A Igreja não condena a razão; pelo contrário, defende-a. Mas recusa que a razão humana, organizada em sistema simbólico autónomo, se torne árbitro último da verdade revelada.
A Igreja não condena a razão; pelo contrário, defende-a. Mas recusa que a razão humana, organizada em sistema simbólico autónomo, se torne árbitro último da verdade revelada.