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Condenan a Gobierno de Río de Janeiro por muerte de niñas

13 June 2026 at 17:37

Brasilia, 13 jun (Prensa Latina) La Justicia del estado brasileño de Río de Janeiro condenó al Gobierno estadual a indemnizar a las familias de dos niñas fallecidas durante una operación policial en 2020, decisión considerada hoy inédita por incluir reparaciones por fallas investigativas.

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TV Brasil exibe festas de São João do Nordeste neste sábado

By: EBC
13 June 2026 at 17:15

Logo Agência Brasil

A TV Brasil leva ao público de todo o país a animação de três dos mais tradicionais festejos juninos do Nordeste, neste sábado. A emissora exibe apresentações e atrações das celebrações de São João de Caruaru (PE), Mossoró (RN) e Assú (RN), dentro da faixa temática Arraiá Brasil. 

Neste sábado (13), a transmissão será das 21h às 3h. Entre os destaques da noite estão os shows ao vivo de Alok, em Caruaru, Márcia Fellipe e Matheus e Kauan, em Mossoró, e Israel Fernandes, em Assú. A programação ainda reúne apresentações gravadas de artistas como Zé Vaqueiro e Guilherme Ropado.

Notícias relacionadas:

As transmissões são realizadas em parceria com a PrefTV, de Caruaru, e a UERN TV, da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN), emissoras que integram a Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), gerida pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC). 

A ancoragem da programação será feita diretamente do Rio de Janeiro pelos apresentadores Bruno Barros e Verônica Dalcanal, com coordenação de produção de Eduardo Gurgel e direção de Enio Puello e Carlos Colla.

O Arraiá Brasil ganha a tela da emissora pública durante todo o mês de junho, sempre às sextas e sábados, e também nos dias 23 e 24 (noites especiais de São João).​ O projeto da TV Brasil em parceria com a RNCP reforça o compromisso da comunicação pública com a valorização da cultura popular brasileira, ampliando o alcance de algumas das maiores festas juninas do país.

Com geração compartilhada entre as emissoras parceiras e a TV Brasil, a cobertura permite que espectadores de todas as regiões acompanhem a diversidade musical, as tradições e a atmosfera dos festejos que movimentam milhares de pessoas no Nordeste durante o mês de junho.

Além de celebrar a riqueza cultural das festas de São João, o Arraiá Brasil fortalece a integração entre os veículos públicos de comunicação e evidencia o papel da RNCP na difusão de conteúdos regionais para todo o território nacional.

Serviço

Arraiá Brasil

13/06 (sábado), das 21h às 3h, na TV Brasil

TV Brasil exibe festas de São João do Nordeste neste sábado

By: EBC
13 June 2026 at 17:15

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A TV Brasil leva ao público de todo o país a animação de três dos mais tradicionais festejos juninos do Nordeste, neste sábado. A emissora exibe apresentações e atrações das celebrações de São João de Caruaru (PE), Mossoró (RN) e Assú (RN), dentro da faixa temática Arraiá Brasil. 

Neste sábado (13), a transmissão será das 21h às 3h. Entre os destaques da noite estão os shows ao vivo de Alok, em Caruaru, Márcia Fellipe e Matheus e Kauan, em Mossoró, e Israel Fernandes, em Assú. A programação ainda reúne apresentações gravadas de artistas como Zé Vaqueiro e Guilherme Ropado.

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As transmissões são realizadas em parceria com a PrefTV, de Caruaru, e a UERN TV, da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN), emissoras que integram a Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), gerida pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC). 

A ancoragem da programação será feita diretamente do Rio de Janeiro pelos apresentadores Bruno Barros e Verônica Dalcanal, com coordenação de produção de Eduardo Gurgel e direção de Enio Puello e Carlos Colla.

O Arraiá Brasil ganha a tela da emissora pública durante todo o mês de junho, sempre às sextas e sábados, e também nos dias 23 e 24 (noites especiais de São João).​ O projeto da TV Brasil em parceria com a RNCP reforça o compromisso da comunicação pública com a valorização da cultura popular brasileira, ampliando o alcance de algumas das maiores festas juninas do país.

