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Copa: Brasil estreia contra Marrocos, que surpreendeu o mundo em 2022

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O Marrocos será o primeiro adversário do Brasil na Copa do Mundo de 2026, no próximo sábado (13), às às 19h (horário de Brasília), em Nova Jersey. Atual campeã da Copa Africana de Nações —  o campeonato mais importante do continente —  a seleção marroquina é um dos destaques desta edição do Mundial.  Apelidado de Leões do Atlas, o time surpreendeu o mundo na Copa do Catar (2022), quando ficou em quarto lugar, à frente inclusive do Brasil, que terminou em sétimo, após eliminação para Croácia nos pênaltis.

Ao se tornar a primeira seleção do continente africano a chegar a uma semifinal de Mundiais, Marrocos ganhou a torcida de várias partes do mundo. Na Copa do Catar, os Leões do Atlas foram eliminados pela França, que depois seria vice-campeã, após derrota para a Argentina nos pênaltis.

Notícias relacionadas:

“O Marrocos fez uma campanha histórica em 2022", lembrou a historiadora e comentarista esportiva da TV Brasil, Rachel Motta. Na avaliação dela, Marrocos será um adversário desafiador para o Brasil. “É um time que tem um dos melhores laterais da história, o [Achraf] Hakimi, enquanto a seleção brasileira tem muitos problemas do lado esquerdo”, pontuou a historiador, referindo-se ao jogador do Paris Saint-Germain (PSG).

قائمة المنتخب الوطني النسوي المستدعاة للتجمع الإعدادي

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— Équipe du Maroc (@EnMaroc) June 1, 2026

Para a historiadora, Hakimi será bastante acionado no jogo, pressionando o ataque brasileiro, principalmente Vinicius Júnior que atua pela esquerda. A vitória é importante, uma vez que a posição de liderança na chave pode ser vantajosa no cruzamento do mata-mata (fase anterior às oitavas de final). Brasil e Marrocos estão no Grupo C, que inclui também Escócia e Haiti.

Além de Marrocos, outras nove seleções africanas disputam a taça do Mundial deste ano, com sede no Canadá, México e Estados Unidos. O número de delegações é inédito na competição, que pela primeira vez reúne 48 seleções, 16 a mais que na última edição no Catar. 

Abertura da Copa do Mundo

O Mundial começa nesta quinta-feira (11), com o jogo de abertura entre México e África do Sul, às 16h (horário de Brasília), no Estádio Azteca, na Cidade do México, capital do país. Os sul-africanos retornam ao Mundial após hiato de 16 anos.  A última participação foi quando a própria África do Sul sediou a Copa, em 2010. A edição foi a primeira realizada no continente africano. 

Outros destaques 

Além da África do Sul e do Marrocos, a historiadora Rachel Motta destaca outras seleções relevantes do continente africano, como Senegal, Gana e Egito.  Ela lembra do amistoso entre brasileiros e egípcios no último sábado (6) para destacar o potencial dos Faraós, como são chamados.

“Eles têm jogadores de ponta, como [o atacante Mohamed] Salah e o [ponta-direita Mahmoud] Trezeguet, e chances sim de ir para a próxima fase”, projetou a comentarista. 

O Egito retorna à Copa após ficar de fora da última edição. O país, pioneiro na matemática, foi a primeira nação africana e árabe a disputar o Mundial, em 1934, na Itália. 

O Senegal também disputa o Mundial pela quarta vez e terá no elenco a estrela e referência do esporte no país, o atacante Sadio Mané, atualmente no clube saudita Al-Nassr. O time chega com bagagem de três Copas consecutivas e a memória do sucesso da campanha na Copa do Japão (2002), quando chegou às quartas de final. 

“O Senegal é uma seleção de ótimo nível, porém, enfrenta uma das chaves mais difíceis disputando contra França e Noruega”, ponderou a comentarista esportiva. 

Sadio Sadio Sadio ❤️ 🇸🇳 pic.twitter.com/FBqgKR8bzQ

— Football Senegal (@FootballSenegal) January 20, 2026

Já Gana, pela vez consecutiva da Copa, busca um resultado igual ou superior ao do Mundial da África do Sul (2010), quando chegou às quartas de final. A seleção, conhecida pelo apelido de Estrelas Negra, foi eliminada pelo Uruguai, após um episódio controverso. Após empate em 1 a 1 no fim da prorrogação, o uruguaio Luis Suárez usou as mãos para evitar um gol. Na cobrança do pênalti, o jogador Gyan acertou o travessão e não marcou.

“São jogadores muito habilidosos, raçudos, com um futebol bonito de ver”, ressaltou Motta. Ela  disse que o país se espelha no futebol brasileiro e lembrou que Gana já foi comandada pelo técnico Carlos Alberto Parreira, no final da década de 1960.

A Argélia, apelidada de Raposa do Deserto, disputou o último Mundial no Brasil, em 2014. A seleção protagonizou uma partida épica nas oitavas de final, no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, contra a Alemanha — o mesmo time que marcou sete gols contra o Brasil na semifinal, no Mineirão. A seleção argelina acabou perdendo por 2 a 1, mas exigiu esforço do goleiro adversário, com várias chances de gol.

Seleções estreantes 

Esta edição da Copa do Mundo também é marcada pela presença de seleções estreantes ou com menos experiência no torneio. De Cabo Verde, um país insular no Oceano Atlântico, a seleção apelidada de Tubarões Azuis chegam com auto-estima alta, formado por um time de jogadores oriundos da diáspora. Uma boa parte deles, atuando na Europa.

A República Democrática do Congo retorna ao Mundial depois de mais de 50 anos, contornando a epidemia de ebola no país. A classificação se deu depois da vitória contra a Jamaica, na repescagem.  Antes, o país ainda competia como Zaire.

 

De apenas Egito em 1934 para 10 seleções em 2026

Estes foram os países africanos que representaram o continente no Mundial de futebol, sendo a primeira aparição em 1934 com o Egitohttps://t.co/3jbUwhpBYt
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Para Rachel Motta, a diversidade é um dos pontos positivos desta edição do torneio e marca a valorização dos jogadores africanos. Segundo a comentarista, esses atletas ganham cada vez mais espaço no futebol europeu, com “nível técnico mais refinado”. Além disso, muitas seleções africanas recorreram aos descendentes que nasceram ou moram fora dos próprios países e, por isso, passaram a ser chamadas de “seleções da diáspora”, termo que se refere à dispersão de pessoas africanas pelo mundo em função do contexto político e social.

