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Algarve ganha fôlego com feriados de junho e hotéis perto da lotação esgotada

13 June 2026 at 18:00

A ocupação hoteleira no Algarve vai rondar os 80% durante as miniférias proporcionadas pelos feriados de junho, com um ligeiro aumento da procura face ao ano passado, disseram esta terça-feira à Lusa fontes do setor.

Em declarações à Lusa, o presidente da Associação de Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA), Hélder Martins, disse à Lusa que a expectativa era que a ocupação na região no período dos feriados de 4 e 10 de junho rondasse os 80%.

“A nossa expectativa é que nesta semana dos feriados nós vamos ultrapassar os 80% de ocupação, o que é muito bom”, afirmou, sublinhando que o mercado português é o que mais está a contribuir para os resultados alcançados pelo turismo algarvio nesta altura.

Quem optou por ir para a região está também a beneficiar de uns dias com tempo quente e sem chuva, com a meteorologia a ajudar as famílias a usufruir dos primeiros dias de praia, observou o presidente da associação empresarial algarvia. “Para as empresas […], é o aquecer os motores e, a partir de agora, entrarmos aqui já num período de época média-alta até chegarmos à época alta. Portanto, estamos satisfeitos com a procura que houve”, concluiu.

Também o presidente do Turismo do Algarve afirmou que os feriados contribuíram para um ligeiro aumento da procura de portugueses pela região, “embora os níveis se mantenham” em linha com os registados no ano passado.

Em declarações à agência Lusa, André Gomes sublinhou que o Algarve continua a ser “um destino de eleição” para o mercado interno durante períodos festivos, refletindo-se numa dinâmica positiva da atividade turística.

“Os feriados são tradicionalmente aproveitados por muitos portugueses para pequenas escapadas e o Algarve continua a ser uma das principais escolhas”, referiu. Segundo o responsável, estes períodos funcionam também como um “bom indicador” para o comportamento da procura na época alta.

Vem aí “uma época alta positiva”

Apesar do incremento registado nos últimos dias, André Gomes assinalou que “o reporte dos hoteleiros” aponta para um pequeno aumento de reservas do mercado interno, “embora sem variações significativas face à ocupação turística do ano anterior”.

O presidente da Região de Turismo do Algarve (RTA) destacou, no entanto, que o desempenho verificado “reforça a confiança do setor para os próximos meses”, numa altura em que a região ainda se prepara para o pico da procura turística.

“Estamos a falar de um destino consolidado como o Algarve, que tem mantido níveis de procura consistentes, nomeadamente por parte do mercado nacional”, frisou, apontando para a resiliência do destino.

Segundo o responsável, os atuais indicadores permitem antever uma época alta positiva, à semelhança de anos anteriores, sustentada tanto pelo mercado interno como pela procura internacional.

“É isso que nos leva a acreditar que, mais uma vez, a região do Algarve terá um bom desempenho ao nível da atividade turística durante a época alta”, afirmou, mostrando-se confiante quanto à evolução da procura nos próximos meses.

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Un inversor inmobiliario nos insta a adquirir una vivienda ahora pese a su elevado precio: "Compra ya porque no vamos a ser capaces de construir nada"

13 June 2026 at 17:58

La incertidumbre sobre el momento óptimo para adquirir una propiedad es una constante entre los ciudadanos. Recientemente, el inversor Sergio Gutiérrez (conocido en las plataformas digitales como Sergio_excellence_circle) ha abordado este dilema recurrente, respondiendo a las inquietudes generadas por los rumores sobre un posible cambio de ciclo o una caída inminente en las valoraciones.

Frente a las dudas sobre si es mejor formalizar la adquisición en la actualidad o aguardar a un abaratamiento generalizado, el especialista lanza un mensaje claro y directo a favor de la acción inmediata.

Comportamientos opuestos según la franja de precio de las propiedades

Para comprender la realidad del escenario actual, el experto realiza una radiografía segmentada del sector, evidenciando que el mercado no actúa de forma homogénea en todos sus niveles. En el segmento de las propiedades más exclusivas (aquellas valoradas por encima del medio millón de euros), se percibe una cierta desaceleración acompañada de correcciones a la baja.

