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Canto de solidaridad con Cuba desde Carabobo, Venezuela

13 June 2026 at 16:56

Caracas, 13 jun (Prensa Latina) Con el canto de “Cuba, que linda es Cuba, quien la defiende la quiere más”, venezolanos y cubanos en el estado de Carabobo (norte) celebraron una Tarde de Trova, en solidaridad hoy con la isla y su pueblo.

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Trump anuncia morte de líder de facção venezuelana El Tren de Aragua

Logo Agência Brasil

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou em sua rede social (Truth) que o comando sul das forças armadas norte-americanas, com sede na Flórida, executou Niño Guerrero (Héctor Rusthenford Guerrero Flores) - tido como líder do El Tren de Aragua, grupo de traficantes de drogas.

A ação aconteceu no sudeste do estado de Bolívar, cuja capital (Ciudad Bolívar) fica a 715 quilômetros de Pacaraima (RR), cidade brasileira na fronteira com a Venezuela.

Notícias relacionadas:

Segundo Trump, a execução se deu em “um ataque rápido e letal” feito “em estreita colaboração com nossos amigos na Venezuela”. O presidente estadunidense descreve El Tren de Aragua como uma organização terrorista estrangeira.

O comunicado do governo venezuelano chama de “organização criminal”. Na nota, o governo venezuelano promete que “continuará adotando as medidas necessárias para garantir a paz, a tranquilidade e a proteção” da população.

Trump afirmou que “os terroristas do El Tren de Aragua não têm mais refúgio seguro na Venezuela ou em qualquer outro lugar” e que sob sua “liderança” serão encontrados “assassinos cruéis e chefões do narcotráfico a qualquer hora, em qualquer lugar.”

O comando do sul das forças armadas norte-americanas que atuou na execução é responsável pelo planejamento, operações militares e cooperação de segurança para os Estados Unidos na América Central, América do Sul e Caribe,

No final do mês de maio, o Departamento de Estado dos EUA, homólogo ao Ministério das Relações Exteriores do Brasil, publicou que passou a designar o PCC, assim como o Comando Vermelho, como organização terrorista criminosa.

Trump anuncia morte de líder de facção venezuelana El Tren de Aragua

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou em sua rede social (Truth) que o comando sul das forças armadas norte-americanas, com sede na Flórida, executou Niño Guerrero (Héctor Rusthenford Guerrero Flores) - tido como líder do El Tren de Aragua, grupo de traficantes de drogas.

A ação aconteceu no sudeste do estado de Bolívar, cuja capital (Ciudad Bolívar) fica a 715 quilômetros de Pacaraima (RR), cidade brasileira na fronteira com a Venezuela.

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Segundo Trump, a execução se deu em “um ataque rápido e letal” feito “em estreita colaboração com nossos amigos na Venezuela”. O presidente estadunidense descreve El Tren de Aragua como uma organização terrorista estrangeira.

O comunicado do governo venezuelano chama de “organização criminal”. Na nota, o governo venezuelano promete que “continuará adotando as medidas necessárias para garantir a paz, a tranquilidade e a proteção” da população.

Trump afirmou que “os terroristas do El Tren de Aragua não têm mais refúgio seguro na Venezuela ou em qualquer outro lugar” e que sob sua “liderança” serão encontrados “assassinos cruéis e chefões do narcotráfico a qualquer hora, em qualquer lugar.”

O comando do sul das forças armadas norte-americanas que atuou na execução é responsável pelo planejamento, operações militares e cooperação de segurança para os Estados Unidos na América Central, América do Sul e Caribe,

No final do mês de maio, o Departamento de Estado dos EUA, homólogo ao Ministério das Relações Exteriores do Brasil, publicou que passou a designar o PCC, assim como o Comando Vermelho, como organização terrorista criminosa.

