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Celorico de Basto: Casa em estação ferroviária desativada há 36 anos vai ganhar nova vida

A antiga casa dos trabalhadores da estação ferroviária de Veade/Mondim de Basto, no concelho de Celorico de Basto, vai ser reabilitada para habitação a preços acessíveis.

Em comunicado, a autarquia explica que o edifício construído em 1940 ficou “devoluto e sem função definida” após a desativação da linha férrea no troço entre Amarante e Arco de Baúlhe em 1990 e a transformação da mesma na atual ecopista da linha do Tâmega

Celorico de Basto: Casa em estação ferroviária desativada há 36 anos vai ganhar nova vida
Foto: CM Celorico de Basto

De acordo com a autarquia, o edifício encontrava-se em “avançado estado de degradação”.

A Câmara frisa que era necessário “proceder à sua reabilitação por forma a garantir a preservação da arquitetura do edifício conferindo-lhe utilidade pública”.

O objetivo é a sua reabilitação com a reconversão em duas habitações a “custo controlado”.

Esta e outras obras que estão a ser efetivadas no concelho visam “garantir resposta à escassez habitacional em Portugal e em Celorico de Basto, potenciando a criação de habitação a preços acessíveis com a reutilização adaptativa deste e outros edifícios públicos existentes, sem utilidade e que poderão garantir uso, funcionalidade e progresso”, segundo José Peixoto Lima, presidente da Câmara de Celorico de Basto.

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Estudantes propõem reforço da ação social e revisão do financiamento do Ensino Superior

O Movimento Associativo Estudantil (MAE) aprovou propostas para reforçar a ação social, combater o abandono escolar, rever o financiamento do Ensino Superior e rejeitar novas barreiras no acesso a ciclos de estudo durante o último Encontro Nacional de Direções Associativas.

No âmbito da Ação Social e Abandono Escolar, os representantes dos estudantes exigiram, em comunicado, maior universalidade e equidade no alojamento estudantil público, propondo a criação de um grupo de trabalho, “com participação obrigatória dos estudantes”, para combater “as profundas assimetrias regulamentares, de utilização quotidiana e de condições de habitabilidade entre as diferentes instituições”.

Em matéria de transição de graus, foi defendido um regime reforçado de ação social para o 2.º ciclo, a uniformização da informação financeira das propinas e taxas, e a inclusão “de um mecanismo no Orçamento de Estado para a isenção total ou parcial das taxas de inscrição e propinas administrativas para estudantes bolseiros, salvaguardando a autonomia das instituições”.

No combate ao abandono escolar precoce, cujas taxas atingem, de acordo com o MAE, “médias críticas de 13,2% no ensino superior e 15,6% no subsistema politécnico”, o plenário estudantil exigiu a publicação regular de dados sobre esse tema.

Propôs também o lançamento de um programa de promoção do sucesso académico, o reforço de gabinetes de apoio vocacional para alunos do ano de ingresso e maior flexibilidade administrativa para requerer a mudança de curso até ao final do primeiro semestre letivo.

Apesar de reconhecerem alguns “aspetos positivos”, a proposta de revisão do Governo do Regime Jurídico dos Graus e Diplomas do Ensino Superior (RJGDES) mereceu a recusa dos representantes dos estudantes, designadamente quanto à “introdução de critérios técnico-formais como barreiras no acesso à transição de ciclos”.

O Encontro Nacional de Direções Associativas, reunido em Lisboa a 30 e 31 de maio, aprovou ainda a candidatura da Associação Académica da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro para a organização do próximo encontro, a decorrer em 05 e 06 de setembro em Vila Real.

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Prisão preventiva para homem que assaltou três casas em Santo Tirso

Um homem de 40 anos detido pela Guarda Nacional Republicana (GNR) de Santo Tirso, suspeito da autoria de três crimes de furto qualificado, vai aguardar o desenvolvimento do processo em prisão preventiva, anunciou hoje aquela autoridade.

Em declarações à Lusa, o comandante do Destacamento Territorial de Santo Tirso, capitão Rui Coelho, esclareceu que o homem foi detido na noite de segunda-feira e ouvido na terça-feira no Tribunal de Matosinhos, que decretou a sua prisão preventiva.

Os crimes de furto em três residências ocorreram no início deste ano em Vila das Aves, concelho de Santo Tirso, tendo a investigação decorrido, desde então, em Vila das Aves, Santo Tirso, Famalicão e Braga.

No âmbito dessa investigação, os militares conseguiram identificar e localizar o autor dos crimes e recuperar um computador portátil.

