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Descubra os melhores bairros e opções de onde ficar em Buenos Aires

Escolher a região certa para se hospedar pode transformar completamente sua experiência na capital argentina. A escolha do hotel e região onde ficar em Buenos Aires depende muito do perfil do visitante e de seus gostos pessoais. Cada bairro oferece características únicas, desde a elegância europeia da Recoleta até a modernidade de Puerto Madero, passando pela vida noturna vibrante de Palermo.

A histórica Recoleta é considerada o melhor lugar para se hospedar em uma primeira viagem à capital portenha. Para quem busca hotéis baratos com boa localização, explorar as diferentes regiões da cidade permite encontrar opções que combinam conforto e praticidade sem comprometer o orçamento.

Recoleta: elegância e localização privilegiada

A Recoleta é onde as manhãs são mais bonitas em Buenos Aires e é a melhor localização para se hospedar pela primeira vez na cidade. Este bairro aristocrático encanta com sua arquitetura de inspiração francesa, ruas arborizadas e atmosfera sofisticada que remete à Paris.

Escolhendo se hospedar na Recoleta, você fica no meio do caminho entre as atrações turísticas do Centro e os restaurantes badalados de Palermo, com transporte público sempre à mão. O cemitério da Recoleta, a livraria El Ateneo Grand Splendid e diversos museus estão a poucos passos de distância, tornando a região ideal para quem aprecia cultura e história.

A variedade de hospedagens atende desde viajantes econômicos até quem busca luxo, com hotéis boutique e opções cinco estrelas espalhados pelas elegantes avenidas do bairro.

Palermo: vida noturna e gastronomia de primeira

Palermo é considerado um dos melhores bairros em Buenos Aires, muito pela diversidade de subdivisões regionais, com zonas conhecidas como Palermo Botânico, Palermo Soho, Palermo Viejo, Palermo Hollywood e Palermo Chico.

Palermo Soho: charme e criatividade

Palermo Soho concentra os melhores cafés, restaurantes autorais e lojas de design da cidade. É o bairro mais badalado não só de Palermo, mas também de Buenos Aires, com seu delicioso ambiente de ruas arborizadas repletas de antigas casas restauradas onde funcionam restaurantes, bares, lojas, cafeterias e galerias de arte.

Palermo Hollywood: entretenimento e modernidade

Esta subdivisão ganhou fama por abrigar produtoras de TV e cinema, além de oferecer excelente vida noturna. Palermo é uma enorme zona com tudo o necessário para a comodidade do visitante, com áreas verdes, muitos restaurantes, preços médios, boa comunicação e segurança, sendo bem conectado ao centro por ônibus e metrô.

Palermo para famílias

Palermo possui qualidades semelhantes ao microcentro e muitos dos lugares para ir com crianças estão nesse bairro. Os Bosques de Palermo, o Jardim Japonês e diversas praças tornam a região perfeita para quem viaja com os pequenos.

Fonte: Unsplash

Centro e Microcentro: praticidade e história

No Centro há várias alternativas de transporte e muitos pontos turísticos estão localizados aqui, facilitando sua vida na hora de explorar a cidade, além de os preços não costumarem ser tão altos quando comparados com bairros mais modernos.

O Obelisco, o Teatro Colón, a Casa Rosada e a Plaza de Mayo estão todos nesta região. Os hotéis costumam oferecer os melhores preços da capital. No entanto, é importante considerar que durante a semana o movimento é intenso e à noite as ruas ficam mais desertas.

Pela primeira vez em Buenos Aires onde ficar, o Microcentro oferece a vantagem de estar próximo das principais atrações turísticas, permitindo fazer muitos passeios a pé e economizar com transporte.

San Telmo: tradição e autenticidade

Mais antigo bairro da cidade, San Telmo é a Buenos Aires da nossa imaginação, com suas ruas de paralelepípedo entre casarões coloniais onde se espera que comece a soar um tango a qualquer momento.

