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“Um Toque Suspiro – O Novelo”, da autora Susana Santos vai ser apresentado em Tavira

No próximo dia 22 de junho, segunda-feira, pelas 18:00 horas, na Biblioteca Municipal de Tavira Álvaro de Campos, será apresentado o livro de poesia “Um Toque Suspiro – O Novelo”, da autora Susana Santos.

A nota de imprensa de promoção desta apresentação destaca que, “Tavira inspira obra de poesia apresentada na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos” uma obra que reúne alguns poemas que nasceram de experiências vividas no Algarve, nomeadamente na cidade do Gilão.

Através da paisagem, da hospitalidade, da gastronomia, da cultura e da identidade peculiar desta terra, a autora sentiu-se cheia e transformou essas memórias e emoções em arte literária (poesia), revelando um Algarve mais superior, que vai além dos atributos turísticos globalmente reconhecidos, procurando assim homenagear este território.

A apresentação contará com a colaboração do Dr. Dinis Faísca e incluirá uma conversa intimista acerca da relação entre os lugares, as experiências, as memórias e a inspiração artística / literária.

Também, haverão alguns momentos de leitura com o ator e encenador Luís Vicente, até porque, “o amor (sempre o amor) transformado em poesia!

Uma nota final para salientar que a entrada na Biblioteca Municipal de Tavira é livre.

Portugal tem pela primeira vez seis mestrados em Finanças nos 70 melhores do mundo

15 June 2026 at 07:00
mestrados em Finanças

Mestrados em Finanças. Portugal tem em 2026 pela primeira vez seis Mestrados em Finanças no leque dos 70 melhores do mundo entre centenas de programas nos cinco continentes. No geral, os mestrados portugueses, melhoram a performance com destaque para a entrada no ranking do programa de Finanças do Iscte e a manutenção da Nova SBE no top 10.

De cinco mestrados nem 2025, Portugal passa a seis em 2026. O facto confirma a qualidade, a competitividade e a projeção internacional do nosso ensino superior na área das Finanças, ao lado de países como o Reino Unido, a França, os Estados Unidos, Suíça e Singapura e afirma o país como hub europeu de excelência académica, capaz de atrair talento, empresas e reconhecimento internacional.

O Ranking Global do Financial Times 2026 compreende os 70 melhores do mundo. Eis os destaques dos programas lecionados em Portugal:

Nova School of Business and Economics: mantém-se no top 10 mundial, passando da 6.ª para a 8.ª posição, e consolida o seu estatuto de escola portuguesa mais bem classificada neste ranking.

Católica Lisbon School of Business and Economics: sobe da 23.ª para a 19.ª posição, registando uma progressão significativa e reforçando a sua presença no top 20 global.

ISEG – Lisbon School of Economics and Management: passa da 27.ª para a 33.ª posição, mantendo-se entre as escolas de referência no panorama global.

University of Porto – FEP | PBS: mantém uma trajetória de crescimento sustentado nos últimos anos, depois de ter subido de 55.º lugar em 2024 para 41.º em 2025, fixa-se agora na 43.ª posição global.

Iscte Business School entra diretamente no top 50, ocupando a 47.ª posição global.

Católica Porto Business School: regista uma das progressões mais expressivas entre as escolas portuguesas, subindo nove posições, do 63.º, para onde entrou diretamente em 2025, para o 54.º lugar.

O ranking Financial Times Masters in Finance é uma das mais prestigiadas avaliações internacionais de programas de Finanças, analisando dimensões como progressão salarial dos alumni, empregabilidade, apoio à carreira, internacionalização, diversidade, sustentabilidade e experiência académica.

NOVA SBE

O Mestrado Internacional em Finanças da Nova SBE consolida a presença no top 10, destacando-se por uma avaliação consistente na maioria dos critérios avaliados. Em particular, no indicador International Work Mobility (carreira internacional dos graduados), com o 3.º lugar mundial. Este indicador avalia a capacidade dos graduados para prosseguirem e desenvolverem as suas carreiras em contextos internacionais, fora do seu país de origem.

No indicador International Course Experience (experiência internacional do curso, que reflete a exposição internacional proporcionada pelo curso, avaliando a capacidade dos alunos para estudar e realizar estágios, durante o programa, fora do país e do campus de origem), ocupa a 5.ª posição no mundo, com muitos dos seus alunos a completar programas de intercâmbio e estágios – ou ambos – fora de Portugal e do país de origem.

