El "apoyo total" de Trump a De la Espriella: ¿qué suma y qué resta a la campaña del balotaje en Colombia?

O Grammy Awards anunciou nesta terça-feira (15) atualizações para a edição do ano que vem. Em 2027, a premiação contará com novas categorias e mudanças nas regras e no sistema de votação, de acordo com os canais oficiais do prêmio. A próxima cerimônia já tem data e está prevista para o dia 7 de fevereiro de 2027.
Uma das novidades é a criação da categoria inédita Melhor Canção Latina. No entanto, só podem concorrer canções com mais de 51% da letra em língua espanhola, o que pode restringir significativamente a presença brasileira na categoria.
Antes da atualização, o Grammy já contava com cinco categorias dedicadas à música latina: Melhor Álbum de Pop Latino, Melhor Álbum de Rock ou Música Alternativa Latina, Melhor Álbum de Música Tropical Latina, Melhor Álbum de Jazz Latino e Melhor Álbum de Música Urbana.
De acordo com a Recording Academy, responsável pela realização da premiação, as mudanças acompanham algumas mudanças observadas no mercado da música nos últimos anos. Em comunicado oficial, divulgado nas redes sociais, o CEO Harvey Mason Jr. afirmou que as atualizações reconhecem uma maior diversidade de gêneros e artistas dos dias de hoje.
Entre as mudanças previstas, serão criadas cinco novas categorias:
As mudanças na regra para músicas na categoria se voltam apenas para as produções originadas de países de língua espanhola, conforme resolução publicada pela Recording Academy. Com a mudança, sucessos brasileiros, cuja letra não seja 51% em espanhol, não podem concorrer.
Em 2025, a cantora Anitta foi indicada a Melhor Álbum de Pop Latino com “Funk Generation”, que foi gravado, majoritariamente, em inglês e espanhol. No ano anterior, a artista já havia sido indicada como Artista Revelação.
Grammy: 6 curiosidades sobre o principal prêmio do mundo da música


Um produto alimentar inovador com elevado teor de água, desenvolvido para promover a hidratação de gatos de forma prática e eficaz, é o projeto vencedor da edição de 2026 do Concurso Regional Poliempreende do Politécnico de Coimbra.
A solução traduz-se numa gelatina que responde a desafios relevantes no bem-estar animal, nomeadamente em situações de doença, como a doença renal crónica, e em contextos de mobilidade, como viagens de férias com animais de companhia.
O produto foi desenvolvido por Bruna Silva, aluna, e Marco Silva, diplomado da Escola Superior Agrária de Coimbra (ESAC) e o projeto dá +elo nome de HydroKat.
“Esta ideia surgiu porque um dos maiores problemas nos gatos é a hidratação. Com o passar dos anos, acabam por desenvolver doenças renais crónicas pela falta do consumo de água e existem tutores que levam os gatos ao veterinário para administrar soro (fluidoterapia) de forma a hidratar o animal. O produto foi pensado numa melhor forma de o nosso gato se manter hidratado através de água em forma de gelatina”.
A ideia foi desenvolvida, na fase inicial, com o apoio dos professores Ana Calado Lopes, médica veterinária, e Ivo Rodrigues, e, na fase do plano de negócios, da equipa de coordenação do Poliempreende do IPC.
A solução desenvolvida tem um grande teor de água (97%) e um número reduzido de proteínas, apropriado para situações de doença como as já referidas, mas também para viagens em contexto de férias, em que as famílias levam consigo o seu animal de estimação, encontrando aqui uma forma de o manter hidratado.
O produto encontra-se agora em fase de testes, para encontrar o sabor mais apetecível, sendo intenção da equipa, posteriormente, avançar com o desenvolvimento da embalagem e com a possível comercialização do produto. A equipa salienta o carácter inovador deste produto, uma vez que os que existem no mercado são sopas ou caldos, ou mesmo gelatinas em pó (apenas disponíveis no Japão), mas com composições nutricionais diferentes.
Para além da componente alimentar, o projeto prevê a evolução para soluções complementares, incluindo a instalação de máquinas de vending pet-friendly em locais estratégicos, reforçando o seu potencial de mercado e escalabilidade.