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Incêndio danifica passadiço junto ao marco n.º 1 de Portugal em Melgaço

Um incêndio florestal que deflagrou, na terça-feira da semana passada, danificou parte do passadiço junto ao marco de fronteira n.º 1, em Cevide, Melgaço.

As chamas terão tido origem num terreno agrícola situado nas imediações e que acabaram por se alastrar até aos passadiços em madeira que ligam a aldeia ao emblemático marco de fronteira, que é o ponto mais a norte de Portugal.

Desde o dia do incêndio, os Bombeiros Voluntários de Melgaço têm sido chamados com regularidade para consolidar o rescaldo, devido ao risco de reacendimento no local, apurou O MINHO junto de fonte da corporação.

Esta quinta-feira, os bombeiros acionados às 17:00 e deslocaram-se ao local.

“Muito triste”

Mário Monteiro, um conhecido impulsionador da aldeia de Cevide, confirma a destruição parcial dos passadiços, uma situação “muito triste”.

Em declarações a O MINHO, apela à autarquia de Melgaço para que proceda à limpeza do mato na zona para evitar que o fogo atinja aquela zona emblemática.

A Junta de Freguesia de Cristóval interditou entretanto os passadiços por “questões de segurança”.

“Tentaremos ser breves na reparação desta nossa pérola”, refere a Junta, numa publicação nas redes sociais.

Incêndio danifica passadiço junto ao marco n.º 1 de Portugal em Melgaço
Foto: Mário Monteiro / Facebook
Incêndio danifica passadiço junto ao marco n.º 1 de Portugal em Melgaço
Foto: Mário Monteiro / Facebook
Incêndio danifica passadiço junto ao marco n.º 1 de Portugal em Melgaço
Foto: Mário Monteiro / Facebook

A aldeia de Cevide é onde começa Portugal, isto é, onde se situa o primeiro marco de fronteira.

De acordo com a autarquia, uma das particularidades desta aldeia é que se ouvem cantar os galos de três províncias: Minho, Pontevedra e Ourense.

O acesso ao marco de fronteira é feito através de um pequeno passadiço com cerca de um quilómetro.

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Estádio Municipal de Braga vai ter relvado híbrido

O Estádio Municipal de Braga vai contar com um relvado híbrido na próxima época e as obras já iniciaram, anunciou hoje o clube.

A empreitada de substituição integral do relvado, após o concerto dos Calema que se realizou naquele espaço, inclui ainda a construção de um novo sistema de drenagem, um novo sistema de rega, colocação de uma nova camada de areia e, finalmente, colocação de um novo relvado.

Estádio Municipal de Braga vai ter relvado híbrido
Foto: SC Braga
Estádio Municipal de Braga vai ter relvado híbrido
Foto: SC Braga
Estádio Municipal de Braga vai ter relvado híbrido
Foto: SC Braga

“Pela primeira vez na sua história, o Estádio Municipal de Braga terá um relvado híbrido, equivalente ao premiado relvado colocado no Estádio Amélia Morais”, refere o SC Braga.

A obra deverá estar concluída no dia 15 de julho.

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Carrinha arde em Viana do Castelo

Uma carrinha foi parcialmente destruída pelas chamas, esta quarta-feira, em Viana do Castelo.

Ao que O MINHO apurou, as chamas consumiram a parte frontal da viatura ligeira de mercadorias.

Vídeo: Joca Fotógrafos / O MINHO

O incidente ocorreu na Rua Cidade de Riom e as chamas foram combatidas pelos Bombeiros Sapadores de Viana do Castelo com cinco elementos, apoiados por uma viatura.

Não há registo de feridos.

O alerta foi dado às 11:32.

A PSP registou a ocorrência.

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Baloiço com vistas 360º para apreciar pôr-do-sol no Alto Minho está como novo

A Junta de Freguesia de Cabana Maior, em Arcos de Valdevez, terminou as obras de requalificação do famoso Baloiço do Mezio, foi ontem anunciado.

De acordo com a autarquia, estão garantidas as condições de “segurança” para os visitantes deste local, que é “um dos pontos mais apreciados de Arcos de Valdevez”.

O estradão de acesso ao parque estacionamento do baloiço será intervencionado “em breve” para “melhorar as condições de circulação” e tornar “a visita ainda mais cómoda e agradável para todos”.

Baloiço com vistas 360º para apreciar pôr-do-sol no Alto Minho está como novo
Foto: DR

“A Junta de Freguesia de Cabana Maior continua empenhada na valorização e promoção do seu património natural, reforçando a atratividade do território e contribuindo para que este continue a afirmar-se como um destino de referência”, refere.

A Câmara de Arcos de Valdevez sublinha que o Baloiço do Mezio é “um dos pontos de passagem obrigatória” da Serra do Soajo e do Parque Nacional Peneda-Gerês, considerado pela UNESCO Reserva Mundial da Biosfera.

