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Daveigh Chase: conheça atriz que morreu aos 35 anos

17 June 2026 at 21:10

A atriz Daveigh Chase morreu nesta terça-feira (16) aos 35 anos. A informação foi confirmada pelo namorado da artista, Roy Hernandez, 24, ao TMZ.

Nascida em julho de 1990, iniciou a carreira como atriz-mirim em 2002 ao atuar no marcante papel de Samara Morgan, em “O Chamado”.

Ela também dublou a personagem Lilo na animação da Disney “Lilo & Stitch” e na série de TV derivada do filme. A artista deu voz, ainda, à personagem Chihiro, no longa “A Viagem de Chihiro”.

Em 2006, Daveigh participou da série da HBO “Big Love”, que conta a história de uma família mórmon. A atriz viveu Rhonda Volmer durante cinco temporadas da trama.

A jovem esteve também em filmes como “Donnie Darko”, “Beethoven’s 5th”, “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira”, “ER”, “Mercy”.

Vida após a fama

Após a trajetória em produções de Hollywood, a vida da atriz se tornou mais difícil. Ele começou a enfrentar bullying e teve desentendimentos com a família. Segundo o namorado Roy Hernandez, Daveigh Chase enfrentou problemas para “encontrar segurança e felicidade” ao longo da vida.

Complicações de meningite

O anúncio sobre o falecimento da atriz explica que ela tratava um caso de meningite e diversas infecções sanguíneas graves. Os problemas de saúde recentes resultaram em sepse, o que levou à falência de seus órgãos.

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Primeira peste na humanidade ocorreu há 5500 anos e dizimou povoado

17 June 2026 at 20:20

Há cerca de 5.500 anos, grupos de caçadores-coletores habitavam a região do Lago Baikal, na Sibéria, sustentando-se graças a abundantes recursos naturais, incluindo presas como alces, veados, cervos, peixes, focas e roedores chamados marmotas. Essas pessoas foram vítimas do primeiro surto de peste conhecido, especialmente crianças e adolescentes.

Pesquisadores afirmaram que o DNA antigo obtido de corpos sepultados em quatro sítios funerários da região revelou a presença das cepas mais antigas conhecidas da Yersinia pestis, a bactéria da peste. Essas mortes pré-históricas prenunciaram o imenso sofrimento que esse patógeno infligiu à humanidade ao longo dos milênios.

Os pesquisadores afirmaram que o surto foi particularmente mortal para os jovens, a julgar pelos locais de sepultamento, e atribuíram isso a características genéticas nessas cepas que não estão mais presentes na versão atual do patógeno. Eles também disseram que a descoberta reforça a evidência de que as marmotas eram a espécie hospedeira original da bactéria e que a peste surgiu na Ásia central ou nordeste antes de se espalhar pela Eurásia.

“As descobertas mudam fundamentalmente a forma como pensamos sobre as origens e o impacto inicial de um dos patógenos mais importantes para a humanidade“, disse o geneticista evolucionista Eske Willerslev, da Universidade de Copenhague e da Universidade de Cambridge, autor principal do estudo publicado na quarta-feira na revista Nature .

O segundo caso mais antigo conhecido de peste data de entre 5.300 e 5.000 anos atrás, na Letônia, a aproximadamente 5.000 km de distância.

“Foi somente com o desenvolvimento de métodos para estudar o DNA antigo que descobrimos que ele existe há muito mais tempo do que sabemos pelos registros históricos. É uma doença zoonótica, um patógeno mantido principalmente em roedores, e não em humanos, mas que repetidamente se transmitiu para humanos com efeitos devastadores”, disse Ruairidh Macleod, geneticista evolucionista da Universidade de Oxford e principal autor do estudo.

Esses efeitos incluíram duas epidemias que mataram uma grande porcentagem da população da Europa: a Peste de Justiniano, no século VI, e a Peste Negra, no século XIV, quando a peste era transmitida às pessoas por meio de picadas de pulgas infectadas carregadas por ratos.

Durante muito tempo, supôs-se que surtos significativos de peste só ocorreram depois que a humanidade começou a praticar a agricultura e estabeleceu assentamentos com alta densidade populacional. Havia também a ideia de que as primeiras cepas poderiam ter sido mais brandas. A descoberta de que a peste matou caçadores-coletores pré-históricos que vagavam por uma paisagem florestal remota em grupos que talvez chegassem às dezenas contradisse essas noções.

No Lago Baikal, a bactéria Yersinia pestis foi detectada em 18 dos 46 corpos examinados, uma taxa superior à encontrada em algumas valas comuns da Idade Média afetadas pela peste. Macleod afirmou que encontrar evidências de um surto letal de peste em larga escala entre esses caçadores-coletores foi uma “completa surpresa”.

Uma fase de transição

Os pesquisadores recuperaram múltiplos genomas de Yersinia pestis preservados nos dentes de vítimas da peste enterradas. Essas cepas eram muito próximas da raiz ancestral de uma bactéria que havia divergido de seu predecessor evolutivo talvez apenas dois séculos antes.

“O patógeno parece representar um estágio de transição na evolução da peste – já capaz de causar doenças graves, mas ainda sem possuir o conjunto completo de adaptações observadas em cepas pandêmicas posteriores”, disse Willerslev.

As cepas antigas não possuíam um gene necessário para a transmissão eficiente por pulgas e para os inchaços dolorosos desencadeados pela disseminação da infecção dos locais das picadas de pulga para os gânglios linfáticos mais próximos, como ocorreu nas epidemias posteriores.

Mas eles possuíam uma variante genética ausente em cepas posteriores da peste, que pode causar complicações inflamatórias graves, às quais as crianças são especialmente suscetíveis. Muitos dos enterrados eram crianças, às vezes irmãos.

“Essa suscetibilidade é maior em crianças de 8 a 12 anos e representa um padrão de mortalidade completamente diferente do que observamos em outros sítios de caçadores-coletores do Baikal, onde a peste não é detectada”, disse Macleod.

“Juntamente com a presença de outros genes que tornam as infecções por peste graves, fica claro que essas cepas pré-históricas da peste eram igualmente capazes de serem mortais, embora de uma maneira diferente”, disse Macleod.

Esses caçadores-coletores entraram em contato próximo com marmotas, e os pesquisadores afirmaram que parece que os roedores alimentaram o surto. Em outros sítios arqueológicos, pingentes feitos com dentes frontais de marmotas foram encontrados em sepulturas. As marmotas também teriam sido uma fonte de alimento.

