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Copa do Mundo 2026 começa hoje: veja ruas pintadas por todo o Brasil

A caminhada rumo ao “Hexa” já tomou conta das ruas ao redor de todo o Brasil para a Copa do Mundo de 2026, que começa na tarde desta quinta-feira (11). Trechos de estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Goiás estão com paredes e calçadas enfeitadas para receber o maior torneio entre seleções do planeta. 

A CNN Brasil separou as principais artes feitas e espalhadas pelo país, que contam com o tradicional verde e amarelo e imagens de jogadores da Seleção Brasileira. (Veja imagens acima)

São Paulo e Rio de Janeiro

No Jardim Ibirapuera, na zona Sul de São Paulo, um mutirão transformou a paisagem da Rua Salgueiro do Campo. São bandeiras, símbolos, jogadores e a frase “Rumo ao Hexa” que estampam as calçadas da via. Imagens feitas de drone mostram a dimensão da arte na rua, que ficou completamente colorida e com um grande mosaico.

Rua no Jardim Ibirapuera, zona Sul de São Paulo
Rua no Jardim Ibirapuera, zona Sul de São Paulo • Foto: Divulgação/AkzoNobel/Coral

A ação reuniu moradores, artistas da comunidade, voluntários e pintores profissionais. Além disso, contou com a participação do Bloco do Beco e da Coral, marca de tintas da AkzoNobel.

Na Rocinha, na zona Sul do Rio de Janeiro, as calçadas também foram tomadas pela arte em uma ação que transformou a principal rua da comunidade em um painel artístico de 200 metros. As criações contaram com a participação do artista muralista Nobru Werneck. Ao todo, cerca de 30 pintores da Rocinha participaram da iniciativa.

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Rua na Rocinha, zona Sul do Rio de Janeiro
Rua na Rocinha, zona Sul do Rio de Janeiro • Foto: Divulgação/AkzoNobel/Coral

Algumas ruas do Barata, em Realengo (Botafogo), na zona Oeste da capital fluminense, também foram pintadas com as cores verde, amarelo, azul e branca da bandeira.

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ruas do Barata, em Realengo (Botafogo), na zona Oeste da capital fluminense
ruas do Barata, em Realengo (Botafogo), na zona Oeste da capital fluminense • Crédito: Luciana Pacheco

Rio Grande do Sul e Santa Catarina

A rua João Pessoa, em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, recebeu um painel artístico de 850 metros² e foi pintada diretamente no asfalto pelos artistas, Rafael Jung, Nosg, Bart, Chimia, Joca e Jefferson.

Rua João Pessoa, em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul
Rua João Pessoa, em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul • @voltaporcima.drones

Já em São José, na Grande Florianópolis, em Santa Catarina, 1.400 m² da Rua Joaquim Vieira Padilha, no bairro Real Parque, viraram uma paisagem em homenagem à Seleção Brasileira. Cerca de 100 moradores, artistas, pintores e voluntários participaram da ação.

Rua em São José, na Grande Florianópolis, em Santa Catarina
Rua em São José, na Grande Florianópolis, em Santa Catarina • Foto: Divulgação/AkzoNobel/Coral

Goiás

Na rua conhecida como 13 A, na Vila Redenção, em Goiás, o artista Fábio Gomes Trindade fez parte do projeto “Rua da Copa – Rumo ao Hexa”. O momento reuniu artistas, crianças e toda a comunidade. Uma das artes é um grande desenho de Neymar, um dos principais nomes da Seleção Brasielira.

Rua 13 A, na Vila Redenção, em Goiás
Rua 13 A, na Vila Redenção, em Goiás • Reprodução/@fabiogomestrindade

Manaus

Na capital do Amazonas diversas ruas da cidade são pintadas e decoradas para a Copa do Mundo. A principal delas é a Rua 3, no Morro Santa Isabel, onde o asfalto fica literalmente escondido com toda a pintura para torcer pelo Brasil.

Rua pintada em Manaus mescla cores da bandeira do Amazonas e do Brasil • Carlos Oliveira / Semcom
Rua pintada em Manaus • Carlos Oliveira / Semcom
Rua pintada em Manaus • Carlos Oliveira / Semcom
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Copa do Mundo: entenda como a Coreia virou presença fixa nos Mundiais

A Coreia do Sul estreia na Copa do Mundo de 2026 na noite desta quinta-feira (11) contra a República Tcheca, no Estádio de Guadalajara, no México. Jogos de Copas como esse tem sido cada vez mais comuns para a seleção coreana, que chega a 11ª paticipação consecutiva em Mundiais. 

Desde 1986, os “Guerreiros Taeguk” não se ausentam da maior competição do esporte, uma marca de regularidade que supera potências tradicionais da Europa como a Itália, por exemplo.

A regularidade da Coreia

A sequência iniciada no México, há 40 anos, transformou a Coreia em uma potência estrutural. Enquanto seleções tradicionais têm ficado de fora das últimas Copas, os sul-coreanos se fazem cada vez mais presentes no cenário atual.

Para a edição da Copa do Mundo de 2026, a classificação foi garantida de forma invicta, com 22 pontos somados em 10 jogos nas eliminatórias da Ásia. Os resultados levaram a Coreia do Sul a alcançar a marca da participação no 11º Mundial seguido. 

A seleção conseguiu chegar nos feitos muito pelo estilo de jogo que tem se formado nos últimos anos. A Coreia do Sul é um time que explora bem a velocidade dos jogadores pelos lados do campo, mas conta também com uma grande disciplina tática defensiva. 

Hong Myung-bo, símbolo do passado e presente

A geração da Coreia do Sul é dirigida por um herói do passado: o técnico Hong Myung-bo. Em 2002, ele foi o capitão do time que alcançou as semifinais da Copa do Mundo, o melhor resultado da história do país e de uma nação asiática em Mundiais. 

Na época, a seleção sul-coreana foi eliminada para a Alemanha, que viria perder a decisão para a Seleção Brasileira de Ronaldo Fenômeno e companhia.

Hoje, na beira do gramado, Hong Myung-bo busca aplicar a experiência daquela campanha histórica, que ficou muito próxima de disputar uma final de Copa,  a um elenco que mescla veteranos e novos talentos. 

