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Doutores da Alegria levam cortejo junino e espetáculo a hospitais públicos do Recife

8 June 2026 at 15:28

O clima de São João vai chegar às alas pediátricas de hospitais públicos do Recife com a nova edição do São Joãozinho dos Doutores da Alegria. Entre os dias 10 e 16 de junho, os palhaços da organização promovem cortejos juninos e apresentam o espetáculo "Presepada de São João" em cinco unidades de saúde da capital pernambucana.

Espetáculo leva humor e tradição junina aos hospitais

Além do cortejo com músicas típicas executadas ao vivo, os artistas apresentam a peça inspirada no cordel "A peleja do noivo que tentou enganar a noiva na festa de São João ou vice e versa".

A trama acompanha as confusões envolvendo o casamento de Dr. Gonda e Dra. Baju, ameaçado pela fuga inesperada do noivo às vésperas da cerimônia. As apresentações também contam novamente com a participação do músico Ricardo Lima, que interpreta o personagem "São Foneiro".

Projeto busca preservar a alegria da infância

Segundo o coordenador artístico da unidade Recife dos Doutores da Alegria, Arilson Lopes, a proposta é levar para dentro dos hospitais elementos afetivos das festas juninas nordestinas.

“O São João é uma festa muito afetiva no Nordeste inteiro e em todas as regiões de Pernambuco. Fazer o São Joãozinho nos hospitais é uma forma de mostrar que a vida também acontece dentro dos hospitais”, afirma.

Programação completa

A temporada 2026 do São Joãozinho dos Doutores da Alegria começa no dia 10 de junho, no Imip, segue no dia 11 pelo Hospital Universitário Oswaldo Cruz e pelo Procape, passa pelo Hospital da Restauração em 15 de junho e encerra a programação no Hospital Barão de Lucena, em 16 de junho.

Todas as apresentações são realizadas dentro das unidades de saúde, em horários distribuídos entre 9h30 e 11h.

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© Divulgação/Doutores da Alegria

Doutores da Alegria apresentam cortejos juninos e o espetáculo Presepada de São João em hospitais públicos do Recife

Ideias do Levante apresenta “Vozes na Minha Cabeça”

A associação cultural Ideias do Levante, em parceria com o Município de Lagoa, irá apresentar a sua quadragésima oitava produção teatral, intitulada “Vozes na Minha Cabeça”, no dia 14 de junho de 2026, no auditório do Centro Cultural do Convento S. José, pelas 17h00. O guião e a encenação têm a assinatura de Mário Rui Filipe.

O elenco será composto por Joana Santos, Laura Vicente, Maria Pacheco, Pedro Rodrigues, Rita Beja e Rui Martins. O espetáculo será totalmente apresentado na língua portuguesa.

Mário Rui Filipe inspirou-se em textos de Filipe Pereira que abordam duas realidades distintas: a vida dos artistas no presente e a dor dos amigos que se perdem no mundo das dependências. Ao mesmo tempo, exploram as vozes que ecoam na mente de quem tem memória — vozes que desejam consertar o passado, mas que, entre o consciente e o inconsciente, perturbam ao ponto de questionarmos toda uma existência.

São textos contemporâneos que, mergulhados na atualidade, servem para transmitir uma mensagem de esperança e resiliência em tempos difíceis.

O espetáculo é totalmente amador, de entrada gratuita, recomendado para maiores de 12 anos e limitado à lotação da sala (84 lugares). Apesar de gratuito, qualquer donativo será bem-vindo para apoiar a associação. Existe a possibilidade de reservar via clicando AQUI , pois uma parte da lotação encontra-se destinada a pedidos de reserva.

O Centro Cultural Convento de São José fica localizado na Rua Joaquim Eugénio Júdice, 8400-325 Lagoa, dispondo de uma pequena área de estacionamento junto ao espaço com cerca de 20 lugares.

Camila Pitanga celebra noivado e destaca valor do amor maduro

O Dia dos Namorados deste ano terá um significado diferente para Camila Pitanga. Aos 47 anos, a atriz vive uma nova etapa da vida amorosa após ter sido pedida em casamento pelo dramaturgo Patrick Pessoa. Entre os preparativos para a cerimônia e os novos projetos profissionais, ela define o momento como uma fase de maturidade, emoções e esperança no futuro.

“O amor sempre foi um norte na minha vida, algo para cultivar e celebrar”, afirma. Pela primeira vez noiva, ela conta que tem vivido cada etapa dos preparativos como parte de um ritual afetivo compartilhado. “A alegria é muito poderosa. Me vejo mais emotiva e vibrante.”

Camila diz enxergar valor na construção de uma relação baseada em tranquilidade e parceria. Segundo ela, a experiência de viver um amor maduro traz uma perspectiva diferente sobre a data comemorativa. “É uma dádiva viver um amor tranquilo e maduro que aposta no futuro.”

