Se acerca el verano y con él la temporada álgida de las playas en España. Entre los que más las visitan, sobre todo en la costa del Mediterráneo y los dos archipiélagos, son los británicos.
Este sábado, el diario The Sun publica una información en la que advierte a sus lectores que quieran visitar las costas españolas en los próximos meses que tengan cuidado con un hecho en concreto.
Este medio explica que "es frecuente ver a vendedores ambulantes paseando por la playa ofreciendo mojitos y sangría en vasos de plástico a turistas desprevenidos".
"Muchos bañistas pueden incluso pensar que estas bebidas provienen de establecimientos autorizados o de servicios de playa regulados", advierte el reportaje de The Sun.
Por eso recuerdan las recomendaciones de las autoridades locales. "Las bebidas pueden dejarse al sol durante mucho tiempo, abrirse repetidamente, mezclarse con hielo, rellenarse y luego venderse de nuevo", dice el Ayuntamiento de Palma de Mallorca.
"La gente sufre problemas estomacales durante las vacaciones y luego culpa al hotel o al restaurante. Pero muy a menudo, estas bebidas son las verdaderas culpables", dice el artículo, citando al consistorio mallorquín.
Por eso, el consejo es rechazarlo: "Vayan a un club de playa oficial, restaurante o bar con licencia", dice el artículo. "Es más limpio, más seguro, más fresco y sabes lo que estás bebiendo", concluye.
Desde o final da Segunda Guerra Mundial que não existia um número de conflitos armados entre Estados tão elevado como o registado em 2025, segundo um relatório publicado pelo Instituto de Investigação da Paz de Oslo (PRIO).
Desde o final da Segunda Guerra Mundial que não existia um número de conflitos armados entre Estados tão elevado como o registado em 2025, segundo um relatório publicado pelo Instituto de Investigação da Paz de Oslo (PRIO).
A seleção brasileira ainda juntava os cacos da eliminação para a Croácia na Copa do Mundo do Catar quando enfrentou o Marrocos em um amisto realizado em Tânger, três meses após o fim do Mundial.
De lá para cá, enquanto o Brasil passou por diversos testes com muitos nomes convocados e quatro treinadores, Marrocos manteve sua base mesmo trocando de comando – oito jogadores que estiveram em campo foram convocados para o Mundial, e sete deles jogaram como titulares.
Escalação de Brasil x Marrocos em 2023
Naquele 25 de março, o Brasil começou a partida melhor, mas Marrocos conseguiu equilibrar o jogo e abrir o placar com Boufal em uma falha coletiva de Rony e Emerson Royal.
Casemiro empatou no segundo tempo. O jogador teve chances de colocar a Amarelinha em vantagem no placar, mas os marroquinos acabaram levando a melhor no final do jogo com um gol de Sabiri em mais um erro defensivo.
Marrocos foi a campo com Bono, Hakimi, Saiss, Aguerd e Mazraoui; Amrabat, Ounahi e El Khannouss; Ziyech, Boufal e En-Nesyri no time titular.
O time titular do Brasil tinha Weverton, Emerson Royal, Éder Militão, Ibañez e Alex Telles; Casemiro e Andrey Santos; Rony , Lucas Paquetá, Vinicius Jr e Rodrygo.
Raphael Veiga, Antony, Yuri Alberto e Vitor Roque saíram do banco de reservas ao longo da partida.
Mesmo com resultados expressivos, o técnico de 50 anos vinha sendo alvo de críticas de torcedores. Durante toda a sua passagem, de setembro de 2022 a março de 2026, somou 36 vitórias em 49 partidas, além de oito empates e cinco derrotas.
… Diversas trocas no Brasil
Desde aquela derrota, a Seleção Brasileira também teve uma dança dos técnicos, e três nomes ocuparam o cargo da saída de Tite a chegada de Carlo Ancelotti.
Ramon Menezes ficou de forma interina por pouco mais de 120 dias, de março a julho de 2024. Fernando Diniz, também interino, dividiu o posto de treinador da Seleção com o de treinador do Fluminense de julho de 2023 a janeiro de 2024.
Os ataques do Irã contra Israel nesta semana foram algumas de suas iniciativas mais ousadas até agora para redefinir os limites de um confronto que, durante décadas, foi travado principalmente por meio de grupos aliados, operações encobertas e retaliações cuidadosamente calculadas.