Os talentos da Coreia do Sul

Diferente do passado, agora a Coreia do Sul conta com jogadores consolidados ao redor de todo o mundo.

O maior exemplo é o atacante Son Heung-min, que já é considerado ídolo nacional e também foi destaque por anos no futebol inglês quando atuava pelo Tottenham. Hoje, já aos 33 anos, ele está no Los Angeles FC, dos Estados Unidos.

Além dele, outros pilares da equipe são o zagueiro Kim Min-jae, do Bayern de Munique, que garante solidez defesniva, e o meio-campista Lee Kang-in, do PSG, que fica responsável pela armação criativa do time.

Grupo e jogos da Coreia do Sul

  • Coreia do Sul
  • México
  • África do Sul
  • República Tcheca

No primeiro jogo da Copa, a Coreia do Sul enfrenta a República Tcheca, nesta quinta-feira (11), às 23h do horário de Brasília, no Estádio de Guadalajara, no México. Na partida seguinte, enfrenta o México, no dia 18 de junho, às 22h, ainda em Guadalajara. Os sul-coreanos fecham a fase de grupos contra a África do Sul, no dia 24 de junho, novamente às 22h, mas agora em Monterrey.

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MG: Homem que comprou ponte ‘desaparecida’ afirma que transação foi regular

A ponte que havia desaparecido no município de Prados, no Vale das Vertentes, em Minas Gerais, na última sexta-feira (5), foi comprada por um empresário do projeto de recuperação de flora e fauna Ibiti Projeto, localizado na zona rural de Lima Duarte, a cerca de 120 km de onde a ponte estava originalmente.

Após a repercussão do desaparecimento da estrutura metálica, o Projeto se manifestou por meio de nota, afirmando que a ponte foi adquirida de forma regular, inclusive com nota fiscal.

“O Ibiti Projeto esclarece que a ponte metálica recentemente transportada foi adquirida de forma regular junto a comerciante do ramo de antiguidades, mediante emissão de nota fiscal e demais documentos pertinentes. Toda a operação de transporte ocorreu com as autorizações exigidas pelos órgãos competentes, observadas as exigências legais aplicáveis”, diz trecho da nota.

Além disso, a nota acrescenta que os envolvidos na compra da ponte foram surpreendidos com a informação de que ela teria sido fruto de um possível furto.

“Ao tomar conhecimento dos questionamentos relacionados à origem da estrutura, o Ibiti Projeto foi igualmente surpreendido pelos fatos e imediatamente procurou as autoridades competentes, apresentando toda a documentação disponível, indicando a localização do bem e colaborando integralmente com as apurações.”

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Desaparecimento

A estrutura metálica datada do século XIX é de ferro maciço e foi trazida da Inglaterra para o Brasil em 1850. A ponte tem 20 metros de extensão por 5 de largura e foi retirada de dentro de uma propriedade privada em Prados, no Vale das Vertentes, na última sexta-feira (05).

Foram utilizados uma carreta, um caminhão muck e uma escavadeira para fazer a remoção e transporte da estrutura até o município de Lima Duarte.

Ela foi vendida pelo dono da propriedade privada para um empresário do ramo de antiguidades que a vendeu para o fazendeiro por cerca de R$ 700 mil. No entanto, segundo a Prefeitura de Prados, apesar da ponte estar dentro da propriedade, ela pertence à União e não poderia ser comercializada.

“A estrutura, pertencente ao antigo trecho da Ferrovia Oeste de Minas e atualmente sem utilização ferroviária, possuía valor histórico para o município e era frequentemente utilizada por ciclistas que percorrem o antigo leito da ferrovia.”

Ainda segundo a administração municipal, o desaparecimento da ponte foi percebido após ciclistas que percorriam o local notarem a falta da estrutura e questionarem a prefeitura.

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“Assim que a situação foi constatada, representantes da Administração Municipal estiveram no local para averiguar os fatos e acompanhar os procedimentos necessários. Um boletim de ocorrência foi registrado e o caso encaminhado às autoridades competentes para investigação.”

Após o registro de furto realizado pelo prefeitura, a Polícia Civil de Minas Gerais deu início às investigações e localizou a estrutura na última quarta-feira (10).

A perícia oficial foi acionada e os trabalhos investigativos prosseguem com o objetivo de esclarecer a dinâmica dos fatos.

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Copa: quem é Santiago Gimenez, “herdeiro da pressão” e esperança do México

A seleção do México estreia na Copa do Mundo de 2026 contra a África do Sul, no Estádio Azteca, nesta quinta-feira (11), e um um nome surge como um dos símbolos de esperança do time: Santiago Giménez. 

“Herdeiro da pressão”, o atacante de 25 anos não apenas carrega o peso de ser filho de um ídolo nacional, mas também tem a missão de ressignificar traumas mexicanos em Mundiais.

A CNN Esportes te apresenta todos os detalhes da trajetória de Santiago Giménez, um dos símbolos de reconstrução da seleção do México.

Esperança do México

Para a Copa de 2026, Santiago Giménez é uma das peças centrais do esquema de Javier Aguirre. Após marcar o gol que deu ao México o título da Copa Ouro em 2023, o atacante chega ao Mundial com expectativas.

Além disso, Giménez é um dos sucessores naturais de Chicharito Hernández, um dos maiores jogadores da história da seleção mexicana.

Do sangue argentino às cores mexicanas

A história de Giménez é marcada pela mistura cultural. O jogador nasceu na cidade de Buenos Aires, na Argentina, em 2001. No entanto, saiu do país ainda quando era criança. Na ocasião, seu pai, o ex-jogador Christian “Chaco” Giménez, foi contratado para jogar no México.

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Um fato curisoso da carreira de Giménez ocorre logo na estreia profissional do jogador pelo Cruz Azul, do México. Aos 16 anos, ele entrou em campo em um amistoso justamente ao lado do pai.

Porém, a trajetória do jovem no mundo do futebol quase acabou precocemente. Pouco tempo após a estreia profissional, Giménez sofreu uma trombose no ombro direito, o que o deixou fora dos gramados por seis meses.  

Após o trauma, a jornada do atacante deslanchou na temporada 2019/2020, quando ele ajudou o time a quebrar um jejum de 23 anos sem vencer títulos nacionais.