Esta situación se produce porque los compradores potenciales rechazan asumir importes desorbitados, aunque, cuando los propietarios ajustan ligeramente las pretensiones económicas iniciales fijadas en los portales de internet, los cierres de operaciones se materializan con rapidez gracias a una demanda latente muy sólida. Estos ajustes iniciales no implican una bajada real en las estadísticas globales de compraventa, sino más bien una adaptación a la realidad tras establecer cifras de salida infladas.

Por el contrario, el segmento más accesible (compuesto por inmuebles tasados por debajo de los 300.000 euros) experimenta un ritmo frenético e imparable. En este nicho específico, cualquier propiedad que sale al escaparate desaparece en cuestión de días.

Si bien los indicadores oficiales pueden reflejar un descenso en el volumen total de transacciones de esta categoría, el inversor subraya que esto no se debe a un menor interés del público, sino a la más absoluta carencia de inventario. Gutiérrez ilustra este fenómeno recordando que "si un panadero dispone de menos harina, lógicamente comercializará menos barras de pan", aunque la clientela siga agolpándose masivamente a las puertas de su negocio esperando pacientemente a ser atendida.

El refugio ante los arrendamientos y la parálisis urbanística

Esta altísima presión sobre la vivienda económica encuentra su principal motor de tracción en la delicada situación paralela de los arrendamientos. Ante los costes inasumibles que exige el alquiler en la actualidad, cualquier inquilino que logra reunir los requisitos financieros da el salto inmediato hacia la compra de este tipo de inmuebles, alimentando así una competencia feroz por un bien extremadamente escaso. Ante este complejo panorama, el especialista disipa cualquier esperanza de que los importes vayan a desplomarse a corto o medio plazo.

Su recomendación final es tajante, instando a los interesados a dar el paso ahora mismo, ya que considera que "no vamos a ser capaces de construir nada" con los dirigentes políticos actuales. Además, el inversor concluye su análisis asegurando que en este momento no existe ninguna burbuja, por lo que prolongar la espera solo agravará las dificultades de acceso para los futuros compradores.

© EP

Comprar una vivienda en Murcia exige ya casi 6 de salario íntegro, 1 año y 4 meses más que en 2024

Chuteiras rosa dominam o Mundial. Ronaldo foge à tendência

13 June 2026 at 17:39
Rosa fluorescente tem dominado o campo nas primeiras partidas do Mundial. Para o capitão português, a Nike produziu umas chuteiras douradas personalizadas.

© JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

Atletas no Mundial jogam com chuteiras rosas no Mundial 2026

Chuteiras rosa dominam o Mundial. Ronaldo foge à tendência

13 June 2026 at 17:39
Rosa fluorescente tem dominado o campo nas primeiras partidas do Mundial. Para o capitão português, a Nike produziu umas chuteiras douradas personalizadas.

© JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

Atletas no Mundial jogam com chuteiras rosas no Mundial 2026

El negocio detrás de la Copa de Fútbol: ganadores y perdedores del Mundial más caro de la historia

13 June 2026 at 17:37
Mientras Estados Unidos, México y Canadá reciben a millones de turistas para albergar el Mundial más costoso jamás organizado, los beneficios económicos comienzan a repartirse de forma desigual entre los sectores que rodean el torneo. El turismo y las marcas deportivas celebran con altos rendimientos, mientras rubros como el de las apuestas, la construcción y varios clubes de fútbol se quedan fuera de la fiesta financiera. Los aficionados son los que se llevan la peor parte, pagando por ver un mundial que se encareció a la potencia y dejó por fuera a quien no puede costearlo.

Incêndio em Aljustrel mobiliza mais de 110 operacionais e obriga ao corte da EN2

Um incêndio rural que deflagrou este sábado junto à localidade de Corte Vicente Anes, no concelho de Aljustrel, mobilizou mais de 110 operacionais, 36 viaturas e sete meios aéreos, obrigando ao corte da EN2 e da EM527 devido à intensidade do fumo e à proximidade das chamas.