A famosa feira de antiguidades aos domingos na Plaza Dorrego atrai multidões. San Telmo é uma boa opção de hospedagem, principalmente para quem quer economizar um pouco ou ter uma experiência mais autêntica. O bairro oferece excelentes opções gastronômicas e uma atmosfera boêmia única.

Puerto Madero: modernidade e sofisticação

Puerto Madero é o bairro mais novo da cidade, bonito, muito seguro e também mais caro, onde as ruas levam nomes de mulheres. Esta região planejada surgiu da renovação dos antigos diques portuários e hoje concentra restaurantes sofisticados, hotéis modernos e edifícios de arquitetura contemporânea.

Puerto Madero é a pedida para quem quer hotéis novos e modernos. A Reserva Ecológica Costanera Sur e o icônico Puente de la Mujer são atrações imperdíveis. Apesar de mais afastado, o bairro oferece segurança e tranquilidade incomparáveis.

Onde ficar em Buenos Aires com família

Onde ficar em Buenos Aires com familia requer atenção especial às comodidades e localização. A melhor categoria para ficar com crianças e bebês é a que se assemelha mais a uma casa, como os apart-hotéis, apartamentos ou casas de temporada, principalmente por conta da cozinha que permite o preparo de lanches e refeições.

O microcentro é estruturado e seguro, enquanto Palermo possui qualidades semelhantes e muitos dos lugares para ir com crianças estão nesse bairro. Hotéis com piscina, quartos espaçosos e proximidade de parques são diferenciais importantes para famílias.

Opções como apart-hotéis oferecem mais espaço e flexibilidade, permitindo que as crianças tenham áreas separadas e os pais possam preparar refeições quando necessário, tornando a estadia mais confortável e econômica.

Dicas práticas para escolher sua hospedagem

  • Transporte: verifique a proximidade de estações de metrô (subte) para facilitar deslocamentos
  • Segurança: bairros como Recoleta, Palermo e Puerto Madero são considerados os mais seguros
  • Orçamento: o Centro oferece melhores preços, enquanto Recoleta e Puerto Madero são mais caros
  • Perfil da viagem: turismo cultural favorece Recoleta e Centro; vida noturna aponta para Palermo
  • Duração: estadias curtas se beneficiam da centralidade; viagens longas podem explorar bairros residenciais

Os melhores bairros para se hospedar em Buenos Aires de acordo com hóspedes são Palermo, Centro e Recoleta. Cada um oferece vantagens específicas que atendem diferentes estilos de viajantes.

Perguntas frequentes

Qual é o bairro mais seguro para se hospedar em Buenos Aires?

Recoleta, Palermo e Puerto Madero são considerados os bairros mais seguros da cidade, com boa iluminação, movimento constante e infraestrutura turística consolidada. Todos oferecem tranquilidade para caminhar tanto durante o dia quanto à noite.

Vale a pena se hospedar longe do centro para economizar?

Depende do seu perfil. Se você planeja usar muito transporte público e tem tempo disponível, bairros mais afastados podem oferecer preços melhores. No entanto, considere o custo e tempo de deslocamento, que podem compensar a economia na hospedagem.

Onde ficar hospedado em Buenos Aires para aproveitar a vida noturna?

Palermo, especialmente Palermo Soho e Palermo Hollywood, é a melhor escolha para quem quer aproveitar bares, restaurantes e vida noturna. A região concentra os estabelecimentos mais badalados e mantém movimento até tarde da noite.

Fonte: Unsplash

A diversidade de bairros torna Buenos Aires um destino versátil, capaz de atender desde viajantes econômicos até aqueles que buscam experiências luxuosas. Compreender as características de cada região permite tomar decisões mais acertadas sobre onde ficar em Buenos Aires.

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Brasil aparece em 6º lugar no ranking das seleções mais valiosas do mundo

O futebol de seleções se consolidou como uma indústria multibilionária, e o valor de mercado dos elencos nacionais passou a refletir não apenas o desempenho esportivo, mas também a força econômica das principais potências do esporte.