Riscos

Apesar do bom momento, Rachel Motta chama atenção para as adversidades que delegações e profissionais do ramo podem encontrar no Mundial. No início desta semana, o árbitro somali Omar Abdulkadir Artan teve negada a entrada nos Estados Unidos. Ele é considerado um dos principais nomes da arbitragem africana.

“Os Estados Unidos estão em guerra com outro país, o Irã, então, se a gente for pegar pelos artigos que tratam de ética, os regulamentos da Fifa e a própria Carta da ONU [Organização das Nações Unidas], que dizem promover direitos humanos e a paz através do futebol, os Estados Unidos não poderiam sediar uma Copa do Mundo”, argumentou a historiadora.

Seleções africanas no Mundial 2026

África do Sul 

Argélia 

Cabo Verde 

Costa do Marfim

Egito 

Gana 

Marrocos

República Democrática do Congo o

Senegal 

Tunísia

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Copa: Brasil estreia contra Marrocos, que surpreendeu o mundo em 2022

Logo Agência Brasil

O Marrocos será o primeiro adversário do Brasil na Copa do Mundo de 2026, no próximo sábado (13), às às 19h (horário de Brasília), em Nova Jersey. Atual campeã da Copa Africana de Nações —  o campeonato mais importante do continente —  a seleção marroquina é um dos destaques desta edição do Mundial.  Apelidado de Leões do Atlas, o time surpreendeu o mundo na Copa do Catar (2022), quando ficou em quarto lugar, à frente inclusive do Brasil, que terminou em sétimo, após eliminação para Croácia nos pênaltis.

Ao se tornar a primeira seleção do continente africano a chegar a uma semifinal de Mundiais, Marrocos ganhou a torcida de várias partes do mundo. Na Copa do Catar, os Leões do Atlas foram eliminados pela França, que depois seria vice-campeã, após derrota para a Argentina nos pênaltis.

Notícias relacionadas:

“O Marrocos fez uma campanha histórica em 2022", lembrou a historiadora e comentarista esportiva da TV Brasil, Rachel Motta. Na avaliação dela, Marrocos será um adversário desafiador para o Brasil. “É um time que tem um dos melhores laterais da história, o [Achraf] Hakimi, enquanto a seleção brasileira tem muitos problemas do lado esquerdo”, pontuou a historiador, referindo-se ao jogador do Paris Saint-Germain (PSG).

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Para a historiadora, Hakimi será bastante acionado no jogo, pressionando o ataque brasileiro, principalmente Vinicius Júnior que atua pela esquerda. A vitória é importante, uma vez que a posição de liderança na chave pode ser vantajosa no cruzamento do mata-mata (fase anterior às oitavas de final). Brasil e Marrocos estão no Grupo C, que inclui também Escócia e Haiti.

Além de Marrocos, outras nove seleções africanas disputam a taça do Mundial deste ano, com sede no Canadá, México e Estados Unidos. O número de delegações é inédito na competição, que pela primeira vez reúne 48 seleções, 16 a mais que na última edição no Catar. 

Abertura da Copa do Mundo

O Mundial começa nesta quinta-feira (11), com o jogo de abertura entre México e África do Sul, às 16h (horário de Brasília), no Estádio Azteca, na Cidade do México, capital do país. Os sul-africanos retornam ao Mundial após hiato de 16 anos.  A última participação foi quando a própria África do Sul sediou a Copa, em 2010. A edição foi a primeira realizada no continente africano. 

Outros destaques 

Além da África do Sul e do Marrocos, a historiadora Rachel Motta destaca outras seleções relevantes do continente africano, como Senegal, Gana e Egito.  Ela lembra do amistoso entre brasileiros e egípcios no último sábado (6) para destacar o potencial dos Faraós, como são chamados.

“Eles têm jogadores de ponta, como [o atacante Mohamed] Salah e o [ponta-direita Mahmoud] Trezeguet, e chances sim de ir para a próxima fase”, projetou a comentarista. 

O Egito retorna à Copa após ficar de fora da última edição. O país, pioneiro na matemática, foi a primeira nação africana e árabe a disputar o Mundial, em 1934, na Itália. 

O Senegal também disputa o Mundial pela quarta vez e terá no elenco a estrela e referência do esporte no país, o atacante Sadio Mané, atualmente no clube saudita Al-Nassr. O time chega com bagagem de três Copas consecutivas e a memória do sucesso da campanha na Copa do Japão (2002), quando chegou às quartas de final. 

“O Senegal é uma seleção de ótimo nível, porém, enfrenta uma das chaves mais difíceis disputando contra França e Noruega”, ponderou a comentarista esportiva. 

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Já Gana, pela vez consecutiva da Copa, busca um resultado igual ou superior ao do Mundial da África do Sul (2010), quando chegou às quartas de final. A seleção, conhecida pelo apelido de Estrelas Negra, foi eliminada pelo Uruguai, após um episódio controverso. Após empate em 1 a 1 no fim da prorrogação, o uruguaio Luis Suárez usou as mãos para evitar um gol. Na cobrança do pênalti, o jogador Gyan acertou o travessão e não marcou.

“São jogadores muito habilidosos, raçudos, com um futebol bonito de ver”, ressaltou Motta. Ela  disse que o país se espelha no futebol brasileiro e lembrou que Gana já foi comandada pelo técnico Carlos Alberto Parreira, no final da década de 1960.

A Argélia, apelidada de Raposa do Deserto, disputou o último Mundial no Brasil, em 2014. A seleção protagonizou uma partida épica nas oitavas de final, no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, contra a Alemanha — o mesmo time que marcou sete gols contra o Brasil na semifinal, no Mineirão. A seleção argelina acabou perdendo por 2 a 1, mas exigiu esforço do goleiro adversário, com várias chances de gol.

Seleções estreantes 

Esta edição da Copa do Mundo também é marcada pela presença de seleções estreantes ou com menos experiência no torneio. De Cabo Verde, um país insular no Oceano Atlântico, a seleção apelidada de Tubarões Azuis chegam com auto-estima alta, formado por um time de jogadores oriundos da diáspora. Uma boa parte deles, atuando na Europa.

A República Democrática do Congo retorna ao Mundial depois de mais de 50 anos, contornando a epidemia de ebola no país. A classificação se deu depois da vitória contra a Jamaica, na repescagem.  Antes, o país ainda competia como Zaire.

 

De apenas Egito em 1934 para 10 seleções em 2026

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Para Rachel Motta, a diversidade é um dos pontos positivos desta edição do torneio e marca a valorização dos jogadores africanos. Segundo a comentarista, esses atletas ganham cada vez mais espaço no futebol europeu, com “nível técnico mais refinado”. Além disso, muitas seleções africanas recorreram aos descendentes que nasceram ou moram fora dos próprios países e, por isso, passaram a ser chamadas de “seleções da diáspora”, termo que se refere à dispersão de pessoas africanas pelo mundo em função do contexto político e social.