“Permite-lhe usufruir de uma belíssima paisagem 360°, ideal para disfrutar de um pôr-do-sol ao sabor do vento”, conclui, numa descrição disponível no seu sítio oficial.

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Braga: 463 mil euros para trabalhos a mais na “maior residência estudantil pública” do país

O executivo de vereadores da Câmara de Braga debate e vota, sexta-feira, em reunião, uma proposta de autorização, pelo Município , para a execução dos trabalhos complementares, na obra de transformação da antiga fábrica Confiança em residência universitária, no valor de 463 mil euros (mais IVA) e a aprovação da supressão de trabalhos no valor 81 mil (mais IVA). O valor da obra – financiada pelo PRR- Plano de Recuperação e Resiliência – sobe, assim, de 25, 5 milhões para quase 26 milhões.

A proposta da autarquia salienta que se entende “haver motivo para a prorrogação do prazo da empreitada por um período de 62 dias, prevendo-se a sua conclusão para 31 de agosto de 2026, ainda antes do arranque do próximo ano letivo”.

Um das razões invocadas pelo construtor, o grupo Casais, de Braga, está a necessidade de implementar um sistema de ‘Controlo de acessos’ à futura residência.

E explica: “No âmbito da gestão da residência pelos Serviços de Ação Social da Universidade, constatou-se a necessidade de introduzir diversos sistemas de controlo de acessos em várias entradas, de modo a assegurar uma gestão eficaz do espaço e das áreas comuns”.

Esta necessidade – acrescenta – “assume particular relevância pelo facto de o edifício existente vir a ser gerido por duas entidades distintas, nomeadamente a ala poente pelo Município e a ala nascente pelos Serviços da Universidade”.

Importa referir – diz, ainda, o documento em discussão – que a implementação destes sistemas de controlo de acessos não se encontrava prevista no programa inicial, “revelando-se, no entanto, fundamental para viabilizar a adequada gestão da residência”.

Situação análoga verifica-se ao nível da gestão do estacionamento no piso -1 do edifício novo, nomeadamente no controlo de acessos ao exterior deste espaço e na sua interligação com os pisos superiores onde se desenvolve a residência.

Vários ‘trabalhos a mais’

Os ‘trabalhos a mais’ incluem várias outras alterações, como é o caso da do “Corte e levantamento de pavimento em tapete betuminoso” e da aplicação de “Lancis em granito”.

Aqui está em causa o fornecimento e aplicação de lancis curvos em granito incluindo fundação em betão.

Englobam, ainda, a “pavimentação em microcubo em granito” e “trabalhos de adaptação dos arranjos exteriores da Rua Nova da Fábrica, neste caso, já que, a compatibilização dos arranjos exteriores da operação urbanística em curso a norte da Rua Nova da Fábrica com os previstos no âmbito da presente empreitada, torna-se necessário proceder a ligeiras adaptações ao traçado do arruamento, bem como ao alargamento do passeio sul. Esta intervenção é fundamental para assegurar a adequada articulação entre as duas operações, garantindo um desenvolvimento viário coerente com a utilização prevista para o arruamento e o cumprimento dos regulamentos em vigor”.

Envolvem, também, entre outros, o “trabalho de adaptação da iluminação pública existente na fachada do edifício existente e alteração da alimentação para o armário de distribuição localizado na Rua Quinta da Armada” e a remoção de cablagem das fachadas do edifício existente

786 camas

A futura residência universitária de Braga, que está a ser construída na antiga fábrica de sabonetes Confiança, terá 786 camas, pelo que será “a maior residência estudantil pública em Portugal”. A obra foi adjudicada à construtora bracarense por 25,51 milhões de euros, verba que, agora, chega perto dos 26 milhões.

A futura residência de estudantes distribui-se por dois edifícios. Um deles resulta da reabilitação da antiga Fábrica Confiança, de valor histórico; e um segundo imóvel está a ser construído de raiz. “O maior desafio deste projeto é conciliar a preservação do edifício histórico com a construção do edifício de raiz, garantindo ao mesmo tempo funcionalidade, sustentabilidade e conforto para os futuros residentes”, assinala António Carlos Rodrigues, CEO do Grupo Casais.

Este edifício de raiz terá 252 quartos individuais, 222 duplos – 19 dos quais adaptados a pessoas com mobilidade condicionada – e dois triplos também acessíveis, perfazendo um total de 476 unidades de alojamento para 702 residentes.

15 cozinhas comuns e seis salas de estudo

Este espaço vai ainda contemplar 15 cozinhas comuns, seis salas de estudo, uma ampla zona de convívio e refeições em open space voltada para o edifício existente, além de espaço exterior de lazer e lavandaria comum.

