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EUA atropelam Paraguai na estreia da Copa com show de Balogun e atuação dominante em Los Angeles

Os Estados Unidos começaram a Copa do Mundo de 2026 da forma que sua torcida sonhava. Empurrada por mais de 70 mil torcedores no SoFi Stadium, em Los Angeles, a seleção comandada por Mauricio Pochettino dominou o Paraguai do início ao fim e venceu por 4 a 1 na abertura do Grupo D. O grande nome da partida foi o atacante Folarin Balogun, autor de dois gols, enquanto o meia Christian Pulisic liderou a criação ofensiva em uma atuação que reforçou as ambições dos anfitriões no torneio.

Folarin Balogun comemora um de seus dois gols na vitória dos Estados Unidos por 4 a 1 sobre o Paraguai | Foto: Frederic J. Brown/AFP

A equipe norte-americana praticamente resolveu o confronto ainda no primeiro tempo. Com marcação alta, intensidade e velocidade pelas pontas, os EUA pressionaram desde os minutos iniciais e abriram o placar aos sete minutos. Em jogada construída pelo lado esquerdo, a bola foi desviada para dentro da própria meta pelo volante Damián Bobadilla, que acabou marcando contra ao tentar cortar a investida adversária.

O gol aumentou a confiança dos anfitriões e desmontou o plano paraguaio. Pouco depois, Balogun ampliou ao concluir uma das diversas jogadas criadas por Pulisic. O atacante voltou a balançar as redes antes do intervalo, desta vez com uma finalização potente no ângulo, consolidando uma vantagem confortável para os donos da casa. Ao final dos primeiros 45 minutos, o placar apontava 3 a 0 para os norte-americanos, a maior vantagem dos Estados Unidos ao intervalo em uma partida de Copa do Mundo.

Se Balogun foi decisivo nos números, Pulisic foi o cérebro da equipe. Após chegar ao Mundial cercado por questionamentos sobre seu desempenho recente no Milan, o camisa 10 respondeu com uma atuação de alto nível. Participou diretamente das principais jogadas ofensivas, distribuiu passes em profundidade e desequilibrou a defesa paraguaia durante toda a etapa inicial.

Pulisic e Balogun celebram gol dos Estados Unidos | Foto: Crystal Pix/Imago

O Paraguai, treinado por Gustavo Alfaro, tentou reagir após o intervalo. Com mais posse de bola e postura ofensiva, a equipe sul-americana conseguiu diminuir a diferença aos 28 minutos do segundo tempo, quando Maurício aproveitou uma das poucas falhas defensivas dos norte-americanos para marcar o gol de honra. Apesar da melhora momentânea, os paraguaios seguiram encontrando dificuldades para superar a organização dos anfitriões.

Sem perder o controle da partida, os Estados Unidos administraram a vantagem e continuaram criando oportunidades. Nos acréscimos, Gio Reyna fechou a goleada com uma bela finalização, decretando o 4 a 1 e transformando a estreia em uma noite histórica para a seleção da casa. O quarto gol também representou um marco estatístico: foi a primeira vez que os norte-americanos marcaram quatro vezes em um jogo de Copa do Mundo.

Maurício, jogador do Palmeiras, comemora gol do Paraguai na derrota para os EUA, na Copa do Mundo | Foto: Frederic J. Brown/AFP

Além do resultado expressivo, a atuação reforçou a evolução da equipe sob o comando de Pochettino. Mais agressivos ofensivamente e com maior capacidade de controle do jogo, os Estados Unidos apresentaram um futebol diferente daquele visto em edições recentes do Mundial. Balogun, por sua vez, entrou para a história ao se tornar o primeiro jogador norte-americano a marcar dois gols em uma partida de Copa desde 1930.

Com a vitória, os Estados Unidos assumem a liderança provisória do Grupo D e ganham confiança para a sequência da competição. Já o Paraguai precisará reagir rapidamente para não comprometer suas chances de classificação logo nas primeiras rodadas. O resultado também amplia a expectativa em torno da campanha dos anfitriões, que sonham em transformar o fator casa em uma trajetória memorável diante de sua torcida.