Riscos

Apesar do bom momento, Rachel Motta chama atenção para as adversidades que delegações e profissionais do ramo podem encontrar no Mundial. No início desta semana, o árbitro somali Omar Abdulkadir Artan teve negada a entrada nos Estados Unidos. Ele é considerado um dos principais nomes da arbitragem africana.

“Os Estados Unidos estão em guerra com outro país, o Irã, então, se a gente for pegar pelos artigos que tratam de ética, os regulamentos da Fifa e a própria Carta da ONU [Organização das Nações Unidas], que dizem promover direitos humanos e a paz através do futebol, os Estados Unidos não poderiam sediar uma Copa do Mundo”, argumentou a historiadora.

Seleções africanas no Mundial 2026

África do Sul 

Argélia 

Cabo Verde 

Costa do Marfim

Egito 

Gana 

Marrocos

República Democrática do Congo o

Senegal 

Tunísia

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Comparativa de ventiladores de techo 2026: los mejores

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Elegir un ventilador de techo puede parecer sencillo, pero en la práctica hay muchos factores que influyen: el tamaño de la habitación, si lo quieres para interior o exterior, el nivel de ruido, si prefieres control con mando o cadena, y hasta el estilo decorativo que encaje con tu hogar. Un ventilador mal elegido puede sonar demasiado, no mover suficiente aire o simplemente desentonar con tu decoración.

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Uno de cada seis pisos en España se alquila en menos de 24 horas y los anuncios 'exprés' se disparan en Barcelona y San Sebastián

Encontrar un piso para alquilar en algunas ciudades no es una tarea sencilla. Los anuncios vuelan de los portales inmobiliarios. Según datos de Idealista publicados este martes, una de cada seis viviendas ofertadas durante el primer trimestre de 2026 en esta web consiguió inquilino en menos de 24 horas. El dato se ha mantenido relativamente estable a nivel nacional con respecto a la situación de hace un año —ha subido del 14% al 16%—, aunque los anuncios 'exprés' se han disparado particularmente en San Sebastián y Barcelona. Son las dos capitales donde más pisos desaparecen del escaparate en las primeras horas. En cambio, en otras grandes ciudades como Madrid, Valencia, Málaga o Sevilla, la premura es menor.

En las capitales guipuzcoana y catalana dos de cada cinco anuncios de pisos en alquiler aguantan menos de 24 horas colgados. La proporción se ha duplicado con respecto al primer trimestre de 2025. En Barcelona ya en los tres últimos meses del año pasado el 36% de los pisos encontraron inquilino nada más salir al mercado, mientras que en San Sebastián el aumento de anuncios 'exprés' ha sido más brusco. En el cuarto trimestre de 2025 el 23% de las viviendas se alquilaron en menso de un día, frente al 40% de comienzos de 2026.

Ambas ciudades, que están declaradas como zonas tensionadas, son dos de las más caras para los inquilinos. Según los datos del portal inmobiliario, a finales del primer trimestre en San Sebastián el precio medio del alquiler se situaba en 18,8 €/m², lo que supone unos 1.500 euros por un piso de 80 metros cuadrados. En la Ciudad Condal la marca llegaba a los 22,6 €/m² —1.800 euros por un piso de las mismas características—, pese a haberse abaratado un 3,7% con respecto a marzo de 2025.

A San Sebastián y Barcelona las siguen, en cuanto a proporción de anuncios 'exprés', otras ciudades más pequeñas como Girona, Tarragona, Huesca y Guadalajara. En estos cuatro municipios en torno a tres de cada diez anuncios de viviendas en alquiler colgados entre enero y marzo aguantó menos de 24 horas activo. Junto a ellas, otras doce capitales de provincia superaron la media nacional, incluidas Palma (26%), Bilbao (23%), Santa Cruz de Tenerife (22%), Zaragoza (20%) o Las Palmas de Gran Canaria (18%).

En cambio, no figuran en este grupo grandes urbes como Madrid, Málaga, Valencia y Sevilla. En estas dos últimas ciudades aproximadamente uno de cada ocho pisos ofertados se alquiló en menos de un día, mientras que en la capital española y en la de la Costa del Sol fueron uno de cada diez. En las cuatro localidades la proporción se ha reducido con respecto al primer trimestre de 2025, especialmente en Valencia, donde los anuncios 'exprés' han pasado del 24% al 13%. En Madrid y Málaga el descenso ha sido del 14% al 10% y del 16% al 10% respectivamente, mientras que en Sevilla el porcentaje apenas ha menguado un punto en el último año.

La capital nacional destaca entre estas cuatro grandes ciudades por ser la que tiene los precios más altos de toda España. Según Idealista, el alquiler medio en Madrid alcanzó en marzo los 23,2 €/m² después de haberse encarecido un 9,4% en el último año. Con esta marca, arrendar un piso de 80 metros cuadrados sale por una media de 1.850 euros. Málaga y Valencia rondan los 16 €/m², de manera que un piso de esas características oscila en torno a los 1.300 euros. Superan así la media nacional de 15 €/m². En cambio, Sevilla se mantiene todavía por debajo de esa marca, en 13,1 €/m², pese a haber aumentado el precio medio un 6,8% en un año.

Junto a Madrid y Málaga, hay otras seis capitales de provincia donde a lo largo del primer trimestre una de cada diez viviendas se alquiló en las primeras horas de estar anunciada. Fueron Pontevedra, Murcia, Almería, Ávila, Badajoz y Lugo. Solo una decena de ciudades registraron una menor proporción de anuncios 'exprés'. En concreto, León, Ciudad Real y Teruel fueron las de menor premura. En las dos primeras apenas un 4% de los pisos encontraron inquilino en menos de cuatro horas y en la ciudad aragonesa, ninguno.

