Normal view

Unos 30 músicos haitianos crean canciones sobre el Mundial de Fútbol

12 June 2026 at 21:41

Puerto Príncipe, 12 jun (Prensa Latina) Unos 30 músicos haitianos compusieron hasta hoy canciones inspiradas en el Mundial de Fútbol 2026 de México, Estados Unidos y Canadá, donde compite un equipo local por segunda vez en la historia, según el diario Le Nouvelliste.

The post Unos 30 músicos haitianos crean canciones sobre el Mundial de Fútbol first appeared on Noticias Prensa Latina.

Pixar publica el tráiler de su nueva película, Gatto, que se estrenará en 2027

12 June 2026 at 21:30

Desde sus inicios, Pixar ha demostrado una gran capacidad para conectar con audiencias de todas las edades, combinando la innovación tecnológica con historias que atrapan. Títulos como la histórica saga Toy Story o Inside Out son solo algunos ejemplos de una trayectoria llena de éxitos que ya forman parte de la historia del cine. Pues bien, hoy tenemos que hablar de una nueva película que acaban de anunciar.

Siguiendo con esta tradición de explorar nuevas perspectivas, el estudio ha revelado el proyecto en el que está trabajando actualmente: Gatto. Esta nueva película ya tiene marcada su fecha de estreno en el calendario. Si no hay ningún retraso de última hora, llegará a las salas de cine el 5 de marzo de 2027.

Una historia de misterio y maullidos entre los tejados de la noche italiana

A juzgar por el tráiler/teaser publicado en YouTube, Gatto parece trasladarnos a una pintoresca ciudad costera que evoca la arquitectura italiana, posiblemente Venecia, dadas las siluetas de campaniles y canales que se aprecian bajo el cielo nocturno. La trama parece girar en torno a una comunidad de gatos callejeros con una jerarquía muy peculiar, donde el misterio y el humor se mezclan en una atmósfera que recuerda sutilmente a las clásicas historias de detectives y gánsteres.

El tráiler nos introduce directamente en una de estas situaciones: un divertido interrogatorio dentro de un ático iluminado únicamente con una bombilla. En la escena, un gato gris llamado Rocco intenta averiguar el paradero de un atún desaparecido, interrogando a un asustado gato naranja que se encuentra atado con cuerdas. Sin embargo, el interrogatorio se ve interrumpido por Nero, un gato negro de ojos verdes.

Aunque todavía queda un largo camino hasta su estreno, Gatto se perfila como una propuesta simpática que promete divertir tanto a los amantes de los gatos como a los seguidores del estudio. Por último, te recuerdo que si te gustaría volver a ver cualquiera de las películas que han salido de Toy Story, lo puedes hacer suscribiéndote a Disney+. Hay planes de 6,99 euros al mes. Para disfrutar del contenido en 4K y sin anuncios, tendrás que pagar 15,99 euros al mes.

© Difoosion

Gatto se estrenará en marzo de 2027

Macron recibirá en este mes a primera ministra italiana

12 June 2026 at 19:58

París, 12 jun (Prensa Latina) El presidente francés, Emmanuel Macron, anunció hoy la realización de su primera cumbre bilateral con la jefa de gobierno italiana, Georgia Meloni, el próximo 25 de junio, en la ciudad de Antibes.

The post Macron recibirá en este mes a primera ministra italiana first appeared on Noticias Prensa Latina.

Vacaciones en Francia, un termómetro social

12 June 2026 at 19:22

París, 12 jun (Prensa Latina) Salir de vacaciones en este verano en Francia es el deseo de la mitad de sus ciudadanos, pero las dificultades económicas solo permiten a una cuarta parte de ellos poder disfrutarlas, indicó hoy el canal France 24.

The post Vacaciones en Francia, un termómetro social first appeared on Noticias Prensa Latina.

Louisiana jury awards $1.1bn to woman who sued over childhood molestation in 1960s

‘Lookback law’ allowed Pamela Lockridge to seek damages against late stepfather who abused her starting at age four

A north-west Louisiana jury recently awarded a staggering $1.1bn in damages to a woman who sued over childhood sexual molestation at the hands of her late stepfather in the 1960s and 1970s – a verdict that the plaintiff says “sends a message that children are precious” and “deserve protection”.

The outcome in Pamela Elaine Lockridge’s lawsuit caused waves among Louisiana’s legal community, illustrating how much civil juries are willing to award to plaintiffs for cases tried under the state’s so-called “lookback law”.

Continue reading...

© Photograph: Courtesy of Pamela Lockridge

© Photograph: Courtesy of Pamela Lockridge

© Photograph: Courtesy of Pamela Lockridge

Comunidades inteligentes e agro-política do QFP 2028-34

12 June 2026 at 17:00

 Na sociedade da informação e do conhecimento, uma comunidade inteligente é, antes de mais, um projeto coletivo com um propósito bem definido, depois uma aplicação utilitária do princípio ativo das redes, por fim, uma ação conjunta e colaborativa para fazer face às exigências atuais da sociedade tecno-digital.

Em todos os casos, são comunidades e plataformas inteligentes, baseadas em conhecimento, cooperação, inovação e criatividade, em ordem a criar e administrar uma oferta integrada de bens complementares de um determinado território ou região, sejam bens de mercado, bens públicos ou bens comuns.

No caso particular do mundo rural existem muitos exemplos de comunidades inteligentes que podem ser sugeridos, por exemplo: um parque agroecológico, uma área de paisagem protegida (um parque nacional ou natural), um condomínio de aldeias, uma associação ou cooperativa de agricultores, uma zona de intervenção florestal (as ZIF), um grupo de ação local (GAL) para a promoção de uma área de montanha ou uma amenidade paisagística, uma associação de desenvolvimento local (ADL) para gerir um banco de solos ou terrenos baldios semiabandonados, um centro de investigação ou grupo operacional de inovação (GOI) para ordenar e gerir um sistema agroalimentar local (SAL) ou agroflorestal (SAF), um núcleo de moradores e pequenos agricultores para gerir um projeto de agricultura periurbana, um núcleo empresarial para gerir um parque ou zona industrial, entre outros exemplos.

Na formação destas comunidades inteligentes, há instrumentos de ordenamento que são fundamentais para estimular o valor cognitivo da inteligência coletiva territorial (ICT), por exemplo: os planos regionais de ordenamento, os planos diretores municipais, os planos de ordenamento das áreas de paisagem protegida, os planos de pormenor de requalificação dos espaços circundantes dos equipamentos e infraestruturas, as marcas de referência territorial dos produtos e a certificação de serviços e destinos, a acreditação de estruturas coletivas para a promoção dos territórios, a criação de parcerias e protocolos com os centros de investigação e os grupos operacionais de inovação em espaço rural, etc.

Se este exercício de mapeamento do território for bem-sucedido, os parceiros e o ator-rede do território-rede estarão mais bem preparados para transformar recursos endógenos em ativos do desenvolvimento territorial, em linha com uma abordagem de oferta integrada de bens complementares e uma nova gramática dos bens comuns que acautelem os direitos das gerações vindouras e dos sujeitos ausentes.

Aqui chegados, já sabemos as tarefas ou missões que nos esperam. Em primeiro lugar, a formação de uma comunidade de destino e de um território-rede (1), em segundo, a formação do ator-rede ou estrutura de missão executiva (2), depois, a definição do conceito operacional de oferta integrada de bens complementares do território-rede (3), em seguida, a implementação de uma gramática dos bens e serviços comuns e da respetiva plataforma digital colaborativa (4), por fim, as novas dinâmicas de colaboração interpares e a respetiva interoperabilidade (5) que darão origem a combinações de soma positiva.