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Estados Unidos dão show no primeiro tempo e goleiam Paraguai por 4 a 1 na estreia da Copa do Mundo

Os Estados Unidos venceram o Paraguai por 4 a 1 nesta sexta-feira (12/06) no SoFi Stadium, em Inglewood (EUA), pela primeira rodada do Grupo D da Copa do Mundo.

Os anfitriões começaram em cima e abriram o placar logo aos seis minutos. Os donos da casa partiram em contra-ataque, Pulisic acionou McKennie na área, que tocou em direção a Balogun, mas a bola desviou no volante Bobadilla, que marcou contra.

Aos 30 minutos, Pulisic tocou direto para Balogun, que chutou de primeira e fez o segundo gol. Aos 49, Balogun foi lançado em velocidade, deixou a marcação para trás, driblou o zagueiro e acertou um lindo chute no ângulo: 3 a 0 no primeiro tempo.

No segundo tempo, o técnico Mauricio Pochettino optou por tirar Pulisic e Balogun. Aos 27 minutos, o meio-campista Maurício (brasileiro de nascença) recebeu na entrada da área e bateu firme: 3 a 1.

Quando parecia que o placar não sofreria mais alterações, Reyna marcou um golaço. Aos 52 minutos, o meia-atacante dominou na área e acertou um belo chute de três dedos: 4 a 1.

Com o resultado, os Estados Unidos largam em vantagem no Grupo D, na primeira posição com três pontos. O Paraguai fica na lanterna com zero. Austrália e Turquia se enfrentam na madrugada deste domingo (14/06).

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Copa 2026 terá confrontos dos grupos B e D nesta sexta-feira

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Começa nesta sexta-feira (12) a primeira rodada dos grupos B e D da Copa do Mundo de 2026. O primeiro dos dois confrontos agendados são Canadá contra Bósnia e Herzegovina, às 16h; e Estados Unidos e Paraguai, às 22h.

A partida pelo Grupo B, entre as seleções canadense e a Bósnia, será no Toronto Stadium. Completam o grupo as equipes do Catar e da Suíça, que se enfrentarão no sábado (13), às 16h, na cidade de São Francisco (EUA).

Notícias relacionadas:

Já a partida inaugural do Grupo D, hoje, será entre EUA e Paraguai, no Los Angeles Stadium. Austrália e Turquia completam o grupo, mas só se enfrentarão na madrugada entre sábado e domingo (14), à 1h, em Vancouver.

Grupo B

Das quatro equipes que compõem o Grupo B, o Canadá carrega a vantagem de jogar em casa, diante de sua torcida. A expectativa é que apresente um estilo de jogo vertical e rápido.

Sua adversária, a Bósnia, tem um estilo de jogo mais físico, perigoso em bolas longas e disputas aéreas.

Grupo D

No Grupo D, os EUA também têm a vantagem de jogar em casa, diante de sua torcida. A equipe costuma apresentar um jogo dinâmico e de transições rápidas executadas por um meio de campo criativo.

Do Paraguai, espera-se um esquema tático defensivo que apostará nos contra-ataques, explorando erros do adversário.

 

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Copa 2026 terá confrontos dos grupos B e D nesta sexta-feira

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A partida pelo Grupo B, entre as seleções canadense e a Bósnia, será no Toronto Stadium. Completam o grupo as equipes do Catar e da Suíça, que se enfrentarão no sábado (13), às 16h, na cidade de São Francisco (EUA).

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Já a partida inaugural do Grupo D, hoje, será entre EUA e Paraguai, no Los Angeles Stadium. Austrália e Turquia completam o grupo, mas só se enfrentarão na madrugada entre sábado e domingo (14), à 1h, em Vancouver.

Grupo B

Das quatro equipes que compõem o Grupo B, o Canadá carrega a vantagem de jogar em casa, diante de sua torcida. A expectativa é que apresente um estilo de jogo vertical e rápido.

Sua adversária, a Bósnia, tem um estilo de jogo mais físico, perigoso em bolas longas e disputas aéreas.

Grupo D

No Grupo D, os EUA também têm a vantagem de jogar em casa, diante de sua torcida. A equipe costuma apresentar um jogo dinâmico e de transições rápidas executadas por um meio de campo criativo.

