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Lagarde, do BCE, comemora acordo EUA-Irã, mas temores de inflação continuam

15 June 2026 at 22:35

A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, comemorou nesta segunda-feira (15) a notícia de um cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irã, afirmando que isso poderia ajudar a reabrir o Estreito de Ormuz, mas alguns membros do Banco alertaram que a medida não reduziria imediatamente a alta inflação da zona do euro.

Autoridades americanas e iranianas anunciaram no domingo (14) que chegaram a um acordo para encerrar a guerra e reabrir o Estreito, uma importante via de acesso para o transporte de energia, em um pacto preliminar que fez com que os preços do petróleo caíssem e diminuiu as apostas em aumentos de juros pelo BCE.

“Se essa notícia for confirmada pelos desdobramentos nos próximos dias e pela assinatura de um memorando de entendimento… é uma boa notícia. Só podemos comemorar”, declarou Lagarde à rádio France Culture. Ela alertou, no entanto, que “toda a questão do enriquecimento de urânio ainda precisa ser debatida, acordada e concluída na forma de um acordo”.

O BCE aumentou as taxas de juros pela primeira vez em quase três anos na semana passada, em uma tentativa de conter a inflação antes que o aumento nos custos de energia, consequência da interrupção no fornecimento devido à guerra no Oriente Médio, se espalhe ainda mais pela economia da zona do euro.

Os investidores financeiros, que em grande parte apostavam em mais dois aumentos da taxa de juro do BCE ao longo do próximo ano, reduziram as expectativas nesta segunda-feira (15). Agora, preveem apenas um aumento adicional, com uma probabilidade marginal de um novo aumento.

Em declarações posteriores em Frankfurt, Joachim Nagel, membro do Conselho do BCE, observou que a reação dos mercados financeiros ao acordo anunciado demonstrava que os investidores antecipavam uma solução duradoura para o conflito com o Irã.

Mas ele se mostrou mais cauteloso quanto ao impacto na inflação da zona do euro, afirmando que não haverá alívio imediato mesmo que o Estreito de Ormuz seja reaberto em breve, pois levaria meses para que o fornecimento de petróleo retornasse aos níveis pré-guerra.

“Não há alívio à vista em um futuro próximo”, destacou Nagel, que preside o Bundesbank, o banco central alemão. “Pelo contrário: mesmo que o Estreito de Ormuz se torne navegável novamente em breve, levaria meses para que o fornecimento de petróleo retornasse ao normal”, apontou.

Nagel reafirmou a opinião de que todas as opções – tanto manter as taxas de juros estáveis ​​quanto aumentá-las – permanecem em aberto para a próxima reunião de política monetária do banco central, nos dias 22 e 23 de julho.

O presidente do banco central da Eslováquia, Peter Kazimir, também afirmou que os danos ao fornecimento de petróleo não podem ser revertidos da noite para o dia e colocou em discussão a possibilidade de um maior aperto monetário.

Martins Kazaks, do Banco da Letônia, destacou em uma postagem que “a reposição das reservas provavelmente levará mais tempo” e que cada reunião está “em aberto” para um possível aumento da taxa de juros.

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

Colombia trabaja para lograr interconexión eléctrica con Venezuela

15 June 2026 at 22:15

Bogotá, 15 jun (Prensa Latina) El ministro de Minas y Energía de Colombia, Edwin Palma, anunció avances en la interconexión eléctrica entre su país y Venezuela desde el departamento del Vichada, según comunicó hoy la cartera ministerial.

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Telefonemas do seu banco a pedir códigos para anular transferências? É falso. Ministério Público alerta para burla “sofisticada”

15 June 2026 at 21:34

Num novo esquema de burla detectado pelo Ministério Público, a vítima recebe uma hiperligação de um remetente que parece ser o seu banco, onde os criminosos avisam que alguém fez uma transferência indevida da sua conta e que se seguir determinados passos pode reverter a situação. É mentira, mesmo que lhe ligue um alegado funcionário do seu banco

PIS/Pasep para quem nasceu em julho e agosto é pago nesta segunda

Logo Agência Brasil

Os trabalhadores que nasceram nos meses de julho e agosto recebem nesta segunda-feira (15) o pagamento do abono salarial PIS/Pasep 2026, referente ao ano-base 2024.