Desmentido de fake news, prórroga y acuerdos en semana de Venezuela

13 June 2026 at 15:58

Caracas, 13 jun (Prensa Latina) El desmentido de un supuesto diálogo entre la presidenta encargada y una dirigente opositora, una nueva prórroga parlamentaria, firma de acuerdos con empresas extranjeras y aprobaciones de leyes, marcaron en Venezuela la semana que concluye hoy.

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Ruly García deixa Vizela após duas temporadas

13 June 2026 at 14:48

O guarda-redes espanhol Ruly García vai deixar o Vizela após duas temporadas ao serviço dos minhotos, terminando a ligação ao clube no final do contrato, anunciou o futebolista nas redes sociais.

O guardião, de 26 anos, despediu-se dos vizelenses através de uma mensagem publicada nas redes sociais, na qual agradeceu aos companheiros de equipa, estrutura, adeptos e associados pelo apoio recebido durante a passagem pelo clube, que milita na II Liga portuguesa.

“Hoje chega ao fim uma etapa muito especial da minha vida. Depois de duas temporadas ao serviço do Vizela, quero expressar a minha mais sincera gratidão a todos aqueles que fizeram parte desta caminhada”, escreveu o jogador.

Ruly García destacou ainda a relação construída no balneário e o apoio dos adeptos ao longo das duas épocas, referindo que as experiências vividas no clube minhoto ficarão para sempre na sua memória.

Contratado para a temporada 2024/25, o espanhol assumiu a titularidade durante boa parte da sua primeira época em Vizela, mas perdeu espaço no plantel em 2025/26, após a chegada de Antonio Gomis, que se afirmou como primeira opção para a baliza.

A passagem de Ruly García pelo Vizela termina com 26 jogos realizados, numa ligação de duas temporadas ao emblema minhoto.

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EUA e Venezuela eliminam líder do grupo Tren de Aragua

13 June 2026 at 10:32
Presidente norte-americano destacou ataque "rápido e letal" na rede Truth Social, enfatizando a colaboração com a Venezuela nesta operação.

© JIM LO SCALZO / POOL/EPA

Trump assegurou estar a trabalhar muito bem com a Venezuela no regime pós-Maduro

EUA e Venezuela eliminam líder do grupo Tren de Aragua

13 June 2026 at 10:32
Presidente norte-americano destacou ataque "rápido e letal" na rede Truth Social, enfatizando a colaboração com a Venezuela nesta operação.

© JIM LO SCALZO / POOL/EPA

Trump assegurou estar a trabalhar muito bem com a Venezuela no regime pós-Maduro

Venezuela, militari nelle miniere gestite dalle gang: 21 morti. “Il governo esegue il volere degli Usa e apre la strada a Big Oil”

13 June 2026 at 08:05

Spari a raffica, dall’alto. Provengono dagli elicotteri delle Forze armate bolivariane. Colpiscono minatori, i nuovi schiavi, e non solo. E ne uccidono almeno 21. Le cifre potrebbero essere più alte, ma Caracas tace. Hanno l’ordine di “liberare”, così dicono, Las Claritas e i chilometri 33 e 88, due zone estrattive situate nel meridione dello Stato Bolívar, nel cosiddetto Arco Minero, che detiene le più grandi riserve di oro, coltan e terre rare del Venezuela. Ufficialmente l’operazione, in corso da tre giorni, punta a colpire le mafie coinvolte nel business estrattivo. In particolar modo il Tren de Aragua, designata come “organizzazione terroristica” dagli Stati Uniti. Alcune fonti parlano dell’uccisione di Hector Guerrero Flores, alias Niño Guerrero, su cui il Dipartimento di Stato Usa aveva messo una taglia di 5 milioni di dollari. La sua uccisione è stata confermata e rivendicata questa notte dall’amministrazione Trump, che ha confermato un attacco diretto sul suolo venezuelano. Altro bersaglio: Johan José Romero, Petrica, leader del Sindicato, fazione del Tren de Aragua.

