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Aproveitamento Hidroagrícola do Mira vai ter novo modelo de distribuição de água

O Aproveitamento Hidroagrícola do Mira, que abrange os concelhos de Odemira e Aljezur, vai ter um novo modelo de distribuição de água na campanha de 2026, por a albufeira de Santa Clara estar praticamente cheia.

De acordo com o boletim mensal de maio da Associação de Beneficiários do Mira (ABM), com sede em Odemira e responsável pela gestão do aproveitamento, «o atual contexto de maior disponibilidade hídrica deve ser encarado como uma oportunidade para consolidar práticas eficientes, não para as abandonar».

No documento, consultado pela agência Lusa, a ABM indicou que a albufeira de Santa Clara «encontra-se perto do pleno armazenamento», o que leva a que o Aproveitamento Hidroagrícola do Mira (AHM) «deixe formalmente de estar em situação de contingência por seca» e sejam levantadas «as restrições à rega que vigoraram nos últimos anos».

Nesse âmbito, adiantou a Associação, os beneficiários que já fizeram inscrições na primeira fase, cujo prazo terminou a 27 de fevereiro deste ano, «podem agora inscrever áreas adicionais ou alterar as culturas declaradas anteriormente».

Ainda assim, acrescentou, «nas culturas permanentes e protegidas, as novas inscrições ficam sujeitas a aprovação prévia pela ABM e Autoridade Nacional do Regadio», só podendo ser inscrita a área «que está efetivamente em produção e sujeita a rega».

O novo modelo de distribuição de água no AHM «prevê um reforço significativo das ações de controlo», pelo que a ABM «irá verificar no terreno as áreas e culturas instaladas, recorrendo a inspeções presenciais, imagens de satélite e drones».

«Sempre que se verifique uma discrepância entre o que foi declarado e o que existe no terreno, o volume de água atribuído será ajustado em conformidade», explicou a associação.

A ABM acrescentou que, «após a atribuição dos volumes, os regantes receberão semanalmente, por correio eletrónico, um relatório com o volume total atribuído, o consumo acumulado, o consumo da semana anterior e a percentagem de volume disponível».

«Serão também enviados avisos quando forem atingidos 50%, 90% e 120% do volume atribuído», sendo que, neste último caso, «o fornecimento será suspenso».

Para a ABM, «a maior disponibilidade hídrica não dispensa o compromisso com uma utilização racional e responsável da água».

Por isso, a associação «propõe reduzir perdas na rede coletiva do perímetro, investir em sistemas de rega mais precisos e gerir os consumos com rigor», uma vez que «a variabilidade climática é uma realidade com que o setor agrícola tem de contar».

«Aí serão os agricultores que já tiverem adotado práticas mais eficientes os que estarão em melhor posição para continuar a produzir», sustentou.

O Aproveitamento Hidroagrícola do Mira tem como origem a albufeira de Santa Clara, no concelho de Odemira, e é gerido pela ABM.

O seu perímetro de rega possui uma área equipada de 15.200 hectares (ha), com uma área beneficiada de 12.000 ha, nos municípios de Odemira e de Aljezur.

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Fogo em Odemira foi dado como dominado ao final da noite de quarta-feira

O incêndio que deflagrou esta quarta-feira, dia 10 de Junho, numa zona de mato do concelho de Odemira foi dado como dominado ao final da noite, de acordo com o site da Proteção Civil.

O fogo que lavrou mais de 11 horas na freguesia de São Luís está em fase de resolução desde as 23h45, depois de uma segunda frente, que estava em direção a sul, também ter sido debelada.

Durante a tarde, os bombeiros tiveram de defender das chamas, que lavravam desde as 11h49, um monte onde residem dois homens.

«Não ofereceu qualquer perigo, nem para os habitantes nem para os animais», porque, graças à intervenção dos bombeiros, «o incêndio contornou o monte», adiantou à Lusa o comandante Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alentejo Litoral, Tiago Bugio.