O chamado “valor de plantel” representa a soma das avaliações individuais de todos os jogadores convocáveis de uma seleção. Levantamento elaborado com base em dados da Transfermarkt e da Sports Value aponta a Inglaterra como a seleção mais valiosa do mundo em 2026.

De acordo com o ranking, o elenco inglês está avaliado em aproximadamente € 1,62 bilhão, o equivalente a R$ 9,44 bilhões. A França aparece na segunda colocação, com valor estimado em R$ 8,57 bilhões, seguida pela Espanha, com R$ 7,64 bilhões.

A Alemanha ocupa o quarto lugar, com um plantel avaliado em R$ 5,89 bilhões, enquanto Portugal aparece logo atrás, com R$ 5,63 bilhões.

O Brasil surge na sexta posição entre as seleções mais valiosas da Copa do Mundo de 2026, com valor de mercado estimado em R$ 5,28 bilhões. O ranking é influenciado pela presença de atletas que atuam nos principais clubes da Europa e possuem elevado valor de transferência no mercado internacional.

Confira as 10 seleções mais valiosas da Copa do Mundo de 2026:

  1. Inglaterra — R$ 9,44 bilhões
  2. França — R$ 8,57 bilhões
  3. Espanha — R$ 7,64 bilhões
  4. Alemanha — R$ 5,89 bilhões
  5. Portugal — R$ 5,63 bilhões
  6. Brasil — R$ 5,28 bilhões
  7. Holanda — R$ 4,45 bilhões
  8. Argentina — R$ 4,44 bilhões
  9. Bélgica — R$ 3,25 bilhões
  10. Turquia — R$ 3,06 bilhões

O ranking evidencia a concentração de talentos nas principais ligas europeias e mostra como o mercado do futebol influencia diretamente a valorização das seleções nacionais às vésperas da Copa do Mundo de 2026.

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EUA divulgam lista de produtos brasileiros que escapam de tarifa de 25%

Uma extensa lista elaborada pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) detalha quais produtos brasileiros poderão ficar fora da tarifa de 25% proposta pelo governo norte-americano. O documento reúne 73 páginas de exceções e contempla desde produtos agropecuários, como café, chá, frutas, cereais, sementes e determinadas carnes, até fertilizantes, produtos farmacêuticos, químicos orgânicos, minerais, terras raras e itens ligados à indústria aeronáutica, incluindo aeronaves fabricadas no Brasil e seus componentes.

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EUA propõem novo tarifaço de 25% sobre produtos brasileiros após investigação comercial

A relação foi apresentada após a conclusão de uma investigação comercial conduzida pelo USTR com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974. O mecanismo é utilizado pelos Estados Unidos para apurar práticas consideradas prejudiciais aos interesses comerciais do país e pode servir de base para a adoção de medidas de retaliação econômica.

No relatório final, o órgão concluiu que determinadas políticas e práticas adotadas pelo governo brasileiro seriam “irrazoáveis” e estariam impondo restrições ao comércio norte-americano. Com o encerramento da investigação, foi aberta uma nova etapa de consulta pública antes de uma decisão definitiva sobre a eventual implementação das tarifas.

Investigação começou em 2025 e negociações seguem sem acordo

A análise que deu origem ao relatório foi aberta em 15 de julho de 2025 por determinação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O prazo legal para a definição das medidas termina em 15 de julho de 2026.

Paralelamente à investigação, representantes dos dois países mantiveram negociações na tentativa de evitar o agravamento das tensões comerciais. Um grupo de trabalho bilateral foi criado após um encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Trump, realizado em 7 de maio, na Casa Branca.

Inicialmente, a expectativa era que as discussões fossem concluídas até 5 de junho. No entanto, as conversas não avançaram o suficiente para que um entendimento fosse alcançado. Mesmo antes da divulgação do relatório final, o USTR havia destacado publicamente o que classificou como um diálogo construtivo com o governo brasileiro e demonstrado interesse na continuidade das tratativas.

O representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, reconheceu que houve progresso nas negociações, mas afirmou que permanecem divergências relevantes entre os dois países.

Relatório aponta críticas em áreas econômica, digital e ambiental

No parecer final, o USTR listou seis áreas consideradas prioritárias: comércio digital, sistemas de pagamento, acordos tarifários, desmatamento, mercado de etanol, propriedade intelectual e combate à corrupção.

Em relação ao ambiente digital, o órgão americano afirma que decisões judiciais brasileiras teriam obrigado empresas de mídia social sediadas nos Estados Unidos a remover conteúdos de natureza política, suspender perfis de usuários residentes em território americano e cumprir determinações com alcance internacional. O documento também menciona a existência de restrições para divulgação dessas ordens, além da aplicação de multas, bloqueios financeiros e retirada de plataformas do ar.

O Pix também foi citado no relatório. Segundo o USTR, o Banco Central ocuparia simultaneamente as funções de regulador e operador do sistema de pagamentos, o que, na avaliação americana, criaria vantagens competitivas em relação a empresas estrangeiras que atuam no mesmo segmento. O documento ainda questiona limitações impostas às tarifas cobradas por concorrentes dos Estados Unidos.

Outra crítica envolve acordos comerciais firmados pelo Brasil com países como México e Índia. Para os americanos, a concessão de tarifas reduzidas para centenas de produtos desses mercados geraria tratamento diferenciado em relação a exportadores dos Estados Unidos.

Desmatamento, patentes e corrupção também entram na lista

Na área ambiental, o relatório reconhece a existência de legislação brasileira voltada ao combate ao desmatamento ilegal, mas sustenta que a aplicação das normas tem sido insuficiente ao longo dos anos.

O setor de etanol também aparece entre os pontos de discordância. De acordo com o USTR, o Brasil teria encerrado em 2017 um modelo tarifário considerado equilibrado pelos Estados Unidos e, desde então, não garantiria reciprocidade para as exportações americanas do combustível.

Já no campo da propriedade intelectual, o documento aponta demora na concessão de patentes, fiscalização insuficiente contra falsificações e dificuldades no combate contínuo à pirataria. O relatório cita ainda o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e afirma que pedidos de patentes biofarmacêuticas podem levar até 109 meses para serem analisados.

Por fim, o USTR afirma que o Brasil não adota medidas consideradas suficientes para combater corrupção e suborno. Entre os exemplos citados estão decisões relacionadas à Operação Lava Jato e renegociações de acordos que, segundo o órgão americano, teriam ocorrido sem o nível de transparência considerado adequado.

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Retorno do El Niño pode atrasar período chuvoso e elevar calor em Goiás

A possibilidade de formação de um novo episódio de El Niño nos próximos meses colocou especialistas em alerta para os impactos que o fenômeno pode provocar no Brasil e em diferentes partes do mundo. Nesta terça-feira (2), a Organização Meteorológica Mundial (OMM) informou que há 80% de probabilidade de o fenômeno se desenvolver entre junho e agosto, aumentando o risco de eventos climáticos extremos e mudanças no comportamento das chuvas e das temperaturas.

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A entidade também avalia que o El Niño deverá alcançar, no mínimo, intensidade moderada. Além disso, as chances de permanência do fenômeno até novembro ultrapassam 90%. O evento é caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico Equatorial, condição que influencia a circulação atmosférica e pode desencadear secas, chuvas intensas e ondas de calor em diversas regiões do planeta.

Pacífico mais quente reforça previsão do fenômeno

Os indicadores monitorados pela OMM mostram que a temperatura do oceano já se aproxima dos níveis necessários para a configuração oficial do El Niño. Em algumas áreas abaixo da superfície do Pacífico, os registros superam em mais de 6°C a média sazonal, fortalecendo as projeções para os próximos meses.