Incêndio em Aljustrel mobiliza mais de 110 operacionais e obriga ao corte da EN2

Um incêndio rural que deflagrou este sábado junto à localidade de Corte Vicente Anes, no concelho de Aljustrel, mobilizou mais de 110 operacionais, 36 viaturas e sete meios aéreos, obrigando ao corte da EN2 e da EM527 devido à intensidade do fumo e à proximidade das chamas.

Bombeiros de Pernes reforçam capacidade operacional com novas salas tecnológicas e promoções na corporação

Os Bombeiros Voluntários de Pernes inauguraram novas infraestruturas tecnológicas destinadas a reforçar a coordenação operacional e a formação da corporação, numa cerimónia que ficou também marcada pela promoção de 12 operacionais e pela imposição de novas patentes.

Bombeiros de Pernes reforçam capacidade operacional com novas salas tecnológicas e promoções na corporação

Os Bombeiros Voluntários de Pernes inauguraram novas infraestruturas tecnológicas destinadas a reforçar a coordenação operacional e a formação da corporação, numa cerimónia que ficou também marcada pela promoção de 12 operacionais e pela imposição de novas patentes.

Quercus é parceira do primeiro filme português com certificação ambiental internacional Green Film

13 June 2026 at 17:00
A Quercus associou-se à produtora Wonder Maria no apoio à divulgação da longa-metragem “18 Buracos para o Paraíso”, de João Nuno Pinto, o primeiro filme português a obter a certificação ambiental internacional Green Film, que estreou no feriado do Dia de Portugal, 10 de junho, nas salas NOS. Esta parceria nasce do reconhecimento de um [...]

Quercus é parceira do primeiro filme português com certificação ambiental internacional Green Film

13 June 2026 at 17:00
A Quercus associou-se à produtora Wonder Maria no apoio à divulgação da longa-metragem “18 Buracos para o Paraíso”, de João Nuno Pinto, o primeiro filme português a obter a certificação ambiental internacional Green Film, que estreou no feriado do Dia de Portugal, 10 de junho, nas salas NOS. Esta parceria nasce do reconhecimento de um [...]

Alza acumulada en 2026 del gas en Guatemala subió 17,3 por ciento

13 June 2026 at 16:55

Ciudad de Guatemala, 13 jun (Prensa Latina) El precio del gas propano en Guatemala registra dos cambios durante 2026, por lo cual el aumento acumulado subió a 17,3 por ciento, informó hoy un medio periodístico local.

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Linha do Minho cortada em Darque após atropelamento mortal

13 June 2026 at 16:48
A linha ferroviária do Minho foi cortada em Darque, no concelho de Viana do Castelo, na sequência de um atropelamento que fez uma vítima mortal.

© ESTELA SILVA/LUSA

Trofa: Começou como aguardente de tasca e hoje vale medalhas de ouro no Reino Unido

13 June 2026 at 16:43

A Licoreira Portuguesa conquistou duas Medalhas de Ouro e quatro distinções internacionais nos World Liqueur Awards 2026, realizados no Reino Unido, uma das mais prestigiadas competições mundiais dedicadas à avaliação e distinção de licores.

Fundada com o propósito de recuperar receitas familiares centenárias, a Licoreira Portuguesa dá continuidade a um legado que remonta a 1916, quando Américo Moreira da Costa produzia artesanalmente licores e aguardentes na célebre Tasquinha do Américo, na Trofa.

Hoje, sob a liderança do seu bisneto, Filipe Gonçalves, a marca mantém viva essa herança através da produção artesanal de licores elaborados com ingredientes naturais, preservando os sabores e tradições que atravessaram gerações.

O Licor de Ginja arrecadou a Medalha de Ouro e foi ainda distinguido com os títulos de Portugal Gold Fruit e Portugal Country Winner Fruit.

Já o Licor Medieval conquistou igualmente a Medalha de Ouro, somando ainda as distinções de Portugal Gold Digestive e Portugal Country Winner Digestive.

Os World Liqueur Awards “distinguem anualmente os melhores licores do mundo através de um processo de avaliação conduzido por especialistas internacionais, premiando a qualidade, autenticidade e excelência dos produtos participantes”, refere a licoreira em comunicado.

Para a Licoreira Portuguesa, estas distinções “representam o reconhecimento do trabalho desenvolvido na valorização das tradições licoreiras portuguesas e na aposta contínua na qualidade e inovação”.

