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IAEA documents military activity near all Ukraine’s nuclear sites

Khmelnitskyi nuclear power plant, 1st block

Military activity has been reported near all Ukraine’s operating nuclear power plants: Khmelnytskyy, Rivne, and South Ukraine, and the Chornobyl site, according to the International Atomic Energy Agency (IAEA). IAEA teams recorded more than 100 drones within observation zones around nuclear facilities over the past two weeks, with some as close as 2 kilometers from the facilities.

The Chornobyl drone strike landed at a centralized spent-fuel storage facility in the exclusion zone, just hundreds of meters from where spent nuclear fuel from Ukrainian operating reactors is kept in containers.

“Attacking a facility with large amounts of nuclear material is extremely dangerous. It must not happen,” IAEA Director General Rafael Grossi said.

What happened at Zaporizhzhia NPP on 30 May 

On 30 May 2026, a drone struck the turbine hall of Unit 6 at the Russian-occupied Zaporizhzhia NPP.

During subsequent inspections, IAEA specialists documented a hole in the wall and local damage to the metal cladding of an empty pipe located several meters from the impact point.

Experts are continuing to assess the condition of the affected area and the potential consequences of the incident.

“This is the first time since April 2024 that military activity has directly impacted the ZNPP site,” Grossi said.

ZNPP has been under Russian military occupation since March 2022 and remains a continuous focus of IAEA monitoring. The IAEA statement does not attribute the drone strike to either Russia or Ukraine.

Legal frame: Geneva Convention Article 56 protection

Nuclear power plants and similar installations containing dangerous forces are explicitly protected under Article 56 of Additional Protocol I to the Geneva Conventions, which prohibits attacks that may release dangerous forces and cause severe losses among the civilian population.

The IAEA does not formally categorize incidents at Ukrainian nuclear sites as war crimes within this framework, which would require a UN Commission of Inquiry or ICC finding. The IAEA's role is technical and monitoring-focused. 

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Ordem satisfeita com alteração ao Código de Processo Penal que exclui advogados de multas por atos “dilatórios”

A Ordem dos Advogados (OA) saudou a aprovação da alteração ao Código de Processo Penal (CPP) e do Regulamento das Custas Processuais (RCP), no passado dia 3 de junho, que determina que as multas por atos manifestamente infundados ou dilatórios não sejam um encargo da classe.

“Esta alteração vai ao encontro da posição reiteradamente manifestada pela OA, que sempre considerou que a redação anteriormente proposta geraria pressão sobre o exercício da Advocacia e comprometeria a liberdade e a independência dos mandatários, colocando em risco a efetividade do direito de defesa dos cidadãos”, recorda a entidade em nota de imprensa.

A este respeito, João Massano, Bastonário da Ordem dos Advogados, sublinha que “o legítimo combate à morosidade processual não pode converter-se em pressão sobre quem tem o dever, perante o cliente, de usar todos os instrumentos legalmente previstos para o defender”. “Penalizar o defensor pelo cumprimento do mandato é amputar o direito de defesa. E o direito de defesa é, em qualquer Estado de Direito, condição da Justiça”, defende o advogado.

Apresentada pelo grupo parlamentar do PSD, a proposta de lei nº 54/XVII/1 foi aprovada na especialidade no dia 3 de junho e estabelece multas por atos manifestamente infundados ou dilatórios para arguidos, assistentes, partes civis ou pessoas afetadas.
AOrdem dos Advogados defende a definição com clareza do que constitui um “ato manifestamente infundado ou dilatório”, alertando para a subjetividade do conceito e para a possibilidade de pôr em causa os direitos dos intervenientes nos processos.
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Comissão Europeia obriga Meta a reabrir WhatsApp a assistentes de IA de terceiros

A Comissão Europeia obrigou esta terça-feira a Meta a restabelecer o acesso de assistentes de IA de terceiros ao WhatsApp, até concluir uma investigação à empresa, afirmando que isso é imprescindível para impedir “danos irreparáveis” à concorrência no setor.

Esta decisão surge depois de, em fevereiro, a Comissão Europeia ter notificado a Meta sobre um potencial abuso de posição dominante no mercado, após a empresa tecnológica ter anunciado em outubro uma atualização dos termos do WhatsApp Business que impedia a utilização de assistentes de Inteligência Artificial (IA) de terceiros na aplicação.

