância e apto a operar em pistas curtas, o que permite utilizar aeródromos municipais sem necessidade de grandes infraestruturas aeroportuárias.

A escolha deste equipamento ajuda a tornar a operação compatível com aeródromos regionais como Cascais e Portimão. Como o voo entre Cascais e Portimão dura cerca de 35 minutos, o tempo em viagem é bastante inferior ao de uma deslocação por estrada ou comboio, embora a comparação real dependa sempre do ponto de partida, do trânsito, do check-in e da chegada ao destino final.

Frequência e horários semanais

Segundo a Flight Connections, em junho de 2026 a rota Cascais-Portimão tinha cerca de 12 voos por semana, com uma média de dois voos por dia nesse sentido. Os horários variavam entre o período da manhã e o final da tarde, consoante a data escolhida.

No sentido inverso, entre Portimão e Cascais, a mesma plataforma indicava também cerca de 12 ligações semanais, com partidas em horários semelhantes. Esta estrutura permite organizar deslocações rápidas, incluindo viagens de ida e volta no mesmo dia, quando os horários disponíveis o permitem.

A Sevenair refere ainda que, no verão, a linha aérea regional tem duas viagens diárias a atravessar o país, enquanto no inverno a oferta é mais reduzida. Como os horários podem variar, a confirmação deve ser feita no site da companhia antes da compra.

Preços e procura sazonal

Os preços dos bilhetes variam consoante a tarifa, a data, a disponibilidade e as condições de reserva. Em junho de 2026, comparadores de voos como a Skyscanner indicavam valores de ida e volta a partir de cerca de 140 euros para a ligação entre Cascais e Portimão, embora sujeitos a alteração e disponibilidade.

A Sevenair disponibiliza diferentes tipos de tarifas, com regras próprias para alterações, reembolsos, bagagem e permanência mínima em algumas modalidades. Por isso, o preço final deve ser sempre confirmado no momento da reserva.

Ao longo do ano, o perfil dos passageiros também muda. Segundo a Sevenair, no inverno há maior utilização por professores universitários, estudantes, empresários e políticos, enquanto no verão aumentam os turistas e emigrantes. Esta variação ajuda a explicar a maior procura sazonal da ligação.

Alternativa prática ao transporte terrestre

Para quem pretende evitar filas nas autoestradas ou uma viagem longa de comboio com transbordos, esta ligação aérea representa uma alternativa prática. Além da rapidez do voo, o uso de aeródromos municipais pode tornar a experiência mais direta do que uma deslocação por aeroportos comerciais de maior dimensão.

Ainda assim, não se trata de uma solução sem formalidades. A Sevenair indica que o check-in online está disponível a partir de 48 horas e até 1h30 antes da saída programada do voo. Quem tiver bagagem de porão deve também cumprir os procedimentos definidos pela companhia.

A rota entre Cascais e Portimão surge, assim, como uma alternativa consistente para ligar a zona de Lisboa ao Algarve. A possibilidade de voar entre os dois aeródromos em cerca de 35 minutos pode ser especialmente útil para deslocações profissionais, visitas rápidas ou viagens em períodos de maior trânsito nas estradas.

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Cidade no Algarve junto à praia tem um hotel de luxo com um spa onde qualquer um pode entrar por 10,50€

No Algarve, um circuito de spa num hotel de quatro estrelas em Portimão está a ser vendido em promoção por 10,50 euros por pessoa, numa experiência de bem-estar que inclui várias instalações de relaxamento e regras específicas de utilização. A oferta integra o Soul Spa, no Jupiter Marina Hotel, e está disponível através de uma plataforma de reservas online.

De acordo com a Odisseias, a experiência inclui acesso ao Circuito de Relaxamento Aqua Soul, válido para duas pessoas, com piscina dinâmica, jatos de água, duches sensoriais, camas aquáticas, sauna, banho turco e zona de relaxamento durante uma hora. O preço promocional pode descer até cerca de 10,50 euros por pessoa mediante utilização de código de um código de desconto válido até ao final desta quinta-feira, 11 de junho.

A mesma fonte indica que o voucher tem validade prolongada e pode ser utilizado até três anos e três meses após a compra, embora com regras como a proibição de entrada a menores de 16 anos e a obrigatoriedade de uso de touca e fato de banho, que podem ser adquiridos no local.

