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Vicente Capela quer regressar ao pódio na terceira ronda do RMC Portugal em Baltar
Ricardo Araújo Pereira: "Sorteio está feito de maneira a que, com elevada probabilidade, haja um Portugal-Argentina"
"Coincidência total?", é a pergunta feita por Ricardo Araújo Pereira no o Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer, desta sexta-feira. O humorista brinca com a elevada probabilidade de Cristiano Ronaldo e Lionel Messi se defrontarem nos quartos de final do Mundial 2026.

Rafael Leão mostra bastidores da estadia portuguesa em Miami
A Seleção Nacional já se encontra concentrada nos Estados Unidos para o Mundial 2026. Pouco tempo após a chegada da comitiva ao Four Seasons Resort, em Palm Beach, o avançado Rafael Leão recorreu às redes sociais para mostrar como é o quarto onde está instalado.

Organização criminosa explorou falhas do Infarmed para desviar toneladas de canábis medicinal
O esquema envolveu um empresário português do setor farmacêutico e uma advogada. Lideres do grupo tinham conhecimento das fragilidades do sistema de controlo do Infarmed.

The Liberal Democrats Are No Friends of Liberty
The Liberal Democrats' intolerance of gender critical campaigners and Christians has rightly landed them in legal hot water and shown that those in charge are no friends of liberty, say David Campanale and Natalie Bird.
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Copa: equipamentos da Inglaterra são roubados na chegada a Kansas
A seleção da Inglaterra sofreu um furto de equipamentos de treino antes de sua chegada a Kansas City, informou a polícia local, após um veículo que transportava os materiais para a base da equipe na Copa do Mundo ter sido arrombado.
O incidente ocorreu durante a transferência dos equipamentos da base de pré-torneio da Inglaterra, na Flórida, para a Vila Olímpica de Futebol (Swope Soccer Village), onde deveriam estar instalados antes do início dos treinos da equipe após sua chegada a Kansas City neste sábado (13).
“Estamos investigando um possível furto de equipamentos de um veículo da equipe que chegou a Kansas City com itens faltando esta noite. A investigação está em andamento. Dois suspeitos foram detidos para prosseguimento das investigações”, disse a polícia.
Bolas e chuteiras estavam entre os itens que se acredita terem sido furtados, de acordo com relatos da imprensa britânica.
A Reuters entrou em contato com a Federação Inglesa de Futebol (FA) para comentar o assunto.
O furto pode afetar a preparação da Inglaterra para a estreia na Copa do Mundo contra a Croácia, na quarta-feira (17), em Dallas.
Técnico da Inglaterra justifica lista polêmica de convocados à Copa
Lisboa, Porto e Setúbal lideram número de despejos em 2025 numa Europa cada vez mais preocupada com o direito à habitação
O Conselho Diretivo da CCDR NORTE cumpre esta semana 100 dias de mandato e os re…
Santiago do Cacém adjudica construção de 24 habitações a custos controlados em Cercal do Alentejo
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Lisboa, Porto e Setúbal lideram número de despejos em 2025 numa Europa cada vez mais preocupada com o direito à habitação
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El descubrimiento de un palacio que pone en duda el mito de la llegada al poder de Esparta
Esparta, una de las ciudades más poderosas y militarizadas de la Antigua Grecia. Situada en la península de Peloponeso y con una gran fama por su disciplina, y educación militar, dominó la región de Laconia y lideró a los griegos en las Guerras Médicas.
O eso se pensaba hasta ahora, porque una investigación del historiador Hans Beck en The Annual of the British School en Atenas, ha revelado la verdad sobre esta parte de la historia, y es que, podríamos estar hablando de que una de las ciudades más conocidas en la historia de los conflictos bélicos no comenzó siendo un estado guerrero conquistador.
Esparta
Esparta surge en el siglo IX a.C. y se dice que dominó gran parte de Peloponeso entre el 700 y el 371 a.C., año en el que comenzó su declive tras la derrota contra los tebanos en la Batalla de Leuctra. Destacó por su sistema de reinado, entre los que encontramos a personalidades como Leónidas I, Agesilao II, Cleómenes I, o su hija Gorgo, que fue la esposa de Leónidas.
