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Soja fecha em baixa em Chicago após semana de volatilidade

12 June 2026 at 20:42

A soja encerrou o pregão desta sexta-feira (12) em baixa na Bolsa de Chicago, refletindo a cautela dos investidores após uma semana marcada por forte volatilidade. O contrato com vencimento em julho recuou 0,18%, fechando cotado a US$ 11,32 por bushel.

Segundo a Agrinvest, o complexo soja operou no campo negativo ao longo da sessão. Após as reações ao relatório mais recente do USDA e às notícias envolvendo um possível acordo entre Estados Unidos e Irã, os contratos chegaram a ensaiar uma recuperação na abertura dos negócios, mas perderam força no decorrer do dia.

O óleo de soja apresentou desempenho relativamente mais firme, especialmente diante da forte queda observada nos preços do petróleo. Ainda assim, a pressão sobre o complexo energético acabou influenciando negativamente as commodities ligadas ao setor, limitando o avanço dos derivados da oleaginosa.

Com isso, o mercado seguiu ajustando posições e monitorando os desdobramentos no cenário macroeconômico e energético, fatores que continuam ditando o comportamento dos preços no curto prazo.

Milho

Os contratos futuros do milho fecharam a sexta-feira em leve alta na Bolsa de Chicago, em que o vencimento para julho avançou 0,24%, encerrando o pregão cotado a US$ 4,12 por bushel.

A Granar apontou que a recuperação foi impulsionada por movimentos de cobertura de posições por parte dos investidores, após as perdas registradas nas últimas sessões, além das preocupações com a falta de umidade em áreas das Grandes Planícies norte-americanas. Apesar do avanço no dia, o cereal acumulou sua terceira semana consecutiva de desvalorização.

O mercado também acompanhou de perto os desdobramentos das negociações entre Estados Unidos e Irã. A evolução das tensões no Oriente Médio e seus reflexos sobre os preços do petróleo são considerados fatores importantes para a cadeia do milho, especialmente diante das expectativas em torno da ampliação do uso de etanol nos Estados Unidos.

Nesse contexto, os agentes monitoram a tramitação no Senado norte-americano da proposta que autoriza a comercialização da gasolina E-15 durante todo o ano. A medida, já aprovada pela Câmara dos Representantes, pode ampliar a demanda por etanol e, consequentemente, por milho, principal matéria-prima utilizada na produção do biocombustível no país.

Trigo

Na Bolsa de Chicago, os contratos futuros do trigo encerraram a sessão desta sexta-feira em queda. O vencimento para julho recuou 0,38%, fechando cotado a US$ 5,84 por bushel.

Apesar da baixa no dia, o cereal conseguiu interromper a sequência de perdas observada nas duas semanas anteriores e encerrou a semana acumulando valorização.

A Granar apontou que o mercado foi influenciado pela realização de lucros e pela cautela dos investidores diante das negociações envolvendo Estados Unidos e Irã, que podem resultar em um acordo para redução das tensões na região e reabertura do Estreito de Ormuz.

Além do cenário geopolítico, os preços seguem pressionados pelos fundamentos sazonais. O avanço da colheita do trigo de inverno nos Estados Unidos e a proximidade do início da colheita em outras importantes regiões produtoras do Hemisfério Norte reforçam as expectativas de maior oferta no mercado global, limitando movimentos mais expressivos de alta.

Cacau fecha em alta na bolsa de Nova York com aumento da oferta global

12 June 2026 at 20:04

Na bolsa de Nova York, os contratos futuros do cacau encerraram a sessão desta sexta-feira (12) em alta. O vencimento para setembro avançou 1,84%, fechando cotado a US$ 3.868 por tonelada.

Apesar da valorização no fechamento, o mercado segue atento aos sinais de aumento da oferta global. Segundo informações do Barchart, os preços da commodity enfrentaram pressão ao longo da semana após novos dados indicarem maior disponibilidade do produto na Costa do Marfim, principal produtor mundial de cacau.

O país africano revisou para cima sua estimativa de recebimento de cacau nos portos, acrescentando mais de 260 mil toneladas ao volume projetado para a atual temporada. Dados acumulados mostram que os produtores enviaram 1,95 milhão de toneladas aos portos entre 1º de outubro de 2025 e 7 de junho de 2026, volume 18,9% superior ao registrado no mesmo período do ciclo anterior.

O crescimento dos embarques reforça as expectativas de uma oferta mais robusta no mercado global, fator que continua sendo monitorado pelos investidores.

Café

Os contratos futuros do café arábica encerraram a sessão em alta na Bolsa de Nova York. O vencimento para setembro avançou 1,26%, fechando negociado a US$ 2,53 por libra-peso.

O mercado deu continuidade ao movimento de valorização iniciado na véspera, sustentado pelas preocupações com o ritmo da colheita brasileira. As previsões climáticas indicam volumes expressivos de chuva nas principais regiões produtoras do país, o que pode dificultar os trabalhos no campo e atrasar a entrada da nova safra no mercado.

Segundo a empresa de monitoramento climático Vaisala, são esperadas precipitações de moderada a forte intensidade ao longo desta semana nas áreas cafeeiras do Brasil. Além disso, os modelos meteorológicos apontam que as chuvas podem persistir também na próxima semana, aumentando a atenção dos operadores quanto à oferta do produto.

Açúcar

Nesta sessão, o vencimento do açúcar para entrega em outubro recuou 0,77% na bolsa de Nova York, fechando cotado a 14,23 centavos de dólar por libra-peso.

A commodity seguiu pressionada por fatores externos. O fortalecimento do dólar reduziu a competitividade do açúcar negociado em moeda norte-americana, enquanto as perspectivas de um possível acordo provisório entre Estados Unidos e Irã alimentaram expectativas de maior fluidez no comércio da commodity no Oriente Médio.

Com isso, os preços em Nova York atingiram o menor patamar das últimas sete semanas, refletindo o aumento do apetite vendedor e a cautela dos investidores diante do cenário internacional.

