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Descubra os melhores bairros e opções de onde ficar em Buenos Aires

Escolher a região certa para se hospedar pode transformar completamente sua experiência na capital argentina. A escolha do hotel e região onde ficar em Buenos Aires depende muito do perfil do visitante e de seus gostos pessoais. Cada bairro oferece características únicas, desde a elegância europeia da Recoleta até a modernidade de Puerto Madero, passando pela vida noturna vibrante de Palermo.

A histórica Recoleta é considerada o melhor lugar para se hospedar em uma primeira viagem à capital portenha. Para quem busca hotéis baratos com boa localização, explorar as diferentes regiões da cidade permite encontrar opções que combinam conforto e praticidade sem comprometer o orçamento.

Recoleta: elegância e localização privilegiada

A Recoleta é onde as manhãs são mais bonitas em Buenos Aires e é a melhor localização para se hospedar pela primeira vez na cidade. Este bairro aristocrático encanta com sua arquitetura de inspiração francesa, ruas arborizadas e atmosfera sofisticada que remete à Paris.

Escolhendo se hospedar na Recoleta, você fica no meio do caminho entre as atrações turísticas do Centro e os restaurantes badalados de Palermo, com transporte público sempre à mão. O cemitério da Recoleta, a livraria El Ateneo Grand Splendid e diversos museus estão a poucos passos de distância, tornando a região ideal para quem aprecia cultura e história.

A variedade de hospedagens atende desde viajantes econômicos até quem busca luxo, com hotéis boutique e opções cinco estrelas espalhados pelas elegantes avenidas do bairro.

Palermo: vida noturna e gastronomia de primeira

Palermo é considerado um dos melhores bairros em Buenos Aires, muito pela diversidade de subdivisões regionais, com zonas conhecidas como Palermo Botânico, Palermo Soho, Palermo Viejo, Palermo Hollywood e Palermo Chico.

Palermo Soho: charme e criatividade

Palermo Soho concentra os melhores cafés, restaurantes autorais e lojas de design da cidade. É o bairro mais badalado não só de Palermo, mas também de Buenos Aires, com seu delicioso ambiente de ruas arborizadas repletas de antigas casas restauradas onde funcionam restaurantes, bares, lojas, cafeterias e galerias de arte.

Palermo Hollywood: entretenimento e modernidade

Esta subdivisão ganhou fama por abrigar produtoras de TV e cinema, além de oferecer excelente vida noturna. Palermo é uma enorme zona com tudo o necessário para a comodidade do visitante, com áreas verdes, muitos restaurantes, preços médios, boa comunicação e segurança, sendo bem conectado ao centro por ônibus e metrô.

Palermo para famílias

Palermo possui qualidades semelhantes ao microcentro e muitos dos lugares para ir com crianças estão nesse bairro. Os Bosques de Palermo, o Jardim Japonês e diversas praças tornam a região perfeita para quem viaja com os pequenos.

Fonte: Unsplash

Centro e Microcentro: praticidade e história

No Centro há várias alternativas de transporte e muitos pontos turísticos estão localizados aqui, facilitando sua vida na hora de explorar a cidade, além de os preços não costumarem ser tão altos quando comparados com bairros mais modernos.

O Obelisco, o Teatro Colón, a Casa Rosada e a Plaza de Mayo estão todos nesta região. Os hotéis costumam oferecer os melhores preços da capital. No entanto, é importante considerar que durante a semana o movimento é intenso e à noite as ruas ficam mais desertas.

Pela primeira vez em Buenos Aires onde ficar, o Microcentro oferece a vantagem de estar próximo das principais atrações turísticas, permitindo fazer muitos passeios a pé e economizar com transporte.

San Telmo: tradição e autenticidade

Mais antigo bairro da cidade, San Telmo é a Buenos Aires da nossa imaginação, com suas ruas de paralelepípedo entre casarões coloniais onde se espera que comece a soar um tango a qualquer momento.

A famosa feira de antiguidades aos domingos na Plaza Dorrego atrai multidões. San Telmo é uma boa opção de hospedagem, principalmente para quem quer economizar um pouco ou ter uma experiência mais autêntica. O bairro oferece excelentes opções gastronômicas e uma atmosfera boêmia única.

Puerto Madero: modernidade e sofisticação

Puerto Madero é o bairro mais novo da cidade, bonito, muito seguro e também mais caro, onde as ruas levam nomes de mulheres. Esta região planejada surgiu da renovação dos antigos diques portuários e hoje concentra restaurantes sofisticados, hotéis modernos e edifícios de arquitetura contemporânea.

Puerto Madero é a pedida para quem quer hotéis novos e modernos. A Reserva Ecológica Costanera Sur e o icônico Puente de la Mujer são atrações imperdíveis. Apesar de mais afastado, o bairro oferece segurança e tranquilidade incomparáveis.

Onde ficar em Buenos Aires com família

Onde ficar em Buenos Aires com familia requer atenção especial às comodidades e localização. A melhor categoria para ficar com crianças e bebês é a que se assemelha mais a uma casa, como os apart-hotéis, apartamentos ou casas de temporada, principalmente por conta da cozinha que permite o preparo de lanches e refeições.

O microcentro é estruturado e seguro, enquanto Palermo possui qualidades semelhantes e muitos dos lugares para ir com crianças estão nesse bairro. Hotéis com piscina, quartos espaçosos e proximidade de parques são diferenciais importantes para famílias.

Opções como apart-hotéis oferecem mais espaço e flexibilidade, permitindo que as crianças tenham áreas separadas e os pais possam preparar refeições quando necessário, tornando a estadia mais confortável e econômica.

Dicas práticas para escolher sua hospedagem

  • Transporte: verifique a proximidade de estações de metrô (subte) para facilitar deslocamentos
  • Segurança: bairros como Recoleta, Palermo e Puerto Madero são considerados os mais seguros
  • Orçamento: o Centro oferece melhores preços, enquanto Recoleta e Puerto Madero são mais caros
  • Perfil da viagem: turismo cultural favorece Recoleta e Centro; vida noturna aponta para Palermo
  • Duração: estadias curtas se beneficiam da centralidade; viagens longas podem explorar bairros residenciais

Os melhores bairros para se hospedar em Buenos Aires de acordo com hóspedes são Palermo, Centro e Recoleta. Cada um oferece vantagens específicas que atendem diferentes estilos de viajantes.

Perguntas frequentes

Qual é o bairro mais seguro para se hospedar em Buenos Aires?

Recoleta, Palermo e Puerto Madero são considerados os bairros mais seguros da cidade, com boa iluminação, movimento constante e infraestrutura turística consolidada. Todos oferecem tranquilidade para caminhar tanto durante o dia quanto à noite.

Vale a pena se hospedar longe do centro para economizar?

Depende do seu perfil. Se você planeja usar muito transporte público e tem tempo disponível, bairros mais afastados podem oferecer preços melhores. No entanto, considere o custo e tempo de deslocamento, que podem compensar a economia na hospedagem.

