A Igreja não condena a razão; pelo contrário, defende-a. Mas recusa que a razão humana, organizada em sistema simbólico autónomo, se torne árbitro último da verdade revelada.
Num mundo obcecado pela velocidade, pela aparência e pela utilidade, um dos gestos mais revolucionários será este: continuar a acreditar que nenhuma pessoa perde valor só porque sofre.
Vejamos se a Europa, no seu todo instituições europeias e Estados-Membros, foi capaz de trabalhar no sentido de tornar o sistema de asilo e proteção de refugidos mais justo e solidário.
Quatrocentas ou quinhentas pessoas — alemães, espanhóis, holandeses, americanos e portugueses — reuniram-se para dizer em voz alta aquilo que a "velha" Europa pensa em voz baixa há trinta anos.
A Igreja não condena a razão; pelo contrário, defende-a. Mas recusa que a razão humana, organizada em sistema simbólico autónomo, se torne árbitro último da verdade revelada.
Num mundo obcecado pela velocidade, pela aparência e pela utilidade, um dos gestos mais revolucionários será este: continuar a acreditar que nenhuma pessoa perde valor só porque sofre.
Vejamos se a Europa, no seu todo instituições europeias e Estados-Membros, foi capaz de trabalhar no sentido de tornar o sistema de asilo e proteção de refugidos mais justo e solidário.
Quatrocentas ou quinhentas pessoas — alemães, espanhóis, holandeses, americanos e portugueses — reuniram-se para dizer em voz alta aquilo que a "velha" Europa pensa em voz baixa há trinta anos.