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Trump critica ataques de Israel ao Líbano e pede recuo de ofensiva

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou neste domingo (14) os ataques de Israel no sul de Beirute, capital libanesa. A ofensiva acontece na iminência da assinatura de um acordo provisório de paz entre Washington e Teerã.

“O ataque desta manhã a Beirute não deveria ter acontecido, especialmente em um dia tão importante, quando estamos tão próximos de um Acordo de Paz com o Irã. Israel tem o direito de se defender contra ameaças, mas o ataque ao qual estava respondendo foi muito pequeno e sem relevância; ninguém foi ferido, machucado ou morto, e isso não deveria atrapalhar este processo tão importante”, escreveu o Republicano em sua rede social Truth Social.

Trump reiterou que o acordo de paz está próximo de acontecer e que a paz no Líbano faz parte dos termos. Ele pediu para que todas as partes recuem das ofensivas.

“Estamos muito próximos de um acordo que trará paz para a região, incluindo o Líbano, e todas as partes devem recuar. Não deve haver mais ataques de Israel em qualquer lugar do Líbano, mas também não deve haver mais ataques de qualquer outra parte, incluindo o Hezbollah, contra Israel”, completou.

O Republicano fez, ainda, um apelo para que a oportunidade de paz não seja desperdiçada.

“Este pode ser o início de uma paz longa e maravilhosa — não vamos desperdiçar essa oportunidade!”, concluiu.

 

 

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Irã consegue 4 vistos às vésperas da Copa, mas 11 seguem sem autorização

A Seleção do Irã conseguiu amenizar parte da crise envolvendo vistos para a disputa da Copa do Mundo de 2026. Após uma nova rodada de solicitações, quatro integrantes da delegação receberam autorização para entrar nos Estados Unidos, segundo informações divulgadas pela BBC.

Mesmo com o avanço, a situação ainda preocupa a federação iraniana. Onze membros da comitiva seguem sem permissão para ingressar em território norte-americano a poucos dias da estreia da equipe no torneio.

Inicialmente, 15 integrantes tiveram os pedidos de visto negados. Depois da chegada da delegação a Tijuana, no México, dez pessoas representaram a documentação em busca de uma nova análise das autoridades americanas.

Entre os vistos liberados estão os de um analista da comissão técnica, dois representantes da federação iraniana e outro integrante da delegação que não teve a identidade revelada.

Por outro lado, seis solicitações voltaram a receber resposta negativa. Ainda de acordo com a BBC, permanecem impedidos de entrar nos Estados Unidos nomes importantes da estrutura da seleção, entre eles o presidente da federação iraniana, Mehdi Taj, além de um vice-presidente e membros dos departamentos de operações, imprensa e segurança.

O Irã estreia na Copa na próxima segunda-feira (15), diante da Nova Zelândia, em Los Angeles, pelo Grupo G. Todas as partidas da equipe na fase de grupos acontecerão em solo americano. Além dos neozelandeses, os iranianos enfrentarão Bélgica e Egito.

Dependendo da campanha das seleções na primeira fase, o torneio ainda poderá reservar um reencontro entre Irã e Estados Unidos no mata-mata. As equipes já se enfrentaram em Copas do Mundo nas edições de 1998 e 2022, com uma vitória para cada lado.

Ex-Seleção declara torcida por outro país na Copa e motivo chama atenção

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Análise: Dependência de Trump de funcionários interinos testa Constituição

Parece estranho que o presidente Donald Trump tenha nomeado um especialista em habitação para supervisionar a comunidade de inteligência dos Estados Unidos.

Mas Trump mantém sua decisão de nomear de forma temporária Bill Pulte, o funcionário da área de habitação que o presidente quer que comece na próxima semana a “revolucionar as coisas” e sanear a instituição durante sua designação temporária à frente da comunidade de inteligência.

Os democratas, em protesto contra essa contratação, podem permitir que expire uma lei importante sobre vigilância estrangeira, enquanto os republicanos no Congresso estão agindo com urgência, segundo o mais recente relatório da CNN.

Parece um problema semelhante ao de líderes qualificados dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças e da Administração de Alimentos e Medicamentos, que foram destituídos e ainda não foram substituídos.

