Nova plataforma permite aos cidadãos reportar problemas e acompanhar a resolução em Leiria


Quito, 13 jun (Prensa Latina) El pedido de revocatoria del mandato del presidente Daniel Noboa, el alza de los combustibles y cambios en las jefaturas del Legislativo y del Consejo Nacional Electoral (CNE), marcaron a Ecuador durante la semana que hoy termina.
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Investir sempre foi vendido ao brasileiro como um caminho rápido para multiplicar dinheiro. Mas essa lógica distorce o verdadeiro papel do investidor e contribui para decisões impulsivas, produtos inadequados e até endividamento.
No Brasil, o investidor ainda é tratado mais como consumidor de produtos financeiros do que como financiador da economia do próprio país.
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Para a apresentadora da Resenha do Dinheiro, Marilia Fontes, o problema começa na forma como bancos e corretoras apresentam investimentos aos clientes.
Segundo ela, quando o investidor chega a uma instituição financeira com o patrimônio acumulado ao longo dos anos, normalmente recebe uma oferta focada em produtos com altas taxas e maior rentabilidade para as instituições.
Marilia defende que a educação financeira é o principal instrumento para mudar esse cenário.
“Hoje, o investidor ainda é visto muito mais como um consumidor de produtos financeiros, e só a educação financeira pode mudar esse cenário”, analisa.
Thiago Godoy, educador financeiro, reforça que o foco não deveria estar apenas na rentabilidade, mas na adequação dos produtos à realidade de cada pessoa.
“Não existe um produto financeiro que seja universalmente bom. O melhor investimento é aquele que faz sentido para os objetivos e para a realidade de cada pessoa. Focar apenas na rentabilidade pode ser uma armadilha. O mais importante é a estratégia”, explica Godoy.
A discussão sobre educação financeira também passa pela complexidade crescente dos produtos disponíveis no mercado.
“Conforme a população brasileira se educa mais financeiramente, os produtos vão se tornando mais complexos. É o que acontece nas economias mais desenvolvidas. Essa educação continua para sempre”, afirma Bernardo Pascowitch, fundador e CEO do Yubb.
Além disso, Pascowitch alerta sobre a cultura do imediatismo e a busca constante por ganhos rápidos.
“As pessoas precisam entender que investimentos não são apostas, não são ferramentas para enriquecimento rápido, da noite para o dia. Investir deve ser algo ‘chato’. A ideia do investimento não é adrenalina, é liberdade. É construir patrimônio ao longo do tempo”, acrescenta.
Realizado com o apoio da B3 e da gestora de investimentos BlackRock, o programa é apresentado por Thiago Godoy, o “Papai Financeiro”, Marilia Fontes, sócia-fundadora da Nord Investimentos; Bernardo Pascowitch, fundador e CEO do Yubb e propõe uma abordagem leve, direta e descomplicada sobre temas ligados a educação financeira e investimentos. A atração aborda semanalmente os principais temas da economia com a informalidade de uma conversa entre amigos — sem abrir mão da análise.
A Resenha do Dinheiro vai ao ar todas as sextas-feiras, às 19h, no canal do CNN Money no YouTube e aos domingos, às 15h, na CNN Brasil.


Coincidentemente, o adversário da estreia brasileira, que acontece neste sábado (13), foi justamente a primeira equipe a sofrer um gol de Ronaldo Fenômeno, que se tornaria o maior artilheiro do Brasil em Mundiais, com 15 gols.
O primeiro gol do atacante contra o Marrocos em Copas do Mundo marcou o começo de uma das histórias mais vitoriosas da Seleção Brasileira no torneio.
Em 16 de junho de 1998, pela segunda rodada da fase de grupos, Ronaldo deixou sua marca na vitória por 3 a 0 sobre os marroquinos, em Nantes, na França.
Campeão mundial em 1994 e 2002, Ronaldo participou de 19 partidas em Copas do Mundo e alcançou uma impressionante média de 0,79 gol por jogo. A eficiência se tornou ainda mais evidente nos confrontos eliminatórios: em dez partidas de mata-mata, Fenômeno marcou oito vezes.