Desenvolvido segundo o “modelo de construção industrializada CREE”, o novo edifício assenta num sistema híbrido de madeira e betão que inclui vários componentes pré-fabricados: “escadas, estrutura e fachadas CREE, instalações sanitárias, paredes divisórias e racks MEP”, descreve o Grupo Casais num comunicado enviado às redações.

Entre as vantagens deste modelo de construção constam, detalha a construtora Casais, uma maior eficiência, redução de desperdício e melhor controlo de qualidade. Mais, prossegue, “a montagem em fábrica, com rastreabilidade total de cada componente ao longo da cadeia de produção até à execução, permite ainda a futura desmontagem e reaplicação dos elementos noutros contextos”.

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Há um novo relvado sintético em Braga

A freguesia de Esporões, em Braga, ganhou um novo relvado sintético no seu polidesportivo, num investimento de cerca de 30 mil euros financiado pela Câmara.

A inauguração decorreu esta quarta-feira, feriado nacional, no âmbito do Dia da Freguesia, contando com a presença do presidente da Câmara, João Rodrigues, do presidente da Junta de Freguesia, João Oliveira, de representantes de associações locais, num momento de confraternização.

Em comunicado, a Câmara de Braga nota que “o polidesportivo é o único espaço público desportivo da freguesia e regista utilização diária intensa, pelos alunos do Centro Escolar de Esporões e pela população em geral”.

Há um novo relvado sintético em Braga
Foto: CM Braga
Há um novo relvado sintético em Braga
Foto: CM Braga
Há um novo relvado sintético em Braga
Foto: CM Braga
Há um novo relvado sintético em Braga
Foto: CM Braga

De acordo com a mesma fonte, a intervenção envolveu a substituição integral do relvado e devolve ao equipamento condições plenas de segurança e conforto para crianças, jovens, famílias e associações.

A obra foi executada pela Junta de Freguesia ao abrigo de um Contrato Interadministrativo aprovado pelo Executivo Municipal.

“É essencial intervir nos equipamentos existentes de acordo com as necessidades identificadas a cada momento. Esta obra, num equipamento de proximidade, com uso intenso por parte dos cidadãos, sobretudo os mais jovens, é importante para criar melhores condições de bem-estar à comunidade”, referiu João Rodrigues, citado no comunicado.

Igualmente citado no comunicado, o presidente da Junta destacou o significado da inauguração para a comunidade: “É um dia especial para Esporões. Devolvemos à nossa gente um espaço que é de todos e que todos os dias é usado por quem aqui vive”.

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Jovem de 19 anos ferido em aparatoso despiste em Arcos de Valdevez

Um jovem, de 19 anos, ficou ferido na sequência de um aparatoso despiste, na variante em Paçô, Arcos de Valdevez, ao início da tarde desta quarta-feira.

Ao que O MINHO apurou, a vítima foi transportada para o Hospital de Viana do Castelo com ferimentos ligeiros.

O alerta foi dado às 12:53.

Jovem de 19 anos ferido em aparatoso despiste em Arcos de Valdevez
Foto: DR

Os Bombeiros de Arcos de Valdevez prestaram socorro com cinco operacionais apoiados por duas viaturas.

No local esteve também a ambulância SIV de Arcos de Valdevez.

A GNR registou a ocorrência.

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Médicos exigem participar em discussão sobre lei de saúde no trabalho

A recém-criada Associação Nacional dos Médicos de Medicina do Trabalho (ANaMeT) alertou hoje para a ausência de especialistas desta área no grupo de trabalho que vai redigir a lei geral da segurança e saúde no trabalho.

Em comunicado enviado à Lusa, a associação formada em fevereiro deste ano indicou que pediu formalmente ao secretário de Estado Adjunto e do Trabalho, na segunda-feira, que os médicos do trabalho sejam incluídos e ouvidos no grupo de trabalho, composto por elementos da Autoridade para as Condições do Trabalho, da Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho, do Instituto do Emprego e Formação Profissional e do gabinete do secretário de Estado. 

“Prepara-se uma lei sobre a saúde no trabalho sem os profissionais que, por imperativo legal, asseguram a vigilância da saúde dos trabalhadores”, apontou a Associação Nacional dos Médicos de Medicina do Trabalho. 

Para o presidente da ANaMeT, Mário Freitas, incluir estes especialistas na discussão é fundamental, já que “uma lei de saúde escrita sem médicos é uma contradição nos termos”. 

“Não pedimos este lugar por vaidade: pedimo-lo para os médicos do trabalho, e com ele oferecemos competência, sem qualquer contrapartida”, acrescentou Mário Freitas. 

