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Viana do Castelo vai criar rota com três miradouros

9 June 2026 at 21:59

A Câmara de Viana do Castelo abriu hoje um concurso público, pelo valor base de 347.251,68 euros, mais IVA, para criar uma rota dos Miradouros do concelho – Senhora do Crasto, Monte Galeão e da Senhora do Minho.

De acordo com o procedimento hoje publicado em Diário da República tem um prazo de execução do contrato de 300 dias.

Os interessados podem apresentar propostas até às 17:00 do dia 09 de julho, sendo que os concorrentes são obrigados a manter as respetivas propostas durante 66 dias a contar do termo daquela data.

Segundo a autarquia da capital do Alto Minho, a criação da rota dos miradouros resulta de “uma candidatura ao programa “Produtos turísticos sub-regionais e locais (IT), Aviso nº NORTE2030-2024-06 – Programa Regional do Norte 2021-2027 (NORTE2030)”.

A Rota dos Miradouros do concelho de Viana do Castelo”, formada pelos Miradouros Senhora do Crasto, do Monte Galeão e da Senhora do Minho, “enquanto pontos que têm uma envolvência muito díspar, tornando-os apetecíveis de visitação e com uma forte vertente paisagística”.

Os três locais em causa “necessitam da implementação de uma estrutura apta para o utilizador usufruir da paisagem de forma segura”.

O “concurso público prevê, assim, uma empreitada cujas despesas serão suportadas em partes iguais pelos orçamentos municipais de 2026 e 2027”.

“Entre o verde das serras e o azul do Atlântico, o concelho de Viana do Castelo revela-se através de paisagens naturais de enorme beleza. Os seus miradouros são autênticas janelas naturais que convidam à contemplação, oferecendo vistas privilegiadas sobre o rio Lima, o mar, os vales e as aldeias que preservam a identidade minhota”, explica o município.

O Miradouro Senhora do Crasto situa-se na freguesia de Deocriste, o Miradouro do Monte Galeão situa-se na vila de Darque e o e Miradouro da Senhora do Minho localiza-se na Montaria.

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Miranda Sarmento destaca "resiliência" da economia portuguesa

Durante a cerimónia de lançamento da nova Alfândega de Sines, no auditório da Administração dos Portos de Sines e do Algarve (APS), o ministro das Finanças citou um estudo do Banco de Portugal, "que será apresentado na segunda-feira", para demonstrar esta realidade.

Arte Xávega da Meia Praia ganhou nova vida – Lagos

9 June 2026 at 20:54

O primeiro lançamento desta tradição, retomada em contexto cultural com o apoio do município, reuniu, no passado dia 6 de junho, moradores, populares e visitantes, contando ainda com a presença o presidente da Câmara Municipal de Lagos, Hugo Pereira. Na manhã de sábado, a Meia Praia voltou a ser palco de uma arte que marcou […]

Djavan cancela show na Angola por questões sanitárias

9 June 2026 at 18:52
Djavan anunciou o cancelamento do show da turnê "Djavanear 50 Anos. Só Sucessos" em Angola, país da África Central, nesta terça-feira, 9, por meio das redes sociais.De acordo com a equipe do cantor, a decisão de cancelar a apresentação no país foi motivada pela atual situação sanitária em algumas regiões do continente africano."Após uma avaliação criteriosa do atual contexto sanitário em algumas regiões do continente africano e das recomendações de monitoramento emitidas por organismos internacionais de saúde, foi tomada a decisão de não realizar a participação do artista Djavan no evento previsto para acontecer em Angola na data anunciada", disse.  Leia Também: COMEMORAÇÃO Sidney Magal reúne estrelas em show histórico para 60 anos de carreira LOTOU Baile da World reúne grande público em Feira de Santana GUIA COMPLETO Rock in Rio 2026: ingressos, atrações e venda para público geral Ainda em nota, a equipe explica que "a medida tem caráter exclusivamente preventivo e decorre da responsabilidade inerente à gestão de uma produção internacional que envolve um grande número de profissionais em constante deslocamento entre diferentes países". Leia a nota completa:  Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Djavan (@djavanoficial)

São João no Recife terá mudanças no trânsito e reforço na segurança

9 June 2026 at 16:52

São João do Recife em 2026 contará com esquemas especiais de trânsito e segurança. A Prefeitura do Recife anunciou nesta terça-feira (9) medidas como bloqueios de vias em áreas de circulação do público, monitoramento por câmeras em tempo real, ampliação de efetivo da Guarda Municipal e serviços voltados ao enfrentamento da violência contra a mulher.

Mudanças no trânsito

A Autarquia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU) organizou operações especiais para garantir a segurança viária durante os festejos. Agentes de trânsito e orientadores atuarão nos principais polos, acompanhando eventos e realizando bloqueios viários. Confira as alterações na mobilidade:

  • Caminhada do Forró: acontece na quinta-feira (11), das 17h às 23h, saindo da Rua da Moeda em direção à Praça do Arsenal. Agentes da CTTU acompanharão o percurso e realizarão bloqueios nas ruas da Guia, Observatório e Barão Rodrigues Mendes;
  • Avenida Rio Branco/Praça do Arsenal: haverá bloqueios no entorno do polo durante as apresentações dos dias 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20, 21, 22, 23, 24, 26, 27 e 28 de junho;
  • Desfile das Bandeiras: será realizado no domingo (14), a partir das 14h, saindo da Rua Nova em direção à Sala de Reboco, no polo da Avenida Rio Branco. A previsão de encerramento é às 17h30;
  • Estrada do Arraial: poderá ser interditada na altura do acesso ao Sítio Trindade, entre as ruas Ferreira Lopes e Bela Vista, conforme a intensidade do fluxo de pedestres. Não há horário fixo informado;
  • Desvio para Casa Amarela: quando houver bloqueio na Estrada do Arraial, motoristas deverão acessar a Rua Arnoldo Magalhães e seguir à esquerda pela Rua Desembargador Mota Júnior;
  • Polos descentralizados: equipes da CTTU irão monitorar o trânsito durante os dias de programação em polos como Bongi, Cordeiro, Lagoa do Araçá, Brasília Teimosa, Ibura, Campo Grande, Totó, Vila Tamandaré, Poço da Panela e Parque das Graças.