Condições de acesso e funcionamento

Segundo a Odisseias, o acesso inclui ainda 10% de desconto noutros serviços do spa, desde que contratados diretamente no espaço, sendo obrigatória reserva por email e sujeição a horários definidos pelo hotel. O cancelamento gratuito só é permitido até 48 horas antes da utilização.

A plataforma acrescenta que o preço base da experiência é de 29,99 euros para duas pessoas, sendo reduzido através de campanhas promocionais, o que tem aumentado a procura por este tipo de ofertas no setor do turismo de bem-estar no Algarve.

Hotel e o conceito de experiência

O Jupiter Marina Hotel, onde se integra o spa, apresenta-se como um projeto de reabilitação da antiga Fábrica de Conservas Facho, transformada num hotel de quatro estrelas em Portimão com foco em experiências para casais.

De acordo com o site do próprio hotel, o conceito “Couples & Spa” assenta numa ligação ao Rio Arade e numa estética boho-chic, combinando tons pastel, referências ao Algarve e elementos de design inspirados na região.

A mesma fonte descreve o espaço como pensado para proporcionar uma experiência imersiva de relaxamento e romance, com serviços orientados para estadias a dois e atividades de bem-estar integradas no hotel.

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Pais têm de pagar 9,27€ para se sentarem ao lado dos filhos nos voos da Ryanair? Companhia aérea está a ser investigada e tem uma resposta

A cobrança de cerca de 9,27 euros por viagem para garantir que pais e filhos viajam juntos nos voos da Ryanair está a ser analisada pelas autoridades britânicas, num processo que levanta dúvidas sobre práticas comerciais no transporte aéreo lowcost. A investigação incide sobre a forma como a taxa é aplicada e comunicada aos consumidores durante a reserva.

De acordo com o portal de notícias Dinheiro Vivo, a Autoridade da Concorrência e Mercados do Reino Unido (CMA) abriu uma investigação à Ryanair para avaliar se a taxa associada ao chamado “assento familiar obrigatório” pode estar a obrigar os pais a pagar por um serviço que, na prática, seria necessário para cumprir regras de segurança e de proteção de menores.

A entidade reguladora está a analisar se esta cobrança pode ser considerada uma cláusula abusiva à luz da legislação de defesa do consumidor, bem como se o custo é apresentado de forma transparente no momento da compra. A CMA sublinha ainda que pretende perceber se o valor é “adicionado” apenas no final do processo de reserva, em vez de surgir de forma clara desde o início.

Posição da companhia aérea

A Ryanair rejeita qualquer irregularidade e defende que o modelo cumpre a legislação em vigor. Em comunicado citado pela agência noticiosa Reuters, a companhia afirma que “a política de assentos familiares da Ryanair está em total conformidade com todas as leis e regulamentos relevantes”.

A empresa acrescenta ainda que não cobra qualquer taxa para que crianças viajem ao lado dos pais ou acompanhantes adultos, sublinhando que os passageiros que escolhem lugares marcados seguem a mesma lógica tarifária aplicada a todos os adultos.

Num esclarecimento adicional, a transportadora refere: “Tal como todos os adultos que selecionam um lugar reservado, os adultos que viajam com crianças pagam uma taxa de lugar reservado, mas podem selecionar lugares reservados ao lado deles para até quatro crianças na mesma reserva, GRATUITAMENTE”.

O que está em causa na prática

A CMA contrapõe que outras companhias aéreas garantem o lugar de crianças ao lado dos pais sem custos adicionais, seja através da atribuição automática de lugares durante o check-in, seja por políticas internas que evitam cobranças adicionais neste tipo de situação.

Segundo a mesma autoridade, a investigação integra um conjunto mais amplo de ações destinadas a avaliar práticas que possam agravar o custo de vida dos consumidores, com especial atenção aos passageiros mais vulneráveis. Para já, não há qualquer conclusão sobre eventual violação da lei por parte da Ryanair, sendo o processo ainda preliminar.

A companhia, por seu lado, afirma que espera “desmentir” as acusações e manter o atual modelo de atribuição de lugares, enquanto o processo regulatório segue em análise.

