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Carapau crocante vence terceira edição do Nutri Challenge da UTAD

VTM

Integrado na unidade curricular de Gastrotecnia e enquadrado no projeto ReFOOD4North, o concurso pretende estimular a criatividade e a inovação dos alunos, promovendo soluções alimentares que conciliem qualidade nutricional, sustentabilidade ambiental e acessibilidade económica.

Para Carla Gonçalves, docente da unidade curricular, a ligação entre a universidade e o tecido empresarial tem um papel fundamental na motivação dos alunos. “Este tipo de iniciativas com ligação às empresas motiva os estudantes a demonstrarem aquilo que valem e querem muito que o seu valor, aprendido dentro das portas da Universidade, passe para a sociedade”, afirmou.

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Plataforma Nordeste Vivo opõe-se a parques eólicos e fotovoltaicos

VTM

O movimento, que se apresenta como apartidário, foi anunciado por José Jambas, um dos seus membros, que destacou a união de representantes de setores como turismo, meio ambiente, hotelaria e agricultura. A Plataforma Nordeste Vivo visa defender o território do Nordeste Transmontano e a qualidade de vida das populações locais.

José Jambas afirmou que a plataforma procura esclarecer a situação dos projetos de hibridização das barragens de Picote, Bemposta, Baixo Sabor e Foz Tua, onde a elétrica francesa Engie anunciou a instalação de parques de grande dimensão. “Todo este processo de implantação de parques eólicos e fotovoltaicos têm surgido de forma camuflada”, criticou, sublinhando que as comunidades afetadas não têm sido consultadas adequadamente.

Os membros da plataforma defendem que é necessário garantir seriedade e transparência nos processos de licenciamento, permitindo que as comunidades tenham uma voz ativa. Jambas enfatizou que, embora a plataforma seja favorável à transição energética, é contra a imposição de produção industrial na região.

A Plataforma Nordeste Vivo considera que o Nordeste Transmontano não deve ser visto como um espaço vazio para ocupação industrial, mas sim como uma terra rica em tradições e modos de vida que estão intimamente ligados à paisagem e cultura local. O movimento destaca que a agricultura, pecuária, caça, apicultura e turismo são atividades que devem ser preservadas.

Além disso, a plataforma alerta para os impactos profundos e irreversíveis que a instalação de megaprojetos de energia pode causar, incluindo efeitos diretos na saúde e qualidade de vida das populações, bem como a perda de solos férteis e áreas de pastorícia. Jambas afirmou que a região já contribui significativamente para a produção energética nacional e que a imposição de novos projetos vai contra a estratégia de desenvolvimento do território.

Por fim, a Plataforma Nordeste Vivo reivindica transparência total nos processos de licenciamento e a realização de Estudos de Impacto Ambiental rigorosos e acessíveis ao público antes de qualquer aprovação dos projetos propostos.

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CIM Douro quer acelerar modernização do território

A Comunidade Intermunicipal do Douro participou no “Portugal Nação Global” com o objetivo de “reforçar a ligação à diáspora portuguesa e promover novas oportunidades de investimento no território duriense”. O encontro, realizado no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, no…

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