A CTTU orienta o público a chegar cedo aos eventos e alerta para fiscalização de estacionamento irregular, com possibilidade de multas e reboque.

Monitoramento e reforço na segurança

Pela primeira vez, o monitoramento operacional do São João será realizado diretamente no Centro de Operações do Recife (COP), no Bairro do Recife, além de equipes presenciais para acompanhar as operações em campo.

Ao todo, serão utilizadas 296 câmeras de videomonitoramento instaladas em pontos estratégicos do Sítio Trindade e do Bairro do Recife, com transmissão das imagens em tempo real.

A Guarda Civil Municipal do Recife entra na operação com 3.497 lançamentos durante o período da festa, com maior concentração de efetivo no Sítio Trindade e no Recife Antigo, para atuar no patrulhamento e apoio aos demais órgãos.

Atendimento e proteção às mulheres

A Prefeitura do Recife também vai reforçar as ações de enfrentamento à violência contra a mulher durante o ciclo junino. Haverá espaços de atendimento específicos no Sítio Trindade e na Avenida Rio Branco, com equipes multidisciplinares preparadas para acolher mulheres em situação de violência e prestar orientações sobre a rede municipal de proteção.

Nos polos descentralizados, equipes da Secretaria da Mulher atuarão de forma itinerante com ações de conscientização, prevenção e divulgação dos serviços de atendimento.

Também permanecerão em funcionamento os equipamentos da rede municipal, como o Centro Clarice Lispector e os Serviços Especializados e Regionalizados (SER) das zonas Norte e Sul.

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© EDSON HOLANDA/PREFEITURA DO RECIFE

São João no Recife

Economia e Negócios: Mercado eleva projeções diante da expansão de gastos públicos

9 June 2026 at 15:43

O cenário econômico brasileiro enfrenta um novo sinal de alerta. O Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira, revelou uma revisão para cima nas projeções da taxa Selic, que agora alcançam o patamar de 13,5% ao ano. O movimento de reprecificação é intenso, considerando que, em janeiro, as expectativas do mercado giravam em torno de 12%.

Este ajuste reflete uma deterioração direta nas expectativas de inflação, impulsionada pelo que analistas chamam de "preço da expansão desenfreada".

 

 

O choque entre as políticas fiscal e monetária

 

A principal força que empurra os juros para cima é o conflito entre as estratégias do Governo Federal e do Banco Central. Enquanto o governo tem acelerado pacotes de expansão de gastos públicos e injetado crédito na economia, o Banco Central se vê obrigado a atuar na direção oposta.

Especialistas comparam a situação a uma analogia tradicional da economia: se o Poder Executivo "pisa fundo no acelerador" dos gastos e do crédito subsidiado, o Banco Central precisa "pisar com os dois pés no freio" dos juros para evitar que o custo de vida saia de controle.

 

Crédito subsidiado e pressão inflacionária


Nas últimas semanas, observou-se uma ampliação agressiva de linhas de crédito com subsídios implícitos e novas rodadas de incentivos ao consumo via bancos públicos. Esses aportes massivos ocorrem em um orçamento que já não apresenta folga estrutural, resultando em uma pressão inevitável sobre os preços.

Como o mercado percebe que o esforço fiscal é "frouxo", as expectativas de inflação acabam se desancorando. Sem alternativa, o Comitê de Política Monetária (Copom) precisa manter ou elevar os juros para conter a resiliência inflacionária.

 

O custo para o setor produtivo e para o cidadão

 

A fatura desse desequilíbrio nas contas públicas é cobrada diretamente da sociedade. Com a perspectiva de uma Selic a 13,5%, o crédito torna-se proibitivo para o setor produtivo, travando investimentos e o crescimento sustentável.

O impacto chega também ao consumidor final. O crescimento impulsionado apenas por gasto público dificulta o acesso ao financiamento de bens duráveis, como a casa própria, tornando o endividamento mais pesado para as famílias brasileiras. Enquanto a agenda governamental não priorizar cortes efetivos de despesas em vez de estímulos de curto prazo, a tendência é que o custo do dinheiro permaneça elevado.

 

Texto gerado com auxílio de Inteligência Artificial

© Divulgação

Taxa Selic alcança o patamar de 13,5% ao ano.

Even fortalece conexão com autocuidado e bem-estar dos consumidores

9 June 2026 at 09:00

Presente na rotina de milhares de famílias brasileiras, a Even vem reforçando sua atuação no segmento de higiene pessoal ao unir qualidade, acessibilidade e bem-estar. Marca do Grupo Raymundo da Fonte, o grupo aposta em inovação, modernização de portfólio e campanhas mais próximas do consumidor para fortalecer sua conexão com diferentes públicos e ampliar ainda mais sua presença no mercado.

Para a marca, estar entre as mais lembradas no JC Recall representa o reconhecimento espontâneo da relação construída ao longo dos anos através de produtos voltados ao cuidado diário, autoestima e praticidade. A empresa destaca que esse reconhecimento reforça a confiança criada junto às famílias nordestinas e o espaço conquistado na rotina dos consumidores

“A Even consegue unir cuidado, perfumação, bem-estar e praticidade em produtos presentes na rotina diária das famílias", diz Renata Carvalho, gerente de Marketing, Trade e Inteligência de Mercado do grupo Raymundo da Fonte.

Atualmente, a Even vem fortalecendo campanhas voltadas para autocuidado acessível, perfumação, hidratação e bem-estar, reforçando seu posicionamento como aliada da rotina de higiene e cuidado pessoal. A estratégia inclui campanhas em mídias on e off em todo o Nordeste, além de investimentos na modernização de embalagens e fortalecimento da linha de sabonetes.

Entre os focos para os próximos anos estão novos lançamentos, ampliação da linha de higiene pessoal e iniciativas ligadas à qualidade de vida e autocuidado. A marca também vem fortalecendo ações ligadas à saúde, higiene e impacto social, acompanhando as transformações do comportamento de consumo e ampliando sua presença digital com uma comunicação mais humanizada.

O Grupo Raymundo da Fonte completa 80 anos em 2026 e possui atuação nacional, com unidades industriais em Pernambuco, Bahia, Ceará, Pará, Minas Gerais e São Paulo. Atualmente, o grupo reúne mais de 450 produtos em portfólio e mais de 2.700 empregos diretos.