“Algumas pessoas podem ter entrado em contato com uma marmota infectada, provavelmente ao manuseá-la ou ao comer carne de marmota mal cozida”, disse Macleod.

Após o patógeno ter passado de marmotas para humanos, os pesquisadores acreditam que ele se espalhou por meio da transmissão de pessoa para pessoa, por exemplo, através da tosse.

“As infecções por peste são disseminadas entre os indivíduos, com muitos parentes próximos aparentemente tendo morrido de peste ao mesmo tempo”, disse Macleod.

“Esse surto devastou as comunidades de caçadores-coletores da época. É evidente que pelo menos algumas pessoas sobreviveram para enterrar os mortos, e elas claramente sabiam quem era quem, com irmãos jovens enterrados juntos em sepulturas compartilhadas”, disse Macleod.

Dois homens morrem após tiroteio contra polícia em Osasco

17 June 2026 at 20:16

Dois homens, de 31 e 42 anos, morreram após uma troca de tiros com policiais, nesta terça-feira (16), na Avenida Osvaldo Costa, na Vila Menck, em Osasco. 

Agentes, da força a tática do 14º batalhão, realizavam patrulhamento, quando suspeitaram de veículo dos homens.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, policiais militares realizavam patrulhamento na avenida, quando suspeitaram de um veículo – com os dois suspeitos.

Na abordagem, os agentes viram um dos homens com uma arma de fogo. Em seguida houve a troca de tiros que atingiu os dois civis no carro.

Os suspeitos foram socorridos e encaminhados para os Hospitais Antônio Giglio e Osmar Mesquita, mas não resistiram. Os agentes não ficaram feridos. 

A ocorrência foi registrada na 10º DP da polícia.

*Sob supervisão de AR.

Daveigh Chase, atriz de “O Chamado”, morre aos 35 anos

17 June 2026 at 20:01

A atriz Daveigh Chase morreu nesta terça-feira (16) aos 35 anos. Ela ficou conhecida por interpretar a personagem Samara, no filme “O Chamado”, em 2002.

O anúncio da morte foi realizado pelo namorado da atriz, Roy Hernandez, 24, ao TMZ. O jovem revelou que a atriz estava tratando um caso de meningite e diversas infecções sanguíneas graves. Os problemas de saúde recentes resultaram em sepse, o que levou à falência de seus órgãos.

Durante o tratamento de Daveigh Chase, uma página do GoFundMe foi criada para arrecadar doações para o tratamento da atriz.

Na descrição da campanha “Ajude Daveigh Chase a encontrar conforto e paz”, Roy Hernandez atualizava o público sobre o quadro médico da namorada.

“O estado dela se tornou crítico e os médicos me disseram que ela pode não ter muito tempo de vida. Tudo o que ela sempre quis foi um lugar onde pudéssemos morar juntas, nos sentir seguras e ser felizes. Agora, mais do que nunca, quero dar a ela essa sensação de lar e paz em seus últimos dias”, escreveu ele em uma atualização antes da morte da jovem.

Samara de “O Chamado”

Daveigh Chase iniciou sua carreira na atuação ainda na infância. Conhecida por interpretar Samara em “O chamado”, em 2002, ela também atuou em “Donnie Darko” (2009) e na dublagem de filmes como “A Viagem de Chihiro” (2001) e “Lilo & Stitch” (2002).

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Prefeitura de Limeira fecha acesso à Ponte do Esqueleto

Logo Agência Brasil

A prefeitura de Limeira reforçou nesta quarta-feira (17) as medidas de segurança na área da Ponte do Esqueleto, com o fechamento de acessos irregulares e o complemento de ações emergenciais. Segundo a prefeitura, uma intervenção mais ampla não havia sido executada antes devido às limitações operacionais por parte do governo federal, responsável pela ponte. A entrada no local é crime porque a área não é de acesso público.

A prefeitura informou que a administração municipal foi acionada pelo governo federal para prestar apoio na realização da interdição. As obras estruturais permanentes, incluindo a construção de muros de contenção, a manutenção das valetas e demais medidas de fechamento da área, permanecem sob responsabilidade da União. As iniciativas estão sendo tomadas até que se encontre a solução definitiva para evitar o acesso ao local.

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Notícias relacionadas:

As medidas foram adotadas depois da morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, no último sábado (13), arremessada da ponte, para um salto de rope jump (salto no vazio a partir de locais muito altos), sem estar presa às cordas do equipamento de segurança. Ela foi jogada de uma altura de cerca de 40 metros por instrutores de uma empresa privada.

A Secretaria do Patrimônio da União (SPU), órgão do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), discute com os governos locais a eventual remoção da ponte, que está localizada na divisa entre os municípios de Limeira e Cordeirópolis, no interior de São Paulo.

Em nota à imprensa, a SPU reafirmou que a transferência da propriedade da ponte para o Patrimônio da União foi oficializada em maio deste ano e que nunca autorizou nenhuma atividade no local.

Reunião

Na segunda-feira (15), os representantes da Secretaria do Patrimônio da União e a Advocacia Geral da União (AGU) estiveram no interior paulista e se reuniram com a prefeita de Cordeirópolis, Cristina Saad, e com o prefeito de Limeira, Murilo Félix, e suas equipes. A SPU confirmou que continuará discutindo com os governos locais uma solução definitiva para a ponte.

As duas prefeituras defenderam a demolição da estrutura de propriedade da União. De acordo com publicação na rede social da gestora de Cordeirópolis, Cristina Saad, esta medida deve ser imediata.

Após o encontro, o prefeito Murilo Félix confirmou que a área apresenta riscos conhecidos há muitos anos e que, mesmo interditada, a construção continuava atraindo pessoas. Na reunião, a prefeitura de Limeira relatou que havia sido aberta uma valeta para impedir o acesso ao local e que a vala foi fechada sem conhecimento de sua administração.

 

Prefeitura de Limeira fecha acesso à Ponte do Esqueleto

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A prefeitura informou que a administração municipal foi acionada pelo governo federal para prestar apoio na realização da interdição. As obras estruturais permanentes, incluindo a construção de muros de contenção, a manutenção das valetas e demais medidas de fechamento da área, permanecem sob responsabilidade da União. As iniciativas estão sendo tomadas até que se encontre a solução definitiva para evitar o acesso ao local.

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A Secretaria do Patrimônio da União (SPU), órgão do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), discute com os governos locais a eventual remoção da ponte, que está localizada na divisa entre os municípios de Limeira e Cordeirópolis, no interior de São Paulo.