“Estas conquistas reforçam o posicionamento d’ A Licoreira Portuguesa no mercado nacional e internacional e são um motivo de orgulho para toda a equipa. Ver dois dos nossos produtos distinguidos como os melhores de Portugal demonstra o compromisso que mantemos com a excelência e com a preservação dos sabores que fazem parte da nossa identidade”, afirma Filipe Gonçalves, CEO d’ A Licoreira Portuguesa.

Com esta prestação de destaque, A Licoreira Portuguesa reforça a sua reputação internacional e contribui para a promoção dos licores portugueses junto dos consumidores e especialistas de todo o mundo.

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Stati Uniti-Cina, dietro il caso Wuxi la nuova guerra commerciale sulle biotecnologie. Trump fa muro, ma rischia di danneggiare la ricerca Usa

13 June 2026 at 16:33

All’apparenza sembra il classico caso di sicurezza nazionale, ma dietro le dichiarazioni ufficiali potrebbe esserci in gioco il controllo su uno dei settori più promettenti del futuro: l’8 giugno il Pentagono ha aggiunto il colosso cinese delle biotecnologie Wuxi AppTec nell’elenco di aziende – insieme al gigante cinese dell’e-commerce Alibaba e al motore di ricerca Baidu – sospettate di aiutare l’Esercito Popolare di Liberazione cinese (PLA). Ovvero di contribuire al programma di “fusione civile-militare”, fortemente voluto dal presidente Xi Jinping. Anche considerata l’ingerenza del Partito-Stato nell’economia privata. Respinte le accuse, venerdì l’azienda ha annunciato di aver intentato causa contro il Dipartimento della Difesa statunitense, seguendo la strada percorsa (con successo) da Xiaomi. Il produttore cinese di elettronica, colpito nel gennaio 2021, ha presentato ricorso pochi mesi dopo ed è stato rimosso dalla lista nera per mancanza di prove.

L’inserimento nel registro (la 1260H list) di per sé non costituisce una sanzione formale, ma preclude al Pentagono la possibilità – a partire dalla fine di giugno – di stipulare contratti diretti con le società menzionate, mentre dal 2027 sarà vietato anche l’acquisto dei loro prodotti tramite terzi. Il movente della sicurezza nazionale è legittimo. Dati genomici e catene di approvvigionamento costituiscono potenziali armi offensive nelle mani dei Paesi avversari: chi controlla nodi critici può acquisire forme di potere economico e tecnologico, anche senza usare la forza militare. Ma non è escluso che la recente manovra di Washington rappresenti anche un diversivo per scopi strategici più ampi. Nella blacklist della Difesa figurano infatti società collegate a vari comparti avanzati, compresi la startup della robotica Unitree e i produttori cinesi di chip di memoria CXMT e YMTC. Non meno rilevanti dell’automazione e dei semiconduttori, anche le biotecnologie rientrano tra le priorità strategiche ed economiche di Pechino. Il 15° Piano quinquennale cinese, approvato a marzo, definisce la biomedicina “settore pilastro emergente” per lo sviluppo delle cosiddette “nuove forze produttive” insieme a circuiti integrati, comparto aerospaziale, economia a bassa quota, nuovi sistemi di accumulo di energia e robotica intelligente. Eppure, alla contezza del potenziale non corrisponde ancora pari cognizione delle vulnerabilità del settore.

Come evidenzia l’Asia Society di New York nel rapporto An Overview of U.S.-China Life Sciences Competition and Cooperation, mentre la leadership cinese vuole ottenere una “maggiore indipendenza produttiva, continua ad aspettarsi un accesso pressoché illimitato ai mercati globali per le proprie esportazioni”. È questo il nervo scoperto su cui batte il Pentagono. Fondata nel 2000, WuXi è una multinazionale farmaceutica specializzata in servizi integrati di scoperta, sviluppo e produzione di farmaci. Ha operazioni in Asia, Europa e Stati Uniti con una quota stimata tra il 12% e il 15% nella scoperta preclinica e il 10%-l’11% nell’outsourcing di farmaci biologici a livello globale. Oltre il 60% del suo fatturato è nel mercato americano, dove è presente con enormi complessi produttivi nel Delaware e in Pennsylvania.

