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Já viu chaves do carro no micro-ondas? Saiba o que significa e por que há condutores a fazê-lo

11 June 2026 at 21:00

Guardar as chaves do carro dentro do micro-ondas pode parecer estranho, mas há condutores que o fazem para tentar proteger veículos com abertura e arranque sem chave. A explicação está nos furtos por “relay”, uma técnica usada para captar e prolongar o sinal emitido por algumas chaves modernas, levando o automóvel a “pensar” que o condutor está por perto.

Por que há quem coloque as chaves do carro no micro-ondas?

Nos carros com sistema keyless, a chave permite abrir portas e ligar o motor sem ser necessário carregá-la na ignição. Segundo a Warwickshire Police, força policial responsável pelo condado de Warwickshire em Inglaterra, o furto “relay” acontece quando um dispositivo engana o veículo, fazendo-o acreditar que a chave está próxima, o que pode permitir desbloquear o carro e iniciar a ignição.

É aqui que surge a explicação para o micro-ondas. Quando desligado, o aparelho pode funcionar como uma espécie de barreira metálica, reduzindo a passagem de sinais eletromagnéticos. A ideia é semelhante à das bolsas Faraday, que são indicadas por várias entidades policiais como forma de bloquear o sinal da chave e dificultar que seja captado a partir do exterior da casa.

Motivo que leva muitos condutores a adotar este gesto

Ver chaves do carro dentro do micro-ondas significa, na maioria dos casos, que o proprietário está a tentar impedir que o sinal da chave seja intercetado. O receio é maior em veículos com abertura e arranque sem chave, sobretudo quando o carro fica estacionado perto da habitação e as chaves são deixadas junto à porta, janela ou entrada.

A Thatcham Research, entidade britânica ligada à segurança automóvel, explica que o ataque “relay” explora vulnerabilidades dos sistemas keyless. Um dos criminosos aproxima-se do veículo e outro tenta captar o sinal da chave junto à casa, transmitindo-o para fazer o automóvel acreditar que a chave está dentro do alcance normal.

Micro-ondas é mesmo eficaz contra furtos de carros?

Em teoria, guardar a chave num micro-ondas desligado pode reduzir ou bloquear o sinal, mas não é uma solução profissional nem deve ser vista como garantia absoluta. O maior risco é óbvio: se alguém ligar o aparelho com a chave lá dentro, esta pode ficar danificada de forma irreversível, além de poder causar outros problemas no equipamento.

Por isso, apesar de o “truque” ter uma base técnica, as soluções mais aconselhadas passam por bolsas ou caixas bloqueadoras de sinal, próprias para este efeito. A Metropolitan Police recomenda guardar as chaves em bolsas de bloqueio de sinal, como as bolsas Faraday, e testar regularmente se continuam a funcionar.

Alumínio à volta da chave do carro também funciona?

Tal como acontece com o micro-ondas, envolver a chave em papel de alumínio procura criar uma barreira ao sinal. No entanto, a proteção pode não ser uniforme, sobretudo se houver falhas, aberturas ou se o material não cobrir completamente a chave. Por essa razão, é uma solução improvisada e menos fiável do que um acessório concebido para bloquear sinais.

A própria Warwickshire Police refere que as bolsas Faraday têm revestimento metálico para bloquear o sinal e recomenda que o condutor teste se o acessório funciona, colocando a chave dentro da bolsa e verificando se o carro continua sem abrir quando se aproxima.

Cuidados a ter em Portugal com as chaves do carro

Em Portugal, a PSP recomenda cuidados gerais para prevenir furtos em veículos, incluindo trancar portas, guardar chaves sobresselentes em casa ou no bolso e nunca deixá-las dentro da viatura. Estes conselhos continuam a ser importantes, mesmo quando o problema é tecnológico, porque muitos furtos começam com hábitos simples de descuido.