Tuttavia le gang vantano ancora degli appoggi all’interno dello Stato venezuelano, in particolare nella corrente del ministro dell’Interno Diosdado Cabello, che ha filtrato in anticipo la notizia sull’imminente operazione. Sfollate anche centinaia di famiglie, ma Caracas non fornisce stime ufficiali. Nelle ore precedenti i residenti de Las Claritas hanno chiuso i varchi di entrata alla località (Troncal 10) chiedendo la fine delle operazioni e delle violazioni dei diritti umani in corso. Per ragioni di sicurezza erano stati chiusi anche gli accessi al trasporto pubblico nel municipio di Caroní.

Altissime fonti a Ilfattoquotidiano.it sostengono che l’operazione su larga scala sia stata voluta da Dan Caine, capo dello Stato maggiore congiunto degli Stati Uniti, recatosi a Caracas lo scorso 3 giugno, a cinque mesi dal golpe della Cia che ha portato all’arresto del presidente Nicolas Maduro, su iniziativa di Donald Trump. Durante la sua visita Caine ha incontrato i vertici dell’amministrazione Rodríguez – assente la presidente in carica, che era in India – e ha ribadito il tema sicurezza come “priorità” dell’agenda Caracas-Washington, anche a nome delle Big Oil che chiedono ulteriori garanzie per sbarcare a pieno regime nel Paese.

Ergo: l’arrivo di Trafigura, Chevron e altre big, pronte a impossessarsi dell’Arco dell’Orinoco, non può coesistere con la presenza delle gang che, al momento, si spartiscono il territorio. Di qui l’improvvisa operazione, avvenuta in fretta e furia. Lo conferma il politologo Enderson Sequera: “Nessuna azienda investirebbe nel settore minerario in Venezuela senza garanzie di sicurezza. Gli Usa vogliono l’espulsione dei gruppi armati, tra cui l’Ejército de liberación nacional, e le mafie locali presenti nel territorio”. Per Sequera il tentativo è anche quello di recuperare “il monopolio della forza” nel meridione del Paese, poiché il vecchio equilibrio, garantito da Maduro, è ormai andato in frantumi.

L’operazione, che coinvolge diverse sigle militari, tra cui Guardia nazionale, Conas e le Forze speciali dell’esercito, è in continuità con l’approvazione della Legge organica delle Miniere, lo scorso 9 aprile, a Caracas, previa visita di Doug Burgum, segretario del Dipartimento degli Interni Usa. La normativa, in continuità con la riforma in materia di idrocarburi, elimina i vincoli statali posti durante i governi di Hugo Chávez e apre ai capitali stranieri in assenza di vincoli. “Stiamo parlando di una vernice di legalità per il saccheggio sistematico dell’Amazzonia e dello Scudo guyanese, aggravando danni umani e ambientali”, ha lamentato Cristina Volmer de Burelli, fondatrice dell’ong SosOrinoco. “La zona dello scontro, ricca di oro e rame, già al centro di sanguinose dispute territoriali, suggerisce forti pressioni politiche in atto”, ha aggiunto.

Interpellato da Ilfattoquotidiano.it, il sociologo e attivista Emiliano Terán Mantovani osserva: “Siamo in presenza di un radicale mutamento nella governance mineraria della zona. Si vuole fare spazio agli Stati Uniti”. Però l’esito non è scontato. “Difficile eliminare tutte le strutture criminali radicate anzitempo – sottolinea – Legale o no, l’attività mineraria continuerà a colpire interi ecosistemi e comunità, ignorando le esigenze dell’Amazzonia”. C’è preoccupazione anche per le famiglie, specialmente donne e bambini, che di solito subiscono i danni maggiori dalle dispute minerarie. In pericolo anche i minatori artigianali, alcuni di loro spinti dalla crisi ad abbandonare altri impieghi per aderire al lavoro estrattivo. Tra loro Javier Méndez che racconta a Ilfattoquotidiano.it: “Facevo il maestro, ma guadagnavo 5 dollari al mese. Non sono un criminale. Ho semplicemente abbandonato il gessetto per il piccone. Ora posso arrivare anche a 500 dollari, coprendo quasi il paniere base”.