Onde ficar hospedado em Buenos Aires para aproveitar a vida noturna?

Palermo, especialmente Palermo Soho e Palermo Hollywood, é a melhor escolha para quem quer aproveitar bares, restaurantes e vida noturna. A região concentra os estabelecimentos mais badalados e mantém movimento até tarde da noite.

Fonte: Unsplash

A diversidade de bairros torna Buenos Aires um destino versátil, capaz de atender desde viajantes econômicos até aqueles que buscam experiências luxuosas. Compreender as características de cada região permite tomar decisões mais acertadas sobre onde ficar em Buenos Aires.

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Conheça a verdadeira história da Revolução Constitucionalista

A Proclamação da República, em 1889, ao contrário do que muitos imaginam não implantou a democracia em nosso país. Os bem intencionados republicanos do século XIX, como Benjamin Constant, Quintino Bocaiuva e José do Patrocínio, não imaginavam que por trás do golpe promovido pelos militares que surpreendeu até Dom Pedro, havia fazendeiros e comerciantes ligados ao café paulista com intenções somente de ampliar o comércio do produto no exterior.

São Paulo deixava de ser a província interiorana afastada dos negócios e dos interesses da capital federal. A partir da República, a metrópole insurgente passou a ser reconhecida como a "locomotiva do Brasil", embora os políticos nordestinos rebatessem dizendo que a "locomotiva seguia puxando 20 vagões vazios". Verdade é que durante os 41 anos da República Velha a política foi a mesma: se mudavam os presidentes, mas o objetivo era sempre o de defender a autonomia do café paulista e o leite mineiro cuja produção excedente era comprada pelo governo. No caso do café, para se manter os preços no mercado internacional, queimava-se o que era produzido a mais. Pouco se fazia pelo povo e pouco pensava no povo. A política do café com leite promovia as eleições cujo voto precisava ser assinado pelo eleitor, ou seja, quem votasse contra um político próximo poderia ser descoberto. Era o voto de cabresto, sempre acompanhado das denúncias de fraude. O Partido Republicano Paulista - PRP, não tinha sequer um programa e atuava unicamente em benefício dos agricultores.

Nesse tempo, para se ter uma ideia de como a participação popular era diminuta, apenas 5% da população tinha direito ao voto. Na época da República Velha não havia grandes expectativas de progresso pessoal nem mesmo para a classe média que sem oportunidade de empregos via seus filhos seguirem para a carreira eclesiástica ou a carreira militar, daí a quantidade de tenentes, oficiais de menor patente mas em maior número que os oficiais mais graduados integrantes da burguesia.

Em 1929 a Bolsa de Nova York quebrou e o abalo na economia afetou os preços do café aumentando ainda mais o desemprego e a fome, especialmente no nordeste. Os fazendeiros de São Paulo se desentendem com os de Minas e Washington Luiz decide que o seu sucessor seria um outro paulista, Julio Prestes, mas os tenentes e os demais militares considerados praças, como - sargentos, cabos e soldados, que já haviam tentado destituir o governo, nos levantes de 1922 e 1924, se insurgem novamente, dessa vez dominando quartéis no Brasil todo. Washington Luiz acaba destituído e enviado ao exílio e em seu lugar os tenentes colocam aquele que havia enfrentado os republicanos no pleito vencido por Júlio Prestes e perdido numa eleição considerada fraudulenta. Seu nome: Getúlio Vargas.

Em São Paulo o PD - Partido Democrático que fazia oposição ao PRP - Partido Republicano Paulista apóia Getúlio que desfila em carro aberto pela cidade deixando nos integrantes do PD a esperança de que ele nomeasse para o governo do Estado um integrante do partido, o professor Francisco Morato. Em vez disso Getúlio nomeia como interventor, João Alberto, um tenente pernambucano, deixando irritados os liberais paulistas.

João Alberto coloca seus colegas, tenentes de outros Estados, em cargos importantes do funcionalismo, abusando do poder e constrangendo pequenos comerciantes com atitudes como ir a uma barbearia e não pagar pelo serviço por ser do governo. Os nomeados por João Alberto costumeiramente almoçavam em restaurantes nobres e depois penduravam a conta em nome da revolução de 1930. Getúlio Vargas seguia governando por decretos, sem casas legislativas e sem uma constituição.

Em 1º. de janeiro de 1931, uma quinta-feira, o jornal O Estado de S. Paulo publica um editorial propondo a realização de uma assembleia constituinte lembrando que já era hora do país retomar a normalidade democrática. Getúlio responde ao jornal através de um porta - voz de sua confiança, Juarez Távora, e diz que ainda era cedo para isso porque os antigos republicanos poderiam reacender a manipulação das eleições acrescentando que os paulistas só pensavam em si e não no Brasil. Ao atacar São Paulo, o porta - voz uniu os paulistas contra os tenentes e contra Getúlio. Estudantes da faculdade de direito passaram a promover comícios propondo uma constituição e João Alberto deu início à repressão, tendo o cuidado antes de retirar as armas dos quartéis de São Paulo para evitar uma reação.

As propostas constitucionalistas ganharam adeptos no Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. O Partido Democrático rompeu com Getúlio e criou uma frente única propondo um governador paulista. Em 25 de janeiro de 1932 houve um grande comício na praça da Sé e em várias partes do país havia descontentes porque os tenentes estavam mandando mais que os generais. No Rio Grande do Sul e em São Paulo se iniciaram mobilizações visando a retirada de Getúlio do poder.

Em São Paulo os generais Isidoro Dias Lopes e Euclides Figueiredo articulavam com o general Bertholdo Klinger, do Mato Grosso, um plano para destituir Getúlio. No Rio Grande do Sul, o general Flores da Cunha prometeu enviar tropas em apoio e o governo de Minas Gerais anunciava que também enviaria tropas contra o ditador. Essas informações chegaram até o gabinete de Getúlio que prometeu eleições e uma constituinte para o ano seguinte, mas já era tarde. Em 22 de maio, estudantes se municiaram de armas e se dirigiram à Praça da República para invadir a sede política dos tenentes que ali ficava.

Houve tiroteio e a batalha terminou na madrugada do dia 23 maio com quatro corpos de estudantes estendidos na calçada da Praça da República com a Rua Barão de Itapetininga, eram os de Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo. Um deles tinha apenas 14 anos. Houve comoção popular e já no dia seguinte foi criado o movimento MMDC, com as iniciais dos estudantes, tendo por missão conclamar as pessoas à guerra por uma constituinte já.

A data marcada para o ataque era 14 de julho, data da revolução francesa, mas como Getúlio destituiu o general Klinger do comando no Mato Grosso, Isidoro sugeriu se antecipar o ataque, mas se temia que não desse tempo dos gaúchos e mineiros chegarem a tempo, porém a tese de Isidoro acabou prevalecendo.