Em reação a esta notificação da Comissão Europeia, a Meta decidiu, em março, voltar a permitir a utilização desses assistentes, mediante o pagamento de uma taxa, o que o executivo comunitário considerou ser, “na prática, equivalente à anterior proibição de acesso”, uma vez que a taxa em questão é “demasiado elevada”.

Num comunicado hoje divulgado, a Comissão Europeia considera que é necessário forçar a Meta a restabelecer o acesso de assistentes de IA de terceiros ao WhatsApp “para prevenir danos graves e irreparáveis à concorrência no mercado em crescimento dos assistentes de IA de uso geral”.

“A alteração de política da Meta corre o risco de prejudicar a concorrência num momento crucial para o desenvolvimento desse mercado, em que operadores de menor dimensão e novos concorrentes podem desafiar os grandes intervenientes já estabelecidos”, afirma o executivo.

Assim, a Comissão Europeia ordena à Meta que “restabeleça o acesso de assistentes de IA de uso geral de terceiros ao WhatsApp Business, nos mesmos termos e condições que vigoravam antes de 15 de outubro de 2025, altura em que esse acesso era gratuito para todos esses assistentes de IA”.

“A Meta deverá manter esse acesso nessas condições até que a Comissão adote uma decisão final sobre o caso. Tal é necessário para garantir a eficácia dos poderes da Comissão em matéria de aplicação do direito da concorrência, bem como de qualquer decisão final que venha a ser adotada relativamente à legalidade da conduta da Meta”, lê-se.

A Meta tem agora até cinco dias úteis para cumprir a ordem hoje anunciada pela Comissão Europeia.

Citada no comunicado, a vice-presidente da Comissão Europeia com a pasta da Transição Limpa, Justa e Competitiva, Teresa Ribera, refere que é necessário tomar esta medida provisória porque, “nos mercados em rápida evolução, pode-se perder competitividade” no tempo que a Comissão Europeia demora a chegar a uma decisão final.

“É por esta razão que estas medidas provisórias permanecerão em vigor durante toda a investigação, a fim de evitar danos que seriam praticamente impossíveis de reparar”, afirma.

A comissária salienta que a decisão hoje tomada irá “salvaguardar a concorrência no mercado em crescimento dos assistentes de IA, preservando um canal essencial para chegar aos consumidores na Europa – o WhatsApp – e permitindo que as empresas de IA inovem, ganhem escala e concretizem plenamente o seu potencial”.

“Com a decisão hoje adotada, garantimos também que os cidadãos europeus continuem a poder escolher os assistentes de IA que desejam utilizar com o WhatsApp, em vez de essa escolha lhes ser imposta”, acrescenta.

A Meta é a dona das redes sociais Facebook e Instagram, bem como de aplicações de comunicação para consumidores, como o WhatsApp e o Messenger.

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Spyware firm targeted WhatsApp users in defiance of US court order, Meta says

Tech company says it ‘caught and disrupted’ NSO Group’s attempts to access accounts in Jordan and Lebanon

A spyware firm has been targeting WhatsApp users with malicious links in contravention of a US court order forbidding it from doing so, Meta has said.

In a post, Meta said WhatsApp had “caught and disrupted spear phishing attempts” by NSO Group, which a spokesperson said targeted a handful of users in Jordan and Lebanon. It had also caught the group creating “test accounts and groups” on WhatsApp.

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© Photograph: Martin Meissner/AP

© Photograph: Martin Meissner/AP

© Photograph: Martin Meissner/AP

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Infantino’s Yearslong Effort to Woo Trump for the World Cup

Gianni Infantino, the FIFA president, has unabashedly courted the president’s favor. Soccer officials privately ask, who really benefits?

© Anna Moneymaker/The New York Times

President Trump with Gianni Infantino, FIFA’s president, at the White House in 2019.
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JPP requer estudo sobre a ligação marítima por ferry

Um requerimento assinado pelo deputado do Juntos Pelo Povo (JPP), Filipe Sousa, relacionado com o estudo realizado pelo Governo central para a ligação marítima de passageiros e carga entre a Madeira e o continente, será votado esta terça-feira na Comissão de Infraestruturas, Mobilidade e Habitação, diz o partido. Com esta iniciativa na Assembleia da República, […]
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JPP contesta opção do executivo de C. de Lobos: gastar 155 mil euros em comunicação e imagem