Ao atingir Israel em resposta a ataques no Líbano, Teerã pareceu sinalizar que suas linhas vermelhas já não se limitam às próprias fronteiras — e que seus líderes estão dispostos a assumir riscos maiores.
Desde o cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã, firmado em 8 de abril, Teerã tem acusado repetidamente Israel e os EUA de enfraquecerem a trégua por meio de ações militares.
Os Estados Unidos realizaram ataques contra alvos iranianos mesmo enquanto negociações indiretas continuavam. Israel, por sua vez, lançou quase 3.500 ataques no Líbano, segundo o primeiro-ministro do país, incluindo ações na capital, Beirute, apesar das restrições impostas pelo acordo de cessar-fogo.
O Irã respondeu com uma série de ataques retaliatórios cuidadosamente calculados contra alvos dos Estados Unidos e de países do Golfo, ao mesmo tempo em que alertou que, caso a diplomacia fracassasse, estaria preparado para retomar a guerra e ampliá-la para além do Golfo Pérsico, potencialmente ameaçando rotas marítimas que se estendem do Oceano Índico ao Mar Vermelho e ao Mediterrâneo.
Entre a noite de terça-feira (9) e a madrugada de quarta-feira (10), ocorreram novos confrontos entre os Estados Unidos e o Irã após a derrubada de um helicóptero do Exército americano no início da semana, evidenciando a persistente instabilidade na região.
Ataques iranianos a Israel sinalizam mudança mais ampla
Os ataques desta semana contra Israel, no entanto, pareceram representar um passo além.
Teerã sinalizou que ações militares israelenses contra seus aliados regionais também podem provocar uma resposta direta do Irã.
O objetivo seria romper o impasse diplomático nas negociações para alcançar um acordo de paz provisório e apoiar o grupo Hezbollah.
“Revertemos a lógica do cessar-fogo que existia no papel, mas que vinha sendo repetidamente violada na prática, em campo”, afirmou na segunda-feira (8) Mohammad Bagher Ghalibaf, principal negociador iraniano nas conversações. “Enquanto não houver uma disposição genuína para construir confiança, a resposta do Irã continuará a mesma.”
O Irã tem insistido que não permitirá que Israel e os Estados Unidos continuem realizando ataques enquanto afirmam permanecer comprometidos com um cessar-fogo que, segundo Teerã, vem sendo repetidamente desrespeitado. “Sob nenhuma circunstância” o país aceitaria tal situação, declarou na segunda-feira o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmaeil Baghaei.
O movimento sugere uma mudança mais ampla em Teerã, onde uma nova geração de líderes está abandonando cada vez mais a postura cautelosa e reativa que por muito tempo definiu a estratégia da República Islâmica diante de seus adversários.
Em vez de depender principalmente da dissuasão e da paciência estratégica, esses dirigentes parecem mais dispostos a assumir riscos e a utilizar o poder militar, econômico e a influência regional do Irã para moldar os acontecimentos no Oriente Médio.
É também essa mesma liderança iraniana que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, descreveu como “mais racional” e “bastante razoável”.
“Os iranianos colocaram tanto os israelenses quanto os Estados Unidos contra a parede agora”, afirmou Aaron David Miller à jornalista Jessica Dean, da CNN. “Eles estão dispostos a correr riscos. Acreditam que estão vencendo. Não acham que o cessar-fogo esteja servindo aos seus interesses.”
Em 2020, o primeiro governo de Donald Trump rompeu um tabu de longa data ao ordenar o assassinato de Qasem Soleimani, a mais alta autoridade iraniana morta pelos Estados Unidos até então.
A resposta de Teerã, sob a liderança do então líder supremo Ali Khamenei, refletiu sua preferência por uma retaliação calculada em vez de uma escalada descontrolada: o Irã lançou um ataque com mísseis contra uma base aérea americana no Iraque após transmitir avisos prévios que deram às forças dos EUA tempo para buscar abrigo.
Em junho de 2025, quando os Estados Unidos se juntaram a Israel em ataques contra o Irã, Teerã voltou a optar por uma resposta proporcional, sinalizando que, apesar da retórica agressiva, ainda considerava necessário administrar cuidadosamente o risco de uma escalada do conflito.