O compromisso com a sustentabilidade é também reconhecido pelo Financial Times, através da 9.ª posição mundial no indicador Carbon Footprint. Esta métrica avalia a classificação da pegada de carbono das escolas, considerando a definição de metas concretas e a publicação de relatórios de emissões, reforçando o posicionamento da Nova SBE como uma escola comprometida com os desafios ambientais globais.

Pedro Oliveira, dean da Nova SBE, destaca “a integração da Nova SBE no grupo de elite (Tier 1) do ranking de mestrados de finanças do Financial Times, com a pontuação mais elevada alguma vez alcançada por uma escola portuguesa. “Representa o reconhecimento da consistência e da qualidade do nosso projeto académico. Esta distinção confirma que estamos entre as escolas de gestão, economia e finanças com melhor desempenho global, combinando excelência académica, alcance e projeção internacionais, inovação e compromisso com a sustentabilidade”.

Catherine da Silveira, asssociate dean for International Affairs & Partnerships da Nova SBE, acrescenta: “Os resultados alcançados demonstram também a forte dimensão internacional, uma das características distintivas da nossa Escola. Através da nossa rede internacional alargada, seja com outras business schools ou parceiros corporativos, garantimos oportunidades de intercâmbio e experiências verdadeiramente transformadoras em diferentes mercados”.

 

Católica-Lisbon

O Mestrado em Finanças da Católica-Lisbon SBE, considerado pelo FT como um dos melhores do mundo desde 2017, funciona como porta de entrada para uma excelente carreira a nível internacional, sendo uma das melhores escolas do mundo (12ª) na Experiência Internacional do Mestrado, sendo também a Escola portuguesa com maior percentagem de alunos internacionais (87%).

Este ranking abrange todos os graduados do Mestrado International em Finanças, que aumentam o seu salário inicial 52% nos seus primeiros três anos, o que coloca a Católica-Lisbon SBE na 16ª posição Mundial em Progressão Salarial dos seus Graduados e que evidencia a sua capacidade de criação de valor.

A Escola é a instituição portuguesa mais bem classificada na integração da sustentabilidade e da transição climática nos seus programas académicos, alcançando o 9.º lugar no indicador da Sustentabilidade. Este resultado é consequência de uma aposta estratégica, materializada na criação do Center for Sustainable Finance, que, em apenas três anos, se tornou um dos principais polos europeus de investigação, formação e debate nesta área. Paralelamente, a Escola organiza anualmente, no final de junho, a Lisbon Sustainability Week, uma conferência internacional de referência que reúne alguns dos mais destacados académicos, reguladores, investidores e líderes empresariais do mundo, incluindo vencedores do Prémio Nobel da Economia.

“O mercado de trabalho reconhece o valor e excelente preparação dos nossos graduados, os quais são rapidamente promovidos e valorizados, aumentando o seu salário em mais de 50% em três anos, critério onde estamos mesmo na posição 16ª mundial. . Dou os parabéns a todos os nossos alunos e graduados de Finanças, e à nossa equipa tão bem liderada pelo Professor José Faias pela ascensão ao TOP 20 mundial.”, afirma Filipe Santos, dean da Católica-Lisbon SBE

O Ranking Global do Financial Times atribui ao mestrado da Católica Lisbon School of Business & Economics a 19º melhor posição mundial em 2026, uma subida de quatro posições.

ISEG

ISEG – Lisbon School of Economics & Management volta a afirmar-se entre as principais escolas de Finanças do mundo, integrando o ranking Financial Times Masters in Finance 2026 – Pre-experience programmes, onde ocupa o 33.º lugar mundial e se posiciona no Top 3 nacional, entre as seis escolas portuguesas classificadas nesta edição.

Entre as escolas portuguesas presentes no ranking, o ISEG destaca-se sobretudo pela progressão salarial dos seus diplomados, com um aumento médio de 75%, o melhor resultado nacional e o 7.º melhor resultado a nível mundial neste indicador. O programa regista ainda 100% de empregabilidade a três meses, confirmando a forte ligação ao mercado de trabalho e a capacidade de preparar profissionais altamente procurados pelas empresas e instituições financeiras.

“Estar no 33º dos melhores Masters in Finance do mundo é um resultado que confirma a consistência, a qualidade e a relevância internacional do ISEG e em particular na área financeira. Num ecossistema cada vez mais competitivo, destacarmo-nos pela melhor progressão salarial entre as escolas portuguesas mostra que o nosso Mestrado em Finanças cria valor real para os estudantes, para as empresas e para a economia”, afirma João Duque, presidente do ISEG.