Em nota à imprensa, a SPU reafirmou que a transferência da propriedade da ponte para o Patrimônio da União foi oficializada em maio deste ano e que nunca autorizou nenhuma atividade no local.

Reunião

Na segunda-feira (15), os representantes da Secretaria do Patrimônio da União e a Advocacia Geral da União (AGU) estiveram no interior paulista e se reuniram com a prefeita de Cordeirópolis, Cristina Saad, e com o prefeito de Limeira, Murilo Félix, e suas equipes. A SPU confirmou que continuará discutindo com os governos locais uma solução definitiva para a ponte.

As duas prefeituras defenderam a demolição da estrutura de propriedade da União. De acordo com publicação na rede social da gestora de Cordeirópolis, Cristina Saad, esta medida deve ser imediata.

Após o encontro, o prefeito Murilo Félix confirmou que a área apresenta riscos conhecidos há muitos anos e que, mesmo interditada, a construção continuava atraindo pessoas. Na reunião, a prefeitura de Limeira relatou que havia sido aberta uma valeta para impedir o acesso ao local e que a vala foi fechada sem conhecimento de sua administração.

 

Menina de 2 anos some em fazenda e é encontrada morta; polícia investiga

17 June 2026 at 18:09

A Polícia Civil de Goiás investiga a morte de Maria Fernanda Cândida da Rocha, de 2 anos, encontrada nesta terça-feira (17) após passar dois dias desaparecida na zona rural de Doverlândia, no sudoeste de Goiás.

A menina foi localizada sem vida no dia do próprio aniversário. O corpo dela foi encontrado por equipes das polícias Civil e Militar e do Corpo de Bombeiros, submerso em uma represa próxima à fazenda onde ela morava com a família. Às margens do local, também foram encontrados a fralda e as roupas da criança.

O corpo foi encaminhado ao IML (Instituto Médico Legal), onde passará por exames periciais que deverão definir a causa da morte.

De acordo com a Polícia Militar, na manhã de segunda-feira (15), por volta das 9h, os pais deixaram a menina na residência por alguns minutos enquanto foram até uma lagoa localizada a cerca de 70 metros da casa.

Segundo o Tenente Silva Filho, que acompanha o caso, eles relataram ter ouvido um grito da criança e retornado à residência. No entanto, ao chegarem à fazenda, Maria Fernanda já não estava mais no local.

Após o desaparecimento, os pais registraram um boletim de ocorrência e uma força-tarefa foi mobilizada para as buscas. Além das polícias Civil e Militar e do Corpo de Bombeiros, familiares, moradores e o prefeito de Doverlândia, Amílcar Júnior, participaram da mobilização.

Helicópteros e drones também foram utilizados nas operações às margens da área rural.

“Iniciaram-se as buscas na região onde foram localizadas pegadas dessa criança, indicando que ela teria passado ali naquele local, concentrou-se ainda mais energia e busca nessa região onde foram localizadas as pegadas, já próximo a um rio”, informou o delegado Ramon Queiroz.

Veja imagens do trabalho das equipes:

A região onde a menina desapareceu é considerada de alto risco por possuir áreas de mata fechada, além de rios e represas. Por isso, a polícia também trabalha com a hipótese de que a criança tenha caído acidentalmente na água.

“Infelizmente, hoje o corpo foi encontrado sem vida. Agora, as investigações ficam a cargo da Polícia Civil, que buscará entender e responder às perguntas que ainda restam, como de que forma essa criança chegou até aquele local e qual foi a causa da morte. Essa definição caberá ao IML, para onde o corpo foi encaminhado”, concluiu o delegado Ramon Queiroz.

As investigações sobre o caso continuam.

*Sob supervisão de Carolina Figueiredo

Tiroteio com a PM deixa um morto e dois feridos no litoral de SP

17 June 2026 at 17:06

Uma troca de tiros entre policiais militares e suspeitos de integrarem uma rede de tráfico de drogas deixou um homem morto e outros dois feridos na noite desta terça-feira (16), no bairro Rádio Clube, em Santos, no litoral de São Paulo.

Segundo a SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo), os agentes realizavam uma operação em um ponto conhecido pelo comércio dos entorpecentes, na rua do Caminho São José, quando o confronto se iniciou.

Um homem de 22 anos morreu no local. Houve discussão entre a população e os agentes após o tiroteio.

Veja:

A Polícia Militar informou que instaurou um Inquérito Policial Militar (IPM) para apurar as circunstâncias da ocorrência. Em relação aos outros dois feridos, a SSP afirma que eles foram socorridos e permanecem internados sob escolta policial.

Além disso, foram apreendidas porções de maconha e cocaína, duas pistolas com numeração suprimida, aparelhos celulares, dinheiro e materiais relacionados ao comércio dos entorpecentes.

O caso foi registrado na Central de Polícia Judiciária de Santos como tráfico de drogas, associação para o tráfico, homicídio tentado e homicídio decorrente de intervenção policial.

*Sob supervisão de Carolina Figueiredo

Advogada criminalista é encontrada morta em estacionamento de MG

17 June 2026 at 14:48

Uma advogada criminalista identificada como Ana Paula Rocha, de 45 anos, foi encontrada morta em um estacionamento na região central de Governador Valadares (MG), na noite desta terça-feira (16).

Segundo o boletim de ocorrência, o corpo dela foi localizado com marcas de tiros, ao lado do corpo do ex-companheiro, de 59 anos.

A principal suspeita é que o homem tenha assassinado Ana Paula e em seguida tirado a própria vida. A Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) foi acionada após populares ouvirem os disparos.

Segundo a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), o delegado responsável pela delegacia que apura os crimes contra a vida e a perícia compareceram ao local, onde foram realizados os trabalhos de praxe.

Suspeito é preso após matar companheira de 21 anos em São Paulo

Os corpos foram encaminhados ao Posto Médico-Legal do município para a realização de exames periciais. A PCMG informou ainda que foi instaurado inquérito policial e que todas as medidas de polícia judiciária serão adotadas para apurar as circunstâncias do fato.

Ana Paula deixa três filhos.

Prefeitura de Limeira inicia intervenção em ponte após morte em rope jump

17 June 2026 at 14:41

A Prefeitura de Limeira, no interior de São Paulo, realiza uma intervenção, na manhã desta quarta-feira (17), para reforçar as medidas de segurança na região da Ponte do Esqueleto, onde a jovem Maria Eduarda morreu após ser lançada durante um salto de “rope jump”.