Com esse desempenho, divide o posto de maior artilheiro em fases eliminatórias de Copas com o francês Kylian Mbappé e com o lendário Leônidas da Silva, que brilhou nos Mundiais de 1934 e 1938.
Ronaldo ocupa a segunda posição entre os brasileiros com mais partidas disputadas em Copas do Mundo. O jogador perde apenas para Cafu, que atuou em 20 jogos pelo torneio.
Quando encerrou a carreira, em 2011, o Fenômeno era o maior artilheiro da história das Copas. O recorde foi superado pelo alemão Miroslav Klose, que chegou a 16 gols durante o Mundial de 2014.
Ao longo de sua trajetória pela Seleção Brasileira, Ronaldo acumulou 105 partidas e 67 gols. A campanha do atleta no Mundial o tornou o atleta mais jovem a ser eleito o melhor jogador de uma Copa, aos 21 anos.
Isso porque, além do gol contra o Marrocos, Ronaldo também marcou dois no 4 a 1 sobre o Chile, nas oitavas, e no empate contra a Holanda, por 1 a 1, na semifinal.

A estreia de Ronaldo em Copas aconteceu em 1994. Com apenas 17 anos, era o atleta mais jovem do elenco, que tinha como técnico Carlos Alberto Parreira.
Embora não tenha entrado em campo durante a campanha do tetracampeonato, o jovem atacante teve a oportunidade de acompanhar de perto uma das duplas mais marcantes da história da Seleção: Romário e Bebeto.
A Copa do Mundo de 2002 representou o auge da carreira do atacante. Na fase de grupos, Fenômeno marcou quatro vezes em três jogos. Balançou as redes na vitória por 2 a 1 sobre a Turquia, fez um gol no triunfo por 4 a 0 diante da China e marcou duas vezes na vitória por 5 a 2 sobre a Costa Rica.
Nas fases decisivas, continuou sendo o principal nome do Brasil. Fez um dos gols da vitória por 2 a 0 sobre a Bélgica nas oitavas de final e garantiu a classificação para a decisão ao marcar o histórico gol de bico contra a Turquia na semifinal.
Na grande final, foi decisivo mais uma vez. Seus dois gols diante da Alemanha garantiram o pentacampeonato brasileiro e consolidaram seu nome entre os maiores jogadores da história do futebol.
A última participação de Ronaldo em Mundiais aconteceu na Copa de 2006, disputada na Alemanha.
Na fase de grupos, marcou duas vezes na vitória por 4 a 1 sobre o Japão. Já nas oitavas de final, deixou sua marca no triunfo por 3 a 0 sobre Gana, alcançando seu 15º gol em Copas do Mundo e consolidando-se, naquele momento, como o maior artilheiro da história da competição.
O Brasil finalmente estreia na Copa do Mundo 2026 neste sábado (13), às 19h (de Brasília), no Estádio New York New Jersey, nos Estados Unidos, em jogo válido pela primeira rodada do Grupo C do Mundial.
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O casal, que esperava um bebê, caminhou cheio de expectativa junto com várias crianças e entes queridos pela área de gramado nas proximidades do parque El Dorado Ranch, em Yucaipa, na Califórnia, nos Estados Unidos, onde a vegetação selvagem adquire um tom dourado no outono, criando um cenário pitoresco, com o objetivo de revelar o sexo de seu futuro filho.
Outra pessoa acendeu um dispositivo pirotécnico que gera uma explosão de fumaça azul (para menino) ou rosa (para menina), como mostrado em um vídeo de vigilância. No entanto, o que deveria ser um momento de celebração logo se tornou trágico com o início de um incêndio; a família tentou desesperadamente apagar as chamas, que cresciam rapidamente, usando garrafas de água.
O fogo se prolongou por mais de dois meses, até novembro de 2020, queimando mais de 9.200 hectares e tirando a vida de um bombeiro que combatia as chamas. O casal se declarou culpado de acusações criminais relacionadas ao início do incêndio e à morte do bombeiro Charles Morton, segundo informaram os promotores em 2024.