Por outro lado, o mercado encontrou algum suporte nas novas projeções da consultoria Czarnikow. A empresa revisou sua estimativa para o balanço global de açúcar na safra 2026/27, reduzindo a previsão de superávit de 1,4 milhão de toneladas para um déficit de 10 mil toneladas. A mudança reflete a maior destinação de cana para a produção de etanol no Brasil, favorecida pelos preços mais elevados do petróleo no mercado internacional.

Algodão

O algodão com contrato futuro para entrega em dezembro fechou com ligeira alta de 0,08% e precificado em 76,42 centavos de dólar a libra-peso.

Suco de Laranja

Os contratos futuros do suco de laranja encerraram o pregão em baixa. O vencimento julho recuou 0,57%, fechando a US$ 1,64 por libra-peso.

Deriva de herbicidas já provocou mais de 400 ocorrências em vinhedos do RS

12 June 2026 at 19:42

A deriva de herbicidas hormonais já provocou mais de 400 ocorrências registradas em vinhedos do Rio Grande do Sul desde 2018 e passou a ser considerada um fator permanente de risco para a expansão da vitivinicultura em diferentes regiões do estado.

O levantamento realizado pela Fundação Empresa-Escola de Engenharia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Feeng), a partir de dados oficiais da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), identificou que aproximadamente 700 hectares de vinhedos foram diretamente afetados no período analisado.

Nas regiões mais impactadas, o universo de áreas expostas ao problema supera 4 mil hectares distribuídos em cerca de 45 municípios gaúchos. Os dados apontam perdas de produtividade entre 20% e 55% nas áreas atingidas. Em algumas situações, os prejuízos podem ultrapassar 80% da produção.

A maior parte dos registros está concentrada em regiões onde a vitivinicultura divide território com sistemas agrícolas extensivos que utilizam herbicidas hormonais para o controle de plantas daninhas. Entre os princípios ativos mais utilizados estão o 2,4-D, dicamba, picloram e fluroxipir.

No entanto, os efeitos vão além da redução imediata da safra. O estudo aponta que a deriva pode provocar abortamento floral, menor pegamento dos frutos, deformações vegetativas e enfraquecimento das videiras. Em situações mais severas, os produtores precisam investir na recuperação ou até mesmo na renovação completa dos vinhedos.

A pesquisa identificou ocorrências em praticamente todas as regiões produtoras de vinho do estado, incluindo Campanha Gaúcha, Serra do Sudeste, Região Central, Campos de Cima da Serra, Planalto, Missões e, de forma mais pontual, a Serra Gaúcha.
Segundo a professora doutora Shana Sabbado Flores, uma das coordenadoras do trabalho, o fenômeno deixou de ser percebido como um episódio isolado pelos produtores.

“Os resultados indicam que a deriva deixou de ser percebida pelos produtores como um evento pontual e passou a ser considerada um fator permanente de risco. Isso tem reflexos diretos sobre investimentos, expansão da atividade e perspectivas de desenvolvimento da vitivinicultura em diferentes regiões do Rio Grande do Sul”, comentou.

Para os pesquisadores, a sustentabilidade da agricultura gaúcha depende da convivência entre diferentes sistemas produtivos. O desafio, segundo o estudo, está em desenvolver mecanismos que permitam o avanço simultâneo das diversas cadeias agrícolas sem comprometer a competitividade da vitivinicultura.

Os resultados completos da pesquisa serão apresentados no próximo dia 17 de junho, em Dom Pedrito, durante evento promovido pelo Consevitis-RS.

Opções sustentáveis dentro dos vinhedos

A preocupação crescente com o tema tem levado parte do setor a rever práticas agrícolas e buscar alternativas para reduzir a dependência de insumos químicos, além do impacto da deriva de propriedades vizinhas.

Na campanha Gaúcha, a vinícola Salton tem intensificado a substituição gradual de herbicidas por plantas de cobertura nos vinhedos próprios localizados em Santana do Livramento. Desde 2021, o sistema utiliza gramíneas de inverno, como o azevém, para controlar plantas espontâneas, reduzir a erosão e contribuir para a conservação do solo.

Neste ano, a empresa entrou no Escopo 3, metodologia que contabiliza impactos ambientais gerados ao longo de toda a cadeia produtiva, desde a compra de insumos até a entrega do produto ao consumidor final. A iniciativa coloca a vinícola entre as pioneiras do setor vitivinícola brasileiro na adoção desse tipo de inventário.

Magistrado defiende al STF de Brasil tras decisión judicial en Italia

12 June 2026 at 19:15

Brasilia, 12 jun (Prensa Latina) El presidente del Supremo Tribunal Federal (STF) de Brasil, Edson Fachin, defendió hoy la actuación de esa corte y cuestionó la decisión de la Justicia italiana que anuló la extradición de la exdiputada Carla Zambelli.

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Las acciones de SpaceX se disparan un 19% en su debut en bolsa, y Musk se convierte en la primera persona con un billón de dólares

12 June 2026 at 16:56

Las acciones de SpaceX se disparan un 19% en su debut en bolsa, y Musk se convierte en la primera persona con un billón de dólares

La empresa de Elon Musk arrancó la cotización un 11% por encima de la mayor oferta pública inicial (OPI) del mundo, tras vender 555 millones de acciones a 135 dólares, lo que supone 75.000 millones de dólares. Y cerró el día con una escalada del 19,3%, hasta los 161 dólares por acción

SpaceX y el cuento “libertario” de Elon Musk: “Nunca lo fue, usa el sector público como fuente de poder y beneficios”

SpaceX, la empresa de Elon Musk, que abarca desde la fabricación de cohetes hasta la inteligencia artificial, comenzó a cotizar en Wall Street este viernes a mediodía a 150 dólares por acción, un alza de aproximadamente el 11% tras haber recaudado la víspera la cifra récord de 75.000 millones de dólares en su histórica oferta pública inicial (OPI). Y a 150 dólares por acción, el patrimonio neto de Musk sería de aproximadamente 1,05 billones de dólares.