Com geração compartilhada entre as emissoras parceiras e a TV Brasil, a cobertura permite que espectadores de todas as regiões acompanhem a diversidade musical, as tradições e a atmosfera dos festejos que movimentam milhares de pessoas no Nordeste durante o mês de junho.

Além de celebrar a riqueza cultural das festas de São João, o Arraiá Brasil fortalece a integração entre os veículos públicos de comunicação e evidencia o papel da RNCP na difusão de conteúdos regionais para todo o território nacional.

Serviço

Arraiá Brasil

13/06 (sábado), das 21h às 3h, na TV Brasil

Análise: Direita e Esquerda disputam camisa da Seleção Brasileira

13 June 2026 at 17:03

A camisa da Seleção Brasileira tornou-se palco de uma disputa política entre representantes da direita e da esquerda. Em ano eleitoral e com a Copa do Mundo em curso, estrategistas dos dois campos buscam explorar ao máximo o apelo do uniforme canarinho junto à população brasileira.

De um lado, Flávio Bolsonaro (PL), em discurso para apoiadores, chegou a se referir à peça como “camisa do Bolsonaro”, reforçando a narrativa de que a família Bolsonaro representa o patriotismo nacional.

Do outro, o presidente Lula (PT) publicou fotos nas redes sociais vestindo a camisa da seleção e tem defendido que a esquerda também adote o verde e amarelo durante o torneio.

Dividendos eleitorais em jogo

Segundo Matheus Teixeira, analista de Política da CNN, o movimento não é por acaso. “Os marqueteiros de campanha, os estrategistas, seja de Flávio Bolsonaro, seja do presidente Lula, também estão estudando como explorar isso ao máximo para conseguir colher o maior dividendo eleitoral possível”, afirmou.

O analista destacou que o engajamento gerado pela camisa da seleção nas redes sociais é notável: enquanto publicações comuns de Lula podem ter menos de 10 mil curtidas, uma foto do político com o uniforme da seleção ultrapassou 700 mil curtidas em um único fim de semana.

Matheus Teixeira ressaltou que o PT historicamente utiliza o vermelho como símbolo partidário, cor associada ao movimento operário e sindical no Brasil e no mundo. No entanto, em períodos de Copa do Mundo, Lula costuma fazer questão de vestir a camisa do Brasil para se aproximar do eleitorado.

“O PT nasceu ali do sindicalismo e, portanto, sempre explorou o uso da cor vermelha, mas em época de Copa do Mundo, o presidente Lula sempre também faz questão de usar a camisa do Brasil justamente para tentar se conectar um pouco mais diretamente com o povo brasileiro”, explicou o analista.

Soberania nacional e críticas cruzadas

O embate vai além da camisa. Matheus Teixeira apontou que Lula tem explorado o discurso da soberania nacional em meio à possibilidade de tarifas impostas pelos Estados Unidos ao Brasil, associando a bandeira do país a esse contexto.

Paralelamente, deputados do Partido dos Trabalhadores têm circulado nas redes sociais imagens de uma manifestação bolsonarista em que teria sido exibida a bandeira dos Estados Unidos, utilizando o episódio para questionar o patriotismo do campo adversário.

“De lado a lado, um buscando argumento para desgastar e medir quem seria mais patriota”, resumiu o analista.

Para Matheus Teixeira, o fenômeno é uma consequência natural da centralidade do futebol na cultura brasileira. “A Copa do Mundo permeia, o futebol permeia todo o nosso país e a nossa cultura, a política não fica de fora”, concluiu. Os dois lados seguem estudando formas de transformar o entusiasmo do torneio em capital eleitoral.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.

Cartilla orienta derechos de brasileños con enfermedades raras

13 June 2026 at 16:53

Brasilia, 13 jun (Prensa Latina) Una nueva cartilla elaborada por instituciones públicas brasileñas reúne hoy orientaciones sobre los derechos de las personas con enfermedades raras, para ampliar el acceso a información y fortalecer la atención integral.