Fenômeno na Europa

Após brilhar no México, Giménez partiu pro Velho Continente. No Feyenoord, clube do futebol holândes, o atacante teve boas temporadas e se destacou com 65 gols em 105 partidas pelo time. Atualmente, ele disputa partidas no futebol italiano pelo AC Milan. 

O jogador é conhecido por alguns nomes, mas prefere ser chamado de “Bebote” em vez de “Chaquito”, apelido herdado do pai. O objetivo é tentar construir a própria identidade e se desvincular da imagem do antecessor.

Os desafios do México no Grupo A

  • México
  • África do Sul
  • Coreia do Sul
  • República Tcheca

O México faz sua primeira partida contra a África do Sul, no Estádio Azteca, às 16h do horário de Brasília, nesta quinta-feira (11). Na segunda rodada, enfrenta a Coreia do Sul, às 22h, em Guadalajara. Por último, joga diante da República Tcheca, novamente ás 22h, na Cidade do México. 

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Mais de 20 pessoas são presas em operação contra tráfico na Região Sul

A Polícia Civil realiza uma grande operação contra uma rede de lavagem de dinheiro do tráfico de drogas no Sul do país, nesta quinta-feira (11). Até o momento, 27 pessoas foram presas.

A investigação teve início em 2023 com a apreensão de 1,3 tonelada de maconha em Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre. A partir disso, a polícia descobriu que a organização criminosa distribuía drogas em larga escala no estado gaúcho em um esquema que incluía operações logísticas com outros estados.

O total movimentado pela organização criminosa durante a investigação passou de R$ 21 milhões, conforme a polícia. A lavagem dos recursos ilícitos incluía a reinserção do dinheiro na economia formal por meio da compra de veículos, circulação de valores em espécie, integração e mescla do dinheiro proveniente do crime em empresas reais, de fachada e fantasmas.

No Rio Grande do Sul, as ordens judiciais estão sendo cumpridas nas cidades de Porto Alegre, Canoas, Cachoeirinha, Eldorado do Sul, Gravataí, Nova Santa Rita, Farroupilha, Gramado, Caxias do Sul e Santa Maria. Já em Santa Catarina, as diligências ocorrem em Florianópolis, Criciúma, Balneário Rincão, Lauro Müller, Palhoça e São José. Cerca de 300 policiais participam da ação.

A polícia também cumpre mandados de busca e apreensão em presídios do Rio Grande do Sul e em uma penitenciária do Paraná. Além disso, diligências foram realizadas em empresas em São Paulo e Mato Grosso do Sul.

Ao todo, os policiais buscam cumprir 28 mandados de prisão preventiva, cinco mandados de prisão temporária, 58 mandados de busca e apreensão, 58 bloqueios de contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas e 14 sequestros de veículos.

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Foram identificadas pelo menos 21 empresas como operadoras do esquema, localizadas no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Mato Grosso do Sul.

Os investigadores descobriram que as movimentações bancárias eram realizadas por meio de dissimulações estruturadas, como uso de contas de terceiros, contas de passagem, depósitos e saques rápidos, casas lotéricas e caixas eletrônicos.

A Polícia Civil informou que, entre os envolvidos, estão suspeitos com antecedentes por homicídio, tráfico de drogas e roubo.

A operação desta quinta-feira, denominada Apakani, ocorre no âmbito da Operação Narke 6 – uma ação nacional coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça e Segurança Pública e executada em todo o país, destinada ao enfrentamento do narcotráfico.

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Camisas falsas de times e seleção: posso ser penalizado por usar peça?

Com a popularização das réplicas conhecidas como “tailandesas” ou “primeira linha”, muitos torcedores brasileiros ficam em dúvida sobre os riscos jurídicos de adquirir e utilizar vestuário esportivo não oficial. Afinal, usar uma camisa falsificada do próprio time ou seleção pode levar à prisão ou multa? 

A reposta para o torcedor comum é: não. Quem apenas usa uma camisa de time falsificada, como regra, não é penalizado criminalmente.

De acordo com a legislação e especialistas, o foco das punições no Brasil recai sobre a cadeia de produção e comercialização dos produtos piratas, e não sobre o consumidor que apenas utiliza a peça no dia a dia. 

Segundo a advogada criminalista Ana Krasovic, a interpretação do sistema jurídico protege o usuário comum. “O consumidor que apenas compra e usa a camisa falsificada não responde pelo crime. A tutela penal concentra-se em quem produz, distribui e comercializa o produto”, explica.

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O verdadeiro alvo da lei

Embora o uso não seja crime para o torcedor, a advogada ressalta que a pirataria é combatida com rigor direto na origem.

“A utilização não autorizada do escudo, símbolos e marcas explorados pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) ou por licenciados oficiais pode fundamentar a persecução penal e civil contra quem fabrica e comercializa as camisetas falsificadas“, afirma Krasovic.

A conduta configura o crime previsto no artigo 189 da Lei 9.279/96 (Lei de Propriedade Industrial). Além disso, o Cógido Penal prevê a apreensão de instrumentos de “contrafação” (falsificação). 

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Riscos da receptação para o consumidor

Apesar de não responder pela violação da marca, o consumidor deve estar atento a outro dispositivo do Código Penal: o crime de receptação.

  • Receptação culposa: ocorre quando alguém adquire um produto que, pela sua natureza ou pela desproporção entre o valor e o preço, deveria presumir-se que foi obtido por meio criminoso. A pena prevista é de detenção de um mês a um ano, ou multa;
  • Receptação dolosa: acontece quando uma pessoa adquire ou oculta algo que sabe ser produto de crime. Neste caso, a pena é mais severa, sendo de reclusão de um ano a quatro anos, e multa.

Punições para quem vende produtos falsos

O comerciante que vende ou expõe à venda produtor que “deve saber ser produto de crime” no exercício da atividade comercial, mesmo que irregular ou em residência, comete o crime de receptação qualificada. 

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A pena para o delito é de reclusão de três a oito anos, e multa. O Código Penal equipara ao comércio qualquer forma de venda clandestina ou irregular.

Ou seja, se você é apenas um torcedor comum que exibe seus artigos, mesmo os que não são originais, fique tranquilo. Não há risco iminente de prisão ou multa pelo simple ato de vestir a peça. 

Poré, a lei brasileira ainda tenta asfixiar o mercado da pirataria com a punição de quem lucra com a fabricação e venda dos itens falsificados. 