A esta agenda política que nos encaminha para a 2ª ruralidade do século XXI, acresce uma atenção especial às indicações da economia criativa, ou seja, às múltiplas referências sociotécnicas e socioculturais já em curso de operação, por exemplo, os sistemas de informação geográfica (SIG), os sistemas de precisão, a robótica, as máquinas inteligentes e a inteligência artificial.

Estes instrumentos sociotécnicos abrem novas janelas de oportunidade e permitem-nos lidar mais facilmente com os ecossistemas mais nucleares da 2ª ruralidade, por exemplo: o sistema-paisagem e os seus serviços de ecossistemas, a biodiversidade e os produtos biológicos, a sustentabilidade e a economia circular, as ações integradas de base territorial (AIBT) dos territórios-rede (T-R) e das comunidades intermunicipais (CIM).

Para gerir bem esta nova agenda política do território da 2ª ruralidade, o velho mundo analógico da primeira ruralidade já não é suficiente. Estamos em trânsito geracional para o mundo tecno-digital. Na sociedade da informação, do conhecimento e da comunicação, o ator-rede e a sua estrutura de missão são os agentes-principais da comunidade inteligente e da sua inovação sociotécnica e sociocultural.

Esta estrutura de missão executiva terá de desempenhar exemplarmente o papel de agente-principal da sua comunidade, isto é, uma liderança efetiva na mobilização dos pares, um bom uso da informação e conhecimento para consolidar uma geografia desejada e uma comunidade de destino, uma noção muito criteriosa no que concerne à utilização das redes de cooperação horizontais e verticais e respetivas plataformas colaborativas, um sentido crítico muito apurado no que diz respeito à inovação de processos e produtos, o respeito pela essência dos lugares em matéria de marketing territorial e produtos associados, uma abordagem muito aberta em relação ao capital humano e social e, em particular, ao empreendedorismo jovem e relações intergerações.

Dito isto, as comunidades inteligentes vão ser postas à prova e observadas numa série de situações particulares que serão suscitadas pela transição à 2ª ruralidade, por exemplo:

– A gestão colaborativa de parques empresariais e zonas industriais de um território-rede, uma CIM da baixa densidade, por exemplo, no que diz respeito aos custos de contexto e externalidades das unidades que os integram e, bem assim, à sua interoperabilidade,

– A gestão cooperativa de propriedades rústicas sob a forma de banco de solos e a gestão de um programa de emparcelamento rural tendo em vista a redução do risco de incêndio de uma ou mais zonas de intervenção florestal,

– A gestão comum e colaborativa de áreas integradas, por exemplo, uma associação de parques naturais, para efeitos de ordenamento do mosaico paisagístico, da sua biodiversidade e serviços de ecossistema, bioenergias e agricultura biológica,

– A gestão conjunta e colaborativa de agro parques e parques agroecológicos de âmbito municipal e intermunicipal com vista à criação de sistemas agroalimentares de base local (SAL) e de oferta integrada e complementar de agro-silvo-pastorícia,

– A gestão conjunta e colaborativa de consórcios e parcerias empresariais, tendo em vista a formação de clusters industriais, arranjos produtivos locais e marcas coletivas de referência regional, mas, também, a formação de ecossistemas de sucessão empresarial, formação e renovação intergerações,

– A gestão comum e colaborativa de ecossistemas específicos, por exemplo, áreas de montado, áreas de paisagem protegida, amenidades rurais e serviços de investigação-extensão, em associação com a academia e as ONG da área da proteção da natureza,

– A promoção de cooperativas e organizações de produtores, de sociedades de agricultura de grupo (SAG) e a gestão agrupada multiprodutos, em estreita associação com os laboratórios colaborativos, os grupos operacionais de investigação e os living labs,

– A gestão comum e colaborativa de propriedades, quintas e terroirs de fins múltiplos, onde se inclui o turismo ecológico, mas, também, as quintas pedagógicas, os condomínios rurais, os aldeamentos seniores (cohousing) e as explorações de agricultura alternativa.

Em todos os casos, estamos a gerir em comum e colaborativamente, através de comunidades inteligentes e plataformas de base local e regional, os incentivos disponibilizados pelos instrumentos de ordenamento da paisagem e preservação do património, os programas de inovação tecnológica, ambiental e social, mas, também, da economia criativa, por exemplo, o apoio às artes da paisagem, ofícios tradicionais e eventos culturais.

E, em todos os casos, estamos a usar os signos distintivos do território e a transferir o seu valor simbólico e icónico para os principais veículos produtivos desses territórios, que são os produtos com indicação geográfica de proveniência (IGP), os produtos com denominação de origem controlada (DOC), as marcas coletivas, os mercados de nicho, os terroirs de visitação, as cadeias de valor mais relevantes e as fileiras de exportação.

Hoje, em plena era digital, é bom não esquecer que, num espaço integrado como o europeu onde a gestão das restrições e condicionalidades muda substancialmente a natureza da administração, são os programas europeus, em boa medida, que reinventam ciclicamente os territórios, de cima para baixo, e não os territórios que formatam os programas e as medidas, de baixo para cima.

O próximo Quadro Financeiro Plurianual (QFP) 2028-2034, pode mudar o curso dos acontecimentos nesta matéria, não apenas por uma alteração substancial do policy-framework das políticas europeias, devido a novas prioridades geoestratégicas e geopolíticas da União Europeias com impacto estrutural no orçamento e no financiamento das políticas europeias mais convencionais como a política de coesão e a política agrícola comum, mas, sobretudo, pelo quadro de exigências sociotécnicas e socioculturais do novo período de programação que impõem uma transição e implementação mais rápidas em direção à 2ª ruralidade onde as comunidades inteligentes e a economia criativa têm um papel fundamental a desempenhar.

Isto dito, resta a pergunta sacramental. E o que vamos fazer com os territórios de baixa densidade e o rural remoto português, que somam quase dois terços do território português? Todos estes fatores fazem variar o perímetro das nossas comunidades inteligentes. Está em causa uma nova cultura do bem comum colaborativo.

E o que pode impedir esta nova cultura pública do bem comum colaborativo? O poder das corporações, o narcisismo dos líderes, a falta de liderança esclarecida, as burocracias políticas, a manipulação da comunicação social, a trivialização do espaço público, a desafeição pela política, a cacofonia discursiva. A acomodação da academia. O que não é coisa pouca.

Nota: Ilustração feita utilizando IA através do ChatGPT

Gostou do que leu? Ajude-nos a continuar!
 
O nosso compromisso é levar até si notícias rigorosas, relevantes e próximas da sua comunidade. Para continuarmos a fazer o que fazemos, precisamos do seu apoio. Qualquer donativo, por mais pequeno que seja, faz a diferença e ajuda a garantir a continuidade deste projeto. Juntos, mantemos a informação viva no Algarve e no Alentejo.
Obrigado por fazer parte desta missão!
Contribua aqui!

O conteúdo Comunidades inteligentes e agro-política do QFP 2028-34 aparece primeiro em Sul Informação.

Pakistán confirma un texto consensuado entre Irán y Estados Unidos

12 June 2026 at 17:48

En un nuevo giro de guion, los acontecimientos se han acabado precipitando este viernes cuando menos se los esperaba, después de varios días de fuego estadounidense contra infraestructura militar y civil de la República Islámica y ataques iraníes contra sus vecinos árabes. Y es que al cierre de esta edición el régimen de los ayatolás, 104 días transcurridos desde el inicio de la campaña israelo-estadounidense contra su enemigo por excelencia y más de dos meses después de decretarse el alto el fuego, aseguraba a través de su ministro de Exteriores estar "más cerca que nunca" del acuerdo - memorando de entendimiento- con Washington.