Diante desse cenário, a expectativa é de temperaturas acima da média em grande parte do mundo entre junho e agosto. A condição também amplia o risco de eventos meteorológicos extremos, períodos de calor intenso e irregularidades no regime de chuvas. O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, classificou a situação como um alerta climático urgente e destacou que o fenômeno pode agravar os efeitos já observados em decorrência do aquecimento global.

Como o El Niño pode alterar o clima em Goiás

Em Goiás, o Centro de Informações Meteorológicas e Hidrológicas (Cimehgo) acompanha a evolução das condições no Pacífico e avalia possíveis reflexos sobre o clima do estado. De acordo com o órgão, caso o aquecimento das águas alcance aproximadamente 2°C acima da média, o início do período chuvoso poderá sofrer atraso de até 20 dias.

Na prática, isso significa que outubro pode começar com precipitações irregulares ou até mesmo sem chuvas em parte do território goiano. A situação também preocupa o setor agropecuário, já que a falta de regularidade das precipitações após o plantio pode comprometer o desenvolvimento das lavouras e reduzir a produtividade.

Outro efeito esperado é a elevação das temperaturas. Com menor frequência de chuvas, cidades como Goiânia podem registrar máximas entre 32°C e 34°C, acima dos padrões históricos para a época do ano. O Cimehgo também aponta a possibilidade de períodos com temperaturas entre 3°C e 5°C acima da média climatológica, principalmente entre setembro e outubro.

Esse cenário favorece a ocorrência de ondas de calor, aumenta os riscos à saúde da população e pode elevar o consumo de energia elétrica em razão da maior utilização de equipamentos de refrigeração.

Impactos nas chuvas motivam monitoramento de órgãos estaduais

Além das temperaturas mais elevadas, especialistas alertam para possíveis alterações no transporte de umidade da Amazônia para a região Centro-Oeste. Com isso, Goiás pode enfrentar períodos mais prolongados de tempo seco e redução da regularidade das chuvas.

A consequência pode ser a diminuição dos níveis de rios, córregos e reservatórios, embora os impactos ainda estejam sendo avaliados. Mesmo quando ocorrerem, as precipitações poderão ser mal distribuídas, com longos intervalos de estiagem entre eventos isolados de chuva. A expectativa dos especialistas é que uma normalização mais consistente do regime chuvoso aconteça apenas entre novembro e dezembro.

Diante da elevada probabilidade de formação do fenômeno, órgãos estaduais já reforçaram as ações de acompanhamento. O Cimehgo mantém monitoramento constante em conjunto com a Defesa Civil para avaliar possíveis impactos relacionados a queimadas, estiagens prolongadas e pressões sobre o abastecimento de água.

Apesar das projeções, especialistas ressaltam que a intensidade dos efeitos em Goiás dependerá da evolução do aquecimento das águas do Pacífico nos próximos meses. A confirmação de um episódio mais intenso será decisiva para determinar a magnitude dos impactos sobre o estado.

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”Ozempic” 100% brasileiro custará R$452,00

A farmacêutica EMS anunciou os preços da Ozivy, primeira caneta de semaglutida produzida no Brasil. O medicamento chegará ao mercado com valores a partir de R$ 452, abaixo dos praticados atualmente por concorrentes importados que utilizam o mesmo princípio ativo.

A semaglutida é a substância utilizada em medicamentos como Ozempic e Wegovy, indicados para o tratamento do diabetes tipo 2 e da obesidade. A entrada da versão nacional ocorre após o fim da patente da molécula no Brasil, abrindo espaço para novos fabricantes no mercado.

Segundo a EMS, a estratégia é oferecer o produto por valores cerca de 30% inferiores aos dos medicamentos concorrentes. A empresa estima comercializar mais de 1 milhão de unidades no primeiro ano e projeta faturamento de aproximadamente R$ 500 milhões com o novo medicamento.

Antes do anúncio dos preços ao consumidor, a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) já havia definido o teto regulatório da Ozivy. O limite aprovado ficou no mesmo patamar dos medicamentos de referência à base de semaglutida, como Ozempic e Wegovy.