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Torcedores do Marrocos provocam Brasil com 7 a 1 em Marrakesh: “Chora não, Neymar”; assista ao vídeo

13 June 2026 at 16:30

Os correspondentes da Globo Rodrigo Carvalho e Ross Salinas receberam uma missão: foram até Marrakesh descobrir como está a confiança da torcida adversária, a do Marrocos. Neste sábado (13/06), a praça central de Marrakesh ficará abarrotada de gente.

Milhares de marroquinos megaconfiantes vão acompanhar o jogo contra o Brasil. Ninguém fala sequer em empate. “Chora não, Neymar… Amanhã é sete a um Marrocos!”, provocou um torcedor.

Vídeo: @jornalnacional

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Lula dá conselhos a Ancelotti em vídeo na estreia da copa: “Pelo amor de Deus, chute”; veja vídeo

13 June 2026 at 16:27

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva divulgou um vídeo direcionado ao técnico Carlo Ancelotti no dia de estreia do Brasil na Copa do Mundo 2026. Lula exigiu garra, alma e o hexacampeonato para o povo brasileiro na partida deste sábado (13/06) contra o Marrocos, às 19h, em Nova Jersey. Com autoridade de quem acompanha Copas desde 1958, o presidente dispensou comparações com seleções do passado. Ele lembrou que cada jogador nasceu numa periferia e tem amigos pobres que torciam quando eram meninos. “Então diga para eles, Ancelotti, que ele tem que jogar para o povo brasileiro”, enfatizou.

Lula não se conteve e deu seus próprios conselhos a Ancelotti, focando na postura em campo. “Quando cair, levante. Quando cair, não fique reclamando. Levante e vá tirar a bola do adversário”, disparou. Em um clamor pela objetividade, o presidente implorou: “O que vale é bola no gol do adversário. Então, sempre que puder, chute. Pelo amor de Deus, chute!”

Ao final, Lula elevou a aposta e colocou Ancelotti no mesmo patamar de lendas do futebol brasileiro, caso traga a taça: “Se você conseguir, você vai virar o nosso herói. Como foi o Zagallo. Como foi o Feola. E como poderá ser você agora. Foi o Felipão em 2002”. A declaração final não deixou espaço para dúvidas: “A Copa do Mundo, a gente não disputa. A gente ganha. A gente tem que ir para ganhar.”

Vídeo: @lulaoficial

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“Millones de brasileños los apoyamos”, dice Lula al equipo de fútbol

13 June 2026 at 15:52

Brasilia, 13 jun (Prensa Latina) El presidente Luiz Inácio Lula da Silva exhortó hoy a la selección nacional de fútbol a competir con entrega, unidad y compromiso, y les recordó a los jugadores que tienen el apoyo de millones de brasileños.

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El Niño está de volta e aumenta risco de secas e enchentes no Brasil

13 June 2026 at 12:08
Cientistas da Administração Nacional para Oceanos e Atmosfera (NOAA), principal agência climática dos Estados Unidos, confirmaram na quinta-feira, 11, o retorno do El Niño. O fenômeno já está ativo no Oceano Pacífico e pode ganhar força nos próximos meses, aumentando o risco de eventos climáticos extremos no Brasil e em outras partes do mundo.Segundo a NOAA, há 60% de probabilidade de o El Niño atingir forte intensidade até o fim deste ano. Caso a projeção se confirme, os impactos poderão incluir secas mais severas, enchentes, ondas de calor e incêndios florestais.O que pode mudar no BrasilCaso o El Niño se intensifique, os impactos devem ser sentidos de forma diferente em cada região do país. A tendência é de mais chuva no Sul, aumentando o risco de enchentes e deslizamentos, enquanto Norte e Nordeste podem enfrentar períodos mais secos, com reflexos sobre rios, reservatórios, agricultura e abastecimento de água.O analista de Clima e Meio Ambiente Pedro Côrtes explicou à CNN Brasil que o fenômeno ocorre quando as águas do Oceano Pacífico Equatorial ficam mais quentes do que o normal por um período prolongado.“Atualmente, a temperatura dessa região está cerca de 0,7°C acima da média histórica, o que caracteriza um evento de fraca intensidade. A projeção é que esse aquecimento ultrapasse 2°C nos próximos meses, cenário que configuraria um El Niño forte”, afirmou. Leia Também: BAHIA Embasa adota estratégias de prevenção diante da chegada do El Niño BRASIL El Niño pode provocar até 22 tempestades e furacões intensos; entenda FENÔMENO CLIMÁTICO ONU alerta para 80% de chance de El Niño entre junho e agosto Segundo o especialista, quanto maior o aquecimento das águas do Pacífico, maiores tendem a ser os efeitos sobre o clima.Como exemplo, ele lembra que a tragédia climática registrada no Rio Grande do Sul em 2024 ocorreu quando o El Niño já estava em fase de enfraquecimento.