Il Lazio continua a sorprendere sul fronte dell’export, con un balzo del 9,6% che ribalta la tendenza stagnante dei servizi romani. Il merito è quasi interamente del polo chimico farmaceutico dell’asse Latina- Frosinone, ormai riconosciuto come uno dei più importanti d’Europa. Qui operano multinazionali, centri di ricerca e stabilimenti ad alta specializzazione che da soli coprono metà delle vendite estere regionali. Un risultato che conferma la centralità del settore e la sua capacità di competere sui mercati globali.
Mentre Roma fatica a far crescere i servizi avanzati, il Sud del Lazio corre. Le aziende farmaceutiche investono in innovazione, ampliamenti produttivi e nuove linee dedicate ai farmaci biologici. La domanda internazionale resta elevata e il settore beneficia di una filiera integrata che va dalla ricerca alla produzione, fino alla logistica.
Il territorio, però, paga ancora la carenza di infrastrutture adeguate, soprattutto nei collegamenti con i porti e gli aeroporti.
Il successo del pharma compensa il rallentamento di altri comparti, come turismo e servizi professionali, che mostrano segnali di affaticamento dopo il boom post pandemia.
Ma pone anche una questione strategica: quanto è sostenibile una crescita così concentrata? Gli economisti parlano di “specializzazione rischiosa”, ma riconoscono che il Lazio ha trovato nel farmaceutico un asset competitivo globale. La sfida sarà ora attrarre nuovi investimenti e rafforzare la filiera, evitando che la dipendenza da un solo settore diventi un limite.
Il polo industriale del basso Lazio si conferma dunque il vero motore della regione, capace di trainare l’export e di generare occupazione qualificata. Un modello che potrebbe ispirare anche altre aree, se accompagnato da politiche industriali mirate e da un miglioramento delle infrastrutture logistiche, tema al centro del dibattito sulla Zls del Lazio.
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La candidata derechista Keiko Fujimori ha vuelto a situarse este miércoles por delante del candidato izquierdista Roberto Sánchez al alcanzarse el 98,20 % del escrutinio. La segunda vuelta de las elecciones presidenciales de Perú se celebró el pasado domingo
A falta de contar menos del 2 % de los votos, Fujimori obtiene el 50,001 % de los votos válidos al recibir 9.032.189 sufragios, frente al 49,999 % de Sánchez, que suma votos 9.031.723, lo que deja a la hija y heredera política del expresidente Alberto Fujimori (1990-2000) encaminada a ser la nueva presidenta de Perú por un estrechísimo margen.
El lunes, el candidato de Juntos por el Perú había tomado la delantera y consiguió alcanzar una ventaja de hasta 42.000 votos, pero la candidata de Fuerza Popular ha logrado revertir esa diferencia gracias al voto del extranjero, donde es la más votada.
La hija y heredera política del expresidente Alberto Fujimori (1990-2000) puede, de esa manera, lograr el objetivo que había perseguido en las últimas tres elecciones donde había sido derrotada en la segunda vuelta (2011, 2016 y 2021) y que apunta a conseguir en su cuarta candidatura presidencial.
Los votos que restan por escrutarse pertenecen a los emitidos en el exterior y a actas impugnadas, la mayoría de la capital Lima, donde en ambos casos la derechista es la más votada, lo que previsiblemente puede darle el triunfo por unos pocos miles de votos sobre su rival, que compitió en nombre del encarcelado expresidente Pedro Castillo (2021-2022).
Se trata de la tercera elección consecutiva en Perú que se va a decidir por un margen exiguo de unas decenas de miles de votos, después de que Pedro Pablo Kuczynski y Pedro Castillo derrotaran a Keiko Fujimori por apenas 40.000 votos en 2016 y 2021, respectivamente.
El probable triunfo de Fujimori en esta ocasión supondría el retorno del fujimorismo al gobierno de Perú después de 26 años de la dimisión de su padre por fax desde Japón, tras un decenio donde se afianzó en el poder con un autogolpe de Estado en 1992 y que terminó en medio de un gigantesco escándalo de corrupción.
La candidata realizó una campaña de reivindicación total del legado de Alberto Fujimori al prometer gobernar como él, quien asentó las bases de la estabilidad económica y comercial que permitieron el crecimiento del país en últimas tres décadas, a la vez que derrotó a los grupos subversivos Sendero Luminoso y Movimiento Revolucionario Túpac Amaru (MRTA).
Más de 27,3 millones de peruanos estaban convocados el domingo a las urnas para escoger entre Fujimori y Sánchez a la opción que tendrá el derecho de gobernar el país por los próximos cinco años (2026-2031), tras una década de inestabilidad política al haber tenido ocho presidentes, debido a una sucesión de destituciones presidenciales promovidas por el Parlamento.