Mau tempo: CPDLO critica demora nas reparações

© CARLOS BARROSO/LUSA

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Portugal continental vai sentir uma subida acentuada das temperaturas ao longo desta semana, com os termómetros a aproximarem-se dos 40 ºC em algumas regiões. A mudança será provocada pela chegada de uma massa de ar quente subtropical, que deverá ganhar força a partir de quarta-feira.
De acordo com a Meteored, a semana começa seca e soalheira, mas ainda com contraste térmico entre o litoral e o interior. As máximas deverão variar entre os 19 ºC em Viana do Castelo e os 29 ºC em Beja e Castelo Branco.
Nos próximos dias, porém, o cenário muda. Segundo a previsão da Meteored, a subida das temperaturas será generalizada e mais expressiva a partir de 10 de junho, sobretudo no interior Centro e Sul.
A partir de quarta-feira, dia 10, a aproximação da massa de ar quente deverá fazer subir os termómetros em grande parte do território continental. O interior Centro e Sul será o mais afetado nesta primeira fase.
Nestes locais, as temperaturas máximas poderão chegar aos 34 ºC. No Norte, a subida será menos marcada no arranque, com valores até 28 ºC, mantendo algum contraste face ao resto do país.
As anomalias térmicas positivas deverão cobrir praticamente todo o território continental, com exceção do Algarve. Em alguns pontos, as temperaturas poderão ficar até 12 ºC acima da normal climatológica.
Na quinta-feira, dia 11, a subida deverá chegar com mais força também ao Norte. O Vale do Douro poderá atingir os 35 ºC, enquanto Braga poderá chegar aos 32 ºC e Vila Real aos 30 ºC.
O calor deverá continuar a intensificar-se no Centro e no Sul, aproximando o país de um cenário mais típico de verão. O tempo seco e soalheiro deverá dominar a maior parte do território.
Esta evolução será acompanhada por uma sensação térmica mais elevada, sobretudo nas zonas interiores, onde a influência marítima é menor e o aquecimento diurno se acumula com mais facilidade.
A sexta-feira, dia 12, deverá ser o dia mais quente da semana. Os termómetros podem aproximar-se dos 40 ºC nos vales do Douro e do Tejo, assim como em zonas mais a sul, como Alcácer do Sal e Grândola.
Entre as capitais de distrito, as mais frescas deverão ser Aveiro e Viana do Castelo, com máximas de 27 ºC. Porto e Guarda poderão registar cerca de 31 ºC.
Já Braga, Beja e Évora poderão chegar aos 36 ºC. Santarém, Portalegre, Castelo Branco e Viseu deverão rondar os 35 ºC, confirmando uma subida acentuada de norte a sul.
No sábado, dia 13, os mapas apontam para um ligeiro alívio no noroeste do país. Ainda assim, as temperaturas deverão continuar elevadas em várias regiões.
As máximas poderão variar entre os 24 ºC em Viana do Castelo e os 36 ºC em Santarém e Beja. Isto significa que, mesmo com algum alívio, o calor continuará a marcar o fim de semana em boa parte do território.
A previsão indica ainda a possibilidade de regresso da chuva ao interior Norte ao final da tarde de sábado, bem como a hipótese de trovoada em zonas do Norte e Centro.
A subida das temperaturas pode exigir cuidados adicionais, sobretudo entre idosos, crianças, pessoas com doenças crónicas e trabalhadores expostos ao sol. Beber água, evitar esforços nas horas de maior calor e procurar sombra são medidas simples, mas importantes.
O calor será mais intenso no interior, nos vales do Douro e Tejo, no Alentejo e em algumas zonas do Centro. No litoral, os valores deverão ser mais moderados, embora também possam subir face aos dias anteriores.
Como a previsão ainda pode sofrer ajustes, sobretudo para o fim de semana, a recomendação é acompanhar as atualizações meteorológicas ao longo dos próximos dias.