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Copa do Mundo: por que jogar em casa virou peso para o México

O México estreia na Copa do Mundo de 2026 na tarde desta quinta-feira (11) contra a África do Sul, no lendário Estádio Azteca, na Cidade do México. No entanto, o que para alguns pode ser uma vantagem, para a seleção mexicana jogar em casa pode ser um peso a mais na competição. 

O país carrega a responsabilidade inédita de ser o único a sediar três Mundiais (1970, 1986 e 2026), em um momento onde a relação com sua torcida é marcada por pressão e algumas cicatrizes que ainda estão abertas. Uma delas é o retrospecto negativo nas últimas Copas.

Outro ponto que pode se tornar uma carga para os jogadores é que as melhores campanhas da história do México foram justamente quando a seleção disputou a competição nos seus domínios. Para alguns torcedores, o fator traz esperança. Já para outros, cria ainda mais cobrança em cima de bons resultados no torneio.

México e o trauma das oitavas

A pressão por bons resultados vem da grande sequência negativa que o México traz das últimas Copas. Além disso, a seleção mexicana carrega um trauma nos Mundiais.

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O principal fator psicológico que pressiona o “El Tri” é a histórica barreira das oitavas de final. Entre 1994 e 2018, o México foi eliminado nesta fase em sete edições consecutivas. Criou-se até mesmo o estigma de que “o México sempre cai nas oitavas”. 

Porém, o cenário ficou ainda pior no ano de 2022, quando os mexicanos foram eliminados ainda na fase de grupos pela primeira vez em mais de 40 anos anos. A eliminação veio em uma chave que era composta por Argentina, Arábia Saudita e Polônia. Os maus resultados geraram até mesmo uma crise de identidade na seleção.

Javier Aguirre, o “técnico bombeiro”

Para amenizar o incêndio que a seleção do México se tornou, a Federação recorreu a Javier Aguirre, que chega à terceira passagem pela equipe. Aguirre ficou conhecido por ser um “técnico bombeiro”, aquele sempre acionado quando as coisas não andam bem.

Ele já assumiu o comando da seleção outras duas vezes. Uma quando os mexicanos corriam o risco de não se classificar para a Copa de 2002, na Coreia do Sul e no Japão. A outra, em cenário semelhante, para a disputa do Mundial de 2010, na África do Sul. 

Leia também: Copa do Mundo: o que você precisa saber sobre México x África do Sul

Aguirre tem um estilo valente, é temperamental e gosta de jogadores que brigam por cada bola. Sua gestão, no entanto, teve algumas tensões.

Às vésperas da Copa, o treinador enfrentou um conflito público com clubes como Chivas e Toluca, chegando a ameaçar excluir da lista final jogadores que não se apresentassem na data estipulada para a concentração.

O Estádio Azteca, palco da consagração de Pelé e Maradona, serve hoje como uma representação da pressão mexicana. Jogar no “Colosso de Santa Úrsula” diante de mais de 80 mil torcedores é um privilégio histórico, mas que pode tornar a Copa um peso ainda maior para o México.

Grupo e jogos do México

  • México
  • África do Sul
  • Coreia do Sul
  • República Tcheca

O México faz sua primeira partida contra a África do Sul, no Estádio Azteca, às 16h do horário de Brasília, nesta quinta-feira (11). Na segunda rodada, enfrenta a Coreia do Sul, às 22h, em Guadalajara. Por último, joga diante da República Tcheca, novamente ás 22h, na Cidade do México. 

Veja países que já disputaram a Copa do Mundo e não existem mais

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Copa: Ex-zagueiro da Seleção é abordado por falta de pagamento de pensão

O ex-zagueiro tetracampeão do mundo pela Seleção Brasileira em 1994, Ricardo Rocha, foi abordado por falta de pagamento de pensão alimentícia, no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, nesta quarta-feira (10). O caso ocorreu momentos antes do embarque para a Copa do Mundo que acontece nos Estados Unidos, México e Canadá. 

Informações apontam que ele desconhecia a dívida e tão logo tomou ciência do mandado de prisão, providenciou o pagamento, comprovou em juízo e o juiz revogou a medida.

Em nota publicada nas redes sociais, a defesa de Ricardo Rocha afirmou que “o episódio decorreu de uma divergência relacionada aos valores apontados no cumprimento da decisão judicial, questão que foi imediatamente submetida à análise e esclarecida perante o Poder Judiciário.” 

Além disso, informou que o ex-jogador seguirá normalmente a agende de cobertura para a Copa do Mundo de 2026. 

Veja nota na íntegra: 

“Em razão das notícias veiculadas nesta data envolvendo o nome de Ricardo Rocha, sua defesa vem esclarecer que o episódio decorreu de uma divergência relacionada aos valores apontados no cumprimento da decisão judicial, questão que foi imediatamente submetida à análise e esclarecida perante o Poder Judiciário.

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Após os esclarecimentos apresentados pela defesa, a medida foi prontamente revogada, restabelecendo-se a normalidade da situação.

Ricardo Rocha lamenta que uma questão de natureza estritamente processual, envolvendo informações protegidas por segredo de justiça, tenha sido exposta de forma precipitada e com enfoque sensacionalista, antes da conclusão dos esclarecimentos necessários.

O ex-atleta sempre pautou sua trajetória pelo respeito às instituições, transparência e cumprimento de suas obrigações, permanecendo à disposição da Justiça para todos os esclarecimentos cabíveis.

Com a revogação da medida, Ricardo Rocha segue normalmente sua agenda profissional, inclusive sua viagem aos Estados Unidos, onde participará da cobertura da Copa do Mundo.”

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Copa do Mundo: África do Sul ainda vive sombras e marcas de 2010

A África do Sul estreia na Copa do Mundo de 2026 contra o México na tarde desta quinta-feira (11), no Estádio Azteca, na Cidade do México. Porém, a seleção africana ainda vive rodeada de sombras e marcas da Copa de 2010 após entrar para história como o primeiro país-sede eliminado na fase de grupos de um Mundial.

Somente 16 anos depois de o mundo ouvir o zumbido das vuvuzelas e dançar ao ritmo de “Waka Waka”, os “Bafana Bafana” estão de volta aos gramados do torneio. Se em 2010 a campanha não terminou em festa, desta vez a missão é clara: quebrar o estigma de nunca ter se classificado na fase de grupos das Copas. E agora, o caminho parece acessível.