Alguns jornais passaram a anunciar que haveria guerra e a convocar os jovens paulistas para o alistamento e a adesão foi total. O historiador Hernâni Donato, conta no livro "Breve História da Revolução Constitucionalista" que até as jovens solteiras conclamavam à luta dizendo a seus noivos ou namorados, "Quem não vestir a farda, deve então vestir uma saia". Houve mais de 200 mil inscritos, muitos jamais haviam sequer pego em uma arma, mas foram com coragem e disposição, como verdadeiros heróis.

Depois de iniciada a luta as mulheres residentes em São Paulo, em número acima de 100 mil, ofereceriam serviços às organizações de apoio, como por exemplo, na costura dos uniformes dos voluntários e na confecção de agasalhos, pois o inverno de 1932 foi dos mais rigorosos, além dos trabalhos de enfermagem. Foram mais de 440 mil fardas confeccionadas de graça, com as costureiras se revezando em turnos diurnos e noturnos à frente de 800 máquinas de costura. A Associação Comercial se mobilizou na manutenção dos salários às famílias dos voluntários em guerra.

Na madrugada de 9 de julho tropas comandadas pelo general Euclides Figueiredo seguem até a divisa entre os Estados de São Paulo e Rio de Janeiro bloqueando o túnel ferroviário e impedindo a passagem do Rio para São Paulo e ali ficam esperando o reforço das tropas que viriam em apoio, do Rio Grande do Sul e de Minas Gerais. Getúlio revida determinando a interdição do Porto de Santos e impedindo a chegada ou a saída de qualquer tipo de embarcação ou mercadoria, ao mesmo tempo em que negociava no sentido de demover os comandantes militares dos outros Estados da ideia de se associar ao movimento constitucionalista de São Paulo.

O noticiário de guerra dava conta aos jornais de São Paulo que a cada dia os paulistas avançavam na direção do Rio de Janeiro, mas Hernâni Donato, em seu livro, registra que as notícias eram estranhas - na verdade inverídicas - porque citavam avanço das tropas mas ou se andava em círculos ou se recuava. "Um dia diziam que os soldados paulistas estavam no município de Lavrinhas, outro dia em Piquete, não havia na verdade um avanço efetivo", escreve Hernâni. Verdade é que o general Euclides Figueiredo cometeu um erro estratégico ao conduzir as tropas até a divisa com o Estado do Rio de Janeiro e ali ficar parado aguardando pelos gaúchos e mineiros. Isso deu tempo a Getúlio de se articular e armar o contragolpe.

A Rádio Record seria a porta-voz dos paulistas na revolução, com as narrações de notícias escritas por Guilherme de Almeida tendo ao fundo a marcha Paris Belfort, escolhida aleatoriamente pelo técnico de som, virando depois um símbolo da revolução constitucionalista. As tropas provenientes de Minas Gerais chegaram como se esperava, mas atirando nos paulistas, pegando-os pelas costas e de surpresa, o mesmo acontecendo em Itapeva e Buri, no sul do Estado, diante de forças gaúchas. Houve ataques também em outras localidades do interior paulista por tropas provenientes do Mato Grosso e aviões chegaram a bombardear o Campo de Marte impedindo a saída da pequena aviação pertencente à Força Pública. A população começou a ficar temerosa com o risco da cidade de São Paulo ser bombardeada como já acontecera na Revolução de 1924. Ao final as tropas federais, entram por São José do Barreiro, atacam as trincheiras tomando para si o controle do túnel ferroviário. Não havia mais o que fazer, São Paulo perdia a guerra nas armas.

Em 3 de outubro de 1932, uma segunda - feira, o Estadão publicava em primeira página os termos de um armistício que punha fim à guerra. Ao lado, na primeira página do jornal, o governador aclamado pelos paulistas, Pedro de Toledo, publicava uma mensagem onde explicava: "Tudo o que e se pôde fazer foi feito, até uma moeda paulista foi emitida quando os recursos federais foram cortados..." Uma campanha com valores em ouro de fato foi feita para dar valor ao novo dinheiro emitido durante a revolução: "Ouro para o bem de São Paulo", se chamou o movimento. Após a revolução, o que sobrou desse montante arrecadado se aplicou na construção de um prédio no centro da cidade, existente até hoje, cujo formato lembra o da bandeira paulista. Ao final todos os que comandaram a revolução foram exilados.

Mas o ideal constitucionalista ultrapassou as fronteiras do Estado e o país passou a exigir uma posição do governo a esse respeito. Por isso é que se diz que São Paulo não venceu nas armas, mas venceu nos ideais. Isto é verdade. Foram aproximadamente mil mortos na revolução, mas somente 634 foram devidamente identificados. Em 1934 o Brasil ganharia uma Constituição que assegurou o voto secreto com dignidade e o direito de voto à mulher.

Para entender o sentido daquela revolução é importante lembrar que, até então, não se sabia no Brasil o que é democracia, daí o histórico que fizemos desde a Monarquia até fim da República Velha. Quando pensarmos em democracia, transparência, cidadania e estado de direito estaremos seguindo os ideais da revolução constitucionalista. Sempre que aparecerem coisas que não seguem esses princípios, estaremos fora do sentido democrático da transparência. Por isso procuro sempre lembrar a frase do poeta Paulo Bomfim: "A trincheira de 32 foi a pia batismal da democracia em nossa terra".

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ProSono: programa pioneiro mostra como a educação do sono nas escolas ajuda a melhorar hábitos de crianças e jovens

O programa ProSono, desenvolvido pela clínica Teresa Rebelo Pinto – Psicologia & Sono, para promover hábitos de sono saudáveis nas escolas, concluiu a sua fase piloto, em parceria com a Câmara Municipal da Amadora. O programa surgiu no seguimento de iniciativas anteriores, em que se constatou que os maus hábitos de sono são frequentes nas […]
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Empresas aceleram aposta na IA antes de definir regras claras

As empresas portuguesas estão a acelerar o investimento em Inteligência Artificial numa altura em que a maioria ainda não definiu regras claras para a utilização destas tecnologias. Quase metade dos profissionais identifica a IA como principal prioridade de investimento para os próximos 12 meses, mas apenas uma em cada cinco organizações afirma já ter regras […]
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ACALB alerta para impacto significativo da limitação de ruído em Albufeira e apela ao diálogo

“Estamos disponíveis para encontrar soluções que sirvam todos: residentes, empresas e visitantes”, afirma Sérgio Brito, Presidente da Associação Comercial de Albufeira (ACALB)

Em conferência de imprensa realizada esta segunda-feira, a Associação Comercial de Albufeira (ACALB) alertou para as consequências que os novos limites de ruído impostos pelo despacho municipal de 22 de maio, terão sobre centenas de empresas do concelho. Nesse âmbito, apelou ao diálogo urgente com a autarquia, salientando que “a medida foi tomada sem consulta prévia ao setor, sem período de transição, num momento em que as empresas não têm qualquer margem para ajustamento.