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Três cidades no Alentejo integram pela primeira vez a rede da FlixBus

A FlixBus anunciou uma nova linha rodoviária entre Lisboa e Badajoz que vai reforçar as ligações entre Portugal e Espanha e levar a operadora, pela primeira vez, a três cidades do Alentejo. De acordo com o portal O Digital, Estremoz, Borba e Elvas passam agora a integrar a rede da empresa, num movimento que marca também a entrada da FlixBus no Alto Alentejo.

A nova rota liga Lisboa e Badajoz com paragens em Setúbal, Montemor-o-Novo, Évora, Estremoz, Borba e Elvas. Segundo a mesma fonte, a ligação permitirá criar percursos diretos entre Badajoz e várias localidades alentejanas, além de reforçar a mobilidade transfronteiriça na região.

Entrada no Alto Alentejo

Com esta expansão, a operadora passa a ter presença em cidades onde ainda não operava. Estremoz, Borba e Elvas entram pela primeira vez na rede da FlixBus, ganhando acesso direto a Lisboa e à cidade espanhola de Badajoz.

A empresa considera que esta ligação pode beneficiar tanto residentes como visitantes, ao aumentar as opções de transporte rodoviário numa zona do país com menor oferta de ligações internacionais.

Percursos e tempos de viagem

Segundo a informação divulgada, a viagem entre Lisboa e Badajoz terá uma duração inferior a quatro horas. Já o percurso entre Setúbal e Badajoz poderá ser feito em pouco mais de três horas.

Entre as novas ligações disponíveis estão Lisboa-Estremoz, Lisboa-Borba, Lisboa-Elvas, Setúbal-Estremoz, Setúbal-Borba, Setúbal-Elvas, Badajoz-Setúbal e Badajoz-Montemor-o-Novo.

Horários e preços

Numa fase inicial, a linha contará com duas circulações diárias, uma em cada sentido. As partidas de Lisboa, a partir da Gare do Oriente, estão previstas para as 9:45 h, enquanto as viagens com origem em Badajoz arrancam às 16:25 h.

Os bilhetes já estão disponíveis na aplicação móvel, no site da operadora, nos pontos de venda Pagaqui e em agências de viagens parceiras. Os preços começam nos 8,49 euros para Lisboa-Estremoz e nos 9,49 euros para Lisboa-Elvas.

Onde ficam as novas paragens

A FlixBus revelou também os locais das novas paragens no Alentejo. Em Estremoz, os autocarros vão operar a partir do Terminal Rodoviário da cidade. Em Borba, a paragem ficará na Praça da República, enquanto em Elvas será junto ao viaduto de ligação ao centro histórico.

No comunicado citado pelo portal O Digital, o diretor das operações da FlixBus em Portugal, Tiago Cavaco Alves, afirmou que a chegada da empresa a estas cidades “reforça o compromisso de tornar a mobilidade mais acessível e sustentável a todo o território nacional”.

Acrescentou ainda que a expansão poderá contribuir para “a coesão territorial e para o reforço das ligações transfronteiriças entre Portugal e Espanha”.

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Sardenha. Proteção de dunas leva a proibição de guarda-sóis

Novas regras devem-se aos fenómenos climáticos extremos que colocam em risco as dunas e incluem também o pagamento de uma entrada por pessoa que varia entre os cinco e os dez euros.

© Getty Images

Praia de Punta Molentis estava encerrada desde julho de 2025, devido a um incêndio.
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Secar roupa em casa sem dores de cabeça? Conheça o truque que ‘resolve tudo’ em tempo recorde

A dificuldade em secar roupa dentro de casa torna-se evidente sempre que o frio e a chuva se instalam. Com menos ventilação e níveis de humidade mais elevados, o processo arrasta-se durante horas ou até dias, muitas vezes acompanhado por odores pouco agradáveis. Para contrariar este cenário, um método vindo do Japão começa a ganhar destaque por prometer uma secagem mais rápida e eficiente, sem recurso a equipamentos.

De acordo com a Women’s Health, revista especializada em lifestyle, esta abordagem tem sido difundida por criadoras de conteúdos europeias e assenta numa reorganização eficaz da forma como a roupa é pendurada dentro de casa. A ideia surge como resposta a uma dificuldade comum em muitas habitações, onde o espaço disponível é limitado e a ventilação nem sempre é suficiente.

