O AC Milan oficializou, esta terça-feira, Ruben Amorim como o novo treinador, sucedendo assim a Massimiliano Allegri.
No comunicado divulgado pelo clube não é mencionado até quando dura o contrato. No entanto, a “Record” sabe que o português assinou contrato válido para três temporadas, ou seja, até 2029.
No mesmo comunicado, Gerry Cardinale, proprietário do clube milanês refere que já segue o português há alguns anos, deixando vários elogios à sua capacidade de trabalho.
“Acompanhamos o Rúben há anos e a sua passagem pelo Sporting é extremamente impressionante, refletindo o estilo de jogo que procuramos. Ele é um dos treinadores mais preparados e inovadores da nova geração europeia – jovem, ambicioso e com uma identidade futebolística moderna, definida pelo domínio dos jogos através da posse de bola, um sistema de pressing moderno e uma abordagem táctica clara”, afirma Gardinale.
O dono do AC Milan acrescentou ainda que:”O Rúben acredita num futebol de ataque com pressão alta e transições rápidas que permitem marcar mais golos. A sua filosofia alinha-se perfeitamente com a nossa visão e as suas qualidades de liderança e o seu historial no desenvolvimento de jogadores destacaram-se para nós. Acreditamos no Rúben e estamos entusiasmados por lhe dar as boas-vindas ao Clube”.
Depois de ter sido treinador do Sporting Club de Portugal, Rúben Amorim foi treinar o Manchester United em 2024, onde esteve até ao momento.
O Milan anunciou nesta terça-feira (16) a contratação de Rúben Amorim como novo treinador da equipe. O português de 41 anos assinou contrato até junho de 2028, com opção de renovação por mais uma temporada.
Amorim havia informado no início do ano que pretendia tirar um período de descanso após sua saída do Manchester United, em janeiro. No entanto, o treinador decidiu antecipar o retorno às atividades para assumir o comando de um dos clubes mais tradicionais do futebol europeu.
A ligação do português com o Milan é antiga. Em entrevistas concedidas ainda no início da carreira como treinador, Amorim já havia citado o clube italiano como uma de suas grandes referências no futebol.
Agora, o português assume o desafio de liderar o time que soma sete títulos da Champions League da Europa e substitui Massimiliano Allegri no cargo.
“Existem ambições que nos acompanham ao longo da carreira, e treinar o Milan sempre foi uma das minhas. Sei exatamente o que este clube representa: história, prestígio e uma torcida extraordinária em todo o mundo. É um desafio que abraço com orgulho e entusiasmo, plenamente consciente do que estas cores representam. Mal posso esperar para começar e vivenciar diariamente a paixão que move o Milan“, disse Rúben Amorim aos canais oficias do clube.
Carreira
Amorim iniciou sua carreira como treinador em 2018, após uma carreira profissional como jogador, na qual representou o Belenenses e o Benfica, bem como a seleção portuguesa.
Após experiências iniciais como treinador na Casa Pia e no Braga, foi nomeado treinador principal do Sporting Clube de Portugal em março de 2020. Nesse período conquistou dois títulos da liga portuguesa, duas Taças da Liga e uma Supertaça.
O assessor especial da Presidência para Assuntos Internacionais, Celso Amorim, afirmou que os Estados devem fazer uso de sua “legítima capacidade regulatória” para que o desenvolvimento tecnológico contribua para “bens comuns” da sociedade.
A declaração foi dada durante a participação do ex-chanceler na XXIII Conferência de Segurança Internacional do Forte, nesta terça-feira (16).
“Diante do poder das big techs, os Estados não podem abdicar de sua legitima capacidade regulatória derivada do voto do povo. Temos que garantir que o desenvolvimento tecnológico esteja direcionado para bens comuns, como a diminuição da pobreza, a proteção do meio ambiente e a garantia dos direitos humanos”, afirmou Amorim.
Em suas declarações, o assessor demonstrou receios com o avanço das inteligências artificiais. Embora reconheça o tom “clichê”, classificou que toda tecnologia traz desafios e oportunidades, mas enxerga que “os riscos parecem maiores do que as oportunidades“.