O cargo de diretor-geral de Saúde Pública ainda não foi preenchido de forma permanente durante o segundo mandato de Trump.

O poder de Trump de avançar suas propostas de indicados para cargos-chave no Senado está diminuindo à medida que seu partido se prepara para as eleições de novembro, nas quais seus baixos índices de aprovação podem ser um peso para outros republicanos.

Como já fez em seu primeiro mandato, é provável que Trump recorra cada vez mais a diretores interinos em determinadas agências, ao menos enquanto a lei permitir.

Enquanto isso, ele continuará testando a própria lei, a Lei de Reforma de Vacâncias Federais de 1998, ao conceder a alguns assessores próximos uma enorme responsabilidade sobre múltiplas agências.

Esse não é um conceito novo no governo Trump, no qual o secretário de Estado Marco Rubio também atuou como arquivista interino, ou onde o diretor da Administração da Seguridade Social desempenha uma função dupla no cargo inventado de CEO do IRS, já que essa posição não pode mais ser ocupada legalmente de forma temporária.

O fio condutor de Pulte, o futuro diretor interino de Inteligência Nacional e diretor da Agência Federal de Financiamento da Habitação, cuja nomeação foi confirmada pelo Senado, não é nem a habitação nem a inteligência, mas sim, como informou a CNN, seu histórico de usar seu cargo federal para atacar os inimigos políticos de Trump.

Em 4 de junho, no Salão Oval, o presidente deixou claro que Pulte não permaneceria no cargo por muito tempo: “É um cargo interino, não é permanente”, declarou Trump.

E, em vez de alegar a necessidade de coordenar a inteligência em tempos de guerra, o presidente espera que, com Pulte no cargo, “ele possa descobrir algumas coisas sobre as eleições fraudulentas”.

“É um acúmulo de problemas de gestão”, comentou Max Stier, CEO da Partnership for Public Service, um grupo apartidário que defende um governo eficiente.

A administração pública, que já tem sido intimidada por tentativas de cortar cargos e eliminar o que Trump acredita ser um “estado profundo” conspirando contra ele, também precisa lidar com líderes que não têm experiência nas agências que dirigem.

“É uma receita para desperdício, corrupção, incompetência e um mau resultado para o povo americano”, afirmou Stier.

A escolha de Pulte por parte de Trump levanta questionamentos

A ascensão de Pulte, em particular, levanta duas questões distintas sobre como Trump tem conduzido o governo dos Estados Unidos:

  • O primeiro problema é o uso que Trump faz de funcionários interinos para contornar, temporariamente, o processo de confirmação do Senado, que pode ser controverso e político mesmo nas melhores circunstâncias. Todos os presidentes já fizeram isso, mas Trump o faz com muito mais frequência e de forma mais aberta. Em seu primeiro mandato, ele falou da “flexibilidade” que a ausência do processo de confirmação lhe proporcionava. Sem se importar com o fato de isso estar previsto na Constituição.
  • O segundo problema é o acúmulo de responsabilidades não relacionadas entre o grupo de assessores de confiança de Trump, o que criou múltiplas combinações de funções incomuns.

Em última análise, ambos os assuntos acabam sendo objeto de leis.

A lei que criou o cargo de diretor de Inteligência Nacional (DNI, na sigla em inglês), por exemplo, exige que qualquer pessoa indicada “possua ampla experiência em segurança nacional”.

Quando o anúncio foi feito, Pulte nem sequer tinha autorização de segurança, embora também não tenha sido indicado para o cargo permanente.

No entanto, outra parte da lei estabelece que, se ocorrer uma vacância, o vice-diretor principal de Inteligência Nacional “atuará em substituição” ao DNI durante esse período. O atual vice-diretor principal de Inteligência Nacional é um experiente ex-funcionário da CIA chamado Aaron Lukas.

Mas aqui entra outra lei.

A Lei de Vacâncias Federais de 1998 foi aprovada com apoio bipartidário para limitar a capacidade do presidente Bill Clinton de contornar a aprovação dos legisladores em nomeações políticas importantes que exigem confirmação do Senado. Em Washington, essas vagas são chamadas de PAS.

A Lei de Vacâncias estabelece um sistema um tanto complexo para preencher essas vagas.