No caso dos veículos keyless, há cuidados adicionais que podem reduzir o risco. As chaves devem ficar afastadas de portas, janelas e do próprio veículo, incluindo as chaves suplentes. Se o manual do automóvel permitir desligar o sinal da chave, essa opção deve ser verificada, sobretudo durante a noite.

Existem alternativas mais seguras em relação ao micro-ondas?

Sim. As opções mais seguras passam por bolsas Faraday, caixas metálicas próprias para bloquear sinal, desativação do sistema keyless quando o fabricante o permite, atualização do comando junto da marca e utilização de chaves com sensor de movimento. Segundo a Thatcham Research, algumas chaves modernas entram em modo de repouso quando ficam paradas durante algum tempo, deixando de responder ao equipamento usado pelos criminosos.

Também pode ser útil combinar proteção digital com segurança física, como bloqueios de volante, alarmes, imobilizadores e estacionamento em locais iluminados ou com vigilância. A Metropolitan Police lembra ainda que os condutores devem confirmar manualmente se o veículo ficou mesmo trancado, já que há dispositivos capazes de interferir com o sinal do comando no momento do fecho.

Afinal, deve guardar as chaves do carro no micro-ondas?

Guardar as chaves no micro-ondas desligado pode ajudar a perceber a lógica de bloqueio de sinal, mas não é a solução mais aconselhável para o dia a dia. O método pode funcionar em teoria, mas é improvisado, depende do aparelho e traz o risco de danificar a chave caso o micro-ondas seja ligado por engano.

Leia também: Carro parado há semanas na via pública: afinal, quando é que o estacionamento passa a ser abusivo?

Especialistas avisam: se disser estas palavras ‘proibidas’ em chamada pode ficar com a conta bancária ‘a zeros’

11 June 2026 at 17:30

O cibercrime tem vindo a adaptar-se a novas tecnologias, mas continua a explorar sobretudo momentos de distração e excesso de confiança. Entre os esquemas que mais preocupam especialistas estão as burlas telefónicas, nas quais os criminosos se fazem passar por entidades credíveis para obter dados pessoais, bancários ou até gravações de voz. Por vezes, um truque simples é suficiente para causar prejuízos sérios à sua conta bancária.

Segundo o jornal espanhol El Economista, uma das fraudes telefónicas em circulação recorre à clonagem de voz para tentar suplantar a identidade das vítimas. A técnica pode ser usada em tentativas de autorização de operações, contratação de serviços ou outros contactos fraudulentos em nome de terceiros.

O esquema começa, muitas vezes, com uma chamada aparentemente normal. Do outro lado da linha pode não haver resposta, ou pode surgir alguém a apresentar-se como funcionário de uma empresa, banco ou entidade conhecida. O objetivo é manter a vítima em linha tempo suficiente para recolher respostas curtas e claras.

Palavras a evitar

De acordo com a mesma fonte, expressões como “Sim”, “OK” e “Aceito” devem ser evitadas em chamadas suspeitas, sobretudo quando surgem perguntas insistentes ou demasiado óbvias. O risco apontado está na possibilidade de esses pequenos excertos serem usados com ferramentas de inteligência artificial para imitar a voz da vítima, embora as autoridades recordem que as burlas dependem muitas vezes de vários elementos, como engenharia social, dados pessoais e códigos de autenticação.

Como pode proteger-se e à sua conta bancária

O Banco de Portugal alerta que, perante contactos supostamente feitos por bancos ou prestadores de serviços de pagamento, nunca se devem divulgar dados pessoais, credenciais de acesso ou códigos de autenticação por telefone, SMS ou email. Em caso de dúvida, a recomendação é não partilhar informação e contactar diretamente a entidade através dos canais oficiais.

Confirme a identidade de quem liga

Outra medida essencial passa por confirmar sempre a identidade de quem está do outro lado da linha. O INCIBE, instituto espanhol de cibersegurança, recomenda, citado pelo El Economista, que, perante chamadas suspeitas ou pedidos inesperados, se confirme a informação através de outro contacto seguro, se bloqueie o número fraudulento e nunca se forneçam dados pessoais ou bancários.