Las acciones siguieron subiendo, hasta cerrar su primera jornada de cotización a 161,11 dólares, lo que supone un aumento del 19,3% respecto a su precio de salida a bolsa, marcando así la mayor oferta pública inicial registrada hasta la fecha.

Al cierre de la sesión en el Nasdaq, la empresa alcanzaba una capitalización bursátil de 2,1 billones de dólares. Aunque esta cifra era inferior a los 2,31 billones registrada en su máximo en el día, resultó suficiente para consolidar a Elon Musk como la primera persona del mundo en alcanzar una fortuna de un billón de dólares.

La recaudación total de la OPI ronda los 86.000 millones de dólares, con una valoración de 1,78 billones de dólares, unos 400.000 millones más que hace un año.

Los operadores avisaron de que el inicio de la cotización probablemente tendría lugar a última hora de la mañana, que es cuando se ha producido, o a primera hora de la tarde, una vez que el Nasdaq completó un proceso de subasta para agrupar las órdenes y establecer un precio de apertura que minimice la volatilidad inicial.

SpaceX protagoniza este histórico debut en un momento de volatilidad para Wall Street; las acciones de empresas de alta valoración, que se habían disparado durante el último año, han experimentado fuertes oscilaciones en los últimos días ante el temor de que el mercado se esté sobrecalentando.

Musk, hablando desde Starbase (Texas) antes de la apertura del mercado, comentó que resultaba “difícil creer que una pequeña empresa vaya a salir a bolsa ahora [con] la mayor OPI de la historia. Si alguien me hubiera dicho que esto iba a ocurrir, habría pensado: 'Vaya, debes estar fumando un crack buenísimo, porque yo creo que esta empresa va a fracasar'”.

SpaceX recibió órdenes de compra que triplicaban la cantidad ofrecida en su OPI, ya que grandes gestoras de activos, fondos soberanos del Golfo, fondos de cobertura e inversores minoristas mostraron un gran interés por adquirir acciones, según Financial Times.

Los inversores particulares, por su parte, realizaron pedidos por valor de más de 100.000 millones de dólares. y recibirán entre el 20% y el 25% de las acciones de SpaceX vendidas, explica el diario británico.

El comportamiento de la empresa en el Nasdaq durante los próximos días supondrá una prueba crucial para medir el apetito de los inversores por las salidas a bolsa de gran envergadura, justo cuando Anthropic —creadora de Claude— y OpenAI —desarrolladora de ChatGPT— preparan sus propias salidas a bolsa..

¿Por qué SpaceX sale a bolsa ahora?

Porque la compañía planea poner en órbita 100.000 satélites Starlink de nueva generación. Y desplegar centros de datos con inteligencia artificial en el espacio representa “una enorme nueva base de crecimiento, y para ello se necesita capital”, ha afirmado Musk.

Salir a bolsa facilita el acceso al capital que SpaceX requiere, pero también la expone a un mayor escrutinio por parte de los accionistas y a una supervisión regulatoria más estricta, como informes financieros trimestrales, lo que, según los críticos, fomenta una mentalidad cortoplacista en detrimento de la planificación a largo plazo.

¿Cómo afecta la salida a bolsa a la empresa?

Musk poseerá la mayoría de una clase especial de acciones, lo que le otorgará control sobre las decisiones relacionadas con la estrategia, las finanzas y el personal de la empresa. En cuanto a esto último, debido a que posee la mayor parte de estas acciones de Clase B, la única persona que puede despedir a Musk como director ejecutivo es el propio Musk.

La empresa atribuye a Musk el papel de “fuerza impulsora” detrás de su crecimiento, innovación y éxito.

Representantes de fondos de pensiones de bomberos, maestros y otros trabajadores de California y Nueva York enviaron una carta a SpaceX el mes pasado criticando algunas de las disposiciones de la oferta pública inicial (OPI), incluidas las “acciones de supervoto”, el arbitraje obligatorio para las reclamaciones de los accionistas —en lugar de la posibilidad de presentar demandas judiciales— y el gran poder que Musk ostentará sobre la empresa.

¿A dónde va SpaceX?

Actualmente en fase de pruebas, el gigantesco cohete reutilizable Starship es clave para que SpaceX haga realidad las ambiciones de Musk. Gran parte del negocio espacial comercial depende de que SpaceX logre que Starship sea totalmente reutilizable y lo suficientemente sólido como para permitir una rápida rotación entre vuelos. De no lograrse esto, SpaceX advierte de que la colocación de centros de datos y satélites en el espacio llevará más tiempo y supondrá un mayor coste, lo que conlleva el riesgo de que los clientes abandonen la compañía, informa AP.

Los analistas afirman que, al ser pionera en el uso de cohetes reutilizables, SpaceX ha logrado una clara ventaja sobre competidores como Blue Origin, dirigida por el fundador de Amazon, Jeff Bezos. El negocio de satélites Starlink compite, entre otros, con AST SpaceMobile, empresa que tiene previsto utilizar un cohete de SpaceX para poner en órbita su última generación de satélites la próxima semana.

El folleto informativo presentado la semana pasada indica que el mayor mercado potencial para SpaceX es la venta de productos de inteligencia artificial orientados a empresas, diseñados para transformar la forma en que se realiza el trabajo.

Se trata de una oportunidad que, según las previsiones de SpaceX, alcanzaría un valor de 22,7 billones de dólares si la compañía lograra imponerse a rivales como Anthropic, OpenAI y Microsoft en un sector altamente competitivo. Sin embargo, el folleto informativo no muestra una vía clara hacia la rentabilidad para el negocio de xAI, que se fusionó con SpaceX a principios de este año.

¿Por qué interesa en Wall Street?

