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DECO PROteste esclarece: pode colocar chapéu de sol em frente às concessões

12 June 2026 at 14:32

Com a época balnear já em curso e perante as dúvidas que têm surgido sobre a utilização do areal, os acessos às praias e as áreas concessionadas, a DECO PROteste recorda que todas as praias marítimas em Portugal são de acesso público e que os consumidores podem utilizar livremente as áreas não concessionadas, incluindo os […]

Las distribuidoras se apoyarán en el regulador portugués para evitar indemnizaciones por el apagón

12 June 2026 at 04:15

La Autoridad Reguladora de Servicios Energéticos de Portugal (ERSE) ha calificado el apagón del 28 de abril de 2025 que afectó a la península Ibérica como un hecho “excepcional”, lo cual exime a los operadores nacionales de las redes de transporte en alta tensión (REN) y de distribución (E-Redes, filial del grupo EDP) de indemnizar de manera automática a los 6,5 millones de clientes que se quedaron sin luz ese día en el país vecino. Así lo ha señalado este organismo en un reciente informe con el que da respuesta a las consultas de estas dos compañías.

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© Javier Cebollada (EFE)

Torres eléctricas en Zaragoza.

Fundação Repsol e Grupo Sylvestris registam primeiro projeto florestal no Mercado Voluntário de Carbono em Portugal

11 June 2026 at 22:07

O Grupo Sylvestris e a Fundação Repsol registaram em Portugal o primeiro projeto validado na plataforma do Mercado Voluntário de Carbono, com uma iniciativa de reflorestação localizada em Charneca e Ferreirinhos, no concelho do Sabugal, distrito da Guarda. O anúncio foi feito a 1 de junho, e divulgado hoje em comunicado.

O projeto ocupa 18,83 hectares e prevê a captura de 2.976 toneladas de CO₂ equivalente ao longo de 40 anos, com uma média de 158 tCO₂e por hectare. Desenvolvido ao abrigo da metodologia MVC1 para novas florestações, a iniciativa tornou-se a primeira a ser registada e validada no novo regime jurídico do mercado voluntário de carbono português. A fase de implementação terminou em 2025, e a permanência das remoções de carbono está assegurada por um compromisso contratual de 40 anos e pela adesão à bolsa de garantia prevista no regime.

Os cálculos ex-ante dos créditos de carbono foram realizados segundo a metodologia MVC1, com o objetivo de garantir uma estimativa sólida e prudente. O registo do projeto coloca o Grupo Sylvestris e a Fundação Repsol como pioneiros num mercado que começa a estruturar-se com projetos florestais sujeitos a critérios de adicionalidade, monitorização e permanência.

Além da captura de carbono, a intervenção visa transformar terrenos não arborizados em novas manchas florestais com espécies como Pinus pinaster e Quercus pyrenaica. O projeto pretende contribuir para a proteção do solo contra a erosão, aumentar a resiliência da paisagem e reduzir o risco de incêndios numa zona considerada vulnerável.

A iniciativa integra o projeto Motor Verde +Floresta, impulsionado em parceria com a Fundação Repsol, que tem como foco o restauro florestal em larga escala em Espanha e Portugal. Segundo as entidades promotoras, o restauro florestal vai além do carbono, atuando também sobre a biodiversidade, o solo, a água e a resiliência territorial, podendo gerar atividade em zonas rurais.

A Fundação Repsol desenvolve projetos focados na transição energética e na sociedade, com linhas de ação que incluem investimento em empresas de baixo carbono, apoio a soluções tecnológicas em energia e mobilidade, disseminação de conhecimento e promoção de voluntariado.

Las plantas llegan por fin a la Puerta del Sol, pero solo en una parada de metro y para promocionar una cerveza

11 June 2026 at 17:23

Un vergel. O la entrada a una selva. O un oasis en medio del desierto (de granito). Plantas de distintos tamaños y texturas han aparecido en una esquina de la Puerta del Sol. Verdísimas, resaltan en un espacio por lo demás gris. Una plancha caliente que cada verano es objeto de críticas por la falta de sombra ―a excepción de los polémicos toldos blancos― y espacios verdes que le den más aspecto de plaza y la conviertan en un lugar por el que pasear sin achicharrarse. Pero no, la vegetación no ha llegado al kilómetro cero de la capital para quedarse. Las plantas se han colocado en la parada de metro de Sol como parte de una promoción de la cerveza Corona, para sorpresa de los madrileños que llevan años reclamando arbolado en la zona.

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Promoción de una empresa de cerveza en una de las paradas de metro de la Puerta del Sol.

Vila Vita Parc lança programa semanal de bem-estar na praia ao nascer do sol

11 June 2026 at 14:59

Aliando o bom tempo algarvio à prática desportiva ao ar livre, o Vila Vita Parc convida a comunidade local a começarem as manhãs de sexta-feira de verão de forma revitalizante com o novo programa Friday Reset & Breakfast, sempre com uma aula que desperta corpo e mente, seguida de pequeno-almoço no Nana On The Beach. Com início amanhã, 12 […]

Bolivia’s failed economic model: From the ‘energy heart of South America’ to the risk of blackouts

9 June 2026 at 14:56

There is an old propaganda poster advertising Evo Morales’ third-term program: “Bolivia will be the energy heart of South America. Bolivia will have energy sovereignty. We will export energy to neighboring countries and become a regional leader.” The former president began that term in 2015 backed by an overwhelming electoral victory of more than 60%. The support reflected the economic stability the country had enjoyed since his first term in 2006, sustained mainly by natural gas exports, which in 2014 alone reached $6.1 billion. International reserves became the highest in South America relative to GDP. But behind the scenes, the picture was different. Reserve certifications did not match the extravagant figures that had been proclaimed, and oil companies had neglected exploration of new fields.