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In Sumatra, social forestry links conservation with livelihoods

TANGGAMUS, Indonesia — When Sri Atmiatun arrived in the hills of the Batutegi region in southern Sumatra’s Lampung province in 2017, the coffee trees were already there, overgrown and neglected, slowly fading back into scrub. Her uncle had asked her to take over the plot. Sri agreed, trading years of labor on oil palm plantations in the central Sumatran province of Riau. Nearly a decade later, she still walks the same uphill path each morning. Now 45, Sri manages more than 3 hectares (7.4 acres) of land within the 1,400-hectare (3,460-acre) Sumber Makmur social forestry area. Sumber Makmur itself sits on the edge of the more than 80,000-hectare (198,000-acre) Batutegi forest landscape, where some areas are strictly protected while others are managed by communities through agroforestry systems. Under the social forestry program, the land remains state-owned, but local communities like Sri’s are granted the right to manage it for their livelihoods under rules designed to protect the forest and its ecological functions. “I stayed because this land feeds us,” Sri told Mongabay in early March. “If I leave, who will take care of it?” Sri’s story reflects a broader shift. Across the Batutegi landscape, land that was once cleared for coffee is now being restored and managed under Indonesia’s social forestry program. Legal recognition has given farmers access to support and training from the government and private organizations. In return, forest clearing and expansion into protected core areas have been reduced, allowing the forest to remain a safe habitat for…This article was originally published on Mongabay

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Un análisis del gasto veterinario en España revela cómo una sola cirugía puede disparar la factura

Convivir con un perro implica asumir algunos gastos previsibles como la alimentación, las vacunas o los productos para desparasitación. Sin embargo, muchas familias descubren el verdadero coste de la medicina veterinaria cuando aparece una urgencia, una cirugía o una enfermedad crónica que requiere seguimiento durante meses. Es en ese momento cuando una factura puntual puede convertirse en una cadena de gastos difícil de sostener.

Un estudio elaborado por la empresa especializada en seguros veterinarios Milo, a partir del análisis de más de 2.000 siniestros reales en perros asegurados en España durante el primer trimestre de 2026, refleja precisamente esa diferencia entre el cuidado cotidiano y los imprevistos de mayor gravedad. Aunque el importe medio de las facturas veterinarias se sitúa en 63 euros, una de cada diez supera los 190 euros y algunos casos alcanzan cifras muy superiores.

El informe también pone sobre la mesa una realidad poco habitual en España en comparación con otros países europeos. Mientras en Reino Unido o algunos países nórdicos los seguros veterinarios forman parte relativamente habitual del cuidado animal, en España apenas alrededor del 3% de los perros cuenta con una póliza específica de salud.

El problema de la acumulación

Los datos analizados muestran que los gastos veterinarios no se distribuyen de forma uniforme, sino que una pequeña parte de los casos concentra buena parte del desembolso económico total. El 10% de los siniestros más caros representa casi la mitad del dinero facturado en la muestra estudiada.

Entre los casos recogidos aparecen intervenciones como cirugías digestivas por ingestión de cuerpos extraños, hospitalizaciones prolongadas o problemas oftalmológicos complejos. La factura más elevada incluida en el análisis superó los 2.700 euros en un perro que necesitó cirugía, pruebas diagnósticas, medicación y estancia hospitalaria.

El fundador y director ejecutivo de Milo, Ferran Llisterri, explica que el impacto económico no suele depender únicamente de una intervención aislada, sino de todo lo que viene después. “Muchas veces lo más difícil de asumir no es solo una factura puntual de 1.500 euros, sino el efecto acumulado: encadenar durante meses o años varias facturas de 150 o 300 euros”, señala.

Ese patrón aparece especialmente en perros de edad avanzada, los llamados sénior o geriátricos. Según el estudio, los perros de entre seis y diez años generan más del doble de gasto veterinario que los cachorros, no necesariamente porque sufran más accidentes, sino porque empiezan a aparecer patologías crónicas, revisiones periódicas, pruebas de control y tratamientos de larga duración.

Las cirugías son pocas, pero disparan el gasto

Uno de los aspectos más llamativos del informe es la diferencia entre el peso económico de las consultas rutinarias y el de determinadas intervenciones complejas. Las consultas ordinarias tienen un coste medio cercano a los 46 euros, mientras que las cirugías rondan de media los 392 euros, aunque algunas superan ampliamente esa cifra. Las operaciones ortopédicas asociadas a roturas de ligamento cruzado, relativamente frecuentes en ciertas razas, pueden situarse entre los 978 y los 1.500 euros.

Aun así, las cirugías representan solo una pequeña parte de los gastos veterinarios registrados y buena parte del gasto total se concentra también en el diagnóstico. Analíticas, radiografías, ecografías, pruebas de imagen y exploraciones especializadas forman parte habitual de muchos procesos clínicos, especialmente cuando es necesario averiguar qué le ocurre realmente al animal antes de iniciar un tratamiento, algo que puede incrementar de forma considerable la factura final.

Ferran Llisterri insiste en que muchas familias no son plenamente conscientes de esos costes hasta que se enfrentan a ellos por primera vez. “Una cirugía digestiva por cuerpo extraño puede rondar los 900 euros y un injerto corneal acercarse a los 1.000. Son importes que, si no los has vivido de cerca, cuesta imaginar”, explica.

España y los seguros veterinarios

La baja implantación de los seguros veterinarios en España no responde únicamente a una cuestión económica. Según explica el responsable de Milo, también existe un importante componente cultural. En países como Reino Unido o Suecia, asegurar a perros y gatos se percibe desde hace años como parte normal del cuidado animal. En España, en cambio, muchas personas siguen asociando el seguro a la idea de “rentabilizarlo” mediante vacunas, revisiones o consultas frecuentes, en lugar de entenderlo como una herramienta pensada para situaciones imprevistas y costosas.

“En España nos encontramos mucho con la idea de que el seguro debe compensar económicamente desde el primer momento”, comenta Roman Llisterri a 20minutos.es. “Pero el principal motivo para contratar un seguro es tener la tranquilidad de que el perro podrá recibir el tratamiento necesario sin que el coste económico sea el único factor que determine la decisión”.

En países como el nuestro, donde la atención sanitaria para personas está ampliamente cubierta por el sistema público, muchas familias no tienen una referencia clara de cuánto cuesta realmente la medicina especializada hasta que lo enfrentan en una clínica veterinaria. Pruebas diagnósticas avanzadas, quirófanos, hospitalización, equipos tecnológicos y el sueldo del personal cualificado forman parte de la rutina veterinaria diaria y su coste recae íntegramente en la atención privada.

Posponer cuidados por motivos económicos

El informe también recoge otro fenómeno cada vez más estudiado dentro de la medicina veterinaria: el retraso o renuncia a determinados cuidados por motivos económicos. Según los datos citados en el dossier, más de la mitad de los convivientes con perros y gatos en España habría pospuesto alguna atención veterinaria debido al coste. Los primeros cuidados que suelen aplazarse son los preventivos, como limpiezas dentales, vacunas o determinadas cirugías consideradas no urgentes.