Si la salida a bolsa (IPO) de SpaceX tiene éxito, sus acciones podrían incorporarse rápidamente al Nasdaq 100, un índice muy seguido que agrupa a las 100 mayores empresas no financieras del mercado. Esto es importante porque algunos fondos populares, como el fondo cotizado (ETF) QQQ —que gestiona 460.000 millones de dólares—, replican dicho índice y compran automáticamente cualquier valor que figure en él.

Recientemente, el Nasdaq modificó sus normas para permitir que determinadas empresas se incorporen al Nasdaq 100 tras solo 15 días de cotización.

Por otro lado, S&P Dow Jones Índices mantiene unos criterios establecidos y más tradicionales que no permitirán a SpaceX, ni a otras empresas con salidas a bolsa gigantescas, acceder más rápidamente a su índice S&P 500. Esto significa que incluso las empresas de gran renombre deberán esperar a que sus acciones coticen durante 12 meses completos antes de poder formar parte del índice.

Las empresas aspiran a figurar en el S&P 500, en particular, porque se considera el índice más importante de Wall Street; billones de dólares replican su composición exacta o lo utilizan como referencia.

Por ejemplo, el fondo VOO de Vanguard, que sigue al S&P 500, cuenta con una inversión aproximada de 950.000 millones de dólares, informa AP.

Pakistán confirma que EEUU e Irán han alcanzado "un texto definitivo y consensuado del acuerdo de paz"

12 June 2026 at 16:20

Pakistán confirma que EEUU e Irán han alcanzado "un texto definitivo y consensuado del acuerdo de paz"

El ministro de Asuntos Exteriores de Irán, había declarado este viernes que el memorándum con EEUU estaba a punto de cerrarse después de que Trump acusara a Teherán de no negociar de buena fe tras una jornada de filtraciones contradictorias sobre los detalles del texto

Trump acusa a Irán de difundir términos erróneos sobre el principio de acuerdo

Pakistan, principal país mediador entre Estados Unidos e Irán durante la guerra, ha confirmado este viernes que las partes han alcanzado “un texto definitivo y consensuado del acuerdo de paz” en lo que podría convertirse en el avance diplomático más significativo entre ambos países desde que comenzó la ofensiva de Donald Trump y Benjamin Netanyahu contra el país persa.

No obstante, en otra jornada similar a una montaña rusa, los detalles de los términos que, según Islamabad, se han pactado siguen sin estar claros. Aunque los dirigentes tanto de Estados Unidos como de Irán han afirmado que estaban cerca de alcanzar un acuerdo, ninguno de ellos ha confirmado aún que se haya acordado el texto definitivo del mismo.

“En medio de los intensos esfuerzos de mediación que está llevando a cabo Pakistán, somos plenamente conscientes de la incesante campaña de desinformación que están llevando a cabo quienes desean sabotear el acuerdo de paz. Dejando de lado todo ese ruido, podemos confirmar que se ha alcanzado un texto definitivo y consensuado del acuerdo de paz y que Pakistán está colaborando estrechamente con ambas partes para concretar los próximos pasos. La paz nunca ha estado tan cerca como ahora”, ha dicho Shehbaz Sharif, el primer ministro de Pakistán, en X.

El ministro de Asuntos Exteriores de Irán, Abbas Aragchi, había declarado poco antes que el memorándum con Estados Unidos estaba a punto de cerrarse. “El Memorándum de Entendimiento de Islamabad nunca ha estado tan cerca”, ha dicho Aragchi en X. “A la espera de su formalización definitiva, los medios de comunicación deberían abstenerse de especular sobre su contenido”.

“En consonancia con nuestro enfoque responsable y transparente, todos los detalles se darán a conocer al público a su debido tiempo”, ha añadido el ministro en una publicación que Trump ha compartido también en su red social.

El mensaje del ministro iraní, republicado por Trump.
El mensaje del ministro iraní, republicado por Trump.

El mensaje de Aragchi llegó poco después de que el presidente de Estados Unidos acusara a Irán de no negociar de buena fe y de filtrar términos del acuerdo de paz que no tienen “nada que ver” con lo conciliado por escrito. “Los términos que Irán filtró a los medios de 'noticias falsas' no tienen nada que ver con los términos acordados por escrito. Lo que dijeron, incluida su declaración débil y patética sobre la existencia de un acuerdo, no guarda relación alguna con la verdad”, ha escrito Trump en su red Truth Social, que acusa a Irán de ser “gente muy deshonesta con la que tratar” y agrega: “Con ellos, no existe tal cosa como negociar de buena fe. ¡Increíble!”.

El reportero de Axios, Barak David, indica que Trump le ha dicho que ha exigido a los iraníes que emitan una aclaración pública sobre las informaciones en sus medios estatales acerca de los detalles del acuerdo.

Trump decidió cancelar este jueves ataques contra Irán alegando que Washington y Teherán habían alcanzado un “gran acuerdo” que tal vez se firmaría este mismo fin de semana en Europa. Según recoge Reuters, el memorándum podría ser firmado el domingo por el vicepresidente estadounidense JD Vance y el presidente del parlamento iraní, Mohammed Baqer Qalibaf, siendo Ginebra, por el momento, el lugar más probable. “Trump me dijo que todavía piensa que un acuerdo con Irán podría firmarse durante el fin de semana o el lunes”, dice el periodista de Axios en X.

“Esperamos firmar este acuerdo con Irán en los próximos días. Estimamos que hay un 85% de posibilidades, pero no el 100%. Estamos muy optimistas respecto al acuerdo. Aún no hemos llegado a la meta, pero estamos muy cerca”, ha dicho una fuente oficial estadounidense a los periodistas.

¿Qué se sabe sobre el memorándum?

Existe confusión sobre el contenido exacto del texto, tras una jornada en la que se han filtrado detalles diferentes, e incluso contradictorios, por parte de Washington y Teherán. Ambas partes han hablado en público de especulaciones y desinformación, al igual que el primer ministro paquistaní en su mensaje en X.