Estas precauções simples podem fazer a diferença perante burlas que misturam chamadas telefónicas, pressão psicológica e novas ferramentas de inteligência artificial. Desligar uma chamada suspeita, contactar o banco pelos canais oficiais e denunciar a situação às autoridades continua a ser a forma mais segura de evitar prejuízos.

Leia também: Já é mesmo oficial: União Europeia vai proibir pagamentos em dinheiro acima deste valor já a partir desta data

Inside Sony’s 10-year quest to build the perfect headphones

11 June 2026 at 15:34

Sony's 1000X headphones cemented the company as a leader in noise-cancelling technology. But as active noise cancellation becomes commonplace, Alex Lee travelled to Tokyo to discover why Sony is heading in a new direction with the 1000X the collexion

© Sony

Internet advertising a quota 7 miliardi di investimenti. Sprint grazie ai video, svolta con l’AI

11 June 2026 at 13:18

Internet advertising a quota 7 miliardi di investimenti. L’analisi

Non sta cambiando soltanto il mercato pubblicitario, sta cambiando il modo in cui le persone cercano informazioni, scoprono contenuti, interagiscono con i brand e prendono decisioni d’acquisto. L’Intelligenza Artificiale sta ridefinendo ogni fase della filiera pubblicitaria: dalla pianificazione delle campagne alla creazione dei contenuti, fino alla misurazione dei risultati. In questo scenario Internet si conferma il principale motore di crescita del mercato pubblicitario italiano, mentre aziende, editori e investitori si confrontano con una nuova sfida: passare dalla sperimentazione dell’AI alla sua governance strategica.

Nel 2025 il mercato pubblicitario italiano, che comprende televisione, stampa, Internet, radio e out of home, ha raggiunto un valore di 11,8 miliardi di euro, in crescita del 5% rispetto all’anno precedente, secondo la ricerca dell’Osservatorio Internet Media del Politecnico di Milano. Internet si conferma il principale mezzo pubblicitario del Paese, con una quota del 53% degli investimenti complessivi e una crescita dell’11%, raggiungendo i 6,2 miliardi di euro. Per il 2026 è prevista un’ulteriore crescita fino a 7 miliardi di euro (+12%).

Sono alcuni risultati emersi dalla nuova edizione della ricerca dell’Osservatorio Internet Media del Politecnico di Milano, presentata oggi durante il convegno “ADVance Day: l’Advertising tra AI e Video Strategy”. Uno dei 60 filoni di ricerca degli Osservatori Digital Innovation della POLIMI School of Management (www.osservatori.net) che affrontano tutti i temi chiave dell’Innovazione Digitale nelle imprese e nella Pubblica Amministrazione e che analizza ogni anno i trend del mercato italiano.

“I dati raccontano un mercato solido e confermano la traiettoria di lungo periodo del digitale”, afferma Denise Ronconi, Direttrice dell’Osservatorio Internet Media del Politecnico di Milano. “Eppure sarebbe sbagliato leggere questa crescita senza considerare il contesto: l’incertezza socioeconomica globale pesa sulle strategie di investimento, e il 2026 — pur sostenuto dai grandi eventi sportivi — non è privo di rischi. In questo scenario la comunicazione rimane una leva strategica irrinunciabile: le aziende non possono permettersi di smettere di investire in pubblicità”.

A trainare il mercato nel 2026 sono soprattutto i formati Video, che raggiungono 2,9 miliardi di euro (+16%) e rappresentano ormai il 41% dell’intero Internet advertising. Continua inoltre l’espansione della Tv 2.0, che sfiora gli 832 milioni di euro (+19%), grazie alla crescita delle applicazioni fruite su televisori connessi. Tra i comparti più dinamici emerge anche il Retail Media, che contribuisce alla crescita dell’eCommerce e Classified advertising (+12%).