Método “arco-íris” aposta na circulação de ar

Conhecido como método “arco-íris”, o processo baseia-se num princípio simples: substituir as molas do estendal por cabides. Cada peça de roupa é colocada individualmente, criando automaticamente mais espaço entre tecidos. Essa separação favorece a circulação de ar, considerada essencial para acelerar a secagem e evitar o acumular de humidade.

A organização das peças também segue uma lógica específica. No centro devem ficar os itens mais curtos, como camisolas ou t-shirts, enquanto as roupas mais compridas, como calças ou vestidos, são colocadas nas extremidades. Esta disposição cria um efeito visual semelhante a um arco, ao mesmo tempo que permite uma ventilação mais uniforme em toda a estrutura.

Outro aspeto relevante prende-se com a localização do estendal ou do suporte de cabides. Colocar a roupa em zonas de passagem de ar, como perto de portas ou corredores, pode contribuir para um processo mais eficiente. Mesmo em ambientes fechados, pequenas correntes de ar ajudam a retirar humidade das fibras têxteis.

Menos odores e menos vincos

Além de reduzir o tempo de secagem, o método apresenta outras vantagens práticas. Ao evitar que as peças fiquem demasiado próximas umas das outras, diminui-se o risco de surgirem odores a mofo, frequentemente associados a roupa que demora vários dias a secar. A ventilação contínua impede a retenção de humidade nas zonas mais densas dos tecidos.

Outro efeito visível é a redução de vincos. Como a roupa permanece suspensa em cabides e com menor contacto entre peças, tende a secar com uma forma mais uniforme. Em muitos casos, este detalhe pode traduzir-se numa menor necessidade de passar a ferro, sobretudo em peças de uso diário.

Segundo a mesma fonte, a combinação entre simplicidade e eficácia tem contribuído para a popularização deste método fora do Japão, sobretudo em regiões onde o clima limita a secagem ao ar livre durante grande parte do ano. Sem exigir investimento adicional e adaptando-se facilmente a diferentes espaços, esta técnica surge como uma alternativa prática para a rotina doméstica, especialmente em épocas de maior humidade.

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Sunset no Parque leva música, convívio e animação ao coração de Pechão

O Parque de Convívio e Lazer de Pechão recebe, no próximo sábado, dia 13 de junho, a primeira edição do Sunset no Parque, uma iniciativa de entrada livre promovida pelo Clube Oriental de Pechão.

O evento, que pretende assinalar o arranque do verão na freguesia, junta música, convívio e animação ao ar livre, num ambiente pensado para reunir famílias, jovens e visitantes numa das zonas mais emblemáticas da aldeia.

Com início marcado para as 18:30 e prolongando-se até às 02:00, o Sunset no Parque contará com as atuações do Pagode do Buiú e do DJ King Bizz.

Segundo a organização, a iniciativa promete marcar o início da época estival em Pechão com “música, convívio e animação ao ar livre”, reforçando a aposta do clube na dinamização da freguesia e na criação de momentos de encontro entre a comunidade.

Além da componente musical, o evento contará com uma zona de comes e bebes, onde estarão em destaque as tradicionais caipirinhas, contribuindo para criar o ambiente ideal para celebrar a chegada do verão.

Clube aposta em eventos modernos e comunitários

Nos últimos anos, o Clube Oriental de Pechão tem vindo a afirmar-se como uma associação dinâmica, impulsionada por uma direção jovem que tem apostado na promoção da cultura, do convívio e da participação comunitária.

Para Miguel Granja, presidente da Direção do Clube Oriental de Pechão, o Sunset no Parque representa mais um passo nesse percurso. “Queremos que o Sunset no Parque seja muito mais do que uma festa. Queremos criar momentos que aproximem as pessoas, valorizem a nossa terra e mostrem que uma aldeia como Pechão pode ter eventos modernos, diferenciadores e capazes de mobilizar toda a comunidade. Esta é a primeira edição e acreditamos que será o início de algo muito especial.”

A organização convida toda a população da freguesia, do concelho e os visitantes da região “a juntarem-se a esta celebração que assinala o início do verão num ambiente de partilha, música e boa disposição”.