Analizando unos descubrimientos arqueológicos de Agios Vasielios, en Creta, Beck explica que "Esparta surgió de un paisaje cultural lacedemonio más antiguo, en lugar de ser creada de cero por los guerreros conquistadores".
De esos restos se descubrieron vestigios de un completo palaciego, espadas de bronce, y registros administrativos escritos en la lineal B, la forma más antigua de escritura griega. El estudio se centra principalmente en un santuario llamado Amyklai que permaneció activo tras colapsar el castillo y que cobró importancia para tanto para los espartanos como para los lacedemonios.
"El ascenso de Esparta alteró profundamente el panorama. Sin embargo, Amyklai conservó su calidad como una ubicación privilegiada de los legaros de Lacedemonia" explica Hans. La cantidad de actividad analizada sugiere que las tradiciones antiguas de la época sobrevivieron al periodo en el que Esparta estaba emergiendo, cuestionando así el origen de la ciudad.
Este estudio no cuestiona la reputación de Esparta como ciudad de gran poder militar, pero explica que los orígenes que se asociaban con ella no eran del todo correctos. Estos descubrimientos ayudan a entender la historia y a corregir los pequeños errores que se pueden cometer por la falta de documentación antigua.
Más mitos sobre Esparta
Al tratarse de una parte tan conocida de la historia, de la que luego han creado varios contenidos audiovisuales como las famosas películas Troya y 300, también se han generado diferentes mitos a su alrededor, destacando el del Agogé y los niños perfectos, y el de el sacrificio de los 300 en las Termópilas.
El primer mito explica que en la tradición espartana los bebés enfermos o deformes eran arrojados por el monte Taigeto. Sin embargo, los historiadores modernos han concluido en que esto es falso ya que se les examinaba únicamente para saber si podrían entrar en el ejército a futuro, pero no se lanzaban al vació, De hecho, un ejemplo de ello es el el rey Agesilao II, que se sabe que nació cojo.
El segundo viene del cine, que ha fomentado la idea de que el rey Leónidas, y su guardia personal lucharon solos contra el imperio Persa. Esto es falso, ya que en realidad en la Batalla de las Termópilas en el 480 a.C. lucharon junto a ellos unos 7.000 soldados griegos más de las ciudades aliadas.


© La Razón
Análise: Líderes do Irã apostam em riscos evitados por seus antecessores
Os ataques do Irã contra Israel nesta semana foram algumas de suas iniciativas mais ousadas até agora para redefinir os limites de um confronto que, durante décadas, foi travado principalmente por meio de grupos aliados, operações encobertas e retaliações cuidadosamente calculadas.
Ao atingir Israel em resposta a ataques no Líbano, Teerã pareceu sinalizar que suas linhas vermelhas já não se limitam às próprias fronteiras — e que seus líderes estão dispostos a assumir riscos maiores.
Desde o cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã, firmado em 8 de abril, Teerã tem acusado repetidamente Israel e os EUA de enfraquecerem a trégua por meio de ações militares.
Os Estados Unidos realizaram ataques contra alvos iranianos mesmo enquanto negociações indiretas continuavam. Israel, por sua vez, lançou quase 3.500 ataques no Líbano, segundo o primeiro-ministro do país, incluindo ações na capital, Beirute, apesar das restrições impostas pelo acordo de cessar-fogo.
O Irã respondeu com uma série de ataques retaliatórios cuidadosamente calculados contra alvos dos Estados Unidos e de países do Golfo, ao mesmo tempo em que alertou que, caso a diplomacia fracassasse, estaria preparado para retomar a guerra e ampliá-la para além do Golfo Pérsico, potencialmente ameaçando rotas marítimas que se estendem do Oceano Índico ao Mar Vermelho e ao Mediterrâneo.