Si no hay nuevas sorpresas, el texto deberá ser ahora ratificado por las distintas instancias de poder de la República Islámica en las próximas horas y días. El régimen nacido en 1979 tendrá que empezar renunciando a su programa nuclear y deshacerse de sus reservas de uranio altamente enriquecido y permitir la reapertura del estrecho de Ormuz como condición indispensable para lograr algún tipo de alivio de sanciones por parte de la Administración Trump.

Más explícito y optimista ha sido el primer ministro de Pakistán, Shehbaz Sharif: "Podemos confirmar que se ha alcanzado un texto definitivo y consensuado del acuerdo de paz, y Pakistán está ahora trabajando estrechamente con ambas partes para finalizar los próximos pasos. La paz nunca ha estado tan cerca como lo está ahora". "En medio de los intensos esfuerzos de mediación que está llevando a cabo Pakistán, somos plenamente conscientes de la incesante campaña de desinformación que están llevando a cabo quienes desean sabotear el acuerdo de paz", abundaba el jefe del Gobierno pakistaní.

 

El país de Asia Central, que ha presumido siempre de mantener buenas relaciones tanto con la República Islámica de Irán como con EE UU, ha sido el principal mediador entre ambos y, por ende, gran parte del éxito del acuerdo. No se explica, en todo caso el acuerdo, sin la participación de las principales potencias regionales, de Qatar a Turquía pasando por Emiratos Árabes Unidos.

Netanyahu: Irán "no tendrá armas nucleares"

Quien se se ha apresurado en manifestar su rechazo a los términos del acuerdo ha sido el primer ministro israelí Benjamin Netanyahu, quien aseveraba que Irán "no tendrá armas nucleares" mientras él siga al frente del gobierno de su país. "El presidente Trump y yo coincidimos plenamente en este tema", afirmaba Netanyahu tras la conversación telefónica mantenida con el mandatario estadounidense. "De no ser por esta lucha, Irán ya contaría con bombas atómicas para destruir Israel. Irán está trabajando para destruir el Estado judío, y yo dedico mi vida a impedirlo. Mientras yo sea primer ministro de Israel, esto no sucederá", añadía el primer ministro israelí en un mensaje publicado en redes sociales.

Poco antes de que las autoridades pakistaníes anunciaran la buena nueva y como recordatorio de que nada es definitivo hasta que ambas partes estampen la firma en el flamante memorando -y aún después de hacerlo-, el presidente estadounidense, Donald Trump, acusaba a Teherán de mentir sobre los términos del acuerdo. "Lo que han dicho, incluyendo su débil y patética declaración sobre un posible acuerdo, no guarda relación con la verdad. Son personas muy deshonestas con las que tratar. Con ellos, no existe la buena fe. ¡Increíble!”, afirmaba el inquilino de la Casa Blanca en su plataforma de redes sociales. Según fuentes de la Casa Blanca citadas por medios de la región, el acuerdo podría ser firmado este fin de semana.

Un nuevo alto el fuego de 60 días

En cualquier caso, lejos aún de ser un acuerdo definitivo que aleje el espectro de la guerra y la inestabilidad para el conjunto de Oriente Medio, el memorando de entendimiento alcanzado entre Teherán y Washington establece un alto el fuego temporal de 60 días durante el que se emplaza a las partes a negociar el aspecto más complejo: el futuro de los programas nuclear y de misiles de la República Islámica y garantizar una arquitectura de seguridad regional.

Ajenos por ahora al acuerdo en ciernes, Hizbulá, el principal proxy de Irán en la región, e Israel siguieron este viernes enfrentándose sobre el terreno en el sur libanés. La inclusión del país de los cedros en el acuerdo, con unas Fuerzas de Defensa que ocupan una parte considerable del sur de Líbano, seguirá siendo un escollo toda vez que para Teherán la retirada israelí no es negociable.

"Si Trump no acepta un levantamiento de sanciones, la República Islámica no va a ceder en la cuestión nuclear. La oportunidad política para Trump está en dar incentivos a los nuevos interlocutores que en principio priorizan lo económico frente a lo nuclear”, asegura a LA RAZÓN el analista hispano-iraní Daniel Bashandeh. "La política nuclear representaba la línea de Alí Jamenei, pero no la de los nuevos interlocutores que ahora negocian con Trump. En caso contrario, la República Islámica cerrará filas y proseguirá la militarización", concluye el politólogo especializado en el país de Asia Central.

💾

Alerta en la Seguridad Social: sus funcionarios inician movilizaciones para la mejora de sus condiciones laborales, que pueden desembocar en una huelga

12 June 2026 at 17:22

La falta de avances en la negociaciones de la mejora de las condiciones laborales de los funcionarios de la Seguridad Social, bajo el mando de Elma Siaz, ha provocado el plante sindical ante el Ministerio. Así, los sindicatos CSIF, CC OO, UGT y CIG han convocado movilizaciones en todos los departamentos ministeriales, que arrancarán el próximo 17 de junio con concentraciones en toda España, ante el "incumplimiento" de los acuerdos firmados con el Gobierno que está llevando a un "progresivo deterioro" de las condiciones laborales.

En una nota conjunta firmada por estas organizaciones denuncian la ausencia de "avances reales" en materias esenciales para garantizar el futuro de la Seguridad Social, entre ellas la cobertura y provisión de puestos de trabajo, la estabilización y rejuvenecimiento de las plantillas, el desarrollo del trabajo a distancia, la promoción profesional o la negociación de las condiciones de trabajo. "La falta de cumplimiento de los acuerdos alcanzados está provocando un progresivo deterioro de las condiciones laborales y un incremento constante de las cargas de trabajo, en un contexto marcado por el envejecimiento de las plantillas y la insuficiencia de efectivos".

Las concentraciones, que empezarán el próximo miércoles, se realizarán en las direcciones provinciales y servicios centrales del INSS en Madrid, La Coruña, Valencia, La Rioja, Sevilla, Zaragoza, Murcia, Bilbao, Gerona, Albacete, Oviedo, Santander, Mallorca, Tenerife y Las Palmas. Las movilizaciones se mantendrán hasta que el Ministerio de Inclusión, Seguridad Social y Migraciones "adopte las decisiones necesarias para cumplir los acuerdos suscritos y garantizar el futuro de una institución esencial para el estado del bienestar. Los acuerdos firmados deben cumplirse", subrayan.

CSIF ha remitido una carta al Ministerio de Función Pública para habilite el crédito necesario para avanzar en las mejoras de las condiciones laborales y retributivas del conjunto de empleadas y empleados públicos en los Presupuestos Generales del Estado para 2027. El pasado 5 de junio se publicaron en el BOE las normas para la elaboración de los Presupuestos Generales del Estado para 2027, donde se establece los criterios generales que se deben seguir para elaborar los presupuestos. Para ello, los órganos y entidades que forman parte del sector público estatal, deberán remitir a la Dirección General de Presupuestos sus propuestas antes del día 29 de junio.

CSIF reclama a Función Pública que contemple entre sus prioridades el desarrollo del “Acuerdo Marco para la mejora del empleo público y el servicio a la ciudadanía” suscrito por CSIF con el Gobierno de España el pasado 27 de noviembre de 2025; fondos adicionales para corregir las desigualdades retributivas de aquellas empleadas y empleados públicos, que, realizando las mismas funciones, perciben distintas retribuciones; desarrollo de la carrera profesional; la adecuada clasificación de los Grupos Profesionales en el conjunto de Administraciones Públicas; y el refuerzo en la calidad de la prestación asistencial del Mutualismo Administrativo.