Esta associação mencionou ainda alguns dados sobre saúde no trabalho, referindo que, em Portugal, morre um trabalhador em acidente de trabalho em cada dois a três dias e, a nível mundial, “estima-se que sejam as doenças – e não os acidentes – a causar cerca de 86% das mortes ligadas ao trabalho”. 

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Jota Gonçalves deixa Vizela

O defesa-central Jota Gonçalves vai deixar o Vizela após duas épocas e meia ao serviço dos minhotos, terminando contrato no final da temporada e encerrando uma passagem marcada por 58 jogos e pela braçadeira de capitão.

O clube vizelense anunciou hoje a saída do jogador, de 25 anos, que não renovou o vínculo que o ligava à equipa que vai disputar a I Liga em 2026/27.

Jota Gonçalves chegou a assumir um papel de relevo no plantel, afirmando-se como uma das referências do grupo e envergando inclusivamente a braçadeira de capitão durante a sua passagem pelo emblema minhoto.

Na última temporada, contudo, perdeu algum espaço nas opções da equipa, num contexto marcado pela alteração do sistema tático de uma linha de três defesas-centrais para um eixo defensivo composto por apenas dois elementos, além da concorrência de Luís Rocha, Hristov, Jean-Pierre Rhyner e José Sampaio.

Na mensagem de despedida publicada nas redes sociais, o defesa agradeceu ao clube e aos adeptos, considerando que o Vizela representou muito mais do que uma etapa da sua carreira.

“Nem sempre é fácil encontrar as palavras certas para fechar um ciclo tão importante na minha vida. O Vizela foi muito mais do que um clube para mim. Foi o lugar que me voltou a abrir as portas da Primeira Liga, que me deu a oportunidade de continuar a crescer, de voltar a ser feliz e de viver momentos dentro e fora do campo que vou guardar para sempre”, escreveu.

O jogador recordou ainda os momentos vividos ao serviço dos vizelenses e salientou o vínculo criado com o clube.

“Passámos juntos por momentos difíceis, batalhas duras e momentos que me marcaram. Deixei sempre tudo em campo e fora dele por este símbolo, pela história e pela rainha. Levo comigo amizades, aprendizagens e memórias que vão ficar para a vida. Porque há clubes por onde passamos e há clubes que passam a fazer parte de nós”, acrescentou.

Na nota de despedida, o Vizela desejou “as maiores felicidades” a Jota Gonçalves para o futuro da carreira.

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No seu primeiro discurso no Dia de Portugal, Seguro pede diálogo “em tempos de trincheiras”

O Presidente da República, António José Seguro, pediu hoje diálogo “em tempos de trincheiras” e coragem para se fazer “escolhas difíceis”, defendendo mudanças no mercado de trabalho e na habitação que permitam fixar jovens no país.

“Com honestidade, o Estado e as empresas têm de reconhecer que o mercado de trabalho ainda não aprendeu a recompensar adequadamente o conhecimento e a inovação. E isso é inaceitável e temos de o alterar”, considerou, no seu primeiro discurso do 10 de Junho, em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, nos Açores.

O chefe de Estado defendeu que Portugal precisa “de políticas que fixem talento em vez de o exportar, de salários que reflitam a produtividade e a qualificação dos trabalhadores portugueses, de um mercado de habitação que permita aos jovens construir uma vida no país onde nasceram ou estudaram, de um Estado que simplifique em vez de complicar, que antecipe em vez de reagir, que planeie além do mandato em vez de gerir apenas a urgência do presente”.

Na parte final da sua intervenção na cerimónia militar comemorativa do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, realizada em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, nos Açores, António José Seguro falou da necessidade das “palavras do meio”, que “se abrem como convite ao diálogo”, nestes “tempos de trincheiras”.

“As ansiedades que sentimos na economia, na geopolítica, na segurança das cidades, na proteção dos mais desfavorecidos, nas questões muito concretas da vida das pessoas reais, criam esse impulso de fechar fileiras, de escolher um lado, de erguer muros”, declarou.

O Presidente da República apelou, por isso, à tolerância e à criação de pontes, contra “o vírus da polarização, que tende a substituir a argumentação, o debate e a negociação”, referindo que a sua eleição “foi marcada pelo desejo de unir os portugueses e de unir Portugal”.

Segundo António José Seguro, este é também um tempo que “pede coragem” para “fazer escolhas difíceis sem ceder ao populismo”, para “dizer a verdade mesmo quando é desconfortável” e decidir em função do “interesse de longo prazo mesmo quando o ciclo eleitoral empurra para o curto prazo”, e que “exige ambição”.