O casal não é o único a enfrentar consequências. O caso chegou ao fim na semana passada, quando três empresas envolvidas no design, importação e comercialização da bomba de fumaça concordaram em encerrar uma ação federal movida pelo governo em 2023. Essas empresas aceitaram pagar mais de US$ 4 milhões para cobrir os custos do Serviço Florestal dos EUA relacionados ao combate ao incêndio e aos danos causados em terras federais.
Este caso é incomum em comparação com a onda de processos movidos na última década contra empresas de serviços públicos por negligência ao causar incêndios florestais destrutivos e letais, segundo especialistas jurídicos e ambientais consultados pela CNN.
É muito menos frequente que fabricantes enfrentem esse tipo de processo, já que seu papel é mais indireto e exige que consumidores, como o casal neste caso, utilizem o produto em condições que favoreçam um incêndio florestal, explicaram os especialistas.
“Diferentemente das empresas de serviços públicos, que às vezes podem ser processadas por negligência — ou, em um estado como a Califórnia, sob o princípio da responsabilidade objetiva — quando provocam um incêndio florestal, uma empresa que vende um produto sempre pode argumentar que não tem a obrigação de impedir que terceiros usem esse produto de maneira imprudente, especialmente depois que ele já foi vendido”, afirmou Adam Zimmerman, professor da Faculdade de Direito Gould da Universidade do Sul da Califórnia.
É comum que empresas de serviços públicos sejam processadas por seu papel no início de incêndios florestais, segundo especialistas.
A Pacific Gas & Electric foi obrigada a pagar bilhões de dólares em indenizações depois que se determinou que uma de suas linhas de transmissão elétrica defeituosas foi a causa do incêndio Camp Fire de 2018, o mais mortal da história da Califórnia. Mais recentemente, o devastador incêndio Eaton Fire, ocorrido no ano passado em Altadena, resultou em diversas ações judiciais contra a Southern California Edison por parte de vítimas do incêndio, seguradoras e órgãos governamentais.
Um aspecto-chave do acordo ficou claro e direto: as duas bombas de fumaça usadas na festa de revelação de gênero do bebê nunca deveriam ter sido vendidas de fora do estado para a Califórnia, onde são ilegais, segundo os promotores federais.
A Wholesale Fireworks Corp., empresa que projetou e importou as bombas de fumaça, e sua subsidiária, American Fireworks Warehouse LLC, concordaram em pagar US$ 4 milhões para encerrar as reivindicações relacionadas à sua participação no design, importação, distribuição, comercialização e publicidade do produto.
Outra empresa, Pink or Blue Gender Team Inc., concordou em pagar US$ 50.000 por sua atuação na distribuição, comercialização e publicidade do dispositivo, segundo os promotores.
As empresas “supostamente não projetaram nem rotularam as bombas de fumaça de forma segura e não alertaram adequadamente os clientes sobre o risco de incêndio que elas representavam, apesar de estarem cientes desses perigos”, afirmaram os promotores.
O incêndio El Dorado “teve um impacto tremendo na comunidade de San Bernardino”, declarou o promotor do condado de San Bernardino, Jason Anderson, quando o casal foi formalmente acusado em julho de 2021. Ele acrescentou que pelo menos seis órgãos “participaram das ações de contenção, combate e investigação” do devastador incêndio.
Em fevereiro de 2024, Refugio Manuel Jiménez Jr. se declarou culpado de homicídio culposo pela morte do bombeiro, além de provocar imprudentemente um incêndio em uma estrutura habitada; ele foi condenado a dois anos de liberdade condicional por crime grave, um ano de prisão no condado e serviços comunitários, segundo os promotores.
Sua esposa, Angelina Renee Jiménez, se declarou culpada de três contravenções por provocar imprudentemente um incêndio em propriedade alheia e foi condenada a um ano de liberdade condicional sumária e serviços comunitários, segundo os promotores.
O casal foi condenado a pagar mais de US$ 1,7 milhão em indenização às vítimas, informaram os promotores.