Cerca das 00h30, continuavam no terreno 138 operacionais, com o apoio de 54 meios terrestres.

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Fogo continua a lavrar em Odemira com uma frente ativa

O incêndio numa zona de mato que deflagrou esta quarta-feira no concelho de Odemira continuava, às 20h00, a lavrar com uma frente ativa, mobilizando 143 operacionais e quatro meios aéreos, revelou a Proteção Civil.

Em declarações à agência Lusa, o comandante Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alentejo Litoral, Tiago Bugio, indicou que «uma das duas frentes foi debelada», estando a outra, em direção a sul e junto a uma linha de água, a oferecer mais resistência ao combate.

Durante esta tarde, referiu o responsável, os bombeiros tiveram que defender das chamas um monte onde residem dois homens.

«Não ofereceu qualquer perigo, nem para os habitantes nem para os animais», porque, graças à intervenção dos bombeiros, «o incêndio contornou o monte», adiantou.

Tiago Bugio previu que o incêndio seja controlado nas próximas horas, antevendo «muito trabalho» durante a noite.

«O objetivo é evitar que esta frente em direção a sul progrida, seguidamente é consolidar todo o perímetro com máquina de rasto e também fazer um rescaldo de forma a evitar reativações», acrescentou.

O fogo, para o qual foi dado alerta às 11h49, consome uma área de mato na freguesia de São Luís.

Às 20h00, as chamas eram combatidas por 143 operacionais, apoiados por 52 veículos, dois aviões e dois helicópteros.

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Fogo em Odemira combatido por mais de 160 operacionais

Mais de 160 operacionais, com o apoio de três meios aéreos, combatiam às 17h30 de hoje um incêndio em mato no concelho de Odemira, havendo casas em perigo, de acordo com as autoridades.

A fonte do Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Alentejo Litoral indicou à agência Lusa que o fogo, para o qual foi dado alerta às 11h49, consome uma área de mato na freguesia de São Luís, no concelho de Odemira.

Contactado pela Lusa, o comandante dos bombeiros de Odemira, Luís Oliveira, limitou-se a adiantar que as chamas estão próximas de algumas casas.

O combate às chamas mobilizava, às 17h30, um total de 161 operacionais, com o apoio de 56 meios terrestres e três meios aéreos, segundo o site da Proteção Civil.

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Odemira: Incêndio em São Luís combatido por 140 operacionais

O incêndio que teve início esta manhã na zona de São Luís, concelho de Odemira, está a ser combatido por 140 operacionais dos bombeiros, de acordo com fonte da Proteção Civil.

O incêndio em São Luís, está a consumir uma área de mato e teve início às 11h49, altura em que foi dado o alerta à Proteção civil.

No local estão envolvidos 140 elementos dos bombeiros apoiados por 47 viaturas.

No combate às chamas estão envolvidos sete meios aéreos.

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Incêndio na área de Odemira consome zona de mato

Um incêndio em São Luís, concelho de Odemira, distrito de Beja, está neste momento a consumir uma área de mato.

O incêndio teve início às 11h49, altura em que foi dado o alerta à Proteção civil.

No combate às chamas estão envolvidos 44 operacionais dos bombeiros apoiados por 12 viaturas.

No local, numa intervenção inicial, estão empenhados três meios aéreos.

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Odemira recebe 750 mil euros para recuperar danos provocados pelas tempestades

O Município de Odemira assinou um contrato‑programa com a Agência Portuguesa de Ambiente (APA) e o Fundo Ambiental, no valor de 750 mil euros, para financiar intervenções urgentes de recuperação e restabelecimento das zonas costeiras afetadas pelas tempestades.

A formalização deste financiamento decorreu na segunda-feira, 8 de Junho, em Valada do Ribatejo, no concelho do Cartaxo, no âmbito da iniciativa “Territórios Resilientes”.

A representar o Município de Odemira esteve o vice-presidente da Câmara, Ricardo Cardoso.