© Europa Press

La ministra Portavoz, Elma Saiz, durante una rueda de prensa posterior al Consejo de Ministros, en el Palacio de la Moncloa

Illa pone el foco en las infraestructuras para encarar el tramo final de la legislatura

El presidente de la Generalitat, Salvador Illa, ha situado las infraestructuras y la financiación autonómica en el centro de las prioridades del Govern para los próximos meses. Durante su intervención en la 37ª Trobada Empresarial al Pirineu, celebrada en La Seu d'Urgell, el jefe del ejecutivo catalán se mostró convencido de que antes de que finalice el año podrá cerrarse uno de los principales compromisos de la legislatura: la aprobación del nuevo modelo de financiación para Cataluña. Así, el líder del PSC busca llegar a las elecciones municipales de 2027 y las autonómicas de 2028 con algún proyecto tangiblle bajo el brazo.

Illa aseguró que trabaja para reunir los apoyos necesarios en el Congreso de los Diputados y lanzó un mensaje a las fuerzas políticas catalanas para que respalden una propuesta que considera beneficiosa para el conjunto del país. El acuerdo alcanzado entre el Gobierno central, la Generalitat y ERC permitiría incrementar en unos 4.700 millones de euros anuales los recursos de la administración catalana, una cifra que el Govern considera fundamental para reforzar los servicios públicos y afrontar nuevas inversiones.

El president también expresó su confianza en que pueda materializarse la condonación de una parte de la deuda asociada al Fondo de Liquidez Autonómica (FLA), una medida que vincula a la infrafinanciación que han sufrido las comunidades autónomas desde la crisis financiera. En la misma línea, reiteró su apoyo a la aplicación de la ley de amnistía, pendiente todavía de distintos pronunciamientos judiciales, y defendió que debe ejecutarse de forma inmediata.

Más allá de la financiación, Illa quiso proyectar una imagen de estabilidad institucional y de planificación a largo plazo. Preguntado por los presupuestos de 2026, sostuvo que las futuras cuentas permitirán desplegar inversiones estratégicas en ámbitos como la sanidad, las telecomunicaciones y las infraestructuras. En el caso de las comarcas pirenaicas, avanzó que las inversiones crecerán alrededor de un 50%.

Entre las actuaciones previstas citó la mejora de la carretera N-260, nuevas inversiones en el puerto de Comiols, el futuro hospital comarcal del Alt Urgell, una nueva residencia para personas mayores en La Seu d'Urgell y la extensión de la fibra óptica. También destacó el Pla de Pobles, dotado con 400 millones de euros para apoyar a los pequeños municipios y combatir el desequilibrio territorial.

Sin embargo, la gran apuesta anunciada por Illa se centra en la red ferroviaria. El president avanzó que en las próximas semanas se pondrá en marcha un grupo de trabajo para estudiar cinco actuaciones consideradas estratégicas para la movilidad de las próximas décadas: la adaptación de toda la línea R1 del Maresme frente a la erosión marítima, la continuidad del desdoblamiento de la R3 hasta Puigcerdà, el futuro del túnel del Garraf, la línea orbital ferroviaria y el eje transversal ferroviario.

Según explicó, estos cinco proyectos deben servir para diseñar la infraestructura ferroviaria que Cataluña necesita en el siglo XXI y superar algunas de las carencias históricas que arrastra la red actual. El objetivo del Govern es disponer de una planificación integral que permita mejorar la conectividad entre territorios y reducir la dependencia de la movilidad por carretera.

Durante su intervención, Illa amplió además el foco más allá de la política catalana y defendió el modelo europeo como garantía de prosperidad y estabilidad en un contexto internacional cada vez más complejo. A su juicio, Europa se enfrenta actualmente a tres grandes desafíos: la presión política procedente de Estados Unidos, la amenaza militar de Rusia y la competencia económica de China.

Ante este escenario, el president apostó por reforzar la integración europea y avanzar hacia una mayor unión política. Recordó sus recientes viajes internacionales y sostuvo que ningún territorio puede afrontar por sí solo los retos actuales. También reivindicó los valores del humanismo cristiano como una referencia útil en tiempos de transformación, evocando la reciente visita del Papa a Cataluña y el impacto internacional que tuvo la ceremonia celebrada en la Sagrada Familia.

© Govern

Illa pone el foco en las infraestructuras para encarar el tramo final de la legislatura

El PP catalán cierra los últimos flecos de su congreso con Feijóo como protagonista de la clausura

A dos semanas de la celebración de su congreso autonómico, el Partido Popular de Cataluña ultima los preparativos de una cita que servirá para consolidar el liderazgo de Alejandro Fernández al frente de la formación y marcar la hoja de ruta del partido para los próximos años. El cónclave tendrá lugar el próximo 27 de junio en Barcelona y contará con la participación del presidente nacional del partido, Alberto Núñez Feijóo, que será el encargado de clausurar el encuentro.

La presidenta del comité organizador del congreso, Llanos de Luna, ha presentado este viernes algunos de los detalles de una cita que los populares consideran clave para seguir reforzando su crecimiento en Cataluña. El lema elegido será “Queremos más. Libertad, Orden, Convivencia, Proyecto, Futuro”, una declaración de intenciones con la que el partido pretende transmitir la idea de que Cataluña necesita una alternativa política distinta a la que, a su juicio, han representado en los últimos años tanto el independentismo como el socialismo.

Durante una rueda de prensa celebrada en Barcelona, De Luna sostuvo que los catalanes llevan demasiado tiempo atrapados en proyectos políticos que no han dado respuesta a los principales problemas de la comunidad. Según defendió, el proceso independentista dejó una herencia de confrontación política y división social, mientras que los gobiernos socialistas no han logrado materializar las expectativas de progreso que prometían.

La dirigente popular señaló cuestiones como el deterioro de algunos servicios públicos, las dificultades de acceso a la vivienda, el aumento de la inseguridad y la pérdida de dinamismo económico como algunos de los retos que, en su opinión, siguen pendientes en Cataluña. Frente a este escenario, reivindicó el papel del PP como una fuerza política que aspira a recuperar el liderazgo económico y social de la comunidad.

En este sentido, De Luna apeló a una Cataluña que vuelva a ser sinónimo de prosperidad, convivencia y oportunidades. Como ejemplo de esa imagen proyectada al exterior, citó el impacto internacional que ha tenido la reciente inauguración de la Torre de Jesús de la Basílica de la Sagrada Familia, uno de los acontecimientos más simbólicos vividos en la capital catalana en los últimos meses.

Revalidación de Alejandro Fernández

Salvo sorpresa de última hora, el congreso servirá para revalidar a Alejandro Fernández como presidente del PP catalán. El dirigente tarraconense ha presentado 1.551 avales para formalizar su candidatura, una cifra que supera ampliamente los 300 apoyos necesarios establecidos por el reglamento interno del partido.

La renovación de Fernández llega en un momento especialmente favorable para los populares en Cataluña. En las elecciones autonómicas de 2024, el PP pasó de tres a quince diputados en el Parlament, multiplicando por cinco su representación y recuperando una relevancia institucional que había perdido durante la última década. Precisamente, la dirección del partido considera que ese crecimiento electoral debe ser el punto de partida para seguir ampliando su base social. El objetivo declarado es atraer a votantes desencantados tanto con el independentismo como con el PSC y consolidarse como una alternativa de gobierno en Cataluña.

Uno de los aspectos que todavía quedan por despejar es la composición del nuevo equipo que acompañará a Alejandro Fernández en esta nueva etapa. Preguntada por la posibilidad de convertirse en secretaria general del partido en sustitución de Santi Rodríguez, Llanos de Luna evitó entrar en especulaciones y subrayó que será el propio Fernández quien decida la configuración de la nueva ejecutiva.

Antes de la celebración del congreso todavía quedan varios pasos internos. El próximo lunes, el coordinador de la ponencia política, Juan Milián, presentará el documento ideológico que servirá de base para el debate. Tanto esta ponencia como la reforma estatutaria serán remitidas posteriormente a los compromisarios, que dispondrán hasta el 22 de junio para registrar enmiendas.