A CNN entrou em contato com os advogados do casal, mas não obteve resposta.
O incidente causado pelo casal não foi a primeira vez que uma festa de revelação de gênero provoca um incêndio florestal destrutivo, mas chama atenção porque, em casos anteriores, os fabricantes envolvidos não foram considerados responsáveis.
Outro caso no Arizona desencadeou um incêndio florestal que devastou mais de 19.000 hectares em 2017 e causou danos de mais de US$ 8 milhões.
O futuro pai, que disparou contra um alvo improvisado que explodiu em uma nuvem azul e incendiou a vegetação ao redor, se declarou culpado de uma infração menor das regras do Serviço Florestal dos EUA e foi obrigado a pagar indenização pelos danos; nesse caso, nenhum fabricante foi processado.
No caso da revelação de gênero de El Dorado, assim como na maioria dos acordos judiciais relacionados a incêndios florestais na Califórnia e em outras partes do país, as vítimas e entidades governamentais têm recorrido principalmente ao direito de responsabilidade civil (tort law) para mover ações civis e exigir indenizações dos responsáveis pelo incêndio, segundo Michael Wara, advogado e pesquisador sênior especializado em políticas climáticas e energéticas da Universidade de Stanford.
Na Califórnia, mais especificamente, existe uma doutrina jurídica conhecida como “expropriação inversa” (inverse condemnation) que permite responsabilizar empresas de serviços públicos quando suas instalações ou serviços provocam um incêndio, independentemente de terem agido com negligência ou não, explicou Wara. A negligência é a alegação mais comum no campo da responsabilidade civil extracontratual, embora também possam ser alegadas outras condutas impróprias ou imprudentes, afirmou Wara. Muitos dos primeiros casos desse tipo envolviam ferrovias e trens movidos a carvão e lenha, que geravam faíscas que frequentemente provocavam incêndios destrutivos, acrescentou.
“Desses casos surgiu um corpo jurídico que constitui a base da legislação sobre negligência. Existe a obrigação de agir com o devido cuidado para evitar que as próprias ações causem danos a terceiros; ligado a isso, existe também um marco legal relativo a defeitos de produtos”, explicou Wara.
“Se um item é vendido a alguém, ele não deve causar danos de uma forma que não seja evidente para o comprador”, acrescentou.
Por que este caso se destaca
A maioria das ações judiciais movidas na última década para responsabilizar empresas por seu papel no início de incêndios florestais tem sido contra companhias elétricas, como PacifiCorp e PG&E, afirmou Wara.
É mais comum responsabilizar empresas elétricas por incêndios porque elas prestam um serviço essencial altamente regulado e porque suas linhas e redes aéreas são “fontes inerentes de ignição”, disse Wara.
Aproximadamente metade das perdas de edificações causadas por incêndios florestais na Califórnia na última década foi associada a ignições originadas em sistemas de energia elétrica, afirmou Wara, citando um relatório de pesquisa de Stanford do qual foi autor principal.
A situação é totalmente diferente no caso das empresas de fogos de artifício, afirmou ele, já que é evidente que seus produtos podem provocar incêndios e que cabe ao usuário a responsabilidade de adotar precauções.
“Não tenho conhecimento de nenhum precedente semelhante”, comentou Wara sobre o caso do incêndio florestal de El Dorado.
Como o caso envolvia o uso de bombas de fumaça que, segundo a Promotoria, não tinham advertências adequadas sobre os riscos envolvidos, essa ambiguidade expôs as três empresas a uma possível responsabilidade legal, concluiu Wara.
É incomum ver um processo contra um fabricante, já que a empresa que vende um produto “sempre pode argumentar que não tem a obrigação de impedir que terceiros usem seu produto de maneira imprudente, especialmente depois de tê-lo vendido”, afirmou Zimmerman.
No entanto, este caso é singular porque o governo baseou sua ação na “falta de advertência” sobre os riscos, acrescentou.
Em muitos estados, os fabricantes têm a “responsabilidade de advertir as pessoas sobre os perigos conhecidos ou previsíveis associados aos seus produtos, mesmo depois de eles já terem sido vendidos”, afirmou Zimmerman.