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Alemães destacam praia no Algarve pelas lagoas naturais e poucas multidões: “Paisagem é impressionante”

Uma página alemã dedicada à vida no Algarve destacou uma praia portuguesa pela combinação invulgar de mar, ribeira, dunas, falésias e lagoas naturais. O local fica na costa oeste algarvia e tem sido apontado como uma alternativa para quem procura paisagens menos urbanizadas e areais com menor pressão turística.

A praia em causa é a Praia da Amoreira, no concelho de Aljezur, integrada no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina. A página de Instagram @leben_in_der_algarve, criada por uma alemã que vive no Algarve, descreveu o local como uma das praias naturais mais espetaculares da costa portuguesa.

Mar e ribeira no mesmo cenário

O elemento que mais distingue a Praia da Amoreira é a foz da Ribeira de Aljezur, que desagua diretamente no Atlântico. Esta característica cria dois ambientes diferentes no mesmo espaço. De um lado, encontra-se o oceano, com ondulação mais forte e condições procuradas por surfistas e praticantes de bodyboard. Do outro, surgem zonas de água mais calma, associadas à ribeira, que podem tornar a praia mais apelativa para famílias, sobretudo durante a maré baixa.

Na publicação da página @leben_in_der_algarve, a criadora de conteúdos destaca precisamente esta versatilidade, sublinhando que a praia permite experiências diferentes no mesmo local.

Lagoas naturais mudam com a maré

Durante a maré baixa, a Praia da Amoreira transforma-se. A descida da água revela lagoas naturais, canais no areal e formações rochosas que ficam escondidas noutras alturas do dia.

Este sistema estuarino-lagunar dá ao local uma aparência diferente consoante a maré e a luz. A praia não se apresenta sempre da mesma forma, o que contribui para a sensação de descoberta referida por muitos visitantes. A combinação entre a ribeira e o Atlântico cria também um espaço de elevado valor paisagístico e ecológico, marcado por zonas de dunas, sapal e vegetação autóctone.

“A paisagem é impressionante”

A criadora da página alemã resume o impacto visual da Praia da Amoreira numa frase: “a paisagem é impressionante”. O destaque vai para as dunas preservadas, as falésias escuras e a amplitude do areal. Mesmo durante os meses mais procurados, a praia tende a manter uma sensação de espaço superior à de muitos areais mais pequenos ou urbanos do Algarve.

Outro ponto referido é a menor concentração de pessoas. Segundo a página @leben_in_der_algarve, mesmo no verão, é raro encontrar a praia demasiado cheia, o que ajuda a reforçar a imagem de refúgio natural.

Falésias e formações rochosas invulgares

A norte da praia, as arribas em xisto e grauvaques desenham uma forma que é frequentemente comparada à silhueta de um gigante deitado junto ao mar.

A sul, a paisagem apresenta formações rochosas associadas a vestígios fossilizados de uma antiga duna. Estes elementos acrescentam interesse geológico ao local e ajudam a distinguir a Amoreira de outras praias algarvias. A praia é, por isso, mais do que um areal para banhos. É também um ponto de observação da costa vicentina, com uma paisagem marcada por processos naturais que se mantêm visíveis no terreno.

Uma praia para surfistas, famílias e caminhantes

A Praia da Amoreira atrai públicos diferentes. Para surfistas, a exposição atlântica garante ondas consistentes. Para famílias, as lagoas formadas pela ribeira em maré baixa podem oferecer zonas mais calmas para brincar na água, sempre com atenção às condições do dia.

Para quem gosta de caminhadas, a praia está associada ao Circuito Praia da Amoreira, integrado nos percursos da Rota Vicentina e do Trilho dos Pescadores. Esta ligação reforça o perfil de destino de natureza, procurado por quem quer juntar praia, passeio e paisagem selvagem.

Acesso a partir de Aljezur

O acesso à Praia da Amoreira faz-se a partir de Aljezur, num percurso de cerca de sete quilómetros. A estrada atravessa o Vale D. Sancho, acompanhando a Ribeira de Aljezur e uma paisagem rural marcada por vegetação autóctone e pastagens.

A praia conta com Bandeira Azul, vigilância durante a época balnear, parque de estacionamento, restaurantes e apoio recreativo. Ainda assim, por se encontrar numa zona natural sensível, a visita exige respeito pela sinalização, pelos acessos definidos e pelas áreas dunares.