O vereador do JPP na Câmara Municipal de Câmara de Lobos e deputado na ALRAM, Miguel Ganança, veio questionar a opção da autarquia em celebrar dois contratos na área da comunicação que, no conjunto, representam uma despesa pública na ordem dos 155 mil euros. Em causa estão um contrato para aquisição de serviços de fotografia, […]
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“Mais Santa Cruz” aponta “falhanço assumido pelo JPP no sector da habitação”

Os vereadores eleitos pela Coligação Mais Santa Cruz consideram que a aprovação da Declaração de Carência Habitacional hoje deliberada em reunião da vereação da Câmara Municipal não é apenas um acto administrativo — é, acima de tudo, uma admissão clara do falhanço da gestão da JPP na resposta a um dos problemas mais graves que […]
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JPP questiona critérios de atribuição de habitação pública na RAM

O Juntos Pelo Povo (JPP) considera “preocupante a crescente dificuldade criada pelo Governo PSD/CDS no acesso à habitação das pessoas, famílias e jovens em situação de vulnerabilidade social e financeira”. A deputada Jéssica Teles abordou a situação esta sexta-feira, apontando o problema às actuais políticas públicas da Região. “A crise da habitação já não é […]
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JPP quer saber em que estado está a execução do Museu do Max e Música Tradicional

Os deputados do Juntos Pelo Povo (JPP) vão realizar uma visita de trabalho às obras de reabilitação e adaptação estrutural do edifício destinado ao futuro Museu do Max e da Música Tradicional Madeirense. O pedido foi já dirigido à Secretaria Regional de Equipamentos e Infraestruturas e insere-se no cumprimento do direito e no dever de […]
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PL lidera divisão do fundo eleitoral e receberá R$ 881,6 milhões

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) divulgou nesta quarta (3) a divisão dos valores do fundo eleitoral de financiamento de campanha. Ao todo, cerca de R$ 4,9 bilhões serão distribuídos entre 30 partidos.

A divisão considera a representatividade dos partidos no Congresso e o desempenho nas últimas eleições. Como PL e PT elegeram as maiores bancadas na Câmara e Senado, recebem mais recursos.

Veja quanto cada partido vai receber

o PL: R$ 881.657.477,34

o PT: R$ 615.367.980,20

o União Brasil: R$ 526.242.858,11

o PSD: R$ 421.008.404,89

o PP: R$ 417.067.738,40

o MDB: R$ 400.002.399,99

o Republicanos – R$ 348.587.815,77

o Podemos: R$ 245.969.763,68

o PDT: R$ 169.285.643,92

o PSB: R$ 152.252.956,07

o PSDB: R$ 147.895.172,40

o PSOL: R$ 131.506.284,42

o Solidariedade: R$ 88.526.669,83

o Avante: R$ 72.516.777,19

o PRD: R$ 71.819.227,37

o Cidadania: R$ 60.714.157,11

o PCdoB: R$ 60.531.914,25

o PV: R$ 45.183.873,26

o Novo: R$ 37.044.203,26

o Rede: R$ 35.803.821,03

o Agir: R$ 3.307.679,85

o DC: R$ 3.307.679,85

o Democrata: R$ 3.307.679,85

o Missão: R$ 3.307.679,85

o Mobiliza: R$ 3.307.679,85

o PCB: R$ 3.307.679,85

o PCO: R$ 3.307.679,85

o PRTB: R$ 3.307.679,85

o PSTU: R$ 3.307.679,85

o UP: R$ 3.307.679,85

Recursos podem ser usados em despesas de campanha

Os valores podem ser utilizados para despesas relacionadas à campanha. Gastos incluem produção de material gráfico, impulsionamento de conteúdo na internet, contratação de pessoal, aluguel de espaços para eventos, transporte e serviços de comunicação. (UOL/FOLHAPRESS)

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Russians make mass cash withdrawals amid internet shutdowns and transfer controls

Russians, accustomed to living with constant unpredictability, have been stashing rubles for months in the drawers of their homes. Cash withdrawals have been so massive since the start of the year that the Bank of Russia has carried out a substantial upward revision of the financial system’s liquidity needs through the end of 2026. Internet shutdowns — and, by extension, disruptions to payment systems — ordered by the authorities for alleged “security reasons” have driven Russians to withdraw money from ATMs. Added to this, in a bid to raise revenue to fund the war against Ukraine, is a new bill that would tighten controls on cash payments to businesses.

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© ALEXEY MALGAVKO (REUTERS) (EL PAÍS)

A woman pays in cash in Tara, Russia. 
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