Por isso a ACALB “lamenta que para uma decisão com este impacto no tecido económico e social da região não tenham sido ouvidas forças de segurança, sindicatos ou outras associações empresariais locais.”

A ACALB diz também que tem “sérias dúvidas sobre a viabilidade prática e a legalidade dos limites de ruído impostos pelo despacho. A fixação de um limite de captação de 76 decibéis, de dia, e 74 decibéis, de noite, na fachada de um estabelecimento significa, na prática, que um bar não pode ter uma televisão ligada nem uma esplanada com quatro pessoas a conversar” – argumenta, acrescentando que “o ruído natural da própria rua ultrapassa sistematicamente estes valores, penalizando as empresas por dinâmicas do espaço público que estão completamente fora do seu controlo.”

Contra a ausência de diálogo

Não estamos contra a regulação. Estamos contra a ausência de diálogo.
Albufeira é um dos maiores motores turísticos do país e o seu tecido empresarial merece ser ouvido antes de qualquer decisão que ponha em causa a sua viabilidade. Esta medida foi imposta sem consulta, sem período de transição e no pior momento possível para as nossas empresas” – argumenta Sérgio Brito, Presidente da ACALB.

E acrescenta: “Estamos disponíveis para dialogar e encontrar soluções que sirvam todos: residentes, empresas e visitantes. É isso que a ACALB sempre fez e continuará a fazer”, sublinha o Presidente da ACALB.

O comunicado da ACALB refere ainda, a título de esclarecimento da opinião pública, que “com 8,7 milhões de dormidas em 2025 e cerca de 3,2 milhões de dormidas só no verão de 2025, Albufeira é o segundo destino turístico mais procurado do país. A sua economia local depende diretamente da vitalidade do setor empresarial. Qualquer medida que comprometa a atividade das empresas do concelho tem consequências imediatas no emprego, na receita fiscal e no desenvolvimento da região.”

A fechar a sua comunicação dirigida à imprensa, a ACALB reitera novamente a “total disponibilidade para o diálogo institucional e para a construção de soluções equilibradas que conciliem a qualidade de vida dos residentes com a sustentabilidade económica do concelho.
A associação acredita que é possível chegar a um consenso que salvaguarde simultaneamente os direitos dos albufeirenses e a viabilidade das empresas que sustentam a economia local.”

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Algarve: Chapéus-de-sol dividem banhistas e concessionários e Polícia Marítima já teve que intervir – SIC

Antes do arranque oficial da época balnear, instalou-se a confusão nas praias do Algarve, tendo em conta que enquanto em algumas já se permite chapéus de sol em frente das concessões, outras, como a de Monte Gordo, mantêm a proibição. Repetem-se os conflitos com os banhistas e até a Polícia Marítima já foi chamada a intervir, como é referido na reportagem da SIC.

A confusão começa cedo na Praia de Monte Gordo, no momento de abrir o chapéu de sol. Quem pensava que já não havia limitação descobre que tem mesmo de ir para outro sítio.

Em causa está a ideia de que não há lei que impeça colocar o chapéu de sol em frente da concessão. As declarações do presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) ainda não tiveram impacto na sinalética da praia.

No vazio, cada praia parece encontrar uma forma de reagir. Se na Galé, em Albufeira, os chapéus já se instalam onde antes lhes era vedado, Vila Real de Santo António mantém a proibição.

Os concessionários e o município estão unidos contra qualquer mudança. Alegam questões de segurança e temem, dizem, a “selva”.

Há, claro, outro impacto temido sobre quem paga atualmente cerca de 20 euros para estar numa concessão. Para já, aqui, vão mantendo a vista desafogada.

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Cineteatro Louletano apresenta dança, música, teatro e cinema em junho e julho

O Cineteatro Louletano apresenta em junho uma programação que cruza dança, música, teatro e cinema, mantendo a aposta na coprodução artística, na diversidade de linguagens e na acessibilidade, com Língua Gestual Portuguesa e Audiodescrição.

O mês arranca com dança a 5 de junho, às 21h00, no Cineteatro Louletano, com C.C. (Crematística e Contraforça), peça da coreógrafa Vera Mantero. Esta coprodução do Cineteatro Louletano propõe uma reflexão coreográfica e performativa em torno das relações entre economia, poder e corpo, numa criação assinada por uma das mais relevantes figuras da dança contemporânea portuguesa.

Nos dias 6 e 7 de junho, o Auditório do Solar da Música Nova acolhe a 19.ª edição da Festa do Cinema Italiano, promovida pela Associação Il Sorpasso. No sábado, 6 de junho, existem três sessões, às 16h00, às 19h00 e às 21h00. E no domingo, duas sessões, intercaladas com cine-jantar pelo chef Sergio Zanotti, inspirado no filme “Louca-Mente”, de Paolo Genovese, que é exibido após a refeição.

No dia 9 de junho, às 21h00, o Cineteatro Louletano recebe As Damas da Noite, Uma Farsa de Elmano Sancho. O espetáculo, com interpretação em Língua Gestual Portuguesa, recorre à sátira social imergindo no mundo fascinante e provocador do transformismo. Os artistas transformistas/dragqueens “vestem a pele de um outro, tentam ser um outro”. Elmano mostra-nos o outro que pode existir em nós.

Damas da Noite

No mesmo dia, 9 de junho, às 21h00, o Auditório do Solar da Música Nova acolhe mais uma sessão do ciclo Filme Francês do Mês, promovido pela Alliance Française do Algarve. Desta vez é Fifi, de Paul Saintillan e Jeanne Aslan (2022), uma obra centrada nas relações humanas, juventude e desigualdade social.

A música ocupa lugar de destaque no dia 13 de junho, às 21h00, no Cineteatro Louletano, com a apresentação da ópera Relicário Perpétuo, de Luísa Costa Gomes e Luís Tinoco. A peça, trazida a Loulé pelo Teatro Nacional de São Carlos, estreia em Lisboa três dias antes, no Dia de Portugal e das Comunidades Portuguesas, e assinala os 500 anos do nascimento de Luís de Camões. A criação junta literatura e composição musical contemporânea e é marcada pelo cruzamento entre palavra, memória e património cultural.

No dia 14 de junho, às 17h00, o Cineteatro Louletano recebe Tomás Wallenstein. Conhecido do grande público enquanto músico e compositor como vocalista e guitarrista dos Capitão Fausto, o artista apresenta-se num formato mais intimista, explorando as suas canções com diferentes sonoridades e novas dimensões.

A 19 de junho, às 21h00, sobe ao palco do Cineteatro Louletano Álbum de Família, de Lúcia Pires, pelo Projecto Casa, projeto de apoio à criação tripartido entre o Cineteatro Louletano, o Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, e O Espaço do Tempo, em Montemor-o-Novo. Esta coprodução, com audiodescrição, propõe uma reflexão sobre memória, relações familiares e identidade, através de uma abordagem intimista e contemporânea.