A jovem de 21 anos morreu no último sábado (13) quando foi atirada da ponte por funcionários da empresa Entre Cordas, que não perceberam que ela não estava fixada com a corda de segurança. Ela chegou a ser atendida por profissionais do SAMU no local, mas não resistiu aos ferimentos.

De acordo com a Prefeitura de Limeira, o trabalho de intervenção na Ponte do Esqueleto teve início às 6h30 e inclui o fechamento de acessos irregulares, complementando ações emergenciais que já eram executadas anteriormente no local.

Após reunião com o Governo Federal sobre a Ponte do Esqueleto, Prefeitura de Limeira realiza intervenção no local • Divulgação/Prefeitura de Limeira

Segundo a administração do município, uma intervenção mais ampla não havia sido executada antes devido as limitações operacionais por parte do Governo Federal, que reconheceu sua responsabilidade pela área e solicitou apoio operacional do município para ampliar a proteção do espaço até que medidas definitivas sejam decididas.

As obras estruturais permanentes, como a construção de muros de contenção, a manutenção das valetas e outras medidas de fechamento da área, ficam sob responsabilidade do Governo Federal, enquanto a prefeitura é responsável por prestar apoio na realização dos serviços emergenciais.

A intervenção ocorre após as reuniões realizadas nesta segunda-feira (15), onde os governos federal e municipais discutiram soluções em conjunto e o bloqueio do acesso ao local.

Os encontros contaram com a representação do Governo Federal por meio da SPU (Secretaria de Patrimônio da União) e da AGU (Advocacia Geral da União), e dos municipais com a prefeita de Cordeirópolis, Cristina Saad, e o prefeito de Limeira, Murilo Felix, e suas equipes.

Após as reuniões, a SPU (Secretaria de Patrimônio da União) informou que a discussão com os governos locais continuará para encontrar uma solução definitiva para a ponte, que pode ser a demolição.

Relembre o caso

A jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freita, que praticava rope jump em Limeira, na Trilha da Ponte do Esqueleto, no interior de São Paulo, morreu na manhã deste sábado (13) quando a empresa que realiza os saltos não colocou a corda que deveria segurá-la, que foi lançada de cerca de 40 metros.

Após a queda de Maria Eduarda, pessoas no local teriam realizado manobras de RCP até a chegada da equipe do SAMU, mas o óbito foi constatado no local por politraumatismo.

Além disso, uma testemunha da morte da jovem afirmou ter visto um funcionário da empresa retirando a câmera que a vítima tinha presa ao corpo.

Segundo o boletim de ocorrência, quando os agentes da polícia chegaram ao local, encontraram dois indivíduos próximos à vítima e questionaram o que teria ocorrido. Quando um dos policiais se afastou para prestar apoio ao resgate, os indivíduos tentaram fugir em direção a uma área de vegetação. Por conta disso, foi solicitado apoio de outras viaturas e da aeronave da PM para localizar os homens.

A Polícia Civil entendeu que os elementos indicam que os investigados assumiram o risco de produzir o resultado morte, e além da falta de segurança, o local apresenta um histórico de ocorrências graves, inclusive com outras mortes.

Até o momento, três funcionários da empresa foram presos. A audiência de custódia dos suspeitos foi realizada na manhã deste domingo (14) e a Justiça de São Paulo converteu a prisão em preventiva.

*Sob supervisão de Carolina Figueiredo

Vítimas do Incêndio de Pedrógão Grande homenageadas

17 June 2026 at 08:38
No dia em que passam nove anos desde o Incêndio de Pedrógão Grande, a associação de vítimas abre a sua sede para homenagem às vítimas seguida de missa e uma caminhada no domingo.

© PAULO NOVAIS/LUSA

O memorial abriu em 15 de junho de 2023, junto à Estrada Nacional 236-1, na zona de Pobrais, Pedrógão Grande, com o nome das 115 vítimas mortais dos fogos naquele ano

Ece Iterm, morta aos 35 anos, será sepultada na quarta (17)

16 June 2026 at 23:42

A equipe de Ece Irtem anunciou que a atriz será sepultada na próxima quarta (17), em Kuşadası, no litoral daTurquia. Ela morreu aos 35 anos, de acordo com informações da imprensa local.

De acordo com a publicação nas redes da agência, a despedida acontecerá na Mesquita Central Hanım, em Kuşadası, na Turquia, após a oração do meio-dia. Eles desejaram condolências aos familiares e pessoas próximas à estrela.

Segundo informações divulgadas, Ece foi vítima de um ataque cardíaco, aos 35 anos, na manhã da última segunda (15), em sua própria casa.

Ela se tornou popular no Brasil pelo folhetim “One Love”, que foi traduzido comoCoração de Mãe, e está sendo exibido na Rede Record desde janeiro deste ano. No enredo, Ece Irtem interpreta Isil, que foi chamada de Hande na versão em português.

Ece também trabalhou com a música, ao lado do soprano Aytul Büyüksarac e o tenor Levent Günduz.

Confira o anúncio publicado nas redes:

“A querida Ece Irtem será sepultada na quarta-feira, 17 de junho, após a oração do meio-dia, que será realizada na Mesquita Central Hanım, em Kuşadası.

Desejamos que Deus tenha misericórdia de Ece Irtem e conceda paciência e condolências à sua família, parentes e a todos os que a amam.

Que seu lugar seja o paraíso.”

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Morte em salto de rope jump em SP: entenda diferença de negligência e dolo

16 June 2026 at 19:31

A Justiça de São Paulo converteu em preventiva a prisão dos três instrutores envolvidos na morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, ocorrida no último sábado (13) em Limeira (SP). A jovem faleceu após ser lançada da Ponte do Esqueleto sem a corda de segurança.

O inquérito policial tipifica o caso como homicídio com dolo eventual, o que gera discussões jurídicas sobre a distinção entre a falha técnica (negligência) e a assunção do risco de matar.

Negligência ou dolo eventual?

No direito penal, a negligência ocorre quando há uma omissão ou falta de cuidado por parte do agente que não prevê um resultado que era previsível.

Já o dolo eventual caracteriza-se quando o indivíduo, embora não deseje diretamente o resultado morte, age de forma a assumir o risco de que ele ocorra, demonstrando indiferença.

A decisão judicial destaca que, por se tratar de uma atividade de elevado risco, a ausência da dupla checagem e o arremesso da vítima sem qualquer equipamento essencial configuram uma conduta que vai além do mero erro.