Os ataques desta semana contra Israel sugerem que esse cálculo pode estar mudando. “Esta é a primeira vez em décadas que uma potência regional possui os meios, a capacidade e a disposição para empregar poder militar direto contra manobras militares israelenses ou atos de agressão contra um terceiro ator”, afirmou Trita Parsi, do Quincy Institute.
Após o ataque, o Irã alertou que estava preparado para “elevar o nível de tensão” a fim de desafiar o que descreveu como pressupostos israelenses e americanos sobre os limites de sua resposta.
“Se os israelenses e os americanos imaginam que, por meio de uma ‘tensão controlada’, podem tornar o Irã e o chamado Eixo da Resistência (rede de aliados e grupos apoiados por Teerã) previsíveis diante de seus crimes, ou limitar o tipo de resposta iraniana, estão cometendo um erro tolo”, afirmou uma fonte militar não identificada, citada pela agência de notícias Tasnim News Agency, considerada próxima à IRGC (Guarda Revolucionária do Irã).
Teerã busca criar uma “nova equação” com o objetivo de impedir que Israel atue não apenas contra o próprio Irã, mas também contra sua rede de aliados e grupos parceiros na região, afirmou Danny Citrinowicz à jornalista Becky Anderson.
“Os acontecimentos das últimas 24 horas demonstraram mais uma vez que a atual liderança iraniana acredita cada vez mais que aquilo que não pode ser alcançado por meio da diplomacia pode, em última instância, ser obtido pelo uso da força”, escreveu ele na rede social X.
Explorando fissuras na relação entre EUA e Israel
O Irã também parece estar testando a aliança entre Estados Unidos e Israel e explorando as crescentes divergências entre os dois países sobre o desfecho do conflito.
Nas últimas semanas, o presidente americano Donald Trump se distanciou publicamente em diversas ocasiões do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, insistindo que um acordo diplomático com Teerã está ao alcance e afirmando que Israel “não terá outra escolha” a não ser aceitá-lo.
Essa estratégia pode estar produzindo resultados.
Depois que o Irã atacou Israel na segunda-feira, o presidente americano Donald Trump agiu rapidamente para evitar uma nova escalada, conversando duas vezes com o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu em poucas horas, numa tentativa de convencê-lo a não retaliar.
Esmaeil Baghaei, porta-voz da diplomacia iraniana, afirmou que Washington “tem responsabilidade” pelas ações de Israel e advertiu que elas “inevitavelmente” afetariam o processo diplomático.
Enquanto isso, uma autoridade militar israelense ressaltou que as forças dos Estados Unidos não participaram dos ataques contra o Irã, embora tenham ajudado a interceptar os mísseis iranianos lançados em direção a Israel.
O Irã pode ter conseguido forçar Washington a escolher entre apoiar a liberdade de ação militar de Israel ou preservar o caminho diplomático com Teerã.
A pressão exercida por Trump sobre Netanyahu “acrescentou mais uma ficha à mesa” para o Irã, afirmou Aaron David Miller, referindo-se ao novo poder de barganha conquistado por Teerã. “Isso levará à criação de uma nova norma.”
Por dentro, a casa foi desenhada para famílias ou para quem procura uma solução com divisões separadas. Inclui três quartos, uma casa de banho de 5,2 metros quadrados e uma sala de estar com cozinha integrada
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A França sediará uma cúpula do G7 na próxima semana, mas são os comerciantes da vizinha Suíça que já começaram a proteger seus estabelecimentos, fechando fachadas com painéis de madeira antes de um protesto anti-G7 que deve percorrer Genebra neste fim de semana.
Autoridades de segurança de Genebra apresentaram, na quinta-feira (11), seus planos para o protesto de domingo (14), que deve reunir cerca de 50 mil pessoas. As medidas incluem o fechamento e controle de 27 postos de fronteira entre França e Suíça a partir da noite de sexta-feira (12).
Os líderes do G7 desembarcarão em Genebra, na região francófona do oeste da Suíça, antes de serem transportados pela fronteira até o local da cúpula, na cidade francesa de Évian-les-Bains.
A Suíça está mobilizando 4 mil soldados em seu território para garantir a segurança durante os três dias de reunião dos líderes de Reino Unido, Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão e Estados Unidos, além da União Europeia, informou o Exército na semana passada.