Um Algarve menos óbvio

A Praia da Amoreira mostra uma face diferente do Algarve. Em vez das grutas, falésias douradas e águas mais abrigadas do litoral sul, oferece uma paisagem atlântica, aberta e marcada pelo encontro entre rio e mar.

O destaque dado por uma página alemã dedicada à região reforça o interesse crescente de visitantes estrangeiros por praias menos massificadas e mais ligadas à natureza. Entre lagoas naturais, dunas, falésias e a sensação de espaço, a Amoreira continua a afirmar-se como uma das praias mais singulares de Aljezur. Um lugar onde, como resume a publicação alemã, a paisagem fala primeiro.

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Lego lança réplica da Sagrada Família com mais de 12 mil peças

A LEGO anunciou o que será o seu maior conjunto de sempre, pelo menos em número de peças. Trata-se de uma réplica da igreja mais alta do Mundo: a Sagrada Família, em Barcelona. O conjunto irá assinar os 100 anos da morte de Antoni Gaudí, o arquiteto catalão que projetou a igreja, que morreu em 1926, aos 73 anos, após ser atropelado por um elétrico. A nova construção recria ao detalhe o interior e o exterior da Sagrada Família, da Sagrada Família, que em outubro se tornou a mais alta do Mundo, seguindo as diferentes fases da sua edificação. “O

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João Neves voltou às origens: algarvio esteve em Tavira dias antes de se juntar ao estágio da Seleção Nacional

O jogador algarvio, João Neves, esteve em Tavira, nos dias que antecederam a sua integração no estágio da Seleção Nacional, num regresso às origens marcado por descanso, tempo em família e momentos partilhados com a namorada. De acordo com a revista TV Guia, o médio do Paris Saint-Germain aproveitou esta pausa antes de se ter juntado no último sábado, 6 de junho, ao grupo que prepara o Mundial de 2026.

Segundo a mesma fonte, o jogador algarvio não marcou presença no jogo frente ao Chile, devido ao calendário após o final de época ao serviço do clube francês, e apresentou-se mais tarde no estágio da Seleção.

Durante estes dias, João Neves esteve em Tavira, cidade onde nasceu e onde mantém ligações pessoais fortes, tendo aproveitado para descansar e circular pela região.

Descanso, namoro e ligação ao Algarve

A publicação acrescenta que o jogador esteve acompanhado pela namorada, Madalena Aragão, num período de lazer que incluiu passeios e praia, com vários momentos partilhados nas redes sociais.

Conforme a mesma fonte, Tavira tem um significado especial para o casal, por ter sido também o local onde surgiram os primeiros registos públicos da relação, tornando a passagem pelo Algarve particularmente simbólica.

Regresso ao trabalho com o Mundial no horizonte

A mesma revista refere ainda que João Neves se juntou ao estágio da Seleção a 6 de junho, já em preparação para o Mundial de 2026, competição que arranca no México, com Portugal a estrear-se a 17 de junho. O médio chega num momento de afirmação internacional, sendo apontado como uma das peças em destaque da nova geração da Seleção.

Segundo a mesma fonte, João Neves foi recentemente considerado o português mais valioso num ranking internacional, surgindo também associado a interesse de grandes clubes europeus, embora o Paris Saint-Germain não demonstre intenção de o vender. Entre descanso no Algarve e preparação para uma grande competição, o jogador entra agora numa fase decisiva da sua carreira internacional.

Leia também: Da Ria Formosa ao topo da Europa: relembre o percurso de João Neves e Gonçalo Ramos até se tornarem bicampeões da Champions pelo PSG

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Época balnear: Esposende avança com reperfilamento de praias

Tempestades causaram movimentação grave no areal, pelo que o município reorganiza de forma autónoma a faixa costeira. Praias de Suave Mar, Ofir e Pedrinhas/Cedovém foram as mais afetadas.

© Visit Esposende

Medida visa "minimizar os impactos mais severos" para que a população possa usufruir das praias
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Vizinhos podem trazer pessoas para a piscina do condomínio? Saiba o que diz a lei

Com o verão à porta, muitos condomínios voltam a enfrentar a mesma dúvida: um morador pode levar amigos ou familiares para a piscina do prédio? Em Portugal, não existe uma regra nacional que diga exatamente quantos convidados cada condómino pode levar, mas o regulamento do condomínio pode impor limites.