Parallelamente aumenta la concentrazione del mercato. Nel 2026 i grandi operatori internazionali arriveranno a raccogliere l’83% degli investimenti pubblicitari online, un punto percentuale in più rispetto al 2025, consolidando ulteriormente il loro ruolo all’interno dell’ecosistema digitale.

“L’adozione dell’AI nei media non è una semplice questione di efficienza o automazione, ma una sfida di sovranità digitale che si gioca dentro grandi ecosistemi tecnologici globali”, afferma Giuliano Noci, Responsabile Scientifico dell’Osservatorio Internet Media del Politecnico di Milano. “Con il passaggio alla answer economy, i media manager devono governare algoritmi e interfacce che filtrano e orientano le scelte dei consumatori, agendo come veri e propri guardiani della visibilità. In questo scenario geopolitico complesso, la responsabilità della comunicazione cambia: non basta più ottimizzare la spesa sui canali tradizionali, ma serve una governance strategica capace di rendere la marca comprensibile e raccomandabile dai sistemi generativi, difendendo la propria quota di rilevanza.”

L’impatto dell’AI è evidente lungo tutte le principali fasi dell’Internet advertising. Nella pianificazione consente di identificare pattern comportamentali e trend emergenti attraverso modelli predittivi sempre più sofisticati. Nella distribuzione delle campagne abilita sistemi avanzati di targetingbidding automatizzato e personalizzazione creativa. Nella misurazione rende possibile integrare dati provenienti da fonti differenti, automatizzare processi di riconciliazione e sviluppare modelli di attribuzione sempre più evoluti.

Accanto ai benefici emergono però anche nuove criticità: le aziende continuano a manifestare prudenza nell’affidare ai sistemi automatizzati decisioni ad alto impatto economico, mentre rimangono aperti i temi della qualità dei dati, della trasparenza degli algoritmi, della brand safety e della conformità normativa.

Una delle trasformazioni più profonde riguarda il rapporto tra consumatori, contenuti e motori di ricerca. I sistemi generativi stanno progressivamente modificando il modo in cui le persone accedono alle informazioni online. Le ricerche diventano più conversazionali, le piattaforme sintetizzano direttamente le informazioni e i contenuti devono essere progettati per essere riconosciuti come autorevoli anche dai modelli di Intelligenza Artificiale.

“L’intelligenza artificiale generativa è già entrata nelle abitudini digitali degli italiani, ma non sta cancellando i comportamenti consolidati: li sta trasformando”, afferma Antonio Filoni, Business Development Director AUM di Ipsos Doxa “I dati mostrano una fase di ibridazione, in cui motori di ricerca, piattaforme AI, social ed eCommerce convivono con ruoli diversi a seconda del bisogno. La vera sfida per brand e piattaforme non sarà solo offrire servizi più utili e personalizzati, ma farlo in modo trasparente, le persone infatti restano sensibili all’uso invisibile dei dati e guardano con attenzione ai contenuti generati artificialmente, soprattutto nella comunicazione pubblicitaria.”

Stiamo assistendo a un cambiamento che va ben oltre l’efficienza operativa della pubblicità digitale. L’AI sta ridefinendo il modo in cui i consumatori scoprono prodotti, valutano informazioni e costruiscono le proprie decisioni. La transizione dalla SEO tradizionale verso logiche di Generative Engine Optimization rappresenta uno dei segnali più evidenti di questa trasformazione. Per aziende, editori e brand non si tratta semplicemente di adottare nuovi strumenti, ma di ripensare la propria presenza all’interno di un ecosistema informativo sempre più mediato da sistemi intelligenti.

Questa evoluzione sta alimentando anche un intenso fermento imprenditoriale. L’Osservatorio ha censito a livello internazionale 677 startup che applicano l’Intelligenza Artificiale al mondo dei Media e dell’advertising. Negli ultimi due anni queste realtà hanno raccolto complessivamente circa 2,2 miliardi di dollari di finanziamenti. La quota più rilevante degli investimenti si concentra nelle soluzioni per la creazione di contenuti, che da sole hanno attratto oltre 897 milioni di dollari.