Têm direito aqueles que receberam, no ano-base 2024, remuneração média de até R$ 2.766.

Notícias relacionadas:

Além disso, o trabalhador tem que estar cadastrado no PIS/Pasep há pelo menos 5 anos; ter trabalhado com carteira assinada para empregadores contribuintes por pelo menos 30 dias no ano-base e ter seus dados informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais ou no eSocial.

O valor pago é proporcional ao tempo de serviço e equivale ao salário mínimo vigente dividido por 12, multiplicado pela quantidade de meses trabalhados. O salário mínimo em 2026 é de R$ 1.621.

>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Os valores ficarão disponíveis para saque até o encerramento do calendário em 30 de dezembro de 2026.

Trabalhadores da iniciativa privada recebem, preferencialmente, na Caixa Econômica Federal. Já os servidores públicos recebem pelo Banco do Brasil.

As informações estão disponíveis no aplicativo Carteira de Trabalho Digital e no portal gov.br.

PIS/Pasep para quem nasceu em julho e agosto é pago nesta segunda

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Os trabalhadores que nasceram nos meses de julho e agosto recebem nesta segunda-feira (15) o pagamento do abono salarial PIS/Pasep 2026, referente ao ano-base 2024.

Têm direito aqueles que receberam, no ano-base 2024, remuneração média de até R$ 2.766.

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Além disso, o trabalhador tem que estar cadastrado no PIS/Pasep há pelo menos 5 anos; ter trabalhado com carteira assinada para empregadores contribuintes por pelo menos 30 dias no ano-base e ter seus dados informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais ou no eSocial.

O valor pago é proporcional ao tempo de serviço e equivale ao salário mínimo vigente dividido por 12, multiplicado pela quantidade de meses trabalhados. O salário mínimo em 2026 é de R$ 1.621.

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Os valores ficarão disponíveis para saque até o encerramento do calendário em 30 de dezembro de 2026.

Trabalhadores da iniciativa privada recebem, preferencialmente, na Caixa Econômica Federal. Já os servidores públicos recebem pelo Banco do Brasil.

As informações estão disponíveis no aplicativo Carteira de Trabalho Digital e no portal gov.br.

Azeite português distinguido entre os 10 melhores do mundo pela qualidade nutricional

Portugal volta a marcar presença entre os grandes produtores mundiais de azeite. O Oliveira da Serra “O Lagar” foi distinguido numa competição internacional dedicada à qualidade nutricional dos azeites virgem extra. O reconhecimento coloca o...

Do primeiro milionário ao primeiro “trillionaire”: a corrida histórica da riqueza que culminou em Elon Musk

By: Forbes · Forbes
15 June 2026 at 21:11
O mundo ganhou na sexta-feira o seu primeiro trilionário (“trillionaire”, na terminologia americana), quando Elon Musk colocou em bolsa a SpaceX, a sua empresa de foguetões e satélites, naquela que foi descrita como a maior oferta pública inicial...

União paga R$ 834,8 milhões em dívidas de estados e municípios em maio

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A União pagou R$ 834,8 milhões em dívidas atrasadas de estados e municípios em maio deste ano, segundo o Relatório de Garantias Honradas pela União em Operações de Crédito e Recuperação de Contragarantias, divulgado nesta segunda-feira (15) pelo Tesouro Nacional. Em 2026, o valor já chega a R$ 2,2 bilhões de dívidas de entes federados honradas pela União.

Os estados que precisaram de cobertura do Tesouro Nacional no mês passado foram:

Notícias relacionadas:

- Rio de Janeiro: R$ 619,61 milhões;

- Rio Grande do Sul: R$ 212,36 milhões; e

- Rio Grande do Norte: R$ 2,66 milhões.

Em relação aos municípios, tiveram a dívida paga pela União as prefeituras de Paranã (TO), com R$ 99,88 mil, e Santanópolis (BA), com R$ 67,91 mil.

Desde 2016, a União pagou R$ 88,73 bilhões em dívidas garantidas. Além do relatório mensal, o Tesouro Nacional disponibiliza os dados no Painel de Garantias Honradas.