A França anunciou o envio de 8 mil policiais para a cúpula em Évian, que começa na segunda-feira.
Dezenas de lojas em Genebra foram protegidas com tapumes devido ao temor de danos durante a manifestação.
Damien Gall, proprietário da empresa de carpintaria Espace, afirmou que sua equipe instalou mais de 2 mil metros quadrados de painéis de madeira para ajudar empresas a proteger seus imóveis.
O taxista Lamine Lasbet disse que os preparativos para o protesto estão causando um impacto “catastrófico” nos negócios. “Vamos ficar em casa, para ser sincero. Serão três ou quatro dias sem trabalhar”, afirmou.
Impacto econômico
Alguns moradores de Genebra demonstraram preocupação com os efeitos da cúpula na cidade.
“Genebra não fica na França, então o problema está transbordando para outro país”, disse Eric Affolter, dono de uma loja de souvenirs. Ele relembrou os danos causados a propriedades em 2013, quando uma cúpula do então G8 foi realizada em Évian e manifestantes entraram em confronto com a polícia na margem esquerda de Genebra.
Carole-Anne Kast, integrante da administração local, afirmou que o cantão de Genebra provavelmente terá de gastar cerca de US$ 25 milhões em custos de segurança.
Segundo ela, as autoridades têm buscado reduzir ao máximo os riscos de violência e danos ao patrimônio.
Héctor Rusthenford Guerrero Flores, conocido con el alias Niño Guerrero, fue durante años el máximo líder del Tren de Aragua, la organización criminal surgida en Venezuela que logró extender su influencia por gran parte de América Latina. Nacido en Maracay, estado Aragua, inició su historial delictivo vinculado a robos, tráfico de drogas y otros delitos comunes, hasta convertirse en uno de los criminales más buscados de la región.
Su primera captura ocurrió en 2010, tras ser acusado de diversos delitos, incluido el homicidio de un policía. Aunque fue recluido en la cárcel de Tocorón, logró escapar en 2012. Un año después fue recapturado y regresó a la cárcel, donde reforzó su poder como peligroso criminal. Desde prisión asumió el control del Tren de Aragua y transformó a Tocorón en el principal centro de operaciones de la banda.
Varias investigaciones señalan que bajo su liderazgo la organización fortaleció actividades como la extorsión, el narcotráfico, la trata de personas, los secuestros y los homicidios. Al mismo tiempo, el Tren de Aragua inició una rápida expansión fuera de Venezuela, estableciendo su presencia en países como Colombia, Perú, Ecuador, Bolivia y Chile. Para entonces, la organización ya era considerada una de las principales amenazas del crimen organizado en la región.
El paradero de Guerrero se convirtió en un misterio tras la intervención militar de Tocorón en septiembre de 2023, cuando las autoridades venezolanas retomaron el control de la cárcel sin encontrarlo. Desde entonces permaneció prófugo y era requerido por organismos de seguridad de varios países. Sobre él pesaba una recompensa de cinco millones de dólares ofrecida por Estados Unidos, que además lo acusaba de liderar una estructura criminal transnacional responsable de múltiples delitos en el continente.
Inscrição tinha sido colocada há menos de seis meses na fachada do Centro John F. Kennedy para as Artes Performativas, em Washington. Remoção do nome do presidente é uma resposta à decisão de um juiz federal que considerou ilegal a mudança de nome do centro. Democratas acusam Trump de “narcisismo”
Empresa norte-americana de IA diz que se trata de uma diretiva de última hora de controlo de exportações, que a obriga a impedir o acesso ao serviço por parte de estrangeiros por motivos de segurança nacional
Héctor Guerrero Flores, conocido como 'Niño Guerrero' y líder de la organización criminal venezolana Tren de Aragua, ha sido eliminado durante un ataque de EEUU coordinado "estrechamente" con Venezuela. El propio presidente estadounidense, Donald Trump, anunciaba la muerte del 'Niño Guerrero' en su red Truth Social junto a las imágenes de la operación militar que ha acabado con su vida.
En palabras de Trump, ha sido un "enérgico ataque, rápido y letal, para ejecutar con éxito a 'Niño Guerrero', el infame líder del Tren de Aragua, una de las organizaciones terroristas más sanguinarias del planeta Tierra".