Álbum de Família

A 20 de junho, às 17h00, o Auditório do Solar da Música Nova acolhe o Grupo Síntese – Concerto no Património, numa fusão única entre a expressão musical contemporânea e o património cultural. O grupo traz obras de Luciano Berio, Pedro Rebelo, Eduardo Patriarca, Amilcar Vasques-Dias e Jorge Peixinho, numa iniciativa de entrada gratuita que cruza música e valorização patrimonial (o Solar da Música Nova é um palácio do séc. XVIII, monumento de interesse municipal, que foi recuperado e adaptado para acolher o Conservatório de Música de Loulé – Francisco Rosado).

No mesmo dia, às 21h00, os PAUS apresentam-se no Cineteatro Louletano, na tour que decreta o fim da banda, com o álbum “Enterro”. Conhecida pela energia dos seus concertos e pela fusão entre rock, percussão e eletrónica, a banda traz a Loulé um espetáculo marcado pela intensidade sonora e performativa e toda a carga de um final anunciado, que culminará com dois concertos em novembro, em Lisboa e Porto.

O mês fecha a 21 de junho, às 17h00, no Cineteatro Louletano, precisamente com o Concerto de Laureados do Conservatório. O espetáculo reúne jovens músicos distinguidos pela instituição, celebrando o talento emergente e o ensino artístico especializado no concelho.

Já em julho, mais um espetáculo multidisciplinar, com Ostra feliz não faz pérola, de Ana Borges, no dia 4, às 21h00. É uma metáfora sobre a vivência no feminino, construída a partir das muitas imposições históricas, sociais, culturais, de corpo e de existência. A peça, que conta com o recurso de Audiodescrição (para pessoas cegas e/ou com baixa visão) nasce da pesquisa sobre as muitas formas que o corpo encontra para existir, quando por vezes parece não haver espaço que o escute, que o veja, que o olhe mesmo e que o sinta.

Com uma programação de referência (que pode ser consultada no site e nas redes sociais do Cineteatro), o Cineteatro Louletano está credenciado pela Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses, integrando ainda a Rede de Teatros com Programação Acessível e proporcionando espetáculos com interpretação em Língua Gestual Portuguesa, outros com Audiodescrição, para pessoas cegas e/ou com deficiência visual, e ainda Sessões Descontraídas, adaptadas a vários públicos, entre eles pessoas neuro divergentes.

O Cineteatro Louletano é uma estrutura cultural da Câmara Municipal de Loulé no domínio das artes performativas, e um dos promotores da Rede Azul – Rede de Teatros do Algarve e da Rede 5 Sentidos.

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Polícia Municipal de Lagos tem novo comando

Iniciaram hoje funções na Polícia Municipal de Lagos o comissário Fábio Coelho, como comandante desta polícia administrativa local, e o chefe principal Hélio Jesus, que desempenhará as funções de adjunto de comando. Ambos são provenientes da Polícia de Segurança Pública (PSP) e conhecedores da realidade local. Nesta data iniciou, também, funções mais um agente municipal.

Foi no Auditório do Ed. Paços do Concelho Séc. XXI, perante o executivo municipal, os representantes da Assembleia Municipal, juntas de freguesia, das várias forças de segurança com presença no concelho (PSP, GNR, Brigada de Trânsito da GNR e Polícia Marítima), agentes municipais e elementos da estrutura de apoio, bem como dirigentes municipais, que decorreu a cerimónia de boas-vindas ao novo comando da Polícia Municipal de Lagos e de celebração de contratos.

Um momento cuja importância foi sublinhada pelo presidente da Câmara, que agradeceu a aceitação do convite por parte de Fábio Coelho e Hélio Jesus para o desempenho das funções de comandante e de adjunto de comando, respetivamente. Na sua alocução, Hugo Pereira dirigiu igualmente um agradecimento a todos os níveis de comando da PSP que estiveram envolvidos na indicação destes elementos, incluindo a Divisão Policial de Portimão, o Comando Distrital de Faro e a Direção Nacional, cujo apoio foi exemplar e determinante para a obtenção da autorização que tornou possível este dia, permitindo ultrapassar os constrangimentos temporários decorrentes da vacatura do lugar de comando da Polícia Municipal vividos nas últimas semanas, apenas superados graças ao grande sentido de responsabilidade por parte dos agentes, da estrutura de apoio técnica e administrativa e a supervisão política do vice-presidente da Câmara, Paulo Jorge Reis.

Aproveitando a presença das forças de segurança, o edil lacobrigense solicitou a continuidade da boa articulação que tem existido com as autoridades policiais, reiterando a disponibilidade institucional e política para dotar o corpo de Polícia Municipal dos recursos necessários ao cumprimento da respetiva missão com a dignidade que a mesma merece.

Tomada de posse do novo Comandante da Policia Municipal Fábio Coelho

Identificado o reforço dos recursos humanos – aquela que tem sido a vertente mais difícil de concretizar – como uma das prioridades, Hugo Pereira afirmou que não desistirá de tentar duplicar ou triplicar o número de agentes ao serviço. Para isso o município tem feito apresentações junto das escolas, procurando dar a conhecer a Polícia Municipal e colocar esta opção de possível saída profissional aos alunos finalistas do Ensino Secundário.

Outra prioridade são os meios materiais, salientando, neste caso, as diligências desenvolvidas para dotar a Polícia Municipal de instalações definitivas e mais adequadas. Nesse sentido, o município tem tentando obter a posse das antigas instalações da Guarda Fiscal, situadas na Praça D´Armas, em pleno centro histórico da cidade, cujo edifício está fechado e a degradar-se, sendo que, até ao momento, ainda não foi possível concretizar a compra do imóvel junto da ESTAMO, entidade responsável pela gestão integrada do património imobiliário público.

O presidente da Câmara terminou a sua intervenção dirigindo uma palavra de reconhecimento ao trabalho realizado pelo anterior comandante, Sérgio Remudas, que qualificou de muito exigente, dado que “foi o construir de toda uma estrutura de procedimentos e atuação a partir do zero”.

O comandante Fábio Coelho, por seu turno, agradeceu a confiança depositada nesta nova equipa de comando, constituída por um filho de Lagos – o seu adjunto Hélio de Jesus – e por ele próprio, que foi “adotado” por Lagos em 2014, onde aqui esteve colocado como comandante da Esquadra da PSP durante três anos.

Confiante de estar à altura do desafio, Fábio Coelho acrescentou que a sua primeira atividade será ouvir as entidades, as associações e os próprios agentes municipais, analisar os procedimentos em curso e definir o modelo de policiamento a adotar, sem nunca abdicar de valores inegociáveis como a proximidade, a visibilidade, o humanismo e a pedagogia, sempre em prol do interesse público. Aos agentes, em particular, o comandante reconheceu a exigência das funções – que são difíceis e desgastantes – lembrando o orgulho que estes devem sentir por estarem ao serviço da comunidade e manifestando todo o seu apoio para os ouvir e defender.