Destaques

  • Mais de 450 produtos no portfólio do grupo
  • Mais de 2.700 empregos diretos
  • Forte presença nas regiões Norte e Nordeste
  • Investimentos em inovação e modernização de embalagens.




© Divulgação/Grupo Raymundo da Fonte

Even está entre as marcas do JC Recall 2026

Médio Oriente: Parlamento português condena “tratamento degradante” de ministro israelita a ativistas

9 June 2026 at 19:35

O parlamento português aprovou hoje cinco votos de condenação pela interceção de Israel da flotilha Global Sumud e pelo “tratamento degradante” imposto aos ativistas pelo ministro da Segurança Nacional israelita, Itamar Ben-Gvir.

Entre os cinco projetos de voto aprovados encontra-se a iniciativa do PS que condena a “detenção por forças navais israelitas, de cidadãos portugueses em águas internacionais” e do Livre, que condena a interceção das embarcações e o tratamento “degradante e humilhante” dos ativistas da Global Sumud pelo ministro da Segurança Nacional israelita, o ultranacionalista Itamar Ben-Gvir.

Entre os ativistas detidos, encontravam-se os portugueses Nuno Gomes, Joana Rocha e Diogo Chaves.

O voto de condenação pelo “tratamento desumano infligido a ativistas detidos por forças israelitas” também do PS foi aprovado com votos a favor de todos os partidos, bem como a iniciativa da Iniciativa Liberal de condenação pelo “tratamento degradante imposto a participantes da flotilha” por Ben-Gvir.

Também foi aprovada a iniciativa do PSD que condena precisamente as ações do ministro israelita.

Após a votação na comissão de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas, os textos aprovados serão agora convertidos num texto único.

Foram rejeitados quatro diplomas, um do BE e dois do Livre, que condenavam, respetivamente, a “violação da dignidade humana dos ativistas” por Ben-Gvir, a “detenção e tortura de ativistas pelas forças israelitas” e as “detenções ilegais e violações dos direitos fundamentais de ativistas humanitários por Israel”.

Foi ainda rejeitada a iniciativa do PCP que condenava as “detenções ilegais e violações dos direitos fundamentais de ativistas humanitários por Israel”.

Em causa estão as ações partilhadas pelo próprio Ben-Gvir em que aparece a humilhar detidos da flotilha humanitária Global Sumud, no mês passado.

O vídeo mostrava dezenas de ativistas da flotilha, detidos em águas internacionais, com as mãos amarradas atrás das costas e com as cabeças no chão.

Como resultado desse vídeo, a França proibiu Ben-Gvir de entrar no seu território, algo que outros países como Reino Unido, Países Baixos, Polónia e Eslovénia já tinham feito antes.

O vídeo provocou uma forte condenação internacional e levou o próprio Presidente israelita, Isaac Herzog, e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, a criticar estas ações.

Ben-Gvir reside como colono ilegal na Cisjordânia – os colonatos violam o Direito internacional – e, como ministro da Segurança Nacional, é responsável pelo sistema prisional israelita.

Em inúmeras ocasiões defendeu a sua gestão das prisões, baseada no endurecimento das condições dos prisioneiros palestinianos, marcada por tortura, agressão sexual e privação de sono, alimentação, higiene ou medicamentos.

Câmara de Lobos acolhe o Lançamento do livro “O Menino que Não Sabia Falar”

9 June 2026 at 19:34
A autora madeirense Luz Mendes apresenta, no próximo sábado, dia 13 de Junho, às 11h, na Casa da Cultura de Câmara de Lobos, o livro infantil O Menino que Não Sabia Falar, uma obra sensível e pedagógica que aborda temas como a inclusão, a empatia e a aceitação da diferença, refere um comunicado. Editado pela […]

Adiós al cartón y al cúter en las oficinas de farmacia

9 June 2026 at 17:01
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El cartón de los medicamentos, el cúter que habitualmente utiliza el farmacéutico para cortarlo y el celo que usa para pegarlo en una hoja tienen los días contados, aunque no de manera inmediata. Poco a poco, pero llegará, dejando atrás una imagen que se ha mantenido durante años y que distorsiona el proceso de digitalización de las oficinas de farmacia.

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Fábrica de baterias em Camaçari será polo de exportação para a América Latina