Do Paraguai, espera-se um esquema tático defensivo que apostará nos contra-ataques, explorando erros do adversário.

 

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Brasil assina acordo que prevê perseguição policial além de fronteiras

Logo Agência Brasil

O governo brasileiro assinou decreto, nesta quarta-feira (10), a fim de ampliar a cooperação policial para as áreas de fronteira e transfronteiriças com a Argentina, Paraguai e Uruguai, incluindo perseguições de fugitivos e investigações conjuntas.

O decreto é resultado de acordo firmado em Bento Gonçalves (RS), em dezembro de 2019. O documento estipula que os países podem atuar, em conjunto, para prevenir e investigar crimes de acordo com as respectivas legislações.

Cerco a fugitivos

Notícias relacionadas:

No caso de perseguições, o decreto autoriza que policiais de um determinado país busquem fugitivos que ultrapassarem as fronteiras nesses países.

“[Os policiais] poderão adentrar o território da outra Parte, em comunicação e coordenação com a autoridade policial da outra, para realizar a apreensão preventiva das pessoas perseguidas”, diz o documento.

Ficou definido que essas perseguições devem ser combinadas bilateral ou trilateralmente. Estão previstos, para essa finalidade, intercâmbio de metodologias e tecnologias, capacitação com cursos e treinamentos e troca de informações para prevenir ilícitos.

Quando houver prisões desses fugitivos, as autoridades policiais entregarão essas pessoas às autoridades do país onde os fugitivos foram encontrados. “Os agentes e veículos do Estado perseguidor deverão estar devidamente identificados.”

Além disso, os países decidiram aperfeiçoar os sistemas de comunicações e trocar de  conhecimentos de interesse para a investigação de crimes com utilização de centros de operações.

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Brasil assina acordo que prevê perseguição policial além de fronteiras

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O governo brasileiro assinou decreto, nesta quarta-feira (10), a fim de ampliar a cooperação policial para as áreas de fronteira e transfronteiriças com a Argentina, Paraguai e Uruguai, incluindo perseguições de fugitivos e investigações conjuntas.

O decreto é resultado de acordo firmado em Bento Gonçalves (RS), em dezembro de 2019. O documento estipula que os países podem atuar, em conjunto, para prevenir e investigar crimes de acordo com as respectivas legislações.

Cerco a fugitivos

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No caso de perseguições, o decreto autoriza que policiais de um determinado país busquem fugitivos que ultrapassarem as fronteiras nesses países.

“[Os policiais] poderão adentrar o território da outra Parte, em comunicação e coordenação com a autoridade policial da outra, para realizar a apreensão preventiva das pessoas perseguidas”, diz o documento.

Ficou definido que essas perseguições devem ser combinadas bilateral ou trilateralmente. Estão previstos, para essa finalidade, intercâmbio de metodologias e tecnologias, capacitação com cursos e treinamentos e troca de informações para prevenir ilícitos.

Quando houver prisões desses fugitivos, as autoridades policiais entregarão essas pessoas às autoridades do país onde os fugitivos foram encontrados. “Os agentes e veículos do Estado perseguidor deverão estar devidamente identificados.”

Além disso, os países decidiram aperfeiçoar os sistemas de comunicações e trocar de  conhecimentos de interesse para a investigação de crimes com utilização de centros de operações.

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Brasileirão tem recorde de jogadores convocados para uma Copa do Mundo

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Sete entre as 48 seleções da Copa do Mundo, que inicia nesta quinta-feira (11), possuem jogadores que atuam no Campeonato Brasileiro. Ao todo, são 32 atletas, que representam dez clubes da primeira divisão.

A marca supera o recorde anterior, de 27 nomes, na edição de 1974, sendo que 22 representavam a própria equipe verde e amarela - os demais estiveram distribuídos por três seleções (Uruguai, Chile e Argentina). Além disso, o número é 357% maior que o da Copa passada, em 2022, que reuniu somente sete jogadores que atuavam no Brasil.