Interpretações e aprendizados sobre o amor

Ao longo de mais de três décadas de carreira, a atriz interpretou personagens que atravessaram paixões arrebatadoras, crises e reencontros. Para ela, essas histórias ajudaram a reforçar uma percepção que também surgiu da vida fora das telas: não existe amor sem vulnerabilidade.

Ela avalia que os vínculos afetivos são construídos a partir da imperfeição e da capacidade de transformação. Afirma que tanto a convivência com outras mulheres quanto a experiência de emprestar o corpo e a voz a diferentes personagens contribuíram para essa compreensão sobre os relacionamentos.

Entre as histórias de amor que viveu na ficção, uma ocupa lugar especial na memória do público e da atriz: o romance entre Bebel e Olavo, personagens de “Paraíso Tropical” (2007). A atriz lembra que a relação não estava prevista nos planos iniciais da trama e o autor Gilberto Braga foi construindo ao longo da novela.

“A relação começa, segundo a própria Bebel, ‘na profissa’ e foi se transformando numa paixão não assumida até enfim se tornar um amor com toques de humor e drama”, recorda. Para ela, era uma história marcada por contradições, o que ajudou a torná-la tão memorável.

Arte e conexões humanas

Em um momento em que grande parte das relações passa por telas e redes sociais, Camila acredita que a arte continua exercendo um papel importante na criação de conexões humanas. Ela vê semelhanças entre a capacidade da arte de ampliar horizontes e como o amor pode expandir a experiência de quem o vive. “O vínculo, a entrega, é que sustenta, dá alicerce”, resume.

Essa visão esteve presente na participação da atriz em um evento promovido pela joalheria italiana Bvlgari para celebrar o Dia dos Namorados. A programação reuniu poesia, dança, música e iniciativas filantrópicas em uma proposta que buscava discutir o amor para além do romance.

Responsável pela leitura de uma poesia durante a celebração, ela defende que ações desse tipo ajudam a valorizar a produção cultural brasileira e a fortalecer instituições ligadas à arte. Segundo ela, cultura não deve ser vista apenas como entretenimento, mas também como memória, identidade e transformação social.

A atriz também destaca o encontro entre diferentes linguagens artísticas como uma forma de aproximar pessoas e criar diálogos. “A arte tem essa força de atravessar fronteiras e construir encontros”, afirma.

Novos projetos

Enquanto vive esse momento especial na vida pessoal, Camila prepara novos trabalhos para os próximos meses. Atualmente, ela está em cartaz com a peça “Lia, Lia”, adaptação do romance de Caetano Galindo, ao lado da atriz Beth Coelho. Em julho, o espetáculo chega a São Paulo para uma curta temporada no Teatro SESI da Avenida Paulista.

Já no fim do ano, a atriz volta a interpretar Lola em uma nova fase de “Beleza Fatal”. Mas, antes de mergulhar novamente na personagem, ela pretende aproveitar uma temporada que, dentro e fora dos palcos, tem sido guiada pelo mesmo sentimento. (FOLHAPRESS)

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LAMA leva “O Pior Professor do Mundo” a Macau

8 June 2026 at 13:02

A peça “O Pior Professor do Mundo”, do LAMA Teatro, vai ter duas exibições, a 17 e 18 de Junho, em Macau, no âmbito do Festival da Língua Portuguesa.

As sessões será destinadas à comunidade escolar e também ao público em geral, na Escola Portuguesa de Macau.

«Esta digressão marca um passo decisivo na estratégia de internacionalização do LAMA Teatro, que reforça a sua aposta na circulação das suas criações fora de Portugal, levando o seu repertório a novos públicos e contextos culturais, e consolidando a sua presença no panorama teatral lusófono», diz a companhia.

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Ideias do Levante estreia a peça “Vozes na Minha Cabeça” em Lagoa

8 June 2026 at 10:31

“Vozes na Minha Cabeça”, com guião e a encenação têm a assinatura de Mário Rui Filipe, é a peça que se vai estrear no dia 14 de junho, às 17h00, no auditório do Centro Cultural do Convento S. José, em Lagoa.

Esta que é a 48ª produção teatral da associação cultural Ideias do Levante será levada à cena por um elenco composto por Joana Santos, Laura Vicente, Maria Pacheco, Pedro Rodrigues, Rita Beja e Rui Martins.

Mário Rui Filipe inspirou-se em textos de Filipe Pereira que abordam duas realidades distintas: a vida dos artistas no presente e a dor dos amigos que se perdem no mundo das dependências.

Ao mesmo tempo, exploram as vozes que ecoam na mente de quem tem memória — vozes que desejam consertar o passado, mas que, entre o consciente e o inconsciente, perturbam ao ponto de questionarmos toda uma existência. São textos contemporâneos que, mergulhados na atualidade, servem para transmitir uma mensagem de esperança e resiliência em tempos difíceis.

A associação Ideias do Levante esclarece que «o espetáculo é totalmente amador», de entrada gratuita, recomendado para maiores de 12 anos e limitado à lotação da sala (84 lugares).

«Apesar de gratuito, qualquer donativo será bem-vindo para apoiar a associação».