9 June 2026 at 16:19
A cidade de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), passará a ser um polo de exportação de “superbaterias” de tecnologia BESS para toda a América Latina. De acordo com informações obtidas por A TARDE, a instalação da primeira fábrica da Windey Energy no Brasil faz parte de uma estratégia para tornar a cidade baiana uma "sede" da empresa chinesa no continente. Galpão dentro da Fábrica da Windey de Camaçari - Foto: Leo Almeida | Ag. A TARDE Em coletiva de imprensa nesta terça-feira, 9, o CEO da Windey Energy no Brasil, Ricardo Galvão, afirmou que a Bahia possui os melhores projetos de energia renovável do país em razão do estado ter os “melhores ventos do Brasil”. Segundo o executivo, a implementação da fábrica coloca Camaçari e a Bahia como protagonistas no setor na América Latina.“Os melhores ventos do Brasil são na Bahia, principalmente ventos noturnos com mais de 9, 10 metros por segundo. Isso faz uma diferença incrível. Como é que a gente vai fazer esse protagonismo? Justamente trazendo essa fábrica, não só para trazer divisas automaticamente para a Bahia, mas vamos usar essa fábrica para exportar as nossas divisas, exportar os nossos produtos para toda a América Latina”, afirmou Galvão durante lançamento da pedra fundamental da Windey em Camaçari.Comércio nacionalA disponibilização das baterias BESS não deve focar apenas na exportação e pode alimentar também o mercado nacional e até o baiano. O CEO da Windey afirmou que a empresa “agilizou” o lançamento da fábrica para disputar o Leilão de Reserva de Capacidade na forma de Potência, por meio de novos sistemas de armazenamento de energia em baterias (LRCAP), que será aberto em dezembro. Leia Também: POLÍTICA Ponte Salvador-Itaparica: Jerônimo espera Lula por visibilidade internacional BAHIA Rui Costa mira China e Europa para investimentos em meio à crise com os EUA INVESTIMENTO Camaçari ganha 1ª fábrica de baterias com investimento de R$ 100 milhões “O governo vai lançar esse leilão de baterias no final do ano e é por isso que nós aceleramos nossos processos. Precisamos ter as nossas baterias nacionalizadas porque nós precisamos atender os nossos clientes através de financiamentos, que é o caso do BNDES. Vamos acelerar o mais rápido possível para que, no final do ano, a gente esteja pertencente à possibilidade de concorrer da melhor forma possível”, contou o executivo.A reportagem consultou mais representantes da companhia, os quais informaram que um possível êxito no leilão, inclusive, poderia resultar em um maior diálogo com a Neoenergia Coelba para a disponibilização das baterias para o setor residencial na Bahia. Todavia, o cenário ainda não teria definições.O leilão foi lançado pelo Ministério de Minas e Energia (MME) na semana passada. Segundo o governo federal, a medida representa um marco para a modernização do setor elétrico brasileiro, ao viabilizar a contratação de sistemas de baterias em larga escala para reforçar a segurança do Sistema Interligado Nacional (SIN).Os leilões terão como objetivo contratar disponibilidade de potência, em megawatts (MW), a partir de novos sistemas de armazenamento de energia em baterias eletroquímicas. Esses equipamentos poderão armazenar energia elétrica e devolvê-la ao sistema quando houver necessidade operativa, contribuindo para o atendimento da demanda nos horários de maior consumo.Implantação de turbinasDurante os próximos dois anos, a Windey irá avaliar uma possível implantação de turbinas de energia eólica no próprio espaço da fábrica de baterias, alimentando assim o armazenamento elétrico na unidade de Camaçari. No entanto, conforme o CEO, o foco atual da empresa é a participação no leilão federal e, além disso, a chegada dos aerogeradores também dependeria de uma avaliação das demandas da companhia chinesa.“Após essa primeira rodada, a nossa projeção, inclusive nessa área aqui de 25 mil m², a gente pode colocar não só a fábrica de BESS, mas a construção da nossa produção das turbinas, que a gente chama de naceles aqui. Então, nos próximos dois anos, vamos ver como está sendo o mercado, mas a nossa prioridade agora é a BESS. Na sequência, veremos a fábrica de turbinas com turbinas customizadas para os ventos brasileiros”, explicou.Bahia na frenteO governador Jerônimo Rodrigues (PT), que também esteve presente no lançamento da pedra fundamental da Windey Energy, no Polo Industrial de Camaçari, destacou que o Nordeste possui uma “vantagem competitiva” em relação a outras regiões do Brasil. Segundo o petista, a Bahia principalmente, reúne as melhores condições climáticas para o fomento do mercado de economia verde. Governador durante o lançamento da pedra fundamental da Windey Energy - Foto: Leo Almeida | Ag. A TARDE “Windey fez estudos sobre os melhores lugares para se instalar essa indústria e o Nordeste tem a vantagem competitiva. A Bahia possui as terras que têm as melhores potenciais de vento, sol, além da biomassa. Não diz respeito apenas a uma energia ou outra, é um conjunto”, afirmou Jerônimo.O gestor relatou que participou das tratativas para a chegada da companhia chinesa ao estado, inclusive cumprindo agendas na China. Jerônimo afirmou que buscou facilitar a chegada da Windey em Camaçari e comentou que a projeção da empresa é que a produção tenha início em 2027.“Eu estive na China duas vezes, nas duas vezes tive condições de visitar e de me encontrar com eles. Na companhia do presidente Lula, com participação de Rui Costa, todos eles ajudando a gente para que as informações pudessem ser adequadas. Aqui não foi construído um prédio novo, foi adquirido um prédio, o que já reduz o prazo para o início da produção”, explicou.Novas parceriasO ex-ministro da Casa Civil e pré-candidato ao Senado, Rui Costa (PT) que o novo capítulo da crise entre os Estados Unidos e o Brasil, com a possibilidade de aplicação de um tarifaço de 37,5% sobre produtos brasileiros, faz com que o país busque aproximação com outros parceiros econômicos de outras regiões, como a Europa e a China.Durante o lançamento da pedra fundamental da Windey Energy, Rui voltou a solicitar a parceria dos asiáticos para investir em setores nos quais a Bahia se destaca, a exemplo das energias renováveis."E a China é um parceiro fundamental, na minha opinião, para acelerar essa integração. Então, eu gostaria de registrar aqui o meu pedido, que vocês pudessem também nos ajudar nesse processo de integração e que vocês, além desse investimento de reserva de energia, vocês olhassem toda a cadeia produtiva da energia. A Bahia tem uma vantagem competitiva muito grande em relação a outros estados brasileiros. O Nordeste já tem, e a Bahia, em particular, possui um diferencial grande de custos e de oportunidades", afirmou o ex-ministro, que participou das tratativas para a chegada da Windey.O que são baterias BESSOs sistemas de armazenamento de energia em bateria (BESS) funcionam armazenando eletricidade durante períodos de baixa demanda ou quando há excesso de produção, e liberando-a quando a demanda é alta ou quando há falta de energia. A carga pode ser procedente da rede ou de instalações de energia renovável.A diferença em relação a uma bateria comum é o software que, utilizando ferramentas como IA ou soluções baseadas em dados, pode identificar o momento de liberar a energia armazenada, permitindo um gerenciamento avançado.