El vídeo muestra un bombardeo llevado a cabo por el Comando Sur de EEUU sobre una vivienda en la que supuestamente se encontraba el 'Niño Guerrero'.
Por su parte, el Gobierno venezolano ha confirmado la operación contra el 'Niño Guerrero' llevada cabo este viernes junto a Estados Unidos, que ha tenido lugar en el estado de Bolívar, al sureste del país.
"Durante el desarrollo de la operación se produjeron enfrentamientos con integrantes de estas estructuras criminales, en los que resultó neutralizado Héctor Rusthenford Guerrero Flores, alias 'Niño Guerrero', cabecilla de una organización criminal", ha informado el Ministerio de Comunicación e Información venezolano en un comunicado.
Según Venezuela, el operativo ha contado con apoyo tecnológico especializado y se ha desarrollado mediante mecanismos de cooperación e intercambio de información de inteligencia entre las autoridades de ambos países.
"Como resultado, los terroristas del Tren de Aragua ya no cuentan con refugio seguro en Venezuela ni en ningún otro lugar. Bajo mi liderazgo, encontraremos a estos despiadados asesinos y capos de la droga dondequiera que estén y los enviaremos a las profundidades del infierno, que es donde pertenecen", ha manifestado el presidente de EEUU, Donald Trump, en su mensaje en Truth Social donde anunciaba la muerte de Guerrero.
El 'Niño Guerrero' era uno de los delincuentes más buscados de Suramérica y EEUU ofrecía una recompensa de cinco millones de dólares. El hasta ahora líder del Tren de Aragua llevaba huido de la justicia desde 2023, tras un operativo de las autoridades venezolanas en la cárcel de Tocorón, considerada la base de operaciones de esta organización criminal que ha ido extendiendo sus tentáculos por América Latina hasta llegar a EEUU, donde la Administración Trump la calificó de organización terrorista.
Tras el supuesto desmantelamiento de la banda durante la intervención en la cárcel en 2023, los organismos de seguridad del Estado venezolano publicaron en redes sociales una imagen con fotografías de Guerrero, su nombre y número de documento de identificación, así como los delitos por los que era buscado: homicidio, secuestro y terrorismo.
Su muerte ahora a manos de EEUU y Venezuela se produce cinco meses después de la captura de Nicolás Maduro por parte de Estados Unidos, que acusaba al Gobierno del líder chavista de cooperar con la organización criminal Tren de Aragua, vinculada a extorsiones, secuestros, tráfico y trata de personas.
El número de conflictos armados entre Estados alcanzó en 2025 su nivel más alto desde el final de la Segunda Guerra Mundial, hace ocho décadas, duplicando la cifra de 2024, según un informe publicado por el Instituto de Investigación para la Paz de Oslo (PRIO), que apunta además que el año pasado fue el tercero más mortífero desde 1989, con 245.000 muertos por violencia relacionada con los combates.
El informe, titulado 'Tendencias del conflicto: una revisión global, 1946-2025)', documentó ocho conflictos interestatales en 2025: la guerra entre Rusia y Ucrania, el conflicto entre India y Pakistán, los combates entre Afganistán y Pakistán, los enfrentamientos entre Tailandia y Camboya y múltiples enfrentamientos interestatales vinculados con el conflicto en Oriente Próximo, incluidos Israel, Irán, Yemen y Estados Unidos.
"El resurgimiento de conflictos interestatales a esta escala es profundamente preocupante", ha resaltado Siri Aas Rustad, directora de investigación del PRIO y autora principal del informe, quien ha destacado que "durante décadas, las guerras civiles dominaron los conflictos mundiales".
"Ahora estamos presenciando un peligroso resurgimiento de enfrentamientos directos entre Estados, impulsados por la rivalidad geopolítica, las disputas fronterizas y la escalada regional, especialmente en Oriente Próximo", ha indicado en la presentación del informe, fundamentado en datos del Programa de Datos sobre Conflictos de Uppsala (UCDP).
Estos datos reflejan que 245.000 personas murieron por incidentes relacionados con la batalla, una cifra impulsada por tres conflictos: la invasión rusa de Ucrania, la guerra en Sudán -incluidas las matanzas perpetradas por las paramilitares Fuerzas de Apoyo Rápido (RSF) en El Fasher, Darfur-, y los bombardeos de Israel contra la Franja de Gaza.