Medios iraníes como la agencia Mehr habían informado este viernes por la mañana de un documento que parecía coincidir con buena parte de las exigencias planteadas por Teherán, lo que parece haber provocado la reacción de Trump.

Este viernes, el medio oficial IRNA recoge que lo acordado ahora por ambas partes no incluiría acuerdos en materia nuclear ni tampoco el levantamiento de sanciones estadounidenses sobre Irán, sino que esos dos temas se incorporarían a una nueva negociación que comenzaría en el plazo de 60 días. También se incluiría en esa negociación la compensación a Irán por los daños causados en la guerra.

IRNA, además, insiste en que Irán llega con “total desconfianza hacia la otra parte” y estaría “plenamente preparado para afrontar cualquier incumplimiento de promesa o engaño”. Afirma que lo acordado con EEUU es solo “un memorando de entendimiento” que estaba “casi finalizado”, tras lo que seguirían negociando el “acuerdo final” y enfatiza que Irán sigue firme en sus líneas rojas.

Según informa Reuters, citando una fuente occidental, una iraní y una del Golfo Pérsico un aspecto clave que aún no se ha resuelto es la redacción relativa al cese de hostilidades en Líbano, donde Irán ha exigido a Israel que ponga fin a la campaña contra sus aliados de Hizbulá.

Paralelamente, una fuente de la Casa Blanca ha indicado a varios medios que Irán ha aceptado un acuerdo “basado en el cumplimiento” con múltiples componentes. En virtud de él, según la fuente, se desmantelará el programa nuclear de Irán y se destruirá y retirará su material nuclear. Esta condición de la destrucción de las reservas de uranio no figuraba en los textos comentados por las fuentes a Reuters.

Fotografía del presidente de EE.UU., Donald Trump.
Fotografía del presidente de EE.UU., Donald Trump.

Según la fuente de la Casa Blanca, el estrecho de Ormuz se reabrirá, Irán dejará de “financiar a grupos terroristas” y no se liberará ninguno de los activos congelados de Teherán hasta que el régimen cumpla con lo acordado. Estas afirmaciones, que son generales y aclaran poco los detalles del contenido, pueden chocar por lo descrito por las fuentes a Reuters, según las cuales Estados Unidos proporcionaría inmediatamente a Irán miles de millones de dólares en activos descongelados, algo que también recogía IRNA, que señalaba que parte se liberará inmediatamente después de la firma y el resto, gradualmente durante las negociaciones.

“Los iraníes no van a recibir dinero en efectivo, y no se van a liberar fondos simplemente por firmar un acuerdo o asistir a una reunión. El acuerdo está estructurado para garantizar que se den prioridad a las preocupaciones de EEUU y sus aliados, y que, si la República Islámica de Irán cumple con sus obligaciones, los beneficios económicos llegarán tanto a ellos como a toda la región. Este acuerdo tiene el potencial de transformar la región y conducir a una paz duradera”, ha salido a decir el propio Vance en X.

IRNA además había desmentido a los medios de comunicación occidentales en lo relativo a Ormuz, su principal palanca de influencia, asegurando que Teherán no se compromete en este texto “a ceder su administración ni a devolver el estrecho” al estado anterior a la guerra. “El único punto mencionado es la normalización del tránsito por el estrecho de Ormuz tras el fin de la guerra, el establecimiento de la seguridad marítima por parte de los Estados ribereños, el fin del bloqueo ilegal y la eliminación de las amenazas a la navegación comercial por parte de Estados Unidos e Israel”, dice. “Se ha dejado claro que la futura administración del estrecho se basará en una iniciativa y propuesta iraní, en el marco de un asunto que concierne a los países de la región. En este contexto, no se debatirán cuestiones sobre el futuro del estrecho de Ormuz ni siquiera en negociaciones posteriores a la firma del acuerdo, y Teherán resolverá este asunto directamente en conversaciones con Omán” .

Hasta ahora las conversaciones entre Washington y Teherán se mantenían en un impás debido a desacuerdos en cuanto a las condiciones de un acuerdo final, con la reapertura del estratégico estrecho de Ormuz y la limitación al programa nuclear iraní como los principales centros de conflicto, iniciado el 28 de febrero. El anuncio sobre un avance en el diálogo llega después de dos jornadas de bombardeos cruzados que marcaron la peor escalada militar entre los dos países desde el inicio del alto el fuego el 8 de abril.

Trump acusa a Irán de difundir términos erróneos sobre el principio de acuerdo

12 June 2026 at 15:08

Trump acusa a Irán de difundir términos erróneos sobre el principio de acuerdo

El presidente de EEUU carga contra Teherán por difundir unos términos del acuerdo que Trump desmiente: "Los términos que Irán filtró a las 'fake news' [los medios que no le gustan a Trump] no tienen NADA que ver con los términos acordados por escrito"

Irán dice que el acuerdo con EEUU “nunca ha estado tan cerca”

“Fake news”. Es uno de los conceptos que más le gusta usar a Donald Trump para insultar a los medios de comunicación que difunden noticias que no le gustan. Y este viernes lo ha hecho en relación con Irán, a quien acusa de difundir detalles del supuesto principio de acuerdo para una paz que, según Trump, son contenidos falsos.

Lo cierto es que los detalles que está difundiendo Irán supondrían que la Casa Blanca cede en muchos de los aspectos reivindicados por Irán –control de Ormuz y de los restos de uranio, así como levantamiento de sanciones–, y supondrían una derrota diplomática de Trump después de la guerra desatada el pasado 28 de febrero.

“Los términos que Irán filtró a las fake news [los medios que no le gustan a Trump] no tienen NADA que ver con los términos acordados por escrito”, ha señalado Trump en Truth Social. Lo que dijeron, incluida su declaración débil y patética sobre la existencia de un acuerdo, no guarda relación alguna con la verdad. Es gente muy deshonesta con la que tratar. Con ellos, no existe tal cosa como negociar de buena fe. ¡INCREÍBLE! Además, el ataque con drones que lanzaron anoche contra barcos indios que salían del estrecho de Ormuz, y que fue totalmente repelido, es TOTALMENTE INACEPTABLE. ¡Más les vale cambiar de actitud, y rápido!“

Truth Social de Trump sobre el acuerdo con Irán.
Truth Social de Trump sobre el acuerdo con Irán.