Mais de 10 carros icônicos vão sair de linha em 2026; saiba quais

9 June 2026 at 15:48
O mercado automobilístico global e brasileiro passa por profundas transformações em 2026. A chegada em massa de novas montadoras, o avanço tecnológico e a consolidação dos veículos híbridos e elétricos chineses têm redesenhado o portfólio das grandes marcas. Como consequência dessa dança das cadeiras, diversos modelos icônicos e consagrados terão sua produção encerrada de forma definitiva até o fim deste ano.Veja os modelos que vão deixar o mercado em 2026Audi RS7Confirmado como o último representante da prestigiada linha A7 da Audi, o superesportivo disputa o topo da categoria dos sedãs de alto desempenho contra concorrentes como o BMW M8 GranCoupé e o Mercedes-AMG GT 63 4-Door. O modelo é equipado com um motor 4.0 V8 Biturbo puramente a combustão, que entrega 630 cv e 850 Nm de torque, sem nenhum tipo de assistência elétrica. Sua produção global será encerrada junto com o ano-modelo 2026.Preço médio no Brasil de acordo com a Tabela Fipe do modelo é de R$ 1.174.627. Audi RS7 - Foto: Divulgação | Audi Volkswagen ID.4O caso do ID.4 é um dos mais atípicos da lista. A montadora alemã deixará de fabricar o modelo atual no próximo ano, mas o encerramento trata-se, na verdade, de um breve hiato estratégico. A Volkswagen planeja uma reciclagem completa do produto para um futuro próximo, rebatizando-o com um nome comercial de maior apelo popular: ID.Tiguan, seguindo a mesma estratégia adotada para o ID.Polo.O veículo é oferecido no Brasil prioritariamente pelo serviço de assinatura VW Sign&Drive, com mensalidades a partir de R$ 13.746. Ao término do contrato, o cliente tem a opção de compra do modelo pelo valor residual médio de R$ 309.760. Volkswagen ID.4 - Foto: Divulgação | Volkswagen BMW iXO iX representou o primeiro passo da BMW no desenvolvimento de uma plataforma dedicada exclusivamente a um SUV 100% elétrico. O projeto consolidou-se como um marco para a fabricante devido ao seu conforto, cabine disruptiva e ampla autonomia. O encerramento de sua produção está confirmado para o final de 2026 nos Estados Unidos, tendência que deve se estender para o restante do continente americano.No Brasil, os preços variam de acordo com o modelo e ano, partindo de R$ 350.725 e podendo chegar a R$ 791.277. BMW iX - Foto: Divulgação | BMW BMW Z4O segmento de conversíveis perderá uma de suas principais referências. A histórica BMW Z4, que acumulou três gerações ao longo de mais de duas décadas de história, sairá de linha definitivamente. O modelo, que surgiu originalmente para substituir a clássica Z3, ficou tão maduro que forneceu sua plataforma e conjunto mecânico para o desenvolvimento do atual Toyota Supra (MK 5).No Brasil, uma BMW Z4 pode ser encontrada de R$ 205.000 a R$ 370.000 para modelos usados e seminovos. Já para unidades zero quilômetro, o valor pode ultrapassar a marca de R$ 780.000. BMW Z4 - Foto: Divulgação | BMW Jaguar F-PaceO último modelo a combustão da Jaguar sairá de linha para viabilizar um rebranding total da fabricante britânica. A decisão deixará a montadora sem nenhum modelo comercializável em portfólio por um período, até que o Type 01 — um sedã 100% elétrico de ultra-luxo — entre em produção regular, o que está previsto para ocorrer em 2028.No mercado brasileiro, modelos do Jaguar F-Pace zero km ou seminovos podem ser encontrados com preços variando de 519.000 e R$ 731.000. Já versões mais antigas e mais rodadas podem ser encontrados no mercado de usados a partir de R$ 130.000. Leia Também: AUTOS Fiat revela nova geração de modelos Pulse e Fastback 2028 AUTOS Polícia conclui que falha na maçaneta facilita furto da caminhonete mais vendida do Brasil GENERAL MOTORS Chevrolet Tracker 2027: veja o que mudou, versões e preços no Brasil BMW Série 8O cupê de luxo que ocupa o topo da gama da marca bávara sairá do mercado acompanhando o movimento de seu rival direto, o Audi A7. Contudo, a ausência deve ser temporária, uma vez que a BMW já emitiu sinais de que estuda o retorno da linhagem no futuro, embora ainda não se saiba se ela manterá o mesmo formato de carroceria e motorização.Vale relembrar que o modelo já foi comercializado no Brasil, mas, atualmente, pode ser adquirido somente via importação. Os valores variam conforme o ano e a versão, oscilando entre R$ 550.000 e R$ 1.100.000 dependendo do nível de blindagem e conservação. BMW Série 8 - Foto: Divulgação | BMW Lexus LSA divisão de luxo da Toyota anunciou a aposentadoria do sedã que transformou a reputação da marca no mundo. O Lexus LS foi o responsável por quebrar o estigma de que apenas engenheiros europeus sabiam construir sedãs de luxo de ponta. Com o fim de sua produção, a linha de três volumes da marca japonesa ficará restrita aos modelos IS (compacto) e ES (médio).No mercado de usados, o preço do Lexus LS 2020 gira em torno de R$ 787.000,00, conforme a Tabela FIPE Lexus LS - Foto: Divulgação | Lexus Toyota Supra (MK 5)A Toyota decidiu aposentar a lendária linhagem "Supra" apenas sete anos após o seu badalado relançamento em 2020. Batizado oficialmente como GR Supra (e popularizado pela geração MK 5), o cupê esportivo se despede sem nunca ter sido comercializado oficialmente pela marca em território brasileiro, restando apenas unidades trazidas via importação independente.Lexus LC 500Mesmo quase uma década após a sua estreia global, o design do LC 500 permanecia atual e vanguardista. O ano de 2026, porém, decreta o fim das opções cupê e conversível do modelo, conhecido por ostentar um dos últimos motores V8 5.0 aspirados do mercado mundial. O bólido nunca fez parte do portfólio oficial da Lexus no Brasil.Volvo V90A tradicional linha de peruas (station wagons) da Volvo perde o seu maior expoente. O fim da V90 dá sequência ao plano estratégico de eletrificação e foco em SUVs da marca sueca. O modelo convencional já havia deixado o mercado, e a fabricante mantinha apenas a variante aventureira Cross Country. O modelo nunca foi vendido de forma regular no mercado brasileiro. Volvo V90 - Foto: Divulgação | Volvo Tesla Model SUm dos pioneiros do mercado de elétricos de luxo de grande autonomia, o Model S foi o automóvel responsável por consolidar a Tesla como uma potência global. Após mais de uma década de mercado e dezenas de atualizações de software e motorização, o sedã sairá de linha de forma definitiva no final de 2026.Tesla Model XAcompanhando o sedã irmão de plataforma, o SUV de grande porte com as icônicas portas traseiras em estilo "asa de gaivota" também encerra seu ciclo em 2026. Para cobrir a lacuna dos SUVs de três fileiras de assentos, a Tesla planeja lançar uma variante alongada do Model Y nos próximos anos. Tesla Model X - Foto: Divulgação | Tesla

