Influencers de Loures que violaram menor e filmaram ato condenados a 7 e 8 anos de prisão efetiva
A Audi revelou no último dia 4 o seu mais novo supercarro, que chega com uma proposta parecida com a de seu antecessor, o R8: aproveitar o conjunto mecânico do esportivo de entrada da Lamborghini e o envolver com a estética e qualidade de construção alemãs.
Enquanto no lançamento do R8, em 2006, a recepção foi, em maioria, positiva, e no recente lançamento da Ferrari Luce a recepção foi majoritariamente negativa, no caso do novo Audi Nuvolari isso não se repete. Os entusiastas se dividiram nas redes sociais e ainda não conseguiram chegar a um consenso quanto ao design do novo halo car da alemã.
Enquanto no R8 o objetivo era “baratear” a experiência do supercarro, no Nuvolari a proposta é invertida. O modelo custa mais que o dobro da sua irmã de conjunto mecânico, a Lamborghini Temerário. Além disso, apresenta uma leve evolução de performance, gerando 1.001 cv, contra os 920 cv da italiana, e terá apenas 499 unidades produzidas.
Outra questão é a mudança do conjunto mecânico, que deixou de ter o V10 aspirado de 5.0L e passou para o V8 biturbo de 4.0L, com assistência híbrida, que gira a mais de 10.000 rpm.
Com a revelação do design, que mescla alusões a modelos icônicos da marca com uma linguagem de design mais futurista, a internet se dividiu entre os fãs da nova expressão vanguardista da alemã e os insatisfeitos com o movimento contemporâneo de design da indústria automotiva.
Veja abaixo alguns exemplos de comentários de entusiastas nas redes sociais:

“O design único vai fazer deste carro um clássico atemporal. A linguagem de design combina muito bem com a história, então não sei por que muitos sempre reclamam.”

“Os designs da Audi sempre
”
“ISSO É O ÁPICE”

“LEGAL PRA ***. EU AMEI”
“Finalmente um ótimo design 
”

“Jaguar 2.0
Vamos lá, Audi. Eu sei que vocês conseguem fazer melhor. Descontinuar o R8 e lançar isso é uma vergonha.”

“Isso não é um Audi
”

“Isso é IA?
”
“Um dia terrível para ter olhos”
“Não precisa de muito para ser designer de carros hoje em dia, hein? Comece com um quadrado e adicione algumas linhas. Feito
”

“Parece o mouse do meu computador.”

“Os limites de coragem e imaginação.’ Isso certamente é uma ofensa.”

“O que aconteceu com vocês?”

“Todos os outros fazendo carros elétricos, enquanto a Audi faz muscle cars”
“Literalmente, dono das ruas”
“Batmóvel alemão!”
“Caramba!”
*Sob supervisão de Gabriela Maraccini, da CNN Brasil
Audi RS 3 Sedan: saiba como é pilotar o esportivo de alta performance
A dançarina e atriz Rosiane Pinheiro, de 51 anos, voltou a reviver um dos momentos mais emblemáticos de sua carreira. Às vésperas da estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026, a artista reproduziu a icônica capa da revista Playboy lançada em junho de 1998, ensaio que a consolidou nacionalmente como Musa da Copa.
As novas imagens foram compartilhadas nas redes sociais da artista, que apareceu usando um biquíni com as cores do Brasil em referência ao ensaio realizado durante o Mundial da França. Na publicação, Rosiane destacou o significado da homenagem e relembrou o reconhecimento conquistado há quase três décadas.
Segundo ela, foi a única mulher a receber o título de Musa da Copa do Mundo na história do torneio por meio de uma votação que envolveu jogadores e o público, representando a beleza da mulher brasileira.

Além de recordar a projeção alcançada naquele período, Rosiane também ressaltou a importância de sua participação na história da revista. Em 486 edições publicadas, apenas nove mulheres negras estamparam a capa da Playboy, e ela afirma ter sido a quarta negra a alcançar esse espaço.
A artista destacou ainda que, nos anos 1990, posar para a publicação era considerado um dos maiores símbolos de reconhecimento para modelos e celebridades brasileiras, representando o auge da visibilidade no meio artístico.

Quase três décadas depois, Rosiane afirmou que a experiência de recriar o ensaio foi marcada pela emoção e pelo orgulho. Para ela, apesar da passagem do tempo, permanecem características que marcaram sua trajetória, como autoestima, alegria, humildade e autenticidade.
A homenagem também celebrou uma coincidência simbólica de datas. A capa original foi lançada em 12 de junho de 1998. Exatamente 28 anos depois, em 12 de junho de 2026, a artista reproduziu o ensaio para entrar no clima da Copa do Mundo e demonstrar o mesmo orgulho de representar a essência da mulher brasileira.
A publicação rapidamente repercutiu entre seguidores, que compararam os registros feitos com quase três décadas de diferença e elogiaram a iniciativa da artista de revisitar um dos capítulos mais marcantes de sua carreira.


The post Aos 51 anos, Rosiane Pinheiro recria capa da Playboy que marcou a Copa de 1998 appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.