A piscina de um condomínio é, em regra, uma parte comum do prédio, salvo se o título constitutivo estabelecer outra afetação. Isto significa que pertence ao conjunto dos condóminos e deve ser usada de acordo com as regras aprovadas para esse edifício.

O ponto essencial é este: o direito principal de usar a piscina pertence aos condóminos. Residentes, arrendatários, familiares, visitantes ou hóspedes podem utilizá-la nos termos do regulamento e do título que legitima a ocupação da fração. Já a entrada de convidados depende das normas internas do condomínio.

Regulamento pode limitar convidados

O regulamento do condomínio pode definir se os convidados podem ou não usar a piscina. Também pode estabelecer quantas pessoas cada fração pode levar, em que horários e com que condições.

O Código Civil prevê que o regulamento do condomínio discipline o uso, a fruição e a conservação das partes comuns. Segundo a DECO, as regras sobre piscinas em condomínios podem abranger o uso exclusivo pelos condóminos, o alargamento a familiares e amigos, a possibilidade de eventos, os horários, a higiene e a vigilância.

Estas regras devem ser aprovadas em assembleia de condóminos e aplicadas de forma igual a todos. O objetivo não deve ser perseguir um morador específico, mas garantir segurança, conforto e boa convivência.

Por exemplo, um condomínio pode decidir que cada fração só pode levar um ou dois convidados para a piscina. Também pode limitar o acesso em dias de maior lotação ou exigir que o condómino ou residente responsável esteja presente enquanto os convidados utilizam o espaço.

Não há número fixo na lei

A lei não diz que cada vizinho pode levar uma, duas, três ou cinco pessoas. Esse número depende da dimensão da piscina, da lotação recomendada do espaço, do número de frações e do que estiver definido no regulamento interno.

Num condomínio pequeno, permitir muitos convidados por fração pode tornar a piscina impraticável para os restantes moradores. Já num condomínio maior, com espaço amplo e regras claras, pode haver maior flexibilidade.

Por isso, a resposta à pergunta “quantas pessoas podem levar?” é simples: depende do regulamento do condomínio e das regras aprovadas pela assembleia.

Convidados não podem tirar o direito aos moradores

Mesmo quando os convidados são permitidos, a sua presença não deve impedir os condóminos e residentes autorizados de usar a piscina. A prioridade deve ser sempre de quem tem direito regular à utilização do espaço comum.

Se um condómino levar muitas pessoas e isso causar excesso de lotação, barulho, falta de espaço ou conflitos, o condomínio pode intervir. O administrador deve aplicar o regulamento e, se necessário, levar o tema à assembleia.

A piscina não deve transformar-se num espaço de festas privadas, a menos que isso esteja expressamente previsto e autorizado pelas regras internas.

Segurança também conta

As regras da piscina não servem apenas para evitar conflitos. Também existem por razões de segurança. A lotação recomendada, a vigilância de crianças, os horários, o ruído, a higiene e o uso correto do espaço devem estar definidos de forma clara.

A DECO PROteste tem alertado para a insuficiência de regulamentação específica sobre piscinas de lazer em condomínios, o que torna ainda mais importante a existência de regras internas bem aprovadas e publicitadas.

Em condomínios com piscina, é aconselhável que as principais regras estejam afixadas junto ao acesso. O Decreto-Lei n.º 268/94 também prevê que o administrador assegure a publicitação das regras respeitantes à segurança do edifício e dos equipamentos de uso comum. Assim, moradores, arrendatários e convidados sabem o que podem ou não fazer.

Também pode ser exigido que os convidados estejam sempre acompanhados pelo morador responsável. Em caso de danos, incumprimento de regras ou comportamento inadequado, o condómino ou residente que os levou pode ser chamado a responder perante o condomínio, sem prejuízo de eventual responsabilidade civil.

E se não houver regulamento?

Se o condomínio não tiver regras claras sobre convidados na piscina, podem surgir conflitos. Nesses casos, o tema deve ser levado à assembleia de condóminos para aprovação de normas internas.