OIT define nova regra e motoristas de app podem ganhar salário mínimo

13 June 2026 at 11:27
A recente convenção da 114ª Conferência Internacional do Trabalho da OIT, encerrada em 12 de junho de 2026, marcou uma virada histórica para a economia de plataformas. O novo documento estabelece diretrizes globais de proteção para milhões de trabalhadores de aplicativos, com impacto direto no cotidiano de quem atua no setor de transporte e entregas.O que muda para o trabalhador de aplicativo?O acordo da OIT foca na garantia de direitos fundamentais e na regulação das ferramentas digitais. Entre os pontos centrais, destacam-se:Proteção social: os países signatários assumem o compromisso de implementar mecanismos que assegurem um valor de remuneração base e acesso facilitado aos sistemas de saúde, visando uma proteção social equiparável ao mercado formal.Gestão algorítmica transparente: as plataformas deverão abrir a "caixa-preta" de seus algoritmos. Isso significa que decisões automatizadas que afetam a renda ou a permanência do motorista na plataforma precisam ser explicadas e podem ser contestadas pelo profissional.Fim da discriminação automatizada: a nova convenção estabelece regras rígidas contra o uso de dados que gerem viés discriminatório contra minorias, mulheres e grupos vulneráveis na distribuição de corridas e demandas.Segurança e saúde: a OIT reforça que a gestão da plataforma não exime as empresas de responsabilidades sobre a segurança ocupacional, exigindo protocolos claros contra jornadas exaustivas e riscos de acidentes.

Un fin de semana de carnaval, Duolingo y el 'Gabbiano' de Río: así es el Brasil de Ancelotti antes de redebutar en el Mundial 32 años después

12 June 2026 at 21:56
El italiano, que tuvo su primera experiencia en 1994 con Sacchi, se ha ganado el respeto de los brasileños en el día a día gracias a la gran fiesta, el idioma y su trabajo en la Federación, que le ha renovado. Leer

El italiano, que tuvo su primera experiencia en 1994 con Sacchi, se ha ganado el respeto de los brasileños en el día a día gracias a la gran fiesta, el idioma y su trabajo en la Federación, que le ha renovado.

Debut ante Marruecos genera expectativas y cautela en Brasil

13 June 2026 at 13:39

Brasilia, 13 jun (Prensa Latina) El debut de Brasil hoy ante Marruecos en la Copa del Mundo de fútbol es esperado en el gigante sudamericano con una mezcla de expectativa histórica, presión competitiva y cautela ante un rival en ascenso.

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Brazil between the slave trafficking and drug trafficking

By: A A
13 June 2026 at 12:06

Brazil’s elites have long treated drug violence as inevitable – like 19th-century slavery. But with banks and gas stations now feeling the pinch, will national pride finally force action where moral outrage never could?

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In Um rio chamado Atlântico [A River Called Atlantic], the Brazilian diplomat and Africanist Alberto da Costa e Silva (1931 – 1923) addresses the history of the end of the slave trafficking in Brazil in a very interesting way. As is known, England in the 19th century positioned herself as the moral bulwark of the world, and this included a true crusade against the transatlantic slave trade. On the other hand, Brazil, according to our Africanist, was dependent on the forced immigration of Africans to populate this vast territory, given the small size of Portugal and the precarious technical condition of the Amerindians.