Segundo os autos, o local possui histórico de acidentes graves, o que reforça a previsibilidade do dano.

A visão das especialistas

Para a advogada criminalista Ana Krasovic, a irregularidade administrativa da empresa Entre Cordas, que não possuía CNPJ nem autorização municipal, é um agravante na análise do caso.

“A situação irregular de uma empresa não gera automaticamente responsabilidade criminal, mas pode influenciar significativamente a análise de culpa ou dolo a depender do caso concreto”, explica a especialista.

Beatriz Alaia Colin, especialista em Processo Penal, alerta que a responsabilização pode se estender à cadeia de comando da empresa.

“A responsabilidade jurídica pode alcançar não apenas quem executou o salto, mas também quem exercia poder de gestão e decisão sobre a atividade”, afirma.

Colin ressalta que a investigação deve focar se os responsáveis “criaram, fiscalizaram e exigiram o cumprimento de protocolos de segurança capazes de evitar o acidente”.

Falhas nos protocolos de segurança

Os depoimentos colhidos apontam que os operadores não conseguiram explicar a omissão da corda, alegando lapsos de memória.

Testemunhas relataram que o procedimento de segurança — que exigiria fixação no peitoral e verificação verbal em voz alta — foi ignorado no salto de Maria Eduarda.

Além disso, a tentativa de alguns envolvidos em deixar o local após o acidente foi citada como um fator que demonstra o “desprezo pelas consequências do fato”, conforme análise técnica de Colin.

Obstruções e ocultações

Uma testemunha presencial relatou às autoridades ter visto um funcionário da empresa Entre Cordas retirar uma câmera GoPro que estava acoplada ao corpo da jovem logo após a queda de aproximadamente 40 metros na Ponte do Esqueleto.

O equipamento, que capturava as imagens do salto, não foi localizado pela polícia.

De acordo com o depoimento de uma testemunha, o dispositivo foi removido antes da chegada do socorro. Os investigadores consideram o desaparecimento da câmera um fator crítico, pois o vídeo poderia detalhar as falhas nos protocolos de segurança.

Além do sumiço do equipamento, o boletim de ocorrência registra que instrutores tentaram deixar o local e trocaram de roupa após o acidente, permanecendo em silêncio quando questionados sobre a motivação da troca.

Morte em rope jump em SP: especialistas explicam obstrução e ocultação

A dinâmica do acidente

A investigação aponta que Maria Eduarda realizaria o primeiro salto da modalidade “aviãozinho” do dia, na qual o praticante é erguido e lançado pelos instrutores.

A delegada responsável pelo caso considerou que os envolvidos assumiram o risco de produzir a morte ao não adotarem cautelas indispensáveis em uma atividade de alto risco.

A Justiça converteu a prisão em flagrante em preventiva, fundamentada na periculosidade da conduta e na necessidade de garantir a ordem pública.

O caso segue sob investigação da Delegacia Seccional de Limeira.

“Filmou a própria morte”, diz testemunha de acidente com ‘rope jump’ em SP

Perfil de “O Agente Secreto” lamenta morte de criador da “Perna Cabeluda”

16 June 2026 at 18:24

A página oficial do filme “O Agente Secreto” lamentou, na tarde desta terça-feira (16), a morte do autor da lenda da “Perna Cabeluda”, o pernambucano Raimundo Carrero.

“Entre tantas contribuições, também ajudou a eternizar a lenda da Perna Cabeluda. Obrigado, Raimundo, pela incansável defesa da literatura como forma de compreender o mundo. Nosso abraço à família, aos amigos e aos muitos leitores que seguirão encontrando sua voz em cada livro”, escreveram.

A publicação, que foi compartilhada em colaboração com o diretor do longa Kleber Mendonça Filho, 57, reforçou a importância das contribuições de Carrero como “escritor, jornalista e professor, que passou mais de cinco décadas escrevendo, ensinando e formando outros escritores”.

Segundo um comunicado oficial compartilhado pela família de Raimundo, ele faleceu aos 78 anos em decorrência de complicações de um câncer. O funeral do escritor será aberto ao público e a família divulgará mais informações “em um momento oportuno”.

Raimundo Carrero, em publicação de “O Agente Secreto”, que lamenta sua morte • Instagram/O Agente Secreto

A lenda da “Perna Cabeluda” e “O Agente Secreto”

Ambientado em Recife durante a época da Ditadura Militar brasileira, o roteiro de Kleber conta com diversas menções reais ao período, incluindo a censura de matérias nos jornais com receitas ou histórias absurdas.

Para adicionar veracidade, em determinado momento, a produção incluiu uma das lendas folclóricas que mais assombraram o público recifense na década de 1970: a perna cabeluda. Segundo registros da época, o membro decepado assombrava os moradores do povoado de 500 moradores de Usina Tiúma, em São Lourenço da Mata.

Após a primeira “aparição” na casa do Sr. José Luis Borges e assustar seus familiares, a lenda começou a ser vista por vários vizinhos da região, causando receio em muitos. Embora tenha autoria diversa e pouco confirmada, em 1976, Carrero foi um dos primeiros a escrever em sua coluna de romance policial uma crônica de um ataque da perna cabeluda em Olinda.

Na história, a perna havia atacado uma mulher dentro de sua própria casa e deixado a vítima agonizando. Foi neste período em que se formou uma comitiva para caçar o elemento que era um perigo para os moradores.

Ainda que a existência do personagem folclórico nunca tenha sido confirmada, sua narrativa é uma das mais conhecidas do estado e continua a assombrar muitos cidadãos.

*Sob supervisão de Gabriela Maraccini

O Agente Secreto entra em lista de filmes mais enganadores da história

Morte em rope jump em SP: especialistas explicam obstrução e ocultação

16 June 2026 at 18:09

A Polícia Civil de Limeira (SP) investiga indícios de ocultação de provas no inquérito que apura a morte de Maria Eduarda Rodrigues, de 21 anos, ocorrida no último sábado (13).

Uma testemunha presencial relatou às autoridades ter visto um funcionário da empresa Entre Cordas retirar uma câmera GoPro que estava acoplada ao corpo da jovem logo após a queda de aproximadamente 40 metros na Ponte do Esqueleto.

O equipamento, que capturava as imagens do salto, não foi localizado pela polícia.

Relato de testemunha e sumiço de provas

De acordo com o depoimento da testemunha, que era um cliente que aguardava para saltar, o dispositivo foi removido antes da chegada do socorro. Os investigadores consideram o desaparecimento da câmera um fator crítico, pois o vídeo poderia detalhar as falhas nos protocolos de segurança.

