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La operación para matar en Venezuela al líder del Tren de Aragua refuerza el intervencionismo de Trump en América Latina

13 June 2026 at 18:23

La operación conjunta entre Venezuela y Estados Unidos para matar al Niño Guerrero, líder del Tren de Aragua, una de las bandas criminales más temibles y poderosas del continente americano, es el último episodio del libro del intervencionismo de Washington en América Latina que Donald Trump está escribiendo desde su regreso al poder en 2025. La lista de países afectados va creciendo: a la suerte de protectorado impuesto en Venezuela y la asfixia aplicada sobre Cuba se suman la campaña de ejecuciones extrajudiciales de tripulantes de presuntas narcolanchas en el Caribe y el Pacífico, las operaciones militares conjuntas contra el narco en Ecuador y las injerencias electorales y presiones políticas y de seguridad sobre México, Argentina, Guatemala, Honduras o Chile.

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© Truth de Donald Trump/Gobierno de Venezuela

Momento del ataque, compartido por Donald Trump en redes sociales, e imagen de Héctor Rusthenford Guerrero Flores, alias 'Niño Guerrero', líder de la banda criminal Tren de Aragua.

Narcolanchas: inovação do crime acelera tráfico internacional de drogas

13 June 2026 at 11:03

Uma investigação da Polícia Federal revelou uma nova arma do crime organizado para o tráfico internacional de drogas por rotas marítimas, principalmente para a Europa: as narcolanchas.

Nessa quinta-feira (11), a superintendência da PF na Bahia realizou uma operação contra um esquema de tráfico de cocaína da Máfia dos Balcãs. O fluxo começava com a obtenção da droga em países latinos como Bolívia, Peru e Colômbia, passando pelo Brasil, com parada na Àfrica Ocidental para então chegar aos países europeus.

A complexa rota do tráfico transoceânico culmina em destinos importantes na Sérvia, Croácia e Bósnia. Os portos brasileiros de Santos e de Salvador servem como intermediários cruciais para a viagem pelo Atlântico, até a chegada em Cabo Verde, por exemplo, onde ocorre o reabastecimento e transbordo para à Europa.

No transporte da droga, inovações são cada vez mais utilizadas para dificultar o rastreamento do fluxo criminoso pelas autoridades. As narcolanchas, supervelozes, semi-rígidas ou infláveis, são usadas para transporte rápido em rotas curtas ou para abastecer embarcações maiores em alto-mar. 

Elas são projetadas para atingir velocidades acima de navios de patrulha convencionais, representando maior desafio tático para forças de segurança marítima no Oceano Atlântico. Com os veículos, o crime organizado explora os seguintes pontos:

  • Maior dificuldade de interceptação em tempo real;
  • Design compacto e semi-rígido reduz a visibilidade em radar e inspeção visual
  • Transporte de carga entre embarcações maiores em alto-mar, fora do alcance das autoridades

A investigação aponta que modelos de embarcações também são utilizados como “espinha dorsal” da rota marítima do tráfico. Veleiros são usados em longas travessias e “narcossubmarinos” são projetadas para máxima discrição. A Marinha Portuguesa já apreendeu um submergível que transportava mais de 1,7 tonelada de cocaína.

A apreensão do veleiro “Oceania Dos” com 2,8 toneladas de cocaína em 2023, interceptado a 600 milhas náuticas de Cabo Verde, originou a investigação que culminou na operação “Balcãs”, dessa quinta.

Adaptações do crime

O Cartel dos Balcãs é um dos principais compradores de cocaína exportada do Brasil, com uma crescente demanda pela droga cada vez mais pura e lucros que alimentam outras atividades criminosas como lavagem de dinheiro e tráfico de armas.

Mesmo com o aumento da fiscalização pela Polícia Federal e Marinha de diversos países, o crime organizado têm alterado rotas, métodos e dinâmicas. Um exemplo são os itinerários constantemente alterados para evitar padrões detectáveis pelas agências de inteligência. 

Além das narcolanchas, a tecnologia subaquática com Narcossubmarinos e embarcações semissubmersíveis tornam as interceptações cada vez mais complexas.

As múltiplas camadas de intermediários, passando por exemplo por Brasil e África Ocidental, dificultam também a identificação dos líderes das organizações criminosas

El álbum inédito de los zulos del ‘Anodino’, el policía que escondía millones de euros del narco entre sus paredes

13 June 2026 at 04:30

Las imágenes de los casi 19 millones de euros emparedados en la vivienda de Óscar Sánchez, El Anodino, el inspector jefe de Policía investigado por colaborar con el narco, eran, hasta ahora, casi una leyenda. Uno de los últimos informes del caso, en manos de la Audiencia Nacional, incluye una decena de fotografías que han resuelto ese misterio. Con ellas, los miembros de Asuntos Internos de la Policía dan cuenta de todos los escondites que el policía investigado utilizó para ocultar la ingente cantidad de dinero en efectivo que estaba ganando.

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© policia

Viga exterior de la vivienda de segunda residencia en Denia (Alicante), en la que intervinieron 270.000 euros en paquetes de billetes (2.300 billetes de 100 euros y 800 billetes de 50 euros).

© Policia

Doble fondo del armario de la segunda residencia, en Denia, que albergaba 76.650 euros (1.375 billetes de 50 euros, siete billetes de 500 euros, 12 billetes de 200 euros y 20 billetes de 100 euros), según el informe de la Unidad de Asuntos Internos de la Policía.

© Policia

Caja de zapatos que contenía la mayoría de los 798.000 euros intervenidos en el despacho de Óscar Sánchez en la Brigada de Policía Judicial de Madrid.

© Policía Nacional

Imagen actual de la segunda residencia de Óscar Sánchez, en Denia (Alicante), adquirida en 2021.

© Policía Nacional

Falso techo del garaje de la vivienda del policía Óscar Sánchez y paquetes de dinero que los agentes de la Unidad de Asuntos Internos intervinieron en su interior
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