O grupo da África do Sul

  • México
  • África do Sul
  • Coreia do Sul
  • República Tcheca

África do Sul na Copa de 2010

A África do Sul foi o país-sede da Copa do Mundo disputada no ano de 2010. Os donos da casa já não se deram bem no sorteio e receberam como adversários três seleções consideradas mais fortes, sendo México, França e Uruguai.

Na partida de estreia, justamente contra o México, assim como será na Copa de 2026, a seleção africana amargou um empate. Após abrir o placar com Siphiwe Tshabalala, os “Bafana Bafana” deixaram o resultado escapar e ficaram no 1 a 1. Na segunda partida, eles enfrentaram o Uruguai e perderam por 3 a 0.

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No último jogo, ainda com chances de classificação, a África do Sul jogou contra a seleção francesa, e ganhou por 2 a 1. A torcida foi à loucura, mas o resultado não foi suficiente para a classificação, já que os africanos empataram em número de pontos com o México e ficaram de fora do mata-mata pelo saldo de gols.

Como África do Sul se reconstruiu para Copa de 2026

Para superar o trauma de nunca ter se classificado para o mata-mata das Copas, a África do Sul apostou em uma reconstrução liderada pelo técnico belga Hugo Broos.

Diferente de como jogava há 16 anos, os “Bafana Bafana” agora implementam um modelo de jogo baseado em uma construção de jogadas mais paciente e na valorização da posse de bola.

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Além disso, o sistema de jogo é influenciado pelo entrosamento entre jogadores que atuam no Mamelodi Sundowns, clube que mais conta com atletas convocados na lista da seleção africana.

A equipe tem três pilares principais:

  • Ronwen Williams, goleiro que é peça central no esquema por atuar com os pés
  • Teboho Mokoena, considerado um dos melhores meio-campistas do continente e um motor da equipe
  • Lyle Foster, atacante que disputa a Premier League pelo Burnley e é a esperança de gols da África do Sul 

A “revanche” e estreia da África do Sul contra o México ocorre na tarde desta quinta-feira (11), às 16h (horário de Brasília). O segundo compromisso da seleção africana é diante da República Tcheca, às 13h (horário de Brasília) no dia 18 de junho. Já a última partida dos “Bafana Bafana” é contra a Coreia do Sul, em Monterrey, no México, no dia 24, às 22h.

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Copa do Mundo: Grupo A tem encontro de feridas abertas e “fantasmas”

O Grupo A, composto por México, África do Sul, Coreia do Sul e República Tcheca, é o responsável por dar o passo inicial à Copa do Mundo de 2026, nesta quinta-feira (11). Mas além da pluralidade de culturas, a chave carrega um encontro de feridas abertas e “fantasmas” em Mundiais. 

As quatro seleções têm motivos suficientes para levarem à competição alguns traumas de Copas anteriores na bagagem, que tentam ser quebrados com a nova oportunidade.

Os maiores traumas do Grupo A da Copa do Mundo 2026

México e a pressão do mata-mata

O México, um dos anfitriões da Copa, trazem na mala o peso de jogarem diante do próprio povo. O que pode ser determinante para um bom desempenho, pode também aumentar a pressão em um time que ainda mistura jovens e veteranos.

Mas além disso, os jogadores carregam a sina das oitavas de final. A seleção traz o trauma de ter sido eliminada em sete edições consecutivas justamente nessa fase da competição, entre 1994 e 2018.

O que já era ruim, se agravou ainda mais em 2022, quando os mexicanos foram eliminados ainda na fase de grupos da Copa, em um grupo com Argentina, Arábia Saudita e Polônia.

No entanto, o México aposta no fator casa para 2026, já que as melhores campanhas mexicanas foram jogando sob seus domínios nos Mundiais de 1970 e 1986, quando a seleção alcançou as quartas de final. 

África do Sul e o trauma dos grupos

A África do Sul volta à Copa do Mundo após 16 anos de distância. A última participação foi em 2010, quando sediou a competição. No entanto, a seleção africana carrega o trauma de nunca ter se classificado para as fases de mata-mata, ou seja, jamais ter passado da fase de grupos.

Até hoje, os “Bafana-Bafana”, como são conhecidos, participaram de três edições e foram eliminados na primeira etapa em todas. Da última vez, em 2010, estavam em um grupo com México, Uruguai e França.

Eles chegaram a vencer a seleção francesa na última rodada, mas foram desclassificados pelo saldo de gols, empatados em números de pontos (4) com os mexicanos. Agora, vão buscar dar o troco nos anfitriões da Copa na estreia desta quinta-feira (11).  

México x África do Sul: horário e onde assistir à abertura da Copa do Mundo

Coreia do Sul e o quase de 2002

A Coreia do Sul, embora tenha ostentado a marca de chegar a 11 Copas do Mundo consecutivas, ainda vive o trauma do “quase” de 2002.

Em casa, os coreanos chegaram até a semifinais da competição, mas encontraram a forte seleção da Alemanha, que perderia para Ronaldo Fenômeno e companhia na final. Na ocasião, a Coreia do Sul fez sua melhor campanha da história, quando ficou em 4º lugar, desbancando seleções clássicas como Itália e Espanha ao longo da competição.

Na última Copa, a seleção coreana chegou às oitavas de final, mas foi goleada pelo Brasil. Agora, a seleção tenta repetir ou superar os feitos da geração de 2002, mas ainda em busca de ressignificar os últimos “quases”. E quem carrega a missão é o atacante Heung-min Son, que pode se tornar mais ainda um herói nacional. 

Son diz não se preocupar com seca de gols: “Estou guardando para a Copa”

República Tcheca e a “geração de ouro”

Depois de 20 anos longe das Copas, a República Tcheca está de volta à competição, mas ainda carrega alguns traumas. A última participação da seleção foi em 2006, quando foi eliminada na fase de grupos ao dividir a chave com Estados Unidos, Gana e Itália. 

O país herdou dois vices-campeonatos da antiga Tchecoslováquia, em 1934 e 1962, mas até hoje não chegou perto de superar a conhecida “geração de ouro”. 