Em primeiro lugar, determina que cargos de nomeação presidencial com confirmação do Senado só podem ser ocupados por seus vice-diretores, outros altos funcionários da agência ou outro funcionário confirmado pelo Senado. Pulte é um funcionário confirmado pelo Senado.

Mas também existem limites de tempo. Um funcionário interino só pode exercer o cargo por 210 dias após a abertura da vaga.

Se o presidente nomeia um substituto permanente, esse prazo de 210 dias é interrompido durante o processo de indicação. O presidente dispõe de mais um período de 210 dias para um interino caso a primeira indicação falhe ou seja retirada. Mas não há um terceiro período.

Segundo o Escritório de Responsabilidade Governamental dos EUA, presidentes de ambos os partidos têm violado sistematicamente essa lei.

Trump deixou cargos vagos em vez de nomear candidatos permanentes

O representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, já estava ocupado com a guerra comercial de Trump quando também recebeu a função de chefiar o Escritório de Ética Governamental.

Essa entidade deveria, em teoria, prevenir conflitos de interesse na administração, assim como o Escritório do Conselheiro Especial, que desempenha um papel importante no apoio a denunciantes do governo.

Trump não parece ver muita utilidade para nenhum dos dois cargos em seu segundo mandato. Nenhum deles tem atualmente um líder permanente.

As comissões estão sem figuras-chave

A Comissão Eleitoral Federal, que deveria ser bipartidária, atualmente não conta com comissários suficientes para iniciar investigações.

A Junta de Proteção dos Sistemas de Mérito dos EUA, responsável por lidar com reclamações de funcionários federais, conta de certa forma com quórum, mas apenas porque seu presidente, Henry Kerner, aprovado pelo Senado, também atua como vice-presidente interino.

Centenas de cargos políticos vagos

Segundo a organização sem fins lucrativos Partnership for Public Service, de Stier, existem cerca de 1.300 cargos que exigem aprovação do Senado.

Essa organização monitora mais de 800 cargos importantes, e mais de 270 deles não têm um indicado pela administração Trump.

Cerca de 100 cargos têm um candidato indicado, mas ainda não confirmado pelo Senado. De fato, essa taxa de confirmação para o “Trump 2.0” é ligeiramente superior à da administração Biden ou do primeiro governo Trump.

Mas a forma como Trump se apoia em funcionários interinos coloca à prova as leis que definem como essas vagas devem ser preenchidas e o espírito da Constituição, que tentou forçar um compromisso entre legisladores e o presidente ao exigir o “aconselhamento e consentimento” do Senado para altos funcionários do governo.

“Essa parece ser a principal lição que ele aprendeu em seu primeiro mandato: escolher pessoas que façam o que ele quer, não importa o quê, em vez de escolher pessoas que defendam a Constituição, o Estado de Direito e que sejam capazes de liderar essas organizações tão importantes e complexas, que tiveram um enorme impacto no público americano”, afirmou Stier.

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Gerson “Canhotinha” detona escolhas de Ancelotti: “Treineiro”

Campeão da Copa do Mundo de 1970 pela Seleção Brasileira, Gerson “Canhotinha de Ouro” detonou as escolhas de Carlo Ancelotti no jogo do Brasil contra o Marrocos, nesse sábado (13). A Canarinho empatou com os marroquinos em 1 a 1, no primeiro jogo da fase de grupos.

Em vídeo publicado nas redes sociais, o ex-jogador e agora comentarista criticou o italiano e afirmou que o comandante da Seleção errou nas substituições ao longo da partida.

“Estou na torcida, naturalmente, agora, ô, seu treineiro (Ancelotti), o senhor mexeu errado. Demorou a mexer, mexeu errado, o meio do campo não jogou absolutamente nada. O Casemiro e o Bruno Guimarães não jogaram absolutamente nada, jogando para trás, absolutamente perdidos jogando no meio”, iniciou.

“Melhor jogador em campo, na partida, o número 6 (de Marrocos, Bouaddi). Deitou e rolou, é o craque do jogo. Esse meio do campo não jogou absolutamente nada. Com o Paquetá também perdidinho no campo. Primeiro tempo todo do lado esquerdo, tinha que puxar o jogo para a direita, alguma coisa aqui (pelo lado direito)”, completou o comentarista.