L’Intelligenza Artificiale sta inoltre trasformando il mondo della misurazione pubblicitaria, storicamente caratterizzato da una forte frammentazione di dati, piattaforme e metodologie. Oggi il settore si trova di fronte a un paradosso: aumentano strumenti e capacità analitiche, ma cresce anche la complessità nell’interpretare correttamente i risultati e nel trasformarli in decisioni efficaci.

“Il rischio maggiore non riguarda la mancanza di strumenti, ma la capacità di utilizzarli per comprendere davvero il valore generato nel tempo”, spiega Nicola Spiller, Direttore dell’Osservatorio Internet Media del Politecnico di Milano. “Molte organizzazioni continuano a misurare prevalentemente effetti di breve periodo, mentre la letteratura e le evidenze di mercato dimostrano che gli impatti della comunicazione sul brand si sviluppano spesso nell’arco di mesi o anni. In un contesto caratterizzato da frammentazione dei dati, proliferazione delle piattaforme e crescente automazione, il vantaggio competitivo non deriverà dalla quantità di informazioni disponibili, ma dalla capacità di integrarle, interpretarle e trasformarle in apprendimento organizzativo.”

Secondo la ricerca, il vero nodo strategico non riguarda quindi l’adozione dell’AI in sé, ma la capacità delle imprese di costruire solide fondamenta dati, sviluppare competenze adeguate e definire modelli di governance che consentano di mantenere il controllo delle decisioni in un ecosistema sempre più automatizzato. In altre parole, il vantaggio competitivo non deriva dall’utilizzo dell’Intelligenza Artificiale, ma dalla capacità organizzativa di governarla.

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Nokia unveils agentic AI support for network platform

11 June 2026 at 11:31

Nokia positioned the forthcoming addition of an agentic AI framework into its network services platform (NSP) as giving operators the ability to adopt agents using trusted data within secure boundaries.

The vendor stated the move would provide the means for customers to introduce AI operations for IP networks, with agents able to take guided, explainable actions based on real network data.

Commercial availability of the functionality is expected by the end of the year.

Nokia’s NSP is its management and automation platform for multi-vendor IP networks. It asserted the addition of the AI framework supports communication with external agents and would aid operators on their routes towards employing fully automated networks.

The company explained “while AI has the potential to transform network operations, many operators have remained cautious due to concerns around explainability, trust and risk in production environments”.

Its approach to ease these concerns is by “embedding agentic AI capabilities directly into the platform that already serves as the authoritative controller for IP networks”.

The vendor announced the first agent able to use the framework is a troubleshooting bot designed to help operators identify the root causes of problems faster and resolve complex issues.

Nokia VP and general manager for IP network automation software Sasa Nijemcevic said the move would “have a major impact on the way operators manage their networks, and will enable them to enhance their operations significantly and accelerate their journey toward autonomous networks with focus on solving real operational problems”.

“This is an incremental, pragmatic step toward AI‑native networks,” he added.

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SpaceX : pourquoi les investisseurs chinois sont exclus de l'introduction en Bourse du siècle

11 June 2026 at 11:07
SpaceX a décidé de ne pas laisser des investisseurs chinois ou de Hong Kong acheter des actions en amont de son entrée en Bourse. Un choix rarissime qui illustre à quel point ces opérations financières sont devenues géopolitiquement sensibles. Mais les Chinois semblent prêts à prendre d’importants risques pour ne pas passer à côté de l’introduction en Bourse du siècle.

VMO2, Mavenir trial tech for hearing-impaired users

11 June 2026 at 09:24

UK operator Virgin Media O2 (VMO2) and Mavenir completed a proof-of-concept trial of technology designed to improve call clarity for customers suffering hearing issues without having to make changes on their phone.

Unlike device-based accessibility features or third-party apps, the service works entirely within the operator’s network. This allows participants to make and receive calls without needing to change their device or how they use it.