O Mestrado em Finanças do ISEG é um programa reconhecido pela sua forte orientação para o mercado financeiro e pela ligação a standards internacionais da profissão. O programa é também alinhado com o currículo CFA®, proporcionando aos estudantes uma formação robusta, exigente e preparada para os desafios de uma carreira global em Finanças.

Uma das características distintivas do mestrado que muito contribui para este sucesso é a viagem de campo que se realiza todos os anos a Frankfurt em que os alunos voam até àquela cidade alemã para fazerem uma imersão no coração do mundo financeiro europeu, conhecendo autoridades de supervisão financeira, bancos, seguradoras, gestoras de ativos, bolsas de valores, escolas de gestão, e antigos alunos.

 

FEP

O Mestrado em Finanças (MIF) da Faculdade de Economia da Universidade do Porto (FEP) afirma-se no ranking Masters in Finance 2026 do Financial Times (FT), ocupando a 43.ª posição global entre 70 escolas.

Este desempenho confirma a consistência da estratégia da escola, “assente na excelência académica, na proximidade ao mercado e numa forte orientação internacional”, salienta o diretor da FEP, Óscar Afonso, para quem “a liderança contínua em Value for Money é particularmente relevante num contexto em que os candidatos procuram formações com elevado impacto e retorno”.

De facto, pelo segundo ano consecutivo, a FEP é 1.ª em Portugal e 7.ª no mundo no indicador Value for Money, que avalia a relação entre o custo do programa e os resultados profissionais alcançados após a sua conclusão, um posicionamento que a consolida como uma das opções mais competitivas a nível internacional. Este desempenho é acompanhado por um crescimento médio salarial de 50% três anos após a graduação.

O impacto do programa na progressão profissional dos seus diplomados continua também em evidência: o MIF atinge o 18.º lugar mundial em progressão de carreira, demonstrando a sua capacidade de acelerar trajetórias para funções de maior responsabilidade.

Para Jorge Farinha, Diretor do programa, estes resultados refletem “um alinhamento cada vez mais claro com as exigências de um mercado financeiro global e altamente competitivo”, salientando que o curso tem vindo a reforçar “a preparação dos estudantes para carreiras internacionais exigentes e em constante transformação”.

ISCTE

O MSc in Finance da Iscte Business School entra diretamente para a 47.ª posição global, reforçando a presença portuguesa no grupo de programas de excelência internacional reconhecido pelo Financial Times.

O mestrado evidencia desempenhos particularmente relevantes em áreas diretamente valorizadas por estudantes, alumni e empregadores, nomeadamente no apoio à carreira, na satisfação dos diplomados, no retorno do investimento, na progressão salarial e na diversidade.

O programa destaca-se igualmente no indicador Value for Money Rank e na progressão salarial dos alumni. Os resultados revelam ainda elevados níveis de satisfação entre os alumni, dimensão em que a Escola ocupa o 2.º lugar nacional e se destaca pelo seu compromisso com a diversidade e a inclusão.

Entre as escolas portuguesas classificadas, a Iscte Business School alcança o melhor desempenho nacional no indicador Career Services Rank, que avalia a qualidade do apoio prestado aos estudantes na preparação e desenvolvimento das suas carreiras. Neste indicador, a Escola ocupa a 24.ª posição mundial e o 1.º lugar nacional, confirmando a forte ligação ao mercado de trabalho e a relevância dos seus serviços de carreira no percurso profissional dos estudantes.

Para Maria de Fátima Salgueiro, dean da Iscte Business School, este resultado reflete não apenas a evolução da escola, mas também a maturidade e a competitividade internacional do ensino superior português:

“Portugal consolidou-se como um HUB Europeu de referência na formação em Finanças. A presença da Iscte Business School no Top 50 mundial do Financial Times reforça a projeção internacional deste ecossistema e confirma a capacidade das escolas portuguesas para competir ao mais alto nível. O desempenho do nosso MSc in Finance é motivo de orgulho para a Escola e para o país, refletindo uma aposta consistente na qualidade académica, na ligação ao mercado e na formação de talento preparado para responder aos desafios do setor financeiro global.”

 

Católica Porto Business School

O Mestrado em Finanças da Católica Porto Business School figura pelo segundo ano consecutivo no ranking do FT, registando uma das maiores subidas: nove posições a nível mundial e oito posições a nível europeu, face à edição anterior. Um dos pontos em destaque: 100% de empregabilidade.