Sin embargo, esa decisión puede tener consecuencias posteriores. “Muchas veces, por no prevenir, finalmente se termina acudiendo a urgencias y asumiendo un gasto diez o quince veces superior”, explica el CEO y fundador de Milo. La situación afecta sobre todo a hogares con menos capacidad económica, pero también a familias que no habían contemplado determinados gastos veterinarios dentro de su presupuesto habitual.

En paralelo, el debate sobre cómo garantizar el acceso a cuidados veterinarios básicos sigue creciendo en España, especialmente ahora que perros y gatos ocupan un papel central dentro de muchas familias.

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¡Milagro! ¡Milagro!

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Isabel Díaz Ayuso se levanta y recibe con dos besos a los vicepresidentes del Gobierno Carlos Cuerpo, Yolanda Díaz y Sara Aagesen en el encuentro de la sociedad civil con el Papa. Al acto lo llamaron Tejer Redes: la presidenta madrileña “de palmas y risas junto a quienes haces creer a tu electorado que son los malos”. Ayuso rodeada de ministros “rojos”. ¡Milagro! Santiago Abascal aplaude durante siete minutos el discurso de “un Papa al que abuchean”. El aplauso más largo de la historia en el Congreso. ¡Milagro! ¡Milagro!

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La ley de vivienda modera el alza del alquiler pero reduce la oferta y eleva la competencia: "No mejora las condiciones de acceso"

La ley de vivienda ha cumplido ya tres años desde su aprobación y para la Fundación de Estudios de Economía Aplicada (Fedea) es momento de hacer balance. El centro de estudios ha publicado este lunes un informe que analiza el impacto de la norma y concluye que no ha mejorado el acceso a la vivienda pese a haber logrado moderar el alza del precio del alquiler allí donde se han declarado zonas tensionadas. Esto se debe a que la desaceleración de la subida de los precios ha venido acompañada de una reducción "con intensidad" de la oferta de pisos disponibles para arrendar, lo que ha aumentado la competencia entre inquilinos y, con ello, las dificultades especialmente para quienes entran por primera vez al mercado.

Para analizar el efecto de la ley, el informe elaborado por el investigador Fernando Pinto, de la Universidad Rey Juan Carlos, compara los datos de Cataluña, que es la primera comunidad que declaró zonas tensionadas en su territorio de forma generalizada al amparo de la norma estatal, con los de otros puntos del país. Las primeras zonas tensionadas empezaron a funcionar en marzo de 2024, limitando el precio máximo de los alquileres conforme al índice de referencia diseñado por el Ministerio de Vivienda. El estudio publicado por Fedea constata que este paso sirvió para moderar la escalada de los alquileres. Entre el primer trimestre de 2024 y el último de 2025, el precio medio de los arrendamientos subió un 5,7% en Cataluña, frente al incremento del 8,5% observado en Madrid y el 11,6% de la Comunidad Valenciana, que no han declarado zonas tensionadas. En conjunto, el alza fue de un 10,8% en toda España.

De este modo, los alquileres se encarecieron menos allí donde la ley de vivienda estaba plenamente en funcionamiento. "Si la moderación catalana respondiera a un factor común a las comunidades de renta elevada o a una desaceleración cíclica generalizada del mercado del alquiler, cabría esperar que los demás territorios con niveles de renta comparables mostrasen también crecimientos contenidos. Sin embargo, no es lo que se observa", remarca informe, que atribuye así la contención de los precios detectada en Cataluña a la declaración de zonas tensionadas.

Además, el estudio matiza que la aceleración generalizada de los precios observada en el conjunto del país no puede atribuirse a la ley de vivienda, ya que en la mayoría del territorio nacional no se aplica el control de alquileres que prevé para las zonas tensionadas. "El dato nacional está dominado por territorios donde la ley no opera", reconoce el informe, que se nutre de los datos del Observatorio del Alquiler de la Fundación Alquiler Seguro y la Universidad Rey Juan Carlos. El estudio achaca ese encarecimiento generalizado a la escasez de pisos disponibles y recuerda que es algo que se está observando tanto en el mercado del alquiler como en el de compraventa. "La similitud entre la evolución del precio de venta y el del nuevo alquiler apunta a un déficit común de oferta y no a un efecto privativo de la regulación del arrendamiento", explica.

Un 20% menos de anuncios

Sin embargo, la aplicación de la ley de vivienda sí habría tenido un impacto negativo sobre el volumen de pisos disponibles para arrendar en las zonas tensionadas. Entre principios de 2024 y finales de 2025 la oferta de alquileres se redujo un 20,5% en toda Cataluña y un 22,2% solo en la provincia de Barcelona —se retiraron unos 26.500 anuncios en toda la comunidad, de los cuales 23.900 se concentraron en Barcelona, que es la provincia que más zonas tensionadas aglutina—. Fue el doble de caída que en mercados comparables como Andalucía o la Comunidad Valenciana, donde el descenso rondó el 10% y se explica, según el estudio, por el momento que atraviesa el mercado. En el conjunto de España sin contar Cataluña el volumen de anuncios disminuyó un 7% y en Madrid incluso aumentó un 3,9%.

"Donde la norma se aplica, la moderación del precio convive con una contracción de la oferta disponible, justo el desenlace que la teoría de los controles de precios anticipa", advierte el informe, que apunta a que este era un efecto predecible y señala que la propia normativa catalana con la que se han ido ampliando progresivamente las zonas tensionadas "reconoce institucionalmente el desplazamiento de oferta hacia segmentos contiguos no regulados", como el alquiler de temporada o el turístico. Si bien da por probado este efecto colateral del control de precios, el estudio puntualiza que también puede haberse producido un cambio en los hábitos de publicación de los anuncios o un desplazamiento hacia canales fuera del radar de los datos manejados.

Esa reducción de la oferta en las zonas tensionadas ha derivado en un aumento de la competencia entre inquilinos por conseguir un piso. El informe indica que a finales de 2025 cada alquiler que se anunciaba en Barcelona generaba de media 462 llamadas de interesados en los primeros diez días, 4,5 veces más que en Madrid, donde se producían 103. La media nacional se situó en 135 contactos. La brecha del dato de Cataluña con respecto a estas marcas refleja, según el estudio, "el exceso de demanda que la teoría asocia a un precio situado por debajo del de equilibrio".

"La ley no ha conseguido su objetivo", asegura el informe, que recuerda que el propósito de la norma no era únicamente controlar el precio del alquiler sino también "favorecer una oferta suficiente y asequible". "La ley avanza en el objetivo de precio pero retrocede en el de oferta, de modo que el saldo sobre las condiciones efectivas de acceso no es positivo", concluye, recalcando que la reducción de la oferta y el aumento de la competencia en las zonas tensionadas perjudica especialmente a quien intente entrar al mercado. "El precio más bajo para el inquilino consolidado, el insider, no mejora, y probablemente empeora, las condiciones de acceso de quien intenta entrar, el outsider", señala el texto publicado por Fedea, que advierte de que "el ajuste entre oferta y demanda que el precio ya no realiza se produce por la vía del racionamiento entre solicitantes con criterios subjetivos".