Na sequência, Gerson afirmou que o Brasil “levou um passeio” e avaliou o lance do gol marcado pelo Marrocos, aos 21 minutos do primeiro tempo.

“O time do Brasil levou um passeio. Um passeio, não sabia onde estava a bola. Os caras tocando, tocando, tocando, e o Brasil desesperado correndo atrás dos caras. Fez um gol, porque o Vini fez a jogada correta”, declarou.

“Como ele sabe fazer: puxou para o meio e meteu a curva para o outro lado. Agora, antes, tomaram um gol. Um atacante e dois zagueiros, só que eles estão abertos. O cara meteu a bola pelo meio, saiu o goleiro e meteu o gol. Dois contra um, só que eles estão dormindo”, disse o “Canhotinha de Ouro”.

Pesquisa: cresce o número de torcedores que acreditam no hexa

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Entenda o plano de Mamdani para a crise de moradia de Nova York

Os promotores imobiliários investiram milhões para impedir que Zohran Mamdani se tornasse prefeito da cidade de Nova York, alegando que suas políticas destruiriam a cidade.

Agora, no entanto, Mamdani busca o apoio deles.

Mamdani foi eleito com uma plataforma que incluía o congelamento do preço dos aluguéis e da habitação pública, e propôs durante a campanha um plano de US$ 100 bilhões para criar um modelo de habitação social no estilo de Viena.

No entanto, seu novo plano de US$ 22 bilhões para tirar a cidade de Nova York da crise habitacional depende dos promotores imobiliários.

Sua estratégia utiliza políticas orientadas pelo mercado, flexibilizando as regulamentações de construção, relaxando as restrições de zoneamento e resgatando o degradado parque de habitações públicas da cidade por meio de financiamento privado, para impulsionar seus objetivos social-democratas de 200.000 moradias acessíveis na próxima década.

Mamdani mudou de opinião sobre o “papel do mercado privado na construção de moradias” no final de sua campanha, e detalhou sua evolução política em um discurso na semana passada.

Os sucessos em Austin, Minneapolis e Seattle demonstraram que flexibilizar as leis de zoneamento e outras regulamentações é necessário para construir mais moradias e reduzir os aluguéis, afirmou.

Sua trajetória evidencia as tensões entre a ideologia política e os desafios da construção de moradias.

O desenvolvimento de novas habitações nos Estados Unidos é extremamente complexo e está cheio de obstáculos, como as leis de zoneamento e os processos de revisão pública, que variam de acordo com o código postal.

É especialmente difícil em Nova York, uma cidade com alto custo de vida, onde a terra é escassa e as regulamentações são rígidas. Mamdani está buscando soluções de compromisso para construir habitações acessíveis para os nova-iorquinos de baixa e média renda.

“Pode até ser ideologicamente socialista, mas a cidade está muito limitada em relação às suas possibilidades”, afirmou Eric Kober, pesquisador sênior do centro de estudos de políticas públicas Manhattan Institute e ex-alto funcionário do Departamento de Planejamento Urbano da cidade de Nova York.

Mamdani é um “YIMBY de esquerda”, disse Kober, referindo-se ao movimento YIMBY (“Yes, in my backyard” ou “Sim, no meu quintal”, em tradução livre) a favor do desenvolvimento imobiliário. Mas seu plano de habitação ainda contém políticas como regulamentações de aluguel que pressionam os promotores privados e podem enfraquecer a capacidade da cidade de construir tantas moradias quanto outras cidades.

“O setor privado não está fazendo isso por caridade”, concluiu Kober. “Se não permitirmos que eles lucrem, eles investirão em outro lugar.”

Congelamento do preço dos aluguéis

Austin, Minneapolis e Seattle mostraram a Mamdani que construir mais moradias de todos os tipos é fundamental para aliviar a crise habitacional de uma cidade como Nova York.

Essas cidades flexibilizaram suas leis de zoneamento e outras restrições nos últimos anos para construir moradias, o que contribuiu para a redução dos preços dos aluguéis. Austin, por exemplo, aumentou seu parque habitacional em 10,5% entre 2021 e 2024, e os aluguéis caíram 4%.