El PRIO señala que los elevados niveles de muertos están a menudo impulsados por unos pocos conflictos a gran escala y puntualiza que, si bien antes de 2020 era frecuente ver uno de estos conflictos a la vez, durante los últimos años se ha producido una acumulación de estos conflictos al mismo tiempo.
El aumento de muertos entre 2024 y 2025 -pasando de 188.000 a 245.000- está impulsado principalmente por la violencia en Sudán, con unos 60.000 asesinados en la última semana de octubre de 2025 a manos de las RSF en El Fasher, según datos del UCDP, que reflejan también que el número de fallecidos casi se duplicó en República Democrática del Congo (RDC), principalmente por la ofensiva lanzada a principios de año por el grupo rebelde Movimiento 23 de Marzo (M23).
Sin embargo, puntualiza que los números de muertos contemplan los fallecidos en combate -lo que incluye a los muertos en conflicto o por ataques, tanto combatientes como civiles-, pero excluye a un "enorme número" de muertos de forma indirecta a causa de la falta de infraestructura e instalaciones sanitarias y la inseguridad alimentaria, así como los heridos en un ataque que perecieron posteriormente por sus heridas.
Por ello, incide en que, si bien las cifras reflejan el nivel de conflicto en el mundo, son cálculos conservadores, especialmente debido a que el número de muertes indirectas es difícil de verificar "debido a la falta de datos fiables" que permitan realizar una estimación aproximada.
Máximos de conflictos estatales
El informe apunta que en 2025 se registró también el mayor número de conflictos estatales desde 1946, con 65 conflictos -seis más que el máximo registrado hasta la fecha-, y unos 153.000 muertos, un dato solo inferior a los documentados en 2021, 2022 y 2024, lo que refleja un persistente nivel elevado de violencia estatal, con más muertos en los últimos cinco años que en los 20 anteriores a 2021.
Durante 2025, estos 65 conflictos fueron documentados en 35 países, un aumento en ambos campos respecto a 2024. Además, durante la última década ha aumentado la diferencia entre el número de conflictos y el número de países en conflicto, lo que implica un repunte de los países que son escenario de múltiples conflictos simultáneos -con Birmania, con cinco, e Israel, con dos conflictos civiles y tres internacionales-.
En la lista de países con varios conflictos figuran también Afganistán, Camerún, Malí, Nigeria y Pakistán, con tres; mientras que 16 de los 35 tienen un único conflicto. Este hecho "refleja también una creciente complejidad en las dinámicas de conflicto, con más actores implicados", tal y como explica el PRIO, que remarca que esto tiene "importantes implicaciones para cómo se analiza y responde" a estos conflictos.
Rustad ha hecho hincapié en que "los conflictos hoy están cada vez más interconectados" y ha agregado que "implican a más actores, frentes superpuestos y una mayor propagación regional". "Eso hace que sean mucho más difíciles de resolver y eleva de forma significativa el riesgo de guerras regionales más amplias", ha argumentado.
Descenso de los conflictos no estatales
Por otra parte, los conflictos no estatales registraron un ligero descenso en 2025, pasando a 75 respecto a los 79 del año anterior, tal y como apunta el PRIO, que agrega que muchos de los mismos son "de baja intensidad", lo que "afecta a la volatilidad en el número de conflictos de un año a otro, dado que muchos de ellos estallan de forma puntual".
El número de muertos fue de cerca de 14.500 en 2025, representando una cifra descendiente desde 2020, con una bajada particularmente acusada en la violencia letal entre cárteles mexicanos. Por contra, el número de muertes se ha estabilizado a un nivel "sustancialmente más alto" que el del periodo previo a 2013.
El continente con un mayor número de conflictos no estatales es África, con un total de 34 -incluidos catorce en Nigeria, país al que se suman Sudán del Sur y Etiopía como naciones con numerosos conflictos no estatales-. Por detrás figura América, con 32 conflictos de este tipo, la mayoría en Brasil, Colombia y México.
A estas cifras se suman 76.500 muertos a causa de violencia unilateral contra civiles, principalmente a causa de las acciones de actores no estatales en Sudán, entre los que destacan las RSF. La cifra es la mayor desde el genocidio en Ruanda en 1994, mientras que el número de actores responsables de este tipo de violencia alcanzó los 55, también un máximo histórico. Además, 5.900 personas murieron a manos de fuerzas gubernamentales.