O Brasil passa por um momento de disputa sobre a regulação das plataformas digitais no país. Em maio, o presidente Lula (PT) assinou decretos que ampliaram a fiscalização sobre conteúdos publicados online.
O ex-chanceler associou a falta de regulamentação do setor a riscos à democracia de países que não estão na frente da “corrida tecnológica” atual.
“Temos que ter a consciência de que a concentração de poder em alguns países, em matéria de inteligência artificial, tem o poder de minar a democracia e agravar profundamente a desigualdade. É o caso das big techs que recusam qualquer tipo de regulação.”
Com divergências entre os ministros, o julgamento dos recursos apresentados pelas big techs será concluído na próxima quarta-feira (17) pelo plenário do Supremo Tribunal Federal.
O assessor especial da Presidência para Assuntos Internacionais, Celso Amorim, disse nesta terça-feira (16) que a concentração de poder dos países em relação à IA (Inteligência Artificial) tem a capacidade de minar democracias.
Na avaliação do ex-chanceler, essa centralização também pode resultar em um agravamento da desigualdade.
“Não defendemos um modelo estatista, mas temos que ter a consciência de que a concentração de poder em alguns países, em matéria de inteligência artificial, tem o poder de minar a democracia e agravar profundamente a desigualdade”, disse Amorim durante a XXIII Conferência de Segurança Internacional do Forte, no Rio de Janeiro.
Ao logo de seu discurso, Amorim falou sobre o impacto do desenvolvimento da tecnologia e a importância da segurança digital na atualidade.
Na avaliação do assessor especial, o desenvolvimento tecnológico deve direcionar-se “para bens comuns, como a diminuição da pobreza, a proteção do meio ambiente e a garantia dos direitos humanos”.
Em outro momento, ele destacou a crescente de ataques cibernéticos ao redor do mundo e alertou sobre consequências para a soberania das nações.
“Ataques cibernéticos são cada vez mais utilizados como instrumentos de uma guerra híbrida. A resiliência cibernética é uma condição de soberania no século 19. Sem proteção digital não há autonomia decisória nem confiança institucional”, disse.
O assessor especial da Presidência da República, o embaixador Celso Amorim, defendeu, nesta terça-feira (16), que a Inteligência Artificial (IA) manipulada por um grupo restrito de empresas, sediadas em poucos países, tem o potencial de aprofundar as desigualdades no mundo e minar os sistemas democráticos.
“É o caso das big techs que recusam qualquer tipo de regulação. Hoje vemos como algumas empresas de inteligência artificial dominam setores inteiros, inclusive em países desenvolvidos.”
Segundo ele, diante do poder das big techs, os Estados não podem abdicar de sua legitima capacidade regulatória, “derivada do voto do povo”.
A ameaça às democracias representadas pelas big techs é tema de debates em todo o mundo, devido, entre outros motivos, à capacidade das redes sociais de direcionarem o debate público, disseminarem notícias falsas em massa e impactarem o mercado de trabalho.
Amorim participa, em Portugal, da Conferência de Segurança Internacional do Forte que reúne autoridades e especialistas da União Europeia e da América do Sul. O encontro é promovido pela Fundação Konrad Adenauer no Brasil em cooperação com o Centro Brasileiro de Relações Internacionais (CEBRI) e a Delegação da União Europeia.
Assessor especial para área internacional da Presidência, Celso Amorim lembrou ainda que “ataques cibernéticos” são cada vez mais comuns e, por isso, é preciso investir na resiliência cibernética como condição para soberania nacional no século 21.
“Sem proteção digital, não há autonomia decisória nem confiança institucional. Os dados passaram a ser um ativo econômico, político e militar. Eles alimentam modelos de inteligência artificial, orientam decisões estratégicas e permitem monitoramento em larga escala.”
Amorim acrescentou que, um país como o Brasil, precisa estar “plenamente consciente” da importância e das implicações dos dados na economia digital e defendeu, por exemplo, a proteção aos dados do banco do Sistema Único de Saúde (SUS).