“A subida do Mestrado em Finanças no ranking do Financial Times confirma a qualidade do trabalho que temos vindo a desenvolver e a capacidade da Católica Porto Business School para competir ao mais alto nível internacional,” refere João Pinto, diretor da Católica Porto Business School.

Também Paulo Alves, diretor do Mestrado em Finanças e vice-dean para a Qualidade da Católica Porto Business School, afirma: “O que nos distingue é o foco continuado no desenvolvimento da pessoa. Cultivamos um ambiente de proximidade com os alunos e com o mercado de trabalho. Criamos pontes que serão o início de carreiras profissionais de excelência”.

Para a Católica Porto Business School, os rankings não são um objetivo; são o resultado do que fazemos. Por isso, este é o momento de dar os parabéns e agradecer a cada colega, a cada aluno, a cada colaborador e a cada parceiro que nos desafia. Cada subida aumenta o nível de exigência, mas estou certo de que, juntos, vamos continuar a reforçar a nossa posição como Escola de referência.

 

Raphinha, Vini Jr. e Douglas Santos se destacam nos números da estreia

Logo Agência Brasil

As estatísticas dos jogadores do Brasil no empate por 1 a 1 com Marrocos, no último sábado (13), na estreia da Copa do Mundo, destacam três atletas: o lateral-esquerdo Douglas Santos e os atacantes Raphinha e Vinícius Júnior. Os números constam no banco de dados da Federação Internacional de Futebol (Fifa).

Entre os 16 brasileiros que estiveram em campo, Raphinha foi quem mais se movimentou. O atacante do Barcelona (Espanha) percorreu 11,65 quilômetros (km) na partida. Pouco menos que os 11,68 km do jovem volante Ayyoub Bouaddi, do Marrocos, atleta que mais correu durante os 90 minutos.

Notícias relacionadas:

Raphinha foi, ainda, o brasileiro que mais conseguiu arrancadas (80) e que mais pressionou os jogadores marroquinos, com 47 ações de desarme ou redução de espaço do ataque adversário. Menos, porém, que o também atacante Ismael Saibari, autor do gol africano no Estádio MetLife, que realizou 67 movimentos de caráter defensivo enquanto esteve em campo.

Outra estatística em que Raphinha se sobressaiu entre os brasileiros foi a das recepções de bola entre as linhas defensiva e de meio-campo (17). Ele foi o jogador do Brasil mais acionado na intermediária de ataque. O camisa 11 conseguiu gerar seis cruzamentos, mas foi, também, quem mais cometeu erros forçados (cinco).

Vini Jr.

 

Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Group C - Brazil v Morocco - New York/New Jersey Stadium, East Rutherford, New Jersey, U.S. - June 13, 2026 Brazil's Vinicius Junior reacts IMAGN IMAGES via Reuters/Caean Couto Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Group C - Brazil v Morocco - New York/New Jersey Stadium, East Rutherford, New Jersey, U.S. - June 13, 2026 Brazil's Vinicius Junior reacts IMAGN IMAGES via Reuters/Caean Couto
 Vinicius Junior comemora lance na estreia do Brasil - Reuters/Caean Couto/Proibida reprodução

Autor do gol de empate, Vinícius Júnior foi o jogador do Brasil que mais apareceu para o jogo. Ninguém da equipe verde e amarela pediu mais bolas do que ele durante a partida: 61. Apenas o marroquino Bouaddi (69) foi mais participativo que o atacante do Real Madrid (Espanha), eleito o melhor da partida.

Há mais um dado em que Bouaddi se destacou que evidencia as dificuldades do Brasil no jogo de sábado. O volante de apenas 18 anos foi o jogador de Marrocos que mais distribuiu passes: 67. No time canarinho, o jogador com mais toques na bola (84) foi um zagueiro, Gabriel Magalhães.

Douglas Santos, por sua vez, chamou atenção como o brasileiro que mais buscou jogadas de penetração pelos lados do campo. Foram 22 tentativas, sendo 18 realizadas com êxito.

O flanco esquerdo, por onde atua o lateral do Zenit (Rússia), foi justamente o mais acionado pelo ataque contra o Marrocos. Segundo os números da Fifa, a seleção de Carlo Ancelotti fez 27 penetrações por ali e somente 18 pela direita.

O desequilíbrio se explica com a opção do zagueiro Ibañez para iniciar a partida na lateral direita, levando o Brasil a atacar quase exclusivamente pela esquerda. Com a entrada de Danilo na vaga de Ibañez depois do intervalo, a equipe canarinho passou a mesclar as ações ofensivas.