Embora seja comum que consumidores apresentem esse tipo de ação, terceiros também podem fazê-lo quando a empresa “sabia ou deveria saber que eles também seriam prejudicados caso não houvesse aviso aos consumidores sobre os perigos dos produtos vendidos”, explicou.
No entanto, é mais incomum que o governo processe uma empresa com base nesse argumento, indicou Zimmerman. Esses casos são difíceis de vencer, já que a empresa poderia alegar, por exemplo, que os organizadores de uma festa de revelação de gênero causaram o incêndio ao escolher um ambiente perigoso para o evento, disse Zimmerman.
“Mas é provável que os réus tenham optado por um acordo em vez de arriscar enfrentar uma parte autora com grandes recursos, como o governo federal, que se apoia em uma teoria jurídica criativa, mas plausível”, comentou.
É improvável que este caso tenha um impacto significativo nos esforços da Califórnia para mitigar os riscos de incêndio, já que, embora muitos tipos de fogos de artifício sejam ilegais no estado, as pessoas continuam usando-os, inclusive em áreas de alto risco de incêndio, afirmou Wara. No melhor cenário, o caso poderia levar empresas de pirotecnia a melhorar a rotulagem de produtos como as bombas de fumaça.

Segundo a entidade, estima-se que mais de 13 milhões de pessoas tenham algum tipo de doença rara no Brasil. Como enfrentam jornadas complexas, que envolvem diagnósticos tardios e tratamentos de longa duração, o desconhecimento das leis torna-se uma barreira adicional.
Por exemplo, na área da saúde, são apresentadas orientações sobre: atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS), acesso aos exames genéticos e aos diagnósticos complexos, fornecimento gratuito de medicamentos de alto custo e direito ao tratamento fora do domicílio.
Na educação, o documento aborda a consolidação do modelo de educação inclusiva; a obrigatoriedade de oferta de recursos de acessibilidade e as adaptações curriculares; a proibição de cobrança de valores adicionais em mensalidades de instituições privadas e a implementação do Plano Educacional Individualizado, entre outros.
No âmbito previdenciário, a cartilha apresenta os caminhos para a concessão do Benefício de Prestação Continuada (BPC), além de benefícios aos segurados do INSS, como aposentadoria por incapacidade permanente e o auxílio por incapacidade temporária.
Além das garantias federais, como a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015), o manual aborda legislações estaduais e municipais fluminenses relevantes, mas ainda pouco difundidas entre a população em geral.
A cartilha também detalha os canais práticos para a denúncia de violações e a defesa ativa de direitos, orientando o cidadão sobre como acionar a Defensoria Pública, o Ministério Público, as Ouvidorias do SUS e a própria Câmara de Resolução de Litígios em Saúde (CRLS/RJ).
A presidente da Comissão da Pessoa com Doença Rara, da OAB-RJ, Sybelle Drumond, diz que o diagnóstico de uma condição rara costuma vir acompanhado de isolamento e muitas dúvidas.
“Um dos grandes obstáculos para pacientes e seus familiares é o desconhecimento. Esse guia é um chamado para que a sociedade e as instituições vejam o paciente raro não com invisibilidade, mas com plenos direitos”, afirmou a advogada.
Para o coordenador do Instituto Nacional de Atrofia Muscular Espinhal (Iname), Gabriel Guimarães, entidade que representa pacientes e familiares de pessoas que vivem com Atrofia Muscular Espinhal (AME), a cartilha é importante tanto para pacientes e familiares quanto para instituições e governo.
“A maior dificuldade das famílias é a informação. Na AME, muitas pessoas não conhecem a doença e falta diagnóstico. Essa iniciativa da OAB se junta a uma série de iniciativas da associações para disseminar informações sobre doenças que afetam uma parcela significativa da população”, disse Guimarães.
A AME é uma doença rara e degenerativa que afeta os neurônios motores na medula espinhal. Pode causar fraqueza muscular progressiva, atrofia e pode comprometer funções básicas como locomoção, deglutição e respiração.
