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Ucrânia acusa Rússia de fazer ataque perto da usina nuclear de Chernobyl

7 June 2026 at 17:23

A Rússia atacou uma instalação de armazenamento nuclear localizado nas proximidades da usina nuclear de Chernobyl, relatou neste domingo, 7, o presidente ucraniano Volodmir Zelenski, em post na rede social X.

Um drone atingiu um dos edifícios da instalação de armazenamento centralizado de combustível usado. O ataque causou danos parciais ao prédio e desencadeou um incêndio, que já foi extinto escreveu Denys Shmyhal, ministro de energia da Ucrânia também no X.

Até o momento, as leituras não indicam aumento nos níveis de radiação, informou o governo ucraniano. “Mas certamente há um aumento na audácia da Rússia, que há muito tempo já ultrapassou os limites”, afirmou Zelenski.

Segundo o governante, houve ataques russos a outras instalações civis em 13 regiões da Ucrânia. No total, ao longo da última semana, a Rússia lançou 88 mísseis, mais de 3.250 drones de ataque e cerca de 1.800 bombas aéreas guiadas contra a Ucrânia.

“Um ataque a uma instalação de armazenamento de combustível nuclear usado constitui uma ameaça sem precedentes à segurança nuclear e radiológica”, disse Shmyhal.

Essas ações criam riscos para o armazenamento seguro de materiais nucleares e representam uma flagrante violação do direito internacional, dos princípios de segurança nuclear e dos princípios fundamentais de segurança da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), segundo o ministro ucraniano.

O diretor geral da AIEA, Rafael Grossi, considerou o incidente “profundamente preocupante”, pois ocorreu em uma instalação que contém grandes quantidades de material nuclear, armazenadas a poucos metros do prédio atacado, disse na conta da AIEA na rede social X.

“Ataques a locais nucleares são completamente inaceitáveis e uma contravenção direta aos principais princípios de segurança nuclear, notadamente os sete pilares indispensáveis para segurança e proteção nuclear durante um conflito militar”, afirmou diretor da AIEA.

Em breve, uma equipe do organismo internacional irá visitar as instalações atingidas para avaliar o impacto.

© SATELLITE IMAGE

Vista aérea da usina nuclear de Chernobyl, na Ucrânia

Missili dall'Iran verso Israele, Idf: "Tutti intercettati". Tel Aviv: "Risponderemo". Trump sente Netanyahu e avverte Teheran: "Ora basta, tornate a negoziare"

Sale la tensione in Medio Oriente: l’esercito israeliano ha annunciato di aver identificato missili lanciati dall’Iran contro il territorio dello Stato ebraico, dopo i raid dell’Idf contro Hezbollah nel quartiere di Dahyeh, a Beirut. Netanyahu ha convocato i vertici della sicurezza, mentre Teheran aveva promesso una risposta “decisa e dolorosa”. Sullo sfondo, Trump sostiene che la guerra con l’Iran “non è infinita” e afferma che Washington e Teheran sono vicine a un accordo sul nucleare.

Satélites russos têm causado perturbações no GPS em toda a Europa, dizem cientistas

By: ZAP
7 June 2026 at 11:00
Os incidentes destacados num artigo científico estão entre os primeiros casos conhecidos em que este tipo de perturbação terá tido origem no espaço. O estudo identifica “com confiança a fonte, e aponta para um pequeno grupo de satélites russos de alerta precoce. Uma rede de satélites russos terá causado breves perturbações nos sinais de GPS em toda a Europa em, possivelmente, dezenas de ocasiões desde 2019, sugere uma nova investigação. A interferência em sinais de GPS tornou-se uma preocupação recorrente nos últimos anos e foi apontada como causa da explosão de um drone ucraniano num porto romeno na sexta-feira. Forças

L’élite russa contro Putin: “È arrivato il momento di concludere la guerra”

La guerra della Russia contro l’Ucraina, giunta al quinto anno, ha ormai superato in durata il conflitto che contrappose l’Unione Sovietica alla Germania nazista. E mentre lo stallo sui negoziati mediati dagli Stati Uniti si protrae e Kiev incalza Mosca con attacchi in profondità sul territorio della Federazione, il Wall Street Journal riferisce che personalità autorevoli all’interno dell’establishment russo hanno rotto il muro del silenzio che circonda l’operazione militare speciale lanciata da Vladimir Putin per esprimere la loro contrarietà alla prosecuzione della guerra.

Tra queste, spicca l’opinione di Oleg Tsaryov, ex parlamentare ucraino fuggito in Russia nel 2014 e uno dei principali candidati che il Cremlino avrebbe voluto insediare alla guida di un regime fantoccio filorusso a Kiev nel 2022. Tsaryov, che a Mosca è considerato tra i più noti esponenti della corrente dei falchi, ha pubblicato lo scorso mese un messaggio su Telegram in cui ha avvertito che la propaganda russa ha alimentato una pericolosa illusione di una vittoria inevitabile contro l’Ucraina. “I professionisti che hanno creato una realtà alternativa”, si legge nel messaggio di Tsaryov, “hanno convinto non solo la popolazione, ma anche loro stessi, che l’illusione che hanno inventato sia davvero la realtà. Prima o poi, questi mondi di illusione e realtà si scontreranno. E ora sta accadendo nella forma più dolorosa”.