Entre a noite de terça-feira (9) e a madrugada de quarta-feira (10), ocorreram novos confrontos entre os Estados Unidos e o Irã após a derrubada de um helicóptero do Exército americano no início da semana, evidenciando a persistente instabilidade na região.
Ataques iranianos a Israel sinalizam mudança mais ampla
Os ataques desta semana contra Israel, no entanto, pareceram representar um passo além.
Teerã sinalizou que ações militares israelenses contra seus aliados regionais também podem provocar uma resposta direta do Irã.
O objetivo seria romper o impasse diplomático nas negociações para alcançar um acordo de paz provisório e apoiar o grupo Hezbollah.
“Revertemos a lógica do cessar-fogo que existia no papel, mas que vinha sendo repetidamente violada na prática, em campo”, afirmou na segunda-feira (8) Mohammad Bagher Ghalibaf, principal negociador iraniano nas conversações. “Enquanto não houver uma disposição genuína para construir confiança, a resposta do Irã continuará a mesma.”
O Irã tem insistido que não permitirá que Israel e os Estados Unidos continuem realizando ataques enquanto afirmam permanecer comprometidos com um cessar-fogo que, segundo Teerã, vem sendo repetidamente desrespeitado. “Sob nenhuma circunstância” o país aceitaria tal situação, declarou na segunda-feira o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmaeil Baghaei.
O movimento sugere uma mudança mais ampla em Teerã, onde uma nova geração de líderes está abandonando cada vez mais a postura cautelosa e reativa que por muito tempo definiu a estratégia da República Islâmica diante de seus adversários.
Em vez de depender principalmente da dissuasão e da paciência estratégica, esses dirigentes parecem mais dispostos a assumir riscos e a utilizar o poder militar, econômico e a influência regional do Irã para moldar os acontecimentos no Oriente Médio.
É também essa mesma liderança iraniana que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, descreveu como “mais racional” e “bastante razoável”.
“Os iranianos colocaram tanto os israelenses quanto os Estados Unidos contra a parede agora”, afirmou Aaron David Miller à jornalista Jessica Dean, da CNN. “Eles estão dispostos a correr riscos. Acreditam que estão vencendo. Não acham que o cessar-fogo esteja servindo aos seus interesses.”
Em 2020, o primeiro governo de Donald Trump rompeu um tabu de longa data ao ordenar o assassinato de Qasem Soleimani, a mais alta autoridade iraniana morta pelos Estados Unidos até então.
A resposta de Teerã, sob a liderança do então líder supremo Ali Khamenei, refletiu sua preferência por uma retaliação calculada em vez de uma escalada descontrolada: o Irã lançou um ataque com mísseis contra uma base aérea americana no Iraque após transmitir avisos prévios que deram às forças dos EUA tempo para buscar abrigo.
Em junho de 2025, quando os Estados Unidos se juntaram a Israel em ataques contra o Irã, Teerã voltou a optar por uma resposta proporcional, sinalizando que, apesar da retórica agressiva, ainda considerava necessário administrar cuidadosamente o risco de uma escalada do conflito.
Os ataques desta semana contra Israel sugerem que esse cálculo pode estar mudando. “Esta é a primeira vez em décadas que uma potência regional possui os meios, a capacidade e a disposição para empregar poder militar direto contra manobras militares israelenses ou atos de agressão contra um terceiro ator”, afirmou Trita Parsi, do Quincy Institute.
Após o ataque, o Irã alertou que estava preparado para “elevar o nível de tensão” a fim de desafiar o que descreveu como pressupostos israelenses e americanos sobre os limites de sua resposta.
“Se os israelenses e os americanos imaginam que, por meio de uma ‘tensão controlada’, podem tornar o Irã e o chamado Eixo da Resistência (rede de aliados e grupos apoiados por Teerã) previsíveis diante de seus crimes, ou limitar o tipo de resposta iraniana, estão cometendo um erro tolo”, afirmou uma fonte militar não identificada, citada pela agência de notícias Tasnim News Agency, considerada próxima à IRGC (Guarda Revolucionária do Irã).