África y Oriente próximo, epicentros
En este contexto, África sigue un año más como la región con una cifra mayor de conflictos estatales y no estatales en 2025, mientras que Oriente Próximo registró su máximo número de conflictos estatales en la historia, mientras que Asia llegó a su máximo documentado desde mediados de la década de los noventa.
El informe apunta a que el nivel de la violencia no está confinada en una región, sino que supone un reflejo de un deterioro más amplio de la seguridad a nivel internacional. "Los datos apuntan a un mundo que avanza en la dirección equivocada: más guerras, más conflictos internacionalizados y un coste humano mucho mayor", ha lamentado Rustad.
De esta forma, el informe destaca que "el nivel de violencia está aumentando y ahora es parte de una tendencia más larga y no un pico", antes de agregar que "ha surgido un nuevo nivel de referencia más elevado de violencia global", especialmente teniendo en cuenta que el periodo posterior a 2013 fue más violento que el anterior a este año, incluida la Guerra Fría.
"El creciente número de conflictos internacionales refleja una tensión global cada vez mayor. La creciente complejidad plantea serios desafíos para los actores internacionales y humanitarios, como en Sudán, lo que dificulta cada vez más desenvolverse y operar en el contexto del conflicto", reseña el documento.
El ministro iraní de Exteriores, Abás Araqchí, ha afirmado que Irán podría firmar un memorando de entendimiento con Estados Unidosen "los próximos días", de manera digital y no presencial. "Estamos más cerca que nunca en estos momentos y esperamos que se produzca en los próximos días", ha dicho Araqchí en unas declaraciones en la televisión estatal iraní. Pese a todo, lo cierto es que por el momento las tensiones en Ormuz continúan y este mismo sábado Estados Unidos ha informado del derribo de nuevos drones sobre Ormuz.
"Si se aprueba, el acuerdo se firmará de manera remota", ha asegurado el jefe de la diplomacia iraní sobre ese posible acuerdo, contradiciendo las informaciones procedentes de Estados Unidos que apuntan a una posible rúbrica en una ciudad europea.
Según la versión de Araqchí, el acuerdo cuenta con dos partes, la primera hace referencia a la liberación de activos iraníes bloqueados en el extranjero, al levantamiento del bloqueo tanto estadounidense como iraní de Ormuz y el fin de las hostilidades en todos los frentes, incluido el Líbano. El diplomático asegura además que Irán establecerá un sistema de control de Ormuz, por donde transitaba el 20% del petróleo mundial antes de la guerra. En la segunda parte del acuerdo se abordaría más adelante la cuestión nuclear, según el político iraní. Araqchí ha considerado además que "Irán es el ganador de la guerra con Estados Unidos", país que no pudo, en su opinión, derrotar a la República Islámica.
Desde Estados Unido también se espera firmar "en los próximos días” un acuerdo que cumpliría los "objetivos principales" del presidente, Donald Trump, como reabrir el estrecho de Ormuz y poner las bases para desmantelar el programa nuclear iraní, ha declarado este viernes un alto cargo de la Administración.
"Esperamos firmar este acuerdo en los próximos días. No puedo darle una fecha exacta", ha declarado bajo condición de anonimato un funcionario en una llamada con periodistas en la que dijo que confía en un 85% en que se podrá firmar el acuerdo.
Con todo, a pesar de la aparente inminente firma de un acuerdo, lo cierto es que las tensiones continúan en Ormuz. La televisión estatal iraní informó este viernes de que su armada había atacado un buque que trataba de cruzar el estrecho "sin permiso" mientras que Estados Unidos denunció que Irán lanzó drones en el estratégico paso. Así, el Ejército estadounidense ha anunciado que ha derribado en las últimas horas varios aviones iraníes no tripulados con carga explosiva que iban dirigidos contra el tránsito comercial del estrecho de Ormuz.
En un comunicado publicado este sábado a primera hora, el Mando Central del Ejército de EEUU ha informado de que ha "interceptado" todos los aviones y que "el tráfico marítimo" sobre el estrecho no se ha visto alterado.