Cataluña, pieza clave para el proyecto nacional del PP

Más allá del ámbito autonómico, el congreso tendrá también una importante lectura nacional. Los dirigentes populares insisten en que Cataluña será un territorio decisivo en cualquier futuro cambio político en España y en las aspiraciones de Alberto Núñez Feijóo de llegar a la Presidencia del Gobierno.

La estrategia del PP pasa por aumentar su implantación en una comunidad históricamente complicada para el partido y donde, pese a la mejora de los resultados electorales, sigue teniendo un amplio margen de crecimiento. De ahí que la presencia de Feijóo en la clausura del congreso se interprete como una muestra de la importancia que la dirección nacional concede al proyecto catalán.

© EUROPAPRESS

La organización del congreso del PP catalán proclama a Alejandro Fernández candidato a la reelección

Falsa tregua entre el Papa y el arranque del Mundial

12 June 2026 at 07:51
La semana política queda amortiguada en falso por la visita de León XIV y el fútbol, pero la sordidez sigue su hoja de ruta Leer

La semana política queda amortiguada en falso por la visita de León XIV y el fútbol, pero la sordidez sigue su hoja de ruta

El Gobierno impide a los autónomos que puedan acceder a cobrar el paro de forma directa

12 June 2026 at 13:39

"Es una vergüenza". esta ha sido la contundente respuesta del presidente de ATA, Lorenzo Amor, a que el Gobierno de coalición PSOE Sumar haya votado en contra de tramitación parlamentaria de una proposición de ley de Junts que pretendía facilitar el acceso al paro a los trabajadores autónomos, suavizando los requisitos actuales para que se reconociese a este colectivo la prestación de forma directa tras el cierre de su negocio, sin necesidad de acreditar la concurrencia de motivos económicos, técnicos, productivos u organizativos.

Los dos partidos del Ejecutivo han justificado su rechazo porque la propuesta legislativa tiene un impacto presupuestario. Según han aducido, el Gobierno tiene reconocida en la Constitución la potestad de vetar la tramitación de la propuesta para que no altere las cuentas públicas, bien sea por aumento del gasto o por reducción de los ingresos. Por ello, se ha acogido al artículo 134.6 de la Carta Magna que establece que "toda proposición o enmienda que suponga aumento de los créditos o disminución de los ingresos presupuestarios requerirá la conformidad del Gobierno para su tramitación".

En consecuencia, el Ejecutivo ha presentado en la Cámara Baja un escrito de disconformidad con la tramitación de la ley del partido de Carles Puigdemont, por lo que al tener PSOE y Sumar el control de la Mesa del Congreso, no ha admitido a trámite ese escrito y, por tanto, la propuesta legislativa ni siquiera se llevará a pleno para debatirse.

La formación catalana presentó en mayo una amplia proposición de ley en la Cámara Baja para reformar diferentes aspectos del trabajo por cuenta propia con el objetivo de mejorar las condiciones sociales y de trabajo de este colectivo. Entre otras mejoras, se planteaba un acceso al paro y a la situación de cese de actividad más ágil, reservar una cuota mínima para autónomos y microempresas en la participación de contratos públicos y también ajustes en el sistema de cotización por rendimientos reales y en los procedimientos de regularización con el propósito de acortar plazos y evitar "sobrecotizaciones prolongadas".

La reacción de las asociaciones ha vuelto ser de indignación. Desde ATA, su pre4sidente ha manifestado en redes sociales que "no tienen vergüenza. Siguen maltratando a los autónomos", mientras que desde UPTA siguen denunciando que la prestación por cese de actividad actual es un "fracaso estructural", ya que se deniegan seis de cada 10 solicitudes.

© La Razón

Pedro Sánchez y Yolanda Díaz firman el acuerdo de coalición entre PSOE y Sumar.

Mercedes VLE eleva la gama alta de los vehículos fabricados en España

12 June 2026 at 13:11

Mercedes VLE eleva la gama alta de los vehículos fabricados en España

La fábrica de Vitoria comienza la producción en serie de la nueva limusina eléctrica de Mercedes, que se vende con precios desde 97.000 euros hasta 126.000

Mercedes-Benz, un viaje de 70 años desde las primeras DKW de Vitoria hasta ser la empresa más grande de Euskadi

La planta de Mercedes-Benz en Vitoria ha iniciado la producción en serie del nuevo VLE, un vehículo 100% eléctrico que supone uno de los proyectos industriales más relevantes de la automoción española en los últimos años. El arranque de la fabricación de la nueva limusina de Mercedes supone elevar el techo de los vehículos fabricados en España con un modelo de gama alta.

El nuevo Mercedes VLE, desarrollado sobre la plataforma eléctrica VAN.EA, es la evolución eléctrica de la actual Clase V y representa la apuesta de la compañía alemana por un nuevo concepto de movilidad para pasajeros. Con capacidad para hasta ocho ocupantes, más de 700 kilómetros de autonomía homologada, tecnología de 800 voltios y avanzados sistemas de conectividad y confort, el modelo aspira a convertirse en el producto de referencia de la fábrica alavesa durante los próximos años.

Transformación de la fábrica de Vitoria

La importancia del proyecto se refleja tanto en la dimensión de la inversión como en el posicionamiento del vehículo. Mercedes ha destinado, tras firmar un laborioso convenio colectivo de contención de costes, cerca de 1.000 millones de euros a la transformación de la planta de Vitoria para adaptarla a la producción de la nueva generación de vehículos eléctricos. La factoría se ha ampliado hasta alcanzar los 870.000 metros cuadrados y se convertirá en la primera instalación del mundo encargada de fabricar el VLE, antes de que la producción se extienda posteriormente a China para abastecer aquel mercado.

Los responsables de la compañía definieron el inicio de fabricación como el comienzo de una nueva etapa para la división de vehículos de pasajeros de Mercedes-Benz Vans. Su responsable, Thomas Klein, destacó que el VLE no está concebido como un producto de nicho, sino como un modelo llamado a sustituir progresivamente a las actuales versiones de combustión, hasta convertirse en el principal producto de la planta alavesa.

Acto de inicio de producción en serie del nuevo vehículo VLE en Mercedes Benz Vitoria
Acto de inicio de producción en serie del nuevo vehículo VLE en Mercedes Benz Vitoria

El vehículo también eleva el nivel de los automóviles que se producen en España. Las versiones actualmente comercializadas arrancan en los 96.659 euros para la configuración Comfort Edition de cinco plazas y alcanzan los 125.643 euros en el caso de la Exclusive Grand Edition de siete plazas.

Estas cifras sitúan al VLE como el vehículo más exclusivo fabricado actualmente en territorio español, con un precio solo superado por camiones o el Hispano Suiza, y reflejan la creciente capacidad de las plantas nacionales, especializadas en gama baja y media, para producir modelos de elevado valor añadido, en un contexto en el que la industria europea busca reforzar su competitividad en la transición hacia la movilidad eléctrica.

Aumento de plantilla

La producción del VLE también tendrá un impacto relevante sobre el tejido industrial asociado a la fábrica. Mercedes-Benz Vitoria emplea actualmente a unas 5.000 personas y genera actividad para cerca de 40.000 trabajadores de forma indirecta. La compañía trabaja con alrededor de 1.400 proveedores, de los cuales más de 800 son españoles, lo que convierte al proyecto en una iniciativa con efectos que trascienden a la propia planta.

Para atender la demanda prevista, la compañía incorporará un tercer turno de producción a partir del próximo mes de julio y prevé aumentar progresivamente los volúmenes de fabricación. Aunque Mercedes no ha detallado cuántas unidades del VLE saldrán de la línea de montaje este año, sí ha confirmado que la capacidad actual de la planta ronda las 150.000 unidades anuales.

