IPMA prevê que efeitos do El Niño sejam indiretos no país

© MIGUEL A. LOPES/LUSA

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Um sismo de magnitude 3.5 na escala de Richter foi detetado pelas estações da Rede Sísmica do Continente do Instituto Português do Mar da Atmosfera (IPMA), com epicentro a cerca de 80 km a oeste-sudoeste do Cabo São Vicente, no Algarve.
Segundo um comunicado do IPMA, não foi recebida nenhuma informação confirmando que este sismo tenha sido sentido.
O IPMA relembra que a localização do epicentro de um sismo é um processo físico e matemático complexo que depende do conjunto de dados, dos algoritmos e dos modelos de propagação das ondas sísmicas.
“Agências diferentes podem produzir resultados ligeiramente diferentes. Do mesmo modo, as determinações preliminares são habitualmente corrigidas posteriormente, pela integração de mais informação”, refere a nota enviada às redações.
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O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) emitiu aviso amarelo para o distrito de Braga devido ao calor.
O aviso estará em vigor entre as 09:00 e as 21:00 de quinta-feira, dia em que as máximas em Braga deverão chegar aos 35 graus Celsius.
Contudo, é de espera que o IPMA prolongue o aviso, ou até o agrave, uma vez que para sexta-feira estão previstas máximas de 39ºC.

O IPMA alerta para a “persistência de valores elevados da temperatura máxima, em especial na parte interior do distrito”.
O aviso amarelo por causa do calor estende-se a outros dez distritos do país.
Para o distrito de Viana do Castelo não foi emitido qualquer aviso – pelo menos, para já.
O aviso amarelo, o menos grave de uma escala de três, é emitido sempre que existe uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.
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Duas candidaturas apresentadas pela AMAL – Comunidade Intermunicipal do Algarve, para financiar ações no âmbito da Cogestão do Parque Natural da Ria Formosa (PNRF) e da Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António (RNSCMVRSA), acabam de ser aprovadas, anunciou a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve.
Estas candidaturas, acrescenta a CCDR, «foram submetidas no ano passado e são destinadas à promoção, comunicação e sensibilização acerca destas duas áreas protegidas».
Uma das candidaturas beneficia do Programa Algarve 2030, na área da Conservação da Natureza, Biodiversidade e Património natural – Instrumento Territorial Integrado (ITI) CIM AMAL. O investimento ronda os 207 mil euros (206.879,85€), financiado a 60% pelo FEDER.
Prevê a realização de ações de sensibilização e comunicação dos processos de cogestão do PNRF e da RNSCMVRSA, através de atividades como uma campanha de sensibilização multimeios, a criação de conteúdos científicos e a organização de eventos. A execução da candidatura está prevista ocorrer até 2027.
A outra candidatura, no valor de 143 mil euros (143.383,32€), é dedicada à sensibilização, ordenamento da visitação e restauro ecológico no Parque Natural da Ria Formosa, e é financiada a 100% pelo Fundo Ambiental, no âmbito da Dinamização de Áreas Protegidas.
Tem como beneficiários a Comunidade Intermunicipal do Algarve – AMAL, os municípios do PNRF (Loulé, Faro, Olhão, Tavira e Vila Real de Santo António), o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e a Região de Turismo do Algarve (RTA).
Juntam-se, ainda, como parceiros a CCDR Algarve, a Universidade do Algarve e o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). As ações previstas nesta candidatura serão executadas até ao final deste ano.
A Cogestão de áreas protegidas pretende imprimir uma dinâmica de gestão de proximidade, em que diferentes entidades colocam ao serviço da área protegida o que de melhor têm para oferecer no quadro das suas competências e atribuições, pondo em prática uma gestão participativa, colaborativa e articulada, nos domínios da promoção, sensibilização e comunicação.
A AMAL presta apoio técnico à cogestão do PNRF em representação dos municípios de Faro, Loulé, Olhão, Tavira e Vila Real de Santo António.
No caso da RNSCMVRSA, representa os municípios de Castro Marim e Vila Real de Santo António.
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Previsão do tempo para o Algarve.
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Ontem, dia 3 de junho, a temperatura mais alta na rede de estações meteorológicas automáticas do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) foi atingida no Algarve.
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The weather in mainland Portugal is set to change from today, with temperatures expected to drop to 6º-7ºC, and strong winds, IPMA meteorologist Maria João Frada has told Lusa news
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O estado do tempo em Portugal continental vai mudar a partir desta terça-feira, 2 de Junho, prevendo-se uma descida das temperaturas até 6/7 graus Celsius e vento forte, disse à agência Lusa a meteorologista Maria João Frada.
«Para os próximos dias o que vamos ter é a passagem de ondulações frontais de fraca atividade em dissipação sobre Portugal continental e que vão dar origem a nebulosidade e precipitação», disse.
De acordo com a meteorologista do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), está previsto vento forte, que será de rajadas até 70 quilómetros por hora no litoral oeste, terras altas e sotavento algarvio.
«Hoje será o dia com mais vento, depois melhora na quarta e volta na quinta-feira com a mesma dimensão. A descida de temperatura será hoje entre 3 e 6/7 graus em algumas zonas, o que associado ao vento dá uma sensação acrescida de frio», referiu.
As temperaturas máximas na generalidade do território do continente vão oscilar entre os 22 e os 25/26 graus Celsius, podendo atingir os 30 graus em alguns locais do Alentejo, Vale do Tejo e Vale do Douro, e serão inferiores na faixa costeira ocidental entre os 18 e os 20/23 graus.
Relativamente às mínimas, vão variar entre os 11/12 e os 15 graus, entre os 17 e os 20 na faixa costeira e entre 8 e 10 graus nas terras altas.
Segundo Maria João Frada, as temperaturas sobem na quarta-feira e voltam a descer na quinta-feira, novamente com intensificação de vento.
«Isto tem a ver com a posição do anticiclone dos Açores que baixou em altitude, está a sul-sudoeste dos Açores e há depressões no Atlântico norte e associadas a estas depressões, que estão bastante longe do continente, vêm as ondulações frontais que atravessam o continente e que são de fraca atividade», disse.
A meteorologista explicou que isto deve-se à corrente de jato que está nos níveis muito altos da atmosfera.
«A corrente de jato é uma zona, uma faixa tubular em que há ventos máximos na alta atmosfera e a corrente de jato oscila em altitude consoante as estações do ano. No verão está mais para norte e no inverno baixa. O jato está mais para sul e dá origem a ondulações», disse.
De acordo com a meteorologista do IPM, esta situação é normal para o mês de Junho.
«Isto é comum. Não é inédito e é provável que as máximas, ao descer, fiquem abaixo da média», salientou.
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