Club Farense | Programação desta semana

9 June 2026 at 17:52

O Clube Farense apresenta a seguinte programação: Dia 11 de Junho, quinta-feira às 18h30, o lançamento do livro de Frederico d’Orey, “Se disser a verdade estarei a mentir-te” com apresentação de Adriana Freire Nogueira. Este é um romance provocador e intimista que mergulha em conflitos interiores e temas socialmente controversos e muito actuais… Dia 12 […]

Addio a Ulrico Carlo Hoepli, l’ “artigiano del libro” che ha custodito per decenni la storia della libreria milanese

9 June 2026 at 17:12

Ulrico Carlo Hoepli è morto martedì a Milano all’età di 91 anni. Era stato ricoverato al Policlinico per una polmonite bilaterale e, nei giorni scorsi, trasferito in un hospice. Con lui scompare una delle figure più rappresentative dell’editoria milanese: non solo il presidente della casa editrice Hoepli, ma anche l’uomo che per anni ha incarnato il legame tra la tradizione familiare, la libreria di via Hoepli e una certa idea di cultura tecnica, scientifica e civile profondamente radicata nella storia della città.

Padre di Giovanni, Matteo e Barbara Hoepli, Ulrico Carlo è stato a lungo il punto di equilibrio di una famiglia segnata negli ultimi anni da tensioni, contenziosi e scelte difficili. La sua morte arriva in un momento particolarmente simbolico: proprio mentre la storica libreria milanese ha già chiuso definitivamente e il palazzo di via Hoepli dovrà essere svuotato entro il 30 giugno.

Una dinastia editoriale nata nel 1870

La storia della famiglia Hoepli affonda le radici nel 7 dicembre 1870, quando Ulrico Hoepli, nato a Tuttwil, in Svizzera, rilevò a Milano una libreria già esistente e diede avvio alla casa editrice destinata a diventare uno dei marchi più riconoscibili del panorama culturale italiano. Il fondatore, morto nel 1935 senza eredi diretti, scelse come successore il nipote Carlo Hoepli. Dopo la Seconda guerra mondiale, Carlo fu affiancato dai figli Ulrico e Gianni. A partire dagli anni Sessanta, dopo la laurea in giurisprudenza, entrò nella direzione dell’impresa anche Ulrico Carlo Hoepli, rappresentante della quarta generazione familiare.

Sotto la sua guida, e poi con l’ingresso dei figli Giovanni, Matteo e Barbara, la casa editrice proseguì nel solco originario: editoria tecnico-scientifica, manualistica, scolastica, dizionari, testi professionali e libri pensati per la formazione. Una specializzazione che Hoepli ha sempre rivendicato come parte della propria identità, lontana dalle mode editoriali e fedele a una vocazione di lungo periodo.

L’artigiano del libro

Ulrico Carlo Hoepli amava definirsi, e veniva spesso raccontato, come un “artigiano del libro”. Per lui l’editoria non era soltanto produzione industriale, ma cura, qualità, equilibrio economico e attenzione alla durata. In una lunga intervista del 2010 aveva spiegato che il compito di chi lavora nei libri è adattarsi al nuovo senza perdere il rapporto con il passato. Era questa, forse, la sua cifra più evidente: la capacità di guardare alla modernità, dai supporti multimediali alla vendita online, senza rinunciare alla tradizione del libraio-editore. La Libreria Internazionale Hoepli, per lui, restava il cuore pulsante dell’azienda: un luogo non soltanto commerciale, ma identitario, capace di tenere insieme catalogo, lettori, librai e città.

La libreria come cuore della casa editrice

Hoepli rivendicava spesso la natura particolare dell’impresa familiare: una casa editrice nata da una libreria e rimasta legata al modello europeo del libraio-editore. Un’impostazione che, nella sua visione, permetteva di mantenere il controllo della filiera culturale, di conoscere direttamente i lettori e di custodire una libreria “di eccellenza” nel centro di Milano.

Via Hoepli, a pochi passi dal Duomo, non era quindi una sede qualsiasi. Era il simbolo di una continuità iniziata nell’Ottocento, sopravvissuta ai bombardamenti della Seconda guerra mondiale e ricostruita anche grazie all’impegno delle generazioni successive. Per 156 anni, quella libreria è stata un punto di riferimento per studenti, professionisti, tecnici, ingegneri, giuristi, appassionati di lingue, manuali e dizionari.

I manuali, la scienza e i “bei libri”

Nella storia della casa editrice, Ulrico Carlo Hoepli ha difeso la centralità dei settori tecnico-scientifici e manualistici. Il “Manuale dell’ingegnere”, pubblicato per la prima volta nel 1876 e arrivato a decine di edizioni, rappresentava uno degli esempi più forti di questa continuità. Accanto ai grandi testi professionali, Hoepli conservava anche un legame affettivo con titoli storici come “Pierino Porcospino”, piccolo classico di derivazione tedesca che l’editore amava ricordare come parte dell’eredità culturale della casa.

Per Hoepli, un libro doveva essere solido nei contenuti ma anche bello come oggetto. L’attenzione alla carta, ai caratteri, all’aspetto materiale del volume era parte integrante del mestiere. Non un dettaglio estetico, ma un modo per rispettare il lettore e dare durata al lavoro editoriale.

Il ruolo nell’editoria italiana ed europea

La figura di Ulrico Carlo Hoepli non è stata centrale solo per la storia della sua azienda. Nel corso della sua carriera ha ricoperto incarichi di rilievo nel mondo editoriale italiano e internazionale. È stato consigliere di amministrazione della Siae, consigliere e tesoriere dell’Associazione Italiana Editori, presidente e vicepresidente della Federazione Europea Editori e membro del consiglio esecutivo dell’Unione Internazionale Editori.

In questi ruoli ha rappresentato una generazione di editori abituata a ragionare in termini europei, ma con un forte radicamento nazionale e cittadino. Una visione coerente con le origini della famiglia, svizzere e mitteleuropee, e con la storia stessa di Milano, città di scambi culturali, professionali e linguistici.