Segundo a entidade, estima-se que mais de 13 milhões de pessoas tenham algum tipo de doença rara no Brasil. Como enfrentam jornadas complexas, que envolvem diagnósticos tardios e tratamentos de longa duração, o desconhecimento das leis torna-se uma barreira adicional.
Por exemplo, na área da saúde, são apresentadas orientações sobre: atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS), acesso aos exames genéticos e aos diagnósticos complexos, fornecimento gratuito de medicamentos de alto custo e direito ao tratamento fora do domicílio.
Na educação, o documento aborda a consolidação do modelo de educação inclusiva; a obrigatoriedade de oferta de recursos de acessibilidade e as adaptações curriculares; a proibição de cobrança de valores adicionais em mensalidades de instituições privadas e a implementação do Plano Educacional Individualizado, entre outros.
No âmbito previdenciário, a cartilha apresenta os caminhos para a concessão do Benefício de Prestação Continuada (BPC), além de benefícios aos segurados do INSS, como aposentadoria por incapacidade permanente e o auxílio por incapacidade temporária.
Além das garantias federais, como a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015), o manual aborda legislações estaduais e municipais fluminenses relevantes, mas ainda pouco difundidas entre a população em geral.
A cartilha também detalha os canais práticos para a denúncia de violações e a defesa ativa de direitos, orientando o cidadão sobre como acionar a Defensoria Pública, o Ministério Público, as Ouvidorias do SUS e a própria Câmara de Resolução de Litígios em Saúde (CRLS/RJ).
A presidente da Comissão da Pessoa com Doença Rara, da OAB-RJ, Sybelle Drumond, diz que o diagnóstico de uma condição rara costuma vir acompanhado de isolamento e muitas dúvidas.
“Um dos grandes obstáculos para pacientes e seus familiares é o desconhecimento. Esse guia é um chamado para que a sociedade e as instituições vejam o paciente raro não com invisibilidade, mas com plenos direitos”, afirmou a advogada.
Para o coordenador do Instituto Nacional de Atrofia Muscular Espinhal (Iname), Gabriel Guimarães, entidade que representa pacientes e familiares de pessoas que vivem com Atrofia Muscular Espinhal (AME), a cartilha é importante tanto para pacientes e familiares quanto para instituições e governo.
“A maior dificuldade das famílias é a informação. Na AME, muitas pessoas não conhecem a doença e falta diagnóstico. Essa iniciativa da OAB se junta a uma série de iniciativas da associações para disseminar informações sobre doenças que afetam uma parcela significativa da população”, disse Guimarães.
A AME é uma doença rara e degenerativa que afeta os neurônios motores na medula espinhal. Pode causar fraqueza muscular progressiva, atrofia e pode comprometer funções básicas como locomoção, deglutição e respiração.
Além de ser o maior produtor e exportador de carne no mundo, o Brasil se consolidou como uma superpotência biotecnológica no campo.
A produção e comercialização de embriões bovinos por Fertilização In Vitro, chamada de FIV, é uma técnica que encurta gerações e redesenha, em laboratório, os ganhos produtivos do rebanho que dará origem à carne consumida nos mercados mais exigentes do planeta.
De acordo com dados da Asbia (Associação Brasileira de Inseminação Artificial) o Brasil responde hoje por mais de um terço de toda a produção global de embriões in vitro, consolidando-se como líder também nessa área.
Fundada em 2021, a CPEX Embriões é uma empresa brasileira especializada em projetos de multiplicação genética em larga escala. Em maio a empresa inaugurou na cidade de Mogi Mirim (SP) um laboratório de biotecnologia com objetivo de ampliar os controles de todo o processo da produção in vitro de embriões. Investimento que chega em um momento de expansão do mercado de embriões no país.
Matheus Oliveira, sócio e fundador da CPEX, explica que o volume de embriões produzidos no Brasil com a “Fertilização In Vitro” dobrou nos últimos 10 anos.