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El extraño hábito de los perros que comen piedras, plástico o calcetines

Los perros mordisquean, lamen, transportan objetos con la boca y, especialmente durante la etapa de cachorros, convierten cualquier cosa en una posible ‘presa’ improvisada. Pero existe una diferencia importante entre masticar algo por curiosidad y tragárselo de forma repetida.

Algunos perros desarrollan hábitos alimentarios anormales que van mucho más allá de la travesura ocasional. Piedras, tierra, plástico, cuerdas, pinzas de la ropa, calcetines, madera, papel, gomas del pelo e incluso heces pueden acabar dentro del aparato digestivo de animales que, en realidad, están intentando gestionar ansiedad o aburrimiento hasta dolor, estrés o problemas de salud subyacentes.

Esta conducta tiene nombre. Se conoce como pica y puede convertirse en un problema veterinario grave, no solo por el riesgo de intoxicaciones o atragantamientos, sino también por las obstrucciones intestinales y lesiones digestivas que puede provocar.

Cuando masticar deja de ser normal

Muchos perros rompen juguetes, mordisquean palos, destrozan cartones y rompen nuestras zapatillas. Eso, por sí solo, no significa necesariamente que exista un trastorno. La diferencia importante aparece cuando el perro no solo manipula el objeto, sino que lo ingiere de manera repetida y compulsiva. Ahí ya no hablamos simplemente de una conducta exploratoria, sino de un hábito potencialmente peligroso.

Los veterinarios de la facultad de medicina veterinaria de la Universidad de California, en Davis, explican que la pica consiste en el consumo persistente de sustancias no nutritivas que no aportan ningún beneficio físico al animal. Y aunque puede parecer un comportamiento gracioso en los vídeos subidos a las redes sociales, la realidad es que puede esconder desde déficits nutricionales hasta trastornos de ansiedad importantes.

No todos los perros presentan la conducta de la misma forma. Algunos desarrollan fijación por un único material concreto, como las piedras o masticar tela. Otros engullen prácticamente cualquier cosa que encuentran durante el paseo o dentro de casa, y en determinados casos el comportamiento aparece únicamente cuando el animal se queda solo.

El aburrimiento también enferma

Uno de los factores más frecuentes detrás de estos comportamientos es la falta de estimulación física y mental. Perros con niveles altos de energía, razas de trabajo y animales que pasan demasiadas horas solos pueden terminar desarrollando conductas repetitivas para autorregularse y entretenerse. Cuando no tienen alternativas adecuadas para morder, explorar u olfatear, buscan sus propias actividades.

Eso explica por qué algunos perros acaban obsesionándose con piedras, palos, calcetines, los cojines del sofá o las patas de las sillas. El problema no es solo el objeto en sí, sino lo que representa. En muchos casos funciona como una vía de escape frente al aburrimiento crónico, la frustración y la falta de enriquecimiento ambiental.

Los especialistas recuerdan que un paseo rápido para “hacer sus cosas” rara vez cubre todas las necesidades conductuales de un perro. Olfatear, resolver pequeños retos, jugar, interactuar socialmente y disponer de juguetes para la masticación también forman parte de su bienestar.

Ansiedad, estrés y emociones que terminan en el estómago

En otros perros, el origen no está tanto en el aburrimiento como en la ansiedad. Las conductas anómalas de alimentación aparecen con relativa frecuencia en animales con estrés crónico, miedo y que han desarrollado ansiedad por separación. Algunos perros canalizan esa tensión destruyendo objetos, mientras que otros, directamente, se los tragan.

Aquí hay un detalle importante. Muchas veces el comportamiento ocurre únicamente cuando el titular no está presente. Por eso algunos especialistas recomiendan grabar al perro cuando se queda solo para entender mejor en qué momentos aparece la conducta, cuánto dura y qué la desencadena.

También conviene observar si existen patrones concretos. Perros que mastican compulsivamente tras una discusión en casa, durante las tormentas, después de quedarse solos o tras cambios importantes en la rutina o en nuestro estilo de vida, lo que nos puede indicar es que están utilizando esa conducta como una forma de gestionar una sobreestimulación inesperada.

Castigar al animal no resuelve el problema. De hecho, es el camino más rápido para aumentar todavía más su estrés y empeorar el comportamiento.

Cachorros, dentición y malos hábitos que se consolidan

Durante la dentición es completamente normal que los cachorros quieran morderlo todo, porque necesitan aliviar las molestias de las encías y además, explorar el entorno.

El problema aparece cuando no disponen de alternativas adecuadas y empiezan a desarrollar preferencias peligrosas por determinados objetos. Algunos cachorros empiezan masticando los objetos que les dejamos al acceso, como nuestro calzado, y terminan tragándoselos. Si esa conducta no se redirige a tiempo hacia juguetes seguros y apropiados para su tamaño y fuerza mandibular, se puede convertir en un hábito persistente en la edad adulta.

Por eso se recomienda ofrecer desde el principio opciones de masticación seguras, supervisadas y adaptadas a cada perro, evitando objetos que puedan fragmentarse o provocar obstrucciones.

Lo que puede ocurrir dentro del cuerpo

Algunos materiales provocan intoxicaciones, otros dañan dientes y encías, pero uno de los mayores riesgos son las obstrucciones gastrointestinales, especialmente cuando el perro ingiere telas, cuerdas, plásticos y fragmentos duros.

En esos casos pueden aparecer vómitos, apatía, dolor abdominal, estreñimiento, diarrea, pérdida de apetito o incapacidad para defecar. Determinadas obstrucciones requieren cirugía urgente.

Las cuerdas, hilos y cintas resultan especialmente peligrosos porque pueden cortar o perforar el intestino mientras avanzan por el aparato digestivo. Por eso los especialistas insisten en que no debe normalizarse un perro que “siempre se come cosas”. Aunque el animal parezca encontrarse bien, el riesgo acumulativo existe.

Cómo abordar realmente el problema

La solución no pasa únicamente por esconder objetos o vigilar constantemente al perro, aunque la prevención ambiental sea importante. Lo primero es descartar causas nutricionales mediante una revisión veterinaria completa. Algunas deficiencias minerales, problemas digestivos o enfermedades pueden alterar la conducta alimentaria. A partir de ahí, el tratamiento depende del origen concreto del comportamiento.