Durante el acto institucional, el lehendakari, Imanol Pradales, destacó que el proyecto sitúa a Euskadi “en el centro de la estrategia global” de Mercedes-Benz en un momento especialmente relevante para la industria europea del automóvil. Por su parte, el ministro de Industria, Jordi Hereu, subrayó que la elección de Vitoria para liderar este lanzamiento responde tanto a la capacidad industrial de la planta como a la colaboración entre administraciones y empresa.

La amenaza de la DGT a los conductores este verano: "Que ningún conductor salga sin ella"

12 June 2026 at 12:21

El director general de Tráfico, Pere Navarro, ha vuelto a recordar a todos los conductores que deben llevar obligatoriamente la baliza luminosa V-16 en sus vehículos cuando salgan de vacaciones este verano y ha lanzado esta amenaza: "Que nadie salga este verano sin llevar la baliza V-16 en la guantera. Es obligatorio colocar esa baliza luminosa en caso de avería o siniestro en la carretera, por lo que la Guardia Civil o la Policía impondrá la correspondiente multa" a quien no lo haga". Además ha advertido de que a los conductores que rehúsen hacerlo que espera "que no tengan problemas con algún accidente, porque como estés implicado en el accidente sin haber colocado la preceptiva V-16 pueden tener problemas con el atestado y con la aseguradora".

El uso de la baliza V-16, que es obligatoria desde el pasado 1 de enero en caso de avería o siniestro de coches, furgonetas, autobuses, vehículos mixtos, camiones y conjuntos de vehículos no especiales. Navarro ha afirmado que los argumentos a favor de la baliza son "contundentes" y que "todo son ventajas" respecto a los triángulos, que suponían un "riesgo". Así lo ha expresado así durante su participación en un desayuno informativo de Nueva Economía Fórum, donde ha asumido la "parte de responsabilidad" que le corresponde a la DGT, ya que ha reconocido que la campaña de comunicación sobre esta baliza podría haberse hecho "mucho mejor. Pero tiempo al tiempo. Acabaremos todos con la V-16 en la guantera".

El máximo responsable de Tráfico también ha indicado que la baliza V16 "es una experiencia para hacer un libro", y que como los españoles dsiempre hacen humo r de todas las circunstancias, España ha desarrollado "una imaginación para hacer memes increíbles, excepcionales, de alto nivel, mucha imaginación y mucha creatividad. Esto lo hemos constatado con el tema de las balizas". Pese a ello ha insistido que el objetivo es "la seguridad de todos". Además, el director de Tráfico ha asegurado que les han criticado "por ser un invento español, cosa inaudita, en lugar de estar orgullosos de que esto no lo ha hecho nadie". "Desde la DGT, lo vimos como un proyecto de país y nos sorprende un poco toda la chanza que se puede hacer alrededor".

💾

De María Pedraza y Jorge López a Santi Vaca: los famosos dan la bienvenida al verano en Barcelona

12 June 2026 at 11:26

Barcelona se ha vestido de gala -y de gafas de sol- para dar el pistoletazo de salida oficial a la temporada más esperada del año. El escenario no podía ser más idílico: The Sea Garden, en el corazón del Marina Port Vell, donde la brisa del Mediterráneo y el skyline marítimo se aliaron para acoger la esperadísima Summer Party de Sunglass Hut. Una noche mágica que no solo inauguró el verano de 2026, sino que dictó la pauta de lo que llevaremos en los ojos los próximos meses.

María Pedraza: La reina de la noche

La indiscutible gran protagonista de la velada fue la actriz madrileña María Pedraza, embajadora e imagen de la firma, quien derrochó magnetismo, naturalidad y esa confianza arrolladora que la caracteriza. Como cabeza de cartel de la campaña global 'Own Your Moment', Pedraza demostró por qué es uno de los iconos de estilo más potentes de su generación, reivindicando las gafas de sol no solo como un mero accesorio, sino como una auténtica declaración de intenciones, personalidad y actitud.

Un 'front row' repleto de talento y estilo

Pero María no estuvo sola en esta cita frente al mar. El evento se convirtió en un auténtico hervidero de rostros conocidos de la cultura, la moda y las redes sociales. Compartiendo confidencias y risas pudimos ver al carismático actor chileno Jorge López, que aportó su habitual toque de sofisticación urbana. Aunque no llegaron a coincidir en el set de rodaje, a Pedraza y López les une su paso por "Élite", la exitosa ficción de Netflix que les catapultó a la fama. Tampoco quisieron perderse el evento los intérpretes Betsy Túrnez y Santi Vaca, que disfrutaron al máximo de la música y el ambiente festivo.

El termómetro digital de la noche lo subieron creadores de contenido de la talla de Marià Casals y Andrea Dalmau, quienes no dudaron en inmortalizar los mejores rincones y experiencias de la velada para sus miles de seguidores.

Las tendencias que vienen

Más allá del reencuentro de celebridades, las verdaderas estrellas que captaron todas las miradas (y los flashes) fueron las propuestas eyewear seleccionadas para este verano. Los invitados pudieron conocer de primera mano y probarse los diseños que prometen arrasar en los festivales, las escapadas playeras y las terrazas urbanas. Desde la atemporalidad icónica de Ray-Ban, el vanguardismo de Prada y la deportividad de Oakley, hasta el lujo refinado de Burberry, Versace o Persol, la noche fue un despliegue absoluto de innovación y versatilidad.

Música, el romper de las olas de fondo y un desfile constante de estilo. Sunglass Hut no solo inauguró la temporada estival en Barcelona, sino que nos recordó que este verano el mejor complemento es, sin duda, la propia actitud. ¡Que empiece el verano!

© Cedida

Los actores Jorge López y María Pedraza

© Cedida

La actriz María Pedraza

© Cedida

El actor Santi Vaca

© Cedida

La influencer Andrea Dalmau

Automóviles, buses y robots para los futbolistas del Mundial 2026

12 June 2026 at 11:50

Automóviles, buses y robots para los futbolistas del Mundial 2026

Hyundai y Kia ponen al servicio de la Copa Mundial de Fútbol una flota de más de 2.000 vehículos y robots que emulan a Lamine Yamal mientras Ebro confía en llegar a la final con la selección española

La inauguración del Mundial que no pasará a la historia: ni Shakira salva un espectáculo tópico y descafeinado

La Copa Mundial de Fútbol FIFA 2026 se convierte, como en ediciones anteriores, en un potente polo de atracción para millones de aficionados y también para el sector del automóvil. El Mundial que se disputa en Norteamérica pone al servicio de los futbolistas y los equipos una flota de más de 2.000 vehículos y también los primeros robots en emular los movimientos de estrellas como Lamine Yamal.

El Mundial de Fútbol también será el mayor escaparate global para la industria y la tecnología de la movilidad. La edición que arrancó este 11 de junio en Estados Unidos, Canadá y México, con 48 selecciones y 16 ciudades anfitrionas, obligará a mover diariamente a miles de personas entre aeropuertos, hoteles, centros de entrenamiento y estadios. Para hacerlo posible, Hyundai y Kia han desplegado una flota conjunta de más de 1.500 vehículos, mientras que la española Ebro espera acompañar a la Selección hasta la gran final.

Flota de vehículos de Hyundai
Flota de vehículos de Hyundai

La dimensión logística del torneo es inédita. Hyundai ha puesto a disposición de la FIFA 994 turismos y SUV junto a 506 autobuses destinados al transporte de jugadores, árbitros, directivos, medios de comunicación y personal organizador. A esta cifra se suman las 660 unidades aportadas por Kia, socio oficial de movilidad del organismo internacional.