Notícias relacionadas:

"Os grandes [times] brasileiros não têm tantos concorrentes [de mercado] no continente quanto os ingleses, que competem com clubes como Real Madrid, Barcelona [ambos da Espanha], Bayern de Munique [Alemanha], Paris Saint-Germain [França], entre muitos outros", analisou, via assessoria de imprensa, Marcos Casseb, sócio da Roc Nation Sports Brazil, empresa que atua com gerenciamento de carreira.
Piquerez, Palmeiras, zagueiro Piquerez, Palmeiras, zagueiro
Joaquín Piquerez (foto), lateral do Palmeiras, defenderá a seleção uruguaia, assim como Guillermo Varela, Nico de la Cruz e Giorgian de Arrascaeta, que atuam no Flamengo - Cesar Greco/Palmeiras/proibida reprodução

Três países dividem o protagonismo: Brasil, Uruguai e Paraguai. Cada um tem sete atletas do Brasileirão nas respectivas seleções.

O time brasileiro conta com quatro nomes do Flamengo: os zagueiros Danilo e Léo Pereira, o lateral-esquerdo Alex Sandro e o meia Lucas Paquetá. Completam a relação de quem atua por aqui o goleiro Weverton (Grêmio), o volante Danilo Santos (Botafogo) e o atacante Neymar (Santos).

Na seleção uruguaia, a maioria dos convocados também vem do Rubro-Negro: o lateral Guillermo Varela e os meias Nico de la Cruz e Giorgian de Arrascaeta. Do Palmeiras, foram chamados o lateral Joaquín Piquerez e o volante Emiliano Martínez. Outros dois clubes do Brasileirão representados na Celeste Olímpica são o Internacional, com o goleiro Sérgio Rochet; e o Fluminense, com o atacante Agustín Canobbio.

A equipe paraguaia, por sua vez, tem o Verdão em destaque, com três nomes: o zagueiro Gustavo Gómez, o meia Maurício (que é brasileiro naturalizado) e o atacante Ramón Sosa. Também jogam no Brasileirão os zagueiros Fabian Balbuena (Grêmio) e Junior Alonso (Atlético-MG), o volante Damián Bobadilla (São Paulo) e o atacante Isidro Pitta (Red Bull Bragantino).

Outra equipe com três convocados de um mesmo clube do Brasil é a do Equador: o lateral Ángelo Preciado, o volante Alan Franco e o atacante Alan Minda, todos do Atlético-MG. A seleção tricolor conta, ao todo, com cinco atletas que jogam por aqui. Os demais são o zagueiro Felix Torres (Internacional) e o atacante Gonzalo Plata (Flamengo).

País que mais cresceu em representatividade no Brasileirão nas últimas cinco temporadas, a Colômbia convocou quatro dos 26 atletas que estão na Série A: os meias Juan Portilla (Athletico-PR) e Jorge Carrascal (Flamengo)  e os atacantes Jhon Arias (Palmeiras) e Andrés Gómez (Vasco).

Por fim, duas seleções têm, cada uma, um atleta do Brasileirão. Atual campeã, a Argentina convocou o centroavante Flaco Lopez, do Palmeiras. Desde a Copa de 2006, quando foram chamados o volante Javier Mascherano e o atacante Carlos Tévez, então no Corinthians, os hermanos não chegavam ao Mundial com jogadores atuando no Brasil.

Já o Corinthians será representado na Copa pelo atacante Memphis Depay. O camisa 10 é o maior artilheiro da história da seleção holandesa, com 54 gols. É a primeira vez que um atleta europeu é convocado para o Mundial jogando no Brasileirão.

"O futebol brasileiro deixou de ser apenas um exportador de talentos e passou a se posicionar também como um mercado estratégico dentro da cadeia global do esporte", concluiu, também por meio de comunicado à imprensa, Alexandre Frota, diretor-executivo da FutPro Expo, evento sobre a indústria do futebol, que ocorreu em Fortaleza no começo de maio.

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Brasileirão tem recorde de jogadores convocados para uma Copa do Mundo

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Sete entre as 48 seleções da Copa do Mundo, que inicia nesta quinta-feira (11), possuem jogadores que atuam no Campeonato Brasileiro. Ao todo, são 32 atletas, que representam dez clubes da primeira divisão.