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O ministro da Economia, Castro Almeida, admitiu esta segunda-feira alargar o prazo para a análise das candidaturas à reconstrução de habitações danificadas pelas tempestades em Leiria e na Marinha Grande que terminava a 30 de junho.
Falando à margem do lançamento da campanha “Nem tudo o que vês é jogo seguro”, promovida pela Direção-Geral do Consumidor (DGC) para combater o jogo ilegal online, Castro Almeida esclareceu que “o prazo de 30 de junho era um prazo indicativo, foi uma meta que os próprios municípios e as Comissões de Coordenação de Desenvolvimento Regional (CCDR) se impuseram a si próprios”.
“Foi uma data indicativa. Se tiver que ir para depois de julho, quer dizer que não foi possível fazer antes”, declarou.
Segundo o ministro, o prazo de 30 de junho [para conclusão das candidaturas aos apoios] “foi um consenso que se estabeleceu numa reunião com vários outros membros do Governo e com as Comissões de Coordenação de Desenvolvimento Regional e com as comunidades internas municipais”.
O ministro da Economia reagia a uma notícia do Jornal de Notícias, indicando que os municípios da Marinha Grande e de Leiria não vão conseguir concluir, até 30 de junho, a análise de mais de 14 mil candidaturas (3365 na Marinha Grande e 10.808 em Leiria) a apoios de até dez mil euros para reconstruir habitações danificadas pelas tempestades do início do ano.
Segundo o jornal, o prazo foi estipulada pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Centro, em articulação com a Comunidade Intermunicipal da Região de Leiria, mas há candidaturas que ainda nem sequer foram analisadas, o que pode significar que milhares de lesados não vão receber apoio para reerguer as suas casas até ao final do mês.
“Já há bastante tempo que chegámos à conclusão de que em três ou quatro concelhos esse objetivo pode ser difícil, mas na esmagadora maioria dos concelhos o objetivo continua de pé e creio que vai ser alcançado”, declarou o ministro, recordando que só o município de Leiria tem praticamente um terço das candidaturas.
“É compreensível que em Leiria possa demorar, mas essa exceção não é regra”, acrescentou.
Castro Almeida afirmou que “mais do que 90% das situações vão ficar resolvidas até o dia 30 de junho”, devendo as restantes candidaturas ser “resolvidas mais tarde”.
A 6 de junho, a plataforma do Governo indicava que apenas 10% dos processos da Marinha Grande tinham sido analisados pela autarquia, de um total de 3.365.
A previsão do tempo e do estado do mar no Algarve.
O conteúdo O tempo vai estar assim no Algarve esta terça-feira (9 de junho) aparece primeiro em Algarve Marafado.
Há previsão de chuvas com ventos intensos e até queda de granizo. O Inmet acrescenta a possibilidade de estragos em plantações, queda de galhos de árvores e também alagamentos.
O Inmet orienta a população para que, em caso de rajadas de vento, não se abrigue debaixo de árvores, pois há leve risco de queda e descargas elétricas. Outra recomendação é que as pessoas afetadas podem buscar informações com a Defesa Civil (telefone 199) e com o Corpo de Bombeiros (193).
O órgão também prevê perigo potencial de chuvas intensas para esta manhã de segunda no Norte do País, incluindo a maior parte dos estados do Pará e do Amazonas, e do Amapá, além do Sul de Roraima.
Há previsão de chuvas com ventos intensos e até queda de granizo. O Inmet acrescenta a possibilidade de estragos em plantações, queda de galhos de árvores e também alagamentos.
O Inmet orienta a população para que, em caso de rajadas de vento, não se abrigue debaixo de árvores, pois há leve risco de queda e descargas elétricas. Outra recomendação é que as pessoas afetadas podem buscar informações com a Defesa Civil (telefone 199) e com o Corpo de Bombeiros (193).
O órgão também prevê perigo potencial de chuvas intensas para esta manhã de segunda no Norte do País, incluindo a maior parte dos estados do Pará e do Amazonas, e do Amapá, além do Sul de Roraima.