“A FIV, que inicialmente ganhou escala dentro dos projetos de genética de elite, passou a fazer parte também da rotina de propriedades focadas alta produtividade com eficiência. O novo laboratório foi projetado para esse novo momento do mercado, ressalta Matheus. A projeção de faturamento da CPEX Embriões é de R$ 40 milhões em 2026 e R$ 50 milhões em 2027.
O método tradicional de reprodução bovina limita o ganho genético, no ciclo natural de uma fêmea, gera apenas um bezerro por ano. Com o avanço da Aspiração Folicular (OPU) combinada com a FIV, uma única vaca, chama da de matriz, pode produzir centenas de descendentes em poucos meses. Vacas receptoras, chamadas de “barrigas de aluguel”, recebem esses embriões e dão à luz a um bezerro de melhor qualidade genética.
O avanço no uso FIV, com a tecnologia de transferência direta dos embriões (Direct Transfer ou DT), permite que pequenos e médios pecuaristas tenham acesso a materiais congelados e elevem o nível genético e produtivo de seus rebanhos. O impacto do uso da tecnologia é imediato. Características que levariam várias gerações para se fixarem, no cruzamento convencional, são consolidadas em apenas uma geração de embriões.
No campo esses ganhos são vistos na terminação, o tempo entre o nascimento e o abate, que vem caindo gradualmente encurtando o ciclo produtivo da pecuária de corte nacional.
A nova estrutura em Mogi Mirim faz parte de um plano de integrar biotecnologias no desenvolvimento da atividade pecuária, mais sustentável do ponto de vista produtivo e financeiro.
Há também a expansão para regiões estratégicas do país, buscando maior proximidade logística com pecuaristas. O próximo laboratório da CPEX será instalado em Campo Grande (MS) e a perspectiva é começar a operar ainda em 2026.
Com capacidade para produzir até 30 mil embriões mensais, o laboratório de Mogi Mirim foi projetado com protocolos de biossegurança semelhantes aos adotados em ambientes de pesquisa de alta complexidade. As salas operam com pressão positiva e renovação de ar com mais de 99% de pureza, impedindo qualquer contato do ar externo com o ambiente interno, garantindo um diferencial estratégico para maior eficiência na produção de embriões, explica Matheus.
Com mais de 2 milhões de oócitos coletados em 5 anos, a CPEX já produziu mais de 410 mil embriões, além de 180 mil embriões transferidos e diagnosticados. A taxa média de concepção, incluindo embriões a fresco e congelados, é de quase 50% atualmente. Esses números colocam a empresa entre as principais referências do setor.
O mercado de criptomoedas voltou a enfrentar forte volatilidade nos últimos dias. O bitcoin acumulou uma queda superior a 12% na última semana após a divulgação de que Michael Saylor, considerado o maior investidor público da criptomoeda por meio da empresa Strategy, vendeu 32 bitcoins por cerca de US$ 2 milhões.
O motivo foi a necessidade de financiar o dividendo de uma ação da empresa, a STRC. Apesar de representar uma parcela pequena diante dos mais de 840 mil bitcoins detidos pela companhia, a movimentação foi suficiente para aumentar a insegurança dos investidores e pressionar ainda mais os ativos.
De acordo com Bernardo Pascowitch, apresentador da Resenha do Dinheiro, o mercado reagiu não necessariamente ao volume vendido, mas pelo simbolismo da operação.
“O maior receio do é que Saylor comece a vender uma parcela mais relevante da posição da Strategy em bitcoin, o que poderia gerar um impacto muito maior nos preços. Como ele já havia comentado sobre a necessidade de preparar o mercado, essa venda pequena acabou sendo interpretada por investidores como um possível sinal de movimentos maiores no futuro”, avalia Pascowitch.
Além da concentração de bitcoins nas mãos da Strategy, investidores também acompanham a estrutura de endividamento da companhia, que utilizou emissões de dívida para ampliar sua exposição à criptomoeda.
“A Strategy também carrega uma dívida muito grande emitida para comprar bitcoin, e o preço médio dessas aquisições ficou acima do valor atual da criptomoeda. Isso ajuda a explicar por que o mercado fica tão sensível a qualquer movimento de venda”, explica Marilia Fontes, sócia-fundadora da Nord Investimentos.