L’inasprimento del quadro normativo statunitense rischia di privare Wuxi dell’accesso a una preziosa fonte di guadagno. Ancora prima del Pentagono a muoversi in questa direzione era stato infatti il Congresso, con l’approvazione alla fine del 2025 del BIOSECURE Act. La legge, pensata per evitare che aziende biotech legate a governi rivali abbiano accesso a dati biologici, genetici e farmaceutici sensibili o diventino nodi critici della supply chain sanitaria statunitense, dispone il divieto per le agenzie federali di acquistare servizi o attrezzature da “aziende di preoccupazione”, stipulare contratti con soggetti che utilizzano tali servizi nell’esecuzione di contratti federali e finanziare tramite grant o fondi pubblici attività che dipendono da questo tipo di società. L’aspetto cruciale è che il diniego non colpisce solo il rapporto diretto con l’azienda cinese, ma può estendersi anche ai suoi clienti e fornitori quando lavorano con sussidi federali. E si dà il caso che l’inclusione nella blacklist del Pentagono può rappresentare una delle vie attraverso cui un’entità viene considerata “company of concern” ai fini dell’Act.

L’impatto della strategia normativa è già tangibile. Secondo l’Asia Society, da quando nel gennaio 2025 il Dipartimento del Commercio ha ristretto l’export di biotecnologie, i laboratori cinesi stanno riscontrando difficoltà nell’accesso ad apparecchiature di fascia alta che, come nel caso delle macchine per la litografia a ultravioletti estremi (EUV) per i semiconduttori, non è ancora in grado di produrre. La stessa Wuxi, persino prima venisse introdotto il BIOSECURE Act, aveva cominciato a cedere e riorganizzare le proprie attività a Philadelphia proprio a causa delle crescenti preoccupazioni politiche e normative negli Stati Uniti.

Il muro legale minaccia di diventare un’arma a doppio taglio: anche Washington rischia di ferirsi. Non solo perché gli investimenti del gigante cinese hanno creato nuovi posti di lavoro per i cittadini americani. Abigail Coplin, professore assistente di Sociologia e di Scienza, Tecnologia e Società (STS) presso il Vassar College, spiega Al South China Morning Post che a differenza del settore dei microchip – dove la conoscenza proprietaria (l’insieme di informazioni, dati, processi e know-how esclusivi), la complessità tecnologica e gli elevati costi delle apparecchiature creano forti vantaggi per chi arriva per primo – le biotecnologie spesso progrediscono grazie allo scambio di idee attraverso riviste accessibili, alla mobilità dei talenti e ai costi iniziali relativamente contenuti. Per Coplin, “se i responsabili politici limitano l’accesso delle aziende americane all’ecosistema biotecnologico cinese senza contemporaneamente aumentare i finanziamenti per la ricerca e impegnarsi di più per attrarre e trattenere i migliori talenti scientifici globali, le loro azioni non faranno altro che privare i pazienti americani di trattamenti all’avanguardia a prezzi accessibili”. Un problema aggravato dal crescente gap nel settore della formazione.

Stando al Center for Security and Emerging Technology, la Repubblica popolare forma circa 77mila dottori di ricerca in discipline STEM (Scienza, Tecnologia, Ingegneria e Matematica) ogni anno, rispetto ai 40mila degli Stati Uniti, compresi molti cittadini di origine asiatica. Alcuni di questi hanno già fatto i bagagli. Non si tratta solo di giovani promettenti. La stretta securitaria sulle università avviata sotto il primo mandato di Donald Trump ha provocato una massiccia fuga di cervelli maturi verso la Cina. Soltanto nell’ultimo anno tra questi figurano Hu Haitao, uno dei massimi esperti di vaccini a mRNA, Zhang Kai, leader mondiale nella microscopia crioelettronica (cryo-EM), e Feng Gensheng, pioniere nel campo della cura del cancro e dell’immunoterapia.

L'articolo Stati Uniti-Cina, dietro il caso Wuxi la nuova guerra commerciale sulle biotecnologie. Trump fa muro, ma rischia di danneggiare la ricerca Usa proviene da Il Fatto Quotidiano.

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