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Venezuela excarcela a la presa política hispanovenezolana Karen Hernández tras seis años de prisión injusta

13 June 2026 at 06:21
Hernández fue condenada a 30 años de cárcel por terrorismo, traición, conspiración, rebelión, tráfico de armas de guerra y asociación para delinquir Leer

Hernández fue condenada a 30 años de cárcel por terrorismo, traición, conspiración, rebelión, tráfico de armas de guerra y asociación para delinquir

Operación conjunta Venezuela y EEUU desarticula banda criminal

13 June 2026 at 04:57

Caracas, 12 jun (Prensa Latina) El Gobierno informó hoy que como parte de una operación combinada entre organismos de seguridad de Venezuela y Estados Unidos en el sureste del estado Bolívar (sur), desarticularon estructuras de delincuencia organizada que operaban en la zona.

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John Connolly, una mirada empática al lado más oscuro: “Es importante no ser cómplices del mal”

13 June 2026 at 04:30
El escritor John Connolly este viernes en el hotel H10 Puerta de Alcalá, en Madrid.

Una de las más fecundas y originales carreras de la historia de la ficción criminal inició su andadura, sin que el protagonista todavía lo supiera, el 29 de diciembre de 1996. El asesinato aquel día de la joven Belinda Pereira en Dublín, nunca resuelto, la reacción de unos y otros cuando se supo que era prostituta y la dejadez de la policía soliviantaron a un joven periodista freelance del Irish Times que por entonces leía con ahínco al maestro Ross Macdonald. Su nombre era John Connolly y aquella rabia, aquella necesidad de justicia, aquel impulso redentor cristalizaron en Todo lo que muere (1999), la primera historia protagonizada por el detective Charlie Parker. Casi 30 años después, nos encontramos con Connolly (Dublín, 58 años) en un hotel próximo al parque del Retiro y, por tanto, de la Feria del Libro de Madrid, por la que pasa este fin de semana como ilustre invitado. Viene con un estreno bajo el brazo (Hijos de Eva, Tusquets, como toda su obra) y ha aprendido español desde el último encuentro con este periodista. Pero volvamos al principio.

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John Connolly mira desde dentro, al fotógrafo, al entrevistador, a sus personajes.Connoly no renuncia a un estilo muy marcado, ni en la literatura ni en la vida.

Hijos de Eva

John Connolly Traducción de María José Díez Pérez Tusquets, 2026 456 páginas. 22,90 euros

Alice Kellen, el gran fenómeno de la literatura juvenil española que nació con un seudónimo en Amazon

13 June 2026 at 04:30
Alice Kellen, alias de la escritora Silvia Hervás, en la Feria del Libro de Madrid, en el Retiro.

El 12 de agosto de 2011, recuerda Silvia Hervás (Valencia, 36 años), decidió subir a la plataforma de Amazon una novela que tenía escrita. El precio de 0,99 euros lo puso para ver si alguien se animaba a leerla y firmó con un seudónimo, algo habitual en los foros de internet donde ya llevaba años publicando relatos y textos varios. Ahí nació Alice Kellen, uno de los grandes fenómenos de la literatura española de los últimos años, autora superventas de 17 novelas que arrasan entre el público joven no solo en España, sino también en Portugal o Argentina. En Buenos Aires congregó hace unos meses a una multitud y la semana que viene irá a Lisboa, pero antes estará firmando este sábado en la Feria del Libro de Madrid.

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La escritora Silvia Hervás, que firma sus libros como Alice Kellen, en la Biblioteca Eugenio Trías de Madrid.

EEUU elimina con un bombardeo al 'Niño Guerrero', mítico líder del Tren de Aragua, en una operación combinada con Delcy Rodríguez

13 June 2026 at 02:59
El presidente estadounidense lo ha definido como "el infame líder de unas de los organizaciones terroristas más sedientas de sangre en el Planeta Tierra" Leer

El presidente estadounidense lo ha definido como "el infame líder de unas de los organizaciones terroristas más sedientas de sangre en el Planeta Tierra"
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