¿Un acuerdo "inminente" con Irán? Los constantes giros de Trump siembran confusión


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Após semanas de negociações, o mediador Paquistão garante que há luz ao fundo do túnel e que “a paz nunca esteve tão próxima como agora”. J. D. Vance diz que “o acordo está estruturado de forma a garantir que as preocupações dos EUA e dos seus aliados são priorizadas" e que o Irão só terá benefícios económicos se cumprir com as suas obrigações

Paquistão posicionou-se como um mediador fundamental no conflito que alastrou ao Médio Oriente, negociando com êxito um cessar-fogo de duas semanas entre Teerão e Washington a 08 de abril, depois várias vezes prorrogado pelo Presidente norte-americano, Donald Trump.

Paquistão posicionou-se como um mediador fundamental no conflito que alastrou ao Médio Oriente, negociando com êxito um cessar-fogo de duas semanas entre Teerão e Washington a 08 de abril, depois várias vezes prorrogado pelo Presidente norte-americano, Donald Trump.




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Há sinais de avanço, mas ainda não há acordo final. Teerão não confirma a vitória que o Presidente dos EUA quer levar para a cimeira do G7. Eis um guia para os indicadores que surgiram nas últimas horas e que deixam os analistas mais otimistas quanto às perspetivas de paz



O prolongamento do conflito no Médio Oriente está a provocar efeitos em a todas as áreas de atividade económica a nível mundial, com o turismo a ser uma das mais afetadas devido aos aumentos dos custos dos combustíveis e das tarifas aérea. Nesse sentido, as quebras no setor do turismo podem chegar aos 3% na Europa e 5% na Ásia, segundo as estimativas do mais recente relatório da Crédito y Caución divulgado esta sexta-feira.
Por outro lado, caso o cenário no Médio Oriente mude de figura, o turismo poderá registar um aumento de 8% na Europa e de 12% na Ásia, mercados que recebem 52% e 22%, respetivamente das chegadas internacionais.
“A resiliência das companhias aéreas dependerá em grande parte da sua solidez financeira, das estratégias de cobertura de combustíveis e do poder de fixação de preços”, aponta a seguradora de crédito.
O combustível de aviação é um dos componentes mais caros para as companhias aéreas e normalmente representa entre 25% e 30% dos seus custos operacionais, com a Crédito y Caución a salientar que o transporte aéreo representa aproximadamente dois terços dos movimentos turísticos internacionais em todo o mundo.
“A situação atual não aponta para uma paragem abrupta do turismo mundial, mas destaca uma vulnerabilidade estrutural. Se as restrições persistirem, o setor poderá enfrentar um período mais longo de menor conectividade, preços mais elevados e alterações nos padrões de viagem”, indica a seguradora.
O setor do turismo fechou 2025 com perto de 1.500 milhões de chegadas internacionais, um valor recorde que permitiu ultrapassar os níveis pré-pandemia pela primeira vez, e um gasto estimado de 1,9 mil milhões de dólares por parte de visitantes em todo o mundo.