A cerimónia foi presidida pela ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, e contou também com a presença do secretário de Estado do Ambiente, João Manuel Esteves, e do presidente da APA, José Pimenta Machado.

No concelho de Odemira, o contrato-programa destina-se à reconstrução de infraestruturas das zonas costeiras danificadas e na reposição de condições de segurança, designadamente a beneficiação de escadas, passadiços, rampas e consolidação de acessos.

As obras financiadas ao abrigo destes contratos serão executadas pela autarquia, sendo que algumas intervenções já estão em curso, com a autorização do Governo para avançar com os trabalhos após as tempestades.

Este financiamento é assegurado pelo Fundo Ambiental, sob gestão da Agência para o Clima.

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Projeto artístico em Odemira lança programa para jovens de diferentes culturas

Teatro, cinema, música e dança são algumas das propostas do programa para jovens de diferentes culturas que o projeto artístico “Novo Bowing” promove, entre os dias 15 e 19 deste mês, em Odemira.

A iniciativa Summer Bowing é promovida pela cooperativa cultural Lavrar o Mar, sediada em Aljezur, e vai decorrer na Casa Novo Bowing – Centro para as Relações Planetárias, em Odemira, destinando-se a jovens dos 10 aos 18 anos.

«A Summer Bowing propõe durante seis dias um espaço de criação, convivência e descoberta, onde jovens de diferentes culturas, línguas e percursos se encontram através da arte e da vida em comum», explicou a cooperativa, em comunicado enviado à agência Lusa.

De acordo com a Lavrar o Mar, «mais do que uma escola de verão convencional, a Summer Bowing procura criar experiências de imaginação, autonomia, criação coletiva e encontro intercultural».

«Num território marcado pela diversidade cultural e pela presença de comunidades migrantes de diferentes partes do mundo”, esta iniciativa “afirma-se como uma experiência de encontro entre jovens com origens, referências e sensibilidades distintas, valorizando a convivência, a escuta e a criação artística enquanto ferramentas de aproximação humana», justificou a cooperativa.

Nesse âmbito, ao longo da semana, os participantes poderão explorar atividades ligadas ao teatro, cinema, música, dança, barro, desenho, cozinha e criação coletiva.

O programa inclui «experiências tão diversas quanto inventar personagens, realizar pequenos filmes, criar playlists para a casa, modelar criaturas fantásticas em barro, cozinhar em conjunto, entrevistar pessoas, construir objetos, dançar, escrever, ouvir música ou simplesmente conversar e partilhar tempo em comum», pode ler-se no comunicado.

A programação vai desenvolver-se «num ambiente aberto e colaborativo, onde cada participante pode encontrar a sua própria forma de participar, seja através do movimento, da palavra, da observação, da construção manual, da música ou da convivência quotidiana», explicou a cooperativa.

A iniciativa termina a 21 de Junho, com o Dia Aberto ao Planeta #9, evento promovido regularmente pela Lavrar o Mar e que reúne comunidade, artistas, famílias e participantes em torno de experiências de encontro, criação e convivência.

Nesta edição, o dia funcionará também como momento de partilha pública desta escola de verão, abrindo a Casa Novo Bowing a amigos, vizinhos e curiosos para conhecerem as experiências e criações desenvolvidas ao longo da semana, adiantou a cooperativa.

O “Novo Bowing” é um projeto artístico e social da Lavrar o Mar, que visa promover a integração através da arte, «fortalecendo os laços entre as comunidades oriental e ocidental do concelho de Odemira».

Apoiado pelo programa operacional Alentejo 2030 e cofinanciado pela União Europeia, pela Fundação Calouste Gulbenkian e pela Câmara de Odemira, o projeto é coordenado por Madalena Victorino.

A iniciativa baseia-se em três eixos de intervenção, visando o desenvolvimento de práticas artísticas como ferramenta de inclusão e aprendizagem no contexto escolar, a dinamização de atividades culturais e colaborativas que promovem o encontro e o diálogo, e a valorização do conhecimento e capacitação para a inclusão laboral e social da população migrante.