El ministro de Asuntos Exteriores de Irán, Abbas Aragchi, por su parte, ha declarado este viernes que el memorándum de entendimiento entre Irán y Estados Unidos está a punto de cerrarse, lo que supone lo que podría convertirse en el avance diplomático más significativo entre ambos países desde que comenzó la guerra iniciada por Donald Trump y Benjamin Netanyahu .

“El Memorándum de Entendimiento de Islamabad nunca ha estado tan cerca”, ha dicho Aragchi en X. “A la espera de su formalización definitiva, los medios de comunicación deberían abstenerse de especular sobre su contenido”.

“En consonancia con nuestro enfoque responsable y transparente, todos los detalles se darán a conocer al público a su debido tiempo”, ha añadido.

4G avança em 3 mil áreas rurais e amplia acesso a 2 milhões de pessoas

12 June 2026 at 14:38

Mais de 2 milhões de brasileiros que vivem em áreas rurais passaram a contar com sinal 4G nos últimos três anos. A expansão da conectividade alcançou 2.902 localidades em todas as regiões do país, segundo dados divulgados pelo MCom (Ministério das Comunicações).

O avanço ocorre em um momento em que a conectividade é considerada uma infraestrutura cada vez mais importante para o agronegócio. Além do acesso a serviços digitais, a internet é usada para monitoramento de máquinas, rastreamento de rebanhos, gestão das propriedades, coleta de dados climáticos e adoção de tecnologias de agricultura de precisão.

O setor também vê a conectividade como uma das bases para a expansão de ferramentas de inteligência artificial no campo, que dependem da transmissão contínua de dados gerados por máquinas, sensores e equipamentos instalados nas propriedades rurais.

As áreas atendidas não contavam com banda larga móvel e passaram a ter acesso à telefonia celular e a serviços digitais.

O Nordeste lidera a expansão da cobertura desde 2023, com 956 localidades conectadas. Em seguida aparecem o Sudeste, com 749 áreas atendidas; o Sul, com 571; o Norte, com 426; e o Centro-Oeste, com 200 localidades.

Para o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, a chegada do 4G às áreas rurais contribui para ampliar o acesso da população a serviços essenciais e reduzir a exclusão digital.

“Conectar as áreas rurais faz parte de um desafio ainda maior: incluir todos os brasileiros no mundo digital. Nossa meta é aproximar as pessoas dos serviços básicos essenciais, da telemedicina e da educação a distância, além de tornar o pequeno produtor mais autônomo ao permitir o acesso a bancos e plataformas governamentais diretamente pelo celular, sem precisar sair de sua propriedade”, afirmou.

Segundo o ministério, a instalação da cobertura móvel em áreas rurais exige uma série de etapas técnicas e regulatórias.

O processo inclui a definição do local de instalação, autorizações para uso de radiofrequência, licenciamento da estação, obtenção de licenças ambientais e construção da infraestrutura necessária para receber as torres de telefonia, que podem chegar a quase 32 metros de altura.

A expansão do 4G integra um conjunto de políticas públicas de telecomunicações e compromissos assumidos pelas operadoras no leilão do 5G.

As ações também envolvem o Gired (Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV), responsável por iniciativas voltadas ao uso eficiente do espectro e à ampliação da conectividade em regiões rurais e remotas.

Com as novas ativações, moradores de distritos, assentamentos e comunidades tradicionais passam a contar com internet móvel de alta velocidade diretamente nos celulares.

O acesso pode facilitar a emissão de documentos, o uso de serviços bancários, a educação a distância e atividades ligadas à economia agrícola local.

Ver el Mundial en una buena mesa madrileña

12 June 2026 at 12:20

La espera se ha hecho larga, pero ya está aquí. Han pasado cuatro años desde que Argentina se proclamase campeona del mundo en Qatar. Cuatro años de debates interminables, de jornadas de Liga que parecían eternas, de Champions milagrosas y de tardes de domingo en las que cualquier aficionado al fútbol ha repetido aquello de «cuando llegue el Mundial...». Pues ha llegado. Arranca una nueva Copa del Mundo. Ese acontecimiento capaz de paralizar países enteros, de unir a desconocidos alrededor de una pantalla y de convertir a cualquiera en seleccionador nacional durante noventa minutos. Un torneo que, conforme avanzan los días y especialmente cuando juega España, va sumando adeptos incluso entre quienes juran cada cuatro años que no les interesa demasiado el fútbol.

Y ahí está La Roja. La selección de Luis de la Fuente. Un equipo que ha conseguido reconciliar a muchos aficionados con una forma de entender el fútbol basada en el talento, el compromiso y una generación de futbolistas que parece empeñada en devolvernos la ilusión. Porque los mundiales son eso: ilusión. La posibilidad de que durante un mes entero todo parezca posible.

También son una magnífica excusa para romper rutinas. Durante unas semanas cambian los horarios, las conversaciones entre amigos y los grupos de WhatsApp y hasta las agendas familiares. El fútbol ocupa un espacio privilegiado en el día a día y logra algo cada vez más complicado en estos tiempos de pantallas individuales y algoritmos empeñados en encerrarnos en nuestros propios gustos: reunir a la gente alrededor de una misma emoción. Hay algo profundamente atractivo en esa liturgia colectiva. En quedar con amigos que hace meses que no ves. En discutir una alineación como si te fuese la vida en ello. En celebrar un gol abrazando a alguien a quien apenas conoces. O en sufrir, que también forma parte del juego, porque ningún aficionado español afronta un Mundial sin una pequeña dosis de optimismo y otra bastante más grande de prudencia.