Em um grupo aberto como o de agora e com outros adversários que carregam feridas abertas e “fantasmas” de Copa, a República Tcheca busca quebrar barreiras e superar traumas antigos. 

Coreia do Sul x República Tcheca: onde assistir e escalações

As equipes do Grupo A estreiam na Copa do Mundo de 2026 nesta quinta-feira (11). O primeiro jogo acontece entre México e África do Sul, às 16h do horário de Brasília, no Estádio Azteca, na Cidade do México. Já Coreia do Sul e República Tcheca se enfrentam às 23h do horário de Brasília, no Estádio de Guadalajara, também no México.

Como funciona o formato da Copa do Mundo de 2026: grupos, fases e mudanças

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Do Rei a Maradona: como Azteca virou estádio que moldou as Copas

O Estádio Azteca, na Cidade do México, palco da estreia da Copa do Mundo de 2026 no confronto entre México e África do Sul nesta quinta-feira (11), já se tornou um símbolo da história dos Mundiais e se consolidou como o mais importante da história. 

O Azteca foi um lugar de consagração de gênios do futebol como Pelé e Maradona, mas também pode ser o de despedidas de ídolos da nova geração, como Messi e Cristiano Ronaldo. Com o início desta edição, o estádio torna-se o primeiro na história a receber partidas de três edições diferentes do torneio (1970, 1986 e 2026).

Até hoje, o local já recebeu 19 jogos, mas deve chegar a 24 partidas até o final da competição. 

A coroação do Rei Pelé

Em um passeio pela história, a mística do “Colosso de Santa Ursúla” foi construída ao redor de momentos emblemáticos para o futebol.

Em 1970, primeira vez que o México sediava uma Copa do Mundo, o Estádio Azteca foi o palco da “coroação do Rei Pelé”, quando ao lado de craques como Tostão, Jairzinho, Gérson e Rivelino, a Seleção Brasileira conquistou o tricampeonato mundial.

No dia 21 de junho, o Brasil derroutou a seleção da Itália por 4 a 1, com direito a gol e assistência de Pelé para os mais de 100 mil torcedores que estavam presentes no estádio, e se sagrou a maior campeã de Copas.

Pelé comemora a conquista da Copa do Mundo de 1970
Pelé comemora a conquista da Copa do Mundo de 1970 • Foto: Alessandro Sabattini/Getty Images

Na mesma edição, o Azteca ainda recebeu o chamado “Jogo do Século”, disputado entre Alemanha Ocidental e Itália pela semifinal da competição. A paritda acabou em 4 a 3 para os italianos.

Maradona e a “Mão de Deus”

Dezesseis anos depois, em 1986, o Estádio Azteca tinha uma nova figura para abrilhantar a competição. Dessa vez, os pés de Diego Armando Maradona é que encantariam o mundo. Ou talvez as mãos. 

Foi no Azteca que o ídolo argentino protagonizou dois dos lances mais emblemáticos da história do futebol: a “Mão de Deus”, quando o camisa 10 fez um gol de mão inesquecível, e o “Gol do Século” após driblar seis marcadores e finalizar para um golaço. Ambos foram em partida contra a Inglaterra, nas quartas de final da Copa.

Quarto de Pelé usado na Copa de 1970 vira museu na Cidade do México

No mesmo estádio, a Argentina se consagraria bicampeã da Copa do Mundo. A final ocorreu contra a seleção da Alemanha Ocidental e terminou em 3 a 2 para os argentinos.   

Maradona é carregado por Roberto Cejas nos ombros após conquistar a Copa do Mundo de 1986
Maradona é carregado por Roberto Cejas nos ombros após conquistar a Copa do Mundo de 1986 • Foto: Peter Robinson – EMPICS/Getty Images

O possível adeus de novos ídolos

Agora, em 2026, o Azteca pode ser o palco de um possível adeus em Copas de ídolos da nova geração como Messi e Cristiano Ronaldo.

Ambos os craques que marcaram os últimos anos do futebol estão na fase final da carreira, mas ainda encaram a Copa do Mundo como uma forma de colocarem ainda mais o nome na história. 

Messi, atual campeão, vai em busca de seu segundo título e de ultrapassar Maradona. Já Cristiano, corre atrás do primeiro título da história de Portugal em Mundiais, tentando superar também as marcas do herói “Pantera Negra”, Eusébio. 

Veja as chuteiras dos principais craques da Copa do Mundo

Independentemente dos jogadores, uma coisa é fato: o Estádio Azteca será, mais uma vez, o grande palco de jogos de uma Copa do Mundo, e aguarda que novas histórias sejam escritas para eternidade. 

Jogos no Azteca na Copa 2026

  • Estreia – México x África do Sul – (11/06)
  • Primeira rodada – Uzbequistão x Colômbia – (17/06)
  • Terceira rodada – México x República Tcheca  – (24/06)
  • 32 avos – 1º do Grupo A x um dos melhores 3º colocados – (30/06)
  • Oitavas de final – Vencedor 2ª Fase 11 x Vencedor 2ª Fase 12 – (05/07)

Como funciona o formato da Copa do Mundo de 2026: grupos, fases e mudanças

 

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Polícia encontra “central” de celulares roubados com “jammers” em SP

A Polícia Civil de São Paulo encontrou um apartamento utilizado como uma espécie de “central” de receptação de celulares roubados durante a Operação Contrafeixe, deflagrada nesta quarta-feira (10) na capital paulista.

Segundo delegados do Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais), o imóvel armazenava 182 celulares e 42 alianças supostamente provenientes de roubos e furtos. No local, os investigadores também apreenderam quatro bloqueadores de sinal, conhecidos como “jammers”, utilizados para dificultar o rastreamento dos aparelhos.

De acordo com os policiais, os equipamentos eram tão potentes que chegaram a afetar a conexão de internet de todo o prédio, gerando reclamações frequentes de moradores e acionamentos de prestadores de serviço.

A operação cumpriu 19 mandados de busca e apreensão contra investigados apontados como integrantes de uma rede responsável por receber, catalogar e comercializar celulares roubados por criminosos que atuam na capital paulista, incluindo grupos conhecidos pela prática do chamado “quebra-vidro”, modalidade em que ladrões quebram os vidros de veículos para subtrair objetos das vítimas.