«Mais do que um projeto artístico, o ‘Novo Bowing’ é um gesto de futuro: uma proposta de encontro onde a arte serve de linguagem comum para imaginar e construir uma comunidade mais coesa, justa e plural», concluiu a Lavrar o Mar.

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Festival de Aves estreia-se na FEI-TUR

Vila Nova de Milfontes recebe, de 11 a 14 de junho, a FEI-TUR – Feira de Turismo do SW, que este ano integra uma novidade dedicada à natureza: o Festival de Aves, organizado pela SPEA – BirdLife, em parceria com o Município de Odemira. A iniciativa pretende valorizar o património natural e cultural do concelho, aproximar residentes e visitantes da biodiversidade local e sensibilizar para a conservação dos habitats.  

Inserido na programação da FEI-TUR, o Festival de Aves propõe várias atividades gratuitas, pensadas para diferentes públicos, desde observadores de aves a famílias com crianças. O programa inclui passeios de observação de aves em horário diurno e ao pôr do sol, o ponto fixo de observação “De Olho nas Aves”, o Escape Game das Aves e o atelier infantil “Ovos Musicais”.  

No dia 12 de junho, o Festival arranca com o Escape Game das Aves, uma atividade que desafia os participantes a resolver enigmas e códigos inspirados no mundo das aves, entre as 17h00 e as 19h00. No mesmo dia, entre as 19h00 e as 21h00, realiza-se uma observação de aves ao pôr do sol na Praia das Furnas Rio, com travessia de barco incluída e percurso pedestre até às ruínas, para observação da avifauna local e dos habitats estuarinos.  

A 13 de junho, o programa começa às 8h00 com um passeio de observação de aves no paul de Vila Nova de Milfontes, uma zona húmida relevante para a avifauna local e migradora. Durante a tarde, decorre o atelier infantil “Ovos Musicais”, dedicado aos ovos e ninhos das aves, seguido de uma edição do Escape Game das Aves para famílias. Entre as 17h00 e as 20h00, junto ao Farol de Vila Nova de Milfontes, estará disponível o ponto fixo “De Olho nas Aves”, com binóculos, telescópios e guias de identificação, numa atividade de participação livre e sem necessidade de inscrição.  

O Festival de Aves termina no dia 14 de junho com um passeio de observação de aves no Monte do Zambujeiro, com percurso pedestre por diferentes habitats da área envolvente e regresso de barco a Vila Nova de Milfontes.  

As atividades do Festival de Aves são gratuitas. Algumas requerem inscrição prévia através do site do Município de Odemira; o ponto fixo “De Olho nas Aves” tem participação livre.  Informações e inscrições em CM Odemira / FEI-TUR – Feira de Turismo do SW

A FEI-TUR decorre ao longo de quatro dias e reúne experiências de turismo de natureza, desporto, gastronomia, produtos locais, música, workshops, artesanato e animação infantil. Numa organização do Município de Odemira e Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, o evento afirma Vila Nova de Milfontes como referência nas atividades náuticas e promove o território como destino de excelência para a prática desportiva em plena natureza. As entradas na FEI-TUR são livres.  

Lista de atividades com inscrição obrigatória: 

Dia 12 de junho  

17h00 – Escape Games das Aves 

19h00 – Observação de aves ao pôr do sol, com travessia de barco 

Dia 13 de junho 

8h00 – Passeio de Observação de Aves 

13h00 Atelier infantil “Ovos Musicais” 

16h00 – Escape Games das Aves 

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Odemira lança edição zero da Bienal dedicada à arte, ciência e comunidade

A edição zero da Bienal Arte e Ciência de Odemira vai decorrer de 3 e 5 de outubro, numa iniciativa da Câmara Municipal deste concelho do litoral alentejano.

Trata-se de uma nova plataforma internacional de criação, experimentação e pensamento contemporâneo ligada ao território, às comunidades e à diversidade cultural e ecológica da região.