En muchos casos resulta fundamental aumentar el enriquecimiento ambiental y el ejercicio físico. Más tiempo de olfateo, juguetes interactivos, actividades de búsqueda, mordedores seguros y rutinas más estimulantes pueden reducir muchísimo la conducta. También puede ser necesario trabajar la ansiedad subyacente mediante modificación de conducta y pautas específicas guiadas por profesionales.

Los veterinarios de la UC Davis recuerdan además que ciertas estrategias aversivas, como gritar, perseguir al perro o castigarlo físicamente cuando roba objetos, suelen empeorar la situación. El animal no deja de sentir la necesidad de hacerlo, simplemente aprende a esconderse mejor o a tragar aún más rápido.

En los casos más severos, especialmente cuando existe ansiedad intensa o conductas compulsivas, algunos perros pueden necesitar apoyo farmacológico supervisado por especialistas en comportamiento veterinario.

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Northern Thai residents march for action on polluted rivers. ‘This is an emergency’

BANGKOK — More than 600 residents of Chiang Mai and Chiang Rai provinces embarked May 31 on a roughly 68-kilometer, six-day ‘peace walk’ to demand the Thai government take action on the river pollution crisis that has seen Thai rivers polluted with heavy metals. The ensemble of affected residents, civil society groups, monks and students marched from Tha Ton subdistrict in Chiang Mai to the city of Chiang Rai in northern Thailand, reaching their destination on June 5, World Environment Day. For more than a year, Thailand’s Pollution Control Department has reported dangerous levels of arsenic, mercury, cadmium and other heavy metals in rivers across northern Thailand, with mining operations across eastern Myanmar suspected to be responsible for the pollution. “We are walking because our rivers are slowly dying,” Pianporn Deetes, executive director of the Rivers and Rights Foundation, which helped to organize the peace walk, told Mongabay by phone. “Toxic contamination from unregulated mining upstream is already affecting water, fish, food, livelihoods, and public health. We do not want to wait until more people become sick. This is an emergency.” Pianporn said the walk (42 miles) was about taking collective action to share information, document impacts and build public pressure in a bid to force the government to address the issue, which Pianporn said has, so far, been lacking. “Monitoring has improved, but action has not matched the scale of the crisis,” she said. “We need urgent diplomatic engagement with neighboring countries, stronger health monitoring, transparency, and action to…This article was originally published on Mongabay

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La salida de fondos, la regulación y el alza de precios animan a las empresas a soltar pisos: en 2025 vendieron 45.000 más que compraron

Una de cada diez viviendas vendidas en España en 2025 fue comprada no por un particular, sino por una empresa. Adquirieron el año pasado 78.669 pisos. Fueron un 2,5% más que en 2024, pero menos de los que vendieron. Según datos del Consejo General del Notariado presentados en una reciente jornada organizada junto al Consejo Superior de los Colegios de Arquitectos de España, las personas jurídicas se deshicieron en 2025 de 123.777 viviendas y llevan ya tiempo desinvirtiendo en el mercado residencial. Los expertos consultados por 20minutos achacan esa tendencia principalmente a la salida de los fondos de inversión que llegaron durante la crisis y a la inseguridad jurídica generada por los cambios de regulación en el mercado de la vivienda. Señalan una incidencia menor del alza de los precios.

La diferencia entre viviendas compradas y vendidas por personas jurídicas en 2025 se situó en 45.108 inmuebles, lo que refleja un mayor interés por parte de estos actores por vender que por comprar. No se trata de un escenario nuevo —el saldo entre ambos tipos de operaciones lleva siendo negativo desde 2010—, pero sí acentuado tras la pandemia. En 2022, que fue un año dorado para el mercado inmobiliario en el que se volvieron a rozar las 700.000 operaciones por primera vez desde 2007, llegaron a contabilizarse 134.208 viviendas vendidas por parte de personas jurídicas, frente a 71.290 compradas, lo que supuso una diferencia de 62.918 inmuebles. Aunque en los últimos tres años las adquisiciones se han recuperado ligeramente, la brecha sigue siendo patente.

"La mayor parte de los grandes fondos de inversión están haciendo ya la desinversión de sus carteras, porque cuando entraron en España lo hicieron con unos planes de negocio a un plazo determinado y muchos ya están abandonando el país", apunta como explicación el presidente de la Federación de Asociaciones de Empresas Inmobiliarias (Fadei) y de la Asociación Madrileña de Empresas Inmobiliarias (Amadei), Miguel Ángel Gómez Huecas, que considera que la subida de los precios también está contribuyendo a desincentivar la inversión, al reducir el margen de beneficio.

Los anuncios de venta de activos por parte de los grandes fondos se han sucedido en los últimos años. Hace apenas dos semanas, por ejemplo, trascendió la intención de Blackstone de vender más de 8.300 viviendas de alquiler a particulares, según Cinco Días. Este fondo, como muchas otras grandes firmas, desembarcó en el mercado residencial español durante la crisis, aprovechando la coyuntura para hacerse con voluminosos lotes de vivienda —incluso pisos públicos— que luego ha explotado en alquiler.

"Después de la crisis estos grandes fondos pudieron comprar carteras de propiedades a un precio muy asequible y ahora muchos tienen que devolver el capital a sus inversores", explica el CEO y cofundador de la plataforma de inversión inmobiliaria Equito, Robin Decaux, que coincide en atribuir la desinversión observada en los últimos años a la salida de estos actores y apunta a que es un indicio de "madurez" del mercado. De hecho, la brecha entre viviendas compradas y vendidas por personas jurídicas se situó en 2025 en su nivel más bajo desde 2013.

"Estamos al final de un ciclo donde los grandes fondos están saliendo y el inversor particular tiene más peso, pero eso no afecta directamente al precio de la vivienda. La subida de los precios está conectada con la falta de vivienda disponible", remarca Decaux, que subraya que, pese al encarecimiento, España sigue siendo un país "muy atractivo" para las inversiones inmobiliarias y sigue habiendo "oportunidades" ante el déficit de inmuebles. "Lo que hemos podido ver nosotros al hablar con grandes fondos es que están esperando a este nuevo ciclo, pero que van a continuar invirtiendo", afirma.

El caso de Cataluña

El managing director de la consultora inmobiliaria Laborde Marcet, Carlos Bajo, coincide en que la salida de los grandes fondos explica parte de la desinversión de las personas jurídicas en el mercado de la vivienda, pero recuerda que también hay sociedades que, sin estar marcados como los fondos por unos plazos de inversión predeterminados, están siendo más reticentes para comprar vivienda en España por los continuos cambios de regulación en algunas zonas. "Debido a la incertidumbre regulatoria de la vivienda, se ha incrementado el riesgo operativo", sostiene Bajo, que indica que este efecto es especialmente reseñable en Cataluña, donde los precios del alquiler están topados y hay declaradas zonas tensionadas.