Segundo os investigadores, os aparelhos apreendidos passavam por um processo de triagem e organização. Os celulares eram etiquetados e armazenados em condições destinadas a dificultar a localização pelas autoridades.

Polícia faz operação contra gangue do “quebra-vidros” em São Paulo

A operação resultou na prisão de uma pessoa. Outras oito seguem sob investigação.

Durante a coletiva de imprensa, representantes do Deic afirmaram que a estrutura criminosa movimentava milhões de reais por mês e funcionava como um importante ponto de escoamento de produtos roubados. O valor estimado dos bens apreendidos nesta quarta-feira varia entre R$ 400 mil e R$ 500 mil.

De acordo com os investigadores, celulares desbloqueados possuíam maior valor no mercado clandestino porque permitiam acesso a aplicativos bancários e financeiros das vítimas, possibilitando transferências e fraudes. Já os aparelhos bloqueados continuavam sendo revendidos para aproveitamento de peças ou encaminhados para outros mercados.

Os delegados também afirmaram que os receptadores não atuavam apenas com celulares. A organização recebia diversos objetos roubados nas ruas, incluindo alianças e outros pertences levados de vítimas durante assaltos.

Uma loja física suspeita de receber aparelhos para desmontagem e comercialização de peças também foi alvo de buscas.

Celulares roubados passam a ser notificados por número verificado em SP

Segundo o Deic, a investigação faz parte de uma estratégia voltada a enfraquecer a cadeia econômica que sustenta roubos e furtos de celulares na capital. As diligências continuam para identificar outros envolvidos e ampliar o mapeamento da rede de receptação.

Os investigados podem responder por crimes como associação criminosa, roubo, furto, receptação e furto mediante fraude eletrônica.

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Caso Deolane Bezerra: mães com filhos ainda crianças podem ficar presas?

Após a Quinta Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) negar por unanimidade, nesta terça-feira (9), o pedido de liberdade da influenciadora Deolane Bezerra, presa por possível envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro do PCC (Primeiro Comando da Capital), surgiu uma dúvida ao redor do debate: mães com filhos pequenos podem ficar presas? 

A resposta é: depende. Muitos fatores legais permeiam a discussão e influenciam as decisões judiciais, como no caso de Deolane, mãe de uma menina de apenas dez anos, mas que pode estar envolvida com a maior facção do país. Com a decisão, a influenciadora permanece em prisão preventiva. 

O que diz a legislação brasileira

De acordo com o CPP (Código de Processo Penal), a substituição da prisão preventiva para domiciliar é prevista em casos específicos para proteger a primeira infância da criança.

O Artigo 318 estabelece que o juiz poderá realizar a substituição quando o agente for “mulher com filho de até 12 anos de idade incompletos”. Além disso, o Artigo 318-A reforça que a prisão preventiva imposta à mulher gestante ou que for mãe de crianças será substituída por prisão domiciliar, desde que sejam preenchidos dois requisitos: 

  • Não tenha cometido crime com violência ou grave ameaça a pessoa; 
  • Não tenha cometido o crime contra seu filho ou dependente

No entanto, a advogada criminalista Ana Krasovic ressalta que, embora essa possibilidade seja uma realidade consolidada nos Tribunais Superiores, ela “não é uma regra e deve ser analisada caso a caso”.  Segundo a especialista, o juízo deve realizar uma ponderação entre o direito à segurança pública e os princípios da proteção integral da criança.

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Mas por que Deolane continua presa?

Apesar do advogado Aury Lupes Jr, da defesa de Deolane, argumentar que a influenciadora preenche os requisitos por ser mãe de uma criança de dez anos e não ter cometido crime com violência grave ou ameaça, o STJ manteve a custódia da mulher. 

A decisão se sustentou em três focos. No primeiro, o Ministério Público Federal defendeu a manutenção da prisão de Deolane citando precedentes sobre a gravidade do possível elo com organizações criminosas

No segundo, os ministros acompanharam o voto do relator, Ribeiro Dantas, entendendo que a decisão de origem do TJSP (Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo) estava devidamente fundamentada e não era “teratológica” (absurda). 

Recurso de Deolane Bezerra: entenda pedido negado por ministros do STJ

Por último, foi usado como argumento o contexto da investigação, em que a acusação aponta que Deolane usava sua “aparente respeitabilidade social” para conferir legalidade a supostos recursos ilícitos do PCC. 

Por outro lado, a advogada Beatriz Alaia Colin argumenta que a condição de mãe de uma criança menor de 12 anos é um “fator legalmente relevante” que deve ser considerado mesmo em investigações de crimes como os impostos a Deolane.

Colin também rebate argumentos comuns sobre a capacidade financeira da investigada. Para ela, a proteção da lei não se limita à necessidade material, como o fato da influenciadora ter recusos suficientes para garantir cuidados de babás. Além disso, a especialista destaca que o foco principal é a “preservação da convivência familiar e do desenvolvimento infantil”, o que não é afastado automaticamente pela existência de uma rede de apoio. 

Próximos passos para Deolane

A decisão do STJ mostra que, embora a lei brasileira preveja a proteção da maternidade no sistema prisional, a garantia não é absoluta. Em casos que envolvem possível participação em organizações criminosas, os tribunais podem entender que a garantia da ordem pública se sobrepõe ao benefício da prisão domiciliar. 

A defesa de Deolane classificou a manutenção da prisão como “ilegal e desnecessária”, além de ter afirmado que continuará lutando pela liberdade da cliente perante o TJSP, a quem o STJ recomendou celeridade no processo.

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Quem era influenciadora do agro morta a tiros dentro de casa em MG

Alzira Maria Theodoro Luiz, a “influenciadora do agro”, foi encontrada morta na manhã deste domingo (7) com tiros na região da cabeça, na cidade de Mutum, em Minas Gerais. 

Com quase 70 mil seguidores nas redes sociais, ela compartilhava com os fãs sua rotina como produtora rural. Além disso, a mulher de 43 anos, mostrava ao público seu trabalho com cafeicultura e algumas experiências do agronegócio na região. 

O vídeo mais viral de Alzira conta com mais de 800 mil visualizações no Instagram. Em um dos trechos do registro, ela destaca a importância de ter suas próprias terras e diz: “Vamos parar de reclamar, vamos investir. Isso serve para mim também. Cuida do seu ‘pedacinho’ de terra. Quem compra terra, não erra. Fica a dica.”