Teerã busca criar uma “nova equação” com o objetivo de impedir que Israel atue não apenas contra o próprio Irã, mas também contra sua rede de aliados e grupos parceiros na região, afirmou Danny Citrinowicz à jornalista Becky Anderson.
“Os acontecimentos das últimas 24 horas demonstraram mais uma vez que a atual liderança iraniana acredita cada vez mais que aquilo que não pode ser alcançado por meio da diplomacia pode, em última instância, ser obtido pelo uso da força”, escreveu ele na rede social X.
Explorando fissuras na relação entre EUA e Israel
O Irã também parece estar testando a aliança entre Estados Unidos e Israel e explorando as crescentes divergências entre os dois países sobre o desfecho do conflito.
Nas últimas semanas, o presidente americano Donald Trump se distanciou publicamente em diversas ocasiões do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, insistindo que um acordo diplomático com Teerã está ao alcance e afirmando que Israel “não terá outra escolha” a não ser aceitá-lo.
Essa estratégia pode estar produzindo resultados.
Depois que o Irã atacou Israel na segunda-feira, o presidente americano Donald Trump agiu rapidamente para evitar uma nova escalada, conversando duas vezes com o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu em poucas horas, numa tentativa de convencê-lo a não retaliar.
Esmaeil Baghaei, porta-voz da diplomacia iraniana, afirmou que Washington “tem responsabilidade” pelas ações de Israel e advertiu que elas “inevitavelmente” afetariam o processo diplomático.
Enquanto isso, uma autoridade militar israelense ressaltou que as forças dos Estados Unidos não participaram dos ataques contra o Irã, embora tenham ajudado a interceptar os mísseis iranianos lançados em direção a Israel.
O Irã pode ter conseguido forçar Washington a escolher entre apoiar a liberdade de ação militar de Israel ou preservar o caminho diplomático com Teerã.
A pressão exercida por Trump sobre Netanyahu “acrescentou mais uma ficha à mesa” para o Irã, afirmou Aaron David Miller, referindo-se ao novo poder de barganha conquistado por Teerã. “Isso levará à criação de uma nova norma.”
Entenda como tensão em Ormuz afeta cessar-fogo entre EUA e Irã
Genebra reforça segurança para manifestação durante cúpula do G7 na França
A França sediará uma cúpula do G7 na próxima semana, mas são os comerciantes da vizinha Suíça que já começaram a proteger seus estabelecimentos, fechando fachadas com painéis de madeira antes de um protesto anti-G7 que deve percorrer Genebra neste fim de semana.
Autoridades de segurança de Genebra apresentaram, na quinta-feira (11), seus planos para o protesto de domingo (14), que deve reunir cerca de 50 mil pessoas. As medidas incluem o fechamento e controle de 27 postos de fronteira entre França e Suíça a partir da noite de sexta-feira (12).
Os líderes do G7 desembarcarão em Genebra, na região francófona do oeste da Suíça, antes de serem transportados pela fronteira até o local da cúpula, na cidade francesa de Évian-les-Bains.
A Suíça está mobilizando 4 mil soldados em seu território para garantir a segurança durante os três dias de reunião dos líderes de Reino Unido, Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão e Estados Unidos, além da União Europeia, informou o Exército na semana passada.
A França anunciou o envio de 8 mil policiais para a cúpula em Évian, que começa na segunda-feira.
Dezenas de lojas em Genebra foram protegidas com tapumes devido ao temor de danos durante a manifestação.
Damien Gall, proprietário da empresa de carpintaria Espace, afirmou que sua equipe instalou mais de 2 mil metros quadrados de painéis de madeira para ajudar empresas a proteger seus imóveis.
O taxista Lamine Lasbet disse que os preparativos para o protesto estão causando um impacto “catastrófico” nos negócios. “Vamos ficar em casa, para ser sincero. Serão três ou quatro dias sem trabalhar”, afirmou.
Impacto econômico
Alguns moradores de Genebra demonstraram preocupação com os efeitos da cúpula na cidade.