© Getty Images

© Getty Images

© dpa/picture alliance via Getty I

© dpa/picture alliance via Getty I
As redes sociais Facebook e Instagram, bem como o Messenger, estão a registar várias falhas no funcionamento em diversos países, incluindo Portugal.
Segundo a SIC Notícias, o Downdetector, plataforma que analisa em tempo real o estado de vários sites e serviços, os utilizadores comunicaram esta tarde problemas de acesso a estas redes sociais.
O conteúdo Facebook e Instagram com falhas em Portugal (e em vários países) aparece primeiro em O MINHO.

© Andre Borges/EPA

© Andre Borges/EPA

O prazo foi determinado durante o julgamento de recursos protocolados pelas plataformas para esclarecer a decisão na qual o Supremo reconheceu, em junho do ano passado, a responsabilidade das plataformas pelas postagens ilegais feitas por seus usuários.
A Corte também fixou um marco temporal para aplicação das regras de responsabilização nos processos que estão na Justiça. Pela decisão, as medidas valem a partir do dia 27 de junho de 2025, quando a ata do julgamento foi publicada.
A tese final do julgamento deverá ser aprovada em uma sessão marcada para a próxima quarta-feira (17). O texto vai balizar a resolução das ações que tratam da remoção de conteúdo nas redes e estão em tramitação em todo o país.
O resultado do julgamento foi obtido a partir do voto do relator, ministro Dias Toffoli.
O entendimento do relator foi seguido com ressalvas pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, André Mendonça, Nunes Marques, Luiz Fux, Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e Edson Fachin.
O ministro Alexandre de Moraes disse que as big techs não são neutras e transparentes. O ministro citou a encíclica na qual o papa Leão XIV defendeu o "desarmamento da Inteligência Artificial".
"Elas [redes] têm posicionamento político e econômico. Então, devem ter o mesmo controle de qualquer pessoa que exagera e comete crimes", afirmou.
André Mendonça demostrou preocupação com o impacto das regras no direito à liberdade de expressão dos usuários.
"Estamos gerando um efeito inibidor de manifestação livre da sociedade, através da terceirização junto às plataformas. É isso que está acontecendo", comentou.
Em seguida, Flávio Dino discordou da fala de Mendonça sobre o "efeito inibidor" das medidas.
"Se Vossa Excelência abrir as redes sociais, vai encontrar 50 crimes. Não tem efeito inibidor algum. Eu até gostaria de tivesse", rebateu.
Em junho do ano passado, o STF decidiu pela inconstitucionalidade parcial do Artigo 19 do Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014), norma que estabeleceu os direitos e deveres para o uso da internet no Brasil.
O dispositivo estabelecia que, "com o intuito de assegurar a liberdade de expressão e impedir a censura", as plataformas só poderiam ser responsabilizadas pelas postagens de seus usuários se, após ordem judicial, não tomassem providências para retirar o conteúdo ilegal.
Dessa forma, antes da decisão do STF, as big techs não respondiam civilmente pelos conteúdos ilegais, como postagens antidemocráticas, mensagens com discurso de ódio e ofensas pessoais, entre outras.
O texto final da decisão definiu que o Artigo 19 não protege os direitos fundamentais e a democracia. Além disso, enquanto não for aprovada nova lei sobre a questão, os provedores estarão sujeitos à responsabilização civil pelas postagens de usuários.
Pela decisão, as plataformas devem retirar os seguintes tipos de conteúdo ilegais após notificação extrajudicial:
Em caso de descumprimento, as plataformas deverão ser responsabilizadas pelos danos morais e materiais causados pelos usuários a terceiros.