Regulação das big techs
O embaixador Amorim defendeu a regulação das plataformas digitais para alcançar um desenvolvimento tecnológico direcionado para “bens comuns”, como diminuição da pobreza, proteção do meio ambiente e garantia dos direitos humanos.
“Viver em um mundo em que há trilionários enquanto 673 milhões de pessoas passam fome simplesmente não é aceitável.”
IA como arma de guerra
O assessor presidencial ainda alertou para o risco do uso dessa tecnologia nas guerras em curso.
“O desenvolvimento de armas autônomas é um dos exemplos mais eloquentes do dilema moral que vivemos. O uso da força letal fica cada vez mais impessoal, sem risco iminente ao operador. O sentimento de culpa perante a morte e a destruição desaparece.”
Para o embaixador, o uso da IA na guerra deve ser motivo de grande preocupação no contexto geopolítico atual, “em que o constrangimento ao uso da força deixa de existir”.
Ao citar o uso das tecnologias nas guerras no Oriente Médio, ele acrescentou que o Brasil deve “investir na defesa” para “garantir nossa capacidade de dissuasão”.
O assessor especial da Presidência da República, o embaixador Celso Amorim, defendeu, nesta terça-feira (16), que a Inteligência Artificial (IA) manipulada por um grupo restrito de empresas, sediadas em poucos países, tem o potencial de aprofundar as desigualdades no mundo e minar os sistemas democráticos.
“É o caso das big techs que recusam qualquer tipo de regulação. Hoje vemos como algumas empresas de inteligência artificial dominam setores inteiros, inclusive em países desenvolvidos.”
Segundo ele, diante do poder das big techs, os Estados não podem abdicar de sua legitima capacidade regulatória, “derivada do voto do povo”.
A ameaça às democracias representadas pelas big techs é tema de debates em todo o mundo, devido, entre outros motivos, à capacidade das redes sociais de direcionarem o debate público, disseminarem notícias falsas em massa e impactarem o mercado de trabalho.
Amorim participa, em Portugal, da Conferência de Segurança Internacional do Forte que reúne autoridades e especialistas da União Europeia e da América do Sul. O encontro é promovido pela Fundação Konrad Adenauer no Brasil em cooperação com o Centro Brasileiro de Relações Internacionais (CEBRI) e a Delegação da União Europeia.
Assessor especial para área internacional da Presidência, Celso Amorim lembrou ainda que “ataques cibernéticos” são cada vez mais comuns e, por isso, é preciso investir na resiliência cibernética como condição para soberania nacional no século 21.
“Sem proteção digital, não há autonomia decisória nem confiança institucional. Os dados passaram a ser um ativo econômico, político e militar. Eles alimentam modelos de inteligência artificial, orientam decisões estratégicas e permitem monitoramento em larga escala.”
Amorim acrescentou que, um país como o Brasil, precisa estar “plenamente consciente” da importância e das implicações dos dados na economia digital e defendeu, por exemplo, a proteção aos dados do banco do Sistema Único de Saúde (SUS).
Regulação das big techs
O embaixador Amorim defendeu a regulação das plataformas digitais para alcançar um desenvolvimento tecnológico direcionado para “bens comuns”, como diminuição da pobreza, proteção do meio ambiente e garantia dos direitos humanos.
“Viver em um mundo em que há trilionários enquanto 673 milhões de pessoas passam fome simplesmente não é aceitável.”
IA como arma de guerra
O assessor presidencial ainda alertou para o risco do uso dessa tecnologia nas guerras em curso.
“O desenvolvimento de armas autônomas é um dos exemplos mais eloquentes do dilema moral que vivemos. O uso da força letal fica cada vez mais impessoal, sem risco iminente ao operador. O sentimento de culpa perante a morte e a destruição desaparece.”
Para o embaixador, o uso da IA na guerra deve ser motivo de grande preocupação no contexto geopolítico atual, “em que o constrangimento ao uso da força deixa de existir”.