Ao falar da emigração de jovens qualificados, o chefe de Estado sustentou que “o problema não é o talento”, contrapondo: “O que se ganhou em qualificação não tem sido acompanhado em remuneração. A habitação é praticamente inacessível e esgota qualquer orçamento familiar”.

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Presidente da República salienta coragem e espírito de missão das Forças Armadas

O Presidente da República salientou hoje a “coragem, ideia de serviço e espírito de missão” das Forças Armadas ao longo de gerações e considerou que os militares compreendem com clareza que a defesa da paz exige resiliência.

Esta posição constou de uma mensagem de António José Seguro destinada ao XXIII Encontro Nacional de Homenagem aos Combatentes, que foi lida pelo presidente da comissão promotora da cerimónia, tenente-general António Menezes. Uma cerimónia que decorreu junto ao Monumento aos Combatentes do ultramar, em Belém, Lisboa.

“Esta homenagem tem um significado profundo. Não prestamos homenagem apenas ao passado militar de Portugal, prestamos homenagem a uma ideia de serviço, de coragem e de dever que continua a dar sentido à nossa identidade coletiva”, escreveu o chefe de Estado.

Na sua mensagem, o Presidente da República referiu-se à atual conjuntura mundial, “um tempo marcado pela incerteza, pela instabilidade internacional e pelo regresso da guerra ao espaço europeu”.

Neste contexto, segundo António José Seguro, “os portugueses compreendem hoje com maior clareza que a paz exige preparação, capacidade e resiliência, compreendem que a segurança de uma democracia depende também da solidez das suas instituições e da prontidão daqueles que a defendem”.

“As Forças Armadas continuam a desempenhar uma missão insubstituível ao serviço da República, na proteção dos portugueses, na defesa da soberania nacional, na resposta a emergências complexas, no cumprimento dos compromissos internacionais e na afirmação externa de Portugal como país credível, responsável e solidário”, sustentou.

Nesse sentido, na perspetiva do chefe de Estado, “honrar os combatentes significa também garantir que o reconhecimento nacional se traduz em dignidade, respeito e apoio efetivo”.

“Portugal não pode esquecer aqueles que carregam ainda hoje as consequências físicas e emocionais do serviço prestado ao país. Os combatentes merecem não apenas gratidão, mas também justiça, proximidade e reconhecimento concreto. A memória nacional constrói-se através de símbolos, mas sustenta-se através de ações”, completou.

António José Seguro referiu-se, ainda, às gerações mais jovens, advogando que “servir Portugal, seja nas Forças Armadas, na proteção das populações, na defesa da liberdade e da soberania, continuará sempre a representar uma das formas mais elevadas de compromisso cívico e de serviço ao país”.

“A todos os que serviram Portugal, deixo uma palavra de gratidão em nome dos portugueses. O vosso exemplo pertence à História de Portugal, mas pertence também ao seu futuro. Ao honrarmos os nossos combatentes, reforçamos a consciência do que somos, da liberdade conquistada e da responsabilidade coletiva de preservar”, acrescentou.

Após a leitura da mensagem do Presidente da República, o vice-almirante Henrique da Silva Fonseca, presidente da comissão executiva da cerimónia, recordou o seu percurso na Armada, com operações em Angola, mas também em Moçambique, designadamente em Cabo Delgado, em Timor-Leste e na Guiné-Bissau antes do 25 de Abril de 1974.

“Os combatentes do ultramar deixaram sementes de evolução, progresso e integração. Deram tempo – deram mesmo muito tempo – para que o problema político fosse resolvido”, declarou.

Em relação à atual situação, o vice-almirante advertiu que “o grande aliado”, os Estados Unidos, estão a alterar as suas prioridades estratégicas, privilegiando o Pacífico, enquanto a Rússia, a leste, já invadiu a Geórgia e a Ucrânia e ameaça outros países.

“A melhor homenagem que se pode prestar aos antigos combatentes é provar que o seu esforço não foi em vão. E continuamos dispostos a pegar em armas se tal for necessário”, afirmou.

Após os discursos, seguiu-se uma cerimónia inter-religiosa, católica e muçulmana, pelo tenente capelão Óscar Paiva e pelo sheik David Munir, uma homenagem aos mortos, a deposição de flores e o Hino Nacional pela Banda da GNR, com salva protocolar por um navio da Armada.

No encerramento, assistiu-se a uma passagem de aeronaves da Força Aérea, antes do tradicional almoço-convívio nos terrenos em frente ao Monumento aos Combatentes.

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Novo reforço do SC Braga chega a custo zero e fica blindado por cláusula de 40 milhões

O médio Denis Huseinbasic, ex-Colónia, da Alemanha, é o novo reforço do SC Braga, tendo assinado um contrato por cinco temporadas, informou hoje o clube minhoto da I Liga de futebol.