Além do sumiço do equipamento, o boletim de ocorrência registra que instrutores tentaram deixar o local e trocaram de roupa após o acidente, permanecendo em silêncio quando questionados sobre a motivação da troca.

Análise jurídica: fraude e obstrução

A prática de remover a câmera do local do acidente possui implicações criminais diretas.

Segundo a advogada criminalista Ana Krasovic, a retirada do objeto “poderia se encaixar no crime de fraude processual, que seria a alteração da realidade física para enganar a atividade jurisdicional ou pericial”.

Por outro lado, a exclusão imediata do perfil no Instagram e do grupo de WhatsApp da empresa, embora tenha gerado críticas de clientes e familiares, possui interpretação jurídica distinta.

“Não pode ser interpretada como conduta criminosa, nem justificar qualquer responsabilização em qualquer seara do direito”, explica Krasovic sobre essa ação específica.

Para Beatriz Alaia Colin, especialista em Direito Penal, a investigação deve focar em verificar se os responsáveis criaram, fiscalizaram e exigiram o cumprimento de protocolos de segurança capazes de evitar acidentes.

“Nesses casos, a Justiça costuma se apoiar em perícias, protocolos amplamente aceitos pela comunidade técnica, cursos de especialização, experiência prática e normas gerais de segurança aplicáveis a atividades de risco”, afirma.

Testemunha filmou e tentou ajudar

Uma enfermeira que presenciou o acidente fatal de rope jump na Ponte do Esqueleto, em Limeira (SP), prestou depoimento à Polícia Civil detalhando o ocorrido no último sábado. Ela registrou em vídeo o momento em que Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, foi lançada.

Morte em salto de rope jump em SP: veja o que disseram instrutores presos

Após a queda de aproximadamente 40 metros, a testemunha desceu até a base da ponte e realizou manobras de reanimação na tentativa de salvar a vítima.

O registro do acidente e o socorro

A mulher relatou que estava no local para realizar seu próprio salto e começou a filmar Maria Eduarda para enviar as imagens a uma tia. No depoimento, a enfermeira explicou que, no momento do arremesso, estava focada na gravação e não percebeu imediatamente a ausência do equipamento.

Ela só notou a gravidade da situação quando ouviu gritos de outras pessoas e o barulho do impacto. O vídeo, entregue às autoridades, mostra o momento em que três instrutores erguem a jovem e a lançam em queda livre.

Ao constatar o acidente, ela identificou-se como profissional de saúde e solicitou ajuda para descer até a margem do rio onde a vítima estava caída.

“Eu comecei a gritar que era enfermeira para me levarem para baixo”, afirmou em sua oitiva.

Segundo o relato, Maria Eduarda ainda apresentava sinais vitais mínimos ao ser encontrada, mas entrou em óbito por politraumatismo antes da chegada do SAMU.

A dinâmica do acidente

A investigação aponta que Maria Eduarda realizaria o primeiro salto da modalidade “aviãozinho” do dia, na qual o praticante é erguido e lançado pelos instrutores.

A delegada responsável pelo caso considerou que os envolvidos assumiram o risco de produzir a morte ao não adotarem cautelas indispensáveis em uma atividade de alto risco.

A Justiça converteu a prisão em flagrante em preventiva, fundamentada na periculosidade da conduta e na necessidade de garantir a ordem pública.

O caso segue sob investigação da Delegacia Seccional de Limeira.

“Filmou a própria morte”, diz testemunha de acidente com ‘rope jump’ em SP

Morte em salto de rope jump: suspeito diz que grupo saltava há meses em SP

16 June 2026 at 17:54

Os três instrutores presos pela morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, em Limeira (SP), revelaram em depoimento que o grupo operava na região há aproximadamente um ano.

A jovem morreu no último sábado (13) após ser lançada da estrutura em queda livre, sem que a corda de segurança estivesse acoplada ao seu corpo.

Atuação sem regulamentação

Segundo Luis Felipe, um dos instrutores responsáveis pela operação técnica, a equipe realizava eventos frequentes no local, utilizando as redes sociais para atrair clientes.

Apesar do tempo de atuação e da estrutura comercial, os suspeitos admitiram que o grupo não possuía CNPJ ou alvará da prefeitura para explorar a atividade na Ponte do Esqueleto.

Eles alegaram à autoridade policial que o rope jump não possui federação ou regulamentação específica no Brasil.

Alto faturamento

No dia do acidente que vitimou Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, na Ponte do Esqueleto, em Limeira (SP), o grupo organizador planejava realizar aproximadamente 100 saltos.

Com taxas fixas de R$ 180 por salto e cobrança adicional de R$ 110 por gravações com câmeras GoPro, a arrecadação bruta estimada para a data superaria os R$ 15 mil.

A atividade era promovida pela empresa Entre Cordas, que utilizava o Instagram para atrair clientes, acumulando mais de 80 mil seguidores.

Apesar do volume financeiro e da estrutura comercial, os responsáveis admitiram à Polícia Civil que o grupo não possuía CNPJ, alvará municipal ou qualquer autorização formal para operar na ponte.

Comprovantes de transações bancárias foram apreendidos, reforçando a natureza lucrativa do evento.

A dinâmica do acidente

A investigação aponta que Maria Eduarda realizaria o primeiro salto da modalidade “aviãozinho” do dia, na qual o praticante é erguido e lançado pelos instrutores.

Registros audiovisuais entregues por testemunhas confirmam que a jovem foi lançada em queda livre de uma altura de aproximadamente 30 metros, sem qualquer conexão com o sistema de cordas.

A delegada responsável pelo caso considerou que os envolvidos assumiram o risco de produzir a morte ao não adotarem cautelas indispensáveis em uma atividade de alto risco.

A Justiça converteu a prisão em flagrante em preventiva, fundamentada na periculosidade da conduta e na necessidade de garantir a ordem pública.

O caso segue sob investigação da Delegacia Seccional de Limeira.

“Filmou a própria morte”, diz testemunha de acidente com ‘rope jump’ em SP

Jovem de 22 anos morre em SP dez meses após sofrer intoxicação por metanol

16 June 2026 at 16:41

Guilherme Torres da Silva, de 22 anos, foi sepultado nesta segunda-feira (15), na capital paulista, após morrer depois de passar dez meses lutando pela vida em decorrência da ingestão de uma bebida contaminada por metanol.