O prazo foi determinado durante o julgamento de recursos protocolados pelas plataformas para esclarecer a decisão na qual o Supremo reconheceu, em junho do ano passado, a responsabilidade das plataformas pelas postagens ilegais feitas por seus usuários.
A Corte também fixou um marco temporal para aplicação das regras de responsabilização nos processos que estão na Justiça. Pela decisão, as medidas valem a partir do dia 27 de junho de 2025, quando a ata do julgamento foi publicada.
A tese final do julgamento deverá ser aprovada em uma sessão marcada para a próxima quarta-feira (17). O texto vai balizar a resolução das ações que tratam da remoção de conteúdo nas redes e estão em tramitação em todo o país.
O resultado do julgamento foi obtido a partir do voto do relator, ministro Dias Toffoli.
O entendimento do relator foi seguido com ressalvas pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, André Mendonça, Nunes Marques, Luiz Fux, Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e Edson Fachin.
O ministro Alexandre de Moraes disse que as big techs não são neutras e transparentes. O ministro citou a encíclica na qual o papa Leão XIV defendeu o "desarmamento da Inteligência Artificial".
"Elas [redes] têm posicionamento político e econômico. Então, devem ter o mesmo controle de qualquer pessoa que exagera e comete crimes", afirmou.
André Mendonça demostrou preocupação com o impacto das regras no direito à liberdade de expressão dos usuários.
"Estamos gerando um efeito inibidor de manifestação livre da sociedade, através da terceirização junto às plataformas. É isso que está acontecendo", comentou.
Em seguida, Flávio Dino discordou da fala de Mendonça sobre o "efeito inibidor" das medidas.
"Se Vossa Excelência abrir as redes sociais, vai encontrar 50 crimes. Não tem efeito inibidor algum. Eu até gostaria de tivesse", rebateu.
Em junho do ano passado, o STF decidiu pela inconstitucionalidade parcial do Artigo 19 do Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014), norma que estabeleceu os direitos e deveres para o uso da internet no Brasil.
O dispositivo estabelecia que, "com o intuito de assegurar a liberdade de expressão e impedir a censura", as plataformas só poderiam ser responsabilizadas pelas postagens de seus usuários se, após ordem judicial, não tomassem providências para retirar o conteúdo ilegal.
Dessa forma, antes da decisão do STF, as big techs não respondiam civilmente pelos conteúdos ilegais, como postagens antidemocráticas, mensagens com discurso de ódio e ofensas pessoais, entre outras.
O texto final da decisão definiu que o Artigo 19 não protege os direitos fundamentais e a democracia. Além disso, enquanto não for aprovada nova lei sobre a questão, os provedores estarão sujeitos à responsabilização civil pelas postagens de usuários.
Pela decisão, as plataformas devem retirar os seguintes tipos de conteúdo ilegais após notificação extrajudicial:
Em caso de descumprimento, as plataformas deverão ser responsabilizadas pelos danos morais e materiais causados pelos usuários a terceiros.
A influenciadora Virginia Fonseca surpreendeu os seguidores ao remover de suas redes sociais diversas fotos ao lado de Vini Jr., com quem viveu um relacionamento de sete meses. A mudança foi percebida nesta semana e rapidamente virou assunto entre os fãs da apresentadora.
Entre as imagens apagadas estavam registros de momentos marcantes do casal, como a celebração do Natal em Madri, a viagem de Ano Novo e uma homenagem feita pela influenciadora durante o Carnaval. Na ocasião, Virginia recriou um visual icônico inspirado em Luma de Oliveira e usou uma coleira com o nome do jogador, publicação que ultrapassou a marca de um milhão de curtidas.
Apesar da limpeza parcial no perfil, nem todos os registros desapareceram. Algumas publicações continuam no ar, incluindo uma foto em comemoração ao primeiro mês de namoro e carrosséis em que o atleta aparece entre amigos e familiares.

A atitude chamou atenção principalmente porque Virginia costuma manter lembranças de antigos relacionamentos em suas redes. Fotos do período em que foi casada com Zé Felipe, entre 2021 e 2025, seguem publicadas, assim como registros de seu namoro com Pedro Rezende, em 2018.
Nos últimos meses, rumores de uma possível reaproximação entre Virginia e Vini Jr. também ganharam força na internet. As especulações aumentaram após a influenciadora excluir o comunicado oficial do término e ser vista em eventos frequentados pelo jogador.
O fim da relação foi anunciado em 15 de maio. Na época, Virginia afirmou que decidiu encerrar o namoro de forma madura e respeitosa, destacando que prefere colocar um ponto final quando algo deixa de fazer sentido. Ela também desejou felicidade e sucesso ao atleta, pedindo privacidade para ambos naquele momento.
The post Virginia apaga fotos com Vini Jr. e atitude chama atenção dos seguidores appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.
Racismo, sexismo e homofobia entre os principais conteúdos prejudiciais, num contexto de resistência das empresas e do Governo de Donald Trump na regulação das plataformas digitais.


A sessão de hoje foi dedicada à primeira parte do voto do ministro Dias Toffoli, relator de um dos processos julgados.
Um dos pontos discutidos durante a sessão de hoje foi a regra que obriga provedores de conteúdo de internet a manterem sede e representante legal no país.
Toffoli questionou a necessidade de manter a obrigação para provedores que não realizam atividade econômica, como o Wikipédia. O ministro disse que está aberto ao debate da questão.
"A ponderação é necessária. A Wikipedia tem que ter uma sede, não tem que ter? Aquilo que hoje não tem uma exploração econômica, amanhã passa a ter", afirmou.
Em seguida, o ministro Alexandre de Moraes disse que crimes pela internet também são praticados em sites sem fins lucrativos. Segundo o ministro, se a empresa não tiver sede no país, a Justiça não poderá controlar eventuais atos ilícitos.
"A realidade das big techs, das redes sociais, nós verificamos que não são só questões econômicas que vêm transbordando, é principalmente uma questão ideológica de dominação política, influência em eleições em outros países", afirmou Moraes.
O plenário vai julgar recursos que pedem esclarecimentos sobre a decisão da Corte. Os recursos foram protocolados pelo Facebook e pelo Google.
Os recursos das plataformas pedem um prazo para implantação das regras definidas durante o julgamento ou que seja garantida aplicação das regras somente após o trânsito em julgado da decisão do plenário.