A elevada concentração de bitcoins nas mãos de poucos investidores institucionais contraria justamente um dos pilares que marcaram a criação da criptomoeda: a descentralização.
“O bitcoin surgiu com a proposta de ser um ativo descentralizado, sem depender de governos, empresas ou pessoas específicas. Quando o mercado passa a ficar tão dependente de um investidor ou de grandes instituições, isso acaba enfraquecendo parte dessa lógica original”, observa Bernardo.
Marilia avalia que, apesar da preocupação no curto prazo, uma eventual pulverização dessa concentração poderia até beneficiar o mercado no longo prazo.
“Existe um risco quando uma quantidade tão grande de bitcoins fica concentrada nas mãos de uma única empresa ou pessoa. Se essa posição começar a ser distribuída ao longo do tempo, isso pode até melhorar a dinâmica e reduzir essa dependência excessiva”, afirma.
Além disso, o setor cripto também enfrenta um cenário mais desafiador em 2026, marcado por juros elevados, inflação persistente e menor apetite global por ativos de risco.
“Estamos no período do inverno cripto. Já é praticamente um ano inteiro de quedas e existe uma probabilidade maior de o bitcoin continuar pressionado ao longo de 2026”, acrescenta.
Realizado com o apoio da B3 e da gestora de investimentos BlackRock, o programa é apresentado por Thiago Godoy, o “Papai Financeiro”, Marilia Fontes, sócia-fundadora da Nord Investimentos; Bernardo Pascowitch, fundador e CEO do Yubb e propõe uma abordagem leve, direta e descomplicada sobre temas ligados a educação financeira e investimentos. A atração aborda semanalmente os principais temas da economia com a informalidade de uma conversa entre amigos — sem abrir mão da análise.
A Resenha do Dinheiro vai ao ar todas as sextas-feiras, às 19h, no canal do CNN Money no YouTube e aos domingos, às 15h, na CNN Brasil.
O comando técnico da Seleção Brasileira ostenta o maior vencimento entre as federações que disputam a Copa do Mundo. Contratado pela CBF em maio de 2025, o italiano Carlo Ancelotti estendeu recentemente seu vínculo com a entidade até o encerramento do ciclo de 2030.
Atualmente, os vencimentos do treinador somam 9,5 milhões de euros (cerca de R$ 55,8 milhões na cotação atual). As informações são do jornal “La Gazzetta dello Sport”.
Os valores praticados no contrato do comandante do Brasil o isolam no topo do levantamento, com uma margem considerável sobre os demais concorrentes. A segunda posição é ocupada pelo alemão Thomas Tuchel. O atual técnico da seleção da Inglaterra, que recebe 5,9 milhões de euros (R$ 34,6 milhões).
Em contrapartida, o atual campeão mundial, Lionel Scaloni, aparece na décima colocação do ranking. O comandante da seleção da Argentina tem vencimentos estimados em 2,3 milhões de euros (R$ 13,5 milhões). Gustavo Alfaro, do Paraguai, surpreendeu com a nona colocação.
Convocado por Ancelotti, Éderson está perto de gigante europeu



"Coincidência total?", é a pergunta feita por Ricardo Araújo Pereira no o Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer, desta sexta-feira. O humorista brinca com a elevada probabilidade de Cristiano Ronaldo e Lionel Messi se defrontarem nos quartos de final do Mundial 2026.

A Seleção Nacional já se encontra concentrada nos Estados Unidos para o Mundial 2026. Pouco tempo após a chegada da comitiva ao Four Seasons Resort, em Palm Beach, o avançado Rafael Leão recorreu às redes sociais para mostrar como é o quarto onde está instalado.


O esquema envolveu um empresário português do setor farmacêutico e uma advogada. Lideres do grupo tinham conhecimento das fragilidades do sistema de controlo do Infarmed.

The Liberal Democrats' intolerance of gender critical campaigners and Christians has rightly landed them in legal hot water and shown that those in charge are no friends of liberty, say David Campanale and Natalie Bird.
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