Robots vigilantes y furbolistas

Los vehículos recorrerán miles de kilómetros durante más de un mes a través de tres países. Entre los modelos elegidos figuran algunos de los productos más representativos de ambas marcas, como los Hyundai Santa Fe, Tucson o Palisade, junto a los Kia EV9, EV6, Sportage o Sorento. Muchos de ellos servirán además como escaparate de las nuevas tecnologías de electrificación que los fabricantes surcoreanos quieren impulsar en mercados estratégicos.

Pero la gran novedad del Mundial no llegará sobre ruedas, sino caminando. Hyundai aprovechará el campeonato para mostrar una de las apuestas tecnológicas más ambiciosas de su historia reciente. Como socio oficial de robótica de la FIFA, la compañía desplegará robots Spot, desarrollados por su filial Boston Dynamics, que realizarán labores de vigilancia, inspección y supervisión en instalaciones clave del torneo.

Y no serán los únicos protagonistas mecánicos. La marca ha lanzado además la campaña “School of Football”, una serie protagonizada por Atlas, el robot humanoide de Boston Dynamics, que aprende a jugar al fútbol observando a los humanos. En los vídeos promocionales, Atlas ejecuta movimientos cada vez más complejos hasta culminar con una espectacular “Ghost Rabona”, una maniobra que recuerda a los gestos técnicos imposibles que suelen firmar las grandes estrellas del fútbol mundial.

La imagen de un robot entrenando controles, pases y regates evoca inevitablemente a jóvenes talentos como Lamine Yamal, símbolo de una nueva generación de futbolistas capaces de convertir la creatividad y la improvisación en espectáculo. La diferencia es que, en este caso, detrás de cada movimiento hay millones de datos, algoritmos de aprendizaje y años de investigación en inteligencia artificial aplicada a la robótica.

Ebro quiere ganar con la selección

Mientras Hyundai y Kia muestran músculo tecnológico, una marca española vive el Mundial desde otra perspectiva. Ebro acompañará a la Selección Española como socio patrocinador y vehículo oficial de la Real Federación Española de Fútbol. La compañía, que ha protagonizado uno de los regresos más llamativos de la industria automovilística nacional tras la reindustrialización de la antigua planta de Zona Franca en Barcelona, considera la cita mundialista uno de los grandes hitos de su nueva etapa.

Coche de Ebro para la selección española de fúrbol
Coche de Ebro para la selección española de fúrbol

España iniciará su camino el 15 de junio frente a Cabo Verde en Atlanta, continuará ante Arabia Saudí y cerrará la fase de grupos en Guadalajara contra Uruguay. Desde Chattanooga, en Tennessee, donde el equipo de Luis de la Fuente ha instalado su cuartel general a poca distancia de una fábrica de Volkswagen, la expedición española intentará repetir el éxito de la Eurocopa y confirmar su condición de una de las grandes favoritas.

El optimismo también se percibe en Ebro. Rafael Ruiz, presidente de la compañía, se mostró convencido de que la selección española realizará un gran campeonato y aseguró que tiene muchas opciones de alcanzar la final e incluso levantar el trofeo el próximo 19 de julio.

Moto de Kymco con los colores de España
Moto de Kymco con los colores de España

Promociones y ediciones especiales

La alianza entre Ebro y la Federación, vigente hasta 2028 y prorrogable hasta 2030, forma parte de la estrategia de posicionamiento de una marca que ha regresado al mercado reivindicando producción nacional, sostenibilidad e innovación accesible gracias a la alianza con la china Chery. Valores que Ebro considera alineados con los que representa la selección española.

El Mundial de fúrbol de 2026 también es una oportunidad para lanzar campañas comerciales y ediciones especiales conmemorativas. Hyundai ha lanzado la promoción “Este Mundial, tú ganas por goleada”, con la que la marca asumirá el pago de las diez primeras cuotas de los vehículos nuevos adquiridos dentro de la campaña. Kia también ha puesto a la venta ediciones limitadas con motivos del campeonato en países como México. Y también es posible encontrar en el mercado la moto Kymco Super Dink GT 125 exhibiendo los colores de la bandera española y de la segunda equipación de la selección.

Emaciated after 530 days in an Israeli jail without charges

12 June 2026 at 11:29

The hearing at Israel’s Supreme Court is closed to the public. It is clear to everyone that the imprisonment of Hussam Abu Safiya (held without charges and on the basis of secret accusations that even his lawyer does not know) has perhaps generated the most international mobilization, with calls for his release from the World Health Organization, the International Committee of the Red Cross, and Amnesty International. He is the pediatrician who ran Gaza’s Kamal Adwan Hospital and became a vocal critic of the Israeli invasion until troops arrested him in December 2024. He was seized inside the hospital, the only one still operating in the northern Gaza Strip.

Seguir leyendo

The Supreme Court chamber before the start of Hussam Abu Safiya's hearing on Wednesday in Jerusalem.

© Reuters TV (REUTERS)

Hussam Abu Safiya on screen at the Israel Supreme Court hearing in Jerusalem Wednesday.

La Diputación de Zamora invertirá más de 48 millones en prestar el servicio de ayuda a domicilio

12 June 2026 at 11:15

El Pleno de la Diputación de Zamora ha aprobado hoy el nuevo contrato para la prestación del Servicio de Ayuda a Domicilio (SAD) en la provincia, que supondrá la mayor inversión económica de la historia de la Institución Provincial en materia de política social, con una previsión de 48 millones de euros para los próximos cuatro años.

El acuerdo plenario da luz verde a un contrato estratégico destinado a garantizar una prestación esencial para las personas mayores y dependientes del medio rural zamorano, reforzando tanto la atención que reciben los usuarios como las condiciones laborales de las trabajadoras que desempeñan este servicio fundamental.

El presidente de la Diputación, Javier Faúndez Domínguez, ha señalado que la ayuda a domicilio constituye uno de los pilares fundamentales de la política social del actual equipo de gobierno en la Diputación, al tratarse de un recurso que permite a las personas mayores, "a quienes les debemos todo", permanecer en sus hogares, mantener su autonomía personal y continuar viviendo en sus pueblos con dignidad, seguridad y calidad de vida.

Actualmente, el Servicio de Ayuda a Domicilio atiende a 2.316 usuarios en la provincia y genera empleo para 546 trabajadores, mayoritariamente mujeres, muchas de ellas residentes en el medio rural, lo que convierte esta prestación también en un instrumento de creación de empleo y fijación de población en los municipios zamoranos.

La aprobación del nuevo contrato responde, además, a la decisión de la Diputación Provincial de no ejercer el derecho de prórroga del contrato actualmente vigente, con el objetivo de favorecer un nuevo escenario de estabilidad en el servicio, facilitar la resolución de los conflictos laborales existentes con la empresa adjudicataria actual y ofrecer mayores garantías tanto a las trabajadoras como a las personas usuarias.

El vicepresidente segundo de la Diputación y diputado de Política Social y Familia, Ramiro Silva Monterrubio, ha incidido en que el equipo de gobierno actúa “desde la responsabilidad con las trabajadoras que prestan el servicio y desde la sensibilidad con nuestras personas mayores”, subrayando la necesidad de reforzar un servicio básico para miles de familias del medio rural zamorano.

El nuevo contrato tendrá una duración inicial de dos años, con entrada en vigor prevista el 1 de enero de 2027, e incluirá la posibilidad de dos prórrogas anuales de un año cada una, hasta alcanzar un máximo de cuatro años de vigencia.

Desde el punto de vista económico y asistencial, el nuevo contrato supondrá un importante salto cuantitativo y cualitativo respecto al actual.

El precio por hora del servicio pasará de los 18,71 euros actuales a 22,63 euros por hora, lo que representa un incremento del 21 por ciento, permitiendo ampliar prestaciones, reforzar la calidad de la atención y mejorar las condiciones generales del servicio.