Tomada de posse do novo Comandante da Policia Municipal Fábio Coelho

A Polícia Municipal de Lagos foi constituída em 2019, com a ratificação do regulamento da Polícia Municipal de Lagos em Conselho de Ministros, e entrou em funcionamento, em 2021, estando instalada provisoriamente no edifício dos Antigos Paços do Concelho, na Praça Gil Eanes.

Atualmente tem ao seu serviço dez agentes, um corpo técnico e administrativo de apoio e ao comando o comissário Fábio José Marques Coelho, agora em comissão de serviço como comandante municipal de polícia, o qual será coadjuvado por Hélio Manuel Guerreiro de Jesus, chefe principal da PSP, em comissão de serviço como adjunto de comando, posto que estava previsto na estrutura, mas até agora ainda não tinha sido preenchido.

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Conselho Regional da CCDR Algarve reuniu e elegeu os representantes ao Conselho Económico e Social

Na reunião foi debatida a execução dos principais instrumentos de desenvolvimento regional

O Conselho Regional da CCDR Algarve reuniu no passado dia 29 de maio, no Auditório David Assoreira, em Faro, para analisar um conjunto de matérias estratégicas para o desenvolvimento da região, com destaque para o ordenamento do território, a execução do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e do Programa Regional Algarve 2030, a integração das novas áreas setoriais e a dinamização do Conselho Regional da CCDR Algarve, bem como a representação regional no Conselho Económico e Social (CES).

Na abertura dos trabalhos, o Presidente do Conselho Regional, Adriano Pimpão, salientou a importância da reunião enquanto momento de acompanhamento das principais políticas públicas com impacto no Algarve e de articulação entre os diversos agentes institucionais da região.

No âmbito do ordenamento do território, o Vice-Presidente da CCDR, Jorge Botelho, destacou a deliberação do Conselho Diretivo da CCDR do passado dia 25 de Maio, na qual foi decidido dar prioridade ao processo de revisão do PROT Algarve e a sua conversão em programa regional, anunciando a deliberação de avançar de imediato com o Relatório do Estado do Ordenamento do Território (REOT), tendo ainda feito o ponto de situação dos processos de revisão dos Planos Diretores Municipais dos municípios algarvios.

A intervenção destacou o papel destes instrumentos de planeamento no desenvolvimento sustentável do território e na resposta aos desafios associados à habitação, à competitividade regional, à coesão social e à criação do emprego bem como ao papel essências das autarquias e das entidades regionais, nos contributos a dar, em prol do desenvolvimento do Algarve.

José Apolinário usando da palavra

Seguidamente, o Presidente da CCDR Algarve, José Apolinário, apresentou informação atualizada sobre a execução dos investimentos do Plano de Recuperação e Resiliência no Algarve e sobre a execução do Programa Regional Algarve 2030, com particular enfoque no cumprimento da regra N+3 e na necessidade de assegurar a superação dos exigentes níveis de execução dos fundos europeus.

Na sua intervenção, destacou os investimentos em curso e a importância da articulação entre os instrumentos de financiamento disponíveis para reforçar a coesão territorial e a competitividade regional, apelando ao foco na execução dentro dos prazos.

Cristiano Cabrita na sua intervenção

O Vice-Presidente da CCDR Algarve, Cristiano Cabrita, apresentou o estado de implementação da integração das novas áreas setoriais na CCDR Algarve, processo que ganhou novo impulso com a recente publicação dos Estatutos da instituição. Destacou o objetivo de reforçar a capacidade de coordenação regional e promover uma atuação mais integrada das políticas públicas no território.

Posteriormente passou-se à eleição do representante das autarquias locais do Algarve no Conselho Económico e Social, nos termos da Lei n.º 108/91, de 17 de agosto. Na sequência da votação realizada pelos membros do Conselho Regional, sendo os representantes autarcas, por proposta do Presidente da AMAL, António Miguel Pina, foieleita a lista composta por Hugo Pereira, Presidente da Câmara Municipal de Lagos, como representante efetivo, e por Filomena Sintra, Presidente da Câmara Municipal de Castro Marim, como representante suplente.

Hugo Pereira e Filomena Sintra

A representação agora eleita assegurará a participação do Algarve no Conselho Económico e Social, órgão constitucional de consulta e concertação no domínio das políticas económicas e sociais, assegurando a presença e a capacidade de intervenção da região nos processos de decisão estratégica de âmbito nacional.

Ao longo da reunião, os membros do Conselho Regional participaram ativamente no debate dos diversos temas apresentados, contribuindo para a reflexão sobre os principais desafios e oportunidades que se colocam ao Algarve.

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“Uma Estrela nos Palcos e na Vida”: livro sobre Maria Barroso lançado em Almada

O livro de Luísa Ducla Soares “Quem foi Maria Barroso?” destinado ao público infantojuvenil, integra as comemorações dos centenários dos nascimentos de Maria Barroso e de Mário Soares e será apresentado perante alunos do 1º ciclo. O filho João Soares e a presidente da Câmara Municipal de Almada, Inês de Medeiros, irão intervir no lançamento do livro que responde à questão que faz o título da obra.

O livro “Maria Barroso: Uma Estrela nos Palcos e na Vida” tem o objetivo de tornar a política, atriz e antiga primeira-dama conhecida do público juvenil. Da autoria de Luísa Ducla Soares, e com ilustrações de Susana Carvalhinhos, o livro “chama a atenção para a qualidade da intervenção política, cívica e artística de uma figura que foi ao longo de toda a sua vida uma permanente fonte de inspiração para as mulheres portugueses”, afirma Isabel Alçada, da Comissão dos Centenários de Mário Soares e de Maria Barroso (ver link com PDF do livro em anexo).

Seja como artista, atriz e leitora de poesia, como lutadora pela liberdade, como diretora do Colégio Moderno ou como mulher de Mário Soares, Maria Barroso distinguiu-se sempre pela forma como se empenhou na promoção da paz, da democracia e da cultura”, afirma Isabel Alçada, escritora e antiga ministra da Educação. “Tendo sido um apoio fundamental para a carreira política de Mário Soares, Maria Barroso teve sempre uma vida profissional e uma vida política próprias”.

Segundo a nota chegada ao diariOnline Região Sul, o lançamento do livro integra as comemorações dos centenários dos nascimentos de Maria Barroso e de Mário Soares, antigo primeiro-ministro, Presidente da República e fundador do PS.

O livro “Maria Barroso: Uma Estrela nos Palcos e na Vida” vai ser apresentado na Casa dos Zagallos, em Almada, na segunda-feira, 1 de junho, pelas 11:30 horas. Na apresentação irão participar duas turmas do 1.º ciclo da Escola Básica Elias Garcia. A sessão contará com intervenções de Isabel Alçada e da autora do livro, Luísa Ducla Soares, que conversará com os alunos.