Este anuncio ocurre así en un día de renovado optimismo sobre la posible firma de un acuerdo preliminar entre Estados Unidos e Irán para consolidar un alto el fuego que serviría de marco a un mínimo de dos meses de negociaciones de paz, a tenor de las señales mandadas este viernes por la mediación paquistaní.
A participação na luta pela independência em África abriu as portas do poder a mulheres como a angolana Maria Mambo Café e a moçambicana Graça Machel, defende a historiadora britânica Paula Bartley.
A participação na luta pela independência em África abriu as portas do poder a mulheres como a angolana Maria Mambo Café e a moçambicana Graça Machel, defende a historiadora britânica Paula Bartley.
Un avión de transporte militar Antonov An-32 de la Fuerza Aérea India se estrelló este sábado mientras realizaba las maniobras de aterrizaje en la base de Jorhat, situada en el estado nororiental de Assam.
Aunque los equipos de emergencia se desplazaron de inmediato al lugar del siniestro para iniciar las labores de rescate, las autoridades militares aún no han ofrecido un balance sobre el estado de la tripulación ni el número de víctimas, informa la agencia TASS.
La Fuerza Aérea India ya ha anunciado la creación de una comisión especial que se encargará de investigar a fondo las causas técnicas u operativas que provocaron el accidente del avión, de fabricación rusa.
El Antonov An-32 es un avión de transporte militar bimotor desarrollado por la Unión Soviética en la década de 1970, diseñado para operar en condiciones extremas y pistas de difícil acceso. Gracias a sus potentes motores turbohélice, puede despegar y aterrizar en aeropuertos situados a gran altitud y en regiones con climas cálidos, lo que lo ha convertido en una aeronave muy utilizada por fuerzas aéreas de varios países.
Quando teve a ideia de criar a Space X, Elon Musk dava-lhe menos de dez por cento de hipóteses de sucesso. As expectativas foram largamente ultrapassadas e Musk tornou-se no primeiro trillionaire
Quando teve a ideia de criar a Space X, Elon Musk dava-lhe menos de dez por cento de hipóteses de sucesso. As expectativas foram largamente ultrapassadas e Musk tornou-se no primeiro trillionaire
El ministro iraní de Exteriores, Abás Araqchí, afirmó que Irán podría firmar un memorando de entendimiento con Estados Unidos en “los próximos días”, de manera digital y no presencial. “Estamos más cerca que nunca en estos momentos y esperamos que se produzca en los próximos días”, dijo Araqchí en unas declaraciones en la televisión estatal iraní. “Si se aprueba, el acuerdo se firmará de manera remota”, aseguró el jefe de la diplomacia iraní, contradiciendo las informaciones procedentes de Estados Unidos que apuntan a una posible rúbrica en una ciudad europea.
Según la versión de Araqchí, el acuerdo cuenta con dos partes, la primera hace referencia a la liberación de activos iraníes bloqueados en el extranjero, al levantamiento del bloqueo tanto estadounidense como iraní de Ormuz y el fin de las hostilidades en todos los frentes, incluido el Líbano. El diplomático aseguró además que Irán establecerá un sistema de control de Ormuz, por donde transitaba el 20 % del petróleo mundial antes de la guerra. En la segunda parte del acuerdo se abordaría más adelante la cuestión nuclear, según el político iraní.
Araqchí consideró que “Irán es el ganador de la guerra con Estados Unidos”, país que no pudo, en su opinión, derrotar a la República Islámica. Desde Estados Unido también se espera firmar "en los próximos días” un acuerdo que cumpliría los "objetivos principales" del presidente, Donald Trump, como reabrir el estrecho de Ormuz y poner las bases para desmantelar el programa nuclear iraní, declaró este viernes un alto cargo de la Administración.
"Esperamos firmar este acuerdo en los próximos días. No puedo darle una fecha exacta", declaró bajo condición de anonimato un funcionario en una llamada con periodistas en la que dijo que confía en un 85 % en que se podrá firmar el acuerdo. A pesar de la aparente inminente firma de un acuerdo las tensiones continúan en Ormuz. La televisión estatal informó anoche de que la armada iraní atacó un buque que trataba de cruzar el estrecho “sin permiso” mientras que desde Estados Unidos denunció que Irán lanzó drones en el estratégico paso.