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© José Luis Quintana (LatinContent via Getty Images)

Gualberto Villarroel oil refinery in Cochabamba, Bolivia, in 2014.

Ministra sugere um desenho à entrada da praia a informar onde colocar o guarda-sol

A ministra Graça Carvalho, esteve esta sexta-feira, 5 de junho, no Algarve, onde defendeu que à entrada das praias deve existir um desenho que possa esclarecer onde é que os utilizadores podem colocar o seu guarda-sol.

A ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, encontrava-se a visitar a obra de intervenção de reforço sedimentar em curso na Praia da Fuseta-Mar, no concelho de Olhão.

Em declarações aos jornalistas, transmitidas pela RTP, a governante aconselhou a que “haja um desenho à entrada da praia, a dizer este espaço é concessão, este espaço é segurança, tudo o resto é livre”.

Contudo, “sabendo que nas áreas de segurança e nas áreas de concessão, não é livre acesso. Tudo fora é livre. Portanto, a lei é esta, as regras são estas, são muito simples.” argumentou a ministra do Ambiente.

Temos é que ter para cada praia o seu plano de praia e a sua sinalética”, adiantou a ministra Graça Carvalho.

Depois ainda reforçou: “já se sabe que dentro da concessão e nas áreas que são de segurança as pessoas individuais que não foram para a concessão não podem pôr os seus chapéus. Fora, podem pôr o chapéu”.

EB1/PE da Lombada distinguida com Certificado de Escola Tecnológica Inovadora

5 June 2026 at 18:43
A Escola Básica do 1.º Ciclo com Pré-Escolar da Lombada, na Ponta do Sol, foi distinguida, no passado dia 3 de Junho, com o Certificado de Escola Tecnológica Inovadora. A distinção reconhece o trabalho desenvolvido ao longo do último ano lectivo nas áreas relacionadas com a tecnologia educativa, destacando-se a criatividade, a inovação e o […]

AREMDA promove Torneio de Golfe anual solidário no Vila Sol

A AREMDA – Associação Regional de Esclerose Múltipla do Algarve, é uma instituição particular de solidariedade social (IPSS), com sede em Faro, que tem por fins contribuir para melhorar as condições de vida dos portadores de Esclerose Múltipla, e de pessoas portadoras de outras patologias neurodegenerativas ou incapacitantes, que residam ou trabalhem na região, bem como das pessoas que com eles convivem, promovendo uma melhor integração social e comunitária, de forma a contribuir para uma sociedade mais inclusiva.

Mais uma vez a AREMDA leva a efeito o Torneio de Golf anual, a realizar no campo de Vila Sol & Resort Hotel Vilamoura, que servirá para angariação de fundos de modo a permitir que os portadores possam usufruir de uma vida mais leve, e sentindo que estão a ser apoiados por pessoas que se preocupam com eles e respetivas famílias.

O Torneio de Golfe vai realizar-se no dia 25 de julho de 2026, com início às 08h00, pelo que quanto a preços dos ingressos, são os seguintes:

  • Golf + Almoço por pessoa = 87,50€
  • Golf + Almoço por casal = 160,00€
  • Golf + Almoço para associado Vila Sol = 82,50 €
  • Apenas Almoço por pessoa = 60,00€
  • Apenas Almoço para Portadores = 15,00€

A AREMDA agradece que facilitem a inscrição, procedendo ao pagamento através do IBAN: PT 50 0007 0000 0044 5517 6062 3, até 48 horas antes do torneio, enviando o respetivo comprovativo, cujo pedido também serve para quem pretende só almoçar.

Algarve: Chapéus-de-sol dividem banhistas e concessionários e Polícia Marítima já teve que intervir – SIC

Antes do arranque oficial da época balnear, instalou-se a confusão nas praias do Algarve, tendo em conta que enquanto em algumas já se permite chapéus de sol em frente das concessões, outras, como a de Monte Gordo, mantêm a proibição. Repetem-se os conflitos com os banhistas e até a Polícia Marítima já foi chamada a intervir, como é referido na reportagem da SIC.

A confusão começa cedo na Praia de Monte Gordo, no momento de abrir o chapéu de sol. Quem pensava que já não havia limitação descobre que tem mesmo de ir para outro sítio.

Em causa está a ideia de que não há lei que impeça colocar o chapéu de sol em frente da concessão. As declarações do presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) ainda não tiveram impacto na sinalética da praia.

No vazio, cada praia parece encontrar uma forma de reagir. Se na Galé, em Albufeira, os chapéus já se instalam onde antes lhes era vedado, Vila Real de Santo António mantém a proibição.

Os concessionários e o município estão unidos contra qualquer mudança. Alegam questões de segurança e temem, dizem, a “selva”.

Há, claro, outro impacto temido sobre quem paga atualmente cerca de 20 euros para estar numa concessão. Para já, aqui, vão mantendo a vista desafogada.

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