Haverá também uma intervenção de João Soares, filho de Maria Barroso, e o encerramento será feito pela presidente da Câmara Municipal de Almada, Inês de Medeiros.
Eu tive a sorte de conhecer Maria Barroso, de a ter como amiga e gostava muito de a apresentar às crianças e jovens com quem ela estabeleceu sempre uma ligação especial, crescendo entre um rancho de irmãos, tendo filhos e sendo diretora de um colégio”, afirma Luísa Ducla Soares. “Distinguiu-se, entre as mulheres portuguesas, pelo seu talento como atriz, pela coragem na luta pela liberdade, pela entrega à Cruz Vermelha Portuguesa, bem como a outras causas de solidariedade”.

João Soares, filho de Maria Barroso e de Mário Soares, deixa uma nota mais afetiva. “A minha mamã é um amor que aqui está, e estará sempre: lindo e inspirador como ela”, afirma o antigo presidente da Câmara de Lisboa, deputado e eurodeputado. “Uma grande mãe, uma grande mulher, uma grande avó, uma grande portuguesa. Um exemplo vivo, e para sempre.

Isabel Alçada sublinha a prioridade de dar a conhecer às crianças duas figuras tão centrais na mudança da ditadura para a democracia em Portugal, no século XX, como Maria Barroso e Mário Soares. “Se há alguém que se distinguiu ao longo de toda a sua vida pelo combate pela igualdade de género, foi Maria Barroso”, afirma a responsável da Comissão dos Centenários. “O livro da Luísa Ducla Soares é uma obra notável para que os jovens possam ter contacto com esta referência cívica e política do nosso país”.

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Albufeira decidiu Taça de Portugal de Andebol em Cadeira de Rodas

O Académico FC/APD Porto Sobre Rodas conquistou pelo terceiro ano consecutivo, a Taça de Portugal de Andebol em Cadeira de Rodas ACR4, cuja Final Four da competição realizou-se este sábado, no Pavilhão Desportivo dos Olhos de Água, e juntou em Albufeira os melhores conjuntos a nível nacional. Após a partida final, o presidente da Câmara Municipal de Albufeira, Rui Cristina, destacou a importância do “Desporto enquanto fator de inclusão”.

Uma celebração do desporto, da inclusão e da superação. Foi assim no passado sábado, altura em que Albufeira recebeu a Final Four da Taça de Portugal de Andebol em Cadeira de Rodas ACR4. A competição reuniu cerca de 70 atletas, e terminou com a vitória do Académico FC/APD Porto Sobre Rodas.

No jogo decisivo, o conjunto da Invicta superiorizou-se ao CNS/CaixiDuarte, com uma vitória por 2-0. Na partida de atribuição da medalha de bronze, o APD Figueira Foz/Os Coxos viria a triunfar por 2-1, perante o CPSB Messines.

A competição trouxe até Albufeira as melhores equipas nacionais da modalidade, que tem vindo a crescer de forma sustentada nos últimos anos. A Prova Rainha foi o culminar de uma época longa, e contou com uma assistência composta por centenas de pessoas ao longo das várias partidas.

Na cerimónia de entrega de prémios, o presidente da Câmara Municipal de Albufeira realçou o “espírito de superação dos atletas em competição, que provam que é possível ultrapassar todas as limitações”. Rui Cristina admitiu também que, “o acolhimento de provas de desporto adaptado é uma consequência natural de, em Albufeira, o desporto ser visto como um fator de inclusão”.

A Final Four da Taça de Portugal de Andebol em Cadeira de Rodas inseriu-se na programação oficial “Albufeira Cidade Europeia do Desporto 2026”.

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Natação: Algarve Open Masters uma aposta ganha com sucesso desportivo e humano

Loulé recebeu cerca de 250 atletas num fim de semana memorável para a natação masters

O Algarve Open Masters Verão / Campeonato Regional de Masters 2026 confirmou todas as expectativas e afirmou-se como um dos mais relevantes eventos da natação masters nacional, reunindo em Loulé cerca de 250 atletas ao longo do passado fim de semana.

A competição ficou marcada não apenas pela expressiva participação de nadadores oriundos de diversos pontos do país, mas sobretudo pelo elevadíssimo nível competitivo demonstrado em todas as provas. Ao longo dos dois dias de competição foram estabelecidos dezenas de recordes regionais e vários recordes nacionais, demonstrando a qualidade desportiva dos atletas presentes e o prestígio crescente da competição.

Na classificação coletiva final, o destaque foi para o Louletano Desportos Clube, vencedor da competição com 5.732 pontos, seguido pelo Lagoa Académico Clube, com 4.590 pontos, e pelo Portinado – Associação de Natação de Portimão, que completou o pódio com 2.723 pontos. Estes resultados refletem o excelente trabalho desenvolvido pelos clubes participantes e o elevado nível competitivo que marcou toda a competição.

Para além da vertente competitiva, o Algarve Open Masters destacou-se também pelo ambiente de convívio e amizade que caracteriza o movimento masters. Um dos momentos mais marcantes do evento aconteceu no domingo, durante o almoço-convívio que reuniu atletas, dirigentes, treinadores, árbitros e voluntários num ambiente de grande partilha, reforçando os laços de companheirismo e amizade que tornam esta modalidade tão especial.

A organização expressa um agradecimento muito especial à Câmara Municipal de Loulé e às Juntas de Freguesia de São Clemente e de São Sebastião, cujo apoio foi fundamental para a concretização deste evento.

Uma palavra igualmente sentida de reconhecimento é dirigida a todos os patrocinadores e parceiros que acreditaram neste projeto e contribuíram decisivamente para o seu sucesso. Sem o seu apoio, não teria sido possível proporcionar uma experiência desta dimensão e qualidade aos participantes.

O objetivo da organização passa agora por consolidar e fazer crescer o Algarve Open Masters, transformando-o num evento de referência nacional, capaz de atrair cada vez mais atletas e clubes, mantendo sempre presentes os valores da amizade, do respeito, da superação e do companheirismo.

Este evento mostrou-nos que quando sonhamos é possível criar, em conjunto, coisas maravilhosas. Foi claramente uma aposta ganha e esperamos que no próximo ano possamos contar com ainda mais atletas. A todos os que tornaram possível este evento – patrocinadores, clubes, atletas, árbitros, voluntários e entidades parceiras – deixo o meu mais sincero obrigado. Obrigado por acreditarem neste projeto e por contribuírem para tornar este fim de semana verdadeiramente inesquecível“, afirma Fábio Bota, presidente da Associação de Natação do Algarve.

O sucesso alcançado nesta edição reforça a confiança da organização para continuar a trabalhar no crescimento do Algarve Open Masters, elevando cada vez mais a qualidade da competição e fortalecendo o espírito de união que caracteriza a comunidade masters.

