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Selic a 14,25%: Quanto rendem R$ 1 mil na poupança, CDB ou Tesouro Direto?

O Copom (Comitê de Política Monetária) do BC (Banco Central) reduziu a taxa Selic, referência dos juros básicos do país, em 0,25 ponto percentual, para 14,25% ao ano, nesta quarta-feira (17).

A decisão marca o terceiro corte consecutivo após uma sequência de decisões em que a taxa vinha sendo mantida inalterada.

Veja a seguir quanto rende aplicar R$ 1 mil com o novo patamar da Selic:

O levantamento, feito por Michael Viriato, da Casa do Investidor, a pedido da CNN Money, indica que os CDBs (Certificados de Depósito Bancário) de bancos médios oferecem os maiores retornos, podendo chegar a 105% do CDI.

Nessa hipótese, a aplicação alcançaria R$ 1.056,97 em seis meses e R$ 1.352,92 em 30 meses.

Já na outra ponta, a poupança aparece como a alternativa menos atrativa em um ambiente de juros elevados. O valor investido subiria para R$ 1.039,09 em seis meses e atingiria R$ 1.211,32 em 30 meses.

Os cálculos já consideram rendimentos líquidos, isto é, com desconto do imposto de renda sobre os ganhos, exceção feita à poupança, que é isenta.

A simulação também leva em conta taxas de administração de 0,50% para fundos DI e de 0,2% para o Tesouro Selic, embora esses custos possam variar conforme a instituição ou corretora.

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Poupar com inteligência e “com sabor”

Proteja o seu futuro em tempos de incerteza: Planear é poder!

ALIMENTAÇÃO: POUPAR COM INTELIGÊNCIA E “COM SABOR”

Comer bem não tem necessariamente de ser caro, sendo muitas vezes uma questão de organização.

Há estratégias que podem fazer diferença:

  • Experimente “dias sem carne”;
  • Prefira “frescos” de mercados locais ao invés de grandes superfícies;
  • Faça uma maior quantidade de refeições e congele;
  • Atenção à “despensa”: use em primeiro lugar os bens mais antigos;
  • Leve o almoço de casa e terá uma relevante fonte de poupança mensal.

Inspire-se:

Cozinhar pode tornar-se um momento de criatividade e partilha, não apenas uma obrigação!

CASA E CRÉDITO: GANHE MARGEM DE MANOBRA E PREVINA NOVA SUBIDA DE JUROS

Num cenário de juros elevados, cada ajuste conta.

  • Ações que podem aliviar o orçamento:
  • Fale com o seu banco: negociar é mais comum, e eficaz do que imagina;
  • Esteja atento a oportunidades de transferência de crédito;
  • Considere arrendar espaços não utilizados;
  • Reavalie todos os custos associados à casa, nomeadamente seguros, serviços e manutenção.

Lembre-se:

Pequenas reduções mensais acumulam centenas de euros ao longo do ano.

REDUZA AS DESPESAS “INVISÍVEIS”

Há despesas que quase não damos conta, mas que podem pesar no orçamento:

  • Subscrições de streaming ou outras, “esquecidas”;
  • Comissões bancárias evitáveis;
  • Compras impulsivas online;
  • Aplicações com renovações automáticas.

Desafio:

Faça uma “limpeza financeira” este mês. Poderá surpreender-se com o que encontrar.

NOVAS FORMAS DE POUPAR (e até de ganhar)!

Venda o que já não usa (roupa, móveis, tecnologia) e aproveite cartões com cashback e descontos efetivos.

Invista em si:

Na sua aprendizagem em pequenas competências, como por exemplo em reparações, cozinha ou organização.

Em literacia financeira: conhecimento também pode gerar poupança. Poupar também é cuidar de si!

Menos stress financeiro significa mais qualidade de vida: Dorme melhor, planeia melhor e vive com mais segurança.

Dica:

Crie um “Fundo de Emergência”, mesmo que aos poucos. É um dos maiores atos de autocuidado financeiro.

CONCLUSÃO: O FUTURO CONSTRÓI-SE NAS PEQUENAS DECISÕES

Não controlamos o que acontece no mundo, sejam crises, guerra, ou inflação/aumento de preços. Mas controlamos a forma como reagimos.

Poupar é mais do que uma necessidade em tempos difíceis.

Informe-se connosco.

Conte com o apoio da DECO MADEIRA através do número de telefone 968 800 489/291 146 520, do endereço electrónico deco.madeira@deco.pt. Siga-nos nas redes sociais Facebook, BlueSky, Instagram, Linkedin e Youtube!

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Poupança tem entrada líquida de R$ 2,6 bilhões em maio

Logo Agência Brasil

O saldo da aplicação na caderneta de poupança subiu em maio deste ano, com registro de mais depósitos do que saques. As entradas superaram as saídas em R$ 2,6 bilhões, de acordo com relatório divulgado nesta terça-feira (9) pelo Banco Central (BC).

No mês passado, foram aplicados R$ 368,4 bilhões, contra saques de R$ 365,8 bilhões. Os rendimentos creditados nas contas de poupança somaram R$ 6,2 bilhões. O saldo da poupança é de pouco mais de R$ 1 trilhão.

Notícias relacionadas:

Esta é a primeira vez, neste ano, que a poupança tem entrada líquida. Nos últimos anos, a caderneta vem registrando mais saques que depósitos. Em 2023 e 2024, as retiradas líquidas foram de R$ 87,8 bilhões e R$ 15,5 bilhões, respectivamente. No ano passado, o saldo negativo da poupança chegou a R$ 85,6 bilhões.

Nos primeiros cinco meses deste ano, a caderneta já acumula R$ 39,1 bilhões em retiradas líquidas. Entre as razões para os saques está a manutenção da Selic – a taxa básica de juros – em alta, o que estimula a aplicação em investimentos com melhor desempenho.

De junho de 2025 a março deste ano, a Selic ficou em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos.

Na última reunião, no mês de abril, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC fez um corte de 0,25 ponto percentual na Selic, pela segunda vez, para 14,5% ao ano. Apesar das tensões causadas pela guerra no Oriente Médio e das expectativas de inflação em alta, a autoridade monetária manteve o ciclo de redução da taxa básica, mas não deu pistas sobre a evolução dos juros.

A Selic é o principal instrumento do BC para garantir que a meta de 3% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, seja alcançada. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Em abril, o preço dos alimentos pressionou a inflação oficial, que fechou em 0,67%. O IPCA acumulado em 12 meses ficou em 4,39%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ainda dentro do teto da meta de inflação.

A inflação de maio será divulgada na próxima sexta-feira (12) pelo IBGE.

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