Há a possibilidade de reservar aqui, pois uma parte da lotação está destinada a pedidos de reserva.

O Centro Cultural Convento de São José fica localizado na Rua Joaquim Eugénio Júdice, 8400-325 Lagoa, dispondo de uma pequena área de estacionamento junto ao espaço com cerca de 20 lugares.

A Ideias do Levante é uma associação cultural fundada a 27 de abril de 1995, com sede em Lagoa e extensão em Portimão (Espaço Portas do Sol). A sua atividade centra-se na formação, produção e promoção cultural, através de projetos nas áreas das artes performativas e do bem-estar. Mais informações clicando aqui.

Esta produção conta com o apoio do Município de Lagoa, Estorninho.biz, Photos4Life e DxO, entre outros parceiros.

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Spiagge chiuse sul litorale di Ostia e Teatro Antico sold out

8 June 2026 at 06:39
Spiagge chiuse sul litorale di Ostia e Teatro Antico sold out

La potenza del mito classico raccontata con linguaggio contemporaneo. Il sodalizio perfetto tra classicità e modernità torna dal 25 giugno al 18 luglio tra gli scavi di Ostia Antica. Dopo il successo delle oltre 11.000 presenze complessive registrate nella prima stagione, la kermesse dell’estate 2026 rimette al centro il Teatro di Roma, protagonista con un affasciante cartellone dal respiro internazionale. Una riprova che l’arte ed il teatro riescono a creare indotto e posti di lavoro e che Ostia non è soltanto polemiche e lidi chiusi.

Se l’apertura estiva del litorale romano rappresenta uno scatto deludente per i cittadini della Città Metropolitana – ancora chiuso, infatti, un terzo degli stabilimenti balneari a causa di sigilli, inagibilità e problemi legati alla burocrazia – il teatro del Parco Archeologico di Ostia Antica registra il sold out, confermandosi una realtà artistica motore di sviluppo culturale e aggregatore di energie creative. Un’opportunità di valorizzare il territorio metropolitano nel più ampio contesto nazionale, con una programmazione che prosegue lungo la linea della ricerca tragica, intesa come strumento vivo per esplorare tutte le diverse sfaccettature umane.

Saranno state le complessità e le sfide del nostro tempo portate in scena nel prezioso calendario – dalla tragedia di Euripide, alla commedia di Aristofane – ad aver suscitato un interesse sempre più crescente da parte di un pubblico alla ricerca di risposte concrete. Il dato è che la prima de Le Baccanti di Euripide con la regia di Theodoros Terzopoulos –  in cartellone il 25 giugno, con replica il 26 – sottolinea il valore del progetto: posti esauriti da giorni, con tariffe per tutte le tasche (tra i 16 ed i 50 euro).

L’incontro tra tradizione e innovazione

Dalla tragedia greca, alla danza d’avanguardia; tradizione ed innovazione della scena contemporanea si incontrano – in questa edizione sottotitolata Il Senso del Passato – grazie alle creazioni di quattro maestri della scena nazionale e internazionale.

Si parte, appunto, con Le Baccanti diretto da Terzopoulos, vera e propria celebratio della radice dionisiaca: il grande maestro greco riporta in scena per la settima volta il testo di Euripide in cui Dioniso è l’archetipo del rifugiato e l’arte del teatro rappresenta un viaggio di esuli con continue trasformazioni. La messa in scena maestosa che spoglia la tragedia euripidea di ogni storicismo, trasformandola in un’esperienza metafisica e in un’urgente riflessione sull’archetipo dello “straniero”.

Si prosegue – nelle serate del 4 e 5 luglio – con la prima nazionale di Lysistrata con l’adattamento e regia di Asterios Peltekis. Si tratta di un’opera profondamente politica ed allo stesso tempo, profondamente umana, incentrata su quel momento in cui una società, stremata dalla sofferenza, cerca urgentemente un nuovo modo di organizzarsi. Non solo sulla guerra e sull’amore, questa dirompente ed attualissima commedia di Aristofane si proietta nello specchio dei conflitti moderni, trasformando lo storico “sciopero del sesso” in un atto di disobbedienza politica contro l’entropia della guerra.

Spiritualità ed estetica – confine tra limiti dell’uomo ed eternità dell’arte – nel Requiem(s) di Angelin Preljocaj dal 10 all’11 luglio. La coreografia di Preljocaj è un’architettura di corpi e bellezza che trasforma la ferita del lutto in inno alla vita. Un’intensa riflessione su memoria e perdita.

La manifestazione si chiude con l’Alcesti di Filippo Dini – 17 e 18 luglio – un invito ad indagare sull’amore, sull’ambiguità di questo sentimento, sul sacrificio, sulla morte, sempre inaccettabile. Per i filosofi, quest’opera rappresenta la prima meditazione sulla morte nella storia dell’Occidente. Vi è una sorta di soglia tra la vita e la morte e quest’opera ne offre una rilettura che scava nelle zone d’ombra del mito per scandagliare le implicazioni umane più profonde.

di Emilio Sturla Furnò

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