Ao citar o uso das tecnologias nas guerras no Oriente Médio, ele acrescentou que o Brasil deve “investir na defesa” para “garantir nossa capacidade de dissuasão”.
Il tecnico portoghese guadagnerà 3,5 milioni più bonus. Con lui quattro collaboratori, mentre il club lavora su Krösche e Hardung
Sommario iniziale pubblicabile
Ruben Amorim è ormai il nuovo allenatore del Milan. Il tecnico portoghese ha firmato in via telematica il contratto fino al 2028 con opzione per un’altra stagione. Ingaggio da 3,5 milioni più bonus, staff già definito e primo cantiere aperto sul nuovo Milan a tre.
Il portoghese porterà a Milano i fedelissimi dello staff e ripartirà dal suo 3-4-2-1
Ruben Amorim è il nuovo allenatore del Milan. Il tecnico portoghese ha firmato in via telematica il contratto che lo legherà ai rossoneri fino al 2028, con opzione per un’altra stagione. Manca solo l’ultimo passaggio formale del club, ma la scelta è fatta.
L’accordo prevede un ingaggio da3,5 milioni di euro a stagione più bonus. Nel pacchetto sono inseriti 1 milione di euro in caso di scudetto e 500mila euro se Amorim riuscirà a riportare il Milan nella prossima Champions League. Una parte variabile è legata anche al cammino europeo, con l’Europa League come banco immediato della nuova gestione.
Non c’è ancora una data precisa per l’arrivo dell’ex Sporting Lisbona e Manchester United in Italia. Il club sta lavorando in parallelo alla nuova area tecnica, con Markus Kröscheindicato come profilo scelto per diventare il nuovo dt o head of football rossonero. Il dirigente dell’Eintracht Francoforte deve però liberarsi dal club tedesco, con cui ha un contratto fino al 2028.
Dalla Germania filtra una linea prudente. L’Eintracht non ha fretta, non considera chiusa la vicenda e punta a ottenere un indennizzo per lasciar partire Krösche. Con lui potrebbe muoversi anche Timmo Hardung, suo uomo di fiducia e candidato al ruolo di nuovo direttore sportivo del Milan. Tra Krösche e Amorim il contatto c’è già stato e il rapporto sarebbe nato subito su basi molto solide.
La scelta di Amorim arriva dopo un lungo casting. Zlatan Ibrahimovic e Gerry Cardinale hanno valutato più profili, da Matthias Jaissle a Mauricio Pochettino fino a Oliver Glasner, poi hanno virato sul portoghese in piena condivisione con la nuova area tecnica in costruzione. Amorim prenderà il posto di Massimiliano Allegri, che la prossima stagione siederà sulla panchina del Napoli.
Amorim arriva al Milan a 41 anni con un percorso molto riconoscibile. Il nuovo allenatore ha già composto il gruppo che lo seguirà a Milano. Con lui sono attesi Carlos Fernandes, Emanuel Ferro, Adélio Cândido e Jorge Vital, preparatore dei portieri e collaboratore di Amorim fin dai tempi del Braga. Il tecnico ripartirà dal 3-4-2-1 o dal 3-4-3, i suoi moduli di riferimento. Difesa a tre, esterni di spinta, due uomini tra le linee e una squadra più verticale. Il portoghese non viene considerato un allenatore particolarmente flessibile dal punto di vista tecnico: il Milan dovrà quindi essere costruito attorno alle sue idee. Il cambio in panchina si inserisce in un riassetto più ampio. Dopo l’azzeramento della società seguito a Milan-Cagliari, Cardinale sta ricostruendo l’organigramma rossonero. In attesa delle nuove nomine, il CdA ha conferito a Massimo Calvelli i poteri di ordinaria e straordinaria amministrazione. Calvelli, braccio destro di Cardinale, può autorizzare operazioni fino a 10 milioni di euro. Amorim deve dare una forma tecnica alla squadra. Krösche, se arriverà, dovrà guidare il mercato. Hardung potrebbe completare la struttura sportiva. Calvelli intanto garantisce operatività immediata. La firma del portoghese è il primo atto concreto della ricostruzione rossonera.