As garantias representam os ativos oferecidos pela União – representada pelo Tesouro Nacional – para cobrir eventuais calotes em empréstimos e financiamentos dos estados, municípios e outras entidades com bancos nacionais ou instituições estrangeiras, como o Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Como garantidora das operações, a União é comunicada pelos credores de que não houve a quitação de determinada parcela do contrato.

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Recuperação de garantias

Caso o ente não cumpra suas obrigações no prazo estipulado, o Tesouro compensa os calotes, mas desconta o valor coberto de repasses federais ordinários – como receitas dos fundos de participação e compartilhamento de impostos, além de impedir novos financiamentos. Sobre as obrigações em atraso incidem ainda juros, mora e outros encargos previstos nos contratos de empréstimo, também pagos pela União.

Há casos, entretanto, de bloqueio na execução das contragarantias pela adoção de regimes de recuperação fiscal, por meio de decisões judiciais que suspenderam a execução ou por legislações de compensação das dívidas. Dos R$ 88,73 bilhões honrados pela União, cerca de R$ 80,96 bilhões se enquadram nessas situações.

Desde 2016, a União recuperou R$ 6,04 bilhões em contragarantias. Os maiores valores são referentes a dívidas pagas pelos estados do Rio de Janeiro (R$ 2,77 bilhões) e de Minas Gerais (R$ 1,45 bilhão), além de outros estados e municípios. Algumas dessas contragarantias, entretanto, foram restituídos aos referidos entes por força de decisão judicial.

Em 2026, o Tesouro já recuperou R$ 118,04 milhões em contragarantias.

Propag

Até o fim do ano passado, os estados puderam aderir ao Programa de Pleno Pagamento da Dívida dos Estados (Propag), que prevê uma série de condições, como venda de ativos à União e um plano de corte de gastos para a liberação de até R$ 20 bilhões em investimentos pelos estados.

O Propag prevê descontos nos juros e parcelamento do saldo das dívidas estaduais em até 30 anos. Em troca, os estados que aderirem vão aportar recursos para o Fundo de Equalização Federativa (FEF), que distribuirá dinheiro para todos os estados que aderirem, mesmo os que não tiverem débitos com a União, para investimentos em educação, segurança pública, saneamento, habitação, transportes e outras áreas.

Após o Congresso derrubar os vetos ao Propag, no fim de novembro, 22 estados aderiram ao programa. Das unidades da Federação, só o Distrito Federal, o Mato Grosso, Pará, Paraná e Santa Catarina não ingressaram na renegociação especial.

Rio Grande do Sul

Por causa das enchentes no Rio Grande do Sul, em 2024, a União suspendeu o pagamento da dívida do estado por 36 meses. Além disso, os juros que corrigem a dívida anualmente, em torno de 4% ao ano mais a inflação, serão perdoados pelo mesmo período.

O estoque da dívida do estado com a União está em cerca de R$ 100 bilhões atualmente e as parcelas que deveriam ser pagas serão repassadas a um fundo estadual destinado a realização de investimentos na reconstrução do estado devido à calamidade pública.

Em junho de 2022, o Rio Grande do Sul tinha fechado acordo com a União e teve o plano de recuperação fiscal homologado. O plano permite que o estado volte a pagar, de forma escalonada, a dívida da União, cujo pagamento estava suspenso por liminar do Supremo Tribunal Federal desde julho de 2017. Em troca, o governo gaúcho deverá executar um programa de ajuste fiscal que prevê desestatizações e reformas para reduzir os gastos locais.

 

União paga R$ 834,8 milhões em dívidas de estados e municípios em maio

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A União pagou R$ 834,8 milhões em dívidas atrasadas de estados e municípios em maio deste ano, segundo o Relatório de Garantias Honradas pela União em Operações de Crédito e Recuperação de Contragarantias, divulgado nesta segunda-feira (15) pelo Tesouro Nacional. Em 2026, o valor já chega a R$ 2,2 bilhões de dívidas de entes federados honradas pela União.

Os estados que precisaram de cobertura do Tesouro Nacional no mês passado foram:

Notícias relacionadas:

- Rio de Janeiro: R$ 619,61 milhões;

- Rio Grande do Sul: R$ 212,36 milhões; e

- Rio Grande do Norte: R$ 2,66 milhões.