Asimismo, el número mínimo de horas de atención se incrementará de forma significativa. Mientras el contrato vigente contempla 516.744 horas de servicio, el nuevo pliego establece un mínimo de 530.269 horas, lo que supone un aumento inicial de 13.524 horas, cifra que podrá crecer de manera exponencial en función de la baja económica con la que finalmente se adjudique el contrato.

En términos globales, la inversión anual destinada al Servicio de Ayuda a Domicilio crecerá desde los 9,6 millones de euros actuales hasta cerca de 12 millones de euros al año, lo que representa un incremento aproximado del 25 por ciento.

Uno de los aspectos más destacados del nuevo contrato es el notable aumento del esfuerzo presupuestario asumido por la Diputación Provincial.

El contrato actualmente en vigor se presta por un importe anual de 9,6 millones de euros, de los cuales la Junta de Castilla y León aporta 7,3 millones de euros, a los que se suman las aportaciones económicas realizadas por los usuarios en función de su capacidad económica.

Con el nuevo escenario, la aportación económica directa de la Diputación de Zamora experimentará un crecimiento superior al 175 por ciento, pasando de 1,5 millones de euros anuales a más de 3,7 millones de euros, en un esfuerzo inversor sin precedentes que evidencia la apuesta del equipo de gobierno por fortalecer las políticas sociales y la atención a las personas mayores y dependientes del medio rural.

Ramiro Silva ha remarcado que detrás de cada hora del Servicio de Ayuda a Domicilio “hay personas que necesitan cuidados, compañía y apoyo para seguir viviendo en sus hogares”, y ha señalado que este contrato permitirá ofrecer más horas de atención, mayor calidad asistencial y una respuesta más eficaz a las necesidades reales de los vecinos de la provincia.

Por otra parte, se ha aprobado el nuevo contrato para la conservación y explotación ordinaria de los 1.581 kilómetros de la red provincial de carreteras, conforme al inventario actual de vías dependientes de la Institución Provincial, con un presupuesto total de 5 millones de euros y un plazo de ejecución inicial de dos años, prorrogables por otros dos más.

Este contrato constituye una herramienta esencial para asegurar el mantenimiento continuo, la conservación preventiva y la respuesta inmediata ante incidencias en una de las infraestructuras más extensas y estratégicas que gestiona la Diputación, fundamental para garantizar la conectividad, la seguridad vial y la prestación de servicios en el medio rural zamorano.

La actuación permitirá mantener en condiciones óptimas una red viaria clave para la movilidad de vecinos, el acceso a servicios básicos, la actividad agrícola y ganadera, el transporte y la cohesión territorial de la provincia.

© Dip. Zamora

Pleno de la Diputación de Zamora presidido por Javier Faúndez

Los extranjeros suman ya más de 900.000 ocupados desde 2022, cuatro de cada 10 empleos

12 June 2026 at 11:04

La Seguridad Social registró en mayo una media de casi 3,36 millones de afiliados, lo que suman 111.301 ocupados más que en el mes anterior y 288.717 más que hace un año, un repunte del 9,4% entre los ocupados, mientras que en la afiliación del total el avance es del 2,5%. En términos globales, el número de afiliados extranjeros ha sumado más de 900.000 ocupados desde mayo de 2022, gracias a que el 43,4% del empleo creado desde ese año corresponde a trabajadores extranjeros, que representa ya el 15% del total de cotizantes.

Según ha informado el Ministerio de Seguridad Social, de los casi 3,36 afiliados extranjeros, 1,9 millones son hombres, mientras que el número de mujeres supera por primera vez los 1,4 millones, de ellos, cerca del 30% de las personas afiliadas extranjeras procede de países de la Unión Europea, aunque el mayor volumen ha llegado desde países extracomunitarios. Marruecos sigue siendo el país con más afiliados a la Seguridad Social española y roza ya los 421.000 cotizantes, seguido por Rumanía (355.087), Colombia (291.371), Venezuela (231.635), Italia (220.474), China (130.777), Perú (114.264) y Ucrania (83.049). Destaca especialmente el incremento de los afiliados venezolanos, que se han multiplicado por 10 en la última década.

La hostelería sigue representando el principal sector de ocupación de los trabajadores foráneos, con más del 30% de los afiliados; a continuación se sitúa la agricultura, con el 28,8%; en construcción suponen el 25,1%; en transporte, el 17,9%; y en actividades administrativas, el 18,1%. Además, en el sistema especial del hogar, suponen el 44,22% y en el agrario, el 42,4%.

Por otro lado, el número de trabajadores autónomos sigue creciendo y se sitúa en 519.137, lo que supone un 7,25% más que hace un año, con un crecimiento de sectores "altamente cualificados" como telecomunicaciones y programación informática, donde ya representan el 32,4% de los ocupados dados de alta en esta sección de actividad, destacan fuentes ministeriales. También tienen presencia importante en otras actividades, como actividades de los hogares (27%), hostelería (25,5%), actividades administrativas (18,6%) actividades inmobiliarias (18,4%) y construcción (18,1%).

Desde el Ministerio se resalta el elevado porcentaje de trabajadores extranjeros con contrato indefinido, un 88,5% del total, comparado con el porcentaje promedio del periodo 2017-2021, previo a la reforma laboral, que fue 58,9%. Así, la tasa de temporalidad de este colectivo de trabajadores cae a mínimos históricos, al bajar hasta el 11,5% el porcentaje de afiliados extranjeros con contrato temporal, también por debajo del de nacionales (11,8%). Sin embargo, la duración de estos contratos se ha desplomado. Aunque desde la entrada en vigor de la reforma laboral la proporción de empleos temporales ha descendido en más de 10 puntos porcentuales, situándose en niveles cercanos a la media europea, su impacto en la estabilidad del empleo y la durabilidad de los contratos empieza a estar en entredicho. Así lo constata el último informe de Fedea, que sitúa el desplome de la duración media de los contratos indefinidos ordinarios en torno a 100 días.

© EFE

Dos albañiles trabajan en la restauración de la fachada. EFE/Ana Escobar

Irán confirma que el borrador del acuerdo con EE UU ya está listo

12 June 2026 at 10:46

La agencia de noticias Mehr, controlada por el régimen iraní, confirma que ya existe un borrador de acuerdo entre Irán y Estados Unidos. Según Mehr, el acuerdo implica, entre otras cosas, que Estados Unidos levantará las sanciones contra Irán, retirará sus fuerzas y se abrirá el estrecho de Ormuz.

El presidente estadounidense, Donald Trump, ha afirmado repetidamente que el acuerdo está cerca. En un mitin el jueves, Trump aseguró que Estados Unidos había "puesto fin a la guerra con Irán".

Según Mehr, las negociaciones finales aún están pendientes y falta que ambas partes firmen el acuerdo. Las negociaciones finales se centrarán en el programa de energía nuclear de Irán y en cuestiones económicas. Sin embargo, el programa de misiles iraní quedará fuera de las negociaciones.

El borrador de acuerdo entre Irán y Estados Unidos incluye la guerra de Israel en Líbano, una exigencia clara de Irán. En Israel, el primer ministro, Benjamin Netanyahu, afirma haber hablado con Trump, según informa el periódico "Yedioth Ahronoth". "Le dije que comprendo perfectamente su deseo de llegar a un acuerdo, pero que no creo que vaya a haberlo, y que no seremos víctimas de tal acuerdo", asegura Netanyahu. Israel atacó varias comunidades en el sur de Líbano el viernes por la mañana.

El borrador del acuerdo establece que las negociaciones finales no comenzarán hasta que se haya liberado la mitad de los activos congelados de Irán y se hayan levantado las sanciones petroleras impuestas a Irán y el bloqueo naval de los puertos iraníes, escribe CNCB, citando a la agencia de noticias iraní Mehr.

© AP

Iraníes nadan y juegan en las aguas del estrecho de Ormuz
❌