Veja outros vídeos:

A morte da influenciadora

A influencer digital Alzira Maria Theodoro Luiz, de 43 anos, foi encontrada morta dentro da própria casa na manhã deste domingo (7), em Mutum, Minas Gerais, após ter sido atingida na cabeça por disparos de arma de fogo. A motivação do crime ainda é desconhecida.

Segundo a Polícia Militar, policiais foram acionados às 9h18 para ocorrência de homicídio no Córrego da Mata Fria. Ao chegarem ao local, a vítima estava no chão, já sem vida, com ferimento de arma de fogo na nuca.

Testemunhas foram ouvidas pelos policiais, incluindo dois vizinhos, o irmão e o filho da vítima. De acordo com os relatos, foram ouvidos sons de cerca de 3 a 4 disparos.

De acordo com a análise preliminar da dinâmica do crime, a vítima estaria, possivelmente, na varanda da sua residência no momento em que os autores se aproximaram em uma moto. O veículo envolvido seria uma motocicleta Honda de cor vermelha.

Ainda na área externa teriam ocorrido dois disparos, um deles atingindo a parede da casa e o outro a mesa na varanda. Alzira teria tentado fugir para dentro da casa, percorrendo os cômodos até o último quarto para escapar por uma janela. Mesmo assim, ela foi alcançada e morreu no local.

Durante as diligências da polícia, a moto foi localizada seguindo por estrada de terra sentido a Aimorés, mas não foi possível identificar a placa do veículo.

A Polícia Militar apreendeu dois estojos de calibre 9 mm, dois fragmentos de projéteis, o celular da mulher e uma carabina de pressão, localizada na parede da sala. O corpo da vítima foi removido e encaminhado ao IML (Instituto Médico Legal) de Manhuaçu.

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Suspeito de importunação sexual contra idosa de 84 anos é indiciado em MG

Um homem de 38 anos, que não teve a identidade divulgada, foi indiciado pela PCMG (Polícia Civil de Minas Gerais) pelo crime de importunação sexual contra uma idosa de 84 anos em São Gotardo, região do Alto Paranaíba, em Minas Gerais.

Segundo a investigação, o homem prestava serviços de entrega de galão de água e os abusos teriam ocorrido dentro da casa da vítima. Ele teria aproveitado um momento em que estava a sós com a mulher para praticar os atos libidinosos.

De acordo com os relatos colhidos pela equipe policial, o suspeito obrigou a vítima a tocá-lo nas partes íntimas, repetindo a ação mais de uma vez, e ainda teria proferido palavras de cunho sexual com o objetivo de constranger a vítima.

STJ nega estupro de vulnerável em caso de jovem de 18 anos com menina de 13

Após a investigação e com a coleta de provas, o inquérito foi concluído com o indiciamento do homem e encaminhado ao Poder Judiciário.

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STJ nega estupro de vulnerável em caso de jovem de 18 anos com menina de 13

A Quinta Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) entendeu por unanimadade, nesta terça-feira (9), que não houve estupro de vulnerável em um caso de relacionamento de um jovem de 18 anos com uma menina de 13 no Paraná.

Durante a sessão, o ministro Messod Azulay Neto, relator do caso, explicou pouco sobre o caso que tramita sobre segredo de Justiça no STJ. No entanto, ele afirmou que é preciso entender que “o caso é excepcionalíssimo”. 

“O réu sempre trabalhou, não tem anotações criminais na certidão, e o mais importante de tudo é que formam um núcleo familiar. Eles tem cinco anos de diferença, não há violência, não há abuso e há uma relação estável”, afirmou.

“Aplicar uma pena de prisão a um caso como esse, a despeito da nova lei que não permite relativização, mas parece que a distinção não pode deixar de ser feita. Neste momento, eu estou mantendo a absolvição do réu. Caso excepcionalíssimo. Desfazer o núcleo familiar vai transformar (a situação) em uma tragédia”, completou Messod Azulay Neto.

A nova lei citada por Azulay Neto foi sancionada no Código Penal em março, e estabelece a presunção absoluta da condição de vítima no crime de estupro de vulnerável. Pela nova norma, não existe circunstãncia capaz de relativizar um crime de estupro de vulnerável, nem mesmo qualquer conduta da vítima ou dos responsáveis por ela.

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Segundo o Código Penal, é passível de estupro de vulnerável aquele que tem conjunção carnal ou pratica outro ato libidinoso com menor de 14 anos.

A ministra Maria Marluce Caldas afirmou que o problema dos estupros de vulneráveis não é só penal, mas que precisa também da participação de toda sociedade para proteção das crianças e adolescentes do país. Ela ainda destacou a recorrência que casos como esse aparecem para julgamento, ao dizer que, de cada 10 processos de estupros, oito seriam de vulneráveis.

“Nossas adolesscentes quando se tornam mocinhas, elas não estão aptas a perderem seus projetos de vida e sofrerem esses constrangimentos. Mas nós estamos diante de um quadro de família estabelecida, e um caso que houve absolvição em primeiro grau, segundo grau. Estamos aqui somente reforçando e reestabelecendo o que já foi decidido nas instâncias inferiores,” afirmou Maria.

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O ministro Ribeiro Dantas disse que os casos de estupro de vulneráveis são sempre difícieis de serem decididos. Além disso, afirmou que muitas vezes a opinião pública não sabe dos detalhes do processo concreto e que manchetes de jornais fazem críticas ao STJ quando casos como esse são tratados pela Corte.

“O direito penal não pode ser resposta única e resposta para tudo. Tem que ser aplicado fragmentariamente. Não pode estar acima das outras alternativas normativas e repressivas de determinados comportamentos”, completou Dantas.

Ele ainda disse que “não podemos sacrificar todo um núcleo familiar que está funcional” e que isso (família estruturada) “é o que gostaríamos que todas crianças tivessem”. Dantas acompanhou o relator pelas “condições excepcionalíssimas”.

Outro ministro presente na sessão, Joel Ilan Paciornik, afirmou que o voto do relator faz uma distinção para o caso concreto, como anuência familiar, constituição de família e ausência de abuso ou violência. Por isso e por decisões anteriores, ele acompanhou o voto.

Logo, foi decidido, por unanimidade, que não houve estupro de vulnerável no caso.

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