La scomparsa nel momento più difficile per la libreria Hoepli

La morte di Ulrico Carlo Hoepli arriva mentre la storica libreria di via Hoepli è ormai entrata nella fase finale della sua chiusura. Il palazzo dovrà essere completamente svuotato entro il 30 giugno: scaffali, uffici, magazzini, volumi e arredi sono destinati a lasciare la sede che per oltre un secolo e mezzo ha identificato il marchio nel cuore della città. La coincidenza ha un forte valore simbolico. Mentre scompare l’uomo che più di altri ha tenuto insieme il filo della memoria familiare, si allontana anche la possibilità di conservare intatto uno dei luoghi culturali più riconoscibili di Milano.

Nelle prossime settimane si capirà se una parte dell’attività potrà essere salvata. Entro il 15 giugno è attesa la proposta della cordata di imprenditori che ha scelto come figura di riferimento Vittorio Graziani, storico libraio della Centofiori. L’obiettivo è rilevare l’attività e tentare di dare continuità alla tradizione della libreria, con una condizione considerata essenziale: mantenere, se possibile, un legame con la sede originaria.

Il contesto, però, è complesso. Il ramo scolastico è stato ceduto a Mondadori insieme al marchio Hoepli, elemento che renderebbe impossibile per un eventuale nuovo progetto utilizzare il nome storico nella forma attuale. Sullo sfondo resta anche la controversia familiare con Giovanni Nava, cugino di Barbara, Giovanni e Matteo Hoepli, oggi titolare del 33% della società e in attesa della decisione della Cassazione sulla richiesta di una diversa attribuzione delle quote.

Il lascito di Ulrico Carlo Hoepli

Nel ricordare il fondatore, Ulrico Carlo Hoepli diceva che il messaggio più importante lasciato alla famiglia era “andare avanti”: continuare a fare libri, mantenere viva la casa editrice, restare a Milano. È lo stesso filo che ha attraversato la sua vita professionale, dalla direzione dell’impresa familiare al lavoro nelle associazioni editoriali, dalla difesa della libreria alla capacità di accompagnare l’azienda verso il digitale. Con la sua scomparsa Milano perde un editore sobrio, colto, legato a un’idea concreta e artigianale del libro. Un uomo che ha vissuto la libreria non come semplice negozio, ma come presidio culturale. E che, fino alla fine, ha rappresentato una delle ultime grandi continuità tra la Milano ottocentesca dei librai-editori e la città contemporanea.

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UAlg acolhe lançamento de plataforma europeia de formação gratuita em Aquacultura 4.0

9 June 2026 at 17:09

AQUATECHinn 4.0 oferece formação gratuita e certificada para preparar profissionais da Aquacultura 4.0. Será apresentado em Faro, na Universidade do Algarve (UAlg) a 17 de junho de 2026.

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Apple apresenta assistente Siri IA que não vai funcionar na Europa e na China

A Apple revelou esta segunda-feira a reformulação do seu assistente Siri transformado em inteligência artificial (IA) conversacional, mas apoiado na tecnologia da Google, dois anos depois do fracasso de uma primeira tentativa desenvolvida internamente.

Com lançamento previsto para o outono, exceto na China e na Europa por questões regulamentares, o assistente da Apple, renomeado SiriAI, permitirá delegar a redação de emails, pesquisar através das aplicações ou deixar a ferramenta interpretar o que aparece no ecrã.

O assistente, que necessita de dispositivos recentes com chips Apple, baseia-se numa adaptação própria dos modelos Gemini do Google, aumentando a dependência do gigante de Cupertino em relação ao seu vizinho em Mountain View.

A Apple, que fez da privacidade dos dados um argumento comercial central, ao contrário do Google, insistiu várias vezes na apresentação baseada no facto de estas funções IA funcionarem apenas no seu ecossistema seguro.

A apresentação de segunda-feira, 8 de junho, como de costume pré-gravada, marcou a última aparição do chefe da Apple, Tim Cook, na abertura da conferência anual de criadores (WWDC): “foi a honra de uma vida”, declarou no final aquele que cederá a direção geral a partir de 1 de setembro a John Ternus, responsável pela engenharia de hardware.

Alguns minutos antes da transmissão da “keynote”, Tim Cook veio saudar uma última vez a comunidade de criadores reunida na Apple Park, enxugando uma lágrima sob uma salva de aplausos, conforme constatou um jornalista da agência de notícias francesa AFP.

Há dois anos, durante a mesma conferência, Tim Cook tinha anunciado que a Apple estava a alcançar um marco importante para integrar massivamente a IA generativa, acompanhando o frenesim que tomou conta do setor desde o lançamento do ChatGPT. Mas, o lançamento nunca ocorreu. A tão esperada reformulação do assistente de voz Siri, elogiado nos anúncios do grupo, nunca se concretizou, custando à Apple uma ação coletiva de clientes americanos, que a empresa aceitou pagar este ano, de 250 milhões de dólares (216,8 milhões de euros).

O atraso da Apple na corrida à IA não é um obstáculo para muitos analistas. Com mais de 2,5 mil milhões de dispositivos ativos, a Apple poderia sair-se bem quando os usos de IA para o público em geral chegarem à sua maturidade.

“A Apple está a fazer uma enorme aposta na IA: não ter de gastar centenas de mil milhões por ano em infraestruturas de IA (…) para colher os frutos”, escreve John Gruber, um comentador muito seguido.

“A IA é uma tecnologia incrivelmente poderosa, capaz de moldar a sociedade a fundo”, declarou o responsável pelo software da Apple, Craig Federighi, no vídeo de apresentação.

“No entanto, alguns parecem avançar de cabeça baixa, como se estivessem a perseguir a IA pela IA, sem real consideração pelas pessoas”, acrescentou, ao apoiar esta nova estratégia.

O grupo apresentou também longamente o reforço do controlo parental, no momento em que os gigantes americanos da tecnologia enfrentam uma pressão crescente da sociedade civil em relação à proteção de menores.

Apesar da ausência de uma oferta de IA competitiva, a ação da Apple desafiou amplamente a gravidade nos últimos dois anos.

A sua capitalização supera os 4.000 mil milhões de dólares, estando entre as três maiores do mundo, atrás da Nvidia e próxima do Google.

No trimestre encerrado em março, a Apple registou um lucro líquido de quase 30 mil milhões de dólares [27,3 mil milhões de euro] (+19%) , impulsionado por vendas massivas do iPhone 17. As dificuldades do grupo em desenvolver as suas ferramentas de IA de forma autónoma contrastam com a sua cultura de controlo total, desde os chips caseiros até aos softwares.