Com curadoria de Hugo Cruz, a iniciativa pretende afirmar Odemira como um espaço de encontro entre arte, ciência, ambiente, educação e participação cidadã, através de um programa que cruza residências artísticas, espetáculos, instalações e obras em espaço público, conversas e oficinas.

Tendo como tema “Tentemos”, esta edição inaugural parte da ideia de experimentação como ponto de ignição para imaginar outras realidades futuras, integrando o exercício de tentar o “e se…” nas práticas artísticas, culturais e sociais do cotidiano.

A Bienal propõe, segundo a Câmara de Odemira, «um espaço de dúvida, escuta e construção coletiva, valorizando processos colaborativos e abordagens interdisciplinares que aproximem pessoas, territórios e saberes diversos».

Com uma forte aposta na colaboração e na criação coletiva, a programação da Bienal desenvolverá um conjunto de residências artísticas que articularão os conhecimentos do território com o pensamento contemporâneo internacional.

Esta abordagem visa estimular novas formas de imaginar e construir o presente e o futuro, entendendo as comunidades como os lugares centrais da experiência cultural e reforçando uma cultura descentralizada, acessível e participativa, com efeito artístico, social e territorial.

De acordo com Hugo Cruz, curador do evento, «esta Bienal pretende ser um cruzamento onde nos encontramos para tomarmos outras direções. A ideia é tentar a construção de um lugar de encontros improváveis e inadiáveis entre as comunidades locais, seus protagonistas e vivências quotidianas, a natureza, os espaços públicos e artistas de Odemira, do país e do mundo».

«É um apelo a tentarmos imaginar-nos de outras formas, a nos reencantarmos com todas possibilidades que a vida pode ter – isso implica que pelo menos TENTEMOS», acrescenta.

Nas palavras de Hélder Guerreiro, presidente da Câmara de Odemira, «esta Bienal inaugura uma das bases estratégicas e é um dos pilares da nossa proposta de ação política: um exercício criativo de cerzir os dois pensamentos distintos que estão no centro da cultura e da ciência, permitindo gerar mais valor e mais conhecimento aplicado que contribua para o aumento da qualidade de vida e atratividade do território. É o que nos move, que nos inspira e que mobiliza para que TENTEMOS a realização desta Bienal».

A edição inaugural decorrerá entre 3 e 5 de outubro e marcará o início de um ciclo de criação e pensamento contemporâneo em Odemira, afirmando a cultura como motor de desenvolvimento territorial, coesão social e sustentabilidade.

O programa completo será lançado em setembro.

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Águas Públicas do Alentejo reabilita reservatórios em Almograve e Santiago do Cacém

A empresa Águas Públicas do Alentejo (AgdA) vai reabilitar os reservatórios de Almograve e São Francisco da Serra, no litoral alentejano, num investimento de 720 mil euros, para melhorar a operacionalidade e segurança destes equipamentos, foi hoje revelado.

Em comunicado, a AgdA indicou que já foi adjudicada, no mês passado, a empreitada de execução da reabilitação dos reservatórios de Almograve, no concelho de Odemira, distrito de Beja, e de São Francisco da Serra, no concelho de Santiago do Cacém, no distrito de Setúbal.

A obra, no valor de cerca de 720 mil euros e com um prazo de execução de 210 dias, visa “a reabilitação estrutural e funcional das infraestruturas, assegurando a melhoria das condições de operação e segurança”, explicou.

Segundo a empresa, os trabalhos incluem o “tratamento de fissuras, impermeabilização, substituição de tubagens e a modernização de equipamentos hidráulicos e elétricos” dos dois reservatórios de água. 

Esta reabilitação irá contribuir para “a renovação e valorização destas infraestruturas essenciais ao sistema de abastecimento de água”, acrescentou. 

Durante a execução da empreitada serão implementados “sistemas provisórios de ‘bypass’”, com o objetivo de garantir “a continuidade do abastecimento de água, em quantidade e qualidade, às populações servidas” por aquelas infraestruturas.