O jogador de 24 anos, internacional pela Bósnia-Herzegovina, chega ao Sporting de Braga a custo zero, com o clube germânico a preservar 20 por cento de uma futura transferência, ficando blindado por uma cláusula de rescisão de 40 milhões de euros.

Com formação no futebol alemão, Denis Huseinbasic cumpriu 107 jogos na Bundesliga em quatro épocas ao serviço do Colónia (oito golos e sete assistências).

Internacional sub-21 pela Alemanha por cinco ocasiões, o médio optou pela seleção AA da Bósnia-Herzegovina, pela qual soma sete internacionalizações.

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Trabalhadores de ‘call center’ protestam em Fafe

Mais de 50 trabalhadores do ‘call center’ da Intelcia, uma empresa prestadora de serviços, concentraram-se hoje diante da Câmara de Fafe para pedir ao executivo que prolongue até 31 de dezembro o aluguer do edifício no qual trabalham.

A porta-voz dos cerca de 220 trabalhadores da empresa, Inês Silva, explicou à Lusa que “o espaço onde a empresa está instalada em Fafe é da autarquia que, após o ter cedido há uns anos para garantir a fixação dos postos de trabalho, decidiu agora instalar ali a Proteção Civil local, bem como a Polícia Municipal”.

Questionada sobre o facto de apenas 50 dos 220 trabalhadores participarem no protesto, a também chefe de equipa explicou que a empresa se divide em “projetos portugueses e franceses e que o serviço francês está a trabalhar, enquanto o português cumpre o feriado de 10 de junho”.

“Todavia, temos aqui algumas pessoas do serviço francês”, revelou Inês Silva.

Segundo a porta-voz, a empresa recebeu em janeiro a indicação da autarquia para sair até 31 de julho, alegando que precisa das instalações para albergar os dois serviços, prazo que a empresa e os trabalhadores “constataram ser curto para encontrar uma solução”, pelo que pedem que esse prazo seja dilatado até 31 de dezembro.

“Foram encontradas alternativas pela empresa (…), mas não é de um dia para o outro que um edifício com o tamanho do atual se consegue”, insistiu a representante dos trabalhadores.

Inês Silva revelou que a empresa pediu ao presidente da Câmara, por carta, que se prolongue o prazo, pelo menos até 31 de dezembro, para dar mais hipóteses à empresa, que já tem negociações com outro concelho, evitando, dessa forma, o recurso ao teletrabalho”.

“A preocupação da empresa é a manutenção de todos os postos de trabalho, mas o teletrabalho pode ser inevitável”, admitiu a trabalhadora, preocupada como o facto de existirem colegas que “não conseguirão trabalhar nessa versão e que podem acabar no desemprego”.

Inês Silva lembrou ainda que a empresa está no concelho há 10 anos e que a sua chegada foi destacada pelo então presidente da Câmara “porque trazia emprego a Fafe e, agora, o atual, de um momento para o outro, decide que, afinal, esse sítio passa para a Proteção Civil e para a Polícia Municipal”.

A Lusa tentou uma reação da autarquia e recebeu como resposta que o presidente da Câmara Municipal, Antero Barbosa (PS), “falará amanhã do assunto durante a reunião do executivo”.

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Elite mundial da investigação em finanças vai estar em Braga

Entre hoje e sexta-feira, o Forum Braga recebe a Conferência Internacional da Financial Management Association (FMA), com 270 apresentações de académicos e profissionais de 34 países.

Segundo a Universidade do Minho, trata-se de um dos eventos mais prestigiados do mundo na área das finanças empresariais, regressando a Portugal após muitos anos, agora sob a coordenação de Manuel Rocha Armada, da Escola de Economia, Gestão e Ciência Política da Universidade do Minho, e tendo um recorde de quase 700 artigos científicos submetidos inicialmente.

O programa destaca na sexta-feira, às 11:30, o painel sobre ‘fintech’ com Vítor Constâncio (antigo ministro e presidente do Banco Central Europeu), Cláudia Custódio e Gilles Chemla (ambos do Imperial College). Pouco antes, às 10:00, terá lugar a palestra do orador convidado Alex Edmans, da London Business School e Wharton School, sobre governança ESG (ambiental, social e corporativa).

Na quinta-feira, merece ênfase o painel sobre finanças e clima, às 14:45, com Pedro Matos, Ian Appel (ambos da University of Virginia) e Philipp Krueger (Swiss Finance Institute), seguindo-se às 16:45 a intervenção da oradora convidada Victoria Ivashina, da Harvard Business School.