Morador de Itapecerica da Serra, Guilherme deu entrada no Hospital Municipal M’Boi Mirim no dia 16 de agosto de 2025, por suspeita de intoxicação, após consumir algumas doses de gin compradas em uma adega ao lado de sua casa e começar a se sentir mal.

Inicialmente, ele achou que fosse “apenas uma ressaca”, mas precisou ser levado ao hospital, onde teve diversas paradas cardíacas. Guilherme chegou a ficar entubado e respirando por aparelhos.

O jovem passou cerca de 10 meses lutando contra as graves sequelas. Ele ficou paralisado e passou a utilizar cadeira de rodas.

A família criou o perfil “Cura do Metanol”, onde compartilhava diariamente a rotina de recuperação dele, incluindo suas sessões de fisioterapia, além de iniciar uma campanha de arrecadação on-line para ajudar a custear o tratamento.

Na manhã da última terça-feira (16), familiares publicaram uma nota de pesar nas redes sociais informando a morte do jovem.

A família também agradeceu o apoio recebido durante o período de tratamento e no sepultamento.

“Muito obrigado a todos que compareceram ao sepultamento e aos que nos ajudaram até aqui de todas as formas possíveis, com contribuições, doações e mensagens positivas ao longo de toda essa trajetória. Nosso luto será eterno, mas ficarão as boas lembranças”, escreveu a família.

Em nota, a Prefeitura de Itapecerica da Serra informou que aguarda o recebimento dos laudos para confirmar a causa da morte e avaliar se há ligação com o quadro de intoxicação anteriormente investigado.

“Somente após a conclusão dessas análises pelos órgãos competentes será possível confirmar se o caso possui relação com o evento ocorrido em 2025”, diz a nota.

Até o momento, oito pessoas morreram no estado de São Paulo em decorrência de intoxicação por metanol.

Entenda o caso

Entre setembro e outubro de 2025, a crise de intoxicação por metanol em bebidas adulteradas gerou um alerta de saúde pública e vitimou principalmente jovens adultos em diferentes estados brasileiros. O estado de São Paulo acumulou o maior número de ocorrências, com mais de 50 casos entre suspeitos e confirmados.

A substância, que é incolor e inodora, leva a sintomas traiçoeiros que se assemelham a uma ressaca comum, como náuseas, vômitos e tontura. Contudo, entre 6 e 24 horas após o consumo, surgem sinais graves, como visão turva e cegueira, que pode ser irreversível.

Leia também: Metanol em bebidas: veja quem são as vítimas de casos de intoxicação | CNN Brasil

Até o final de 2025, 51 pessoas foram presas por algum tipo de envolvimento nas intoxicações de bebidas em São Paulo.

De acordo com balanço do governo estadual, mais de 21,4 mil garrafas e mais de 121,8 mil vasilhames vazios foram apreendidos. Também foram recolhidos mais de 105,2 mil insumos e 480 mil rótulos.

*Sob supervisão de Carolina Figueiredo

Veja depoimento de enfermeira que filmou morte em salto de rope jump em SP

16 June 2026 at 16:35

Uma enfermeira identificada que presenciou o acidente fatal de rope jump na Ponte do Esqueleto, em Limeira (SP), prestou depoimento à Polícia Civil detalhando o ocorrido no último sábado (13).

Ela registrou em vídeo o momento em que Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, foi lançada da estrutura sem a corda de segurança acoplada ao corpo.

Morte em salto de rope jump em SP: veja o que disseram instrutores presos

Após a queda de aproximadamente 40 metros, a testemunha desceu até a base da ponte e realizou manobras de reanimação na tentativa de salvar a vítima.

O registro do acidente e o socorro

A mulher relatou que estava no local para realizar seu próprio salto e começou a filmar Maria Eduarda para enviar as imagens a uma tia. No depoimento, a enfermeira explicou que, no momento do arremesso, estava focada na gravação e não percebeu imediatamente a ausência do equipamento.

Ela só notou a gravidade da situação quando ouviu gritos de outras pessoas e o barulho do impacto. O vídeo, entregue às autoridades, mostra o momento em que três instrutores erguem a jovem e a lançam em queda livre.

Ao constatar o acidente, a testemunha identificou-se como profissional de saúde e solicitou ajuda para descer até a margem do rio onde a vítima estava caída.

“Eu comecei a gritar que era enfermeira para me levarem para baixo”, afirmou em sua oitiva.

Segundo o relato, Maria Eduarda ainda apresentava sinais vitais mínimos ao ser encontrada, mas entrou em óbito por politraumatismo antes da chegada do SAMU.

Alto faturamento

No dia do acidente que vitimou Maria Eduarda, o grupo organizador planejava realizar entre 80 e 100 saltos. Com taxas fixas de R$ 180 por salto e cobrança adicional de R$ 110 por gravações com câmeras GoPro, a arrecadação bruta estimada para a data seria de no mínimo R$ 15 mil.

A atividade era promovida pela empresa Entre Cordas, que utilizava o Instagram para atrair clientes, acumulando mais de 80 mil seguidores.

Apesar do volume financeiro e da estrutura comercial, os responsáveis admitiram à Polícia Civil que o grupo não possuía CNPJ, alvará municipal ou qualquer autorização formal para operar na ponte.

Comprovantes de transações bancárias foram apreendidos, reforçando a natureza lucrativa do evento.

A dinâmica do acidente

A investigação aponta que Maria Eduarda realizaria o primeiro salto da modalidade “aviãozinho” do dia, na qual o praticante é erguido e lançado pelos instrutores.

Registros audiovisuais entregues por testemunhas confirmam que a jovem foi lançada em queda livre de uma altura de aproximadamente 30 metros, sem qualquer conexão com o sistema de cordas.

A delegada responsável pelo caso considerou que os envolvidos assumiram o risco de produzir a morte ao não adotarem cautelas indispensáveis em uma atividade de alto risco.

A Justiça converteu a prisão em flagrante em preventiva, fundamentada na periculosidade da conduta e na necessidade de garantir a ordem pública.

O caso segue sob investigação da Delegacia Seccional de Limeira.

“Filmou a própria morte”, diz testemunha de acidente com ‘rope jump’ em SP

Morte em salto sem corda em SP: grupo iria faturar mais de R$ 15 mil no dia

16 June 2026 at 14:07

No dia do acidente que vitimou Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, na Ponte do Esqueleto, em Limeira (SP), o grupo organizador planejava realizar entre 80 e 100 saltos.