A ese misma explicación señaló el pasado miércoles el director del Centro Tecnológico del Notariado, Alberto Martínez Lacambra, al presentar estos datos sobre compra y venta de viviendas por parte de personas jurídicas, remarcando que no es "casualidad" la especial incidencia de este fenómeno en Cataluña, donde existe una regulación más restrictiva del mercado del alquiler. Según las estadísticas de los notarios, en esta comunidad la diferencia entre compras y ventas de vivienda por parte de personas jurídicas alcanzó en 2025 las 12.010 operaciones, la segunda mayor brecha en al menos dos décadas, solo superada por las 10.726 de 2022. En cambio, en la Comunidad de Madrid, el gap actual está por debajo de los niveles anteriores a la pandemia.

"Cataluña se ha caracterizado muchísimo por ir haciendo legislación capa sobre capa y lo que ha acabado produciendo es un efecto de desinversión", opinó Martínez. "Tendríamos que entender que la protección al inquilino no puede ir de espaldas al propietario. La política social hay que pagarla con impuestos, no cargarla a las espaldas de los propietarios", recalcó, advirtiendo de que la retirada de capital puede debilitar el mercado del alquiler.

Redirección del capital

"El capital siempre busca las mejores alternativas", resume Bajo, que apunta a que la desinversión de las empresas en el mercado residencial ha venido de la mano de un redireccionamiento hacia otros activos como locales comerciales, oficinas y otros segmentos de living, como residencias de estudiantes y alquiler de medio plazo e incluso vivienda protegida. "El hecho de que suban los precios sí incentiva a que el inversor institucional quiera desinvertir. Pero, por otro lado, vemos que también está focalizándose en otra tipología de activos", explica.

En el mercado residencial, las compras de particulares son ampliamente mayoritarias. Según los datos de los notarios, en 2025 representaron el 89,3% del total. Es un porcentaje que apenas ha variado en los últimos años. "La mayor parte ahora es el comprador que necesita la vivienda para vivir, no para invertir", constata el presidente de Fadei, que remarca que el problema está en la escasez de pisos disponibles en el mercado. "El producto que hay actualmente se está vendiendo a precio alto porque no existe stock. En cuanto la vivienda sale, se vende", asegura.

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Ex-subsecretária de Defesa dos EUA diz que ações de Trump contra o Brasil têm objetivo de apoiar Bolsonaro

A relação entre Brasil e Estados Unidos, as duas maiores economias das Américas, atravessa novas tensões. Na última semana, houve a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelo governo americano, o resultado parcial da investigação comercial contra o Brasil que prevê novas tarifas de 25%, e declarações de integrantes do governo Donald Trump que reacenderam o debate sobre os rumos da parceria bilateral. Leia mais (06/07/2026 - 23h00)
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‘Family values’ African charter condemned by rights groups as regressive and dangerous

Draft treaty claims sexual and reproductive health and rights are an existential threat to the African family

An African treaty that rejects longstanding international human rights obligations moved a step closer to becoming policy this week as governments across the continent met in Ghana.

The draft African charter on family, sovereignty and values, seen by the Guardian, asserts that African values and culture are under attack from “foreign ideologies” and urges states to withdraw from any agreements that do not align with the principles of the charter, including the 2003 Maputo protocol, which promotes gender equality and protects the reproductive and health rights of women and girls.

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© Photograph: Francis Kokoroko/Reuters

© Photograph: Francis Kokoroko/Reuters

© Photograph: Francis Kokoroko/Reuters

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Rights groups renew call to free jailed Cambodian environmental activists

BANGKOK — Seven hundred days after activists from the environmental group Mother Nature Cambodia were imprisoned on charges widely regarded as retaliatory for their activism, 73 international and Cambodian civil society organizations have renewed calls for their unconditional release. After a trial lasting just over a month, 10 activists from Mother Nature Cambodia were sentenced on July 2, 2024, to between six and eight years in prison. Only five of the defendants attended the hearings, which saw Long Kuntha, 28, Ly Chandaravuth, 26, Phuon Keoraksmey, 25, and Thun Ratha, 34, each sentenced to six years behind bars for plotting against the government; fellow activist Yim Leanghy, 36, received an eight-year sentence for both plotting against the government and insulting the king. The five activists who did not attend the trial were sentenced in absentia. The appeals hearing for all 10 convicted activists was slated to take place on June 2, but has been postponed indefinitely by the Phnom Penh Court of Appeals. “The MNC5 are incarcerated in prisons in overcrowded and harsh living conditions, separated from each other and spread out all across Cambodia, hundreds of kilometers away from their families and legal counsel,” wrote the 73 NGOs in an open letter addressed to Prime Minister Hun Manet. “The … NGOs who have signed this letter sincerely request you take immediate action to ensure the unjust convictions of these five activists are reversed either prior to or at their upcoming appeals court hearing in Phnom Penh, and that their freedom…This article was originally published on Mongabay

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Bengal tigers in Cambodia? Reintroduction plan raises questions

Sat Born, 56, recalls freezing at the forest’s entrance when he first saw it. “Its head was this big,” he says, wide-eyed, spreading his hands to show the animal’s size. Recollecting that eventful morning in 2001, Born, who now farms bananas and durians, retraces his steps from his home in Trapeang Chheu Trav village in the rainforests of the Cardamom Mountains in southwestern Cambodia. As he walks up a hill rising above the forest canopy, he points to a spot on the road. “It’s over here. When I saw the tiger, it was 9 a.m.,” he says. “I was really shocked … I couldn’t tell if the tiger was coming towards me.” In 2007, just six years after this fleeting encounter, Cambodia’s last confirmed tiger sighting was logged by a camera trap. In the 1990s, the country was estimated to host hundreds of wild Indochinese tigers, but decades of poaching pressure took a heavy toll. In 2016, tigers (Panthera tigris) were formally declared extinct in Cambodia. That may be set to change with the imminent translocation of a small population of Bengal tigers from India. Although many reintroductions are success stories, this one raises some serious concerns. Why would Cambodia bring in a nonnative tiger? Have the people living in these areas been adequately consulted? Will these translocated tigers be able to adapt to this new habitat? Is there enough prey to sustain them, and if not, how will the government address predation when hungry cats feed on livestock? With…This article was originally published on Mongabay

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