“Genebra não fica na França, então o problema está transbordando para outro país”, disse Eric Affolter, dono de uma loja de souvenirs. Ele relembrou os danos causados a propriedades em 2013, quando uma cúpula do então G8 foi realizada em Évian e manifestantes entraram em confronto com a polícia na margem esquerda de Genebra.
Carole-Anne Kast, integrante da administração local, afirmou que o cantão de Genebra provavelmente terá de gastar cerca de US$ 25 milhões em custos de segurança.
Segundo ela, as autoridades têm buscado reduzir ao máximo os riscos de violência e danos ao patrimônio.
APRESENTAÇÃO DO CARTAZ | SÃO ROMÃO No dia 13 de julho, às 22h00, São Romão terá…
Faro lidera ranking nacional e Lisboa continua entre os piores aeroportos do mundo
O Aeroporto de Faro volta a destacar-se como o melhor aeroporto português no ranking AirHelp Score 2026, mantendo a liderança nacional pelo segundo ano consecutivo. Já o Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, continua a registar o pior desempenho entre os aeroportos nacionais e surge perto do fim da tabela mundial.
Longchamp se va de escapada: el look viajero cambia de rumbo
Hay prendas que no nacen para quedarse en el armario mucho tiempo. Sino que están pensadas para salir y adaptarse a esos planes que empiezan con una escapada y terminan en una historia que contar.
Esa es la idea que atraviesa Sweet Escape, la propuesta de Longchamp para una mujer que viaja rápido, pero que no quiere renunciar a una imagen cuidada. La firma francesa imagina a su parisina lejos de la ciudad, con un vestuario que acompaña su forma de explorar. ¡Y lo consigue!
El nuevo uniforme de las escapadas con estilo
La colección se apoya en una paleta inspirada en la naturaleza. Aunque los tonos minerales marcan la base, también tiene una ser de acentos más luminosos que aportan frescura al conjunto.
Inspírate en las nuevas ideas de moda que están por llegar / Longchamp
Porque las nuevas colecciones también tienen colores vibrantes, aunque no estén destinadas al verano. Aparecen verdes apagados, marrones cálidos, crudos luminosos y pinceladas pastel que suavizan los looks. Todo tiene una estética cómoda, pero muy cuidada.
Claro que por otro lado, también nos quedamos con las chaquetas, las bermudas amplias y los vestidos con espíritu safari. Sin olvidaros de los chalecos de punto o camisas claras, que volverán a ser protagonistas cuando el buen tiempo nos deje a un lado.
Son muchos los looks que tienen ese punto de exploradora que tanto nos gusta. Porque además, es una manera perfecta de resumir una de las campañas más asombrosas.
Bolsos que llevan el relato del viaje
Aparecen versiones pequeñas, modelos de hombro y diseños con asa corta que no compiten con el look, pero lo terminan de definir.
Los tonos en marrón siempre marcan las tendencias / Longchamp
El bolso azul pastel combinado con camisa clara y chaleco beige aporta una imagen fresca. Un modelo marrón cruzado sobre un conjunto verde introduce un punto más funcional. Longchamp refuerza así una idea sencilla, porque un bolso de viaje no tiene por qué parecer técnico. Sino que puede ser práctico, justo para lo que lo necesitamos.
La escapada también pisa diferente
Sin duda, el calzado es otro de los grandes protagonistas a tener en cuenta. En este caso, parece que los náuticos vienen pisando fuerte pero no son los únicos. Porque realmente también las sandalias.
La colección nos propone prendas que se adaptan al movimiento y bolsos que suman. Es una manera perfecta recordar que, a veces, la escapada empieza mucho antes de llegar al destino.


© Difoosion
Faro lidera ranking nacional e Lisboa continua entre os piores aeroportos do mundo
O Aeroporto de Faro volta a destacar-se como o melhor aeroporto português no ranking AirHelp Score 2026, mantendo a liderança nacional pelo segundo ano consecutivo. Já o Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, continua a registar o pior desempenho entre os aeroportos nacionais e surge perto do fim da tabela mundial.