Esta conferência da FMA International é um fórum de referência global na discussão e partilha de investigação e prática profissional sobre tendências, desafios e inovações no setor financeiro (empresas e mercados). Além dos painéis especiais e das 88 sessões científicas, inclui mentorias para estudantes de doutoramento no primeiro dia, além de oportunidades de networking e momentos sociais, reforçando a ligação entre a academia e o mercado.

A comissão coordenadora inclui apenas portugueses, refletindo a sua reconhecida capacidade organizativa e científica neste âmbito: além de Manuel Rocha Armada, foram por este escolhidos Cláudia Custódio (Imperial College), Pedro Matos (University of Virginia Darden) e Cesário Mateus (Aalborg University).

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PSP apreende calçado e roupa desportiva à venda nas Antoninas em Famalicão

A PSP apreendeu vários pares de calçado e roupa desportiva à venda nas Festas Antoninas de Famalicão, foi hoje anunciado.

Numa publicação nas redes sociais, o Comando Distrital de Braga explica que, na ação de fiscalização, “foram apreendidos diversos artigos contrafeitos que se encontravam destinados à comercialização em estabelecimentos associados às Festas Antoninas”.

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Vizela entrega geradores a bombeiros, GNR e centro de saúde

A Câmara de Vizela vai entregar, amanhã, quinta-feira, geradores de energia aos Bombeiros Voluntários, a Guarda Nacional Republicana (GNR) e ao Centro de Saúde.

Em comunicado, a autarquia explica que “a iniciativa surge da necessidade de dotar as forças de segurança, de socorro e de saúde de equipamentos que garantam a total operacionalidade em situações de emergência ou de falhas na rede elétrica”.

“Com este investimento, a autarquia assegura que serviços vitais — como o atendimento médico, as comunicações de emergência e a logística de socorro — não sejam interrompidos, independentemente das condições externas”, pode ler-se no comunicado.

A Câmara salienta, ainda, que “este investimento integra-se num plano mais vasto de modernização e resiliência das infraestruturas críticas de Vizela. Ao apoiar os Bombeiros, a GNR e o Centro de Saúde, o Município está, na prática, a proteger cada cidadão vizelense, garantindo que as respostas de saúde e segurança são céleres e ininterruptas”.

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Consumir proteína animal em vez de vegetal só tem vantagens acima dos 65 anos

Investigadores portugueses concluíram que consumir proteína de origem animal ou vegetal tem resultados semelhantes para estimular o aumento de proteína muscular nos mais novos e apenas acima dos 65 anos a animal mostra ligeira vantagem.

A meta-análise, que comparou 12 estudos sobre o efeito da ingestão de proteína animal versus proteína vegetal ao nível do acréscimo de massa proteica no músculo, analisou diferentes grupos etários, janelas de tempo e efeitos combinados com o treino da força.

As conclusões indicam que as diferenças de efeito entre origem da proteína são quase inexistentes em pessoas mais novas, mesmo num contexto que envolva a prática de treino da força. O mesmo não acontece em pessoas acima dos 65 anos, nas quais a proteína animal mostra ser mais eficaz.

Em declarações à Lusa, o orientador do estudo, Gonçalo Vilhena de Mendonça, explicou que a proteína animal tem um teor de um aminoácido (leucina) que “está em maior quantidade por dose de proteína animal do que na proteína vegetal”.

“E a partir de determinada idade (…) é preciso aumentar um bocadinho mais essa quantidade de leucina que é ingerida para estimular ao acréscimo de proteína no músculo esquelético”, acrescentou, concluindo: “Quando as pessoas mais velhas estão a ingerir uma proteína que tem menos teor de leucina, o que acontece é que o músculo responde de uma forma diferente”.

O estudo foi realizado pelo Laboratório de Função Neuromuscular da Faculdade de Motricidade Humana, da Universidade de Lisboa, pela investigadora nutricionista Brícia Mendes.

Sobre os efeitos nos mais novos, Gonçalo Vilhena de Mendonça explicou: “A proteína vegetal, pelo menos a que é comercializada em forma de suplemento, é normalmente mais barata do que a de origem animal”.

“É um aspeto positivo para a carteira de cada um e, depois, tem outros dois aspetos importantes, pois [a proteína vegetal] é mais sustentável para o planeta e passível de consumo por pessoas vegetarianas”, acrescentou.

Além destas vantagens, o investigador lembrou que “há uma série de pessoas que têm intolerância à lactose. E a proteína do soro do leite, a ‘whey’, deriva do leite e, portanto, não é o ideal para pessoas que são intolerantes à lactose”.

A meta-análise incluiu 12 estudos, num total de 303 pessoas, 121 das quais com mais de 65 anos.

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