Fatura com tokens de IA a explodir: CEO da OpenAI diz que agora custos são um “grande problema”

9 June 2026 at 16:16

O CEO da OpenAI (que detém o ChatGPT), Sam Altman, realizou recentemente um retrato sobre o estado da inteligência artificial (IA). Pelo meio ficou um alerta. Os custos com os tokens, ligados à tecnologia, estão a subir muito rapidamente levando mesmo a que as empresas estejam a estabelecer limites.

Os tokens nada mais são do que as unidades de dados processados pelos modelos de IA, como o Gemini, o ChatGPT, e o Claude, pertencentes à Google, OpenAI e Anthropic.

“No início de 2026, o problema nunca foi levantado. As pessoas estavam totalmente satisfeitas com o valor que estavam a gastar. Agora, os custos da IA ​​são um grande problema”, referiu Sam Altman, durante um evento corporativo, em declarações transcritas pela Business Insider, sobre os custos ligados aos tokens de IA.

Sam Altman salientou durante um evento que há seis anos e ano o maior utilizador de tokens, da OpenAI, tinha um consumo de 100 mil por mês.

“Isso tornava-o muito provavelmente o líder mundial em gastos com tokens”, referiu o CEO da tecnológica. “Passados seis anos e meio este valor está próximo da média per capita mundial. O líder em gastos com tokens na OpenAI utiliza cerca de 100 mil milhões de tokens por mês”, referiu Sam Altman.

E este nem é o maior consumidor de tokens no mundo, algo que o CEO da OpenAI vê como uma “vergonha pessoal”. O consumo é visto por várias empresas, entre as quais a OpenAI, como algo de relevo, ao ponto de ter um ranking sobre quem mais consome. Além disso a tecnológica está também no negócio da venda de tokens.

A Business Insider salienta que a OpenAI deve ter gasto mais de mais de 100 mil milhões de tokens num mês, enquanto que o New York Times chegou a avançar que um funcionário da tecnológica chegou a gastar 210 mil milhões de tokens numa semana. Existe também relatos de que o criador da OpenClaw, Peter Steinberger, já atingiu 603 mil milhões de tokens em 30 dias.

Este consumo de tokens tem sido de tal ordem que já existem empresas a colocar limites nos gastos sendo a Amazon e a Uber alguns desses exemplos, salienta a Business Insider.

Sam Altman referiu que o tópico dos gastos em tokens tem sido de tal ordem que até já originou um meme. “A minha empresa gastou todo o orçamento de 2026 no primeiro trimestre, podem tornar isto mais eficiente?”.

No caso do CEO da Faros AI, Vitaly Gordon, um dos seus engenheiros gastou 40 mil dólares (34 mil euros) em tokens, em maio. “E eu realmente não sei se devo impedi-lo ou se devo andar por aí a dizer a todos os outros para fazerem o mesmo”, disse Vitaly Gordon, citado pela TechCrunch.

E há quem tenha faturas bem superiores. Um consultor para a área da IA, referiu à Axios, que uma empresa encontrou uma conta de 500 milhões de dólares (432 milhões de euros), para o Claude (modelo da Anthropic), depois de não ter definido limites de utilização para os seus funcionários.

Prefeito de Camaçari prevê nova reunião com Grupo City no Brasil

9 June 2026 at 14:36
O prefeito de Camaçari, Luiz Caetano (PT), afirmou que a reunião feita junto ao City Football Group em agenda na Inglaterra tratou de investimentos para a cidade. Em declaração feita durante o lançamento da pedra fundamental da fábrica de baterias Windey nesta terça-feira, 9, o gestor apontou que um novo encontro será realizado em território brasileiro para acertar as pendências.Segundo o gestor, o grupo, que administra o Esporte Clube Bahia, realizou o desenvolvimento da cidade de Manchester através do esporte e a intenção do encontro seria a realização do mesmo modelo em Camaçari."O que eles fizeram lá em Manchester foi o desenvolvimento da cidade a partir do esporte, é um espetáculo, e na parceria Público-Privada. Foi uma viagem muito legal, não foi só com o Grupo City, me reuni também com outros empresários. Você está vendo aqui hoje como trouxemos investimentos", disse o prefeito após ser questionado pelo A TARDE. Leia Também: BUSCA POR INVESTIMENTOS Prefeito de Camaçari se reúne com donos do Grupo City na Inglaterra INVESTIMENTO Camaçari ganha 1ª fábrica de baterias com investimento de R$ 100 milhões E.C.BAHIA Membro do Grupo City vê Bahia no caminho certo e mira boa relação com torcida A data para o novo encontro não foi informada pelo prefeito, durante entrevista à imprensa. Nova rodada de reuniõesCaetano também evitou comentar quais investimentos específicos devem ser feitos pelo City em Camaçari, mas adiantou que fará uma nova reunião com a companhia."Não posso falar ainda porque faltou o pessoal do mundo árabe. Nós vamos ter uma reunião aqui e vamos apresentar as áreas prioritárias", explicou Caetano. Lançamento da Pedra Fundamental em Camaçari - Foto: Letícia Martins | ECBahia Bahia e Grupo City lançaram pedra fundamental do novo CT em fevereiroEm fevereiro, o Esporte Clube Bahia SAF apresentou o novo centro de treinamento do Esquadrão de Aço com investimento de R$ 300 milhões e mais de 560 mil metros quadrados.O City Football Academy Bahia ficará localizado em Camaçari, prometendo ser o mais moderno de todo o Nordeste e um dos mais completos do país.O equipamento contará com:12 campos de futebol, sendo quatro para o time masculino, dois para o time feminino e seis para categorias de base;1 miniestádio para mil pessoas;1 hotel;1 centro administrativo;144 vagas de alojamento;500 vagas de estacionamento.A estrutura seguirá o modelo de excelência dos City Football Academies espalhados pelo mundo, como os de Manchester, Nova York, Montevidéu e Melbourne. No novo CT estarão reunidos o futebol profissional masculino e feminino, além das categorias de base e demais setores administrativos do clube.Além do espaço, o lugar é localizado estrategicamente, a apenas 15 minutos do Aeroporto Internacional de Salvador e a 40 minutos da Arena Fonte Nova.

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