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Este bolo de chocolate cremoso tem três ingredientes e está viral no Brasil: aprenda a fazê-lo em casa

8 June 2026 at 15:10

Um bolo de chocolate com apenas três ingredientes tornou-se viral no Brasil, ganhando destaque nas redes sociais pela simplicidade da preparação e pelo resultado cremoso. A receita foi partilhada por uma conta de Instagram dedicada a culinária saudável e rapidamente se espalhou entre utilizadores que procuram alternativas rápidas e com poucos ingredientes.

De acordo com a página de Instagram “Receitas Fitness da Érika”, a popularização deste bolo está ligada ao facto de exigir apenas três componentes básicos e de poder ser preparado tanto no forno como na air fryer. A conta, que reúne mais de 980.000 seguidores, tem divulgado várias versões simplificadas de sobremesas tradicionais.

Ingredientes simples e preparação rápida

A receita inclui 200 gramas de chocolate com 70% de cacau, 200 gramas de iogurte natural ou creme de ricota e quatro ovos. O processo começa com a fusão do chocolate em banho-maria ou no micro-ondas, sendo depois misturado com os restantes ingredientes até se obter uma massa homogénea.

A massa é colocada numa forma forrada e levada à air fryer a 150 graus durante cerca de 30 minutos ou ao forno a 170 graus durante 40 minutos. Segundo a mesma fonte, o resultado pode ser ajustado com a adição de coberturas ao gosto de cada pessoa, mantendo a base minimalista da receita.

Papel do cacau na receita viral

O ingrediente principal do chocolate, o cacau, é o fruto do cacaueiro e apresenta um sabor naturalmente amargo antes de ser processado com açúcar e outros componentes. No processo de transformação alimentar, explica o site do Hospital Lusíadas, este ingrediente mantém propriedades nutricionais relevantes.

Conforme a mesma fonte, o cacau contém polifenóis e flavonoides com ação antioxidante, ajudando a proteger as células contra radicais livres. Também inclui catequinas associadas à redução do colesterol LDL, bem como fibras que contribuem para o funcionamento intestinal.

Nutrientes e impacto no organismo

O mesmo site refere ainda que o cacau é fonte de vitaminas do complexo B, ferro e magnésio, nutrientes ligados ao metabolismo muscular, à prevenção de anemia e ao funcionamento cardiovascular. Entre os compostos destacados estão ainda substâncias como a teobromina e a anandamida, associadas a sensações de bem-estar.

Segundo o Hospital Lusíadas, o cacau contém também triptofano, aminoácido envolvido na produção de serotonina e melatonina, neurotransmissores relacionados com o humor e o equilíbrio emocional. Estes elementos ajudam a explicar a valorização nutricional do ingrediente na alimentação contemporânea.

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Sardinha no pão está em destaque nos Santos Populares: saiba quanto custa este ano

8 June 2026 at 11:57

As Festas dos Santos Populares já arrancaram um pouco por todo o país e a sardinha continua a ocupar um lugar central nas celebrações. Entre arraiais, marchas e noites passadas na rua, o peixe mais associado ao mês de junho volta a atrair milhares de pessoas, embora este ano o preço para manter a tradição esteja mais elevado em vários pontos do país.

De acordo com o Correio da Manhã, o valor da sardinha servida no pão oscila entre 1,50 euros e três euros por unidade. A diferença depende da localização e da data das festividades, sendo que os preços mais elevados tendem a surgir nos momentos de maior afluência de público.

Noites em que a procura faz subir os preços

A véspera de Santo António, em Lisboa, e a noite de São João, no Porto, continuam a ser os momentos mais procurados dos Santos Populares. Nestas datas, a procura intensifica-se e acaba por refletir-se nos preços praticados pelos vendedores e estabelecimentos que participam nos festejos.

O jornal refere que o valor máximo de três euros por sardinha no pão deverá voltar a ser praticado em Lisboa na noite de 12 de junho e no Porto a 23 de junho. Também as celebrações ligadas a São Pedro, a 28 de junho, poderão registar preços semelhantes em concelhos como Sintra e Seixal, onde as festividades costumam atrair milhares de visitantes.

Um dos peixes mais importantes para o setor

A relevância da sardinha vai muito além das festas populares. Trata-se de uma das espécies com maior importância para a atividade piscatória nacional, representando uma parte significativa das capturas realizadas em Portugal ao longo do ano.

Segundo o Correio da Manhã, foram capturadas 36.333 toneladas de sardinha no último ano, um crescimento de 13,8% face ao período anterior. Este volume corresponde a cerca de um terço de todo o pescado capturado, confirmando o peso que a espécie continua a ter na economia ligada ao mar.