No todos los aficionados viven los partidos de la misma manera. Hay quien busca una mesa tranquila, una cocina que merezca la visita independientemente del resultado y una pantalla lo suficientemente cerca como para no perderse ningún detalle. Para ello, hay que tener en cuenta algunas direcciones en la capital que ofrecerán sus pantallas para animar a nuestra selección. Martín Tostón, con su espíritu castizo, su barra, la cerveza bien tirada y sus platos pensados para compartir. Un concepto que fusiona la experiencia de bar y restaurante con la posibilidad de adquirir productos gourmet, desde chacinas y embutidos ibéricos hasta laterío y vinos seleccionados.

Sedes gastronómicas

Rocacho, uno de los asadores por excelencia de la capital, único con las carnes de El Capricho, también se convertirá en sede de los aficionados españoles para cantar los goles de Lamine Yamal. Los amantes de la buena carne podrán disfrutar de su propuesta gastronómica, antes o después de los partidos, tanto en el local de Padre Damián, como en los de Marqués de Salamanca o Valdebebas. Y siguiendo en la línea de las carnes a la brasa, Malafama será uno de los lugares imprescindibles que permite disfrutar de una barbacoa con amigos en plena ciudad. Un concepto hasta ahora inédito, ubicado en Valdebebas, que recupera algo esencial: el placer de reunirse alrededor de una parrilla.

Pero claro, también están los otros. Los que no entienden el fútbol desde la comodidad de una silla perfectamente colocada ni desde una mesa vestida para la ocasión. Los que necesitan levantarse cada cinco minutos, protestar al árbitro como si pudiera escucharlos desde miles de kilómetros de distancia y abrazarse al primero que tengan al lado cuando entra un gol en el descuento. Los que convierten cada partido en toda una cuestión de estado.

Para ellos, Madrid también tiene refugios de sobra. Knockout! Sports Bar es probablemente lo más parecido a colarse en un estadio sin salir de la ciudad. Pantallas gigantes, ambiente de grada, hamburguesas, perritos calientes y una decoración que convierte el deporte en una religión. En Chamberí, 87 Millas Sport Bar reúne a futboleros, aficionados al baloncesto y amantes de cualquier competición que implique emoción, con una propuesta gastronómica tan contundente como el ambiente que se respira cuando rueda el balón. Y para quienes prefieren vivir el partido con una pinta en la mano, The Irish Rover sigue siendo uno de los grandes clásicos de Madrid. Su mezcla de pub irlandés, templo cervecero y santuario deportivo lleva años congregando a aficionados dispuestos a celebrar, sufrir y desgañitarse como si estuvieran en la misma grada. Esperemos que, sea donde sea, España sea campeona del mundo. Eso sí, siempre comiendo y bebiendo.

© LRM

Rocacho es uno de los asadores por excelencia de Madrid

Reino Unido vacunará a miles de jóvenes frente a la meningitis B

12 June 2026 at 10:20

Reino Unido pondrá en marcha este verano un programa excepcional de vacunación contra el meningococo B (MenB) dirigido a miles de jóvenes que comenzarán la universidad o centros de educación residencial el próximo otoño. La medida, anunciada por el Departamento de Salud y la Agencia de Seguridad Sanitaria del Reino Unido (Ukhsa), responde al incremento de brotes y clusters detectados en los últimos meses, incluido el mayor registrado hasta la fecha en el país, ocurrido en Kent a comienzos de año.

El plan contempla la administración de dos dosis de la vacuna, una en julio y otra en agosto, para garantizar la protección antes del inicio del curso académico. La campaña se dirige a todos los estudiantes que finalizan el equivalente a segundo de Bachillerato, nacidos entre el 1 de septiembre de 2007 y el 31 de agosto de 2008, así como a jóvenes menores de 25 años que comiencen por primera vez estudios universitarios o de formación residencial. Los alumnos internacionales también están incluidos, aunque se recomienda que reciban la primera dosis en su país de origen cuando sea posible.

La decisión llega tras un año marcado por un aumento inusual de casos. Según datos de Uksha, el 83% de las infecciones invasivas por meningococo registradas en 2024/25 correspondieron al serogrupo B, con 313 casos confirmados. Aunque la enfermedad es poco frecuente, su gravedad es elevada: puede causar sepsis, meningitis, amputaciones, daños neurológicos permanentes y es mortal en alrededor del 10% de los casos. El riesgo se dispara en entornos de convivencia estrecha, como residencias universitarias, donde compartir espacios, bebidas o incluso vapeadores facilita la transmisión.

El virus está cambiando

El secretario de Estado de Salud, James Murray, ha subrayado que los brotes recientes apuntan a un posible cambio en el comportamiento del patógeno. Mientras se evalúa la evidencia científica, el Gobierno ha optado por actuar de forma preventiva para proteger a los jóvenes con mayor riesgo inmediato. "Queremos que los estudiantes lleguen a la universidad con la máxima protección posible", ha señalado, instando a los elegibles a completar las dos dosis durante el verano.

La campaña se activará a finales de julio, con citas disponibles en farmacias comunitarias y centros habilitados por el sistema sanitario británico (NHS, por sus siglas en inglés) Los jóvenes recibirán la notificación a través de la app del sistema sanitario, mensajes de texto, correo electrónico o carta, según los datos que consten en su historial. El objetivo es alcanzar una alta cobertura antes del pico estacional de meningitis, que suele producirse entre octubre y noviembre.

El programa cuenta con el respaldo del Comité Conjunto de Vacunación e Inmunización (JCVI), que ha priorizado a este grupo de edad mientras continúa evaluando si es necesario ampliar la vacunación de forma rutinaria a otros colectivos. La vacuna frente a la meningitis B ya forma parte del calendario infantil británico, donde ha demostrado reducir en un 75% los casos entre los menores vacunados.

