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CDU diz que trabalhadores da CMF denunciam falta de condições laborais

11 June 2026 at 17:09
A CDU empreendeu hoje uma acção de contacto com trabalhadores da Câmara Municipal do Funchal afectos aos departamentos de Obras Públicas e Carpintaria, tendo sido evidente o “profundo descontentamento relativamente às condições existentes nos locais de trabalho”. Junto às instalações da CMF, na Fundoa, onde funcionam a carpintaria e o departamento de Obras Públicas, Ricardo […]

Sindicatos da Lusa desmentem Governo

11 June 2026 at 17:03
Sindicatos e Comissão de Trabalhadores da Lusa contestam resposta de Leitão Amaro ao BE: Governo confundiu renegociação com denúncia do Acordo de Empresa e nunca avisou os trabalhadores.

© Miguel Pereira da Silva / LUSA/LUSA

Leitão Amaro foi questionado pelo BE sobre o conhecimento prévio da decisão da Lusa de denunciar o atual AE

3 de junho: a hotelaria e a restauração do Norte disseram “basta”

VTM

Depois da greve geral de 11 de dezembro, que mobilizou mais de três milhões de trabalhadores e trabalhadoras em todo o país, depois das manifestações nas empresas e nas ruas, os trabalhadores voltaram a dizer o que já tinham dito: este pacote não passa.

Em todo o Norte, a resposta foi concreta e visível. Na indústria, a greve dos trabalhadores da AUMOVIO parou a produção. Na cantina do hospital de Chaves, os trabalhadores do setor privado da ITAU aderiram a 100%, reduzindo o serviço aos mínimos legais. Nas cantinas escolares, os trabalhadores da Gertal fecharam as portas e juntaram-se aos funcionários públicos e professores para fechar as escolas. A greve não ficou num setor nem numa categoria: quem trabalha para o Estado e quem trabalha para uma empresa privada, pararam juntos. Foi transversal, foi coletiva e foi forte.

Para os trabalhadores da hotelaria, da restauração e das cantinas, não há “meio pacote” aceitável. Este setor já conhece de perto o que é a precariedade, os horários impossíveis, as folgas que não se cumprem e os salários que não chegam ao fim do mês. O pacote laboral não traz nada de novo para estes trabalhadores… traz apenas mais do mesmo, agravado e legitimado por lei.

É preciso que o Governo entenda o que está perante si. Este pacote não veio na sua campanha eleitoral. Não foi discutida qualquer alteração à legislação laboral em período de campanha, certamente não neste sentido de ataque aos direitos dos trabalhadores. A própria negociação em sede de concertação social pôs de lado a CGTP-IN, a maior central sindical do país. Não há negociações sérias sem ela. E mesmo assim, o pacote laboral não saiu da mesa de negociações… vai agora para o parlamento, mais uma vez a tentar ser imposto por cima algo que já foi veementemente rejeitado pelos trabalhadores.

A única alternativa que resta ao Governo é mostrar humildade e retirar o pacote laboral. A força que encheu as ruas, que parou as cantinas e fechou as escolas, não vai desaparecer. Pelo aumento dos salários, pelo fim da precariedade, contra o pacote laboral: a luta continua.

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UE denuncia "discriminação" e "exploração" de migrantes

11 June 2026 at 13:41
O relatório destaca que os trabalhadores de fora da UE estão a ser utilizados para colmatar a escassez de mão de obra. Esses trabalhadores enfrentam elevados níveis de "discriminação" e "exploração".

© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

As organizações sindicais europeias têm assinalado que existe o risco de práticas de contratação fraudulentas e de problemas no cumprimento dos direitos laborais
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