Reading view

‘The flight costs €15, we’re not going to give you a foot massage’: Have we normalized being treated badly by advertising?

“Random seat? You’ll lose the window.” “The flight costs €15, we’re not going to give you a foot massage.” “You paid for a seat, not a throne.” Ryanair’s official Spanish account on X has posted messages like these over the past month. Far from causing outrage, they have become almost routine. The Irish low-cost carrier has long embraced an acidic, at times offensive, communication style. But it is not alone. Other brands such as U.S. burger chain Wendy’s or even language learning app Duolingo show that provocation has become a marketing lingua franca.

Seguir leyendo

© swim ink 2 llc (Corbis via Getty Images)

A British advertisement for learning Esperanto from the 1930s.
  •  

Coca-Cola substitui garrafas após roubo de rótulo por figurinhas da Copa

A Coca-Cola precisou fazer substituições pontuais de garrafas do seu refrigerante por causa de roubos dos rótulos que contém figurinhas da Copa do Mundo 2026 nos mercados.

O refrigerante não pode ser vendido sem o código de barras, e por isso, a empresa necessita fazer a troca dos produtos.

Além dos pacotes de figurinhas da Copa que podem ser adquiridas em bancas ou outros comércios para preencher o álbum comemorativo, os colecionadores também podem ganhar de brinde.

A Coca faz essa ação desde 2022 e afirma que tem resultados positivos desde então.

Em nota, a Coca-Cola esclarece que sua promoção sazonal de figurinhas não gera preocupação e não tem gerado impactos para a companhia.

“A iniciativa, realizada desde 2022, tem registrado resultados positivos e elevada adesão dos consumidores, conforme o previsto”, diz a empresa.

Nos casos em que forem identificadas embalagens danificadas ou sem rótulo, os estabelecimentos podem acionar os times comerciais responsáveis pelo seu atendimento para adoção dos procedimentos cabíveis, incluindo a substituição dos produtos afetados.

A Coca-Cola orienta que os consumidores não adquiram produtos com sinais de violação ou adulteração de rótulos.

  •  

Anvisa recolhe lote da água Crystal após detectar bactéria em análise

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou o recolhimento e a suspensão da venda, distribuição e uso de um lote de água mineral sem gás da marca Crystal, que é parte do sistema Coca-Cola, e fabricada pela Mineração Bom Jesus Ltda, em Luziânia (GO).

Segundo a Anvisa, a medida foi tomada após um laudo técnico identificar a presença da bactéria pseudomonas aeruginosa em amostra do produto coletada durante ação de rotina da Diretoria de Vigilância Sanitária do Distrito Federal para análise de alimentos.

O lote que está sendo retirado do mercado é o LZ1 VAL200127 3 P 200126, que aparece no rótulo da garrafa, e foi fabricado em 20/1/2026, com data de validade em 20/01/2027.

A orientação da Anvisa é que o consumidor não consuma o produto do lote. Caso tenham o produto em casa, também precisam aguardar as orientações públicas da empresa sobre devolução e reembolso.

Segundo a fabricante, o lote tem 374,4 mil garrafas de 500 ml. As unidades foram distribuídas no Distrito Federal (230.443), em cidades vizinhas de Goiás (66.768), em Tocantins (1.439) e no interior de São Paulo (75.750).

O que fazer se tiver o produto em casa

A orientação da Anvisa é que o consumidor não consuma o produto do lote. Caso tenham o produto em casa, também precisam aguardar as orientações públicas da empresa sobre devolução e reembolso.

De acordo com as informações apresentadas pela empresa à Anvisa, o recolhimento do produto foi iniciado imediatamente em distribuidoras, e cerca de 99,2% das unidades do lote já não estariam mais disponíveis nas prateleiras para compra pelo consumidor.

Segundo a empresa, consumidores que possuam unidades do lote P 200126 (leia-se na embalagem LZ1 VAL 200127 3 P 200126) devem entrar em contato com o SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) para orientações sobre substituição ou reembolso pelo telefone 0800-061-5000 ou email contato@brasal.com.br.

Como foi o teste que encontrou a bactéria

O teste de contraprova, que gerou o Laudo de Análise Fiscal Definitivo, foi realizado conforme previsão do Guia para Harmonização de Procedimentos no Âmbito do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS), e o resultado confirmou a presença da bactéria na amostra analisada. Com isso, a Divisa/DF determinou a interdição local e comunicou o caso à Anvisa.

A decisão sobre o recolhimento voluntário do produto pela empresa foi publicada pela agência reguladora foi publicada nesta quarta (3).

Segundo a fabricante, não havia ainda registro de reclamações de consumidores relacionadas a esse lote nos canais oficiais de atendimento.

O que diz a empresa

A Mineração Bom Jesus informa que está finalizando o recolhimento preventivo e voluntário. O lote, segundo a empresa, foi envasado em janeiro, e foi comercializado no Distrito Federal, em municípios do Tocantins (Arraias, Combinado e Novo Alegre), de Goiás (Águas Lindas de Goiás, Luziânia, Novo Gama, Valparaíso de Goiás, Cidade Ocidental, Santo Antônio do Descoberto, Planaltina de Goiás e Cristalina, Formosa, Campos Belos, Alexânia, Abadiânia e Catalão) e nas cidades de Sorocaba, Itapetininga, Itu, São Roque e Tatuí (SP).

Durante ação de fiscalização da Vigilância Sanitária, em março, em um ponto de venda localizado no Distrito Federal, foi identificada a presença de Pseudomonas aeruginosa em uma amostra coletada. A empresa diz que, desde a notificação, foram realizadas análises em mais de 300 amostras no processo e nos produtos, todas com resultados negativos para microrganismos indicadores de contaminação. A empresa acredita que o lote já não esteja mais disponível no mercado.

Fiscalização

A Anvisa reforça que a medida se aplica exclusivamente às unidades do lote LZ1 VAL 200127, fabricado em 20/1/2026, com data de validade em 20/01/2027, produzido na unidade de Luziânia, município localizado a cerca de 60 km de Brasília. Além do recolhimento, a medida impede a venda, a distribuição e o uso das unidades desse lote.

A empresa também protocolou documentos junto à Anvisa demonstrando a realização de investigação interna abrangente para avaliar a ocorrência e suas possíveis causas. Representantes da empresa se reuniram com a Agência, prestaram esclarecimentos e vêm cooperando com as autoridades sanitárias, adotando providências de forma diligente.

A investigação sobre o caso segue em andamento, com acompanhamento da Anvisa e das vigilâncias sanitárias envolvidas. Até o momento, as informações disponíveis, incluindo o laudo fiscal e as evidências apresentadas, indicam ocorrência restrita ao lote informado. (Luciana Lazarini/FOLHAPRESS)

The post Anvisa recolhe lote da água Crystal após detectar bactéria em análise appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.

  •  
❌