Com taxas fixas de R$ 180 por salto e cobrança adicional de R$ 110 por gravações com câmeras GoPro, a arrecadação bruta estimada para a data seria de no mínimo R$ 15 mil.

Operação comercial sem regulamentação

A atividade era promovida pela empresa Entre Cordas, que utilizava o Instagram para atrair clientes, acumulando mais de 80 mil seguidores.

Apesar do volume financeiro e da estrutura comercial, os responsáveis admitiram à Polícia Civil que o grupo não possuía CNPJ, alvará municipal ou qualquer autorização formal para operar na ponte.

Comprovantes de transações bancárias foram apreendidos, reforçando a natureza lucrativa do evento.

O que dizem envolvidos

Em depoimento, o instrutor Luis Felipe, um dos presos no caso, classificou o ocorrido como uma “fatalidade” e afirmou que a equipe atua na área há cerca de um ano.

Segundo ele, o rope jump não possui regulamentação específica no Brasil, o que exime a necessidade de autorizações formais, dependendo apenas da experiência dos instrutores.

Felipe relatou que todos os saltos anteriores do dia passaram por fiscalização e que não consegue compreender o que houve no momento do acidente.

“É algo que a gente está sem entender até agora”, disse à autoridade policial.

Maicon Fernandes, também responsável pela operação técnica, afirmou que o equipamento utilizado tem capacidade para suportar mais de duas toneladas.

“Filmou a própria morte”, diz testemunha de acidente com ‘rope jump’ em SP

Ao ser questionado sobre a ausência da corda, Maicon declarou não entender como não percebeu a falha antes do arremesso. O instrutor não soube precisar se a responsabilidade final da checagem naquele salto específico era sua ou de Felipe.

Vitor de Freitas, que auxiliou no lançamento da vítima na modalidade conhecida como “aviãozinho”, declarou que sua função era apenas equipar os clientes e ajudar no impulso inicial.

Ele afirmou que o procedimento de colocação da corda é padrão para todas as modalidades e que a equipe nunca havia registrado acidentes anteriormente.

A dinâmica do acidente

A investigação aponta que Maria Eduarda realizaria o primeiro salto da modalidade “aviãozinho” do dia, na qual o praticante é erguido e lançado pelos instrutores.

Registros audiovisuais entregues por testemunhas confirmam que a jovem foi lançada em queda livre de uma altura de aproximadamente 30 metros, sem qualquer conexão com o sistema de cordas.

A delegada responsável pelo caso considerou que os envolvidos assumiram o risco de produzir a morte ao não adotarem cautelas indispensáveis em uma atividade de alto risco.

A Justiça converteu a prisão em flagrante em preventiva, fundamentada na periculosidade da conduta e na necessidade de garantir a ordem pública.

O caso segue sob investigação da Delegacia Seccional de Limeira.

“Filmou a própria morte”, diz testemunha de acidente com ‘rope jump’ em SP

Governo Federal estuda demolição de ponte em SP após morte em rope jump

16 June 2026 at 13:38

O Governo Federal estuda a demolição da ponte do Esqueleto, localizada em Limeira, no interior de São Paulo, onde a jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas morreu, neste sábado (13), após ser lançada sem corda durante a prática de “rope jump”.

Segundo o MGI (Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos), duas reuniões foram realizadas na região da ponte, nesta segunda-feira (15), onde os governos federal e municipais discutiram soluções em conjunto e o bloqueio do acesso ao local.

A reunião contou com a representação do Governo Federal por meio da SPU (Secretaria de Patrimônio da União) e da AGU (Advocacia Geral da União), e dos municipais com a prefeita de Cordeirópolis, Cristina Saad, e o prefeito de Limeira, Murilo Felix, e suas equipes.

Durante o encontro, tanto a prefeita de Cordeirópolis quanto o prefeito de Limeira afirmaram que existem ações de contenção que já são tomadas pelos municípios para bloquear o acesso à ponte. Os dois também se posicionaram a favor da demolição.

A Prefeitura de Cordeirópolis e a SPU combinaram o reforço de ações para conter o acesso à ponte, e a Prefeitura de Limeira se comprometeu a reabrir uma vala que impedia o acesso ao local, mas foi fechada posteriormente, sem conhecimento do órgão.

A SPU-SP também se comprometeu com a instalação de barreiras físicas, além de placas de aviso, para informar que a ponte é de propriedade da União e a entrada é proibida.

Além disso, a SPU informou que a discussão com os governos locais continuará para encontrar uma solução definitiva para a ponte, podendo ser a demolição.

A ponte foi oficialmente transferida para o Patrimônio da União sob gestão da Secretaria em maio, e, segundo a SPU, a realização de atividades esportivas não foram autorizada no local.

Anteriormente, a Prefeitura de Limeira havia informado que processaria o Governo Federal, alegando omissão, já que seriam exclusivamente responsáveis pela fiscalização, manutenção e controle de acesso à Ponte. A administração municipal diz que, desde 2025, já havia encaminhado ofícios aos órgãos responsáveis cobrando medidas de segurança.

Entenda o caso de Maria Eduarda

A jovem de 21 anos que praticava rope jump em Limeira, na Trilha da Ponte do Esqueleto, no interior de São Paulo, morreu na manhã deste sábado (13). A empresa que realiza os saltos não colocou a corda que deveria segurar Maria Eduarda, que foi lançada de cerca de 40 metros.

Após a queda de Maria Eduarda, pessoas no local teriam realizado manobras de RCP até a chegada da equipe do SAMU, mas o óbito foi constatado no local por politraumatismo. Até o momento, três funcionários da empresa foram presos.

Segundo o boletim de ocorrência, quando os agentes da polícia chegaram ao local, encontraram dois indivíduos próximos à vítima e questionaram o que teria ocorrido. Quando um dos policiais se afastou para prestar apoio ao resgate, os indivíduos tentaram fugir em direção a uma área de vegetação. Por conta disso, foi solicitado apoio de outras viaturas e da aeronave da PM para localizar os homens.

A Polícia Civil entendeu que os elementos indicam que os investigados assumiram o risco de produzir o resultado morte, e além da falta de segurança, o local apresenta um histórico de ocorrências graves, inclusive com outras mortes.

Por isso, os três foram presos em flagrante por homicídio com dolo eventual. A audiência de custódia dos suspeitos foi realizada na manhã deste domingo (14) e a Justiça de São Paulo converteu a prisão em preventiva.

*Sob supervisão de Carolina Figueiredo

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