Haiti é o próximo adversário

A seleção brasileira retorna ao Centro de Treinamento (CT) Columbia Park, em Morristown, nesta segunda-feira (15). A primeira atividade depois da estreia na Copa do Mundo inicia às 18h (horário de Brasília). De acordo com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), a imprensa poderá acompanhar os 15 minutos iniciais dos trabalhos em campo.

O próximo compromisso do Brasil será na sexta-feira (19), às 21h30, contra o Haiti, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, pela segunda rodada do Grupo C. A liderança da chave é da Escócia, que derrotou os haitianos por 1 a 0 no Gillette Stadium, em Boston, no último sábado.

Raphinha, Vini Jr. e Douglas Santos se destacam nos números da estreia

Logo Agência Brasil

As estatísticas dos jogadores do Brasil no empate por 1 a 1 com Marrocos, no último sábado (13), na estreia da Copa do Mundo, destacam três atletas: o lateral-esquerdo Douglas Santos e os atacantes Raphinha e Vinícius Júnior. Os números constam no banco de dados da Federação Internacional de Futebol (Fifa).

Entre os 16 brasileiros que estiveram em campo, Raphinha foi quem mais se movimentou. O atacante do Barcelona (Espanha) percorreu 11,65 quilômetros (km) na partida. Pouco menos que os 11,68 km do jovem volante Ayyoub Bouaddi, do Marrocos, atleta que mais correu durante os 90 minutos.

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Outra estatística em que Raphinha se sobressaiu entre os brasileiros foi a das recepções de bola entre as linhas defensiva e de meio-campo (17). Ele foi o jogador do Brasil mais acionado na intermediária de ataque. O camisa 11 conseguiu gerar seis cruzamentos, mas foi, também, quem mais cometeu erros forçados (cinco).

Vini Jr.

 

Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Group C - Brazil v Morocco - New York/New Jersey Stadium, East Rutherford, New Jersey, U.S. - June 13, 2026 Brazil's Vinicius Junior reacts IMAGN IMAGES via Reuters/Caean Couto Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Group C - Brazil v Morocco - New York/New Jersey Stadium, East Rutherford, New Jersey, U.S. - June 13, 2026 Brazil's Vinicius Junior reacts IMAGN IMAGES via Reuters/Caean Couto
 Vinicius Junior comemora lance na estreia do Brasil - Reuters/Caean Couto/Proibida reprodução

Autor do gol de empate, Vinícius Júnior foi o jogador do Brasil que mais apareceu para o jogo. Ninguém da equipe verde e amarela pediu mais bolas do que ele durante a partida: 61. Apenas o marroquino Bouaddi (69) foi mais participativo que o atacante do Real Madrid (Espanha), eleito o melhor da partida.

Há mais um dado em que Bouaddi se destacou que evidencia as dificuldades do Brasil no jogo de sábado. O volante de apenas 18 anos foi o jogador de Marrocos que mais distribuiu passes: 67. No time canarinho, o jogador com mais toques na bola (84) foi um zagueiro, Gabriel Magalhães.

Douglas Santos, por sua vez, chamou atenção como o brasileiro que mais buscou jogadas de penetração pelos lados do campo. Foram 22 tentativas, sendo 18 realizadas com êxito.

O flanco esquerdo, por onde atua o lateral do Zenit (Rússia), foi justamente o mais acionado pelo ataque contra o Marrocos. Segundo os números da Fifa, a seleção de Carlo Ancelotti fez 27 penetrações por ali e somente 18 pela direita.

O desequilíbrio se explica com a opção do zagueiro Ibañez para iniciar a partida na lateral direita, levando o Brasil a atacar quase exclusivamente pela esquerda. Com a entrada de Danilo na vaga de Ibañez depois do intervalo, a equipe canarinho passou a mesclar as ações ofensivas.

Haiti é o próximo adversário

A seleção brasileira retorna ao Centro de Treinamento (CT) Columbia Park, em Morristown, nesta segunda-feira (15). A primeira atividade depois da estreia na Copa do Mundo inicia às 18h (horário de Brasília). De acordo com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), a imprensa poderá acompanhar os 15 minutos iniciais dos trabalhos em campo.

O próximo compromisso do Brasil será na sexta-feira (19), às 21h30, contra o Haiti, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, pela segunda rodada do Grupo C. A liderança da chave é da Escócia, que derrotou os haitianos por 1 a 0 no Gillette Stadium, em Boston, no último sábado.

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