That English humanitarianism was merely a pretext, no one serious can doubt. After all, one only needs to see how inhumane the British chartered company’s dominion over India was, or consider the fact that English sympathies leaned towards the South during the American Civil War. From an economic standpoint, there is the issue of the competitiveness of Brazilian sugar produced by slave labor, but the most important thing, according to Costa e Silva, was this: the financial suffocation of the free African kingdoms.

Since the African kingdoms capitalized in the 19th century by selling slaves to the Americas, closing the Atlantic would cause these kingdoms to collapse, and thus, English merchants could try to replicate there the model of domination implemented in India. And, in fact, after the closing of the Atlantic, some African leaders began to imitate the Anglo-American plantation model to sell palm oil to the English, who used it for purposes as diverse as soap making and public lighting. The slave trade to the Americas ended and was replaced by African domestic slavery.

According to Alberto da Costa e Silva, the slave trafficking ended in Brazil because Brazil wanted it to. Even today, in the 21st century, we use in Brazil the expression “so that the English can see it”. The origin of this expression is the Feijó Law of 1831, a law of the Empire of Brazil that prohibited the transatlantic slave trade, imitating the English law of 1807. Brazil had been pressured by England to pass such a law since its Independence (1822). However, since the Brazilian authorities did not want to end this slave trade, the law was simply not applied: it was made so that the English can see it. To this day, Brazilians say that such a thing is “so that the English can see it” when they want to say that it is an empty formality. The slave trafficking in Brazil ended when Brazil wanted it to end. This occurred in 1850, when Brazil approved the Eusébio de Queiroz Law. From this, Alberto da Costa e Silva concludes: the trade ended because Brazil wanted it to end, and not because England wanted it to.

I have doubts. What would have happened if England had not pressured Brazil to end the slave trade? It’s impossible to answer historical counterfactual questions with certainty, but it seems to me that English arrogance, pointing the finger at us, may very well have driven our ancestors to action. After all, Brazilian society is both proud and conformist: we can spend decades complaining about the same problems as if for sport, but if a foreigner points the finger at us, then we become truly outraged.

Slavery was never a beautiful thing in Brazil. In Black Rednecks and White Liberals, Thomas Sowell contrasted the reaction of the Ottoman and Brazilian peoples to the end of slavery: there, with revolt and protest; here, with public celebrations. In the 19th century, there were even those who imported scientific racism from Protestant countries to justify slavery – but, as Costa e Silva showed, both the pro- and anti-slavery sides had arguments for and against Negroes. Just as there were those who defended the end of slavery because they believed that Negroes did not deserve such a fate, there were those who wanted to end slavery hoping to purge Brazil of Negroes (in the same way that Anglophones created Sierra Leone and Liberia to “return” them to Africa). On the other hand, there were those who justified slavery based on white superiority, but also those who thought that the influence of Negroes in Brazil was too beneficial for slavery, however bad, to have an immediate end.

Given that most of Brazil was illiterate and had no reason to adhere to the racist fashions of the educated, and given that the Brazilian population actually celebrated Abolition (1888) en masse after a large public campaign against the interests of a slave-owning minority, we can assume that the latter position – simultaneously anti-racist and resigned to slavery – reflected Brazilian common sense. I believe that, without external pressure to offend our pride, we could still be lamenting the wickedness of slavery while saying that it was necessary. Furthermore, just 5 years before the Eusébio de Queiroz Law, England passed the Aberdeen Act, which authorized their navy to seize Brazilian ships suspected of slave trafficking. It was an offense, and it was also a cause of losses, since it made the cost of imported slaves unsustainable.

It seems unlikely, then, that just five years later, and with the increased cost of imported slaves, Brazil would have decided on its own to end the trade. It does not follow, however, that England is a saint and that the Aberdeen Act did not harm Brazil in a dishonest way. As Alberto da Costa e Silva reports, Brazil had already developed legitimate trade with the free African kingdoms (which sold us palm oil and fabrics), but England ended up closing the Atlantic.

