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Seguro defende alteração da Lei das Finanças Regionais

No meio século de autonomia da Madeira, o chefe de Estado apelou à revisão da Lei das Finanças Regionais e defendeu que a gestão do mar da região deve sair de Lisboa.

© DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

O parlamento madeirense entregou a Seguro uma litografia alusiva à autonomia regional
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Chega quer confirmar lei das bandeiras após veto de Seguro

André Ventura, que disputou a segunda volta das eleições presidenciais contra António José Seguro e perdeu, afirmou que com este veto "ficou claro o preço de ter um Presidente socialista".

© MANUEL DE ALMEIDA/LUSA

André Ventura insistiu que o seu partido vai pedir que o parlamento confirme a lei
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Seguro visita UMa, fala com empresários e atribui condecorações a madeirenses

O presidente da República iniciou hoje sua visita oficial na Madeira na Universidade da Madeira, onde foi recebido pela Reitoria e com honras académicas, tendo assistido a momentos de saudação por parte da comunidade estudantil, incluindo uma actuação da Tuna D’Elas, salienta uma publicação do Governo Regional da Madeira. Nas instalações da ARDITI, António José […]
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Esquerda aplaude veto de Seguro à lei das bandeiras

Primeiro veto político do Presidente divide Parlamento. Seguro distingue causas humanitárias de posições partidárias e aponta falhas jurídicas no decreto aprovado em abril.

© JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA

Este foi o primeiro veto político de António José Seguro enquanto Presidente da República
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Seguro trava lei que proíbe bandeiras ideológicas em edifícios públicos

Seguro devolveu ao Parlamento a proposta aprovada por PSD, Chega e CDS que prevê multas de até 4000 euros para quem hasteasse bandeiras de natureza partidária ou ideológica em edifícios públicos. O Presidente da República devolveu ao parlamento, sem promulgação, o decreto sobre as regras de utilização de bandeiras em edifícios públicos que tinha sido aprovado em abril com votos do PSD, Chega e CDS-PP. Uma nota hoje publicada no ‘site’ da Presidência da República indica que António José Seguro “devolveu à Assembleia da República, sem promulgação, o Decreto que estabelece regras de utilização de bandeiras em edifícios públicos”. “A

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Portugal está sob uma cortina de medo? — Debate

António José Seguro foi aos Açores para o primeiro 10 de Junho enquanto Presidente. Entre os discursos destaca-se o de Miguel Monjardino sobre a situação internacional com alerta à "grande ruptura".

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Discurso de Seguro no 10 de junho: realista ou populista?

Pedro Frazão (CH) diz que António José Seguro foi o "maior populista de centro do país". Francisco César (PS) elogia o discurso do Presidente da República por ter tocado em vários pontos importantes.

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Ordem dos Advogados assinala sexta-feira centenário

Cerimónia contará com a presença do Presidente António José Seguro e programa tem forte cariz cultural. "A Ordem tem que falar para a sociedade", afirma o bastonário João Massano.

© ANTONIO COTRIM/LUSA

A própria cerimónia de sexta-feira terá discursos intervalados com momentos de humor a cargo de Herman José
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A inteligência de uma criança pode salvar a própria vida?

O caso da menina que ligou para o 112 a falar em código revela a importância da perícia policial. A primeira intervenção presidencial do 10 de junho é criticada pela falta de substância do discurso.

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PR encontra "antídoto" para polarização: "Palavras do meio"

Primeiro 10 de junho de António José Seguro fica marcado por apelo à moderação e ao diálogo e exigência de "equilíbrio" na relação com os aliados. Miguel Monjardino alerta para "novo ciclo histórico".

© DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

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14h. Guerra. Donald Trump volta a ameaçar o Irão

Donald Trump diz que o país islâmico vai agora pagar o preço da demora. Ainda, Terminaram as celebrações do Dia de Portugal - o primeiro de António José Seguro como Presidente da República.

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10 Junho: Seguro pede diálogo “em tempos de trincheiras” e coragem para fazer “escolhas difíceis”

O Presidente da República, António José Seguro, pediu esta quarta-feira diálogo “em tempos de trincheiras” e coragem para se fazer “escolhas difíceis”, defendendo mudanças no mercado de trabalho e na habitação que permitam fixar jovens no país.

“Com honestidade, o Estado e as empresas têm de reconhecer que o mercado de trabalho ainda não aprendeu a recompensar adequadamente o conhecimento e a inovação. E isso é inaceitável e temos de o alterar”, considerou, no seu discurso do 10 de Junho, em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, nos Açores.

O chefe de Estado defendeu que Portugal precisa “de políticas que fixem talento em vez de o exportar, de salários que reflitam a produtividade e a qualificação dos trabalhadores portugueses, de um mercado de habitação que permita aos jovens construir uma vida no país onde nasceram ou estudaram, de um Estado que simplifique em vez de complicar, que antecipe em vez de reagir, que planeie além do mandato em vez de gerir apenas a urgência do presente”.

Na parte final da sua intervenção na cerimónia militar comemorativa do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, realizada em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, nos Açores, António José Seguro falou da necessidade das “palavras do meio”, que “se abrem como convite ao diálogo”, nestes “tempos de trincheiras”.

“As ansiedades que sentimos na economia, na geopolítica, na segurança das cidades, na proteção dos mais desfavorecidos, nas questões muito concretas da vida das pessoas reais, criam esse impulso de fechar fileiras, de escolher um lado, de erguer muros”, declarou.

O Presidente da República apelou, por isso, à tolerância e à criação de pontes, contra “o vírus da polarização, que tende a substituir a argumentação, o debate e a negociação”, referindo que a sua eleição “foi marcada pelo desejo de unir os portugueses e de unir Portugal”.

Segundo António José Seguro, este é também um tempo que “pede coragem” para “fazer escolhas difíceis sem ceder ao populismo”, para “dizer a verdade mesmo quando é desconfortável” e decidir em função do “interesse de longo prazo mesmo quando o ciclo eleitoral empurra para o curto prazo”, e que “exige ambição”.

Ao falar da emigração de jovens qualificados, o chefe de Estado sustentou que “o problema não é o talento”, contrapondo: “O que se ganhou em qualificação não tem sido acompanhado em remuneração. A habitação é praticamente inacessível e esgota qualquer orçamento familiar”.

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