Un’altra voce fuori dal coro che ha espresso forti riserve sul conflitto è quella dello storico ed ex funzionario russo Aleksey Chadaev, ora a capo del centro di ricerca Ushkuynik sulla guerra con i droni, il quale ha affermato che proseguire con l’attuale linea “non è solo una strada verso una “non vittoria”, ma verso una sconfitta su vasta scala”. Chadaev ha quindi chiesto una pausa affinché Mosca possa riorganizzarsi in vista del prossimo round.

A schierarsi contro la strategia del Cremlino c’è poi Vasily Kashin, analista alla guida del Centro per gli studi europei e internazionali presso la Scuola Superiore di Economia di Mosca. L’esperto ha pubblicato a maggio un discusso articolo sulla principale rivista di politica estera della Russia nel quale ha spiegato che l’Ucraina, anche a causa del numero delle perdite subite, rimarrà inevitabilmente un Paese anti-russo e filo-occidentale. Kushin ha inoltre messo nero su bianco che l’obiettivo di insediare un regime amico a Kiev non è più realistico e, citando gli eventi in Iran, ha dichiarato che anche l’assassinio di Zelensky e dei vertici militari e civili ucraini, porterebbe al potere una generazione di leader “più attivi, ambiziosi e radicali”.

Sempre secondo il Wall Street Journal, gli analisti russi sostengono che l’approccio più pragmatico, che riconosce i limiti della potenza militare di Mosca, è presente in alcuni settori del Cremlino. Tra questi l’influente vice capo di Stato maggiore Sergey Kiriyenko, il servizio di intelligence esterna SVR e gli operatori economici che vogliono un ritorno, per quanto possibile, alla normalità. Il quotidiano americano sottolinea comunque che le critiche di una parte dell’establishment della Federazione non sono condivise da tutti e c’è comunque chi preme per un’escalation contro i Paesi baltici e altrove e chi vorrebbe trasformare la Russia in una sorta di “ibrido ortodosso tra la teocrazia iraniana e il totalitarismo nordcoreano”.

Il grande interrogativo di fondo nella discussione in corso rimane però la posizione di Putin. Alexander Gabuev, direttore del Carnegie Russia Eurasia Center di Berlino, spiega che alcune persone a Mosca stanno “iniziando a rendersi conto che continuare il conflitto per un altro anno o due non migliorerebbe significativamente la posizione negoziale della Russia. Per loro sta diventando sempre più chiaro che è giunto il momento di porvi fine”. “Il dibattito tra le élite sulla questione sta cominciando ad essere normalizzato, pur con tutte le riserve del caso in termini di lealtà”, prosegue Gabuev che si chiede se il capo del Cremlino si renda conto “di essere in un vicolo cieco e che la guerra sta diventando sempre meno efficace”. “Non lo sappiamo”, aggiunge l’esperto. Che in conclusione precisa che “nulla indica che abbia cambiato idea”.

“Ataque sem precedentes”. A Ucrânia levou a guerra ao centro simbólico do poder russo

By: AFP
7 June 2026 at 06:00
Num momento em que a diplomacia volta a falhar, vagas de drones ucranianos chegaram à região de São Petersburgo, centro simbólico do poder russo, testando as defesas aéreas da cidade numa altura em que ali decorria o “Davos da Rússia”. A Ucrânia lançou este sábado centenas de drones contra a Rússia, provocando a morte de uma pessoa e um incêndio num depósito petrolífero no último dia da 29.ª edição do St. Petersburg International Economic Forum, o principal fórum económico do país, frequentemente descrito como o “Davos russo”. Muitos dos drones tiveram como alvo a própria cidade de São Petersburgo, onde

Dia D. Como a maior invasão anfíbia da história deu início ao fim da II Guerra

6 June 2026 at 23:30
6 de junho de 1944. Assinalaram-se este sábado os 82 anos do início do desembarque do Dia D nas praias da Normandia, em França, durante a Segunda Guerra Mundial — um ponto de viragem que permitiu aos Aliados libertar a Europa do domínio da Alemanha nazi. Houve um antes e um depois do Dia D, a 6 de junho de 1944, um importante ponto de viragem durante a Segunda Guerra Mundial — que é, ainda hoje, a maior invasão anfíbia da história. Mesmo 82 anos após a batalha, o desembarque nas praias da Normandia, no noroeste de França, continua a

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https://www.youtube.com/watch?v=9UWFoTrE0g8 6 de junho de 1944. Assinalaram-se este sábado os 82 anos do início do desembarque do Dia D nas praias da Normandia, em França, durante a Segunda Guerra Mundial — um ponto de viragem que permitiu aos Aliados libertar a Europa do domínio da Alemanha nazi. H
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