Mamdani quer que a cidade de Nova York siga esse caminho. No entanto, ele mantém suas políticas socialistas favoritas de habitação.

Mamdani apoia um congelamento dos preços dos aluguéis que seria aplicado a quase um milhão de apartamentos com aluguel regulado na cidade de Nova York, quase metade do parque de aluguéis da cidade. O Conselho de Diretrizes de Aluguel, designado pessoalmente por Mamdani, votará este mês para decidir sobre possíveis aumentos de aluguel dessas unidades.

Muitos prédios antigos com apenas apartamentos de aluguel regulado enfrentam forte pressão financeira. O aumento vertiginoso dos custos de serviços públicos, seguros e mão de obra, sem um incremento na receita, provocou o deterioro de alguns edifícios, levando os proprietários a inadimplirem seus empréstimos.

Um estudo revelou que congelar os aluguéis por quatro anos poderia levar alguns desses edifícios com aluguel regulado à falência, especialmente nos distritos periféricos de Nova York.

Mamdani anunciou uma isenção que permite a alguns proprietários com dificuldades financeiras, que recebem subsídios municipais, aumentar os aluguéis das unidades vazias, mas a maioria dos apartamentos regulados na cidade não atenderia aos requisitos.

Se a situação financeira desses prédios continuar se deteriorando, a cidade terá dificuldade para cobrir o déficit.

“Promete muito pouco alívio à crise financeira no que diz respeito a moradias com aluguel 100% regulado”, disse Kober. “Essa crise vai piorar.”

O sucesso de Minneapolis, um dos modelos de Mamdani para expandir a oferta de moradias, enfraquece seu apoio ao controle de aluguéis.

Em 2022, a vizinha St. Paul promulgou leis rígidas de controle de aluguéis, enquanto Minneapolis as rejeitou e se concentrou em flexibilizar as leis de zoneamento para acelerar a construção de moradias.

A construção de moradias cresceu em Minneapolis e estagnou em St. Paul. Os aluguéis em ambas as cidades evoluíram em direções opostas.

St. Paul agora está recuando em algumas partes de suas leis de controle de aluguéis.

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Assembleia Municipal de Évora promove audição pública sobre instalação de três centrais fotovoltaicas

O salão nobre dos Paços do Concelho de Évora acolheu, no dia 12 de junho, uma audição pública para debater o projeto de instalação de três centrais fotovoltaicas a norte e nordeste da cidade, na zona da Graça do Divor. A sessão foi aberta a toda a comunidade e serviu para analisar os argumentos em [...]

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JPP acusa Governo Regional de isolar a Madeira ao adiar correcção das "ultrapassagens" na carreira docente

O deputado do Juntos Pelo Povo (JPP), Miguel Ganança, acusa o Governo Regional e a maioria PSD/CDS de deixarem a Madeira cada vez mais isolada no panorama nacional, ao continuarem a adiar a correcção das chamadas "ultrapassagens" na carreira docente, uma "injustiça" que, segundo o parlamentar, torna a carreira regional menos atractiva e menos capaz de fixar professores.

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Dois helicópteros se chocam e deixam seis mortos no Rio

Logo Agência Brasil

Pelo menos seis pessoas morreram na manhã deste domingo (14) após a colisão no ar de dois helicópteros que caíram nos arredores da Avenida das Américas, altura do Recreio dos Bandeirantes, na zona sudoeste do Rio de Janeiro. Os mortos são tripulantes das aeronaves.

O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro foi acionado às 8h59. Cerca de 45 militares do Recreio dos Bandeirantes, com o apoio de equipes especializadas do Grupo de Ações Especiais, foram deslocados para o local. 

Notícias relacionadas:

Segundo os bombeiros, os helicópteros caíram no estacionamento de uma concessionária de carros elétricos, provocando um incêndio que atingiu pelo menos 20 veículos. 

*Reportagem em atualização.

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Bravos por mantener sólido paso en béisbol estadounidense

Nueva York, EEUU, 14 jun (Prensa Latina) Los Bravos de Atlanta buscarán hoy mantener su sólido paso en la temporada regular del béisbol de las Grandes Ligas de Estados Unidos ante los Mets de Nueva York.

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