Impacto devastador

Expertos en salud pública han celebrado la rapidez de la respuesta. El epidemiólogo Shamez Ladhani, del NHS, ha recordado que, aunque los brotes de esta enfermedad son poco frecuentes, su impacto es devastador. "Dos dosis son esenciales para una protección adecuada y pueden evitar tragedias", afirmó. Las organizaciones de pacientes también han aplaudido la medida. La Meningitis Research Foundation y Meningitis Now, que llevan años reclamando una ampliación del acceso a la vacuna, consideran que este paso puede cerrar la brecha de protección en adolescentes y jóvenes adultos.

El anuncio llega tras meses de presión social y mediática, especialmente después del brote de Kent y de clusters detectados en Weymouth y Reading. Las asociaciones recuerdan que cada caso representa una vida truncada y que muchas familias afectadas han impulsado campañas para evitar que otros jóvenes sufran las mismas consecuencias.

© La Razón

Vacunación frente a la meningitis a niños

Empecé a usar el café para limpiar el baño y así evité llamar a un fontanero

12 June 2026 at 09:59

Un gesto tan cotidiano como desechar el café podría tener una segunda vida dentro del hogar. El café usado es considerado como una opción práctica para luchar contra los malos olores en el inodoro y aportar una limpieza básica sin la necesidad de tener que recurrir a productos químicos.

El retrete es uno de los lugares donde se encuentra olores bastante desagradables, sobre todo cuando el baño permanece cerrado durante un largo periodo de tiempo o no se usa mucho. A todo esto, le tenemos que sumar la acumulación de residuos que hay en la taza y en las tuberías, algo que intensifica el olor y la sensación de suciedad.

Por eso, especialistas en el mantenimiento del hogar y en limpieza ecológica han señalado un método casero que comenzó a difundirse el uso de café usado para ayudar a neutralizar olores y mejorar la limpieza.

Propiedades del café usado en la limpieza del baño

Los posos del café tienen una estructura porosa absorber los olores, lo que lo convierte en un desodorante natural.

Esto resulta muy útil para capturar gases que vengan de las tuberías, sobre todo cuando el inodoro lleva sin utilizarse varias horas.

Aparte, su textura algo granulada puede ayudar a desprender residuos leve que están pegados a la taza, funcionando como un producto de limpieza que funciona como un producto industrial. Las principales ventajas que tiene, de acuerdo con especialistas en limpieza natural, es su gran capacidad para neutralizar lo olores, su carácter biodegradable, su contribución con la limpieza superficial y su bajo coste.

Beneficios y forma de uso

Uno de los beneficios más destacados es la reducción de malos olores, la prevención de olor a cerrado y su aporte como alternativa ecológica.

Para aplicarlo, se recomienda guardar los posos de café tras su preparación, dejarlo enfriar y retirar el exceso de líquido. Posteriormente se deben verter dos cucharadas en la taza del inodoro, distribuirlas en su interior y dejarlas actuar durante varias horas o toda la noche. Este procedimiento puede repetirse una vez por semana o antes de salir de casa durante varios días como una medida preventiva para mantener el baño en condiciones más frescas.

© La Razón

Empecé a usar el café para limpiar el baño y así evité llamar a un fontanero

© Amazon

La De'Longhi Magnifica Start muele el grano, prepara el café y lo tiene listo

La jueza descarta las penas de prisión para los activistas climáticos que mancharon de rojo el Congreso en 2023

12 June 2026 at 09:37

La sentencia del juicio por la acción climática que manchó por segunda vez de rojo la fachada del Congreso de los Diputados el 30 de marzo de 2023 considera que se cometió un delito contra el patrimonio histórico, pero descarta las penas de cárcel que pedía la fiscalía. El Juzgado de lo Penal n.º 10 de Madrid ha impuesto una multa (de 1.400 euros) a cuatro activistas que arrojaron directamente la pintura (témpera diluida en agua) y absuelto a los otros cinco que participaron en la protesta sin teñir el edificio.

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© J.J.Guillen (EFE)

Imagen del día 30 de marzo de 2023, durante la protesta climática que manchó por segunda vez de rojo la fachada principal del Congreso de los Diputados.

El nuevo mundo de Peter Thiel

12 June 2026 at 04:30

La velocidad a la que van las cosas, la irrupción de la inteligencia artificial que lo está transformando todo, la delirante segunda presidencia de Donald Trump, las guerras y, en medio de todo eso, el empuje de una nueva espiritualidad que tiene en el cristianismo uno de sus arietes. Es como si se estuviera habitando una monstruosa crisis que no va a dejar títere con cabeza y que anuncia que viene algo radicalmente distinto, donde la democracia va a tener poco que contar. En ese escenario, Peter Thiel es uno de los protagonistas. Es el dueño de Palantir, la empresa que lidera el sector de la tecnología de guerra gracias a la inteligencia artificial, fue quien apoyó a Donald Trump para que llegara a la presidencia e iniciara su primer mandato —y del que se apartó porque no había llegado demasiado lejos—, y está detrás de la carrera de J. D. Vance, el político que enarbola su catolicismo como una seña de identidad.

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© Matias Baglietto (REUTERS)

Peter Thiel, tras una reunión con Javier Milei en la Casa Rosada el 23 de abril.

Policía Federal de Brasil rechaza nueva delación de banquero preso

12 June 2026 at 03:29

Brasilia, 11 jun (Prensa Latina) La Policía Federal (PF) de Brasil rechazó una segunda propuesta de delación premiada presentada por el banquero Daniel Vorcaro, detenido desde marzo por su presunta participación en un amplio esquema de fraudes financieros, informó hoy GloboNews.

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Lula firma medidas en beneficio de comunidades quilombolas de Brasil

12 June 2026 at 03:22

Brasilia, 11 jun (Prensa Latina) El presidente brasileño, Luiz Inácio Lula da Silva, firmó hoy un paquete de medidas destinadas a ampliar la regularización de territorios quilombolas, la entrega de títulos de propiedad y el acceso a vivienda para comunidades afrodescendientes tradicionales.

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