Em relação aos municípios, tiveram a dívida paga pela União as prefeituras de Paranã (TO), com R$ 99,88 mil, e Santanópolis (BA), com R$ 67,91 mil.

Desde 2016, a União pagou R$ 88,73 bilhões em dívidas garantidas. Além do relatório mensal, o Tesouro Nacional disponibiliza os dados no Painel de Garantias Honradas.

As garantias representam os ativos oferecidos pela União – representada pelo Tesouro Nacional – para cobrir eventuais calotes em empréstimos e financiamentos dos estados, municípios e outras entidades com bancos nacionais ou instituições estrangeiras, como o Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Como garantidora das operações, a União é comunicada pelos credores de que não houve a quitação de determinada parcela do contrato.

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Recuperação de garantias

Caso o ente não cumpra suas obrigações no prazo estipulado, o Tesouro compensa os calotes, mas desconta o valor coberto de repasses federais ordinários – como receitas dos fundos de participação e compartilhamento de impostos, além de impedir novos financiamentos. Sobre as obrigações em atraso incidem ainda juros, mora e outros encargos previstos nos contratos de empréstimo, também pagos pela União.

Há casos, entretanto, de bloqueio na execução das contragarantias pela adoção de regimes de recuperação fiscal, por meio de decisões judiciais que suspenderam a execução ou por legislações de compensação das dívidas. Dos R$ 88,73 bilhões honrados pela União, cerca de R$ 80,96 bilhões se enquadram nessas situações.

Desde 2016, a União recuperou R$ 6,04 bilhões em contragarantias. Os maiores valores são referentes a dívidas pagas pelos estados do Rio de Janeiro (R$ 2,77 bilhões) e de Minas Gerais (R$ 1,45 bilhão), além de outros estados e municípios. Algumas dessas contragarantias, entretanto, foram restituídos aos referidos entes por força de decisão judicial.

Em 2026, o Tesouro já recuperou R$ 118,04 milhões em contragarantias.

Propag

Até o fim do ano passado, os estados puderam aderir ao Programa de Pleno Pagamento da Dívida dos Estados (Propag), que prevê uma série de condições, como venda de ativos à União e um plano de corte de gastos para a liberação de até R$ 20 bilhões em investimentos pelos estados.

O Propag prevê descontos nos juros e parcelamento do saldo das dívidas estaduais em até 30 anos. Em troca, os estados que aderirem vão aportar recursos para o Fundo de Equalização Federativa (FEF), que distribuirá dinheiro para todos os estados que aderirem, mesmo os que não tiverem débitos com a União, para investimentos em educação, segurança pública, saneamento, habitação, transportes e outras áreas.

Após o Congresso derrubar os vetos ao Propag, no fim de novembro, 22 estados aderiram ao programa. Das unidades da Federação, só o Distrito Federal, o Mato Grosso, Pará, Paraná e Santa Catarina não ingressaram na renegociação especial.

Rio Grande do Sul

Por causa das enchentes no Rio Grande do Sul, em 2024, a União suspendeu o pagamento da dívida do estado por 36 meses. Além disso, os juros que corrigem a dívida anualmente, em torno de 4% ao ano mais a inflação, serão perdoados pelo mesmo período.

O estoque da dívida do estado com a União está em cerca de R$ 100 bilhões atualmente e as parcelas que deveriam ser pagas serão repassadas a um fundo estadual destinado a realização de investimentos na reconstrução do estado devido à calamidade pública.

Em junho de 2022, o Rio Grande do Sul tinha fechado acordo com a União e teve o plano de recuperação fiscal homologado. O plano permite que o estado volte a pagar, de forma escalonada, a dívida da União, cujo pagamento estava suspenso por liminar do Supremo Tribunal Federal desde julho de 2017. Em troca, o governo gaúcho deverá executar um programa de ajuste fiscal que prevê desestatizações e reformas para reduzir os gastos locais.

 

TC elege João Carlos Loureiro como presidente e Rui Guerra da Fonseca como vice-presidente

João Carlos Loureiro, professor da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, designado juiz do Tribunal Constitucional (TC) por cooptação em abril de 2023, tinha sido eleito vice-presidente do TC em outubro de 2025. Rui Guerra da Fonseca, também professor universitário de Direito, foi cooptado na mesma altura para juiz do TC.

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