A marca supera o recorde anterior, de 27 nomes, na edição de 1974, sendo que 22 representavam a própria equipe verde e amarela - os demais estiveram distribuídos por três seleções (Uruguai, Chile e Argentina). Além disso, o número é 357% maior que o da Copa passada, em 2022, que reuniu somente sete jogadores que atuavam no Brasil.

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"Os grandes [times] brasileiros não têm tantos concorrentes [de mercado] no continente quanto os ingleses, que competem com clubes como Real Madrid, Barcelona [ambos da Espanha], Bayern de Munique [Alemanha], Paris Saint-Germain [França], entre muitos outros", analisou, via assessoria de imprensa, Marcos Casseb, sócio da Roc Nation Sports Brazil, empresa que atua com gerenciamento de carreira.
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Joaquín Piquerez (foto), lateral do Palmeiras, defenderá a seleção uruguaia, assim como Guillermo Varela, Nico de la Cruz e Giorgian de Arrascaeta, que atuam no Flamengo - Cesar Greco/Palmeiras/proibida reprodução

Três países dividem o protagonismo: Brasil, Uruguai e Paraguai. Cada um tem sete atletas do Brasileirão nas respectivas seleções.

O time brasileiro conta com quatro nomes do Flamengo: os zagueiros Danilo e Léo Pereira, o lateral-esquerdo Alex Sandro e o meia Lucas Paquetá. Completam a relação de quem atua por aqui o goleiro Weverton (Grêmio), o volante Danilo Santos (Botafogo) e o atacante Neymar (Santos).

Na seleção uruguaia, a maioria dos convocados também vem do Rubro-Negro: o lateral Guillermo Varela e os meias Nico de la Cruz e Giorgian de Arrascaeta. Do Palmeiras, foram chamados o lateral Joaquín Piquerez e o volante Emiliano Martínez. Outros dois clubes do Brasileirão representados na Celeste Olímpica são o Internacional, com o goleiro Sérgio Rochet; e o Fluminense, com o atacante Agustín Canobbio.

A equipe paraguaia, por sua vez, tem o Verdão em destaque, com três nomes: o zagueiro Gustavo Gómez, o meia Maurício (que é brasileiro naturalizado) e o atacante Ramón Sosa. Também jogam no Brasileirão os zagueiros Fabian Balbuena (Grêmio) e Junior Alonso (Atlético-MG), o volante Damián Bobadilla (São Paulo) e o atacante Isidro Pitta (Red Bull Bragantino).

Outra equipe com três convocados de um mesmo clube do Brasil é a do Equador: o lateral Ángelo Preciado, o volante Alan Franco e o atacante Alan Minda, todos do Atlético-MG. A seleção tricolor conta, ao todo, com cinco atletas que jogam por aqui. Os demais são o zagueiro Felix Torres (Internacional) e o atacante Gonzalo Plata (Flamengo).

País que mais cresceu em representatividade no Brasileirão nas últimas cinco temporadas, a Colômbia convocou quatro dos 26 atletas que estão na Série A: os meias Juan Portilla (Athletico-PR) e Jorge Carrascal (Flamengo)  e os atacantes Jhon Arias (Palmeiras) e Andrés Gómez (Vasco).

Por fim, duas seleções têm, cada uma, um atleta do Brasileirão. Atual campeã, a Argentina convocou o centroavante Flaco Lopez, do Palmeiras. Desde a Copa de 2006, quando foram chamados o volante Javier Mascherano e o atacante Carlos Tévez, então no Corinthians, os hermanos não chegavam ao Mundial com jogadores atuando no Brasil.

Já o Corinthians será representado na Copa pelo atacante Memphis Depay. O camisa 10 é o maior artilheiro da história da seleção holandesa, com 54 gols. É a primeira vez que um atleta europeu é convocado para o Mundial jogando no Brasileirão.

"O futebol brasileiro deixou de ser apenas um exportador de talentos e passou a se posicionar também como um mercado estratégico dentro da cadeia global do esporte", concluiu, também por meio de comunicado à imprensa, Alexandre Frota, diretor-executivo da FutPro Expo, evento sobre a indústria do futebol, que ocorreu em Fortaleza no começo de maio.

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