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Crianças de Odemira recebem ‘Kit – Tempo para Brincar’ entregue pela autarquia

O Município de Odemira assinalou o Dia Mundial da Criança, celebrado a 1 de junho, com a entrega do “Kit – Tempo para Brincar” às crianças do ensino pré-escolar e do 1.º ciclo do ensino básico da rede pública do concelho.

A iniciativa abrange cerca de 1523 crianças, distribuídas por 28 grupos do pré-escolar e 52 turmas do 1.º ciclo, e pretende reforçar a importância do brincar no contexto escolar, através da disponibilização de materiais lúdicos e pedagógicos para uso coletivo nos recreios.

A iniciativa integra o Projeto Recrear – Tempo para Brincar e está alinhada com o Projeto Educativo Municipal OdeTE 2.0, bem como com os princípios da Carta das Cidades Educadoras e da Convenção sobre os Direitos da Criança, que consagra o direito ao lazer e à brincadeira.

Cada kit é acompanhado por um conjunto de desafios criativos, incentivando as crianças a explorarem os jogos de forma livre, colaborativa e imaginativa, promovendo competências sociais, motoras e cognitivas.

A entrega simbólica dos kits decorreu junto dos alunos representantes do Jardim de Infância e da Escola do 1.º Ciclo de Odemira, na presença da Vereadora Raquel Silva. Para a vereadora com o pelouro da Educação da Câmara de Odemira, esta iniciativa visa “proporcionar momentos de alegria, partilha e aprendizagem”, destacando que “brincar é uma das formas mais genuínas e enriquecedoras de aprender”.

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Atleta Gerson Baldé recebido na Câmara Municipal de Albufeira por Rui Cristina

O atleta natural de Albufeira, Gerson Baldé, que se sagrou recentemente Campeão do Mundo de Salto em Comprimento, com um salto que definiu o novo recorde nacional, foi no passado sábado recebido pelo presidente da Câmara Municipal, no edifício dos Paços do Concelho, em cuja ocasião, Rui Cristina salientou a magnitude de “um feito notável que orgulha todos os albufeirenses”.

Foi à sexta e última tentativa que Gerson Baldé conseguiu saltar 8,46m, cuja marca ficou para a história do atletismo nacional, e deu ao atleta natural de Albufeira o título de campeão do mundo de salto em comprimento.

O Campeonato do Mundo de Atletismo em pista curta decorreu no passado mês de março, na cidade polaca de Torum. Ao longo da competição, Gerson Baldé superiorizou-se ao italiano Mattia Furlani e ao búlgaro Bozhidar Sarâboyukov. Com a melhor marca do ano, o atleta português viria então a conquistar a posição mais alta do pódio.

O feito alcançado por Gerson Baldé foi reconhecido pelo presidente da Câmara Municipal de Albufeira. Este sábado, Rui Cristina recebeu o atleta nos Paços do Concelho, e felicitou-o pelo “feito notável que orgulha todos os albufeirenses”.

Espírito de campeão que permitiu alcançar a melhor marca da prova no último suspiro”, e agradeceu a Gerson Baldé por “elevar o nome de Albufeira além-fronteiras, e contribuir para o prestígio internacional do nosso concelho“, destacou Rui Cristina.

Esta receção é prova do reconhecimento de todos os albufeirenses por uma conquista merecida e fruto do trabalho desenvolvido ao longo de vários anos”, acrescentou o edil albufeirense.

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Programa de Educação e Proteção Ambiental da EMARP celebra as crianças todos os dias

No Dia Mundial da Criança, a Empresa Municipal de Águas e Resíduos de Portimão (EMARP) realizou uma iniciativa na Escola EB1 do Alto do Alfarrobal, que envolveu 66 crianças. A atividade teve como principal dinâmica o Jogo Gigante sobre os resíduos, uma atividade lúdico-pedagógica que desafia os participantes (peões) a aprender mais sobre os tipos de resíduos e as melhores práticas ambientais.

Para assinalar a ocasião, todas as crianças receberam uma t-shirt, um caderno de atividades e uma garrafa de água reutilizável, promovendo a continuidade da aprendizagem ambiental além do contexto escolar.

Nesta data tão especial a EMARP reforça a importância das crianças como principal inspiração e razão de ser do Programa de Educação e Proteção Ambiental (PEPA), uma iniciativa que, desde 2024, tem contribuído para a formação de cidadãos mais conscientes, participativos e comprometidos com a preservação do ambiente.

Através do PEPA, a empresa promove mensalmente cerca de 35 ações de sensibilização ambiental junto da comunidade escolar do concelho, abordando temas como a água, os resíduos, a economia circular e a proteção dos recursos naturais. O programa procura despertar desde cedo comportamentos responsáveis e sustentáveis, incentivando as crianças a tornarem-se agentes de mudança nas suas famílias e comunidades.

Porque educar para a sustentabilidade é investir no futuro, o PEPA da EMARP continuará a colocar as crianças no centro da sua missão, contribuindo para a construção de uma comunidade mais responsável e ambientalmente consciente.

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Preços das casas sobem 10,2% e atingem novo máximo histórico em Portugal

• Comprar casa em Portugal custa 3.142 euros/m2, novo máximo histórico pelo sétimo mês consecutivo• Santarém (30,9%), Portalegre (28,2%) e Beja (23,6%) lideram as subidas nas capitais de distrito e regiões autónomas• A ilha de Porto Santo (26,8%) regista a maior valorização entre os distritos e ilhas analisadas; ilha do Faial é a única em […]
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Combustíveis vão ficar (bem) mais baratos esta semana – ACP

Esta semana deverão surgir boas notícias para os condutores em território nacional, já que os preços dos combustíveis vão ficar (bem) mais baratos.

Uma notícia avançada pelo Economia ao Minuto (EM), citando fonte de informação do Automóvel Club de Portugal (ACP), aponta para descidas de 12 cêntimos, tanto no caso da gasolina como no do gasóleo.

Isto ocorre numa altura em que o gasóleo simples está a custar 1,957 euros por litro e o preço médio da gasolina simples 95 octanas está nos 2,024 euros por litro, segundo os dados divulgados pela Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG).

Recordando que no início da semana passada, o gasóleo encareceu cerca de meio cêntimo, enquanto a gasolina ficou 1,2 cêntimos mais cara entre sexta e segunda-feira, agora as previsões apresentam-se bem mais otimistas.

Isto apesar de o Governo ter aumentado em 0,305 cêntimos por litro o desconto extraordinário do ISP no gasóleo e em 0,315 cêntimos na gasolina tendo em conta as previsões de evolução do preço dos combustíveis, segundo o EM.

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1 de junho, é o Dia Mundial da Criança assinalado desde 1950

Hoje é Dia Mundial da Criança, que teve a génese no pós-guerra, num mundo flagelado, em termos sociais e humanitários, que quis defender as crianças dessa destruição. Por iniciativa da Federação Democrática Internacional das Mulheres, nasce a celebração. Porém, mais de meio século depois, há princípios por cumprir. “A criança deve ser protegida contra as […]
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