Da lota às prateleiras dos supermercados

O aumento da procura nesta altura do ano também tem impacto nos preços ao longo da cadeia de comercialização. Entre a primeira venda em lota e o valor pago pelo consumidor final existe uma diferença significativa, influenciada pelos custos de transporte, armazenamento e distribuição.

Conforme a mesma fonte, a Docapesca registou recentemente preços distintos consoante a região. Em Quarteira, o quilo da sardinha foi vendido em lota por 2,97 euros, enquanto em Viana do Castelo o valor se situou perto de um euro. Já nos supermercados, o preço da sardinha fresca ronda atualmente os seis euros por quilograma.

Quanto custa manter a tradição à mesa?

Embora muitos consumidores optem por comprar sardinha para grelhar em casa, continuam a ser milhares os que escolhem os restaurantes e os arraiais para celebrar esta tradição. A combinação entre a procura sazonal e os custos associados à restauração acaba por refletir-se no preço final das refeições.

O mesmo jornal escreve que uma dose composta por cinco ou seis sardinhas, acompanhada por batata cozida e salada, pode custar entre 12 e 18 euros. Ainda assim, a sardinha mantém o estatuto de símbolo gastronómico dos Santos Populares. Servida acabada de sair da grelha, sobre uma fatia de pão e com um fio de azeite, continua a ser uma presença obrigatória nas mesas e nos arraiais de norte a sul do país, mesmo num ano em que os preços voltam a dar que falar.

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Lasaña verde, el plato principal vegetariano por el que se peleará toda la mesa

8 June 2026 at 04:30
Adaptable a la verdura que quieras

Aunque llega el calor y encender el horno se nos hace un mundo, no puede negarse que algunas verduras de verano quedan de maravilla hechas en el horno. Por una escalivada se hace el esfuerzo. Por un pollo asado de domingo, puede que también. Y por esta lasaña vegetal, ni se duda; además, solo requiere de unos 20 minutos de tortura, lo suficiente para que el interior se caliente y la superficie quede muy dorada y crujiente.

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La historia detrás de los sorrentinos, la pasta rellena argentina que Virginia Higa convirtió en novela de éxito

8 June 2026 at 04:25
La escritora Virginia Higa, autora de 'Los sorrentinos', en Bardo Café, Madrid.

En una época en la que las novedades literarias apenas duran unas semanas en las estanterías, que un libro que se publicó hace ocho años en una editorial independiente haya vuelto a reeditarse y continúe vendiendo ejemplares gracias al boca-oreja, genera una cierta sensación de esperanza. Que ese libro trate de una familia que se atribuye la creación de un tipo de pasta rellena muy popular en Argentina, puede resultar sorprendente, pero lo cierto es que si Los sorrentinos (Editorial Sigilo) se ha convertido en un pequeño gran fenómeno editorial sostenido en el tiempo es por la capacidad de su autora para atrapar al lector igual que lo haría una buena sobremesa: ofreciéndole un puñado de buenas historias, personajes carismáticos y disputas gastronómicas que jamás se resolverán, pero que seguirán generando acalorados debates por los siglos de los siglos.

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La autora argentina participó en la charla inaugural del Pabellón Iberoamericano de la Feria del Libro de Madrid.

“¿Los negocios de amigos donde todos lo hacen todo? Eso no es romanticismo, es supervivencia”: Germán Franco, cocinero de Almarge

8 June 2026 at 04:25
Germán Franco, chef, y Marta Robuts, jefa de sala, del restaurante Almarge, en Badalona.

“El nombre de Almarge [‘Al margen’ en español] responde a varios significados. Por un lado, estamos en Badalona, al margen de Barcelona, que es donde nos conocimos y trabajábamos. También es, en cierta manera, un acrónimo de nuestros nombres: al MAR(ta) GE(rmán)” contestan casi al unísono Marta Rombouts y Germán Franco cuando se les pregunta por su restaurante y por su ubicación, alejada de los circuitos habituales de los amantes de la gastronomía de la Ciudad Condal, aunque —en realidad— uno pueda plantarse en su puerta en poco más de treinta minutos desde el centro de Barcelona en un cómodo viaje con la línea 2 del metro.

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Ventresca de atún con aceituna negra y pimiento escalibado, del restaurante Almarge.Sala del restaurante Almarge, en la Calle León de Badalona.Atún marinado con tomate y cereza, del restaurante Almarge.Milhojas de vainilla con fresa, del restaurante Almarge.Germán Franco, chef de Almarge, trabajando en la cocina de su restaurante de Badalona.
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