In the test participants completed a short, automated hearing test to identify how they perceive different sound frequencies. Personalised hearing profiles were then generated and securely linked to their mobile numbers, enabling the network to adapt how speech is delivered to them during calls in real time.

Following the trial, nearly 90% of participants reported improvements in call clarity, with many noting reduced listening effort, fewer misunderstandings and a more natural calling experience.

Jorge Ribeiro, director of core networks at Virgin Media O2, stated the trial was about using intelligence within the network to improve the experience without asking customers to do anything differently.

“We are encouraged by the early results from this proof-of-concept and are excited to explore how this type of technology could support more accessible services for our customers in future,” he said.

While still at an early stage, O2 said it is encouraged by the results and is exploring how the technology could be developed further to support accessible services at scale.

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MetTel upgrades US government network infrastructure

11 June 2026 at 09:21

Managed services provider MetTel completed a rapid network capacity upgrade for the US General Services Administration (GSA), equipping 11 federal offices across the country with connectivity infrastructure to support the Trump administration’s return-to-office mandate.

The project, delivered under the GSA’s Enterprise Infrastructure Solutions contract, involved the installation of 22 high-capacity network circuits alongside SD-WAN technology and VoIP services, enabling hundreds of federal employees to return to fully connected work locations.

Among the most demanding elements was a 10-gigabit circuit requiring entirely new carrier infrastructure, which was completed in under 60 days to meet the expedited timeline of a Telecommunications Service Priority order.

Don Parente, vice president of public sector at MetTel, said the mandate created an urgent, real-world test of the company’s capabilities.

“Our operations team delivered fast, reliable network modernisation, meeting the Administration’s Executive Order to return to work,” he said.

The SD-WAN architecture, which MetTel had previously deployed for the GSA, was a key enabler of the fast turnaround. The technology provides intelligent traffic management, enhanced resiliency and centralised network visibility, while high-capacity circuits were tailored to the specific needs of each site.

Bandwidth was sized for future growth, building in capacity to support evolving workforce and digital requirements without requiring additional infrastructure overhauls.

The Enterprise Infrastructure Solutions (EIS) programme under which the work was delivered, is a 15-year, $50 billion government-wide vehicle designed to help federal agencies modernise their telecommunications and network infrastructure.

US-based MetTel has held EIS contract authority since January 2020, delivering network modernisation, managed services and communications transformation projects throughout that period.

The upgrade underscores the broader infrastructure pressures facing federal agencies as the return-to-office push accelerates demand for reliable, high-capacity government networks.

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Dive in autunno su Canale 5, ecco chi ci sarà e come sarà il nuovo show Mediaset. Retroscena

11 June 2026 at 07:07

Non sarà solo Isola dei famosi new version, Tu si que vales e quant’altro nell’autunno dell’intrattenimento di Canale 5. Per la rete ammiraglia del gruppo Mediaset arriva un nuovo titolo di cui si è già sentito parlare, ma di cui Affaritaliani vi da alcuni dettagli e ulteriori notizie. Si tratta di Dive, un titolo che già esprime chiaramente i suoi intenti.

Sarà uno show musicale con protagoniste alcune esponenti blasonate e di grande celebrità del nostro panorama musicale. Cantanti che sono sulla cresta dell’onda da tanti anni e hanno conquistato il pubblico da più generazioni. Affaritaliani è in grado di anticiparvi i nomi delle protagoniste di queste serate musicali su Canale 5.

Le Dive del nuovo programma musicale di Canale 5 saranno Orietta Berti, Iva Zanicchi, Marcella Bella, Rita Pavone, a cui si aggiunge Cristiano Malgioglio. Saranno tutte quante in video insieme per un programma corale che metterà in evidenza le loro carriere ed il loro infinito repertorio canoro. Saranno in pratica delle serate d’onore corali.

Dive andrà in onda il prossimo autunno nel prime time di Canale 5 subito dopo il consueto appuntamento con La ruota della fortuna di Gerry Scotti.

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