No mesmo comunicado, a empresa salientou que, com esta obra, procura “reforçar a durabilidade, funcionalidade e fiabilidade dos reservatórios, garantindo melhores condições de segurança no abastecimento de água às populações servidas”.

“Esta intervenção insere-se na estratégia da AgdA de reabilitação e modernização contínua das infraestruturas, contribuindo para um serviço cada vez mais eficiente, resiliente e sustentável”, reforçou.

Constituída em 25 de setembro de 2009, a AgdA tem como acionistas a Águas de Portugal (AdP) e a AMGAP – Associação de Municípios para a Gestão da Água Pública do Alentejo.

A empresa tem sede em Beja e gere o Sistema Público de Parceria Integrado de Águas do Alentejo (SPPIAA), criado em 2009, numa parceria entre o Estado e as autarquias, para a gestão integrada do ciclo urbano da água.

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Crianças de Odemira recebem ‘Kit – Tempo para Brincar’ entregue pela autarquia

O Município de Odemira assinalou o Dia Mundial da Criança, celebrado a 1 de junho, com a entrega do “Kit – Tempo para Brincar” às crianças do ensino pré-escolar e do 1.º ciclo do ensino básico da rede pública do concelho.

A iniciativa abrange cerca de 1523 crianças, distribuídas por 28 grupos do pré-escolar e 52 turmas do 1.º ciclo, e pretende reforçar a importância do brincar no contexto escolar, através da disponibilização de materiais lúdicos e pedagógicos para uso coletivo nos recreios.

A iniciativa integra o Projeto Recrear – Tempo para Brincar e está alinhada com o Projeto Educativo Municipal OdeTE 2.0, bem como com os princípios da Carta das Cidades Educadoras e da Convenção sobre os Direitos da Criança, que consagra o direito ao lazer e à brincadeira.

Cada kit é acompanhado por um conjunto de desafios criativos, incentivando as crianças a explorarem os jogos de forma livre, colaborativa e imaginativa, promovendo competências sociais, motoras e cognitivas.

A entrega simbólica dos kits decorreu junto dos alunos representantes do Jardim de Infância e da Escola do 1.º Ciclo de Odemira, na presença da Vereadora Raquel Silva. Para a vereadora com o pelouro da Educação da Câmara de Odemira, esta iniciativa visa “proporcionar momentos de alegria, partilha e aprendizagem”, destacando que “brincar é uma das formas mais genuínas e enriquecedoras de aprender”.

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Odemira promove as brincadeiras no Dia da Criança com entrega de kits educativos

O “Kit – Tempo para Brincar” foi hoje entregue pela Câmara de Odemira às crianças do ensino pré-escolar e do 1.º ciclo do ensino básico da rede pública do concelho, de modo a assinalar o Dia Mundial da Criança.

A iniciativa abrange 1523 crianças, distribuídas por 28 grupos do pré-escolar e 52 turmas do 1.º ciclo, e, segundo a autarquia, «pretende reforçar a importância do brincar no contexto escolar, através da disponibilização de materiais lúdicos e pedagógicos para uso coletivo nos recreios».

A iniciativa integra o Projeto Recrear – Tempo para Brincar e está alinhada com o Projeto Educativo Municipal OdeTE 2.0, bem como com os princípios da Carta das Cidades Educadoras e da Convenção sobre os Direitos da Criança, que consagra o direito ao lazer e à brincadeira.

Cada kit é acompanhado por um conjunto de desafios criativos, incentivando as crianças a explorarem os jogos de forma livre, colaborativa e imaginativa, promovendo competências sociais, motoras e cognitivas.

A entrega simbólica dos kits decorreu junto dos alunos representantes do Jardim de Infância e da Escola do 1.º Ciclo de Odemira, na presença da vereadora Raquel Silva.

Para a vereadora com o pelouro da Educação, esta iniciativa visa “proporcionar momentos de alegria, partilha e aprendizagem”, destacando que “brincar é uma das formas mais genuínas e enriquecedoras de aprender”.

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