I think this situation is similar to that of present-day Brazil with drug trafficking and Donald Trump pointing the finger at us. Almost every Brazilian agrees that urban violence caused by drug trafficking is a major problem, and that the territorial control exercised by factions is a very wrong thing. (I say almost every, because there is always the delusional leftist.) However, the elites treat the problem as if it were a phenomenon as natural as rain: Brazilians complain and have no prospect of solving the problem. In Brazil, Marxism ended up translating into a kind of scientific conformism, in which the sociologist looks at the ills and explains why everything is the way it is – in the same way that an English social Darwinist proceeded in the face of the ills of the poor.

Like 19th-century England, Donald Trump is far from being a saint. He has already shown that he feels entitled to invade countries under the pretext of fighting drug trafficking, and the U.S. experience in Colombia, Ecuador, and Afghanistan gives no rational reason for Brazilians to root for armed intervention thinking that this will put an end to drug trafficking. The United States also does not seem committed to ending drug trafficking on its own soil, since it has a colossal surveillance capacity and continues to be the largest consumer of cocaine on the planet. (It is true that U.S. population is large, but it doesn’t compare to China’s. It’s noteworthy that two English-speaking countries – Australia and New Zealand – are the largest per capita consumers according to the UN.)

Just like the Aberdeen Act, the classification by the United States of the two largest Brazilian transnational drug trafficking organizations – the PCC of São Paulo and the Red Commando of Rio de Janeiro – as terrorist organizations certainly stirs the pride of Brazilians. Only a delusional middle-class leftist will claim that this classification is inappropriate. Even so, Brazil has an idiotic anti-terrorism law, made with the purpose of considering terrorism only actions motivated by politically incorrect ideas (see here). By this law, it is impossible to consider PCC and Red Commando terrorist organizations – even though PCC already caused panic in the state of São Paulo in 2006, and there are no nice explanations for the attacks having ceased. Just as Brazil did not end the slave trade in 1830 because it did not want to, Brazil does not end the drug traffickers’ empire today because it does not want to.

Brazil has never considered the PCC a terrorist organization, but the new classification has already prompted Lula to publish an “Administration Note” on his official Twitter profile alluding to the PCC and Red Commando as entities that “practice terrorism in the territories where millions of families live.” I have no record of a note from a PT (Workers’ Party) federal administration alluding to drug traffickers in these terms. The government is then in a complicated position to say that the PCC and Red Commando are organizations that practice terrorism that intimidates millions of families but are not terrorist organizations. And even more: that Brazil is a sovereign country in which non-terrorist organizations practice terrorism against millions of families, because this sovereign country does not have sovereignty over large portions of its own territory! After all, the government’s rhetoric is that Trump’s attack against these organizations is an attack on Brazilian sovereignty orchestrated by Bolsonaristas who betrayed the homeland, since the announcement of the measure occurred shortly after Flávio Bolsonaro’s visit to the White House.

But there is a great dissimilarity between the slave trafficking and the drug trafficking empire: slavery in general is a millennial institution, and the transatlantic trade in particular was as old as Brazil itself. It was reasonable for Brazilians to think that slavery was inevitable, because its end contradicted all previous experience. The drug trafficking empire, on the other hand, is only about 20 years old for most of Brazil. I am only 36 years old and I remember a time when there were no crack addicts: a completely different reality, which seems like a utopia to today’s teenagers. Furthermore, slavery in 19th-century urban Brazil allowed for social ascension, and slaves could realistically dream of freedom and enrichment. The drug trafficking empire, however, haunts Brazilians as long as they are in a Brazilian large city: even if they become rich and leave the slums, they could lose their lives at any moment to a stray bullet, or to a crack addict who stabs them in the street for no reason.

Therefore, the role of the mystifying sociologist is important among us. The rhetoric of Open Society and Ford Foundation – the racist rhetoric that insists on blackness as essentially linked to crime and drug addiction – presents the drug trafficking empire as natural and inevitable. One good thing about Trump’s classification is that now the sectors of the Brazilian economy that were bothered are starting to show their faces: banks, fintechs, and gas stations.

Hopefully, these sectors will now feel ashamed, and Brazil will finally decide to end the drug trafficking empire in its national territory.

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