A chegada da Ozivy é vista pelo setor como um marco para a indústria farmacêutica nacional, já que se trata da primeira caneta de semaglutida desenvolvida e produzida por uma empresa brasileira. Especialistas avaliam que o aumento da concorrência pode contribuir para ampliar o acesso ao tratamento e pressionar os preços para baixo nos próximos meses.

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Foto de acampamento no Everest expõe lixo e gera críticas à superlotação

Uma imagem compartilhada pela alpinista russa Angelina Angelova chamou atenção nas redes sociais ao mostrar a quantidade de resíduos acumulados no Acampamento IV do Monte Everest. Localizado a 7.900 metros de altitude, o ponto é a última parada dos escaladores antes da subida final ao cume da montanha.

Ao divulgar a foto, Angelova destacou que os materiais espalhados ao redor das barracas seriam vestígios deixados por expedições anteriores. A publicação rapidamente viralizou e gerou milhares de comentários cobrando medidas mais rígidas para preservar a região.

A repercussão reacendeu críticas sobre a crescente presença humana no Everest. Em maio deste ano, o lado nepalês da montanha registrou um recorde: 274 pessoas alcançaram o topo em um único dia. Ao longo da temporada, o Nepal emitiu 494 permissões de escalada, cada uma vendida por cerca de US$ 15 mil.

Registro feito a quase 8 mil metros de altitude mostra resíduos espalhados no último acampamento | Foto: Reprodução/Instagram

Especialistas alertam que o aumento do fluxo de visitantes contribui não apenas para o acúmulo de lixo, mas também para congestionamentos perigosos na chamada “zona da morte”, área próxima ao cume onde a concentração de oxigênio é extremamente baixa.

Nos últimos anos, o governo nepalês tem adotado iniciativas para minimizar os impactos ambientais. Dados do Exército do Nepal apontam que mais de 110 toneladas de resíduos foram retiradas das montanhas entre 2019 e 2023 por meio de campanhas de limpeza.

Outro desafio enfrentado pelas autoridades é o descarte de dejetos humanos. Desde 2024, os escaladores são obrigados a utilizar sacos específicos para armazenar as fezes e transportá-las de volta ao final da expedição. A medida foi criada para reduzir a contaminação em uma das regiões mais visitadas do Himalaia.

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PRF intercepta ônibus com 45 mil comprimidos de rebite na BR-153, em Goiás

Uma operação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) terminou com a apreensão de 45 mil comprimidos de anfetamina, conhecidos como “rebite”, em um ônibus abordado na BR-153, em Porangatu, no norte de Goiás. Dois homens foram presos suspeitos de envolvimento no transporte da carga ilegal.

Segundo a corporação, a droga estava escondida em caixas levadas no compartimento do veículo, além de parte do material ter sido encontrada na área de descanso destinada aos motoristas. A fiscalização ocorreu no km 67 da rodovia durante uma abordagem de rotina do Grupo de Patrulhamento Tático da PRF.

Os policiais desconfiaram da carga após identificarem encomendas sem documentação fiscal e com informações consideradas inconsistentes. Durante a vistoria, foram localizadas cerca de 2.900 cartelas do estimulante, totalizando 45 mil comprimidos.

De acordo com a PRF, o ônibus havia saído de Goiânia com destino ao Maranhão, mas os medicamentos seriam entregues no Tocantins. Aos agentes, os motoristas relataram que pegaram as encomendas na capital goiana e realizavam o transporte por conta própria.

Os suspeitos foram encaminhados para a delegacia da Polícia Civil em Porangatu, onde o caso passou a ser investigado. A polícia tenta identificar quem enviou a carga e quem receberia os comprimidos.

Conhecido popularmente como rebite, o medicamento à base de anfetamina é usado ilegalmente por motoristas para inibir o sono e prolongar viagens. O consumo da substância é proibido e frequentemente associado ao aumento de acidentes graves nas estradas brasileiras.

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