A assembleia pode definir limites razoáveis, desde que respeite a lei, o título constitutivo da propriedade horizontal e os direitos dos condóminos. As regras devem ser proporcionais e justificadas pela boa utilização do espaço comum.

O ideal é que o regulamento indique quem pode usar a piscina, quantos convidados são permitidos, se há necessidade de identificação, quais os horários e que comportamentos são proibidos.

Se forem aprovadas sanções por incumprimento, estas devem respeitar os limites legais e ficar previstas no regulamento ou em deliberação válida da assembleia.

Alojamento local

Quando há alojamento local no condomínio, a questão pode tornar-se mais sensível. A entrada frequente de hóspedes na piscina deve ser analisada à luz do regulamento e das deliberações da assembleia.

Segundo o Guia Técnico do Alojamento Local do Turismo de Portugal, quando o alojamento local funciona em edifício em propriedade horizontal, o livro de informações disponibilizado aos hóspedes deve incluir informação sobre o regulamento e as regras do condomínio relevantes para a utilização do alojamento e das partes comuns.

O que fazer em caso de abuso

Se um vizinho leva constantemente grupos grandes para a piscina e isso causa incómodo, o primeiro passo é verificar o regulamento do condomínio. Se houver uma regra clara, deve ser comunicada ao administrador.

Caso o regulamento seja omisso, os condóminos podem pedir que o assunto seja discutido em assembleia. A partir daí, podem ser aprovadas regras mais concretas para evitar novas situações de conflito.

A resposta prática é simples: os vizinhos podem levar convidados para a piscina do condomínio se o regulamento o permitir. Mas não há um direito automático a levar grupos sem limite, nem uma regra nacional igual para todos os prédios.

Antes de convidar amigos ou familiares, o melhor é confirmar o regulamento, respeitar a lotação e garantir que os convidados não retiram aos restantes moradores o direito de usar a piscina em segurança e tranquilidade.

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Engel & Völkers Faro-Tavira reforça ligação ao desporto com patrocínio de torneio de padel

A Engel & Völkers Faro-Tavira será a patrocinadora oficial do torneio “Play Like a Premier”, um evento de padel que promete reunir jogadores, parceiros, clientes e entusiastas da modalidade nos dias 13 e 14 de junho, na prestigiada Pedras Tennis & Padel Academy, localizada no empreendimento Pedras da Rainha, em Cabanas de Tavira.

Esta iniciativa reforça o compromisso da Engel & Völkers com a promoção de estilos de vida ativos, do bem-estar e da ligação à comunidade local, associando-se a uma modalidade que tem registado um crescimento exponencial em Portugal e que reflete valores como a superação, o espírito de equipa e a excelência.

O torneio contará com diferentes categorias de competição, incluindo D1 (Feminino 5/6 e Masculino 4/5) e D2 (Misto 5/6), proporcionando momentos de competição saudável e convívio entre participantes de diferentes níveis.

Crédito: Engel & Völkers Faro-Tavira

Durante os dois dias de evento, a equipa da Engel & Völkers Faro-Tavira estará presente para apoiar a organização, receber convidados e fortalecer relações com clientes, parceiros e a comunidade empresarial da região. A presença da marca neste torneio enquadra-se na estratégia de proximidade e envolvimento local que tem vindo a desenvolver em todo o Sotavento Algarvio.

Segundo a organização, o evento pretende criar uma experiência diferenciadora que combina desporto, lazer e networking num ambiente descontraído e familiar, tirando partido da excelente localização e infraestruturas da Pedras Tennis & Padel Academy.

Com esta parceria, a Engel & Völkers Faro-Tavira continua a afirmar-se não apenas como uma referência no mercado imobiliário de luxo do Algarve, mas também como uma marca comprometida com iniciativas que promovem qualidade de vida, comunidade e experiências memoráveis. A Engel & Völkers Faro-Tavira convida toda a comunidade local a acompanhar este evento e a celebrar dois dias dedicados ao desporto, à convivência e ao espírito competitivo.

A Engel & Völkers Faro-Tavira convida toda a comunidade local a acompanhar este evento e a celebrar dois dias dedicados ao desporto, à convivência e ao espírito competitivo.

Crédito: Pedras Tennis & Padel Academy

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